Minha esposa e as tias, putaria de ano novo

Essa é a continuação da putaria que rolou na minha casa no Natal.
Pra quem não leu o relato, deixo o link aqui.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3915658/Mi-esposa-y-las-tias-putitas-navidenas.htmlPara quem leu o relato anterior já sabe que minha esposa "se esbaldou" com os primos dela, e eu com as tias da minha esposa. Ela, óbvio, não me viu, mas começou a desconfiar de algo.
Como contei, no Natal estávamos todos muito bêbados, e os primos da Mica, com a desculpa de ajudá-la, levaram ela pro nosso quarto e meteram um puta sexo nela (coisa que pude ver escondido por uns minutos) e ainda dormiram todos pelados na nossa cama de casal, e eu acabei me esbaldando com as duas tias da minha esposa, com quem ainda dormi na mesma cama até o dia seguinte.

A tia mais nova da minha esposa, que não era a mãe dos "primos" que comeram ela, tinha conversado na manhã seguinte depois da confusão e não sei bem o que disse, mas convenceu ela de que ninguém sabia de nada sobre os primos terem ficado com ela.
Naquela tarde, minha esposa estava super complacente comigo, como quem fez merda e quer purgar a culpa. Além disso, estava muito atenta e "cismada" com o celular dela, que tocava toda hora e que, segundo ela, eram "felicitações" de Natal de amigas. Como não sou um cara ciumento, óbvio, não dei importância, embora pela cara da minha esposa fossem os primos, ou algum outro "macho" que eu não conhecia.

Chegada a noite, e já com um pouco menos de ressaca, parece que a Mica não tava muito convencida de que eu não tinha visto nada. Era muito estranho eu não ter ido ao nosso quarto a noite toda e ter visto todo mundo pelado depois de uma puta trepada que rolou lá.
Então começaram as perguntas, tipo interrogatório, sobre o que eu fiz com as tias a noite toda, por que não fui acordar ela, etc., mas eu, sabendo como era o jogo, consegui desviar bem das perguntas, acho eu, principalmente argumentando que tava muito bêbado e não lembrava de quase nada. Além disso, fiz aquela de perguntar de volta e botar ela na parede, e ela foi obrigada a encerrar a discussão. Já no dia seguinte, as mensagens de WhatsApp no grupo da família eram só sobre como todo mundo tinha se divertido, que a nossa casa era linda e confortável, etc., etc. Até elogios de quem não ficou pra foder.

Eu continuava obcecado pelas tias, principalmente pela mais nova. Ela me deixou alucinado em todos os sentidos, e como eu via que não teria chance de ficar com elas de novo, mandei uma mensagem no grupo do WhatsApp pra organizar a festa de Ano Novo na nossa casa outra vez.

Óbvio que a Mica me xingou por não consultar ela, mas a casa já tava oferecida, e como ninguém gosta de colocar a própria casa e organizar, todo mundo falou rápido que achava uma boa ideia. Minha esposa não podia voltar atrás, ia ficar como a estraga-prazeres, e acabamos organizando o Ano Novo em casa.

Os convidados foram os mesmos, só que dessa vez minha cunhada e o marido dela não foram, passavam com a família dele. Tavam meus pais, meu irmão e a esposa dele, meus sogros, as duas tias e os filhos delas.

Os primos mal chegaram e já grudaram na Mica, sentaram do lado dela, "ajudavam" a pôr a mesa, etc., etc., tudo pra conversar com ela (suponho que sobre o que rolou no Natal). Dava pra ver que a Mica tratava eles meio na seca, não queria levantar suspeitas, principalmente.

Eu, por minha vez, consegui trocar uma ideia com a tia mais nova; a outra não me dava nem bola.

Depois do brinde, a tia mais velha falou que ia embora, que ia encontrar umas amigas, e disse pros dois filhos irem com ela, que ia levar eles na casa de não sei quem (suponho que amigo deles).

Os primos não queriam ir, óbvio, falavam que era cedo pra ir pra casa do amigo, e na discussão que tavam tendo, minha sogra disse que ela levava eles quando fosse embora. Meio sem vontade, a tia aceitou e botou pressão nos meus sogros pra deixar eles na porta da casa do amigo (certeza que a tia sacou o que rolou no Natal e não gostou da putaria que podia dar). No final, os primos ficaram, e lá pelas 1:30 meus sogros disseram que iam levar eles. Meio sem vontade, eles tiveram que aceitar. Eu achei que naquela noite não ia rolar festa, a coisa tinha terminado muito cedo e não tava com clima, digamos. A Mica tava na defensiva, os primos tinham que ir embora, e a tia mais nova, embora fosse gente boa, não dava muitos sinais.

Meus pais e meu irmão aproveitaram a saída dos meus sogros e também foram embora, junto com os outros primos que eram filhos da tia mais nova.

Os únicos que ficamos fomos nós e uma das tias, que começou a ajudar a Mica a arrumar a mesa, dar uma organizada e lavar a louça suja (que era bastante).

Como a Mica deixou o celular na mesa, resolvi dar uma bisbilhotada. Entrei no chat com os primos e não tinha nada, tava vazio. Olhando o perfil do WhatsApp, vi que os primos participavam de um grupo com minha esposa que não era o da família. Entrei nesse grupo e também não tinha nada, mas só eles três participavam, e tinha sido criado em 25/12/2020... óbvio que era entre eles e sobre a foda que tinham dado.

Enquanto tava olhando o celular, notei que um dos primos tava escrevendo, então esperei pra ver o que iam mandar e tava certo sobre o propósito do grupo.

Primo 1: Que saco termos que ir embora!!!!!
Primo 2: Prima, você tava demais com aquele vestidinho branco!!! kkkk

Eu não sabia se respondia ou não, e depois de uns segundos pensando, respondi pelo telefone da minha esposa.

Mica: Simmm, que pena que vocês foram, aqui tá um porre, todo mundo foi embora.
Primo 1: É? Que merda!! Que vontade de voltar pra gente dançar igual da outra vez hehe
Primo 2: Isso, dançar 😉
Mica: Não sei por que essa piscadinha...
Primo 2: kkkk não se faz de sonsa
Mica: Venham então e a gente dança, ué
Primo 1: Tem certeza? E seu marido?
Mica: A tia ainda tá aqui, ela segura ele pra gente, entretenha ele hehe
Primo 2: A tia é foda!!! kkkk. Eu já tô Finalmente aconteceu algo lá ou não?
Mica: Aconteceu o quê?
Primo 2: Com aquela dúvida que você tem se eles nos viram.
Mica: Não aconteceu nada, ninguém nos viu, sorte nossa. Venham e a gente vê de tomar pelo menos alguma coisa.
Primo 1: Daqui a 15 minutos a gente tá aí, priminha, prepara a raba! hahaha
Mica: hahaha, não digam que eu convidei, digam que a festa foi cancelada e que passaram pra ver se a gente ainda tava aqui.

Eu deixei o celular da Mica, e só apaguei algumas mensagens pra não levantar o assunto de que eu sabia que eles tinham transado, ficou só a conversa de que eu convidei eles pra voltar. Uns 15 minutos depois, mais ou menos, tocaram a campainha. As duas se assustaram e eu fui abrir, eram os primos, óbvio, e eu deixei eles entrarem.

Quando a Mica viu eles, ficou branca, não sabia de nada, e também não sabia o que responder. A tia olhou com um pouco de desconfiança, e ficou por isso mesmo. Eles argumentaram que a festa clandestina tinha sido cancelada e não sabiam o que fazer, então voltaram pra ver se tinha alguém, exatamente como eu mandei eles fazerem. A gente começou a beber e a falar besteira, e toda vez que a Mica ia pra dentro com um deles, eu entrava atrás pra eles não conversarem sobre por que tinham voltado pra nossa casa na real (ou seja, por causa das mensagens).

Eu ia tirando cada vez mais champanhe pra descontrair a situação e coloquei música, óbvio, reggaeton, e incentivei todo mundo a dançar, principalmente minha esposa, que ainda tava meio receosa, embora, graças ao champanhe, já tivesse soltando mais. Os primos chegavam bem perto dela e dançavam um pouco colados, sempre um fazia de cortina pra tia ou eu não vermos o outro, eram bem espertos os caras, mas dava pra perceber mesmo assim aquele joguinho que eles faziam. Num momento, cheguei no ouvido da tia e falei: "Como a Mica rebola bem, não tem ninguém melhor..." Ela me olhou sorrindo e disse: "Ela é boa, mas ninguém me ganha, sobrinho..." "Você acha?" eu respondi.

A tia logo sacou minhas intenções, que eram deixar a Mica mais à vontade, então, com um tom festeiro, começou a dançar primeiro com o meu esposa e depois a "desafiei" pra ver qual das duas se mexia melhor.
Mica, já com a companhia da tia, se soltou bem mais, mas não aceitava o desafio. Entre os primos e eu, começamos a incentivá-la a aceitar, e depois de um tempo de rebolado entre elas, e de mais uns copos de champanhe, ela topou.

A alegria de todo mundo foi total, e com os primos ficamos de pé esperando "a competição".
Primeiro elas se mexiam meio normal, digamos, de frente pra gente, até que a tia, bem safada e sabendo pra que era tudo aquilo, virou de costas e rebolou a bunda na nossa frente, e a gente respondeu com gritos de aprovação. Na hora, a Mica fez o mesmo, coisa que também foi recompensada com gritos e aplausos, e elas começaram a rebolar as duas rabetas sob nosso olhar atento.

Era um luxo ver as duas mexendo as bundas pra gente, e minha esposa ia ganhando folgado a competição, até que a tia tirou um ás da manga, ou melhor, mostrou a bunda de vez.
A gostosa se levantou rápido e por uns segundos levantou o vestido, nos dando um close incrível das nádegas dela e uma calcinha fio dental vermelha que era um convite pra tirar com os dentes.
Nós três estávamos loucos, gritávamos, aplaudíamos, cantávamos "tiaaa tiaaa olê olê olê tiaa tiaa". Mica na hora reclamou (tudo na brincadeira) que não valia aquilo, e a tia rebateu que tudo vale na vida, rindo enquanto continuava dançando.

A gente continuava incentivando a tia, até que minha esposa decidiu não perder a competição e também levantou o vestido justo que tava usando. Ficamos quase sem palavras os três, minha esposa tava mostrando a bundona que tem, dividida no meio por um fio dental rosa que parecia pintado nela, e ainda por cima quis abaixar o vestido na hora (igual a tia fez), mas como era justo, demorou um pouco, nos deixando por um bom tempo com uma vista foda do rabo dela.

Naquele momento, nós três começamos a gritar o nome da minha esposa, que se se regozijava em estar ganhando a competição, e a tia dobrou a aposta de novo, ficou de frente pra gente e, juntando os peitos (sem levantar o vestido), se abaixou um pouco, nos dando de novo um espetáculo difícil de ver. Claro que a torcida voltou pra tia, e a Mica não tinha como igualar, ela não tem peitos bons pra fazer o mesmo, então, já sem vergonha, levantou o vestido de novo, mas dessa vez não abaixou, ficou literalmente dançando com o vestido na cintura e mostrando agora a bunda pelo tempo que a gente quisesse olhar.

A coisa tava começando a ficar boa, tava começando a sem-vergonhice, a bagunça, digamos. A Mica perguntou quem ganhou, e os primos, sem querer ofender a tia, mas extasiados com a raba da minha esposa, disseram que ela, mas eu falei:
Eu: por enquanto tão empatadas.
Mica: como assim por enquanto?
Eu: sim, porque de longe como tão dá pra ver bem, mas não é a mesma coisa sentir o rebolado do que ver...

A Mica hesitou uns segundos, se aproximou e começou a esfregar a bunda na minha virilha. Ela se mexia incrível, a dança que ela tava me dando me deixava louco de tesão, até já tinha começado a endurecer o pau e ela percebeu.
Mica: e? quem ganhou agora? porque dá pra ver que você gostou.
Eu: é... não tenho como comparar, mas parece que foi você agora.

Ela me olhou, entendeu tudo, e disse pra tia: "tudo vale na vida, tia, se você quer ganhar..." Esse foi o sinal. A tia, que manjava mais que todo mundo, se aproximou e começou a "rebolado" em mim. Se o pau já tava endurecendo com minha esposa, com a tia já tava explodindo. Eu curtia cada movimento dela... Os primos não acreditavam no que viam e começaram a dizer que pra eles também tava empatado (queriam o rebolado, óbvio). A Mica me olhou, e eu dei sinal verde pra ela "dançar" pra eles, e assim ela fez.

Os caras não acreditavam, minha esposa tava esfregando a bunda neles com minha permissão (não sei se eles ligavam pro rebolado da tia, eles queriam a minha). esposa).
Num instante, enquanto eu tava pegando um deles, fiz sinal pro primo pegar na bunda da minha esposa, e ele fez na hora. O cara tava apalpando gostoso, e o outro também começou a passar a mão e a "pedir" pra minha esposa dançar pra ele.

Mica tava perdida no amasso, nem percebia que a tia não tava dançando muito pra mim, mas já tava passando a mão na minha pica por cima da calça. A coroa tava no fogo, igual minha esposa, os primos e eu, nem se fala... A coisa tava chegando num ponto sem volta, num ponto onde faltava uma faísca pra incendiar a bagunça. Ninguém mais tinha vergonha, pudor, remorso, todo mundo queria que rolasse, mas ninguém tinha coragem de dar aquele passo necessário pra tudo virar zona. E, mesmo achando que ia ser minha esposa como sempre, fui surpreendido, de novo, pela tia.

Ela pegou minha cara e começou a me beijar de língua com tudo. Eu, por minha vez, agarrava a bunda dela com força, passava a mão de um jeito foda. Literalmente me perdi, não sabia (nem ligava) o que tava rolando do meu lado com minha esposa, tava cego pela tia de novo.

Deve ter passado um minuto mais ou menos, e olhando pro lado, vi que todo mundo já tinha dado o sinal verde pra putaria. Mica tava se pegando e apalpando um primo, enquanto o outro por trás passava a mão nela inteira e mordia o pescoço dela. Tavam fazendo um sanduichinho, digamos.

Eu, vendo a cena, continuei com a tia, puxei o vestido dela pra baixo (meio bruto) e, deixando os peitos dela no ar, comecei a chupar com muita vontade. Passou um tempo, e tratando a tia como uma puta, fiz ela se ajoelhar (meio na força, mas ela queria), e ela fez o resto. Ela baixou minha calça, pegou minha pica, durona pra caralho naquela hora, e começou a fazer um boquete foda.

Os primos continuavam passando a mão na minha esposa por todo lado, e vendo que a tia tava me fazendo um boquete dos bons, e ainda fiz sinal pra eles fazerem o mesmo, ajoelharam a Mica, oferecendo muito bem rapidamente os paus pra serem chupados pela minha esposa, sem eu duvidar nem um segundo.
Num instante percebo que a tia tava de olho no outro grupinho. Levantei ela e falei no ouvido: "cê quer mamar eles?"... ela não falava nada, tava parada "me responde tia, cê quer chupar a pica deles?" ela me olhou e balançou a cabeça que sim.

Devagar peguei ela pelo braço e levei pra onde tava minha esposa e os primos, ajudei ela a se ajoelhar e ficou do lado da Mica, que muito generosamente ofereceu uma das picas e a tia começou a chupar os sobrinhos dela. Eu, por minha vez, fiquei atrás das duas e de vez em quando virava a cabeça delas pra chuparem a minha, ou chuparem a dos primos, basicamente comandava a parada, era o maestro da orquestra.

Já com a bagunça armada, era questão de dar mais um passo. Mandei todo mundo entrar em casa, e falei pros primos me acompanharem. Fomos pros quartos e pegamos os colchões do quarto de casal e o do quarto de hóspedes, e jogamos na sala, um na frente do outro formando uma cama gigante, digamos.

Já ajoelhadas nossas mulheres nos colchões, e todo mundo pelado também, continuou o "boquete coletivo", embora eu já não fosse mais o maestro da orquestra, mas cada um fazia a pica ser chupada por qualquer uma das mulheres do jeito que queria.

Depois de um tempo, um dos primos começou a fazer sexo oral na minha esposa, digo sexo oral e não chupar a buceta porque a língua daquele cara percorria tudo na minha esposa, que gemia igual uma louca. Pra não deixar a tia sozinha, não parecia que o outro queria fazer sexo oral na tia dele, embora não tivessem problema com a prima (uns sem-vergonha, na real), eu me coloquei debaixo dela e comecei a lamber cada canto da já excitada e molhada senhora. Igual na noite de Natal, achei uma delícia, uma maravilha que não dava pra parar de saborear.

Passei um tempão lá embaixo degustando a tia, e embora ouvisse gemidos e uma certa bagunça, tava tão concentrado que nem Me di conta que já estavam "metendo" gostoso na minha esposa.
Quando me levantei, a primeira coisa que vi foi minha esposa de quatro, sendo penetrada (quem sabe por qual buraco) por um dos primos dela e o outro literalmente chupando a boca dela, enfiava quase inteiro na boca e minha esposa, como podia, gemia que nem uma porca e gritava desesperada pedindo mais ("que puta", pensei, mas tudo bem, eu gostava daquilo).

A tia, que não tirava os olhos daquela putaria (estava vendo os três sobrinhos dando uma bela de uma foda), embora estivesse um pouco mais calma que os outros, dava pra ver na cara dela a necessidade de ser penetrada, os olhos dela pediam pica e urgentemente.
Coloquei ela de quatro olhando a cena dos sobrinhos, e por trás, segurando firme as nádegas dela, meti quase de uma vez. Que prazer foi entrar naquela buceta úmida e quente, por favor!!! Era uma delícia como a tia estava, ainda deu uns gemidos de alívio (precisava de uma pica urgente, como eu disse) e enquanto eu bombava gostoso lá dentro, ela soltava uns gemidos lindos, era excitante só de ouvir a tia gemer, e nem preciso falar de penetrar uma mulher daquelas.

Já passada minha emoção inicial de meter na tia, reparei nos outros. Continuavam na mesma posição, só que trocaram de papéis, e o que estava penetrando minha esposa cuspia e enfiava uns dedos no cu dela, sinal de que estava fodendo a buceta dela e preparando o ânus pra dar uma bela de uma enrabada, coisa que não demorou muito e que parecia, mesmo sem ela dizer nada, que minha esposa estava esperando ansiosa.

O cara cuspiu bem na pica e devagar, felizmente, começou a enfiar no cu da minha esposa.
A chupada de pica no outro primo diminuiu de intensidade, pelo menos até ela "acostumar" o cu com o pedaço de carne que estava recebendo.

Eu, por minha vez, continuei fodendo a tia, mas agora já não tratava ela como uma dama, e sim como uma puta, digamos, puxava o cabelo dela, dava tapas na bunda e num Nesse momento, puxei o cabelo dela, encostando as costas dela no meu peito, e falei no ouvido: "Quer que eu meta na sua bunda, tia?"
Ela só balançou a cabeça, me dando carta branca pra enfiar. "Lubrifiquei" um pouco, nada demais, queria que ela sentisse bem meu pau entrando, mesmo que a tia já tivesse uns quilômetros de estrada, então não ia doer tanto. Comecei a enfiar devagar, aproveitando cada centímetro que ia metendo. Abracei ela forte e, enquanto com uma mão apertava e brincava com os peitos da tia, com a outra desci até a virilha dela e comecei a "bater uma" pra ela... Pra quê, a tia ficava louca, tinha uns orgasmos deliciosos com meu pau bem enterrado na bunda dela e meus dedos masturbando freneticamente o clitóris dela.

Nessa altura, minha esposa já estava sendo duplamente penetrada pelos priminhos dela que, pra falar a verdade, estavam comendo ela muito bem, porque ela gritava que nem uma louca. Não sei se era o tesão ou se os caras realmente tinham um bom ritmo (não é fácil coordenar dupla penetração).

A tia, por sua vez, continuava olhando a putaria que davam na minha esposa (a veterana era bem tarada, viu). Cheguei perto do ouvido dela de novo e falei: "Quer dois paus juntos, tia?"... Ela não respondia, só mordeu o lábio. Era óbvio que tava morrendo de vontade de ser duplamente penetrada, mas custava a admitir. Então insisti: "Quer que a gente te coma entre os três?"...
Ela, sem dizer nada, balançou a cabeça com um SIM bem forte. Queria um gangbang, digamos, queria ser penetrada em todos os buracos dela.

Sem perder muito tempo, me levantei e falei (quase ordenei) pros primos largarem minha esposa e virem pra tia. Eles hesitaram bastante, ou não tavam afim ou já era perversão demais comer a tia. Minha esposa, que tinha entendido muito bem minhas intenções (e que é uma tarada desgraçada quando tá com tesão), ordenou que eles me obedecessem, senão "a festa acabava"...

Os caras não tinham escolha: ou me obedeciam e comiam a tia (já tinham sacado minhas intenções) ou iam ter que bater uma em casa, corta essa, então aceitaram.
Eu organizei eles: um embaixo e a tia montada, e outro atrás metendo no cu dela (posição típica de DP, digamos).

Os três estavam meio "desconfortáveis" com a situação — a tia, por mais que fosse bem safada, tinha um certo pudor por estar sendo empalada pelos sobrinhos, e os caras, apesar de terem uma rola foda e uma mulher divina como a tia à disposição, davam pra sentir essa vibe estranha.

Eles não se mexiam muito, digamos, não estavam curtindo muito por causa desse pudor, então me aproximei da tia e falei no ouvido dela: "curte isso, tia, você tem dois caras na sua mão, loucos por você... fecha os olhos e aproveita". Na sequência, me levantei, peguei o rosto da tia e direcionei a boca dela pro meu pau. Ela me olhou, fechou os olhos como eu mandei e abriu a boca, deixando ela à mercê do meu pau, que não demorou pra entrar. Sozinha, ela começou a se mexer, a foder os sobrinhos lentamente, e graças aos buracos lindos da tia, eles foram se soltando e começaram a curtir aquela mulher tremenda que tinham empalada.

A tia já tinha começado a gemer (como podia, porque tinha meu pau na boca) e cada vez os movimentos dela ficavam mais rápidos e profundos. Os caras já tinham se soltado e apalpavam cada canto do corpo da tia, principalmente aquela bunda linda que ela tem. A tia estava recebendo o que eu prometi: 3 picas ao mesmo tempo. Não sei se ela já tinha feito isso antes, mas dava pra ver que ela estava em êxtase sendo fodida por todos os lados ao mesmo tempo. Da minha posição, eu via em detalhes como um dos primos enfiava bem fundo o pau no cu dela — era lindo ver aquela raba sendo penetrada com gosto.

Passou um tempo e eu resolvi deixar eles sozinhos, mas antes de ir encontrar minha esposa (que, por sinal, não perdia nenhum detalhe da suruba dupla que estavam fazendo com a tia), dei um tapa na bunda da tia e falei: "agora sim, agora dá pra ver que vocês estão". Todo mundo aproveitando"... Eles três não falaram nada, continuaram no mundinho deles, fodendo igual uns loucos.

Eu fiquei atrás da Mica e, olhando a cena na nossa frente, falei pra ela: "Então era assim que os caras tavam te comendo um tempão atrás... e com certeza no Natal também te arrombaram gostoso, né?"
Ela não respondeu, só continuava olhando fixo pros outros, mas eu insisti: "Fizeram dupla penetração em você no Natal?"
A Mica balançou a cabeça, tipo "sim, fizeram uma dupla".

Naquela hora, eu enfiei meu pau no cu já bem dilatado da minha esposa e continuei interrogando: "E você gostou do pau dos seus primos? Eles te comeram forte? Encheram teu cu de porra?" Ela respondia sim com a cabeça pra todas as perguntas, e a cada pergunta eu penetrava mais forte enquanto batia uma punheta frenética nela. Ela gemia igual uma puta sem vergonha, tava doida já, passada do tesão.

Eu tava louco pra caralho, tava muito excitado, e minha esposa tava entregue, podia fazer o que quisesse com ela praticamente. Levantei, peguei ela pelos cabelos (de leve) e fiz ela se ajoelhar na frente da tia. Coloquei meu pau no meio das duas e falei: "Chupem, putas"... As duas se jogaram pra me dar um boquete incrível, era uma delícia, as bocas e línguas das duas se matavam pra me dar prazer ao mesmo tempo, e mesmo não sendo intenção delas se beijarem, era inevitável que as bocas se encostassem enquanto me chupavam em dupla.

Eu tava quase gozando, mas um dos primos (o que tava aproveitando o cu da tia) se adiantou e começou a urrar, agarrado com força naquelas nádegas maravilhosas, e depois de alguns segundos a tia soltou um gemido, tipo agradecendo... era óbvio que o cara encheu o cu dela de porra.

O outro primo (que tava embaixo e percebeu minhas intenções) pediu pra sair do lugar e pegar a tia por trás, ou seja, colocar ela de quatro pra não cair porra na cara dela, suponho.

Eles se ajeitaram e a coisa continuou por uns minutos, as duas me dando um boquete inesquecível. e o primo enfiando na tia, não sei se na buceta ou no cu, mas metia com raiva o cara.
Gozamos quase ao mesmo tempo com o primo, ele encheu a tia de porra, sei lá qual buraco, e eu comecei a descarregar na cara das duas (como dava, não foi fácil gozar na cara das duas ao mesmo tempo e acertar os jatos).

Ficamos todos largados, com cara de felicidade pelo puta sexo que a gente tinha feito. Eu de vez em quando olhava pra minha esposa que tava de barriga pra cima no colchão, com as pernas abertas e ainda saboreando a porra que eu tinha jogado nela um tempo atrás.
Cheguei perto do ouvido dela e falei "quer tomar porra love?" Ela concordou, esperando que enfiassem um pau na boca dela, suponho, mas levou um susto quando eu disse "a tia tá cheia de porra, por que não limpa ela?"... ela me olhou surpresa, não se decidia a fazer, mas insisti um pouco e ela topou.

Ela se aproximou da tia que também tava deitada de barriga pra cima recuperando as energias, olhou pra ela e sem dizer nada abriu as pernas dela sob o olhar atento de todos. Se abaixou e começou a lamber o cu aberto e inundado de sêmen (os dois caras tinham gozado no cu dela, evidentemente).
A tia primeiro tapava um pouco o rosto, como se tivesse vergonha, mas logo se soltou e curtia a língua da minha esposa.

Os caras que não perdiam detalhe dessa cena começaram a bater punheta devagar, dava pra ver que já tavam prontos pra continuar fodendo e, com um sinal meu pra se aproximarem, não hesitaram. Um ficou atrás da minha esposa (que tava quase de quatro lambendo a tia) e começou a penetrar ela, não com raiva, mas de boa, curtindo a foda. Eles foram se revezando pra comer minha esposa, que já tinha parado de lamber o cu da tia e atendia os dois paus.

Eu fiquei duro de novo, queria outra transa com a tia, não queria perder a oportunidade, então deitei em cima dela, na posição papai-e-mamãe, e fui penetrando ela devagar pelo buceta e começamos a transar. Não estávamos só fudendo, estávamos fazendo amor basicamente. Nos beijávamos e nos acariciávamos devagar, enquanto com muita "ternura", digamos, eu penetrava aquela buceta carnuda e molhada da tia.

Ao fundo dava pra ouvir minha esposa fudendo com os primos, mas nem eu nem a tia ligávamos muito, estávamos concentrados fazendo amor, era uma loucura, não parecia uma foda de tesão, era amor de verdade e os dois sentíamos a mesma necessidade, evidentemente, e curtíamos como nunca um sexo calmo mas apaixonado. Sem falar nada, mas com a aprovação tácita da tia, meti tudo e comecei a jorrar jato após jato de porra dentro dela, que com as pernas "abraçava" meu corpo pra não sair nem um centímetro de dentro dela.

Deitei em cima dela e ficamos um tempão nos beijando suavemente, feito namorados.

Não sei quanto tempo passou, mas já era hora de sair daquela situação, não dava pra rolar algo que quebrasse a relação entre a família (uma coisa é foder, outra é fazer amor).

Quando saí, deitei do lado dela, que ficou com as pernas abertas. Passou um tempão até que um pouco de sêmen começou a escorrer da virilha dela, dava pra ver que ficamos muito tempo "grudados" depois da gozada e já tinha absorvido bastante.

Nesse meio tempo, minha esposa já tinha gozado umas duas vezes com os priminhos, que apesar da pouca idade já estavam visivelmente cansados. Mesmo assim continuavam se pegando e fudendo, já em posições mais tranquilas tipo colherinha. Parecia que já estavam transando por transar, e a Mica já dava sinais de cansaço e satisfação.

Não sei se continuaram por muito tempo porque eu dormi na hora. Pelo que minha esposa me contou, eles também não aguentaram muito mais e dormiram logo em seguida por causa do cansaço que estavam.

No outro dia acordei com alguém acariciando meu peito... quando abri os olhos vi que era a tia, que me olhava com ternura enquanto me acariciava, só o peito, não desceu pro meu pau, por isso digo que era Carinho e não tesão. Me deu um beijinho de leve e foi pro banheiro. No caminho, não conseguia parar de olhar pra aquela mulher gostosa e escultural, que com toda a graça e simplicidade do mundo ia rebolando a cintura.

Dei uma olhada geral e vi minha esposa, deitada de bruços dormindo, e os primos do lado dela, tipo guardando o tesouro dela, digamos. Estavam os três juntinhos, dormindo tranquilamente.

Com a tia, fomos tomar café da manhã e bater um papo sobre a vida, algumas histórias vividas — verdadeiramente, a tia é uma figura. Umas 2 horas depois, a Mica apareceu pra tomar café, parecia feliz, radiante e, acima de tudo, bem comida.

FIM

3 comentários - Minha esposa e as tias, putaria de ano novo

Uffff ... Muy bueno ... Alta fiesta ... Crack... 👍💦💦💦💦
Como me calentaste con la orgia que se armo. Pence que no le ivas a decir que los vista garchar a mica con los primos en navidad. Te vengaste ya que no te conto lo que hizo con los primos en navidad. Grande pa. Van puntos