Comecei a empurrar contra a bunda dela, tava super apertada, minha tia ajudou abrindo as nádegas e eu pude ver o cuzinho dela se alargando e a ponta da minha pica entrando. Os gemidos da minha tia viraram gritinhos de dor, então tapei a boca dela com a minha mão, isso ela gostou. Eu fiz isso pra ninguém da família ouvir, os quartos eram perto, na verdade do lado. Na hora senti um calor e um arrepio dentro de mim, fiquei com medo, não queria gozar, isso tava só começando. Controlei minha respiração e parei de empurrar, ela também agradeceu que eu parei porque soltou um suspiro de alívio. Pra me acalmar um pouco, parei de olhar aquela cena tão quente e safada da minha pica enterrada no cu da minha tia, então voltei a beijar o pescoço dela e sussurrar no ouvido. Falar me ajuda a controlar a gozada. Sem tirar a mão da boca dela, com a outra comecei a masturbá-la. Ela tava tão molhada, a buceta dela escorria, e minha mão ficou molhada na hora, brincando com o clitóris e enfiando os dedos. Eu falava coisas no ouvido dela sobre o gostoso do cuzinho dela, o apertado que era, das tetas dela, enfim, do corpo dela. Isso me fez recuperar a resistência e voltei a empurrar com força. Ela reclamou de novo, entre dor e prazer, continuei masturbando ela. Ela ficou ainda mais molhada, coisa que parecia impossível, minha mão tava cheia dos sucos dela. Passei esses sucos na minha pica, ajudou na penetração. Quando finalmente senti minha pica entrar até o fundo e meu corpo bater no da minha tia, me acalmei. Eu tinha arrombado o cu da minha tia. Ela também soltou um grito de prazer e alívio, que eu calava com a minha mão, assim como todos os gemidos e choramingos dela. Ela soltou as nádegas e senti ela me apertar ainda mais. Comecei a me mover devagar e assim começamos a transar analmente. O cu dela foi dilatando, ficou mais fácil de penetrar. Comecei a meter mais forte, ela já não reclamava, só gemia. Parei de masturbá-la pra puxar o cabelo dela. Nessa hora lembrei da nossa conversa antes, fiquei com um pouco de dúvida antes de dominar ela, então decidi ir pras tetas dela e apertar. Adorou pra caralho quando eu belisquei os biquinhos do peito dela e mordi o pescoço, o prazer dela era máximo. Depois eu enforquei ela e ela só gemeu, os olhos viraram. Enforquei ela o tempo que ela aguentou, soltei e puxei o cabelo dela, falei no ouvido:
— Agora você é minha puta, essa bunda é minha e vou fazer o que eu quiser com você durante essa viagem.
Ela só concordou com a cabeça e eu queria meter com toda força, mas não dava, o som dos nossos corpos batendo ia entregar a gente. Ela virou e abriu as nádegas pra não fazer tanto barulho e eu poder meter mais forte. Larguei o cabelo dela pra enforcar de novo, apalpar os peitos dela e voltar pra buceta. Quando toquei no clitóris, ela tremeu, o orgasmo dela era iminente. Preferi enfiar os dedos, ela mordeu meu braço pra abafar os gemidos. Quando começou a gozar na minha mão, a bunda dela apertou mais e eu comecei a gozar também, enchi o cu dela com meu leite enquanto ela gozava na minha mão. Passou o êxtase, tirei a pica, o cu dela começou a escorrer meu leite, era uma imagem incrível. Quase na hora ela soltou as nádegas, levantou e foi pro banheiro. Eu segui ela, porque a conversa que a gente teve antes me animou a ir atrás, além disso queria comer mais, queria a buceta dela. Ela foi no banheiro e abriu o chuveiro, eu tava atrás dela. Ela disse:
— Não tá certo.
— Pra mim foi incrível, quer continuar? — enquanto pegava minha pica meio dura e mostrava pra ela.
Ela me olhou de cima a baixo, viu minha pica, se aproximou e a gente se beijou. Na hora peguei a bunda dela com as mãos, ela falou no meu ouvido:
— Só durante a viagem e acabou.
A gente se beijou de novo, ela pegou na minha pica e me levou pro chuveiro. Lá lavou minha pica, depois se ajoelhou e começou a chupar. Eu segurei a cabeça dela e queria enfiar até a garganta. Sabia que ia demorar muito pra gozar porque era a segunda vez, então nem me preocupei com isso, só aproveitei. Ela era uma expert chupando e mamando nas bolas. Levantou, me olhou e disse:
— Que gostoso, como você aguenta?
— Vamos, que eu tenho. Vontade da sua bunda. Na real, eu queria a buceta dela, mas sabia que pelo menos naquela noite não ia rolar. Mas eu tinha mais três noites pra isso. Levei ela pra cama e fiz todas as posições que vieram na minha cabeça, tudo no cu. No final, o melhor foi de quatro. Ela já tinha gozado umas duas ou três vezes. Quando eu ia gozar, mandei ela ajoelhar e gozei na cara dela. Ela engoliu quase metade. Aí eu deitei e ela foi no banheiro se limpar. Quando voltou, a gente se abraçou e se beijou, eu fiquei brincando com os peitos dela e acabei dormindo no meio deles. Foi assim a primeira noite com minha tia. A viagem inteira foi uma maratona de sexo incestuoso com minha tia Andrea, que vou contando aos poucos.
— Agora você é minha puta, essa bunda é minha e vou fazer o que eu quiser com você durante essa viagem.
Ela só concordou com a cabeça e eu queria meter com toda força, mas não dava, o som dos nossos corpos batendo ia entregar a gente. Ela virou e abriu as nádegas pra não fazer tanto barulho e eu poder meter mais forte. Larguei o cabelo dela pra enforcar de novo, apalpar os peitos dela e voltar pra buceta. Quando toquei no clitóris, ela tremeu, o orgasmo dela era iminente. Preferi enfiar os dedos, ela mordeu meu braço pra abafar os gemidos. Quando começou a gozar na minha mão, a bunda dela apertou mais e eu comecei a gozar também, enchi o cu dela com meu leite enquanto ela gozava na minha mão. Passou o êxtase, tirei a pica, o cu dela começou a escorrer meu leite, era uma imagem incrível. Quase na hora ela soltou as nádegas, levantou e foi pro banheiro. Eu segui ela, porque a conversa que a gente teve antes me animou a ir atrás, além disso queria comer mais, queria a buceta dela. Ela foi no banheiro e abriu o chuveiro, eu tava atrás dela. Ela disse:
— Não tá certo.
— Pra mim foi incrível, quer continuar? — enquanto pegava minha pica meio dura e mostrava pra ela.
Ela me olhou de cima a baixo, viu minha pica, se aproximou e a gente se beijou. Na hora peguei a bunda dela com as mãos, ela falou no meu ouvido:
— Só durante a viagem e acabou.
A gente se beijou de novo, ela pegou na minha pica e me levou pro chuveiro. Lá lavou minha pica, depois se ajoelhou e começou a chupar. Eu segurei a cabeça dela e queria enfiar até a garganta. Sabia que ia demorar muito pra gozar porque era a segunda vez, então nem me preocupei com isso, só aproveitei. Ela era uma expert chupando e mamando nas bolas. Levantou, me olhou e disse:
— Que gostoso, como você aguenta?
— Vamos, que eu tenho. Vontade da sua bunda. Na real, eu queria a buceta dela, mas sabia que pelo menos naquela noite não ia rolar. Mas eu tinha mais três noites pra isso. Levei ela pra cama e fiz todas as posições que vieram na minha cabeça, tudo no cu. No final, o melhor foi de quatro. Ela já tinha gozado umas duas ou três vezes. Quando eu ia gozar, mandei ela ajoelhar e gozei na cara dela. Ela engoliu quase metade. Aí eu deitei e ela foi no banheiro se limpar. Quando voltou, a gente se abraçou e se beijou, eu fiquei brincando com os peitos dela e acabei dormindo no meio deles. Foi assim a primeira noite com minha tia. A viagem inteira foi uma maratona de sexo incestuoso com minha tia Andrea, que vou contando aos poucos.
2 comentários - Viaje familiar, incesto con mi tía parte 3
Van 10
BUEN INCESTO, MI FANTASÍA