Coitadinha... mas como eu curto isso.
Estamos há vários meses num relacionamento com a Flor, meses bem intensos onde a gente se ama pra caralho e transa sem cansar noite e dia... além disso, também temos nossas sessões de BDSM. Nesse relato de hoje, vou contar o que rolou umas noites atrás, quando a gente se divertiu pra caralho com a minha putinha obediente e submissa...
Quarta-feira, combinamos de nos encontrar em Palermo às 19h. Vi ela, linda como sempre, com aquele visual tão especial. Cheguei perto, demos um beijo e começamos a andar... em umas quadras, falo pra ela dar uma paradinha, tiro algo da mochila e mando fechar os olhos e esticar uma mão pra cima. Na sequência, deposito na mão dela o que tinha comprado naquele dia pra gente brincar: um plug anal tamanho grande, que, apesar de não ser gigante, é bem grandinho...
Ela abre os olhos e me encara, ali no meio da rua. Eu tinha colocado na mão dela uma saquinha preta tipo veludo com um gel anal e o plug. Quando ela me olha, falo: "Isso você vai enfiar em qualquer hora da noite, quando eu mandar."
Vocês nunca vão conseguir ver a cara dela, mas aquela mistura de medo e tesão que ela faz me deixa louco. Saber que ela tem medo daquele momento, mas que também excita pra caralho. Na verdade, não andamos nem uma quadra e já meti a mão por baixo da saia dela pra sentir, e tava toda molhada... uma coisa linda, nós dois já estávamos bem tarados...
Vou resumir pra não alongar muito. Procuramos um bar com terraço porque era o que a minha gostosa queria, e enquanto caminhávamos e dávamos voltas, de vez em quando eu sussurrava no ouvido dela: "Lembra que a qualquer hora, quando eu quiser, você vai meter esse plug no cu, ouviu, putinha?"
Chegamos no bar, mas não sem antes enfiar ela na entrada de um prédio, meter um dedo na bunda e outro na buceta, tirar, fazer ela cheirar e limpar com a língua, e continuar andando.
Já sentados no bar, pedimos umas pintas. Ela sempre de cerveja preta, eu tomei uma vermelha. Conversamos gostosamente sobre um monte de coisas e, num momento, tirei a coleira da mochila, mostrei pra ela e falei: "sabia que trouxe isso porque tinha certeza que você ia colocar um choker" (choker é tipo uma coleira de passeio pra pessoas). Depois disso, deixei a corrente em cima da mesa e falei: "daqui a pouco vou colocar a coleira em você e te levar pra passear um pouquinho, quer?" E ela respondeu: "não, papai, por favor, não seja mau", com aquele tom de putinha tão gostoso...
"Beleza, babe, chegou a hora. Vai no banheiro colocar o plug."
Ela me olhou com a cara de choque que, mesmo sabendo que essa hora ia chegar, ainda custava a acreditar que ia ter que fazer. Reclamou um pouco, pegou as coisas e foi pro banheiro. Dei meu celular pra ela levar e tirar fotos pra eu ter certeza de que tava com o plug na buceta...


Enquanto eu esperava, porque ela demorou uns minutos, fiquei pensando em mil coisas, uma adrenalina correndo por dentro de mim, adoro sodomizar ela e sei que ela curte pra caralho, e tudo vira um mar de excitação e perversão que nos inunda de um jeito sublime...
Vejo ela subir a escada bem devagar, dando passos estranhos e com a cara vermelha, desfigurada, como se quisesse rir mas não conseguisse, nos olhamos com cara de safados e ela ficou um tempinho parada porque tinha medo de sentar no banco e enfiar o plug até o fundo, mas obriguei ela a sentar mesmo assim, falei que se ela se comportasse bem, só ia ficar com ele por 15 minutos, mas como ela é sempre rebelde, não quis me agradecer pelo gesto lindo da minha parte, de comprar aquele plug e fazer ela sentar na minha frente pra tomar uma cerveja e curtir sentir o cu dela aberto e apertado, então ela ganhou meia hora de plug. No meio tempo em que ela viajava de prazer e dor, já estava quase molhando o banco de tão excitada, coloquei a coleira no choker dela antes que o garçom viesse trazer a segunda rodada de chopp. Naquele momento, a cara dela ficou vermelíssima quando o cara veio trazer as cervejas e viu ela com a coleira, ela me olhava com uma cara de resignação linda, sempre fala que eu sou muito sádico...
Quando dou permissão pra ela ir tirar o plug, ela levanta bem devagar, me pede o gel, não dou, me pede a saqueta e falo "lava ele e traz na mão", e ela sai andando quase mancando...
Quando volta, vermelha de novo, mas já com cara de paz e tranquilidade, coloco a coleira de volta e não tiro mais... ficamos conversando um tempo, peço a conta, pagamos e falo "pede um carro, mas a 3 quarteirões daqui, esses quarteirões você vai andar um metro atrás de mim com a coleira" e ela me olha com a cara vermelha, me pede por favor que não, com aquela expressão clara de que quer fazer mas a vergonha é insuportável... assim andamos esses 3 quarteirões no meio da Plaza Serrano. Com um monte de gente olhando enquanto eu levava minha gatinha pra passear, além disso ela é super chamativa, então ninguém tira os olhos dela, ainda mais sendo levada com uma coleira... foi uma parada do caralho, super excitante, toda vez que ela chegava perto de mim eu falava "a um metro de distância atrás de mim, eu te falei".
Bom, ficou muito longo, se vocês gostaram me avisem que eu escrevo a segunda parte, que é a mais explícita...
E deixo um presentinho de uma sessão pra vocês.
Com carinho, seu braulio.
Estamos há vários meses num relacionamento com a Flor, meses bem intensos onde a gente se ama pra caralho e transa sem cansar noite e dia... além disso, também temos nossas sessões de BDSM. Nesse relato de hoje, vou contar o que rolou umas noites atrás, quando a gente se divertiu pra caralho com a minha putinha obediente e submissa...
Quarta-feira, combinamos de nos encontrar em Palermo às 19h. Vi ela, linda como sempre, com aquele visual tão especial. Cheguei perto, demos um beijo e começamos a andar... em umas quadras, falo pra ela dar uma paradinha, tiro algo da mochila e mando fechar os olhos e esticar uma mão pra cima. Na sequência, deposito na mão dela o que tinha comprado naquele dia pra gente brincar: um plug anal tamanho grande, que, apesar de não ser gigante, é bem grandinho...
Ela abre os olhos e me encara, ali no meio da rua. Eu tinha colocado na mão dela uma saquinha preta tipo veludo com um gel anal e o plug. Quando ela me olha, falo: "Isso você vai enfiar em qualquer hora da noite, quando eu mandar."
Vocês nunca vão conseguir ver a cara dela, mas aquela mistura de medo e tesão que ela faz me deixa louco. Saber que ela tem medo daquele momento, mas que também excita pra caralho. Na verdade, não andamos nem uma quadra e já meti a mão por baixo da saia dela pra sentir, e tava toda molhada... uma coisa linda, nós dois já estávamos bem tarados...
Vou resumir pra não alongar muito. Procuramos um bar com terraço porque era o que a minha gostosa queria, e enquanto caminhávamos e dávamos voltas, de vez em quando eu sussurrava no ouvido dela: "Lembra que a qualquer hora, quando eu quiser, você vai meter esse plug no cu, ouviu, putinha?"
Chegamos no bar, mas não sem antes enfiar ela na entrada de um prédio, meter um dedo na bunda e outro na buceta, tirar, fazer ela cheirar e limpar com a língua, e continuar andando.
Já sentados no bar, pedimos umas pintas. Ela sempre de cerveja preta, eu tomei uma vermelha. Conversamos gostosamente sobre um monte de coisas e, num momento, tirei a coleira da mochila, mostrei pra ela e falei: "sabia que trouxe isso porque tinha certeza que você ia colocar um choker" (choker é tipo uma coleira de passeio pra pessoas). Depois disso, deixei a corrente em cima da mesa e falei: "daqui a pouco vou colocar a coleira em você e te levar pra passear um pouquinho, quer?" E ela respondeu: "não, papai, por favor, não seja mau", com aquele tom de putinha tão gostoso...
"Beleza, babe, chegou a hora. Vai no banheiro colocar o plug."
Ela me olhou com a cara de choque que, mesmo sabendo que essa hora ia chegar, ainda custava a acreditar que ia ter que fazer. Reclamou um pouco, pegou as coisas e foi pro banheiro. Dei meu celular pra ela levar e tirar fotos pra eu ter certeza de que tava com o plug na buceta...


Enquanto eu esperava, porque ela demorou uns minutos, fiquei pensando em mil coisas, uma adrenalina correndo por dentro de mim, adoro sodomizar ela e sei que ela curte pra caralho, e tudo vira um mar de excitação e perversão que nos inunda de um jeito sublime...
Vejo ela subir a escada bem devagar, dando passos estranhos e com a cara vermelha, desfigurada, como se quisesse rir mas não conseguisse, nos olhamos com cara de safados e ela ficou um tempinho parada porque tinha medo de sentar no banco e enfiar o plug até o fundo, mas obriguei ela a sentar mesmo assim, falei que se ela se comportasse bem, só ia ficar com ele por 15 minutos, mas como ela é sempre rebelde, não quis me agradecer pelo gesto lindo da minha parte, de comprar aquele plug e fazer ela sentar na minha frente pra tomar uma cerveja e curtir sentir o cu dela aberto e apertado, então ela ganhou meia hora de plug. No meio tempo em que ela viajava de prazer e dor, já estava quase molhando o banco de tão excitada, coloquei a coleira no choker dela antes que o garçom viesse trazer a segunda rodada de chopp. Naquele momento, a cara dela ficou vermelíssima quando o cara veio trazer as cervejas e viu ela com a coleira, ela me olhava com uma cara de resignação linda, sempre fala que eu sou muito sádico...
Quando dou permissão pra ela ir tirar o plug, ela levanta bem devagar, me pede o gel, não dou, me pede a saqueta e falo "lava ele e traz na mão", e ela sai andando quase mancando...
Quando volta, vermelha de novo, mas já com cara de paz e tranquilidade, coloco a coleira de volta e não tiro mais... ficamos conversando um tempo, peço a conta, pagamos e falo "pede um carro, mas a 3 quarteirões daqui, esses quarteirões você vai andar um metro atrás de mim com a coleira" e ela me olha com a cara vermelha, me pede por favor que não, com aquela expressão clara de que quer fazer mas a vergonha é insuportável... assim andamos esses 3 quarteirões no meio da Plaza Serrano. Com um monte de gente olhando enquanto eu levava minha gatinha pra passear, além disso ela é super chamativa, então ninguém tira os olhos dela, ainda mais sendo levada com uma coleira... foi uma parada do caralho, super excitante, toda vez que ela chegava perto de mim eu falava "a um metro de distância atrás de mim, eu te falei".
Bom, ficou muito longo, se vocês gostaram me avisem que eu escrevo a segunda parte, que é a mais explícita...
E deixo um presentinho de uma sessão pra vocês.
Com carinho, seu braulio.
7 comentários - Coitadinha... mas como eu curto. (com fotos)