Continuamos com a terceira e penúltima parte das férias da minha tia Chloé.

Gooo!
Na noite anterior, tanta coisa rolou que eu ia ter que acordar cedo num dia que normalmente não faria isso. Bateu oito da manhã e o despertador do meu celular começou a tocar "Running do Dimitri Vangelis" — uma versão que eu cortei e começava no minuto 2:13. Qual a relevância do nome da música? Nenhuma, claro. O problema é que o celular tava debaixo do meu travesseiro, com o alto-falante virado a centímetros da minha orelha e o volume no máximo, e mesmo assim não me acordou... e não era por ser uma música relaxante. Naquela noite, acho que dormi umas quatro horas no máximo, mas duvido que tenha chegado nisso... o que realmente me acordou foi minha tia Chloé. Ela resolveu dormir do meu lado naquela noite.
- Aaaa!! Mas que porra é essa? - "Piiiiiiiiiiii" Acordei de barriga pra cima e, por instinto, me joguei pra frente, sentando na cama. Coloquei a mão na orelha esquerda, que tava zunindo.
- Quieto, vadio, que o pessoal ainda tá dormindo.
- O que você fez comigo? - Desliguei o alarme, olhei pra esquerda, onde a Chloé tava se segurando pra não dar risada.
- Nada... sou inocente. Como o alarme não te acordou... resolvi tampar seu nariz, mas também não funcionou... aí pensei: já que é, um beijo na orelha, será que funciona? E olha, funcionou.
- E não dava pra me acordar que nem uma pessoa normal? Tinha que fazer que nem uma maluca, claro...
- Cuidado que o vadio tá me enchendo de flor, fuuu fuuu, ha ha. Não tinha algo pra fazer? Foi por isso que você colocou o alarme, né?
- Sim, sim. No mínimo tenho que jogar os lençóis com a roupa suja e ligar a máquina de lavar. Depois disso, podem acordar ou fazer o que quiserem.
- Já que vai descer, pega uma mala pequena e vermelha, tem minha roupa... sobe pra mim, vai.
Vesti um shorts de ficar em casa, juntei toda a roupa do chão e os lençóis sujos, abri a porta sem fazer barulho, espiei pra garantir que todo mundo ainda tava dormindo. Vendo todas as portas fechadas, resolvi sair fazendo o O menor barulho possível, coloquei a máquina de lavar e subi de novo pra entregar a mala dela e, com sorte, dormir mais umas horinhas. Quando entro, vejo a Chloé encostada na escrivaninha escrevendo um bilhete.
—Pega a mala que você queria. O que tá escrevendo?
—Nada, só um bilhetinho explicando que, se acordarem e a gente não estiver... fomos comprar o café da manhã.
—A gente? Fomos? Eu tava pensando em dormir mais um pouco, dormi muito pouco.
—Não, você vai comigo, decidido, he he. Mas na sua idade, dormir pouco não faz diferença, vocês nem percebem — Ela abriu a mala em cima da cama, virou ela de ponta-cabeça e, sacudindo, jogou tudo em cima.
—Muito organizada... sim, senhora... — Ela me deu um tapinha leve com as costas da mão no meu cotovelo.
—É senhorita, seu bicho... e agora me ajuda a decidir o que vestir. Calça? Não... não tô a fim.
—Tanto faz, né? Tudo vai ficar bem em você.
—Ok? Então... você acha que só esse vestido tá bom? Assim não preciso pensar em blusa nem nada mais, né? — Ela segurava um vestido branco de verão com uma faixa azul horizontal que fazia de cinto, nem muito curto nem muito comprido.
—Sim, perfeito. Eu vou vestir o primeiro que eu ver, sem me preocupar com estética.
—Que pouco gosto pra moda você tem. Pega, pega no ar! — Ela jogou a blusa dela, que bateu na minha cara. Com a mão parada no ar, ela decidiu me usar como cabide, colocou a calcinha dela num dos meus dedos e caiu na risada.
—A roupa íntima é opcional pra comprar o café da manhã?
—Assim fico mais fresquinha, e com essas sandálias mais ainda... aliás, sabe o que é bom de não usar nada com esse vestido? Que você pode me foder contra a parede onde quiser na hora, ha ha ha.
—É, tá bom. Vamos logo?
—Me dá um segundinho que tenho que fazer uma coisa antes... — Ela foi na frente do sofá, começou a sacudi-lo, levantava as pernas e deixava cair, fazendo um barulhão.
—Você é louca? O que tá fazendo? — Ela parou e chegou perto de mim, sussurrando.
—A gente devia dormir separados, né? Se entrarem e virem o sofá arrumado, ninguém vai Acredite, mas com esse barulho alguém acordou com certeza e vai perguntar: o que a gente tava fazendo? Fácil... recolher o sofá pra não atrapalhar. Pega o bilhete, cola onde possam ver, eu vou na frente.
– Ok – fechei a persiana da janela e deixei tudo aberto pra arejar o quarto, fechei a porta ao sair e colei o bilhete na porta.
Desci pra cozinha, encontrei a Chloé na frente do espelho do banheiro se arrumando um pouco. Preparei um suco de laranja, perguntei se ela queria algo, ela negou e continuou na dela, dizendo pra eu ir na frente, pegar um pouco de ar, que ela não demorava. Já lá fora, deitado de barriga pra cima no capô do carro da Chloé, parei pra pensar no que a gente ia fazer durante o dia. Já tinha falado sobre isso, mas não prestei atenção nenhuma. Depois de alguns minutos, ouço a porta abrir e a Chloé sai. Ela para na minha frente, se espreguiça um pouco e começa a balançar e levantar a saia, dando pra ver perfeitamente que não tinha nada por baixo. Olhei pros lados pra ver se alguém viu o que ela fez, mas felizmente não tinha ninguém.
– Você não liga pra nada, é? E se alguém te visse fazendo isso?
– Eu tava certa... bem mais fresquinha, ha ha!! E daí se me virem? Ninguém me conhece e não pretendo fazer amizade com ninguém... podia muito bem pegar na sua mão e fazer você me masturbar... ia me importar do mesmo jeito, ha ha ha. Vai, entra no carro. Quer dirigir?
– Nem fodendo, não sei dirigir, nem posso. Bom... onde você quer ir?
– Quero churros, e não só o seu churro, quero aqueles que se molham no chocolate... claro que, pensando bem, também posso molhar o seu churro no chocolate, né? Ji ji.
Conhecendo o novo comportamento da Chloé, nem louco eu a levaria a uma churraria que eu frequento normalmente e onde me conhecem. Dei instruções de por onde ir, sabia onde tinha outra que eu nunca ia, um pouco longe, mas melhor prevenir do que remediar.
– Então, Chloé... qual é o plano pra hoje?
– Bom, por enquanto, comprar O café da manhã... depois um restaurante pra almoçar e à tarde a gente falou de ir pra praia, por quê?
—Nada, só queria saber o que a gente ia fazer, só isso.
—Que fofo... já tá procurando um tempinho durante o dia pra foder, né? Pois acho difícil.
—Imagino que vai ser difícil... a praia vai estar lotada, isso descarta na areia e dentro d'água, pode ser que não dê pra ver o que a gente faz aos olhos de estranhos... mas se o cara ou meus pais nos vissem muito juntinhos dentro d'água... a gente tava ferrado.
—Bom, no pior dos casos sempre sobra a noite, se a gente fizer com cuidado e sem barulho não teria problema, desde que não nos pegassem ontem à noite, ha ha.
—Cuidado? Mais do que a gente teve?
—Tô falando de não gastar um jogo de lençol por noite, ter mais cuidado tipo colocar uma toalha ou sei lá, algo que não levante suspeitas.
Chegamos na churrascaria, como não achamos vaga pra estacionar, tudo ocupado, tivemos que ir duas ruas pra lá e fazer uma caminhada curta. Desci do carro, esperei a Chloé sair e fechar o carro, ela cruzou a bolsa no ombro e estendeu a mão pra mim com a palma aberta enquanto me olhava.
—O que você quer?
—Ué, me dar a mão, bobinho, por segurança, claro... Ao segurarmos as mãos, deixo a bolsa entre eu e você, pra ninguém dar um puxão e roubar, ji ji — Vendo que eu nem me mexia, ela pegou minha mão e com a outra colocou no meu cotovelo.
—Segurança, né? Primeiro, nunca ouvi falar de roubarem bolsa por aqui, segundo, menos ainda ouvi que colocar no meio impede o roubo, por último, se o que você queria era parecer um casal, fala logo.
—Oki, então já pode ser convincente, ou vou sair falando que você é meu sobrinho menor de idade e que adora me estuprar, só que eu deixo.
Viramos uma esquina e lá estava a churrascaria, também funcionava como cafeteria, então tinha umas mesas na calçada, todas lotadas, infelizmente numa delas estava uma colega da minha mesma sala. Entramos e, felizmente, ela nem me olhou. Não tinha muita gente, o que permitiu a gente pedir rápido. O problema é que a atendente adorava bater papo com os clientes enquanto o marido (imagino) fazia tudo. A mulher primeiro achou que éramos irmãos, mas a Chloé corrigiu, dizendo que éramos um casal, que mesmo eu parecendo um adolescente, tinha pouco mais de 20 anos (falso...) e ela pouco mais de 25 (mais falso ainda) e que estávamos na região de férias. Chloé pagou e eu comentei pra ela não fazer nada estranho; lá fora estava uma colega de classe e eu não queria falar com ela. Ela topou na boa, com a condição de que, ao sair, minha mão teria que estar na bunda dela e eu não poderia tirar até chegar no carro. E se alguém me chamasse, era só ignorar tudo e, alguns segundos depois, beijá-la. Se depois me perguntassem na aula, eu diria que não ouvi e não negaria, já que ela me reconheceria perfeitamente. Tudo ocorreu como planejado. Mais tarde, no carro, pensei: "que se dane... se no fim das contas não me interesso muito pelas minas da minha turma, quase melhor assim."
- Chloé, uma pergunta. O que aconteceria se a polícia te parasse enquanto o acompanhante distrai o motorista?
- Depende da distração. Pode falar comigo, mas não colocar o telefone na minha cara.
- Sei lá... sexo? Sexo oral? Ou... se eu começasse a te masturbar... com a viatura da polícia bem atrás da gente?
- Nem pense nisso.
Puxei a saia dela, deixando tudo à mostra, comecei a meter um dedo nela enquanto mandava ela olhar pra frente, respeitar a velocidade e não se distrair. Depois de alguns quilômetros, paramos num semáforo e os policiais ficaram do nosso lado esquerdo. Sorte pra Chloé que eles não olharam pra gente; tenho certeza de que o carona poderia ter visto o que eu tava fazendo. Sinal verde, Chloé deixou a viatura passar na frente pra se distanciar, o que adiantou pouco, já que ela morava perto da delegacia e aquele carro patrulha parecia estar indo pra lá. Já em casa, parei e comentei: "Foi uma... Pena que você não gozou, Chloé sorriu e disse que essa brincadeirinha ia me sair cara.
Quando entrei em casa, vi que meu tio estava no jardim com meu pai, todo mundo já estava acordado, provavelmente por causa do barulho do sofá. Meus pais deviam ter acordado e acordado o resto. Falei que a gente tinha trazido o café da manhã, pediram pra eu pegar uma mesa dobrável e a gente tomar café no jardim. Ninguém perguntou nada sobre a noite anterior, nem sobre o barulho, nem sobre a máquina de lavar, perfeito. O resto da manhã foi bem tranquila, Chloé desceu o Wii do meu quarto pra colocar na TV da sala e a gente ficou jogando eu, minha irmã e ela. Alguns de nós colocaram sunga, porque íamos pra praia depois do restaurante. Minha irmã Eva foi a última a se trocar, esperei ela fora com meus pais. Meus tios foram na frente, porque no carro deles só cabiam duas pessoas. Quando chegamos no restaurante, meus tios já tinham pedido uma mesa pra seis num canto. Sentei num canto com a parede nas costas e uma janela grande do meu lado, quase na hora Chloé sentou na minha frente.
— Oi de novo, Ángel, me empresta seu celular um segundinho?
— Claro, pega, pra quê?
— Queria te passar meu número pra gente conversar no WhatsApp. Toda vez que falo com você é ou no PC ou no celular dos seus pais, já tá na hora de você ter meu contato, né?
— Como quiser.
— Que estranho... com a sua idade, não imaginava que você usasse uma capinha tipo livro. Pega... sabia que nessa capinha dá pra guardar coisas? Tipo dinheiro e outras coisinhas — o resto do pessoal começou a sentar.
Olho dentro do meu celular e, quando abro, vejo uma camisinha cair entre minhas pernas. Me abaixo pra pegar e guardo no bolso, por sorte ninguém viu cair... Destravo o celular e vejo que tenho um WhatsApp não lido, é da Chloé, só um coração, mas ela mandou uma mensagem pra ela mesma do meu celular. Dizia: Te falei que a brincadeirinha ia te sair cara, você tem duas opções: colocar ela mais tarde quando eu mandar ou gozar. Além disso, mais tarde vou fazer algo pra você gozar na frente de todo mundo. Se não quiser uma mancha no sungão, no seu lugar eu já ia colocando quando estiver bem duro. E pelo seu bem, levanta a toalha da mesa o máximo que puder, ou nunca mais deixo você me foder.
Enquanto comíamos, uns conversavam, outros mostravam fotos, um pouco de cada... Depois de um tempo, meu celular vibra, olho e é um zap da Chloé dizendo: "Vamos ver quanto tempo você aguenta. Preparados, apontar, fogo! Só vou usar a esquerda porque na direita tá seu tio e ele perceberia." Ela tirou a sandália e começou a esfregar minha virilha por cima do sungão. Considerando que a Chloé não via nada debaixo da mesa e que eu tava de sunga, na minha opinião ela tava arrasando com um pé só. De novo, ela me mandou outra mensagem: "No seu lugar, eu já ia colocando... Se quiser que eu distraia eles, dá um gole agora." Fiz isso. A Chloé parou de me tocar, se levantou um pouco, colocou o celular no meio da mesa pra chamar atenção, mostrou umas fotos enquanto apontava algo pra todo mundo ver. Tempo mais que suficiente pra eu enfiar as mãos debaixo da mesa, baixar um pouco o sungão e, como pude, tentar colocar a camisinha que ela me deu. A Chloé sentou de novo e continuou, mas dessa vez eu tava com o sungão meio abaixado, o que facilitou um pouco as coisas. Depois de uns minutos, que pareceram uma eternidade... eu tava quase gozando e a Chloé percebeu. Ela pediu pro meu tio se ele podia levantar e ir no balcão pedir um refrigerante, o que ele fez. A Chloé chegou mais perto da mesa e comecei a sentir os dois pés dela abraçando meu pau de cima pra baixo. Apoiei no meu punho esquerdo, virei a cabeça pra direita, na direção da janela, e vendo que não tinha ninguém... decidi prender a respiração e gozar fazendo o menor barulho possível. A Chloé parou de me masturbar, contente por ter me dado uma lição, e mandou um último zap: "Imagina se agora, quando seu tio voltar, eu vou lá e peço pra gente tirar uma foto todo mundo junto? Você não ia conseguir esconder isso, haha. Pra próxima, Próxima, já sabe quem manda, né? E é melhor você apagar a conversa, pra não correr o risco de alguém ver por acidente.
Depois do que aconteceu no almoço, admito que a vontade de encher o saco da Chloé sumiu com medo das consequências, também tenho que admitir que o que ela fez facilitou minha ida pra praia, Chloé de biquíni, minha irmã Eva também e o resto das meninas que iam pegar sol, algumas de topless. Já na praia, não nos separamos, alguns tiveram que ir pros banheiros da praia se trocar, quem já tinha trocado em casa foi procurar um lugar, Chloé ficou o tempo todo do meu lado falando comigo, no começo besteiras sem importância, quando percebeu que ninguém tava ouvindo, resolveu começar a me provocar.
-Que pena, né? Ia adorar que você gozasse nos meus pés... e depois lamber tudo, nhac nhac.
-Sério? Você ainda quer me torturar?
-Haha, um pouco... posso riscar da lista que fiz sua primeira punheta com os pés? Já tão faltando poucas coisas, hehe.
-Bom... se quiser, pode riscar sexo debaixo d'água também, né?
-Não... não sou suicida, mas se quiser, a gente vai ficar na praia umas quatro horas, aquele doido na água com seu tio e seu pai umas duas horinhas, eu vou ficar um pouco também e depois saio pra pegar sol, quando você sair, fala que tá com muita dor de cabeça ou algo assim, com uma boa desculpa eu posso dizer que vou te levar pra casa e a gente vai ter a casa inteira só pra nós dois.
Como a Chloé disse, ela deu um banho rápido e saiu pra pegar um sol. Pouco depois eu saí também, mas como fiquei pouco tempo na água, decidi ficar com a Chloé deitado na toalha, assim seria mais crível dizer que tava com dor de cabeça. Tentei esperar passar, mas melhor era ir embora pra tomar algo e ficar no escuro. Falamos pra minha mãe que a gente ia embora, já que era a única que não tava se banhando naquele momento, e que o resto ficasse na praia até a hora combinada. Usamos o carro dos meus tios pra voltar, como eles têm um biposto, foi a única opção. Meu tio teria que voltar com meus pais, e isso garantia que eles ficariam juntos o tempo todo, perfeito pra controlar melhor. Fiquei olhando meu celular, e a Chloé perguntou o que eu tava fazendo... muito fácil... meu pai sempre deixa o GPS ligado, só precisei usar um aplicativo pra ver a posição dele em tempo real, e quando ele começasse a se mexer, um alerta ia tocar.
Entramos em casa, achei estranho ficar a sós com a Chloé, seria a primeira vez que não precisaríamos nos segurar tanto. Chloé falou pra eu ir na frente e colocar música. Uma coisa é não se conter por estar sozinhos, outra é fazer tanto barulho que os vizinhos escutam o que a gente tava fazendo. Com música alta, eles só reclamariam do som alto, não dos gemidos. Obedeci e esperei ela na minha cama.
— Gatitoooo, já vou. O que cê tá fazendo ainda vestido?
— Tava te esperando. E que história é essa de que você ia me chamar de "slutty" sempre? Na frente de quem quer que seja... e não te ouvi falar isso na frente dos outros.
— Falei pra te provocar e você não dormir. Olha como eu demoro pouco pra tirar tudo — ela passou as mãos por baixo das alças, levantou os dois braços seguidos de um "taran!!" e o vestido caiu aos pés dela.
Ela subiu na cama comigo e começou a arrancar minha roupa, continuou me beijando de língua como se não houvesse amanhã. Depois de um tempo, parou e disse: hoje vou conseguir riscar mais duas primeiras vezes da nossa lista. Uma vai ser fazer um 69, a outra é você arrombar minha bunda. Em seguida, ela se virou e plantou a bucetinha dela bem na minha testa. Eu levantei as mãos pra agarrar a bunda dela e empurrá-la mais pra baixo, comecei a chupar ela, e a Chloé fez o mesmo. Diferente da primeira mamada que ela me deu, agora ela começou a usar um pouco mais as mãos. "Com isso já dá", disse a Chloé enquanto se levantava e ia até a mochila dela. Ela tirou uma cartela de camisinhas, jogou elas em cima de mim, subiu na cama com um vidrinho que parecia ser algum tipo de protetor solar, talvez um óleo ou lubrificante. Ela ficou de quatro na frente da minha cara e começou a passar o conteúdo do vidrinho na mão, pra depois passar no cu dela enquanto me dizia: "Coloca uma e arromba minha bunda agora mesmo." Ok... coloquei uma e, de quebra, passei um pouco do que a Chloé tava usando no cu dela. Comecei esfregando a ponta e alternava enfiando o polegar. Quando vi que entrava fácil, comecei a meter, e ela dizia: "Sim... sim... devagar." Já com a ponta dentro, pensei... foda-se... (nunca foi tão apropriado) e de uma vez só enfiei inteira, seguido de um grito da Chloé: "Seu filho da puta, não de uma vez!" Ignorando ela, continuei na minha. Tirava o máximo que podia e enfiava de novo de uma vez. Agora a Chloé não se segurava mais, e os gemidos dela beiravam os gritos. Ela se jogou pra frente e levantou mais o quadril, enquanto com as mãos começou a se masturbar. Depois de um tempo, eu tava quase gozando, falei isso em voz alta, e a Chloé começou a se mexer pra eu parar. Ela se virou, arrancou a camisinha de uma vez, começou a chupar meu pau sem parar de se masturbar. Explodi na boca dela, o que a Chloé adorou. Eu queria ficar deitado sem fazer nada, mas quando tentei, a Chloé puxou, engoliu e disse que ainda não tinha terminado. Ela colocou uma toalha na cama e me posicionou bem em cima dela, ficou de joelhos sobre minha cabeça e desceu o quadril, colocando a bucetinha dela na minha boca. Colocou as duas mãos no meu cabelo e começou a se esfregar, dizendo pra eu ir rápido. que já tava perto do fim, continuei do jeito que ela queria e comecei a chupar a buceta dela, com gemidos sem parar. Como a Chloé disse, já tava quase lá, e daí ela gozou com um forte "Yaaaa", seguido de um jato na minha cara toda. Chloé se jogou de lado, toda acabada, me olhou e começou a secar meu rosto com a toalha. Quando terminou, fez o mesmo com a buceta dela e jogou a toalha no chão.
- Anda... olha só como te deixei, ha ha. Por sorte agora não fiz merda deixando tudo encharcado.
- É... he he. Agora que você falou, quando você gozou... praticamente não tinha gosto de nada... quase como água...
- Seu bobinho... o que esperava, gosto de morango?
- Bom... e agora, o que você tá pensando, Chloé? Não queria riscar umas coisinhas da sua lista?
- Sei lá... depois de ir pra praia, o normal não seria um banho relaxante, né? Juntos, claro.
- O que você quiser, Chloé.
- Uma coisinha: temos hoje e amanhã pra ver o que fazer. Seu tio quer ir embora amanhã à noite. De manhã quero ir fazer compras, com sua irmã e com você, se der. Mas de tarde, sei lá...
Descansamos um pouco, já que em teoria teríamos a tarde toda pra nós. Daí um tempo, levantei e comecei a preparar o banho. Não demorei muito, já que, sozinhos, pensávamos em sair pelados. Escolher roupa foi desnecessário, o mesmo pra esperar a banheira encher... A ideia era entrar e começar a passar a mão na Chloé e beijá-la. O problema é que o que se vê nos filmes e a realidade não são a mesma coisa... depois de um minuto tentando qualquer coisa, Chloé escorregou e, se não fosse pelo batente do box onde ela se segurou e eu também ter segurado ela... com certeza terminaria em desgraça. Ok... então, de pé tá descartado, teria que ser deitados. Começamos testando com Chloé por cima, cavalgando em mim, mas péssima ideia: pouco espaço de largura. Olhei pra Chloé e pra banheira, pensando como poderíamos nos posicionar. Aí pronto... Chloé deitada de barriga pra cima, colocando as pernas pra cima no meu peito, com os pés passando do lado da minha cabeça. Chloé perguntou se eu tinha certeza de que queria tomar a iniciativa ficando por cima, e isso me fez pensar. É verdade que nunca fiquei por cima, exceto ontem à noite, quando ela gozou, mas faltava pouco pra mim e por um breve tempo fiquei em cima da Chloé. O nível da água já tava um pouco alto, o suficiente pra Chloé ficar do pescoço pra embaixo, afundados, perfeito pra meter de uma vez, já que comecei esfregando a ponta do meu pau na buceta dela e, num pequeno tropeço, enfiei quase metade sem muita dificuldade. O problema de fazer isso no chuveiro ou na banheira é que tem mais dificuldades do que você imagina no começo, depois de muito tentativa e erro... a gente tava mais perto do cômico do que do prazeroso, mas quando você fica um tempinho já entende onde ou como se posicionar e tudo melhora. Continuei fodendo a Chloé sem parar, não sei se por estar meio afundados ou pelo que a gente tinha feito pouco antes, talvez os dois, mas eu tava com mais resistência do que o normal, de vez em quando tirava pra esfregar na bucetinha dela e meter de novo, enquanto a Chloé com uma mão se tocava nos peitos, com a outra acariciava e dava tapinhas na bucetinha já que eu não conseguia, precisava das mãos pra me apoiar, ela não se segurava nos gemidos, o que me preocupava um pouco pelo barulho, a gente colocou música bem alta no meu quarto, o banheiro é do lado, mas não sei se daria pra ouvir da rua... Um tempo depois, o grito seria meu ao gozar dentro da Chloé, fazendo força pra não cair, exausto pra caralho de cansaço em cima da Chloé. Pensei em deitar do lado dela como na cama... mas impossível, sem espaço nenhum, só pra uma pessoa... optei por ficar do outro lado com os joelhos dobrados e a Chloé toda esticada com as pernas abertas, daí a pouco vi como começava a escorrer algo da buceta da Chloé.
-Acho que tá começando a vazar...
-Sim... uma pena, assim você não vai conseguir me engravidar... ha ha ha é brincadeira...
-Não seria melhor limpar ou trocar a água?
-Não precisa, se te incomoda, tanto faz, depois a gente se limpa. E quero continuar me divertindo aqui ji ji.
-Mais? O que você quer fazer agora?
-Bom... no restaurante, você não viu como eu me masturbava com meus pezinhos...
A gente relaxou por um tempinho, ou pelo menos eu... Chloé começou a brincar, enfiando os dedinhos na buceta, ainda não sei se pra se limpar ou se masturbar, acho que Uma coisa não exclui a outra... Admito que tava adorando um puta espetáculo, a vista era tão gostosa que eu nem tava ligando pro que a Chloé tava me contando, o que me rendeu um chutezinho. Sem perceber, já tava pronto e querendo mais. Chloé percebeu e começou o joguinho dela, que era umas carícias pelo meu corpo todo com os pés dela, com destino final na minha virilha. Continuou me masturbando com os pés, dessa vez começou usando os dois pés. Como eu podia ver tudo, era muito melhor do que quando ela fez no restaurante escondido pela toalha. Ela seguiu por um tempão me masturbando com os pés, mas infelizmente não dá pra explicar muito mais. Mesmo sendo muito boa no que fazia... pouca explicação dá, porque foi bem mecânico e repetitivo.
— Por que você ainda não gozou? Não tá gostando?
— Cê tá louca? Claro que tô gostando, mas cê ligou que a gente andou fazendo muito "exercício" esses dias, né?
— Bom... então pode ir se apressando, seu telefone começou a tocar faz um minuto. Isso quer dizer que eles já tão vindo, né?
— Acho que sim... espera, vou ver. Sim... eles adiantaram, mas ainda tão longe. Acho que dá tempo de terminar. Posso tomar um banho rápido e você ficar, digo que entrou agora e queria relaxar um pouco.
— Ok, espero que sim. Quero ver você gozar debaixo d'água. Se não fizer, vai ter castigo, com certeza.
Chloé conseguiu o que queria. Começou a gritar umas paradas tipo: "você gozou só com meus pés, sou uma deusa" e outras coisas que nenhum de nós lembra ou quer lembrar. Claro que com a vista que eu tinha, dava pra dizer que ajudou pra caralho. Chloé se masturbando com uma mão e se esfregando toda com a outra, sem parar de gemer. Tirei o ralo pra água suja — e não só água — ir pro esgoto o mais rápido possível, enquanto comecei a me lavar de verdade. Enquanto isso, Chloé parece que não... Já tava satisfeita, ela continuava meio deitada se masturbando sem parar. Perguntei se não bastava tudo o que já tinha rolado hoje... a única resposta dela foi "quase". Mais tarde entendi aquele "quase" enquanto ensaboava meu cabelo com o chuveiro desligado. Um jatinho pequeno bateu na minha perna, seguido de uns barulhos estranhos que não consegui ouvir direito por causa do shampoo nos ouvidos, mas era óbvio que a Chloé tinha acabado de gozar... me enxaguei e terminei de tomar banho, agora com a Chloé completamente largada na banheira.
- Chloé... tem certeza que você não é viciada em sexo?
- Sei lá... nunca pensei nisso. Não é minha culpa... hoje todo mundo vai dormir cedo e não vou poder dormir com você... Jo.
- E isso? Não sabia que todo mundo queria acordar cedo.
- Pois é... amanhã é segunda e seu pai queria nos mostrar sei lá o quê... mas eu disse que não, que queria ir fazer compras com meus sobrinhos.
- Bom... vou me vestir, não queremos que eles voltem e vejam duas nudistas, né? Quer que eu traga alguma roupa?
- Sim, melhor... quero ficar um tempinho me banhando, quando eu sair eles já devem estar em casa. Se eu não tiver nada, podem desconfiar. Deixo na sua escolha, mas vou usar pouco tempo porque amanhã quero usar o que comprei.
Entrei no meu quarto e vesti a primeira coisa limpa que vi, depois parei na frente da bagunça que tava na minha cama. Pensei que se aquela noite a Chloé fosse dormir com meu tio, o mais lógico era que agora ela usasse roupa íntima. Fiquei um tempão decidindo o que escolher. Toda a roupa íntima dela combinava, sim... mas não era nada demais. Calcinhas meio pequenas, sim... mas sem nada de especial, e os sutiãs também bem normais, sem enchimento nem nada... ok, imagino que se você vai passar férias na casa de um parente, não vai levar lingerie do tipo que deixa todos os caras que você vê de pau duro...
- Bom, aqui está a roupa. Escolhi esse conjunto azul, uma camisa básica e uma saia. Tudo certo?
- Sério? "Esse"? Você tem vergonha de falar sutiã ou calcinha? Que fofo... Assim que você arrumar uma namorada, ela vai te comer vivo, ha ha.
— Não é isso... mas... calcinha? É verdade que você não usa tanga, mas não tem muita diferença, né? Bom, vou esperar na sala.
— Espera... e vai embora assim, sem mais? Tô te falando que vamos ficar sem poder fazer nada o resto do dia... e você vai sem me dar nem um beijinho?
— Ok...
Cheguei perto da banheira, me abaixei pra dar um beijinho, mas a Chloé me deu um baita beijo de língua, e ainda pegou minha mão pra enfiar meus dedos na bucetinha dela. Parou de me beijar e disse pra eu gravar bem aquela sensação pra amanhã. Tirei a mão e fui embora.
Liguei a TV só de fundo e me deitei de barriga pra cima pra organizar os pensamentos. Que dois dias do caralho eu tava vivendo. Pelo menos naquela noite eu ia dormir tranquilo, ia compensar o sono da noite anterior que não consegui pregar. Mas com certeza a Chloé ia dar um jeito de aprontar alguma amanhã. Depois de um tempo, a porta abriu, o que me acordou, porque se continuasse assim eu ia apagar de vez. Falei que a Chloé ainda tava no banho, que queria um banho longo e relaxante. Minha irmã Eva pediu pra ir primeiro, subiu mesmo eu falando que ia demorar... não ligou... disse que tinha algo pra fazer no quarto enquanto a Chloé terminava. Minha mãe começou a fazer o jantar, a Chloé desceu e ajudou, e o resto foi se revezando no banho. Minha irmã não desceu... deu um grito quando terminou e só desceu na hora do jantar. A Chloé já tava feliz e não me encheu o saco nem tentou me estuprar no resto do dia. Depois de jantar, fui direto pro meu quarto, com a intenção de ler um pouco e dormir, mas acho que não li quase nada e capotei de sono em nada de tempo.
Parte 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/3975660/4-Mi-tia-francesa-Chloe-IV.html
Valeu a todos e espero poder continuar com tudo isso. Espero que tenham curtido.

Gooo!
Na noite anterior, tanta coisa rolou que eu ia ter que acordar cedo num dia que normalmente não faria isso. Bateu oito da manhã e o despertador do meu celular começou a tocar "Running do Dimitri Vangelis" — uma versão que eu cortei e começava no minuto 2:13. Qual a relevância do nome da música? Nenhuma, claro. O problema é que o celular tava debaixo do meu travesseiro, com o alto-falante virado a centímetros da minha orelha e o volume no máximo, e mesmo assim não me acordou... e não era por ser uma música relaxante. Naquela noite, acho que dormi umas quatro horas no máximo, mas duvido que tenha chegado nisso... o que realmente me acordou foi minha tia Chloé. Ela resolveu dormir do meu lado naquela noite.
- Aaaa!! Mas que porra é essa? - "Piiiiiiiiiiii" Acordei de barriga pra cima e, por instinto, me joguei pra frente, sentando na cama. Coloquei a mão na orelha esquerda, que tava zunindo.
- Quieto, vadio, que o pessoal ainda tá dormindo.
- O que você fez comigo? - Desliguei o alarme, olhei pra esquerda, onde a Chloé tava se segurando pra não dar risada.
- Nada... sou inocente. Como o alarme não te acordou... resolvi tampar seu nariz, mas também não funcionou... aí pensei: já que é, um beijo na orelha, será que funciona? E olha, funcionou.
- E não dava pra me acordar que nem uma pessoa normal? Tinha que fazer que nem uma maluca, claro...
- Cuidado que o vadio tá me enchendo de flor, fuuu fuuu, ha ha. Não tinha algo pra fazer? Foi por isso que você colocou o alarme, né?
- Sim, sim. No mínimo tenho que jogar os lençóis com a roupa suja e ligar a máquina de lavar. Depois disso, podem acordar ou fazer o que quiserem.
- Já que vai descer, pega uma mala pequena e vermelha, tem minha roupa... sobe pra mim, vai.
Vesti um shorts de ficar em casa, juntei toda a roupa do chão e os lençóis sujos, abri a porta sem fazer barulho, espiei pra garantir que todo mundo ainda tava dormindo. Vendo todas as portas fechadas, resolvi sair fazendo o O menor barulho possível, coloquei a máquina de lavar e subi de novo pra entregar a mala dela e, com sorte, dormir mais umas horinhas. Quando entro, vejo a Chloé encostada na escrivaninha escrevendo um bilhete.
—Pega a mala que você queria. O que tá escrevendo?
—Nada, só um bilhetinho explicando que, se acordarem e a gente não estiver... fomos comprar o café da manhã.
—A gente? Fomos? Eu tava pensando em dormir mais um pouco, dormi muito pouco.
—Não, você vai comigo, decidido, he he. Mas na sua idade, dormir pouco não faz diferença, vocês nem percebem — Ela abriu a mala em cima da cama, virou ela de ponta-cabeça e, sacudindo, jogou tudo em cima.
—Muito organizada... sim, senhora... — Ela me deu um tapinha leve com as costas da mão no meu cotovelo.
—É senhorita, seu bicho... e agora me ajuda a decidir o que vestir. Calça? Não... não tô a fim.
—Tanto faz, né? Tudo vai ficar bem em você.
—Ok? Então... você acha que só esse vestido tá bom? Assim não preciso pensar em blusa nem nada mais, né? — Ela segurava um vestido branco de verão com uma faixa azul horizontal que fazia de cinto, nem muito curto nem muito comprido.
—Sim, perfeito. Eu vou vestir o primeiro que eu ver, sem me preocupar com estética.
—Que pouco gosto pra moda você tem. Pega, pega no ar! — Ela jogou a blusa dela, que bateu na minha cara. Com a mão parada no ar, ela decidiu me usar como cabide, colocou a calcinha dela num dos meus dedos e caiu na risada.
—A roupa íntima é opcional pra comprar o café da manhã?
—Assim fico mais fresquinha, e com essas sandálias mais ainda... aliás, sabe o que é bom de não usar nada com esse vestido? Que você pode me foder contra a parede onde quiser na hora, ha ha ha.
—É, tá bom. Vamos logo?
—Me dá um segundinho que tenho que fazer uma coisa antes... — Ela foi na frente do sofá, começou a sacudi-lo, levantava as pernas e deixava cair, fazendo um barulhão.
—Você é louca? O que tá fazendo? — Ela parou e chegou perto de mim, sussurrando.
—A gente devia dormir separados, né? Se entrarem e virem o sofá arrumado, ninguém vai Acredite, mas com esse barulho alguém acordou com certeza e vai perguntar: o que a gente tava fazendo? Fácil... recolher o sofá pra não atrapalhar. Pega o bilhete, cola onde possam ver, eu vou na frente.
– Ok – fechei a persiana da janela e deixei tudo aberto pra arejar o quarto, fechei a porta ao sair e colei o bilhete na porta.
Desci pra cozinha, encontrei a Chloé na frente do espelho do banheiro se arrumando um pouco. Preparei um suco de laranja, perguntei se ela queria algo, ela negou e continuou na dela, dizendo pra eu ir na frente, pegar um pouco de ar, que ela não demorava. Já lá fora, deitado de barriga pra cima no capô do carro da Chloé, parei pra pensar no que a gente ia fazer durante o dia. Já tinha falado sobre isso, mas não prestei atenção nenhuma. Depois de alguns minutos, ouço a porta abrir e a Chloé sai. Ela para na minha frente, se espreguiça um pouco e começa a balançar e levantar a saia, dando pra ver perfeitamente que não tinha nada por baixo. Olhei pros lados pra ver se alguém viu o que ela fez, mas felizmente não tinha ninguém.
– Você não liga pra nada, é? E se alguém te visse fazendo isso?
– Eu tava certa... bem mais fresquinha, ha ha!! E daí se me virem? Ninguém me conhece e não pretendo fazer amizade com ninguém... podia muito bem pegar na sua mão e fazer você me masturbar... ia me importar do mesmo jeito, ha ha ha. Vai, entra no carro. Quer dirigir?
– Nem fodendo, não sei dirigir, nem posso. Bom... onde você quer ir?
– Quero churros, e não só o seu churro, quero aqueles que se molham no chocolate... claro que, pensando bem, também posso molhar o seu churro no chocolate, né? Ji ji.
Conhecendo o novo comportamento da Chloé, nem louco eu a levaria a uma churraria que eu frequento normalmente e onde me conhecem. Dei instruções de por onde ir, sabia onde tinha outra que eu nunca ia, um pouco longe, mas melhor prevenir do que remediar.
– Então, Chloé... qual é o plano pra hoje?
– Bom, por enquanto, comprar O café da manhã... depois um restaurante pra almoçar e à tarde a gente falou de ir pra praia, por quê?
—Nada, só queria saber o que a gente ia fazer, só isso.
—Que fofo... já tá procurando um tempinho durante o dia pra foder, né? Pois acho difícil.
—Imagino que vai ser difícil... a praia vai estar lotada, isso descarta na areia e dentro d'água, pode ser que não dê pra ver o que a gente faz aos olhos de estranhos... mas se o cara ou meus pais nos vissem muito juntinhos dentro d'água... a gente tava ferrado.
—Bom, no pior dos casos sempre sobra a noite, se a gente fizer com cuidado e sem barulho não teria problema, desde que não nos pegassem ontem à noite, ha ha.
—Cuidado? Mais do que a gente teve?
—Tô falando de não gastar um jogo de lençol por noite, ter mais cuidado tipo colocar uma toalha ou sei lá, algo que não levante suspeitas.
Chegamos na churrascaria, como não achamos vaga pra estacionar, tudo ocupado, tivemos que ir duas ruas pra lá e fazer uma caminhada curta. Desci do carro, esperei a Chloé sair e fechar o carro, ela cruzou a bolsa no ombro e estendeu a mão pra mim com a palma aberta enquanto me olhava.
—O que você quer?
—Ué, me dar a mão, bobinho, por segurança, claro... Ao segurarmos as mãos, deixo a bolsa entre eu e você, pra ninguém dar um puxão e roubar, ji ji — Vendo que eu nem me mexia, ela pegou minha mão e com a outra colocou no meu cotovelo.
—Segurança, né? Primeiro, nunca ouvi falar de roubarem bolsa por aqui, segundo, menos ainda ouvi que colocar no meio impede o roubo, por último, se o que você queria era parecer um casal, fala logo.
—Oki, então já pode ser convincente, ou vou sair falando que você é meu sobrinho menor de idade e que adora me estuprar, só que eu deixo.
Viramos uma esquina e lá estava a churrascaria, também funcionava como cafeteria, então tinha umas mesas na calçada, todas lotadas, infelizmente numa delas estava uma colega da minha mesma sala. Entramos e, felizmente, ela nem me olhou. Não tinha muita gente, o que permitiu a gente pedir rápido. O problema é que a atendente adorava bater papo com os clientes enquanto o marido (imagino) fazia tudo. A mulher primeiro achou que éramos irmãos, mas a Chloé corrigiu, dizendo que éramos um casal, que mesmo eu parecendo um adolescente, tinha pouco mais de 20 anos (falso...) e ela pouco mais de 25 (mais falso ainda) e que estávamos na região de férias. Chloé pagou e eu comentei pra ela não fazer nada estranho; lá fora estava uma colega de classe e eu não queria falar com ela. Ela topou na boa, com a condição de que, ao sair, minha mão teria que estar na bunda dela e eu não poderia tirar até chegar no carro. E se alguém me chamasse, era só ignorar tudo e, alguns segundos depois, beijá-la. Se depois me perguntassem na aula, eu diria que não ouvi e não negaria, já que ela me reconheceria perfeitamente. Tudo ocorreu como planejado. Mais tarde, no carro, pensei: "que se dane... se no fim das contas não me interesso muito pelas minas da minha turma, quase melhor assim."
- Chloé, uma pergunta. O que aconteceria se a polícia te parasse enquanto o acompanhante distrai o motorista?
- Depende da distração. Pode falar comigo, mas não colocar o telefone na minha cara.
- Sei lá... sexo? Sexo oral? Ou... se eu começasse a te masturbar... com a viatura da polícia bem atrás da gente?
- Nem pense nisso.
Puxei a saia dela, deixando tudo à mostra, comecei a meter um dedo nela enquanto mandava ela olhar pra frente, respeitar a velocidade e não se distrair. Depois de alguns quilômetros, paramos num semáforo e os policiais ficaram do nosso lado esquerdo. Sorte pra Chloé que eles não olharam pra gente; tenho certeza de que o carona poderia ter visto o que eu tava fazendo. Sinal verde, Chloé deixou a viatura passar na frente pra se distanciar, o que adiantou pouco, já que ela morava perto da delegacia e aquele carro patrulha parecia estar indo pra lá. Já em casa, parei e comentei: "Foi uma... Pena que você não gozou, Chloé sorriu e disse que essa brincadeirinha ia me sair cara.
Quando entrei em casa, vi que meu tio estava no jardim com meu pai, todo mundo já estava acordado, provavelmente por causa do barulho do sofá. Meus pais deviam ter acordado e acordado o resto. Falei que a gente tinha trazido o café da manhã, pediram pra eu pegar uma mesa dobrável e a gente tomar café no jardim. Ninguém perguntou nada sobre a noite anterior, nem sobre o barulho, nem sobre a máquina de lavar, perfeito. O resto da manhã foi bem tranquila, Chloé desceu o Wii do meu quarto pra colocar na TV da sala e a gente ficou jogando eu, minha irmã e ela. Alguns de nós colocaram sunga, porque íamos pra praia depois do restaurante. Minha irmã Eva foi a última a se trocar, esperei ela fora com meus pais. Meus tios foram na frente, porque no carro deles só cabiam duas pessoas. Quando chegamos no restaurante, meus tios já tinham pedido uma mesa pra seis num canto. Sentei num canto com a parede nas costas e uma janela grande do meu lado, quase na hora Chloé sentou na minha frente.
— Oi de novo, Ángel, me empresta seu celular um segundinho?
— Claro, pega, pra quê?
— Queria te passar meu número pra gente conversar no WhatsApp. Toda vez que falo com você é ou no PC ou no celular dos seus pais, já tá na hora de você ter meu contato, né?
— Como quiser.
— Que estranho... com a sua idade, não imaginava que você usasse uma capinha tipo livro. Pega... sabia que nessa capinha dá pra guardar coisas? Tipo dinheiro e outras coisinhas — o resto do pessoal começou a sentar.
Olho dentro do meu celular e, quando abro, vejo uma camisinha cair entre minhas pernas. Me abaixo pra pegar e guardo no bolso, por sorte ninguém viu cair... Destravo o celular e vejo que tenho um WhatsApp não lido, é da Chloé, só um coração, mas ela mandou uma mensagem pra ela mesma do meu celular. Dizia: Te falei que a brincadeirinha ia te sair cara, você tem duas opções: colocar ela mais tarde quando eu mandar ou gozar. Além disso, mais tarde vou fazer algo pra você gozar na frente de todo mundo. Se não quiser uma mancha no sungão, no seu lugar eu já ia colocando quando estiver bem duro. E pelo seu bem, levanta a toalha da mesa o máximo que puder, ou nunca mais deixo você me foder.
Enquanto comíamos, uns conversavam, outros mostravam fotos, um pouco de cada... Depois de um tempo, meu celular vibra, olho e é um zap da Chloé dizendo: "Vamos ver quanto tempo você aguenta. Preparados, apontar, fogo! Só vou usar a esquerda porque na direita tá seu tio e ele perceberia." Ela tirou a sandália e começou a esfregar minha virilha por cima do sungão. Considerando que a Chloé não via nada debaixo da mesa e que eu tava de sunga, na minha opinião ela tava arrasando com um pé só. De novo, ela me mandou outra mensagem: "No seu lugar, eu já ia colocando... Se quiser que eu distraia eles, dá um gole agora." Fiz isso. A Chloé parou de me tocar, se levantou um pouco, colocou o celular no meio da mesa pra chamar atenção, mostrou umas fotos enquanto apontava algo pra todo mundo ver. Tempo mais que suficiente pra eu enfiar as mãos debaixo da mesa, baixar um pouco o sungão e, como pude, tentar colocar a camisinha que ela me deu. A Chloé sentou de novo e continuou, mas dessa vez eu tava com o sungão meio abaixado, o que facilitou um pouco as coisas. Depois de uns minutos, que pareceram uma eternidade... eu tava quase gozando e a Chloé percebeu. Ela pediu pro meu tio se ele podia levantar e ir no balcão pedir um refrigerante, o que ele fez. A Chloé chegou mais perto da mesa e comecei a sentir os dois pés dela abraçando meu pau de cima pra baixo. Apoiei no meu punho esquerdo, virei a cabeça pra direita, na direção da janela, e vendo que não tinha ninguém... decidi prender a respiração e gozar fazendo o menor barulho possível. A Chloé parou de me masturbar, contente por ter me dado uma lição, e mandou um último zap: "Imagina se agora, quando seu tio voltar, eu vou lá e peço pra gente tirar uma foto todo mundo junto? Você não ia conseguir esconder isso, haha. Pra próxima, Próxima, já sabe quem manda, né? E é melhor você apagar a conversa, pra não correr o risco de alguém ver por acidente.
Depois do que aconteceu no almoço, admito que a vontade de encher o saco da Chloé sumiu com medo das consequências, também tenho que admitir que o que ela fez facilitou minha ida pra praia, Chloé de biquíni, minha irmã Eva também e o resto das meninas que iam pegar sol, algumas de topless. Já na praia, não nos separamos, alguns tiveram que ir pros banheiros da praia se trocar, quem já tinha trocado em casa foi procurar um lugar, Chloé ficou o tempo todo do meu lado falando comigo, no começo besteiras sem importância, quando percebeu que ninguém tava ouvindo, resolveu começar a me provocar.-Que pena, né? Ia adorar que você gozasse nos meus pés... e depois lamber tudo, nhac nhac.
-Sério? Você ainda quer me torturar?
-Haha, um pouco... posso riscar da lista que fiz sua primeira punheta com os pés? Já tão faltando poucas coisas, hehe.
-Bom... se quiser, pode riscar sexo debaixo d'água também, né?
-Não... não sou suicida, mas se quiser, a gente vai ficar na praia umas quatro horas, aquele doido na água com seu tio e seu pai umas duas horinhas, eu vou ficar um pouco também e depois saio pra pegar sol, quando você sair, fala que tá com muita dor de cabeça ou algo assim, com uma boa desculpa eu posso dizer que vou te levar pra casa e a gente vai ter a casa inteira só pra nós dois.
Como a Chloé disse, ela deu um banho rápido e saiu pra pegar um sol. Pouco depois eu saí também, mas como fiquei pouco tempo na água, decidi ficar com a Chloé deitado na toalha, assim seria mais crível dizer que tava com dor de cabeça. Tentei esperar passar, mas melhor era ir embora pra tomar algo e ficar no escuro. Falamos pra minha mãe que a gente ia embora, já que era a única que não tava se banhando naquele momento, e que o resto ficasse na praia até a hora combinada. Usamos o carro dos meus tios pra voltar, como eles têm um biposto, foi a única opção. Meu tio teria que voltar com meus pais, e isso garantia que eles ficariam juntos o tempo todo, perfeito pra controlar melhor. Fiquei olhando meu celular, e a Chloé perguntou o que eu tava fazendo... muito fácil... meu pai sempre deixa o GPS ligado, só precisei usar um aplicativo pra ver a posição dele em tempo real, e quando ele começasse a se mexer, um alerta ia tocar.Entramos em casa, achei estranho ficar a sós com a Chloé, seria a primeira vez que não precisaríamos nos segurar tanto. Chloé falou pra eu ir na frente e colocar música. Uma coisa é não se conter por estar sozinhos, outra é fazer tanto barulho que os vizinhos escutam o que a gente tava fazendo. Com música alta, eles só reclamariam do som alto, não dos gemidos. Obedeci e esperei ela na minha cama.
— Gatitoooo, já vou. O que cê tá fazendo ainda vestido?
— Tava te esperando. E que história é essa de que você ia me chamar de "slutty" sempre? Na frente de quem quer que seja... e não te ouvi falar isso na frente dos outros.
— Falei pra te provocar e você não dormir. Olha como eu demoro pouco pra tirar tudo — ela passou as mãos por baixo das alças, levantou os dois braços seguidos de um "taran!!" e o vestido caiu aos pés dela.
Ela subiu na cama comigo e começou a arrancar minha roupa, continuou me beijando de língua como se não houvesse amanhã. Depois de um tempo, parou e disse: hoje vou conseguir riscar mais duas primeiras vezes da nossa lista. Uma vai ser fazer um 69, a outra é você arrombar minha bunda. Em seguida, ela se virou e plantou a bucetinha dela bem na minha testa. Eu levantei as mãos pra agarrar a bunda dela e empurrá-la mais pra baixo, comecei a chupar ela, e a Chloé fez o mesmo. Diferente da primeira mamada que ela me deu, agora ela começou a usar um pouco mais as mãos. "Com isso já dá", disse a Chloé enquanto se levantava e ia até a mochila dela. Ela tirou uma cartela de camisinhas, jogou elas em cima de mim, subiu na cama com um vidrinho que parecia ser algum tipo de protetor solar, talvez um óleo ou lubrificante. Ela ficou de quatro na frente da minha cara e começou a passar o conteúdo do vidrinho na mão, pra depois passar no cu dela enquanto me dizia: "Coloca uma e arromba minha bunda agora mesmo." Ok... coloquei uma e, de quebra, passei um pouco do que a Chloé tava usando no cu dela. Comecei esfregando a ponta e alternava enfiando o polegar. Quando vi que entrava fácil, comecei a meter, e ela dizia: "Sim... sim... devagar." Já com a ponta dentro, pensei... foda-se... (nunca foi tão apropriado) e de uma vez só enfiei inteira, seguido de um grito da Chloé: "Seu filho da puta, não de uma vez!" Ignorando ela, continuei na minha. Tirava o máximo que podia e enfiava de novo de uma vez. Agora a Chloé não se segurava mais, e os gemidos dela beiravam os gritos. Ela se jogou pra frente e levantou mais o quadril, enquanto com as mãos começou a se masturbar. Depois de um tempo, eu tava quase gozando, falei isso em voz alta, e a Chloé começou a se mexer pra eu parar. Ela se virou, arrancou a camisinha de uma vez, começou a chupar meu pau sem parar de se masturbar. Explodi na boca dela, o que a Chloé adorou. Eu queria ficar deitado sem fazer nada, mas quando tentei, a Chloé puxou, engoliu e disse que ainda não tinha terminado. Ela colocou uma toalha na cama e me posicionou bem em cima dela, ficou de joelhos sobre minha cabeça e desceu o quadril, colocando a bucetinha dela na minha boca. Colocou as duas mãos no meu cabelo e começou a se esfregar, dizendo pra eu ir rápido. que já tava perto do fim, continuei do jeito que ela queria e comecei a chupar a buceta dela, com gemidos sem parar. Como a Chloé disse, já tava quase lá, e daí ela gozou com um forte "Yaaaa", seguido de um jato na minha cara toda. Chloé se jogou de lado, toda acabada, me olhou e começou a secar meu rosto com a toalha. Quando terminou, fez o mesmo com a buceta dela e jogou a toalha no chão.
- Anda... olha só como te deixei, ha ha. Por sorte agora não fiz merda deixando tudo encharcado.- É... he he. Agora que você falou, quando você gozou... praticamente não tinha gosto de nada... quase como água...
- Seu bobinho... o que esperava, gosto de morango?
- Bom... e agora, o que você tá pensando, Chloé? Não queria riscar umas coisinhas da sua lista?
- Sei lá... depois de ir pra praia, o normal não seria um banho relaxante, né? Juntos, claro.
- O que você quiser, Chloé.
- Uma coisinha: temos hoje e amanhã pra ver o que fazer. Seu tio quer ir embora amanhã à noite. De manhã quero ir fazer compras, com sua irmã e com você, se der. Mas de tarde, sei lá...
Descansamos um pouco, já que em teoria teríamos a tarde toda pra nós. Daí um tempo, levantei e comecei a preparar o banho. Não demorei muito, já que, sozinhos, pensávamos em sair pelados. Escolher roupa foi desnecessário, o mesmo pra esperar a banheira encher... A ideia era entrar e começar a passar a mão na Chloé e beijá-la. O problema é que o que se vê nos filmes e a realidade não são a mesma coisa... depois de um minuto tentando qualquer coisa, Chloé escorregou e, se não fosse pelo batente do box onde ela se segurou e eu também ter segurado ela... com certeza terminaria em desgraça. Ok... então, de pé tá descartado, teria que ser deitados. Começamos testando com Chloé por cima, cavalgando em mim, mas péssima ideia: pouco espaço de largura. Olhei pra Chloé e pra banheira, pensando como poderíamos nos posicionar. Aí pronto... Chloé deitada de barriga pra cima, colocando as pernas pra cima no meu peito, com os pés passando do lado da minha cabeça. Chloé perguntou se eu tinha certeza de que queria tomar a iniciativa ficando por cima, e isso me fez pensar. É verdade que nunca fiquei por cima, exceto ontem à noite, quando ela gozou, mas faltava pouco pra mim e por um breve tempo fiquei em cima da Chloé. O nível da água já tava um pouco alto, o suficiente pra Chloé ficar do pescoço pra embaixo, afundados, perfeito pra meter de uma vez, já que comecei esfregando a ponta do meu pau na buceta dela e, num pequeno tropeço, enfiei quase metade sem muita dificuldade. O problema de fazer isso no chuveiro ou na banheira é que tem mais dificuldades do que você imagina no começo, depois de muito tentativa e erro... a gente tava mais perto do cômico do que do prazeroso, mas quando você fica um tempinho já entende onde ou como se posicionar e tudo melhora. Continuei fodendo a Chloé sem parar, não sei se por estar meio afundados ou pelo que a gente tinha feito pouco antes, talvez os dois, mas eu tava com mais resistência do que o normal, de vez em quando tirava pra esfregar na bucetinha dela e meter de novo, enquanto a Chloé com uma mão se tocava nos peitos, com a outra acariciava e dava tapinhas na bucetinha já que eu não conseguia, precisava das mãos pra me apoiar, ela não se segurava nos gemidos, o que me preocupava um pouco pelo barulho, a gente colocou música bem alta no meu quarto, o banheiro é do lado, mas não sei se daria pra ouvir da rua... Um tempo depois, o grito seria meu ao gozar dentro da Chloé, fazendo força pra não cair, exausto pra caralho de cansaço em cima da Chloé. Pensei em deitar do lado dela como na cama... mas impossível, sem espaço nenhum, só pra uma pessoa... optei por ficar do outro lado com os joelhos dobrados e a Chloé toda esticada com as pernas abertas, daí a pouco vi como começava a escorrer algo da buceta da Chloé.
-Acho que tá começando a vazar...
-Sim... uma pena, assim você não vai conseguir me engravidar... ha ha ha é brincadeira...
-Não seria melhor limpar ou trocar a água?
-Não precisa, se te incomoda, tanto faz, depois a gente se limpa. E quero continuar me divertindo aqui ji ji.
-Mais? O que você quer fazer agora?
-Bom... no restaurante, você não viu como eu me masturbava com meus pezinhos...
A gente relaxou por um tempinho, ou pelo menos eu... Chloé começou a brincar, enfiando os dedinhos na buceta, ainda não sei se pra se limpar ou se masturbar, acho que Uma coisa não exclui a outra... Admito que tava adorando um puta espetáculo, a vista era tão gostosa que eu nem tava ligando pro que a Chloé tava me contando, o que me rendeu um chutezinho. Sem perceber, já tava pronto e querendo mais. Chloé percebeu e começou o joguinho dela, que era umas carícias pelo meu corpo todo com os pés dela, com destino final na minha virilha. Continuou me masturbando com os pés, dessa vez começou usando os dois pés. Como eu podia ver tudo, era muito melhor do que quando ela fez no restaurante escondido pela toalha. Ela seguiu por um tempão me masturbando com os pés, mas infelizmente não dá pra explicar muito mais. Mesmo sendo muito boa no que fazia... pouca explicação dá, porque foi bem mecânico e repetitivo.
— Por que você ainda não gozou? Não tá gostando?
— Cê tá louca? Claro que tô gostando, mas cê ligou que a gente andou fazendo muito "exercício" esses dias, né?
— Bom... então pode ir se apressando, seu telefone começou a tocar faz um minuto. Isso quer dizer que eles já tão vindo, né?
— Acho que sim... espera, vou ver. Sim... eles adiantaram, mas ainda tão longe. Acho que dá tempo de terminar. Posso tomar um banho rápido e você ficar, digo que entrou agora e queria relaxar um pouco.
— Ok, espero que sim. Quero ver você gozar debaixo d'água. Se não fizer, vai ter castigo, com certeza.
Chloé conseguiu o que queria. Começou a gritar umas paradas tipo: "você gozou só com meus pés, sou uma deusa" e outras coisas que nenhum de nós lembra ou quer lembrar. Claro que com a vista que eu tinha, dava pra dizer que ajudou pra caralho. Chloé se masturbando com uma mão e se esfregando toda com a outra, sem parar de gemer. Tirei o ralo pra água suja — e não só água — ir pro esgoto o mais rápido possível, enquanto comecei a me lavar de verdade. Enquanto isso, Chloé parece que não... Já tava satisfeita, ela continuava meio deitada se masturbando sem parar. Perguntei se não bastava tudo o que já tinha rolado hoje... a única resposta dela foi "quase". Mais tarde entendi aquele "quase" enquanto ensaboava meu cabelo com o chuveiro desligado. Um jatinho pequeno bateu na minha perna, seguido de uns barulhos estranhos que não consegui ouvir direito por causa do shampoo nos ouvidos, mas era óbvio que a Chloé tinha acabado de gozar... me enxaguei e terminei de tomar banho, agora com a Chloé completamente largada na banheira.
- Chloé... tem certeza que você não é viciada em sexo?
- Sei lá... nunca pensei nisso. Não é minha culpa... hoje todo mundo vai dormir cedo e não vou poder dormir com você... Jo.
- E isso? Não sabia que todo mundo queria acordar cedo.
- Pois é... amanhã é segunda e seu pai queria nos mostrar sei lá o quê... mas eu disse que não, que queria ir fazer compras com meus sobrinhos.
- Bom... vou me vestir, não queremos que eles voltem e vejam duas nudistas, né? Quer que eu traga alguma roupa?
- Sim, melhor... quero ficar um tempinho me banhando, quando eu sair eles já devem estar em casa. Se eu não tiver nada, podem desconfiar. Deixo na sua escolha, mas vou usar pouco tempo porque amanhã quero usar o que comprei.
Entrei no meu quarto e vesti a primeira coisa limpa que vi, depois parei na frente da bagunça que tava na minha cama. Pensei que se aquela noite a Chloé fosse dormir com meu tio, o mais lógico era que agora ela usasse roupa íntima. Fiquei um tempão decidindo o que escolher. Toda a roupa íntima dela combinava, sim... mas não era nada demais. Calcinhas meio pequenas, sim... mas sem nada de especial, e os sutiãs também bem normais, sem enchimento nem nada... ok, imagino que se você vai passar férias na casa de um parente, não vai levar lingerie do tipo que deixa todos os caras que você vê de pau duro...
- Bom, aqui está a roupa. Escolhi esse conjunto azul, uma camisa básica e uma saia. Tudo certo?
- Sério? "Esse"? Você tem vergonha de falar sutiã ou calcinha? Que fofo... Assim que você arrumar uma namorada, ela vai te comer vivo, ha ha.
— Não é isso... mas... calcinha? É verdade que você não usa tanga, mas não tem muita diferença, né? Bom, vou esperar na sala.
— Espera... e vai embora assim, sem mais? Tô te falando que vamos ficar sem poder fazer nada o resto do dia... e você vai sem me dar nem um beijinho?
— Ok...
Cheguei perto da banheira, me abaixei pra dar um beijinho, mas a Chloé me deu um baita beijo de língua, e ainda pegou minha mão pra enfiar meus dedos na bucetinha dela. Parou de me beijar e disse pra eu gravar bem aquela sensação pra amanhã. Tirei a mão e fui embora.
Liguei a TV só de fundo e me deitei de barriga pra cima pra organizar os pensamentos. Que dois dias do caralho eu tava vivendo. Pelo menos naquela noite eu ia dormir tranquilo, ia compensar o sono da noite anterior que não consegui pregar. Mas com certeza a Chloé ia dar um jeito de aprontar alguma amanhã. Depois de um tempo, a porta abriu, o que me acordou, porque se continuasse assim eu ia apagar de vez. Falei que a Chloé ainda tava no banho, que queria um banho longo e relaxante. Minha irmã Eva pediu pra ir primeiro, subiu mesmo eu falando que ia demorar... não ligou... disse que tinha algo pra fazer no quarto enquanto a Chloé terminava. Minha mãe começou a fazer o jantar, a Chloé desceu e ajudou, e o resto foi se revezando no banho. Minha irmã não desceu... deu um grito quando terminou e só desceu na hora do jantar. A Chloé já tava feliz e não me encheu o saco nem tentou me estuprar no resto do dia. Depois de jantar, fui direto pro meu quarto, com a intenção de ler um pouco e dormir, mas acho que não li quase nada e capotei de sono em nada de tempo.

Parte 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/3975660/4-Mi-tia-francesa-Chloe-IV.html
Valeu a todos e espero poder continuar com tudo isso. Espero que tenham curtido.
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