No sábado, a Nuria não parou de ver várias vezes as fotos e os vídeos que o sogro tinha gravado na noite anterior. O close dela olhando para o sogro com cara de menina sorridente e o rosto coberto de esperma a tinha surpreendido e deixado com muito tesão. O que será que ele pensaria ao ver aquela foto? Será que ele ia gostar e ficar tão excitado quanto ela, ou simplesmente ia achar que ela é uma putinha fácil? — Tomara que ele goste, pensava. Eu fico louca me vendo coberta pela porra dele.
Depois, ela assistiu ao vídeo em que estava fazendo um boquete nele e se surpreendeu ao ver como o pau do sogro entrava e saía da boca dela sem parar. Nunca antes tinha curtido fazer um boquete; pro ex-marido, ela fazia por obrigação, mas dessa vez ela tinha aproveitado, sentido uma sensação estranha e gostosa ao ver o sogro se deixando levar e, ao mesmo tempo, segurando o rabo de cavalo dela com força pra ela não se afastar.
— É porque ele gostava de como eu chupava — pensou, satisfeita. E quando a cabeça do pau dele estava na entrada da buceta dela. Meu Deus! Daria tudo pra ter ele ali de novo! Sentir aquela cabeça grossa e dura roçando as paredes da buceta enquanto ele se mexia.
— É porque ele gostava de como eu chupava — pensou, satisfeita. E quando a cabeça do pau dele estava na entrada da buceta dela. Meu Deus! Daria tudo pra ter ele ali de novo! Sentir aquela cabeça grossa e dura roçando as paredes da buceta enquanto ele se mexia.

Só de pensar nisso, sentia a buceta dela se molhar, percebia o tesão descendo e encharcando a calcinha.
N. — Meu Deus! Não aguento mais, preciso me tocar.
Meteu a mão por baixo da calcinha e os dedos começaram um movimento frenético. Rapidamente olhou outro vídeo, esse era o que ela gravou quando Javier penetrava o cu e a buceta dela com os dedos. — Uff, que prazer! Nunca imaginei que pudesse sentir tanto prazer. E olha que eram só dois dedos! O que será que sentiria se, em vez de dois dedos, tivessem enfiado duas picas nela? Preferia nem pensar, isso era antinatural. Mas tinha sentido tanto prazer! — Enquanto pensava nisso, os dedos dela estavam fodendo a buceta dela violentamente. — Como ela queria ter o Javier ali pra ele tocar nela de novo, siiiim, os dedos dele eram mais grossos que os dela, encaixavam melhor nas paredes da buceta dela e no cu dela.
Ao pensar nisso, teve um reflexo e levou um dos dedos até a entrada do cu. — Será que vai doer? Pensou — Mas, sem hesitar, apoiou a ponta do dedo no esfíncter anal e pressionou devagar, viu como ele cedia e a ponta do dedo sumia lá dentro. Então continuou pressionando até o dedo desaparecer por completo dentro do cu, sentindo a pressão do esfíncter no dedo. — Será que era isso que o sogro sentia? O que sentiria se fosse uma rola? — Ufff, tava muito tesuda, o dedo enfiava com força no cu enquanto com a outra mão acariciava o clitóris. — Porra, vou gozar já! Pensava. Sem conseguir se controlar, acelerou o movimento dos dedos e apertou com força as pernas, fechando-as, tentando impedir que os dedos saíssem daquele lugar bendito que lhe dava tanto prazer. N. — Siiim, Uffffff. Que delícia!

Ela se deixou cair relaxada, pensando na viagem que Javier tinha prometido. Ia dizer pra ele esquecer o que comentou na sexta sobre os limites, precisava sentir ele dentro e, se ele não tentasse, ela mesma ia pedir. Queria que ele a fodesse de qualquer jeito, desejava isso mais que tudo.
Na terça, Javier marcou com ela pra comprar as roupas, foram num shopping e dessa vez foi ele quem tomou a iniciativa, escolheu um monte de roupa sem deixar ela dar palpite. A Nuria tava toda animada, fazia um tempão que ela não comprava tanta roupa assim.
Ele acompanhou ela até o provador e ficou do lado de fora.
N. – Entra, seu bobo! – Ela disse, sorrindo.
Javier entrou e sentou na cadeira do provador, ela começou a se despir, e ao fazer isso, Javier não conseguia tirar os olhos daquele corpaço monumental, os peitos empinados com os bicos durinhos, a bunda empinada, os quadris largos e torneados. – Como eu podia ter a sorte de ter essa pedaço de mulher na minha frente? – Ele se perguntava. – Nuria ria ao vê-lo e rebolava os quadris de forma provocante.
N. – Para de babar, seu bobo! Kkkk.
N. – Entra, seu bobo! – Ela disse, sorrindo.
Javier entrou e sentou na cadeira do provador, ela começou a se despir, e ao fazer isso, Javier não conseguia tirar os olhos daquele corpaço monumental, os peitos empinados com os bicos durinhos, a bunda empinada, os quadris largos e torneados. – Como eu podia ter a sorte de ter essa pedaço de mulher na minha frente? – Ele se perguntava. – Nuria ria ao vê-lo e rebolava os quadris de forma provocante.
N. – Para de babar, seu bobo! Kkkk.


Nuria começou a experimentar as roupas, vestia um conjunto e olhava esperando a aprovação dele. Quando ele dizia que sim, ela tirava e repetia o processo. No final, tinha selecionado um vestido curto de gaze leve na cor branca, um vestido vermelho longo e justo com um decote em V bem grande, um short jeans, uma blusa preta transparente, uma camiseta branca colada, dois biquínis com calcinha fio dental, um tapa-sexo e um conjunto de lingerie erótica preta.
N.: — Uffa, é roupa pra caralho.
J.: — Não importa, você merece. Além disso, ninguém vai usar isso melhor do que você.
N.: — Uffa, é roupa pra caralho.
J.: — Não importa, você merece. Além disso, ninguém vai usar isso melhor do que você.



Ela se aproximou e beijou ele na boca, depois se ajoelhou e começou a desabotoar a calça dele. Javier tentou impedi-la, mas ela não deixou.
J.— Não, não compro a roupa pra você fazer isso.
N.— Shhhh — disse ela levando o dedo aos lábios — Eu também não faço isso porque você comprou, faço porque tenho vontade.
J.— Não, não compro a roupa pra você fazer isso.
N.— Shhhh — disse ela levando o dedo aos lábios — Eu também não faço isso porque você comprou, faço porque tenho vontade.
Dito isso, ele baixou a calça e a cueca, envolveu o pau com a mão e bateu uma até ficar durasso. Depois, meteu ele na boca e começou a chupar sem parar. O pau do Javier entrava e saía da boca dele uma hora e outra. De vez em quando, ele parava, passava a língua pelo tronco até chegar nas bolas e ali ficava chupando devagar, enfiando elas na boca. Depois, voltava a passar a língua até chegar na cabeça e engolia ele inteiro, sumindo entre os lábios.
N.— Não vai gravar isso?
N.— Não vai gravar isso?



Javier pegou o celular e começou a gravar a putaria monumental que a nora dele tava fazendo. Ele ainda não conseguia acreditar, ali estava aquela gostosa de joelhos, balançando a cabeça pra frente e pra trás enquanto devorava a rola dele sem parar. Ela, enquanto isso, chupava e de vez em quando olhava pra cima, sorrindo pra ver se ele ainda tava filmando. Então a Nuria pegou a mão do Javier e levou até o cabelo dela, queria que ele segurasse o rabo de cavalo, igual tinha feito na sexta à noite. Ele fez isso, segurou o rabo de cavalo da nora e puxou com força, segurando a cabeça dela enquanto empurrava com a bacia pra frente e enfiava a rola na boca dela. Isso excitou a Nuria e acelerou a chupada, os lábios dela envolviam a rola do Javier enquanto a língua brincava com a cabeça.
Ele percebeu que ia gozar e tentou se afastar pra fazer isso fora, mas Nuria balançou a cabeça negativamente e continuou chupando sem parar, tava morrendo de vontade de sentir o líquido grosso e quente do sogro inundando a boca dela, queria provar o gosto dele, então veio a primeira descarga e ela sentiu um jato de esperma gostoso sair com força do pau batendo no céu da boca e enchendo a boca dela, ao receber continuou sacudindo a rola com a mão até conseguir outra descarga. – Siiiiim, Ummmm, que delícia! – Pensou – Como eu tava com vontade de receber isso na minha boca! – Nuria continuou chupando até extrair o pouco de porra que ainda tava saindo, depois olhou pra cima sorrindo e passando a língua pela cabeça do pau pra pegar as últimas gotas.
N.: – Ahh, adoro o gosto do seu leite... cê gostou?
J.: – Não tenho palavras, foi espetacular.
N.: – Ahh, adoro o gosto do seu leite... cê gostou?
J.: – Não tenho palavras, foi espetacular.


Pegaram as roupas e foram embora, agora era hora de arrumar as malas pra viagem.
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Na quarta-feira de manhã, Javier passou pra buscar a Nuria e foram pro aeroporto. Ela tava usando um shortinho bem justo que marcava cada curva, uma camiseta branca colada com um decidaço que destacava as tetas redondas e volumosas, e o cabelo preso num rabo de cavalo, do jeito que ele gostava. Todo mundo olhava pra ela quando passava, e ela se sentia toda poderosa — fazia tempo que não se sentia tão desejada.
J.: — Tá causando furor, algum vai quebrar o pescoço virando pra te olhar.
Ela pegou no braço dele, dizendo:
N.: — É, eles podem olhar, mas o único que vai me tocar é você.
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Na quarta-feira de manhã, Javier passou pra buscar a Nuria e foram pro aeroporto. Ela tava usando um shortinho bem justo que marcava cada curva, uma camiseta branca colada com um decidaço que destacava as tetas redondas e volumosas, e o cabelo preso num rabo de cavalo, do jeito que ele gostava. Todo mundo olhava pra ela quando passava, e ela se sentia toda poderosa — fazia tempo que não se sentia tão desejada.
J.: — Tá causando furor, algum vai quebrar o pescoço virando pra te olhar.
Ela pegou no braço dele, dizendo:
N.: — É, eles podem olhar, mas o único que vai me tocar é você.

Quando chegaram ao destino, Nuria ficou bem satisfeita: o hotel era de luxo e ficava de frente para o mar. Na recepção, Javier pediu um quarto duplo com duas camas, mas ela corrigiu e disse que queriam cama de casal. Javier olhou surpreso pra ela, e ela sorriu de forma safada, dando a entender as expectativas que estavam por vir. Subiram pro quarto, desfizeram as malas e desceram pra piscina. À noite, foram a um restaurante perto dali, onde tomaram uns vinhos e beliscaram alguma coisa. Depois, decidiram ir dormir, porque estavam cansados da viagem.
Quando chegaram no quarto, Javier viu Nuria se despindo e vestindo a lingerie transparente preta de renda que ele tinha dado pra ela duas semanas atrás, só que dessa vez ela não tava usando sutiã, liga nem meia, só a calcinha fio-dental minúscula que mal cobria a buceta dela.
N.: — Tô boa assim?
N.: — Tô boa assim?
Javier a observava hipnotizado aqueles peitos que o picardia não conseguia esconder, escapando pelo decote e deixando ver parte das auréolas. Suas pernas longas e esbeltas terminavam num pequeno triângulo preto de tecido que, por ser transparente, marcava a buceta, deixando adivinhar uns lábios inchados.
J.— Tá como sempre, espetacular.
Ao ouvir isso, Nuria sorriu e tirou a tanga, dizendo: — Acho que isso vai sobrar pra mim — e em seguida se meteu na cama.
J.— Tá como sempre, espetacular.
Ao ouvir isso, Nuria sorriu e tirou a tanga, dizendo: — Acho que isso vai sobrar pra mim — e em seguida se meteu na cama.


Javier vestiu um pijama curto e folgado que não conseguia esconder a ereção que tinha naquele momento e se meteu na cama mesmo assim. Nuria esperou alguma reação dele, mas ao ver que não fazia nada, virou de costas e aproximou a bunda até roçar a mão do sogro. Javier, ao perceber, começou a movê-la quase imperceptivelmente, acariciando as nádegas que estavam ao alcance. Não sabia como agir, sempre começavam as noites tirando fotos e depois tudo fluía naturalmente, mas agora estavam na cama e ele não queria se precipitar, ela tinha deixado claro na noite anterior que não deviam ultrapassar certos limites, então estava indeciso e isso o impedia de agir como teria feito em outras circunstâncias. Foi quando ela pegou o braço do sogro e o passou pela cintura, deixando a mão entre os peitos, depois mexeu os quadris até encaixar a bunda na pélvis do sogro.

Agora Javier tinha o pau colado nas nádegas da Nuria e a mão dele acariciava os peitos da nora, enfiou por baixo da camisola e os dedos começaram a brincar com os bicos, primeiro acariciando de leve e depois apertando de mansinho, ela reagiu na hora com um suspiro baixinho, então ele beliscou com mais força, fazendo a nora virar o rosto pra olhar pra ele e dizer que tava gostando.
- Continua, gosto do jeito que você me toca.
Ele continuou beliscando enquanto encaixava o pau entre as nádegas da nora, ela se mexeu um pouco até deixar encaixar direitinho e então começou a subir e descer, fazendo a rola deslizar entre elas uma e outra vez.
N.: - Tá gostando, meu amor?
- Continua, gosto do jeito que você me toca.
Ele continuou beliscando enquanto encaixava o pau entre as nádegas da nora, ela se mexeu um pouco até deixar encaixar direitinho e então começou a subir e descer, fazendo a rola deslizar entre elas uma e outra vez.
N.: - Tá gostando, meu amor?


Era a primeira vez que a nora chamava ele assim, Javier respondeu que sim e empurrou os quadris pra frente, esfregando com mais força o pau contra aquela bunda maravilhosa. Ele sentia o cacete completamente duro e precisava de algo mais, tudo bem ela masturbar ele com a raba, mas ele queria mais, queria meter até o fundo da boceta dela, desejava foder ela de qualquer jeito, mesmo que ela não quisesse, precisava sentir no pau o calor e a umidade da buceta da nora.
Enquanto isso, Nuria mexia os quadris pra cima e pra baixo, sentindo o pau de Javier deslizar entre os glúteos. Ela adorava sentir aquele cacete duro esfregando nela, mas não era suficiente, queria ele dentro, esperava que ele a pegasse à força, se necessário, e a penetrasse. Tinha cometido o erro de impor limites, mas torcia pro sogro ignorar e tomar ela à força, queria ser fodida mais que tudo no mundo. Fazia tanto tempo que não sentia um pau dentro dela, a sensação de sexta-feira, com a cabeça na entrada da boceta molhada, tinha sido deliciosa, mas dessa vez queria mais, queria ele inteiro lá dentro. — Como eu queria ser fodida! Ansiava que ele me tomasse de forma selvagem, violenta, se preciso! — Não acreditava, sempre pensou no sexo como algo calmo e doce, mas agora só conseguia pensar em ser possuída, forçada. Se assustava ao ver como seus gostos tinham mudado tão rápido, de uma esposa caseira e caretona, virou uma puta exibicionista, mas adorava isso, nunca tinha aproveitado tanto quanto agora, o sogro tinha despertado nela desejos ocultos que a faziam completamente feliz.
Enquanto isso, Nuria mexia os quadris pra cima e pra baixo, sentindo o pau de Javier deslizar entre os glúteos. Ela adorava sentir aquele cacete duro esfregando nela, mas não era suficiente, queria ele dentro, esperava que ele a pegasse à força, se necessário, e a penetrasse. Tinha cometido o erro de impor limites, mas torcia pro sogro ignorar e tomar ela à força, queria ser fodida mais que tudo no mundo. Fazia tanto tempo que não sentia um pau dentro dela, a sensação de sexta-feira, com a cabeça na entrada da boceta molhada, tinha sido deliciosa, mas dessa vez queria mais, queria ele inteiro lá dentro. — Como eu queria ser fodida! Ansiava que ele me tomasse de forma selvagem, violenta, se preciso! — Não acreditava, sempre pensou no sexo como algo calmo e doce, mas agora só conseguia pensar em ser possuída, forçada. Se assustava ao ver como seus gostos tinham mudado tão rápido, de uma esposa caseira e caretona, virou uma puta exibicionista, mas adorava isso, nunca tinha aproveitado tanto quanto agora, o sogro tinha despertado nela desejos ocultos que a faziam completamente feliz.
Sem pensar duas vezes, ela ergueu os quadris tentando enfiar o pau entre as pernas, não conseguiu, então repetiu o movimento algumas vezes até conseguir, agora sim, a rola tinha deslizado pra baixo e já estava encaixada entre as coxas dela, na hora sentiu o sogro empurrar com força e a cabeça daquela rola maravilhosa encostar na buceta dela, Javier mexia os quadris pra frente e pra trás e ela sentia o pau deslizando entre os lábios da buceta sem chegar a penetrar. -Meu Deus! Que tortura! Mete logo, pelo amor de tudo que é mais sagrado!- pensava ela. Mas o sogro não metia, só ficava empurrando repetidamente, esfregando a cabeça do pau na buceta molhada dela.
Javier não sabia o que fazer, queria meter mas tinha medo da reação da nora, sabia que ela estava encharcada porque sentia a umidade da boceta dela, mas e se ela só quisesse aquilo? Então ele torceu os bicos dos peitos dela com força e ela soltou um gemido forte enquanto começava a mexer os quadris procurando a cabeça do pau dele, agora ele via que era ela quem queria que o pênis entrasse na buceta dela, Javier não perdeu tempo e se mexeu de jeito que a glande dele se posicionou entre os lábios inchados e molhados, esperando a próxima reação dela.


Nuria, ao sentir, empurrou com força os quadris para trás até sentir aquela rola dura e veiuda penetrando fundo na sua buceta.
— Siim. Meu Deus, que delícia! — pensou. Mas sem perceber, seus pensamentos escaparam pela boca, expressando o que tanto queria.
N. — Pelo amor de Deus, me come! Me fode logo! Enterra tudo até o fundo!
Ao ouvir isso, Javier começou a penetrá-la com força, queria que a rola dele se enterrasse no fundo da buceta da nora. — Como ele tanto desejava! — Virou ela de bruços e se colocou por cima, caindo uma e outra vez sobre ela até sentir que a rola estava literalmente enterrada na buceta da nora, não dava pra ir mais fundo. Sem pensar, pegou o cabelo dela, segurando firme e puxando para trás. Ela ergueu rapidamente os quadris, e pra ele aquilo foi uma autorização — agora podia foder com mais força.
N. — Continua assim, continua assim. Adoro! Me fode, me fode sem parar!
— Siim. Meu Deus, que delícia! — pensou. Mas sem perceber, seus pensamentos escaparam pela boca, expressando o que tanto queria.
N. — Pelo amor de Deus, me come! Me fode logo! Enterra tudo até o fundo!
Ao ouvir isso, Javier começou a penetrá-la com força, queria que a rola dele se enterrasse no fundo da buceta da nora. — Como ele tanto desejava! — Virou ela de bruços e se colocou por cima, caindo uma e outra vez sobre ela até sentir que a rola estava literalmente enterrada na buceta da nora, não dava pra ir mais fundo. Sem pensar, pegou o cabelo dela, segurando firme e puxando para trás. Ela ergueu rapidamente os quadris, e pra ele aquilo foi uma autorização — agora podia foder com mais força.
N. — Continua assim, continua assim. Adoro! Me fode, me fode sem parar!

Nuria estava louca, subia e descia o quadril sem controle, recebendo de novo e de novo aquela pica desejada lá dentro da buceta encharcada. Viu Javier puxar o cabelo dela com força pra trás e isso a excitou ainda mais, adorava se sentir dominada, era a putinha dele. — Faz comigo o que quiser — pensou. Então o sogrão enfiou a outra mão entre as pernas dela e começou a acariciar o clitóris. — Não pode ser, isso é demais — sentia o prazer aumentando e não conseguia se segurar, ia gozar a qualquer momento.
N. — Continua, continua, não para por favor. Vou gozar, vou gozar já.
Javier acelerou as estocadas e ela soltou um gemido profundo enquanto desabava tremendo sob o peso do sogro.
N. — Porra, foi incrível! Continua, continua, quero que você goze dentro de mim.
Javier continuou metendo na buceta sem parar até sentir que ia gozar.
J. — Vou gozar, tô quase.
N. — Faz dentro, por favor, quero sentir seu leite dentro de mim.
Javier gozou, soltando todo o esperma quente e grosso na vagina da nora.
N. — Siim, tô sentindo ele dentro, adoro.
Depois dormiram abraçados até a manhã seguinte.
N. — Continua, continua, não para por favor. Vou gozar, vou gozar já.
Javier acelerou as estocadas e ela soltou um gemido profundo enquanto desabava tremendo sob o peso do sogro.
N. — Porra, foi incrível! Continua, continua, quero que você goze dentro de mim.
Javier continuou metendo na buceta sem parar até sentir que ia gozar.
J. — Vou gozar, tô quase.
N. — Faz dentro, por favor, quero sentir seu leite dentro de mim.
Javier gozou, soltando todo o esperma quente e grosso na vagina da nora.
N. — Siim, tô sentindo ele dentro, adoro.
Depois dormiram abraçados até a manhã seguinte.

No dia seguinte, depois do café da manhã, subiram pro quarto pra se arrumar pra ir pra piscina. Ela disse que ia entrar no banheiro pra trocar de roupa, o que surpreendeu o Javier, já que na noite anterior ela tinha se trocado na frente dele. Mas quando ela saiu, Javier ficou de boca aberta. Ela tava usando um biquíni com a parte de cima tão minúscula que mal cobria os peitões dela, e uma calcinha que se enfiava entre as bandas dela, deixando à mostra umas bundas redondas e durinhas.
N: — Gostou do look? Vamos pra piscina, temos que aproveitar o tempo.
N: — Gostou do look? Vamos pra piscina, temos que aproveitar o tempo.

Javier vestiu a sunga rapidinho, desceram e se deitaram em duas espreguiçadeiras. Quando a Nuria tirou o pareô e deixou o corpo à mostra, todos os olhares se fixaram nela. Isso deu um gás no Javier pra mostrar pra geral na praia a pedaço de mulher que tava do lado dele.
J. — Tira a parte de cima do biquíni.
N. — Nãão, tô com vergonha, nunca fiz topless.
J. — Qualé! Vai, alguma hora tem que ser a primeira, já já vê se algum dos véio por aqui não infarta.
N. — Kkkk. Sei lá, é que tô morrendo de vergonha, meus peitos são muito grandes.
J. — Eles são do jeito que a gente, homem, gosta. Enormeees! Kkkk
Nuria se levantou um pouco e desabotoou o biquíni, liberando uns peitos lindíssimos, coroados por duas auréolas marrons e uns bicos pontudos que iam chamar a atenção de quem olhasse. Meio envergonhada, colocou rápido os óculos escuros e se deitou pra pegar um sol. Javier não tirava os olhos daqueles peitões e percebia que não era o único — os caras nas espreguiçadeiras vizinhas também não perdiam um detalhe.
J. — Tira a parte de cima do biquíni.
N. — Nãão, tô com vergonha, nunca fiz topless.
J. — Qualé! Vai, alguma hora tem que ser a primeira, já já vê se algum dos véio por aqui não infarta.
N. — Kkkk. Sei lá, é que tô morrendo de vergonha, meus peitos são muito grandes.
J. — Eles são do jeito que a gente, homem, gosta. Enormeees! Kkkk
Nuria se levantou um pouco e desabotoou o biquíni, liberando uns peitos lindíssimos, coroados por duas auréolas marrons e uns bicos pontudos que iam chamar a atenção de quem olhasse. Meio envergonhada, colocou rápido os óculos escuros e se deitou pra pegar um sol. Javier não tirava os olhos daqueles peitões e percebia que não era o único — os caras nas espreguiçadeiras vizinhas também não perdiam um detalhe.

O dia passou normal, à noite decidiram jantar no restaurante do Hotel que tinha vista pro mar, era um restaurante chique e exigia ir todo arrumado. Javier pediu pra ela vestir o vestido rosa que tinham comprado no dia anterior, ela assim fez, quando iam sair, Javier olhou pra ela e deu sua aprovação, ela usava saltos agulha e o vestido se ajustava perfeitamente ao seu corpo marcando as curvas do quadril, o decote deixava à mostra boa parte dos seus peitos maravilhosos que, por ir sem sutiã, definiam claramente os bicos através do vestido. Ao contemplá-la, Javier ainda não entendia por que seu filho tinha se separado dela, era uma mulher incrivelmente gostosa e carinhosa.
J.- Hoje vou ser a inveja de todos os homens.
J.- Hoje vou ser a inveja de todos os homens.

Ela sorriu e os dois foram para o restaurante. O lugar tinha um clima romântico, salão meio escuro e mesas com velas, criando uma atmosfera íntima que encantou a Nuria. Javier pediu um bom vinho e, depois dos primeiros copos, a conversa foi para os rumos que ele queria. Nuria disse que ele teve uma ideia genial ao pensar na viagem, fazia mais de um ano que ela não tirava férias e essa escapada foi uma surpresa gostosa, adorava o hotel e mais ainda poder estar ali com ele. Desde que começaram com o jogo das fotos, ela era outra pessoa, tinha descoberto um lado da vida que até então desconhecia. Antes de casar e durante o casamento, era uma mulher discreta e tímida, que não queria chamar atenção e odiava que olhassem pra ela, mas com ele descobriu que adorava ser observada. Só de saber que ele estava ali com a câmera já a deixava louca de tesão, nunca na vida imaginou que alguém fosse tirar fotos das suas partes íntimas, ou filmar ela se masturbando ou transando, e agora era isso que ela queria. Adorava que alguém olhasse enquanto ela fazia, isso a estimulava a ser mais ousada, a dominava o papel de putinha safada e fazia com que estivesse disposta a fazer tudo o que ele pedisse, e isso era algo que ela não queria perder.
N.— Você gosta que eu seja assim? Às vezes eu me assusto, não sei do que seria capaz.
J.— Eu gosto de tudo em você, e curto pra caralho te ver se exibindo pra mim.
Núria corou de repente.
N.— Isso soou muito mal. Você acha que sou uma exibicionista?
J.— Sei lá, me diz você. Você gosta de se mostrar pra mim ou também gostaria de fazer isso na frente de outros homens?
N.— Uffa, não sei, nunca fiquei nua na frente de outros homens, só na frente do seu filho.
J.— Mas você gostaria? Já pensou nisso alguma vez?
N.— Não sei, quando vejo na piscina que os homens não tiram os olhos dos meus peitos ou da minha bunda, fico satisfeita, me sinto chamativa. Desde que seu filho me largou, achei que tinha perdido o interesse dos homens, e agora com você, ou com todos eles me olhando, me sinto linda, recuperei a confiança em mim mesma e acho que sou uma mulher gostosa.
J.— Você é a mulher mais linda e provocante de todo o hotel, não duvide que todos os homens aqui estariam morrendo de vontade de ficar com você, mas você não respondeu minha pergunta. Você gostaria de se mostrar para outros como faz pra mim? Te excitaria ver outros homens te olhando nua ou enquanto você tá transando?
J.— Eu gosto de tudo em você, e curto pra caralho te ver se exibindo pra mim.
Núria corou de repente.
N.— Isso soou muito mal. Você acha que sou uma exibicionista?
J.— Sei lá, me diz você. Você gosta de se mostrar pra mim ou também gostaria de fazer isso na frente de outros homens?
N.— Uffa, não sei, nunca fiquei nua na frente de outros homens, só na frente do seu filho.
J.— Mas você gostaria? Já pensou nisso alguma vez?
N.— Não sei, quando vejo na piscina que os homens não tiram os olhos dos meus peitos ou da minha bunda, fico satisfeita, me sinto chamativa. Desde que seu filho me largou, achei que tinha perdido o interesse dos homens, e agora com você, ou com todos eles me olhando, me sinto linda, recuperei a confiança em mim mesma e acho que sou uma mulher gostosa.
J.— Você é a mulher mais linda e provocante de todo o hotel, não duvide que todos os homens aqui estariam morrendo de vontade de ficar com você, mas você não respondeu minha pergunta. Você gostaria de se mostrar para outros como faz pra mim? Te excitaria ver outros homens te olhando nua ou enquanto você tá transando?

N.— Uff, não sei, tenho vergonha de te falar isso, mas só de pensar já tô ficando excitada, não consigo controlar, mas não sei se na realidade eu conseguiria fazer.
J.— Você gostaria de experimentar um dia?
N.— Experimentar o quê?
J.— Mostrar sua buceta pra outro homem, alguém tirar fotos dela, ou até ver você se masturbando.
N.— Porra! Não sei se é efeito do vinho, mas só de pensar minha buceta já tá ficando molhada. Agora mesmo acho que eu faria, mas se você estivesse do meu lado, sozinha não.
J.— Ok, então a gente faz, não hoje, mas outro dia.
N.— Não me assusta, por favor! Só de pensar minhas pernas tremem.
J.— Você não vai desistir, vai?
N.— Não, já te falei que gosto de estar com você e vou fazer o que você pedir, mas não exagera, por favor.
J.— Você vai mesmo fazer tudo o que eu pedir?
N.— Siim, vou fazer tudo o que você pedir, com você eu desenvolvi esse papel de putinha safada que eu adoro, passo a semana inteira esperando sexta-feira chegar pra te ver e já não conseguiria viver sem essas noites com você, me domina a necessidade de ser a garota submissa que faz tudo o que você deseja, e eu digo “TUDO”. Mas antes de tudo, quero que me prometa que não vai se cansar de mim, não aguentaria se você me deixasse. Além disso, esquece o que te falei na sexta sobre os limites, entre você e eu não precisa ter limites, afinal eu já não sou casada com seu filho, agora não somos nada, então você e eu não devemos ter nenhum limite, tudo é permitido. Tá bom?
J.— Me cansar de você? Como você pode pensar isso, você foi um presente de verdade na minha vida, é uma mulher maravilhosa. Quanto aos limites, você me deixou preocupado, não sabia como agir e o que podia fazer com você, o que aconteceu ontem à noite me deixou desnorteado, mas agora tá tudo claro.
N.— Aquilo dos limites foi uma besteira e você não sabe o quanto me arrependi esses dias, mas fico feliz que a gente queira a mesma coisa.
J.— Sim, mas amanhã você vai ter que me provar que realmente vai fazer TUDO o que eu pedir.
Núria Sorriu intrigada, mas preferiu não perguntar. Depois do jantar, foram direto pro quarto; os dois estavam loucos pra ultrapassar esses limites e não tinham tempo a perder.
Continua...
J.— Você gostaria de experimentar um dia?
N.— Experimentar o quê?
J.— Mostrar sua buceta pra outro homem, alguém tirar fotos dela, ou até ver você se masturbando.
N.— Porra! Não sei se é efeito do vinho, mas só de pensar minha buceta já tá ficando molhada. Agora mesmo acho que eu faria, mas se você estivesse do meu lado, sozinha não.
J.— Ok, então a gente faz, não hoje, mas outro dia.
N.— Não me assusta, por favor! Só de pensar minhas pernas tremem.
J.— Você não vai desistir, vai?
N.— Não, já te falei que gosto de estar com você e vou fazer o que você pedir, mas não exagera, por favor.
J.— Você vai mesmo fazer tudo o que eu pedir?
N.— Siim, vou fazer tudo o que você pedir, com você eu desenvolvi esse papel de putinha safada que eu adoro, passo a semana inteira esperando sexta-feira chegar pra te ver e já não conseguiria viver sem essas noites com você, me domina a necessidade de ser a garota submissa que faz tudo o que você deseja, e eu digo “TUDO”. Mas antes de tudo, quero que me prometa que não vai se cansar de mim, não aguentaria se você me deixasse. Além disso, esquece o que te falei na sexta sobre os limites, entre você e eu não precisa ter limites, afinal eu já não sou casada com seu filho, agora não somos nada, então você e eu não devemos ter nenhum limite, tudo é permitido. Tá bom?
J.— Me cansar de você? Como você pode pensar isso, você foi um presente de verdade na minha vida, é uma mulher maravilhosa. Quanto aos limites, você me deixou preocupado, não sabia como agir e o que podia fazer com você, o que aconteceu ontem à noite me deixou desnorteado, mas agora tá tudo claro.
N.— Aquilo dos limites foi uma besteira e você não sabe o quanto me arrependi esses dias, mas fico feliz que a gente queira a mesma coisa.
J.— Sim, mas amanhã você vai ter que me provar que realmente vai fazer TUDO o que eu pedir.
Núria Sorriu intrigada, mas preferiu não perguntar. Depois do jantar, foram direto pro quarto; os dois estavam loucos pra ultrapassar esses limites e não tinham tempo a perder.
Continua...
2 comentários - Minha Nora Gostosa C7