4. Itzel

Depois do que aconteceu com a Cass, começou a quarentena por causa da pandemia, o que fez várias filiais fecharem e algumas só entregarem em casa. As aulas passei a dar online e no trabalho quase tudo era de casa. Tudo isso fez com que eu não pudesse mais sair, fiquei trancado por pelo menos 4 meses. Depois, o trabalho foi se restabelecendo aos poucos, às vezes ia a algumas filiais, outras vezes ao escritório, mas tudo era muito limitado. Numa dessas vezes, tive que ir à filial mais perto da casa da Itzel, que tinha ficado fechada durante esse tempo. Precisava revisar os produtos, limpar e arrumar, já que ia reabrir em breve. Sem pensar muito, mandei uma mensagem pra Itzel, falando que iria naquela filial:

- Oi Itzel, ouve, amanhã vou estar na filial perto da sua casa.
- Oi Charly, precisa de ajuda com alguma coisa?
- Sim, tem uma coisa que você pode me ajudar.
- Fala o que é e se eu puder, você sabe que sim.
- É uma coisa que tá aqui, apertada pela calça.
- É grande? Grosso?
- Pois é, meio grande e grosso.
- E o que eu devo fazer com isso?
- Pode fazer várias coisas, o que você preferir.
- Te mostro o que é e você me diz se pode me ajudar e como faria.

Mandei uma foto onde eu tava com uma calça bem justa, que deixava bem visível a ereção que eu tava.

- Beleza, Charly, olha, tenho várias opções.

A Itzel mandou primeiro um GIF onde ela colocava 3 dedos na boca, fazia devagar e enfiava todos, no final dava pra ver um leve engasgo. Depois mandou uma foto da buceta dela e, em seguida, uma foto onde ela tava abrindo as nádegas e enfiando um pincel no cu.

- Você escolhe qual e quando eu te ajudo.
- Beleza, Itzel, nesses dias vou até a filial, te vejo lá pra você me ajudar.

Ficou combinado assim. No dia marcado, cheguei na filial, comecei com minhas tarefas. Depois de um tempo, a Itzel chegou. Mal tinha entrado quando se jogou em cima de mim e começou a me beijar. A gente tava se beijando muito intensamente. pronto, eu a separei. Queria ver como ela estava vestida: uma blusa folgada sem sutiã, umas botas altas e um mini short branco. Comecei a tirar a roupa dela, deixei só com as botas. Depois, Itzel se ajoelhou e começou a lamber meu pau por cima da calça enquanto abaixava o zíper, enfiou a mão e tirou meu pau, dava pra ver que ela sentia falta. Ela olhou pra ele por um instante e, sem pensar, de um só empurrão, enfiou quase tudo na boca. Ficou um tempo ali e, depois de engasgar, tirou, respirou e fez de novo. Aí eu falei: — Acho que você precisa de ajuda. Coloquei minha mão na nuca dela, ela respirou fundo e eu empurrei ela contra mim. No começo, só entrou do mesmo jeito, mas eu empurrei mais forte e dessa vez entrou tudo. Mantive ela assim, Itzel tentou se afastar, mas eu não deixava. Então ela começou a se empurrar com as mãos, e foi aí que soltei. Ela só me olhou, com lágrimas nos olhos e saliva escorrendo pela boca, respirando rápido. Aí peguei ela pelo cabelo, levei contra a parede, mesma posição, mas dessa vez fiz ela encostar a cabeça na parede. Me abaixei, lambi a saliva que escorria e uma lágrima. Ela respirou, e de um só empurrão, enfiei todo meu pau na boca dela. De repente, ela esticou a língua e começou a brincar com minhas bolas, até começar a faltar ar. Ela foi afrouxando, e quando percebi, tirei meu pau da boca dela. Itzel respirava devagar, com lágrimas nos olhos e muito mais saliva escorrendo. Então peguei ela pelos braços, levantei, sentei numa cadeira. Ela estava de pé, quase desmaiando. Ajeitei ela, coloquei meu pau na buceta dela e ela só se deixou cair pra trás. De um só movimento, ficou penetrada. Itzel só deu um gemido e depois encostou o corpo no meu. Comecei a massagear o clitóris dela enquanto, com a outra mão, brincava com os mamilos. Ficou assim por um tempo enquanto ela se recuperava, assim que se recuperou, começou a se mover, de cima pra baixo, cada vez mais forte, até que teve um orgasmo, deu uma pausa e depois começou de novo, dessa vez os sentões que ela dava eram muito fortes, o som da bunda dela batendo na minha pélvis era tão alto que abafava os gemidos dela, de repente meu pau saiu da buceta dela, demos uma pequena pausa — Me beija como a puta que você é — eu disse — Sou sua aluna, a puta, me faz de sua puta. Nos beijamos e então Itzel pegou com a mão, apontou pro cu dela e começou a se empurrar, não tinha estimulado, não tinha dilatado o cu, não usou saliva pra lubrificar, só os fluidos vaginais que estavam no meu pau, cada vez ela se empurrava mais forte, o cu dela foi cedendo aos poucos, primeiro entrou a cabeça, Itzel continuou fazendo pressão, até que de uma vez entrou meu pau inteiro, naquele momento, ela teve um espasmo, se tensionou e depois relaxou, aí começou a se mover devagar, de cima pra baixo e começou a aumentar o ritmo como tinha feito antes. Depois de um tempo, quando eu tava quase gozando, tirei meu pau e gozei nas costas dela. Terminamos, nos limpamos e enquanto eu continuava fazendo minhas tarefas na filial, ficamos conversando por um bom tempo, ela disse que tinha sentido falta dos encontros e combinamos que aos poucos íamos retomar.

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