Sábado à noite, isso aconteceu há muitos anos. A gente saía pra dançar e se juntava com os amigos, e quem tinha namorada e queria levar também ia. A gente se encontrava na casa de um deles, que morava só com a avó. Ela era muito gente boa, geralmente cumprimentava a gente e se trancava no quarto, então a gente fazia a prévia de boa. Naquele dia, fui com a mina que eu tava saindo na época. Uma gostosa, cabelo curto, uns 2cm mais alta que eu, e nem se fala se ela usava salto. O forte dela eram os peitos, mais de 100 certeza, muito bem sustentados, e ainda por cima sempre com decote. Uma bomba. E a bunda dela não ficava atrás, era linda. Mas do lado daqueles peitos, não tinha como competir, talvez porque ela tinha uma tatuagem no ombro que, junto com o decote, era muito excitante. No meio da prévia, enquanto a gente preparava drinks, música, dança, também rolava amasso. Vale destacar que naquela casa rolavam umas festas do caralho, e meu amigo sempre liberava um quarto. Questão que, no meio do amasso, a gente se afastou pra sala. Eu já com a pica querendo sair, e ela toda molhada por causa dos dedos que eu ia enfiando. Mas não deu pra continuar porque ela não quis, e era hora de partir pro baile. Eu não podia acreditar. Já dentro do baile, o amasso continuou, mas cada vez pior porque tava aquela adrenalina de todo mundo ver a gente dançar e se pegar. Então falei pra gente ir embora. Ela disse que sim, e a gente foi. O problema era onde, porque não era área de motel. Falei com meu amigo e ele liberou a casa. A gente foi pra lá. Chegamos e fomos direto pro quarto. Entre beijos e apalpadas, ela tirou a calça, virou de costas e se abaixou, segurando os tornozelos. Aquela imagem da bunda dela e dos lábios da buceta era inacreditável. Naquela noite, não teve oral de nenhum dos dois. Era tanta tesão que eu puxei a calcinha fio dental de lado e meti de uma vez. Ela gemia tanto que eu não sabia como fazer ela calar a boca pra não acordar a avó. Eu dava tapas na bunda e ela gritava mais. Começou a molhar o chão. Dei dois passos pra trás e ela se deitou, abrindo as pernas. Tava na mesma posição que De repente, ela tinha se agarrado nos tornozelos e me convidava pra meter nela toda. Era um espetáculo aquela imagem. Eu já sabia que não ia aguentar muito mais, então coloquei o único preservativo que tinha e mergulhei naquela majestosidade. A gente transou um tempo até gozar. Chupei aqueles peitos que eram uma loucura. A gente deitou e começou a se acariciar. Depois de toda aquela explosão, começamos a nos esquentar de novo e, antes de continuar, avisei que não tínhamos mais camisinhas... E o que aconteceu depois me deixou de cabeça quente: ela se vira, vira a cabeça e me olha com a melhor cara de puta e diz: "enche meu cu de porra". Acho que não gozei seco porque a gente tinha transado dois minutos antes. Não podia acreditar no que ela tinha acabado de falar. Era meu primeiro cu pra comer. Eu, todo novinho começando no sexo, e ela me falar isso na cara dura. Nem pensei duas vezes, agarrei aquelas nádegas, abri aquele rabo lindo e meti meu pau. 16cm, mas pra mim é bem bonito. Com aquela curvatura pra esquerda e uma grossura chamativa. Agüentei o máximo que pude. Porque depois daquelas palavras, minha cabeça explodiu. E, exatamente como ela pediu, enchi o cu dela de porra, ou pelo menos deixei o que sobrou. Ainda mais vendo aqueles peitos indo e vindo a cada metida. Que transa gostosa, porra. É minha primeira história que conto. Fiz porque adoro ler as histórias e me esquentar, e achei que essa era uma daquelas pra compartilhar. Valeu.
1 comentários - Enche meu cu de porra