Acho que a melhor forma de começar é me apresentando. Meu nome é Sabrina, tenho 20 anos e, obviamente, não sou a mais gostosa da escola, muito menos do meu bairro, mas acho que me viro bem com o que tenho. Sou magrinha, mas tenho uma bunda bem grande, é o que mais chama a atenção dos caras, porque de peito sou meio fraquinha. Minhas medidas são 83-60-90. Ou seja, se você me olha de frente, pareço um cara, mas de costas você se apaixona, haha. Bom, o que quero contar aconteceu há alguns anos atrás e, pra não prolongar, vou começar. Era 2018, já perto das festas de fim de ano. Como sempre fui uma garota aplicada, os primeiros dias de dezembro marcaram o fim das aulas pra mim, diferente das minhas amigas que demoraram mais. Esse grupo de amigas era formado por três garotas: Amélia, Noélia e eu. Só a Noélia tinha namorado, ele se chamava Gastón, era mais velho que ela e a tratava super bem. (Entre nós, o cara era um gostoso, escolha muito boa da minha amiga.) As datas das provas finais passaram e o ano acabou. Foi então que, num encontro com elas, cometi meu maior erro: falei que era virgem. Sim, é isso mesmo, com 18 anos nunca tinha chupado uma rola, nem lambido minha buceta, nunca tinha transado. E, claro, pra minhas amigas, eu era uma grande pata choca. Depois das zoações e piadas, combinamos de ir pra balada. Mas, entre tudo que conversamos, o que ficou martelando na minha cabeça foi o que a Amélia disse: que naquele dia eu perderia minha virgindade e minha inocência. Aquela noite não consegui dormir, e o resto da semana fiquei pensando naquele momento. Até que o dia chegou e fomos pra balada com as meninas. Ficamos lá dançando e bebendo, até que a Noélia disse que o namorado dela estava na casa de um amigo que tava sozinha e que eles passariam pra nos buscar. Entre uma conversa e outra, combinamos tudo. Beleza, já que a Noelia tava com o namorado dela lá e a Amelia tava de olho no amigo (tudo bem, mas eu ia ficar de escanteio), o acordo foi que quando eu me enchesse e quisesse ir embora, eles me levariam. Então aceitei ir, minha ideia era ficar só um tempinho e, quando a coisa esquentasse, eu vazava — esse foi meu plano desde o começo, mas o planejado quase nunca dá certo. Os dois caras vieram nos buscar de carro, demos umas voltas e fomos parar na casa do amigo do Gastão. Quando entramos, tinha mais um cara, mas, além do "oi", não trocamos mais palavra. A bagunça tava rolando super bem: música, dança, bebida, a gente se divertindo pra caralho e eu, sinceramente, não queria ir embora, tava adorando — até que um dos caras falou que os mercados iam fechar e que era pra comprar mais bebida. Foi aí que o Gastão mandou eles irem comprar antes de fechar. Olha, nem sei quanto tempo passou desde que eles saíram, mas o álcool já tinha subido na minha cabeça. Eu só olhava pra minha amiga Amelia, que tava no celular, e do outro lado a Noelia se pegando com o namorado. Ela levantava a camiseta do cara e me deixava ver o que ele tinha por baixo. Eu sentia minha buceta molhando e um calor que nunca tinha sentido me invadindo. Aí peguei meu celular pra disfarçar. Um tempo depois, a Amelia levantou e falou que ia no banheiro. Os pombinhos nem ligaram. Eu tava perdida olhando como o Gastão tocava a Noelia, como beijava ela, até que ele parou e disse que eu tava ali, que queria ir pra outro lugar. Foi então que a Noelia me olhou e falou: — "Me desculpa, agora que lembrei, eu e a Amelia prometemos uma coisa pra você e vamos cumprir, sim ou sim." Eu fiz cara de boba, como se não tivesse rolando nada. A Noelia pegou a mão do namorado e levou ele pra cozinha. Eu ouvia eles conversando, mas não entendia nada. Depois de uns minutos, a Noelia voltou com um pano e colocou sobre meus olhos, enquanto amarrava, dizendo que ela nunca falha numa parada dessas. Promessa
Durante todo o tempo que eles passaram conversando na cozinha, minha cabeça tava a mil, mas sinceramente, em nenhum momento imaginei o que podiam estar planejando. Eu tinha ficado com a imagem do Gastón e da Noelia se beijando e se tocando, pensando no que ele faria com ela, como ela ia aproveitar. E, verdade, do jeito que eu tava excitada, tava pouco me fodendo o que pudesse acontecer. A venda que colocaram em mim não deixava eu ver nada, só tava ali sentada com um copo de cerveja na mão e a única coisa que ouvia era a música no talo. Quando comecei a ficar nervosa, senti umas mãos grandes me tocando devagar entre as coxas, levantando um pouco o vestido que eu tava usando, enquanto abria minhas pernas. Se aproximou de mim, eu me preparando pra um beijo, senti algo que foi se abrindo caminho na minha boca. Nessa hora, fiquei muito nervosa mesmo, porque era a primeira vez que sentia algo assim. Além disso, com os olhos vendados, não ouvia eles, só a música e aquela coisa grande entrando na minha boca. Por instinto, fui abrindo mais à medida que enfiava, sentia saindo devagar e voltando a entrar. Automaticamente, comecei a acompanhar o movimento com a cabeça e a mexer suavemente meus lábios enquanto sentia dentro da minha boca, entrando e saindo. Nesse momento, Noelia se aproxima do meu ouvido e sussurra...
— Tá gostando?
Como não sabia o que responder (nem entendia direito o que tava rolando) e com aquilo na boca, só consegui dizer:
— Hummm...
Assenti com a cabeça em aceitação. Aí Noelia responde:
— Viu? Falei que iam gostar.
Não ouvi ninguém responder ou dizer nada. Tava imersa no que fazia com a boca, muito concentrada, enquanto uma mão me pegava por trás da cabeça, enfiando os dedos no meu cabelo e me empurrava. Queria meter mais fundo na minha boca. Tudo isso me excitava mais e mais. Enquanto uma mão segurava minha cabeça, senti outra acariciar meus peitos com uns movimentos quase tímidos, se enfiando por baixo. entrar no meu sutiã, e mesmo ele fazendo direito, eu queria que fosse mais rápido e brusco, queria sentir mais aquela força e o calor daquela mão me tocando, a pele dele contra a minha. Aí, pra ajudar, peguei a mão dele e fui guiando, apertando aquela mão nos meus peitos. Quando tirei minha mão, a dele começou a se afastar devagar, com os dedos roçando minha pele, passando pelos meus mamilos, brincando com eles, tocando de um jeito que a cada segundo eles ficavam mais duros. É indescritível o que eu sentia na minha buceta, tava morrendo de vontade de ser penetrada, ou de ele tocar lá, eu precisava daquilo, já sentia ela bem molhada, não me segurei. Então, com a mão direita, comecei a me acariciar, só passava os dedos devagar de cima pra baixo por cima da minha calcinha, que já tava mais que ensopada. Foi aí que, de repente, ele tirou o pau da minha boca e começou a acariciar minha buceta de um jeito que dava pra ver que sabia exatamente o que eu queria, delicadamente e com movimentos bem lentos, enfiando a mão por baixo da minha calcinha. Abri mais as pernas e levei minha pelve um pouco pra frente. Aqueles dedos celestiais chegaram no ponto exato e, com movimentos circulares e bem sutis, acariciavam o lugar certo. Os lábios se abriram como se tivessem vida própria, e eu senti como se pulsasse lá embaixo. Eu já não controlava mais meu corpo, tava me deixando levar, enquanto ele colocava o pau de volta na minha boca. Dessa vez, os movimentos que a gente fazia eram com mais intensidade. Tudo isso durou alguns minutos, até que eu ouvi a voz da minha amiga Noelia me dizendo: "Quer ver o que você tá comendo?" Com minha boca no pau dele, nossas mãos ocupadas nos tocando e a buceta vazando que nem torneira quebrada, só consegui balançar a cabeça. Instante depois, senti ele se afastar um pouco de mim, mas sem tirar o pau da minha boca completamente, enquanto tiravam a venda dos meus olhos. Quando tiraram, eu abri os olhos e a primeira coisa que vi foi aquele pauzão na minha frente. mano, levantando o olhar devagar enquanto ia curtindo a vista que tinha, a barriga dela, os abdominais definidos, os peitos e por último o rosto que mostrava uma satisfação danada, ao ver a carinha de felicidade daquele cara, fechei os olhos e comecei a chupar igual nos pornôs que tinha visto, entre gemidos de prazer que a gente soltava, olho pro meu lado e vejo a Noelia deitada no braço do sofá, já sem roupa, só de sutiã e fio dental, enfiando os dedos na buceta dela... Ainda faltam 2 partes... se vocês gostaram, não hesitem em me avisar... tem muitas histórias e relatos que quero compartilhar...
Durante todo o tempo que eles passaram conversando na cozinha, minha cabeça tava a mil, mas sinceramente, em nenhum momento imaginei o que podiam estar planejando. Eu tinha ficado com a imagem do Gastón e da Noelia se beijando e se tocando, pensando no que ele faria com ela, como ela ia aproveitar. E, verdade, do jeito que eu tava excitada, tava pouco me fodendo o que pudesse acontecer. A venda que colocaram em mim não deixava eu ver nada, só tava ali sentada com um copo de cerveja na mão e a única coisa que ouvia era a música no talo. Quando comecei a ficar nervosa, senti umas mãos grandes me tocando devagar entre as coxas, levantando um pouco o vestido que eu tava usando, enquanto abria minhas pernas. Se aproximou de mim, eu me preparando pra um beijo, senti algo que foi se abrindo caminho na minha boca. Nessa hora, fiquei muito nervosa mesmo, porque era a primeira vez que sentia algo assim. Além disso, com os olhos vendados, não ouvia eles, só a música e aquela coisa grande entrando na minha boca. Por instinto, fui abrindo mais à medida que enfiava, sentia saindo devagar e voltando a entrar. Automaticamente, comecei a acompanhar o movimento com a cabeça e a mexer suavemente meus lábios enquanto sentia dentro da minha boca, entrando e saindo. Nesse momento, Noelia se aproxima do meu ouvido e sussurra...
— Tá gostando?
Como não sabia o que responder (nem entendia direito o que tava rolando) e com aquilo na boca, só consegui dizer:
— Hummm...
Assenti com a cabeça em aceitação. Aí Noelia responde:
— Viu? Falei que iam gostar.
Não ouvi ninguém responder ou dizer nada. Tava imersa no que fazia com a boca, muito concentrada, enquanto uma mão me pegava por trás da cabeça, enfiando os dedos no meu cabelo e me empurrava. Queria meter mais fundo na minha boca. Tudo isso me excitava mais e mais. Enquanto uma mão segurava minha cabeça, senti outra acariciar meus peitos com uns movimentos quase tímidos, se enfiando por baixo. entrar no meu sutiã, e mesmo ele fazendo direito, eu queria que fosse mais rápido e brusco, queria sentir mais aquela força e o calor daquela mão me tocando, a pele dele contra a minha. Aí, pra ajudar, peguei a mão dele e fui guiando, apertando aquela mão nos meus peitos. Quando tirei minha mão, a dele começou a se afastar devagar, com os dedos roçando minha pele, passando pelos meus mamilos, brincando com eles, tocando de um jeito que a cada segundo eles ficavam mais duros. É indescritível o que eu sentia na minha buceta, tava morrendo de vontade de ser penetrada, ou de ele tocar lá, eu precisava daquilo, já sentia ela bem molhada, não me segurei. Então, com a mão direita, comecei a me acariciar, só passava os dedos devagar de cima pra baixo por cima da minha calcinha, que já tava mais que ensopada. Foi aí que, de repente, ele tirou o pau da minha boca e começou a acariciar minha buceta de um jeito que dava pra ver que sabia exatamente o que eu queria, delicadamente e com movimentos bem lentos, enfiando a mão por baixo da minha calcinha. Abri mais as pernas e levei minha pelve um pouco pra frente. Aqueles dedos celestiais chegaram no ponto exato e, com movimentos circulares e bem sutis, acariciavam o lugar certo. Os lábios se abriram como se tivessem vida própria, e eu senti como se pulsasse lá embaixo. Eu já não controlava mais meu corpo, tava me deixando levar, enquanto ele colocava o pau de volta na minha boca. Dessa vez, os movimentos que a gente fazia eram com mais intensidade. Tudo isso durou alguns minutos, até que eu ouvi a voz da minha amiga Noelia me dizendo: "Quer ver o que você tá comendo?" Com minha boca no pau dele, nossas mãos ocupadas nos tocando e a buceta vazando que nem torneira quebrada, só consegui balançar a cabeça. Instante depois, senti ele se afastar um pouco de mim, mas sem tirar o pau da minha boca completamente, enquanto tiravam a venda dos meus olhos. Quando tiraram, eu abri os olhos e a primeira coisa que vi foi aquele pauzão na minha frente. mano, levantando o olhar devagar enquanto ia curtindo a vista que tinha, a barriga dela, os abdominais definidos, os peitos e por último o rosto que mostrava uma satisfação danada, ao ver a carinha de felicidade daquele cara, fechei os olhos e comecei a chupar igual nos pornôs que tinha visto, entre gemidos de prazer que a gente soltava, olho pro meu lado e vejo a Noelia deitada no braço do sofá, já sem roupa, só de sutiã e fio dental, enfiando os dedos na buceta dela... Ainda faltam 2 partes... se vocês gostaram, não hesitem em me avisar... tem muitas histórias e relatos que quero compartilhar...
1 comentários - Las anecdotas de sabrina