Quando a gente chegou na sala, a professora já tava começando a chamar a lista, por sorte ainda não tinha passado nossos nomes. Meu lugar é atrás da Andrea e na frente da Jéssica. A professora começou a falar do Emiliano Zapata e das batalhas que ele participou, como ele foi um herói pro México. Eu não engulo essa história toda, já li vários livros que falam que o que a SEP conta é uma versão açucarada da história, que não mostram o lado podre dos tais heróis da pátria e, pior ainda, que quem a gente conhece como herói não é nada disso, e os que realmente foram heróis não são reconhecidos.
- Rachel, você me disse que isso não é verdade, né? - Fala a Wendy, que tá sentada do meu lado direito.
- O quê?
- Essa história do bigodudo - ela fala, apontando pro quadro onde tem uma foto do herói.
- Do Zapata? Kkkkk não, não é verdade.
- E como você sabe?
- Meu pai me contou.
Eu ia responder ela, mas na minha mochila ouvi o zumbido do meu iPhone quando chega uma mensagem no WhatsApp.
>> Oi, sobrinha - É uma mensagem do meu tio.
<
- E como ele sabe disso? - A Maite me pergunta.
- Ele sabe um monte de coisas, além disso me deu livros que falam tudo isso.
>> Como tá a bucetinha mais gostosa que eu conheço?
- Você pode me emprestar?
<< Hahaha… que coisa que você fala, cara. -Escrevo com o rosto corado.
- Você com um livro? Hahaha você só lê revista de moda e Playboy
>> Claro que é. Que horas você chega?
- Hahahaha…
- hahahaha… é brincadeira, claro que empresto, mas amanhã trago pra você, hoje tenho que ir na casa do meu tio, tem reunião de família Hahaha…
<
- O que você vai fazer? -Pergunto enquanto leio a resposta do meu tio
>> Assim que eu gosto, cumprindo suas promessas, não vejo a hora de te ter de pernas abertas.
- Também tenho reunião de família, meus pais convidaram meus primos pra comer em casa. São uns chatos. -Ele fala com a testa apoiada no encosto do banco.
- Hahaha… eles não são tão ruins assim -digo lembrando da vez que o primo mais velho dele, numa festa na casa dele, passou a mão na minha bunda, acho que ele nem lembra, de tão bêbado que tava.
<< Só quer isso de mim, né?
- e se você me levar pra sua família?
- Não faz assim Hahaha…
>> Meu amor, como não ia querer te comer hahaha se você tem um corpo feito pra ser aproveitado.
—Senhoritas! Vocês gostariam de compartilhar com a turma a conversa de vocês? Parece que é mais importante que minha aula. — A professora nos diz, nos pegando no meio da fofoca. A sala inteira ecoa com um “UUUUUUUUU!!!” Até a Jessica participa dessa zoação.
— A gente tava prestando atenção sim — falo, envergonhada.
— Nesse caso, pode nos dar um resumo da aula.
— “UUUUUUUUUUUUUUUU…” — a sala responde.
Vadia — falei baixinho, só pras minhas amigas ouvirem. Levantei do meu lugar, respirei fundo e comecei a resumir a aula: Em dezembro de 1914, se reuniram em Xochimilco os dois líderes populares da revolução vitoriosa, Francisco Villa...
Fez-se um silêncio na sala, todo mundo esperando que a gente passasse vergonha.
— Espero que preste mais atenção — disse a professora, com um tom de surpresa na voz.
Me deixei cair na cadeira.
— Vadia — falei baixinho, mas metade da sala ouviu e todo mundo caiu na gargalhada.
— O que foi que a senhorita Rodríguez disse?
— Eu... nada. — Ela me encarou por uns segundos e depois continuou a aula.
Maite e eu nos olhamos nos olhos e depois rimos baixinho. Olhei de novo o WhatsApp do meu iPhone:
>> você tem umas pernas lindas, e uma bunda dos sonhos, redonda, empinada, dura; e esse par de peitos ufff... sem problemas, eu me alimentaria daí o dia inteiro.
>> Mas, definitivamente, sua bunda é minha parte favorita, vai ser a primeira coisa que vou usar quando você estiver aqui. — ao ler isso, minha buceta ficou molhada de tesão.
>>Ainda tá apertadinha aí? Uff… da diversão que vou ter.
< >>e eu sei que você também. Tem uma carinha de anjo que não quebra um prato, mas você e eu sabemos o quão piranha você é. Hahahaha O que minha irmã diria se soubesse das putarias que você anda fazendo.
>>Mas será que ele faz isso? Ou não?
>>Até agora todas imploram pra eu meter de novo depois que provam do que sou capaz.
>>Sou homem livre, e como homem livre faço o que quero.
>>Muito bem, vagabunda, vou estar te esperando.
E aquela última frase cheia de promessas me deixou ainda mais molhada.
Terminei a aula de duas horas, todo mundo começou a pegar suas coisas, a Jessica conversava com a Andrea sobre o trabalho em equipe que tinham que apresentar no dia seguinte, pelo visto iam se encontrar na casa da Andrea pra terminar; tenho certeza de que iam acabar peladas também. A Wendy falava no telefone, acho que era algo secreto porque tava falando mais baixo que o normal.
— Senhorita Rodríguez, pode vir aqui, por favor? — A professora me chamou. O que será que ela quer agora?
— No que eu sou boa, professora?
— Seu comportamento não é aceitável. Você é uma aluna muito boa, mas isso não te dá permissão pra distrair seus colegas. Vou te dar uma advertência, e você vai ter que ir falar com o diretor. — Enquanto ela escrevia a advertência, eu comecei a lembrar do dia anterior, quando tava na sala do diretor. Eu tava sentada na mesa dele com a blusa aberta enquanto ele chupava meu peito esquerdo igual um bebê.
— Desculpa, professora, não vai acontecer de novo.
— Espero que o diretor seja rigoroso com você.
— E eu, lembrando como na semana passada ela me deixou deitada na mesma mesa, com a bunda pra cima, enquanto ele enfiava o pau na minha buceta, uma e outra vez.
Ela me deu a advertência, voltei pra pegar minha mochila e saí da sala, que já estava vazia. Enquanto andava pra alcançar minhas amigas na próxima aula, dei uma olhada rápida no papel, amassei ele até virar uma bolinha e joguei na primeira lixeira que encontrei no caminho.
— A professora quase te pegou quando você chamou ela de puta — disse a Mia.
— Ela se irrita por nada.
Não deu tempo de comentar o ocorrido porque a aula de matemática começou logo em seguida. Eu estava anotando uns exercícios quando recebi outra mensagem. Nem me preocupei em disfarçar ao pegar o celular, já que os encontros com meu professor de matemática fazem com que eu não me importe com essas coisas.
>> Oi, prima, como você tá? Tô na escola, só te escrevi porque quero saber se você vai em casa pra gente fazer aquilo do outro dia. Sei que você disse que seria só daquela vez, mas não consigo parar de pensar em você. Quero fazer de novo, por favor. Prometo que não conto pra ninguém.
Era meu primo. Há uns meses eu tirei a virgindade dele. Foi uma coisa fofa, quase me fez sentir prazer, mas obviamente não se compara com os caras que me comem. Ele ainda é um menino, hahaha, falo como se eu já fosse toda uma adulta. Só espero que não saia do controle. Vou ter que falar sério com ele.
A aula terminou e finalmente podíamos sair da escola. Eu e minhas amigas fomos direto pro parque central da cidade.
A Maite se despediu rapidinho porque o boy dela tava esperando. A Wendy foi com o pai, que segundo ela tava esperando pra almoçar num restaurante chamado Los Portales. A Jessica ia ter que esperar o motorista do pai chegar pra buscá-la.
— Preciso ir. rapidíssimo.
-Manda um abraço pra toda sua família.
-Sim.
A gente se deu um beijo na bochecha e foi assim que me despedi dela. Caminhei uns metros até o ponto de táxi onde meu amigo estava encostado no capô lendo um jornal daqueles que mostram os acontecimentos mais sangrentos da região, graças a Deus que eu nunca vi nada disso ao vivo; ele estava acompanhado por outros dois motoristas que, ao me verem, as pupilas deles dilataram e deram um cotovelo no meu amigo pra ele ver o que eles tinham na frente.
-Bom dia, senhorita - meu amigo me diz, surpreso.
-Oi, e meu nome é Rachel.
-Sim, claro, pra onde a gente vai? - ele me diz com a confiança de que só ele é meu motorista de táxi.
-Primeiro pra minha casa.
Ele dá a volta no carro e, em vez de abrir a porta de trás, abre a porta do carona pra mim. Eu hesito um momento em entrar, mas no fim aceito. Meu amigo sobe e liga o táxi.
-Como foi a escola? Uniforme bonito, por sinal.
-rsrsrs Obrigada, uma professora ficou brava comigo porque fiquei conversando na aula.
-rsrsrsrs... eu também fazia isso quando era jovem.
-Fala como se tivesse sido há muito tempo.
-Há 40 anos.
-wooowww eu pensei que você fosse mais novo.
-rsrsrs obrigada, você é muito gentil - ele me diz enquanto coloca uma mão na minha perna. Eu fico olhando pra ela, mas depois de pensar bem, deixo ela ali.
-Quantos anos o senhor tem?
-56
-Se outra pessoa me dissesse, eu não acreditaria.
-rsrsrs e de quantos você me acha?
-Um 47 no máximo.
-RSRSRSRS!!! Você é muito gentil mesmo RSRSRS!!! - eu rio junto com ele enquanto meu amigo aperta a mão na minha perna por cima da minha saia plissada do colégio.
O trajeto todo até em casa ele não tirou a mão da minha perna. A conversa ia super normal, mas as carícias dele não eram nada normais. Conforme o tempo passava, os dedos dele ficavam mais confiantes, apertava minha perna como se fosse propriedade dele, dava pra sentir a segurança dos 56 anos dele na minha perna. O trânsito ficou intenso e ele teve que ir devagar, bem devagar, o que deu a oportunidade dele aproveitar mais. tempo.
—Que estranho ter tantos carros —me diz meu amigo taxista, começando a mover a mão de cima pra baixo.
—Algum acidente?
—Talvez, ainda não vi nada.
O táxi foi avançando e meu amigo continuou com suas carícias furtivas, o calor do meio-dia, a promessa de prazer que me esperava com meu tio e as carícias do meu amigo faziam a temperatura do meu corpo começar a subir rapidamente. Os dedos dele chegaram na barra da minha saia, passaram os dedos na divisão entre pele e tecido, meu corpo reagiu àquela carícia com um leve arrepio. Meu amigo taxista esperou por uma reação contrária, mas eu não fiz nada. Os dedos dele ganharam terreno na minha pele, e a confiança dele cresceu, mas ainda assim ele ia devagar, esperando alguma rejeição que da minha parte nunca viria.
Lá longe, começo a ver a entrada do clube. Será que o dono está? Que dia é hoje? Preciso olhar o calendário, tenho que pagar a mensalidade. Minha buceta se contrai ao lembrar do jeito tão gostoso e insaciável que eu pago a mensalidade do clube. Meu padrasto sempre me dá dinheiro pra pagar o que gasto lá dentro, mas o que ele não sabe é que eu não pago nada, porque o dono, muito gentil, cuida disso.
Uns metros mais à frente, enquanto os dedos do meu amigo percorrem devagar a barra da minha saia pra cima, ganhando mais terreno, eu vejo que tem pelo menos umas dez viaturas e duas ou três ambulâncias com as luzes das sirenes ligadas.
—Por que tem tanto policial aí?
—Não é acidente —me diz meu amigo, enquanto os dedos dele estão quase completamente sobre minha pele.
—O que será que tá rolando? —Depois de alguns segundos de silêncio e com uma cara de jogador de xadrez, meu amigo me responde.
—Parece que é verdade —fico quieta esperando ele me contar o que tá acontecendo —na cidade vizinha, o povo tá pegando em armas pra tirar o presidente.
—Uauuu —é minha única resposta de surpresa.
—É, se tem tanta segurança assim, acho que é sério. Já ficou feia a situação.
Ao chegar na frente do clube, um policial federal faz sinal pra ele parar, o que faz meu amigo, sem muito ânimo, tirar a mão da minha perna.
— Boa tarde — o policial fala pra gente — se vocês vão continuar por esse caminho, sugiro que não sigam, não tá seguro no momento.
— Só vamos pra área residencial — meu amigo responde, apontando pra entrada principal que fica a uns 30 metros. O policial olha a entrada que o taxista indica.
— Tá bem, só tô recomendando que não é seguro ir por esse rumo durante o dia, fiquem de olho nas notícias pra saber se amanhã e nos próximos dias a segurança já foi restabelecida... — O policial, ao me ver, fica calado, olha pro meu rosto, e vejo o olhar dele descendo pelos meus peitos, minha barriga, e parando nas minhas pernas, onde a saia tá subida deixando ver mais do que o normal. Eu pego a barra e ajeito, meio sem graça. O policial olha pro meu amigo e depois pra mim — tenham um bom dia — ele fala e se afasta pra deixar a gente passar. Chegamos na entrada principal e o segurança pede minha identificação, depois de conferir, deixa a gente entrar. Passamos na frente da "lojinha", onde vejo o dono encostado na porta, olhando o show de viaturas e ambulâncias. Chegamos numa esquina e viramos pra finalmente ficar na frente da minha casa.
— Dá pra esperar? Só vou me trocar, não demoro.
— O que você quiser, minha rainha.
— Valeu! Você é muito fofo — e sem pensar, me estico pra dar um beijo na bochecha dele e saio correndo pra casa, deixando meu amigo taxista surpreso.
Ao entrar pelo portão grande da minha casa, vejo surpresa que o carro do meu pai tá aqui. Olho a hora no meu iPhone, é hora do almoço, acho que é por isso que ele veio.
— OI!!!...
Grito ao entrar em casa, vou direto pra cozinha, deixando minha mochila escolar num dos sofás da sala. Tá vazia e não tem sinal da mulher que faz a comida e a limpeza, e não parece que usaram a cozinha. Dou meia-volta Viro e penso em subir as escadas que estão na sala, mas meu padrasto está descendo, com um terno azul escuro, camisa branca, descendo os degraus tirando a gravata da mesma cor do terno.
— Oi, slutty.
— Oi, papai.
— Tava pensando em te levar pra comer, mas com o que tá rolando, não tenho muito tempo.
— Por causa dos policiais lá fora? Você vai pra cidade vizinha? — falo com um tom de medo.
— Não se preocupa, não vou pra aquele lugar. Tenho que ir pra capital resolver uns assuntos relacionados ao que tá acontecendo.
Mas tenho alguns minutos
Ela me diz, pegando minha mão e me levando até um dos sofás da sala, me dá um beijo rápido nos lábios, me pega pela cintura e me faz girar; com domínio, me segura pela nuca com uma mão e me faz curvar, apoiando meu corpo no encosto do sofá. Coloco as mãos no assento pra me equilibrar.
Ouço ela abrir o zíper da calça, levanta minha saia e puxa minha calcinha pra baixo, me dá um tapa forte na bunda que me faz gritar de tão inesperado; enfia um dos pés entre os meus e, com um chute, separa minhas pernas o máximo que o elástico da minha calcinha permite — naquele momento, ela está nos meus joelhos. Com a mesma mão que me deu o tapa, separa um pouco a parte de baixo da minha bunda pra encostar a ponta do pau na entrada da minha buceta. Já com o pau na posição, me segura pela cintura com as duas mãos e, sem esperar nada, me enfia com força.
-HAAAAAAYYYYY!!!... -Gritei com o tratamento bruto do meu padrasto. O pau dele só entra a ponta, de tão apertada que eu tô.
-HAAAAAAYYYYY!!!! DÓI PRA CARALHO!!!... -Falei quando ele me deu a segunda estocada, enfiando um pedaço pequeno do pau dele pra dentro.
-HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYY!!! -Ele me deu outra estocada violenta, enfiando o pau até a metade. -HAAAAUUUU... DEVAGAR!!! PELO AMOR DE DEUS, PAPI -Ele me deu um tapa forte na bunda.
-Falei que só tinha uns minutos, então seja uma boa putinha e relaxa -ele disse empurrando o pau mais fundo em mim.
-HAAAAAAUUU!!!... -Ele me deu mais uma estocada e o pau dele finalmente chegou no fundo da minha buceta. Umas lágrimas escorreram dos meus olhos pela dor que eu sentia, meu padrasto bufava como um touro no cio, as mãos dele apertavam minha cintura com força, e depois de alguns segundos curtindo as contrações da minha buceta, ele puxou o pau devagar até deixar só a cabeça dentro de mim. E de novo, tentou meter com força. -HAAAAAAAAYYYY!!!... – mas só conseguiu enfiar até a metade.
Ele empurrou mais duas vezes pra entrar tudo, e depois de uns segundos tirou devagar.
Meu papi repete a operação várias vezes até minha buceta se abrir pro pau dele e ele começa a me furar rapidinho, as investidas dele são rápidas e com força, meus gemidos logo viram de dor pra puro prazer, o sofá debaixo de mim anda uns centímetros pra frente por causa da força do macho que tá me comendo, o pau dele entra e sai da minha buceta que fica mais molhada a cada segundo; consigo sentir cada milímetro do pau enorme dele, o formato da cabeçona, as veias, os ovos batendo no meu corpo, o abdômen firme e bem definido dele colidindo com minha bunda, as mãos dele me apertam com força como se fosse me impedir de sair correndo, mas não vou, mesmo que pudesse, não deixaria meu macho na mão, gosto que eles fiquem satisfeitos. Ele me dá umas palmadas na bunda que me fazem gritar de susto e ardor, mas um sorriso se forma na minha boca pelo que ele faz comigo.
—Vadia, vadia. —meu macho fala a cada investida, eu só consigo responder com gemidos —aperta meu pau, vadia —e eu obedeço na hora, contraindo os músculos da minha buceta em volta do pau enorme e lindo dele —haaaaaaagggg sim, que bem que faz isso, putinha, você faz muito bem… que buceta gostosa você tem… adoro.
E eu ponho toda minha força em apertar o pau dele com minha buceta, me sentindo feliz pelas palavras dele, por saber que meu macho favorito, meu macho que me transformou na puta que sou, tá contente com meu corpo, com tudo que eu sou.
Minhas mãos começam a perder força, meu macho percebe isso, pega meu cabelo e faz um rabo de cavalo num punho da mão dele e me puxa com força pra trás, na hora meu couro cabeludo arde, mas isso faz minha costa fazer uma curva pra baixo, o que deixa minha bunda mais empinada e fica mais fácil e gostoso pra ele me montar, com um gemido longo e profundo agradeço ele por me ajudar a manter a posição certa.
As investidas dele ficam mais rápidas, o corpo dele fica mais rígido, enquanto eu sinto meu orgasmo crescendo dentro de mim. pra mim, mas meu pai tá com pressa e não vai esperar eu gozar. Com um grunhido de touro no cio, ele enfia o pau até o fundo do meu ser, fica duro, puxa meu cabelo com mais força e eu sinto os ovos dele tremendo. Meio segundo depois, sinto o pau dele jorrando porra quente e grossa; é um tiro atrás do outro, nem consigo contar, mas sinto minha barriga crescendo de tanta porra. Meu padrasto treme a cada jato, enquanto rios de porra escorrem pelas laterais da minha buceta...
Ele fica parado por mais uns segundos, o pau já não treme mais porque parou de jorrar porra, mas meu padrasto é meticuloso, não se mexe até ter certeza de que descarregou toda a masculinidade dele dentro de mim. Depois de alguns segundos, ele tira o pau bem rápido, o que me causa um pouco de dor, sem soltar meu cabelo, me puxa com força e me faz ficar de joelhos. Eu faço o melhor que posso, mas meus movimentos são desajeitados, e em questão de segundos ele enfia o pau na minha boca.
— Limpa bem, sua puta — meu padrasto fala com metade do pau dentro de mim.
Sinto na minha boca o gosto da porra dele, misturado com o gosto do pau e os sucos da minha buceta. Enfio e tiro da boca várias vezes, e enquanto faço isso, me surpreendo ao perceber que ele não perdeu nada da dureza, e acho que está pronto para tirar mais prazer do meu corpo.
Tiro o pau da boca e passo a língua por todo o tronco, pela parte de trás da cabeça dele, descendo até os ovos, que enfio na boca depois de limpá-los com a língua. Me afasto um pouco para examinar meu trabalho de limpeza e, onde vejo resquícios de sêmen ou dos meus sucos, me atiro naquele lugar para limpar com a língua e os lábios.
Já que tenho certeza de que está completamente limpa, olho nos olhos dele esperando aprovação —Bom trabalho, vadia— ele me diz com um olhar de superioridade e um sorriso no rosto. Ainda de joelhos, sem me levantar, pego o pau dele com delicadeza com uma mão e com a outra pego o elástico da cueca dele e guardo ele, me certifico de que o pau dele está confortável, pego a camisa dele e aliso ela e coloco pra dentro da calça, abotoando e subindo o zíper quando tenho certeza de que a camisa está na posição certa; quando termino de arrumar ele, dou um beijinho ali onde está o volume do pau dele e olho pra ele com um sorriso no rosto esperando a aprovação dele.
—Bem feito, putinha— ele diz acariciando minha cabeça como a putinha que eu sou —você vai ter que comer sozinha dessa vez, vai pro clube que lá podem preparar o que você quiser— ele diz pegando a gravata dele e colocando na bolsa do paletó, eu não me levanto, fico meio sentada com a calcinha nos tornozelos e sentindo a porra do meu macho escorrendo da minha buceta. Vejo ele indo em direção à porta e quando abre ela, ele para, vira pra me perguntar —De quem é aquele táxi?
—É meu, pai, ele está me esperando porque eu queria ir na casa da Jéssica
—Queria ou quer?
—Quero— corrijo na hora.
—Se diverte, amor— ele me diz com um sorriso de felicidade no rosto e sai pela porta fechando ela atrás de si.
Tiro a calcinha, me levanto devagar e sinto o esperma do meu macho escorrendo pelas minhas pernas —Porra, vou ter que tomar um banho primeiro— pego meu iPhone e ligo pro meu amigo taxista.
—Pode me esperar mais um tempo? Tenho que fazer umas coisas antes de sair.
—Sem problema, minha rainha, eu te espero.
—Valeu! Não demoro nada.
Por um momento penso que seria certo convidar ele pra entrar em casa, já que acho falta de educação deixar ele esperando lá fora quando não precisaria, mas considerando os avanços da mão dele, acho que ele daria um jeito de abrir minhas pernas, e com o tesão que meu macho me deixou... Desculpa por não ter conseguido chegar ao meu próprio orgasmo, acho que não seria difícil pra ele conseguir, então é melhor não, assim tá bom. Subo as escadas devagar porque minhas pernas ainda estão tremendo, dou um sorriso ao ver umas gotas de sêmen escorrendo pelos meus joelhos até chegar nas meias escolares, ele sempre me deixa assim, toda mole, igual uma gelatina. O que será que ele tem que não me canso de sentir ele me metendo?
Já no meu quarto, vou direto pro banheiro, abro a torneira do chuveiro pra água começar a esquentar, ando pelo quarto tirando o suéter e deixando cair no chão, abro a porta do meu armário grande e fico pensando no que seria legal vestir enquanto desabotoo os botões da minha blusa.
Não me preocupo com a janela aberta que dá direto pro quarto onde meu vizinho mora, gosto de dar um showzinho pra ele de vez em quando; deixo minha blusa cair no chão, e tiro o sutiã que imediatamente faz companhia pra blusa no chão. Como tá calor, escolho minha saia jeans azul clara meio desbotada, ela vai até a metade das minhas pernas e quando eu sento sobe um pouco mais; pego minha camiseta branca com um desenho dos óculos do John Lennon, não vou usar sutiã, aliás, nem sei por que uso sutiã já que não preciso, meus peitos são redondos, empinados, durinhos, do tamanho perfeito pra combinar com meu corpo, não são grandes como os das atrizes pornô e sinceramente não ia gostar se fossem assim, do jeito que eles são firmes e empinados não preciso de sutiã, mas o que vou usar são umas calcinhas fio dental brancas. Devia levar uma bolsa com uma calcinha extra porque algo me diz que meu tio, assim como todos os outros, vai querer ficar com elas; do gaveteiro das meias pego um par de meias azul escuro e no lugar onde guardo meus sapatos escolho um All Star da mesma cor da minha saia, abro a porta onde estão minhas jaquetas e pego a de jeans pra combinar com a saia e, já com tudo que preciso, vou pro banheiro. Banheiro.
Debaixo do chuveiro, fecho os olhos por alguns segundos, deixo a água morna cair no meu rosto, escorrer pelo meu cabelo e descer pelo meu pescoço até meu peito, encharcando tudo no caminho: meus peitos redondos, meu abdômen liso, minha bunda empinada, firme e durinha — essa bunda que me rende elogios na rua e boas palmadas dos meus machos. A água morna escorre mais rápido pela linha que divide minhas nádegas, chegando um pouco na entrada da minha buceta, misturando-se com o esperma do meu macho que ainda está escorrendo de mim. A combinação de água e esperma desce pelas minhas pernas longas e finas — essas pernas que tantas vezes ficaram abertas uma para a outra para receber o macho da vez. A água termina seu percurso ao chegar nos meus pés descalços; às vezes, gosto de envolver a cintura do meu macho da vez com meus pés e puxá-lo para mim, pra fazer a penetração dele ficar mais profunda.
Passo a esponja cheia de sabão por todo o meu corpo, faço com cuidado, garantindo que tudo fique limpo. Com o xampu, faço o mesmo no meu cabelão. Quando a água começa a tirar todo o sabão do meu corpo, passo as mãos por todo o meu corpo jovem, descendo pelo meu abdômen liso até chegar onde começa minha buceta. Passo os dedos pelos meus lábios vaginais devagar, ainda inchados de tesão que meu padrasto deixou. Enfio meu dedo do meio, entra fácil inteiro, ainda tô muito molhada. Meto dois dedos e começo a enxaguar o resto de porra que tem lá dentro, tento limpar bem todo o interior da minha buceta. O processo me esquenta de novo; a palma da minha mão roça no meu clitóris, e eu solto uns gemidos. Enfio um segundo dedo e separo os lábios enquanto meus joelhos tremem de prazer. Limpar o pouco de porra que sobrou é gostoso pra caralho; meus dedos entram e saem cada vez mais rápido, mas me forço a parar. Posso gozar com a ajuda dos meus dedos, mas isso não ia adiantar. A experiência de me dar prazer sozinha me diz que, mesmo que eu goze, não vai ser suficiente pra baixar o tesão. A única coisa que pode me acalmar é outro corpo, outras mãos, uma rola entrando e saindo de mim, ou talvez outra buceta se esfregando na minha. É, é isso que eu preciso: outro corpo pra me ajudar a baixar o tesão que meu padrasto deixou.
Pronta pra tudo, saio de casa. Meu amigo taxista ainda tá sentado no volante e se assusta quando abro a porta do carona e entro sem avisar.
— Já podemos ir — falo com um sorriso na boca. Ele fica me olhando por uns segundos, depois, sem tirar os olhos das minhas pernas, liga o carro e começa a andar. As viaturas ainda tão do lado do clube, e a gente sai da área residencial bem na hora que um grupo de quatro caminhonetes da polícia estadual chega com um monte de gente dentro delas. parece que são pessoas que estão no conflito na cidade vizinha, não sei, mas devem ser importantes para os policiais porque eles estão, acho, protegendo eles.
—E agora, onde te levo? —meu amigo fala depois de colocar a mão na minha perna.
—Na casa do meu tio —digo, ignorando os dedos dele apertando minha carne firme e limpa.
—Você cheira gostosa, tomou banho?
—Sim
—Devia ter me falado, um dos meus serviços extras como motorista é ensaboar as costas de meninas lindas.
—HAHAHA!!!... se eu soubesse… HAHAHA!!!
—Fica pra próxima.
—Quem sabe. —Foi bom não ter chamado ele pra entrar, se tivesse feito isso, ainda estaríamos na cama.
Tiro do bolso interno da minha jaqueta meu iPhone e vejo as mensagens que tenho, a maioria é dos meus caras dizendo que querem me ver, respondo todos, também tem uma do meu tio perguntando onde estou, só respondo “Já tô a caminho” e guardo meu iPhone no lugar.
Meu tio é um homem alto, de costas largas e músculos, embora não definidos, mas firmes, com seus 46 anos, e parece ansioso pra me ver, e não o culpo, demorei mais de um ano pra me convencer, ainda lembro da primeira tentativa dele, foi nos meses de férias, no que chamam de “Guadalupe Reyes”, era 24 de dezembro e toda a família se organizou em casais pra comprar as coisas que precisaríamos pra comida e passar a noite juntos, meu tio ficou de comprar as bebidas e eu fui com ele, quando compramos, ele me convidou pra umas cervejas, depois, na volta, fingi que tava dormindo e ele aproveitou pra me apalpar.
Depois daquele dia, pensei que era uma ideia super ruim ter algo com ele, pra começar, é irmão da minha mãe e a ousadia dele de já começar a me tocar na primeira vez, considerando nosso parentesco, pensei que ele não seria do tipo que guarda segredos, e da minha parte não quero perder a imagem que tenho com toda a minha família, sou a única das meninas que não fala palavrão, chega cedo em todo lugar, tenho boas notas... notas e, no geral, ela é uma santa. Entre conversas de família, com a avó, com algumas primas ou tias, de forma bem discreta, investiguei mais sobre meu tio e descobri que ele não casou porque não gosta de ficar preso, segundo as próprias palavras dele. A família toda sabe que ele é um mulherengo, sempre aparece com uma mulher diferente. Minha avó já teve discussões com ele, exigindo que ele sossegue, mas ele resiste a essa ideia. Desde os primeiros comentários que ouvi sobre ele, comecei a me interessar cada vez mais pelo que ele poderia me oferecer. Deixei ele me roçar nos encontros de família, e as insinuações dele ficavam mais descaradas conforme ele percebia que eu não me ofendia. Quanto mais eu sabia sobre ele, mais aceitava suas aproximações.
Gostava de ouvir que ele é um mulherengo dos piores e que troca de mulher como quem troca de meia. As tentativas dele e o jeito como falava comigo chegaram a um ponto que, bom, vocês já sabem, já contei a conversa que tive com ele pelo WhatsApp. Sem enganação, eu sabia bem que meu tio só queria me comer, ele mesmo me disse isso uma vez, e pra quê negar? Essa ideia me fascinava tanto que, na noite de Ano Novo, no abraço da meia-noite, falei que deixaria ele me comer.
Eu estava tão imersa nos meus pensamentos que nem percebi quando meu amigo taxista começou a acariciar minha perna esquerda. As carícias dele eram longas, da ponta do meu joelho até onde minha saia permitia, que era bem curta. Continuei pensando nas fofocas de família sobre meu tio… “Ele é um machista”
— Acho que chegamos. — meu amigo diz sem tirar a mão de debaixo da minha saia, o dedo mindinho quase roçando minha calcinha.
— Sim, quanto te devo?
— Não é nada, princesa, você sabe que sua companhia já basta — ele diz, apertando a mão na minha perna.
— Sério? Às vezes acho que não é justo.
— Fica tranquila, quer que eu te espere?
— Não, vou ficar um bom tempo.
— A que horas? Venho te buscar?
—Heeeeeemmm... não sei, te ligo.
Chego perto dele e dou um beijo na bochecha, abro a porta e saio do táxi. Na hora, aperto o botão do interfone.
—Oi, quem é?
—Oi, tio, sou eu, Rachel.
—Haaa... beleza, entra.
Empurro a porta depois de ouvir aquele barulho clássico de motor da fechadura, antes de fechá-la vejo meu amigo dentro do táxi, mando um beijo pra ele e fecho a porta.
A casa dele é bem grande, atravesso o quintal cheio de grama de um verde intenso, adoro a sensação macia que sinto sob meus pés. Meu tio está me olhando do outro lado da parede de vidro, ele tá vestindo uma jeans e uma camisa xadrez, parece aqueles engenheiros de construção da TV. Tá com uma cerveja na mão.
—Oi, tio — falo já com ele dentro de casa.
—Oi, sobrinha — percebo pelo tom de voz que não é a primeira cerveja dele.
—jijijij...
Sem perder tempo e dando uma surpresa gostosa, pego ele pelo pescoço e beijo. Tenho que ficar na ponta dos pés e esticar o corpo todo pra sentir o gosto da cerveja direto da boca dele. Acho que ele se surpreendeu por eu ter beijado ele de cara, porque demorou um pouco pra corresponder minhas carícias na boca.
Com a mão direita ele me segurou pela cintura, ainda com a cerveja na mão, e com a outra foi direto pro meu rabo. Eu balancei de um lado pro outro quando senti a mão dele apertar minha bunda direita, acompanhado de um gemido na minha garganta. A verdade é que eu também me surpreendi comigo mesma por beijar ele assim logo de cara, mas é que, com as carícias do meu amigo taxista, depois com a foda que meu padrasto me deu e me deixou sem gozar, e depois de novo as carícias do meu amigo, nesse momento eu tava muito, muito quente. Como é que falam? Tipo uma puta no cio.
- Puta - ele fala num segundo que nossos lábios se separaram.
Meu corpo tremeu com essas palavras, dei um beijo rápido e, rindo feito colegial, me afastei dele e saí correndo escada acima, deixando ele parado sem dizer nada. Cheguei no quarto dele e, o mais rápido que pude, tirei toda a roupa. Me deitei na cama dele, de lençóis brancos, e peguei um dos travesseiros enormes dele, coloquei na minha frente, entre minhas pernas, cobrindo minha nudez. Meu tio entrou, fechou a porta e ficou me olhando por uns segundos. Notei que ele não tava com a cerveja. Sem tirar os olhos de mim, ele andou pro lado direito da cama enorme, se acariciando entre as pernas. Minha boca, assim como minha buceta, ficaram molhadas na hora, famintas por pica.
- Tá com tesão? - meu tio me pergunta.
- Sim - eu falo, pegando uma ponta do travesseiro e rindo que nem idiota.
Não era isso que eu tinha planejado. Eu queria me fazer de difícil, fazer ele suar pra me levar pra cama, mas agora tô na cama dele, nua, literalmente pedindo pica.
- Vem - meu tio fala, se acariciando o volume da calça.
Eu vou de quatro até ele, feito uma putinha, olhando direto pra mão dele pra não perder nenhum detalhe de como ele abaixa o zíper e tira o botão da calça. A mão dele entra por baixo da cueca e, puxando o pano, tira a pica a centímetros do meu rosto. Minha boca enche de saliva, assim como minha buceta enche de melado.
Olho nos olhos dele, pedindo permissão - Me mostra o que você sabe fazer. foxy— meu tio me chama, passo a língua nos lábios me aproximando da bela pica dele, branca, com a cabeça rosada, grossa e comprida, muito comprida. Consigo ver as veias verdes saltando na parte de cima; ele segura a pica com a mão direita enquanto a esquerda pega na minha cabeça me puxando pra chegar mais perto, todo rasgado; abro a boca e estico um pouco a língua pra servir de cama pra virilidade dele.
Minhas mãos ainda estão em cima da cama, enquanto minha bunda balança de um lado pro outro devagar, igual as cachorrinhas fazem, olho nos olhos dele enquanto a glande se aproxima cada vez mais, um sorriso de felicidade se desenha na minha boca quando a glande encosta na minha língua — ssssssssss — é a resposta do meu tio. A mão dele faz pressão numa ordem silenciosa e eu obedeço na hora, deixo ele me puxar pra perto, enfiando a pica dele na minha boca juvenil.
—Finalmente —diz meu tio entre gemidos, olhando para o teto do quarto dele.
Minha garganta resiste pra deixar toda a pica dele entrar, meu corpo se arqueia como resposta, fecho os olhos e me concentro pra deixar ele meter a pica onde quiser. Hoje sou dele, ele é meu macho e tenho que satisfazê-lo.
A pica dele entra enquanto a mão dele faz pressão na minha nuca, até que, finalmente, meu nariz bate contra o corpo dele e os ovos dele contra meu queixo. Sinto a pica dele a um palmo da minha garganta, não consigo respirar, mas mesmo assim não me afasto. Ele, com a mão livre, pega no meu pescoço e faz pressão onde a pica dele está.
-Impressionante, você engole tudo - ele me elogia.
Me sinto orgulhosa por ele estar satisfeito com minha habilidade de garganta profunda. Ele vai tirando devagar enquanto uma lágrima escorre pela minha bochecha direita. Quando a masculinidade dele se separa da minha boca, deixa um fio de sucos e saliva da ponta até meus lábios, minha respiração é rápida para recuperar o ar perdido.
-Você gosta de chupar pica?
-Sim
-Quer mais?
-Por favor
A pica dele começa o caminho até as profundezas da minha garganta, desta vez começa com uma metida e tirada lenta, mas contínua. Depois de alguns minutos, ele começa a tirar a camisa que está vestindo, mas sem parar de mover os quadris para continuar usando minha boca. Depois, me pega pela cabeça com as duas mãos e suas calças caem até os tornozelos. Chutando uma perna de cada vez, ele tira as calças e a cueca, e assim fica nu.
- Você mama muito gostoso, sobrinha, mas ainda não quero gozar. Anda, deita e abre as pernas – ele me diz, dando um tapinha na minha bochecha esquerda.
Eu obedeço na hora, sorrindo como se fosse fazer uma travessura; junto e separo as pernas, ele sobe na cama e fica de joelhos no meio das minhas coxas.
- Nossa, você é muito gostosa.
- Pra você se divertir do jeito que quiser, tio – falo sorrindo.
Ele se abaixa e a língua dele vai direto pra minha buceta, sem preâmbulos, sem preparação. A língua dele entra desesperada entre meus lábios vaginais, até encontrar a entrada que todo homem que me olha adoraria achar. A língua dele penetra o máximo que pode enquanto minha coluna arqueia pra cima e eu solto um gemido longo e catártico.
- HAAAAAAAAAAAAA… TIOOOOO!!!!
Os lábios dele se movem de um lado pro outro junto com a língua, a respiração do nariz dele no meu clitóris me destrói. Puxo o cabelo dele com força com as duas mãos, não sei se afasto ele da minha buceta ou aperto mais. O prazer que ele me dá é lindo, é único, visceral, animal. É o paraíso.
Minhas pernas tremem, enquanto meus peitos sobem e descem no ritmo da minha respiração ofegante. Minha cabeça vai de um lado pro outro, com a boca aberta e os olhos fechados, solto gemidos sem parar. Gemidos de uma adolescente que adora paus de coroa, gemidos de uma adolescente que gosta de ser tratada como uma putinha, como um brinquedo sexual de uso exclusivo de homens maduros e dominadores.
- haaaaaa… haaaaa.. haaaaa.. haaaaawwwwww tíoooo haaaa ahaaaggggg gggg….ggg vou gozar.
Meu tio, ao ouvir minha confissão, foi direto pro meu clitóris. Os lábios dele o prenderam e balançaram de um lado pro outro, com a língua fazendo pressão no meu clitóris, até que não aguentei mais e gozei num grito de prazer difícil de explicar.
- HAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!.. QUE GOSTOSO!!!!!!!!!!! DELÍCIA!!!!
Meu corpo não parava de tremer e meu tio não parava de... comendo minha buceta, meus gemidos eram incontroláveis e acompanhados pelos sons de chafurdar da minha buceta, minha barriga lisa doía de tanto tempo dura, sentia que tava me afogando porque os gemidos não deixavam eu respirar direito. E sem conseguir evitar, mais um orgasmo chegou com toda força, soltando uma porrada de sucos na boca do meu tio.
-TÍOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!! -Foi a única coisa que consegui falar.
Minha respiração tá pesada, meu corpo treme sob o olhar dele, ele tá ajoelhado no meio das minhas pernas olhando minha alma voltar pro meu corpo, quando olho nos olhos dele sorrindo, ele se aproxima e me beija, devagar, com uma ternura que contrasta pra caralho com o safado que ele é.
-Agora é minha vez -meu tio fala bem perto da minha boca.
Ele me beija de novo enquanto com uma mão pega o pau dele e desliza ao longo da minha intimidade. Minha buceta se contrai com as carícias da vara dele, meu corpo treme de expectativa pelo que vem; por um momento penso em pedir trégua por uns minutos, mas me seguro, não quero decepcionar ele, quero que ele curta meu corpo o quanto quiser.
Abro mais as pernas e encolho elas, deixando meus pés no ar, assim ele entra melhor. Ele sorri diante da minha submissão, encaixa a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta jovem e começa a fazer pressão.
A umidade que tenho depois dos dois orgasmos faz ele entrar sem muito problema, mas isso não impede de arder um pouco por causa do tamanhão. Olho pra baixo, vejo com os olhos arregalados e a boca totalmente aberta como vai entrando centímetro por centímetro de carne de macho, até que não aguento mais e num gemido longo e libertador, estico meu pescoço e minha cabeça pra trás enquanto ele faz o mesmo.
-Puta merda!!! Tá bem apertadinha, sobrinha… que delíciaaaa…
Quando os ovos pesados dele batem na minha bunda, sei que já tá totalmente dentro do meu corpo. Isso é a glória. Ele começa a tirar devagar, curtindo as Contrações da minha buceta, doi um pouco, mas aguento a hombridade do meu macho, e de novo ele vai enfiando no mesmo ritmo, devagar, saboreando minha buceta apertada. A cada entrada e saída ele acelera, e meus gemidos acompanham o embalo dele.
Enquanto me fode, ele apoia as mãos dos lados da minha cabeça, olhando meus peitos duros e redondos balançando pra todo lado; ele sorri cada vez que eu solto um gemido. Minhas mãos estão acima da minha cabeça, o prazer que ele me dá não me deixa pensar no que fazer com elas. Quando nossos olhares se encontram, não consigo evitar sorrir entre os gemidos.
- Tiooooo!!! Haa haaaaa haaaaaa…
- Sobrinha ggrr gggrrrr… você é bem apertadinha.
- haaaa haaaa haaaaaa
- Você é uma delíciaaaaaaaaa… haaaaaaaaaagggggggg… olha só que… ggggrrr corpo que você tem, putaaaaa…
- haaaaaaaaaaaaa haaaaa haaaaaaaa haaaaaaaa pa… paaaa haaaaa… para que… se divirtaaaaaa haa haaaaaa haaaaaaa haaaaaaa.
- Você é uma putinha de sobrinha
- haaaaaaa haaaaaaa haaaaaaaaaa haaaaaaaaaaaaaaa e você um safado de verdadeeeee haaaaaa haaaaaaa
- Tá gostando de como eu tô te comendo?
- tô tô tô… tô amaaaaando.. me come tio, usa sua sobrinha pro seu prazer ahaaaa haaaaaa siiiii deeeeeus siiiii que gostoso é tudoooooooo haaaaaaa haaaaaaaaaa siiiiiiiiii
Suas estocadas foram aumentando em velocidade e força, meu corpo inteiro se mexia no ritmo das metidas enquanto eu o convidava a continuar – haaaa haaa siii tio siii haaaa é um safado haaaa haaa siii eu amo haaaaa haaa haaaaa siiii meu safado siii haaaaa haaaaaaaa haaaaaa – até que nenhum de nós aguentou mais e, como se estivéssemos combinados, nossos corpos se tensionaram.
Eu comecei a tremer, enquanto via a rigidez do pescoço dele enquanto as estocadas eram rápidas e firmes, fechei os olhos quando meu orgasmo chegou, minha buceta se contraiu em volta da pica do meu tio, abraçando ela, apertando; uma corrente elétrica nasceu daquele ponto se espalhando pelas minhas pernas, minha barriga lisa, meus peitos, por todo meu corpo. Meu tio meteu até o fundo numa última estocada brutal, ficando parado sem parar de fazer pressão, a porra dele começou a sair em jatos, um atrás do outro; não sei quantos foram, mas doeu um pouco minha barriga pela quantidade que ele tava deixando dentro, porra quente e grossa.
Não me dei conta de como aconteceu, mas eu tava de bruços mostrando minha bunda orgulhosa, ele ainda do meu lado olhando pro teto, recuperando o fôlego igual a mim, sentia minha buceta escorrendo porra de safado sem parar.
- Mas que bunda gostosa você tem, sobrinha - ele me fala enquanto Ele acaricia suavemente de cima a baixo, como se estivesse acariciando o lombo de uma putinha - duro e empinado, do jeito que eu gosto.
Abri meus olhos e o descobri deitado sobre um dos cotovelos, com a outra mão na minha bunda, olhando meu corpo jovem e bem trabalhado na academia. Sorri pra ele, mexi a bunda igual uma putinha feliz, e a verdade é que eu tava mesmo, por perceber que meu macho, meu tio, tá satisfeito com meu corpo.
-Vou adorar usar esse buraquinho aqui - ele diz, fazendo pressão com o dedo médio na entrada do meu cu, mas sem enfiar.
Dou um pulo de susto com a carícia dele, olho pra ele surpresa e com um pouco de medo, pensando que já era o suficiente por hoje.
-Você não vai embora sem eu ficar satisfeito, sobrinha; me fez esperar mais de um ano pra provar seu corpo, tenho muita vontade acumulada. Vai, vai na cozinha e me traz uma cerveja - ele diz, me dando um tapa na bunda pra eu levantar da cama.
Ainda com as pernas de gelatina, faço o que ele manda; quando saio da cama, por um momento tropeço, porque ainda tô sem forças nas pernas.
-Com cuidado, sobrinha, hahahaha - meu tio fala, rindo de mim, orgulhoso de como me deixou.
-hahahahaha - eu também rio.
Devagar, saio do quarto e fecho a porta atrás de mim, me encosto um instante na porta. Uff... foi algo fabuloso, meus joelhos tão todos tremendo e minha respiração não consigo controlar, mas que boa trepada ele me deu! Parece que os rumores são verdadeiros, ele é muito bom na cama, se eu soubesse que era assim, teria deixado ele meter em mim há mais tempo.
Devagar e ainda nua, desço as escadas e vou direto pra cozinha. Espio dentro da geladeira, vejo as cervejas do meu tio, quando vou pegar uma, percebo que ele tem uma boa quantidade de comida, e depois de pensar um pouco, pego tudo que preciso pra fazer algo pra ele comer, embora a verdade é que não sei nada de cozinha, então decido por uns sanduíches. Corto o abacate e coloco tudo no pão. Sinto como da minha buceta ainda sai a porra do meu tio e escorre pelas minhas pernas longas.
Coloco dois sanduíches numa bandeja e, do mesmo jeito, duas cervejas abertas. Sei que ele só me pediu pra levar uma, mas acho que não vai ser suficiente. Com cuidado pra não derrubar nada, subo as escadas pra chegar de novo no meu tio. Com um pouco de dificuldade, abro a porta e encontro ele deitado, com as mãos atrás da cabeça, totalmente pelado, com a pica linda dele meio dura, e na hora minha boca enche d'água, igual minha buceta, que faz sair um fio de porra escorrendo pela minha perna esquerda até o joelho.
— Demorou pra caralho, já ia descer pra te buscar.
— Fiz um lanche pra você — falo, me aproximando devagar, rebolando o corpo.
— Muito bem, sobrinha, assim que eu gosto. O que mais você sabe fazer na cozinha?
— De comida, nada, jijiji — falo, meio sem graça, enquanto coloco a bandeja na cômoda do lado da cama, sem dobrar os joelhos pra esticar as pernas e empinar a bunda.
— Vai ter que aprender a fazer alguma coisa, porque toda vez que vier tomar minha pica, vai ter que me fazer comida — ele fala, esticando a mão pra pegar um sanduíche e comer.
— Toda vez que eu vier?
— Claro.
— Pensei que era só dessa vez e pronto — falo, sentando na beirada da cama, bem perto da pica dele.
— Kkkkkk... você é uma gostosa que não dá pra comer só uma vez, tá muito boa, sobrinha.
— Jijiji... obrigada.
— Além disso, não vai negar que você adora o que eu faço com minha pica.
— Jijiji... — só rio feito colegial e viro pra olhar a pica dele, que já tá se levantando.
— Não tá com fome? — ele fala, se referindo a eu não ter pegado o outro sanduíche.
— De comida, não.
— Kkkkkk... Mas de carne de homem, sim.
— JIJIJI...
— Tá esperando o quê? Vai chupar minhas bolas.
Ele abre as pernas enquanto vou subindo na cama dele e me posiciono no meio delas. Fico de joelhos, com as duas mãos na pica dele, sentindo o calor, e um pouco de... Umidade dos meus fluidos e do sêmen dele, eu o masturbo com ternura, devagar, sem perder nenhum detalhe da sua virilidade. Me inclino um pouco pra trás e curvo meu corpo, minha bunda fica empinada, enquanto meu cabelo cai dos dois lados do meu rosto. Mas pra não atrapalhar, arrumo ele todo pro lado esquerdo. Tô tão perto que consigo sentir o cheiro do meu próprio aroma impregnado na pele enrugada dos ovos dele, grandes e pesados.
Passo minha língua pelos meus lábios e, sem esperar mais, olhando nos olhos do meu tio, dou um beijo carinhoso no ovo esquerdo. O escroto dele se contrai de excitação, meu tio solta um suspiro, e eu repito a operação: um, dois, três beijos. E estico minha língua pra acariciar só com a ponta, enquanto minha mão esquerda segura a piroca pesada dele pra cima, pra não atrapalhar. Percorro com a ponta da língua as duas bolas dele, duras e quentes no contato. A cada minuto, vou usando mais a língua, balançando a cabeça de um lado pro outro pra não deixar nenhum pedaço sem provar. Com a língua debaixo dos ovos dele, eu os carrego; eles são pesados, e minha língua vira uma cama pra eles. Abrindo minha boca o máximo que consigo, tento enfiá-los na boca. Pressiono com os lábios enquanto uso meus dentes pra acariciá-los, de olhos fechados pra aproveitar mais o contato da minha boca nos ovos dele. Ao longe, escuto os suspiros do meu tio com minhas carícias bucais; as pernas dele tremem a cada toque dos meus dentes. Faço tudo com delicadeza, com ternura em cada chupada, em cada lambida.
— Haaa… você é uma boa sobrinha.
— Jiijij, obrigada — falo, me afastando dos ovos dele pra olhar e sorrir pra ele.
Passo minha língua da parte de baixo dos ovos dele até a ponta da piroca comprida dele, uma vez e outra, e volto pros ovos enquanto sinto nas minhas mãos as pulsações do coração dele, imitadas nas veias da piroca dele, que já tá mais dura que ferro. Chupando cada centímetro, vou subindo pelos ovos dele, pelo pau dele, até chegar na ponta.
Com a ponta da minha língua, percorro a parte de baixo da cabeça da pica dele, faço devagar, com carinho; uso meus lábios para abraçar a ponta da pica dele e chupo; meu tio contrai as pernas e solta um gemido, eu me sinto feliz por ser a que provoca isso e repito a chupada uma e duas vezes. Sem tirar a ponta da pica dele do meio dos meus lábios, massajo ele, já não chupo, só faço a ponta do meu tio se sentir à vontade com meus lábios enquanto passo a ponta da minha língua por toda a cabeçona dele, até chegar naquele buraquinho que os homens têm, passo minha língua duas ou três vezes, e com a ponta faço pressão.
- haaaaaaa!!!! - Meu tio responde às minhas carícias. Eu repito a operação mais um par de vezes até que, sem perceber, a pica dele vai entrando mais e mais nas profundezas da minha boca.
Por uns dois minutos, a pica dele entra e sai da minha boca, da ponta dos meus lábios até o fundo da minha garganta.
- Rachel - meu tio fala comigo para eu prestar atenção, eu paro de chupar mas não tiro a pica dele da minha boca, só deixo ela até a metade do meu céu da boca e, sem me mexer, olho nos olhos dele pra saber o que ele quer - Dá pra ver que você gosta de mamar - Com um movimento de afirmação da minha cabeça, respondo - você é uma putinha muito obediente - ele diz acariciando minha cabeça como fazem com as cachorrinhas - mas já chega - eu nego com a cabeça, não quero parar de chupar.
Ele ri quando começo a chupar com desespero, como se fosse a última pica que eu fosse comer na vida, ele me pega pelos cabelos com força e puxa pra me separar da pica dele, eu tou encantada com aquele pedaço de carne dentro da minha boca e não quero soltar, me agarro a ela, mas no final não tenho outra escolha a não ser soltar pela dor que sinto no meu cabelo. Fico olhando pra ele fazendo bico porque tiraram meu doce favorito.
- Quero provar essa bunda de puta que você tem.
- Sim, tio - falo com respeito - mas vai doer, você tem ela bem grande.
Ele... Vou para um lado da cama e, de quatro, me posiciono feito uma putinha, de costas pra ele.
— Mas você vai gostar, só aguenta.
— Sim, tio… Tá bom assim? — pergunto, empinando a bunda, arqueando as costas com os cotovelos na cama e olhando pra trás, esperando a resposta dele.
— Abaixa mais — ele manda, empurrando minhas costas até meus peitos encostarem na cama.
— Sim, tio.
— Olha só que bunda gostosa que você tem, sobrinha. Ssssshhhh, eu adoro — ele diz, enquanto coloca a ponta do pau na entrada do meu cu.
— Pra você aproveitar, tio.
Ele começa a fazer pressão, meu furinho resiste, enquanto eu aperto os olhos pra aguentar o que vem. Meu tio me segura pelos quadris e me puxa enquanto empurra o pau dele, a cabeça vai entrando, minha respiração acelera enquanto sinto a força das mãos dele nos meus quadris.
— Haaaaaauuuuu — começa a doer, é grande demais, mas tenho que aguentar.
— Ssssssshhhh… você tá bem apertadinha, aguenta, sobrinha, já entrou a cabeça.
— Haaauuu sim, siiiim, tiiiooooo haaaaaaaaa, tá doendo.
A entrada do pau dele é lenta e dolorosa, mas eu gosto, gosto de sentir essa dor de um pau de homem. Ele não para até as bolas dele baterem na minha buceta, até ter ele todo dentro de mim. Os gemidos dele são como os de um touro no cio, enquanto algumas lágrimas escorrem dos meus olhos e, pra ser sincera, não sei se são de dor ou de prazer.
— Quer que eu tire?
— NÃOOOOO!!! — falo num gemido suplicante — Aproveita meu cu, tio, não se preocupa, me come.
Ele me dá um tapa forte na bunda e começa a tirar devagar, com cuidado, até só a ponta ficar dentro do meu cu, e depois, com uma estocada forte, enfia metade da vara dele.
— HAAAAAAA!!!!!!!!! — grito de dor e prazer ao mesmo tempo.
Ele começa a meter e tirar num ritmo lento que me dá prazer e me tortura, porque meu cu se acostuma rápido com o pau dele e quer que ele vá mais rápido. Meu tio, com a experiência dele comendo putas, sabe que já pode fazer isso, me dá uma palmada forte na bunda que me faz gemer e sorrir ao mesmo tempo, com a mão direita me pega pelo cabelo e puxa enquanto acelera as investidas.
-HAAAAAAAA HAAAAAA HAAAAAAAAAA HAAAAAAA H AAAAAAA
-GGGGGGGGRRRRRRRR GGGGGGGGGRRRRRR TÁ BEM APERTADINHA, SOBRINHA!!!
Não consigo responder, só fico gemendo e apertando minha buceta pra dar mais prazer pra ele. Minhas costas se arqueiam mais e minha bunda sobe mais pra encontrar a dele. Ele passa a outra mão por baixo do meu corpo e aperta meus peitos com força, com domínio.
-HAAAAAAAAA HAAAAAAA TIIIIOOOO!!!
Ele solta meu cabelo e eu caio sobre os cotovelos, sobre os braços, viro a cabeça o máximo que posso pra olhar pra ele, com a boca aberta soltando gemido atrás de gemido, com os olhos semi-cerrados de prazer e suor na testa. Olho nos olhos dele e sorrio entre os gemidos, ele vê minha cara de puta feliz e me dá um tapa na bunda que me faz fechar os olhos e levantar a cabeça.
As estocadas dele ficam mais fortes, mais desesperadas, até que numa estocada brutal ele enfia tudo lá dentro, segurando minhas cadeiras com as duas mãos desesperadamente; começa a jorrar porra dentro do meu cu, uma vez e outra, jatos quentes de porra batendo dentro do meu corpo, os dedos dele se cravam no meu corpo jovem e sem mais, meu corpo responde ao prazer dele, começo a tremer, solto um grito de prazer e minha buceta se aperta em volta do pau dele, um pau que me fez feliz hoje. Meu corpo cai todo na cama, ele por cima de mim sem tirar o pau do meu cu, meus olhos se enchem de lágrimas de felicidade pelo orgasmo, fecho eles um momento ouvindo a respiração do meu tio na minha nuca.
Quando abro os olhos numa visão nebulosa do que tá rolando, minhas pernas tão nos ombros dele, ele tá metendo na minha buceta, nem sei quando ele me virou, mas meus gemidos não demoram a sair, por mais cansada que eu esteja. Depois de alguns minutos de transa nessa posição, gozo de novo e, sem conseguir evitar, meus olhos se fecham mais uma vez.
A próxima coisa que lembro é que acordei porque minha bunda tava doendo pra caralho, e é porque meu tio tinha me deitado de bruços na cama e tava metendo por trás. Fechei os olhos e, quando abri, ele tava chupando meus peitos igual um bebê. Consegui acariciar o cabelo dele enquanto fazia isso, mas de novo perdi a noção do que tava acontecendo. Abri os olhos e ele tava no meio das minhas pernas bem na hora que eu tava tendo um orgasmo, derramando toda a porra dele dentro da minha buceta, e na hora apaguei de novo.
No momento que acordo, olho rápido pra janela, tá escuro. Quanto tempo tô aqui? Cadê ele?
— Oi, sobrinha — meu tio fala saindo do banheiro.
— Que horas são?
— São 9 da noite, não é tarde.
— Mas já tenho que ir pra casa, meu pai vai ficar puto comigo por chegar tarde — coisa que não é verdade, mas tinha que falar algo pra sair daqui.
— Tá bem.
Levanto e na hora minha buceta arde e minhas pernas tremem como se eu tivesse corrido 50 quilômetros. Da minha buceta escorre um rio de porra até chegar nos meus joelhos.
— Você tava me comendo enquanto eu tava inconsciente.
— Sim, não conseguia parar.
— Tá na cara.
— Vou no banheiro me limpar.
Quando entro no banheiro, só pego papel higiênico pra limpar tudo que sai. Queria tomar um banho, mas não daria tempo, além disso não quero que meu tio tenha a ideia de me comer de novo, e aí sim eu não saio até amanhã, e isso ia me dar problema com meu pai.
Saio do quarto e visto a roupa o mais rápido que posso, no que minha buceta dolorida e minhas pernas trêmulas permitem. Debaixo da escada, meu tio já está me esperando, vestido.
—Eu te levo.
—Valeu, tio.
Não me lembro direito do caminho de volta porque fechei os olhos. Quando abri, já estava na entrada de casa. Por sorte, meu padrasto ainda não tinha chegado.
—Valeu, tio — falo ainda sentada dentro do carro.
—Valeu você. Fazia tempo que não sentia tanto prazer.
—Mas se você não tem falta de quem te dê sua dose de prazer.
—Mas ninguém se compara a você, gata.
—Hihihi, obrigada. Hihihi.
Saio do carro e fecho a porta. Me inclino para falar com ele pela janela.
—Fico feliz que tenha curtido. Até a próxima — viro de costas e entro em casa.
- Rachel, você me disse que isso não é verdade, né? - Fala a Wendy, que tá sentada do meu lado direito.
- O quê?
- Essa história do bigodudo - ela fala, apontando pro quadro onde tem uma foto do herói.
- Do Zapata? Kkkkk não, não é verdade.
- E como você sabe?
- Meu pai me contou.
Eu ia responder ela, mas na minha mochila ouvi o zumbido do meu iPhone quando chega uma mensagem no WhatsApp.
>> Oi, sobrinha - É uma mensagem do meu tio.
<
- E como ele sabe disso? - A Maite me pergunta.
- Ele sabe um monte de coisas, além disso me deu livros que falam tudo isso.
>> Como tá a bucetinha mais gostosa que eu conheço?
- Você pode me emprestar? << Hahaha… que coisa que você fala, cara. -Escrevo com o rosto corado.
- Você com um livro? Hahaha você só lê revista de moda e Playboy
>> Claro que é. Que horas você chega?
- Hahahaha…
- hahahaha… é brincadeira, claro que empresto, mas amanhã trago pra você, hoje tenho que ir na casa do meu tio, tem reunião de família Hahaha…
<
- O que você vai fazer? -Pergunto enquanto leio a resposta do meu tio
>> Assim que eu gosto, cumprindo suas promessas, não vejo a hora de te ter de pernas abertas.
- Também tenho reunião de família, meus pais convidaram meus primos pra comer em casa. São uns chatos. -Ele fala com a testa apoiada no encosto do banco.
- Hahaha… eles não são tão ruins assim -digo lembrando da vez que o primo mais velho dele, numa festa na casa dele, passou a mão na minha bunda, acho que ele nem lembra, de tão bêbado que tava.
<< Só quer isso de mim, né?
- e se você me levar pra sua família?
- Não faz assim Hahaha…
>> Meu amor, como não ia querer te comer hahaha se você tem um corpo feito pra ser aproveitado.
—Senhoritas! Vocês gostariam de compartilhar com a turma a conversa de vocês? Parece que é mais importante que minha aula. — A professora nos diz, nos pegando no meio da fofoca. A sala inteira ecoa com um “UUUUUUUUU!!!” Até a Jessica participa dessa zoação. — A gente tava prestando atenção sim — falo, envergonhada.
— Nesse caso, pode nos dar um resumo da aula.
— “UUUUUUUUUUUUUUUU…” — a sala responde.
Vadia — falei baixinho, só pras minhas amigas ouvirem. Levantei do meu lugar, respirei fundo e comecei a resumir a aula: Em dezembro de 1914, se reuniram em Xochimilco os dois líderes populares da revolução vitoriosa, Francisco Villa...
Fez-se um silêncio na sala, todo mundo esperando que a gente passasse vergonha.
— Espero que preste mais atenção — disse a professora, com um tom de surpresa na voz.
Me deixei cair na cadeira.
— Vadia — falei baixinho, mas metade da sala ouviu e todo mundo caiu na gargalhada.
— O que foi que a senhorita Rodríguez disse?
— Eu... nada. — Ela me encarou por uns segundos e depois continuou a aula.
Maite e eu nos olhamos nos olhos e depois rimos baixinho. Olhei de novo o WhatsApp do meu iPhone:
>> você tem umas pernas lindas, e uma bunda dos sonhos, redonda, empinada, dura; e esse par de peitos ufff... sem problemas, eu me alimentaria daí o dia inteiro.
>> Mas, definitivamente, sua bunda é minha parte favorita, vai ser a primeira coisa que vou usar quando você estiver aqui. — ao ler isso, minha buceta ficou molhada de tesão.
>>Ainda tá apertadinha aí? Uff… da diversão que vou ter. <
>>Mas será que ele faz isso? Ou não?>>Até agora todas imploram pra eu meter de novo depois que provam do que sou capaz.
>>Sou homem livre, e como homem livre faço o que quero.
>>Muito bem, vagabunda, vou estar te esperando.
E aquela última frase cheia de promessas me deixou ainda mais molhada.
Terminei a aula de duas horas, todo mundo começou a pegar suas coisas, a Jessica conversava com a Andrea sobre o trabalho em equipe que tinham que apresentar no dia seguinte, pelo visto iam se encontrar na casa da Andrea pra terminar; tenho certeza de que iam acabar peladas também. A Wendy falava no telefone, acho que era algo secreto porque tava falando mais baixo que o normal.
— Senhorita Rodríguez, pode vir aqui, por favor? — A professora me chamou. O que será que ela quer agora?
— No que eu sou boa, professora?
— Seu comportamento não é aceitável. Você é uma aluna muito boa, mas isso não te dá permissão pra distrair seus colegas. Vou te dar uma advertência, e você vai ter que ir falar com o diretor. — Enquanto ela escrevia a advertência, eu comecei a lembrar do dia anterior, quando tava na sala do diretor. Eu tava sentada na mesa dele com a blusa aberta enquanto ele chupava meu peito esquerdo igual um bebê.
— Desculpa, professora, não vai acontecer de novo. — Espero que o diretor seja rigoroso com você.
— E eu, lembrando como na semana passada ela me deixou deitada na mesma mesa, com a bunda pra cima, enquanto ele enfiava o pau na minha buceta, uma e outra vez.
Ela me deu a advertência, voltei pra pegar minha mochila e saí da sala, que já estava vazia. Enquanto andava pra alcançar minhas amigas na próxima aula, dei uma olhada rápida no papel, amassei ele até virar uma bolinha e joguei na primeira lixeira que encontrei no caminho.
— A professora quase te pegou quando você chamou ela de puta — disse a Mia.
— Ela se irrita por nada.
Não deu tempo de comentar o ocorrido porque a aula de matemática começou logo em seguida. Eu estava anotando uns exercícios quando recebi outra mensagem. Nem me preocupei em disfarçar ao pegar o celular, já que os encontros com meu professor de matemática fazem com que eu não me importe com essas coisas.
>> Oi, prima, como você tá? Tô na escola, só te escrevi porque quero saber se você vai em casa pra gente fazer aquilo do outro dia. Sei que você disse que seria só daquela vez, mas não consigo parar de pensar em você. Quero fazer de novo, por favor. Prometo que não conto pra ninguém.
Era meu primo. Há uns meses eu tirei a virgindade dele. Foi uma coisa fofa, quase me fez sentir prazer, mas obviamente não se compara com os caras que me comem. Ele ainda é um menino, hahaha, falo como se eu já fosse toda uma adulta. Só espero que não saia do controle. Vou ter que falar sério com ele.
A aula terminou e finalmente podíamos sair da escola. Eu e minhas amigas fomos direto pro parque central da cidade.
A Maite se despediu rapidinho porque o boy dela tava esperando. A Wendy foi com o pai, que segundo ela tava esperando pra almoçar num restaurante chamado Los Portales. A Jessica ia ter que esperar o motorista do pai chegar pra buscá-la.
— Preciso ir. rapidíssimo.
-Manda um abraço pra toda sua família.
-Sim.
A gente se deu um beijo na bochecha e foi assim que me despedi dela. Caminhei uns metros até o ponto de táxi onde meu amigo estava encostado no capô lendo um jornal daqueles que mostram os acontecimentos mais sangrentos da região, graças a Deus que eu nunca vi nada disso ao vivo; ele estava acompanhado por outros dois motoristas que, ao me verem, as pupilas deles dilataram e deram um cotovelo no meu amigo pra ele ver o que eles tinham na frente.
-Bom dia, senhorita - meu amigo me diz, surpreso.
-Oi, e meu nome é Rachel.
-Sim, claro, pra onde a gente vai? - ele me diz com a confiança de que só ele é meu motorista de táxi.
-Primeiro pra minha casa.
Ele dá a volta no carro e, em vez de abrir a porta de trás, abre a porta do carona pra mim. Eu hesito um momento em entrar, mas no fim aceito. Meu amigo sobe e liga o táxi.
-Como foi a escola? Uniforme bonito, por sinal.
-rsrsrs Obrigada, uma professora ficou brava comigo porque fiquei conversando na aula.
-rsrsrsrs... eu também fazia isso quando era jovem.
-Fala como se tivesse sido há muito tempo.
-Há 40 anos.
-wooowww eu pensei que você fosse mais novo.
-rsrsrs obrigada, você é muito gentil - ele me diz enquanto coloca uma mão na minha perna. Eu fico olhando pra ela, mas depois de pensar bem, deixo ela ali.
-Quantos anos o senhor tem?
-56
-Se outra pessoa me dissesse, eu não acreditaria.
-rsrsrs e de quantos você me acha?
-Um 47 no máximo.
-RSRSRSRS!!! Você é muito gentil mesmo RSRSRS!!! - eu rio junto com ele enquanto meu amigo aperta a mão na minha perna por cima da minha saia plissada do colégio.
O trajeto todo até em casa ele não tirou a mão da minha perna. A conversa ia super normal, mas as carícias dele não eram nada normais. Conforme o tempo passava, os dedos dele ficavam mais confiantes, apertava minha perna como se fosse propriedade dele, dava pra sentir a segurança dos 56 anos dele na minha perna. O trânsito ficou intenso e ele teve que ir devagar, bem devagar, o que deu a oportunidade dele aproveitar mais. tempo.
—Que estranho ter tantos carros —me diz meu amigo taxista, começando a mover a mão de cima pra baixo.
—Algum acidente?
—Talvez, ainda não vi nada.
O táxi foi avançando e meu amigo continuou com suas carícias furtivas, o calor do meio-dia, a promessa de prazer que me esperava com meu tio e as carícias do meu amigo faziam a temperatura do meu corpo começar a subir rapidamente. Os dedos dele chegaram na barra da minha saia, passaram os dedos na divisão entre pele e tecido, meu corpo reagiu àquela carícia com um leve arrepio. Meu amigo taxista esperou por uma reação contrária, mas eu não fiz nada. Os dedos dele ganharam terreno na minha pele, e a confiança dele cresceu, mas ainda assim ele ia devagar, esperando alguma rejeição que da minha parte nunca viria.
Lá longe, começo a ver a entrada do clube. Será que o dono está? Que dia é hoje? Preciso olhar o calendário, tenho que pagar a mensalidade. Minha buceta se contrai ao lembrar do jeito tão gostoso e insaciável que eu pago a mensalidade do clube. Meu padrasto sempre me dá dinheiro pra pagar o que gasto lá dentro, mas o que ele não sabe é que eu não pago nada, porque o dono, muito gentil, cuida disso.
Uns metros mais à frente, enquanto os dedos do meu amigo percorrem devagar a barra da minha saia pra cima, ganhando mais terreno, eu vejo que tem pelo menos umas dez viaturas e duas ou três ambulâncias com as luzes das sirenes ligadas.
—Por que tem tanto policial aí?
—Não é acidente —me diz meu amigo, enquanto os dedos dele estão quase completamente sobre minha pele.
—O que será que tá rolando? —Depois de alguns segundos de silêncio e com uma cara de jogador de xadrez, meu amigo me responde.
—Parece que é verdade —fico quieta esperando ele me contar o que tá acontecendo —na cidade vizinha, o povo tá pegando em armas pra tirar o presidente.
—Uauuu —é minha única resposta de surpresa.
—É, se tem tanta segurança assim, acho que é sério. Já ficou feia a situação.
Ao chegar na frente do clube, um policial federal faz sinal pra ele parar, o que faz meu amigo, sem muito ânimo, tirar a mão da minha perna.
— Boa tarde — o policial fala pra gente — se vocês vão continuar por esse caminho, sugiro que não sigam, não tá seguro no momento.
— Só vamos pra área residencial — meu amigo responde, apontando pra entrada principal que fica a uns 30 metros. O policial olha a entrada que o taxista indica.
— Tá bem, só tô recomendando que não é seguro ir por esse rumo durante o dia, fiquem de olho nas notícias pra saber se amanhã e nos próximos dias a segurança já foi restabelecida... — O policial, ao me ver, fica calado, olha pro meu rosto, e vejo o olhar dele descendo pelos meus peitos, minha barriga, e parando nas minhas pernas, onde a saia tá subida deixando ver mais do que o normal. Eu pego a barra e ajeito, meio sem graça. O policial olha pro meu amigo e depois pra mim — tenham um bom dia — ele fala e se afasta pra deixar a gente passar. Chegamos na entrada principal e o segurança pede minha identificação, depois de conferir, deixa a gente entrar. Passamos na frente da "lojinha", onde vejo o dono encostado na porta, olhando o show de viaturas e ambulâncias. Chegamos numa esquina e viramos pra finalmente ficar na frente da minha casa.
— Dá pra esperar? Só vou me trocar, não demoro.
— O que você quiser, minha rainha.
— Valeu! Você é muito fofo — e sem pensar, me estico pra dar um beijo na bochecha dele e saio correndo pra casa, deixando meu amigo taxista surpreso.
Ao entrar pelo portão grande da minha casa, vejo surpresa que o carro do meu pai tá aqui. Olho a hora no meu iPhone, é hora do almoço, acho que é por isso que ele veio.
— OI!!!...
Grito ao entrar em casa, vou direto pra cozinha, deixando minha mochila escolar num dos sofás da sala. Tá vazia e não tem sinal da mulher que faz a comida e a limpeza, e não parece que usaram a cozinha. Dou meia-volta Viro e penso em subir as escadas que estão na sala, mas meu padrasto está descendo, com um terno azul escuro, camisa branca, descendo os degraus tirando a gravata da mesma cor do terno.
— Oi, slutty.
— Oi, papai.
— Tava pensando em te levar pra comer, mas com o que tá rolando, não tenho muito tempo.
— Por causa dos policiais lá fora? Você vai pra cidade vizinha? — falo com um tom de medo.
— Não se preocupa, não vou pra aquele lugar. Tenho que ir pra capital resolver uns assuntos relacionados ao que tá acontecendo.
Mas tenho alguns minutos Ela me diz, pegando minha mão e me levando até um dos sofás da sala, me dá um beijo rápido nos lábios, me pega pela cintura e me faz girar; com domínio, me segura pela nuca com uma mão e me faz curvar, apoiando meu corpo no encosto do sofá. Coloco as mãos no assento pra me equilibrar.
Ouço ela abrir o zíper da calça, levanta minha saia e puxa minha calcinha pra baixo, me dá um tapa forte na bunda que me faz gritar de tão inesperado; enfia um dos pés entre os meus e, com um chute, separa minhas pernas o máximo que o elástico da minha calcinha permite — naquele momento, ela está nos meus joelhos. Com a mesma mão que me deu o tapa, separa um pouco a parte de baixo da minha bunda pra encostar a ponta do pau na entrada da minha buceta. Já com o pau na posição, me segura pela cintura com as duas mãos e, sem esperar nada, me enfia com força.
-HAAAAAAYYYYY!!!... -Gritei com o tratamento bruto do meu padrasto. O pau dele só entra a ponta, de tão apertada que eu tô. -HAAAAAAYYYYY!!!! DÓI PRA CARALHO!!!... -Falei quando ele me deu a segunda estocada, enfiando um pedaço pequeno do pau dele pra dentro.
-HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAYYYYY!!! -Ele me deu outra estocada violenta, enfiando o pau até a metade. -HAAAAUUUU... DEVAGAR!!! PELO AMOR DE DEUS, PAPI -Ele me deu um tapa forte na bunda.
-Falei que só tinha uns minutos, então seja uma boa putinha e relaxa -ele disse empurrando o pau mais fundo em mim.
-HAAAAAAUUU!!!... -Ele me deu mais uma estocada e o pau dele finalmente chegou no fundo da minha buceta. Umas lágrimas escorreram dos meus olhos pela dor que eu sentia, meu padrasto bufava como um touro no cio, as mãos dele apertavam minha cintura com força, e depois de alguns segundos curtindo as contrações da minha buceta, ele puxou o pau devagar até deixar só a cabeça dentro de mim. E de novo, tentou meter com força. -HAAAAAAAAYYYY!!!... – mas só conseguiu enfiar até a metade.
Ele empurrou mais duas vezes pra entrar tudo, e depois de uns segundos tirou devagar.
Meu papi repete a operação várias vezes até minha buceta se abrir pro pau dele e ele começa a me furar rapidinho, as investidas dele são rápidas e com força, meus gemidos logo viram de dor pra puro prazer, o sofá debaixo de mim anda uns centímetros pra frente por causa da força do macho que tá me comendo, o pau dele entra e sai da minha buceta que fica mais molhada a cada segundo; consigo sentir cada milímetro do pau enorme dele, o formato da cabeçona, as veias, os ovos batendo no meu corpo, o abdômen firme e bem definido dele colidindo com minha bunda, as mãos dele me apertam com força como se fosse me impedir de sair correndo, mas não vou, mesmo que pudesse, não deixaria meu macho na mão, gosto que eles fiquem satisfeitos. Ele me dá umas palmadas na bunda que me fazem gritar de susto e ardor, mas um sorriso se forma na minha boca pelo que ele faz comigo.—Vadia, vadia. —meu macho fala a cada investida, eu só consigo responder com gemidos —aperta meu pau, vadia —e eu obedeço na hora, contraindo os músculos da minha buceta em volta do pau enorme e lindo dele —haaaaaaagggg sim, que bem que faz isso, putinha, você faz muito bem… que buceta gostosa você tem… adoro.
E eu ponho toda minha força em apertar o pau dele com minha buceta, me sentindo feliz pelas palavras dele, por saber que meu macho favorito, meu macho que me transformou na puta que sou, tá contente com meu corpo, com tudo que eu sou.
Minhas mãos começam a perder força, meu macho percebe isso, pega meu cabelo e faz um rabo de cavalo num punho da mão dele e me puxa com força pra trás, na hora meu couro cabeludo arde, mas isso faz minha costa fazer uma curva pra baixo, o que deixa minha bunda mais empinada e fica mais fácil e gostoso pra ele me montar, com um gemido longo e profundo agradeço ele por me ajudar a manter a posição certa.
As investidas dele ficam mais rápidas, o corpo dele fica mais rígido, enquanto eu sinto meu orgasmo crescendo dentro de mim. pra mim, mas meu pai tá com pressa e não vai esperar eu gozar. Com um grunhido de touro no cio, ele enfia o pau até o fundo do meu ser, fica duro, puxa meu cabelo com mais força e eu sinto os ovos dele tremendo. Meio segundo depois, sinto o pau dele jorrando porra quente e grossa; é um tiro atrás do outro, nem consigo contar, mas sinto minha barriga crescendo de tanta porra. Meu padrasto treme a cada jato, enquanto rios de porra escorrem pelas laterais da minha buceta...
Ele fica parado por mais uns segundos, o pau já não treme mais porque parou de jorrar porra, mas meu padrasto é meticuloso, não se mexe até ter certeza de que descarregou toda a masculinidade dele dentro de mim. Depois de alguns segundos, ele tira o pau bem rápido, o que me causa um pouco de dor, sem soltar meu cabelo, me puxa com força e me faz ficar de joelhos. Eu faço o melhor que posso, mas meus movimentos são desajeitados, e em questão de segundos ele enfia o pau na minha boca.— Limpa bem, sua puta — meu padrasto fala com metade do pau dentro de mim.
Sinto na minha boca o gosto da porra dele, misturado com o gosto do pau e os sucos da minha buceta. Enfio e tiro da boca várias vezes, e enquanto faço isso, me surpreendo ao perceber que ele não perdeu nada da dureza, e acho que está pronto para tirar mais prazer do meu corpo.
Tiro o pau da boca e passo a língua por todo o tronco, pela parte de trás da cabeça dele, descendo até os ovos, que enfio na boca depois de limpá-los com a língua. Me afasto um pouco para examinar meu trabalho de limpeza e, onde vejo resquícios de sêmen ou dos meus sucos, me atiro naquele lugar para limpar com a língua e os lábios.
Já que tenho certeza de que está completamente limpa, olho nos olhos dele esperando aprovação —Bom trabalho, vadia— ele me diz com um olhar de superioridade e um sorriso no rosto. Ainda de joelhos, sem me levantar, pego o pau dele com delicadeza com uma mão e com a outra pego o elástico da cueca dele e guardo ele, me certifico de que o pau dele está confortável, pego a camisa dele e aliso ela e coloco pra dentro da calça, abotoando e subindo o zíper quando tenho certeza de que a camisa está na posição certa; quando termino de arrumar ele, dou um beijinho ali onde está o volume do pau dele e olho pra ele com um sorriso no rosto esperando a aprovação dele.—Bem feito, putinha— ele diz acariciando minha cabeça como a putinha que eu sou —você vai ter que comer sozinha dessa vez, vai pro clube que lá podem preparar o que você quiser— ele diz pegando a gravata dele e colocando na bolsa do paletó, eu não me levanto, fico meio sentada com a calcinha nos tornozelos e sentindo a porra do meu macho escorrendo da minha buceta. Vejo ele indo em direção à porta e quando abre ela, ele para, vira pra me perguntar —De quem é aquele táxi?
—É meu, pai, ele está me esperando porque eu queria ir na casa da Jéssica
—Queria ou quer?
—Quero— corrijo na hora.
—Se diverte, amor— ele me diz com um sorriso de felicidade no rosto e sai pela porta fechando ela atrás de si.
Tiro a calcinha, me levanto devagar e sinto o esperma do meu macho escorrendo pelas minhas pernas —Porra, vou ter que tomar um banho primeiro— pego meu iPhone e ligo pro meu amigo taxista.
—Pode me esperar mais um tempo? Tenho que fazer umas coisas antes de sair.
—Sem problema, minha rainha, eu te espero.
—Valeu! Não demoro nada.
Por um momento penso que seria certo convidar ele pra entrar em casa, já que acho falta de educação deixar ele esperando lá fora quando não precisaria, mas considerando os avanços da mão dele, acho que ele daria um jeito de abrir minhas pernas, e com o tesão que meu macho me deixou... Desculpa por não ter conseguido chegar ao meu próprio orgasmo, acho que não seria difícil pra ele conseguir, então é melhor não, assim tá bom. Subo as escadas devagar porque minhas pernas ainda estão tremendo, dou um sorriso ao ver umas gotas de sêmen escorrendo pelos meus joelhos até chegar nas meias escolares, ele sempre me deixa assim, toda mole, igual uma gelatina. O que será que ele tem que não me canso de sentir ele me metendo?
Já no meu quarto, vou direto pro banheiro, abro a torneira do chuveiro pra água começar a esquentar, ando pelo quarto tirando o suéter e deixando cair no chão, abro a porta do meu armário grande e fico pensando no que seria legal vestir enquanto desabotoo os botões da minha blusa.
Não me preocupo com a janela aberta que dá direto pro quarto onde meu vizinho mora, gosto de dar um showzinho pra ele de vez em quando; deixo minha blusa cair no chão, e tiro o sutiã que imediatamente faz companhia pra blusa no chão. Como tá calor, escolho minha saia jeans azul clara meio desbotada, ela vai até a metade das minhas pernas e quando eu sento sobe um pouco mais; pego minha camiseta branca com um desenho dos óculos do John Lennon, não vou usar sutiã, aliás, nem sei por que uso sutiã já que não preciso, meus peitos são redondos, empinados, durinhos, do tamanho perfeito pra combinar com meu corpo, não são grandes como os das atrizes pornô e sinceramente não ia gostar se fossem assim, do jeito que eles são firmes e empinados não preciso de sutiã, mas o que vou usar são umas calcinhas fio dental brancas. Devia levar uma bolsa com uma calcinha extra porque algo me diz que meu tio, assim como todos os outros, vai querer ficar com elas; do gaveteiro das meias pego um par de meias azul escuro e no lugar onde guardo meus sapatos escolho um All Star da mesma cor da minha saia, abro a porta onde estão minhas jaquetas e pego a de jeans pra combinar com a saia e, já com tudo que preciso, vou pro banheiro. Banheiro.
Debaixo do chuveiro, fecho os olhos por alguns segundos, deixo a água morna cair no meu rosto, escorrer pelo meu cabelo e descer pelo meu pescoço até meu peito, encharcando tudo no caminho: meus peitos redondos, meu abdômen liso, minha bunda empinada, firme e durinha — essa bunda que me rende elogios na rua e boas palmadas dos meus machos. A água morna escorre mais rápido pela linha que divide minhas nádegas, chegando um pouco na entrada da minha buceta, misturando-se com o esperma do meu macho que ainda está escorrendo de mim. A combinação de água e esperma desce pelas minhas pernas longas e finas — essas pernas que tantas vezes ficaram abertas uma para a outra para receber o macho da vez. A água termina seu percurso ao chegar nos meus pés descalços; às vezes, gosto de envolver a cintura do meu macho da vez com meus pés e puxá-lo para mim, pra fazer a penetração dele ficar mais profunda.
Passo a esponja cheia de sabão por todo o meu corpo, faço com cuidado, garantindo que tudo fique limpo. Com o xampu, faço o mesmo no meu cabelão. Quando a água começa a tirar todo o sabão do meu corpo, passo as mãos por todo o meu corpo jovem, descendo pelo meu abdômen liso até chegar onde começa minha buceta. Passo os dedos pelos meus lábios vaginais devagar, ainda inchados de tesão que meu padrasto deixou. Enfio meu dedo do meio, entra fácil inteiro, ainda tô muito molhada. Meto dois dedos e começo a enxaguar o resto de porra que tem lá dentro, tento limpar bem todo o interior da minha buceta. O processo me esquenta de novo; a palma da minha mão roça no meu clitóris, e eu solto uns gemidos. Enfio um segundo dedo e separo os lábios enquanto meus joelhos tremem de prazer. Limpar o pouco de porra que sobrou é gostoso pra caralho; meus dedos entram e saem cada vez mais rápido, mas me forço a parar. Posso gozar com a ajuda dos meus dedos, mas isso não ia adiantar. A experiência de me dar prazer sozinha me diz que, mesmo que eu goze, não vai ser suficiente pra baixar o tesão. A única coisa que pode me acalmar é outro corpo, outras mãos, uma rola entrando e saindo de mim, ou talvez outra buceta se esfregando na minha. É, é isso que eu preciso: outro corpo pra me ajudar a baixar o tesão que meu padrasto deixou.Pronta pra tudo, saio de casa. Meu amigo taxista ainda tá sentado no volante e se assusta quando abro a porta do carona e entro sem avisar.
— Já podemos ir — falo com um sorriso na boca. Ele fica me olhando por uns segundos, depois, sem tirar os olhos das minhas pernas, liga o carro e começa a andar. As viaturas ainda tão do lado do clube, e a gente sai da área residencial bem na hora que um grupo de quatro caminhonetes da polícia estadual chega com um monte de gente dentro delas. parece que são pessoas que estão no conflito na cidade vizinha, não sei, mas devem ser importantes para os policiais porque eles estão, acho, protegendo eles.
—E agora, onde te levo? —meu amigo fala depois de colocar a mão na minha perna.
—Na casa do meu tio —digo, ignorando os dedos dele apertando minha carne firme e limpa.
—Você cheira gostosa, tomou banho?
—Sim
—Devia ter me falado, um dos meus serviços extras como motorista é ensaboar as costas de meninas lindas.
—HAHAHA!!!... se eu soubesse… HAHAHA!!!
—Fica pra próxima.
—Quem sabe. —Foi bom não ter chamado ele pra entrar, se tivesse feito isso, ainda estaríamos na cama.
Tiro do bolso interno da minha jaqueta meu iPhone e vejo as mensagens que tenho, a maioria é dos meus caras dizendo que querem me ver, respondo todos, também tem uma do meu tio perguntando onde estou, só respondo “Já tô a caminho” e guardo meu iPhone no lugar.
Meu tio é um homem alto, de costas largas e músculos, embora não definidos, mas firmes, com seus 46 anos, e parece ansioso pra me ver, e não o culpo, demorei mais de um ano pra me convencer, ainda lembro da primeira tentativa dele, foi nos meses de férias, no que chamam de “Guadalupe Reyes”, era 24 de dezembro e toda a família se organizou em casais pra comprar as coisas que precisaríamos pra comida e passar a noite juntos, meu tio ficou de comprar as bebidas e eu fui com ele, quando compramos, ele me convidou pra umas cervejas, depois, na volta, fingi que tava dormindo e ele aproveitou pra me apalpar.
Depois daquele dia, pensei que era uma ideia super ruim ter algo com ele, pra começar, é irmão da minha mãe e a ousadia dele de já começar a me tocar na primeira vez, considerando nosso parentesco, pensei que ele não seria do tipo que guarda segredos, e da minha parte não quero perder a imagem que tenho com toda a minha família, sou a única das meninas que não fala palavrão, chega cedo em todo lugar, tenho boas notas... notas e, no geral, ela é uma santa. Entre conversas de família, com a avó, com algumas primas ou tias, de forma bem discreta, investiguei mais sobre meu tio e descobri que ele não casou porque não gosta de ficar preso, segundo as próprias palavras dele. A família toda sabe que ele é um mulherengo, sempre aparece com uma mulher diferente. Minha avó já teve discussões com ele, exigindo que ele sossegue, mas ele resiste a essa ideia. Desde os primeiros comentários que ouvi sobre ele, comecei a me interessar cada vez mais pelo que ele poderia me oferecer. Deixei ele me roçar nos encontros de família, e as insinuações dele ficavam mais descaradas conforme ele percebia que eu não me ofendia. Quanto mais eu sabia sobre ele, mais aceitava suas aproximações.
Gostava de ouvir que ele é um mulherengo dos piores e que troca de mulher como quem troca de meia. As tentativas dele e o jeito como falava comigo chegaram a um ponto que, bom, vocês já sabem, já contei a conversa que tive com ele pelo WhatsApp. Sem enganação, eu sabia bem que meu tio só queria me comer, ele mesmo me disse isso uma vez, e pra quê negar? Essa ideia me fascinava tanto que, na noite de Ano Novo, no abraço da meia-noite, falei que deixaria ele me comer.
Eu estava tão imersa nos meus pensamentos que nem percebi quando meu amigo taxista começou a acariciar minha perna esquerda. As carícias dele eram longas, da ponta do meu joelho até onde minha saia permitia, que era bem curta. Continuei pensando nas fofocas de família sobre meu tio… “Ele é um machista”
— Acho que chegamos. — meu amigo diz sem tirar a mão de debaixo da minha saia, o dedo mindinho quase roçando minha calcinha.
— Sim, quanto te devo?
— Não é nada, princesa, você sabe que sua companhia já basta — ele diz, apertando a mão na minha perna.
— Sério? Às vezes acho que não é justo.
— Fica tranquila, quer que eu te espere?
— Não, vou ficar um bom tempo.
— A que horas? Venho te buscar?
—Heeeeeemmm... não sei, te ligo.
Chego perto dele e dou um beijo na bochecha, abro a porta e saio do táxi. Na hora, aperto o botão do interfone.
—Oi, quem é?
—Oi, tio, sou eu, Rachel.
—Haaa... beleza, entra.
Empurro a porta depois de ouvir aquele barulho clássico de motor da fechadura, antes de fechá-la vejo meu amigo dentro do táxi, mando um beijo pra ele e fecho a porta.
A casa dele é bem grande, atravesso o quintal cheio de grama de um verde intenso, adoro a sensação macia que sinto sob meus pés. Meu tio está me olhando do outro lado da parede de vidro, ele tá vestindo uma jeans e uma camisa xadrez, parece aqueles engenheiros de construção da TV. Tá com uma cerveja na mão.
—Oi, tio — falo já com ele dentro de casa.
—Oi, sobrinha — percebo pelo tom de voz que não é a primeira cerveja dele.
—jijijij...
Sem perder tempo e dando uma surpresa gostosa, pego ele pelo pescoço e beijo. Tenho que ficar na ponta dos pés e esticar o corpo todo pra sentir o gosto da cerveja direto da boca dele. Acho que ele se surpreendeu por eu ter beijado ele de cara, porque demorou um pouco pra corresponder minhas carícias na boca.
Com a mão direita ele me segurou pela cintura, ainda com a cerveja na mão, e com a outra foi direto pro meu rabo. Eu balancei de um lado pro outro quando senti a mão dele apertar minha bunda direita, acompanhado de um gemido na minha garganta. A verdade é que eu também me surpreendi comigo mesma por beijar ele assim logo de cara, mas é que, com as carícias do meu amigo taxista, depois com a foda que meu padrasto me deu e me deixou sem gozar, e depois de novo as carícias do meu amigo, nesse momento eu tava muito, muito quente. Como é que falam? Tipo uma puta no cio.- Puta - ele fala num segundo que nossos lábios se separaram.
Meu corpo tremeu com essas palavras, dei um beijo rápido e, rindo feito colegial, me afastei dele e saí correndo escada acima, deixando ele parado sem dizer nada. Cheguei no quarto dele e, o mais rápido que pude, tirei toda a roupa. Me deitei na cama dele, de lençóis brancos, e peguei um dos travesseiros enormes dele, coloquei na minha frente, entre minhas pernas, cobrindo minha nudez. Meu tio entrou, fechou a porta e ficou me olhando por uns segundos. Notei que ele não tava com a cerveja. Sem tirar os olhos de mim, ele andou pro lado direito da cama enorme, se acariciando entre as pernas. Minha boca, assim como minha buceta, ficaram molhadas na hora, famintas por pica.
- Tá com tesão? - meu tio me pergunta.
- Sim - eu falo, pegando uma ponta do travesseiro e rindo que nem idiota.
Não era isso que eu tinha planejado. Eu queria me fazer de difícil, fazer ele suar pra me levar pra cama, mas agora tô na cama dele, nua, literalmente pedindo pica.
- Vem - meu tio fala, se acariciando o volume da calça.
Eu vou de quatro até ele, feito uma putinha, olhando direto pra mão dele pra não perder nenhum detalhe de como ele abaixa o zíper e tira o botão da calça. A mão dele entra por baixo da cueca e, puxando o pano, tira a pica a centímetros do meu rosto. Minha boca enche de saliva, assim como minha buceta enche de melado.
Olho nos olhos dele, pedindo permissão - Me mostra o que você sabe fazer. foxy— meu tio me chama, passo a língua nos lábios me aproximando da bela pica dele, branca, com a cabeça rosada, grossa e comprida, muito comprida. Consigo ver as veias verdes saltando na parte de cima; ele segura a pica com a mão direita enquanto a esquerda pega na minha cabeça me puxando pra chegar mais perto, todo rasgado; abro a boca e estico um pouco a língua pra servir de cama pra virilidade dele.
Minhas mãos ainda estão em cima da cama, enquanto minha bunda balança de um lado pro outro devagar, igual as cachorrinhas fazem, olho nos olhos dele enquanto a glande se aproxima cada vez mais, um sorriso de felicidade se desenha na minha boca quando a glande encosta na minha língua — ssssssssss — é a resposta do meu tio. A mão dele faz pressão numa ordem silenciosa e eu obedeço na hora, deixo ele me puxar pra perto, enfiando a pica dele na minha boca juvenil.
—Finalmente —diz meu tio entre gemidos, olhando para o teto do quarto dele. Minha garganta resiste pra deixar toda a pica dele entrar, meu corpo se arqueia como resposta, fecho os olhos e me concentro pra deixar ele meter a pica onde quiser. Hoje sou dele, ele é meu macho e tenho que satisfazê-lo.
A pica dele entra enquanto a mão dele faz pressão na minha nuca, até que, finalmente, meu nariz bate contra o corpo dele e os ovos dele contra meu queixo. Sinto a pica dele a um palmo da minha garganta, não consigo respirar, mas mesmo assim não me afasto. Ele, com a mão livre, pega no meu pescoço e faz pressão onde a pica dele está.
-Impressionante, você engole tudo - ele me elogia. Me sinto orgulhosa por ele estar satisfeito com minha habilidade de garganta profunda. Ele vai tirando devagar enquanto uma lágrima escorre pela minha bochecha direita. Quando a masculinidade dele se separa da minha boca, deixa um fio de sucos e saliva da ponta até meus lábios, minha respiração é rápida para recuperar o ar perdido.
-Você gosta de chupar pica?
-Sim
-Quer mais?
-Por favor
A pica dele começa o caminho até as profundezas da minha garganta, desta vez começa com uma metida e tirada lenta, mas contínua. Depois de alguns minutos, ele começa a tirar a camisa que está vestindo, mas sem parar de mover os quadris para continuar usando minha boca. Depois, me pega pela cabeça com as duas mãos e suas calças caem até os tornozelos. Chutando uma perna de cada vez, ele tira as calças e a cueca, e assim fica nu.
- Você mama muito gostoso, sobrinha, mas ainda não quero gozar. Anda, deita e abre as pernas – ele me diz, dando um tapinha na minha bochecha esquerda. Eu obedeço na hora, sorrindo como se fosse fazer uma travessura; junto e separo as pernas, ele sobe na cama e fica de joelhos no meio das minhas coxas.
- Nossa, você é muito gostosa.
- Pra você se divertir do jeito que quiser, tio – falo sorrindo.
Ele se abaixa e a língua dele vai direto pra minha buceta, sem preâmbulos, sem preparação. A língua dele entra desesperada entre meus lábios vaginais, até encontrar a entrada que todo homem que me olha adoraria achar. A língua dele penetra o máximo que pode enquanto minha coluna arqueia pra cima e eu solto um gemido longo e catártico.
- HAAAAAAAAAAAAA… TIOOOOO!!!!
Os lábios dele se movem de um lado pro outro junto com a língua, a respiração do nariz dele no meu clitóris me destrói. Puxo o cabelo dele com força com as duas mãos, não sei se afasto ele da minha buceta ou aperto mais. O prazer que ele me dá é lindo, é único, visceral, animal. É o paraíso.
Minhas pernas tremem, enquanto meus peitos sobem e descem no ritmo da minha respiração ofegante. Minha cabeça vai de um lado pro outro, com a boca aberta e os olhos fechados, solto gemidos sem parar. Gemidos de uma adolescente que adora paus de coroa, gemidos de uma adolescente que gosta de ser tratada como uma putinha, como um brinquedo sexual de uso exclusivo de homens maduros e dominadores.
- haaaaaa… haaaaa.. haaaaa.. haaaaawwwwww tíoooo haaaa ahaaaggggg gggg….ggg vou gozar.
Meu tio, ao ouvir minha confissão, foi direto pro meu clitóris. Os lábios dele o prenderam e balançaram de um lado pro outro, com a língua fazendo pressão no meu clitóris, até que não aguentei mais e gozei num grito de prazer difícil de explicar.
- HAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!.. QUE GOSTOSO!!!!!!!!!!! DELÍCIA!!!!
Meu corpo não parava de tremer e meu tio não parava de... comendo minha buceta, meus gemidos eram incontroláveis e acompanhados pelos sons de chafurdar da minha buceta, minha barriga lisa doía de tanto tempo dura, sentia que tava me afogando porque os gemidos não deixavam eu respirar direito. E sem conseguir evitar, mais um orgasmo chegou com toda força, soltando uma porrada de sucos na boca do meu tio.
-TÍOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!! -Foi a única coisa que consegui falar.
Minha respiração tá pesada, meu corpo treme sob o olhar dele, ele tá ajoelhado no meio das minhas pernas olhando minha alma voltar pro meu corpo, quando olho nos olhos dele sorrindo, ele se aproxima e me beija, devagar, com uma ternura que contrasta pra caralho com o safado que ele é.
-Agora é minha vez -meu tio fala bem perto da minha boca.
Ele me beija de novo enquanto com uma mão pega o pau dele e desliza ao longo da minha intimidade. Minha buceta se contrai com as carícias da vara dele, meu corpo treme de expectativa pelo que vem; por um momento penso em pedir trégua por uns minutos, mas me seguro, não quero decepcionar ele, quero que ele curta meu corpo o quanto quiser.
Abro mais as pernas e encolho elas, deixando meus pés no ar, assim ele entra melhor. Ele sorri diante da minha submissão, encaixa a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta jovem e começa a fazer pressão.
A umidade que tenho depois dos dois orgasmos faz ele entrar sem muito problema, mas isso não impede de arder um pouco por causa do tamanhão. Olho pra baixo, vejo com os olhos arregalados e a boca totalmente aberta como vai entrando centímetro por centímetro de carne de macho, até que não aguento mais e num gemido longo e libertador, estico meu pescoço e minha cabeça pra trás enquanto ele faz o mesmo.
-Puta merda!!! Tá bem apertadinha, sobrinha… que delíciaaaa…
Quando os ovos pesados dele batem na minha bunda, sei que já tá totalmente dentro do meu corpo. Isso é a glória. Ele começa a tirar devagar, curtindo as Contrações da minha buceta, doi um pouco, mas aguento a hombridade do meu macho, e de novo ele vai enfiando no mesmo ritmo, devagar, saboreando minha buceta apertada. A cada entrada e saída ele acelera, e meus gemidos acompanham o embalo dele.
Enquanto me fode, ele apoia as mãos dos lados da minha cabeça, olhando meus peitos duros e redondos balançando pra todo lado; ele sorri cada vez que eu solto um gemido. Minhas mãos estão acima da minha cabeça, o prazer que ele me dá não me deixa pensar no que fazer com elas. Quando nossos olhares se encontram, não consigo evitar sorrir entre os gemidos.
- Tiooooo!!! Haa haaaaa haaaaaa…- Sobrinha ggrr gggrrrr… você é bem apertadinha.
- haaaa haaaa haaaaaa
- Você é uma delíciaaaaaaaaa… haaaaaaaaaagggggggg… olha só que… ggggrrr corpo que você tem, putaaaaa…
- haaaaaaaaaaaaa haaaaa haaaaaaaa haaaaaaaa pa… paaaa haaaaa… para que… se divirtaaaaaa haa haaaaaa haaaaaaa haaaaaaa.
- Você é uma putinha de sobrinha
- haaaaaaa haaaaaaa haaaaaaaaaa haaaaaaaaaaaaaaa e você um safado de verdadeeeee haaaaaa haaaaaaa
- Tá gostando de como eu tô te comendo?
- tô tô tô… tô amaaaaando.. me come tio, usa sua sobrinha pro seu prazer ahaaaa haaaaaa siiiii deeeeeus siiiii que gostoso é tudoooooooo haaaaaaa haaaaaaaaaa siiiiiiiiii
Suas estocadas foram aumentando em velocidade e força, meu corpo inteiro se mexia no ritmo das metidas enquanto eu o convidava a continuar – haaaa haaa siii tio siii haaaa é um safado haaaa haaa siii eu amo haaaaa haaa haaaaa siiii meu safado siii haaaaa haaaaaaaa haaaaaa – até que nenhum de nós aguentou mais e, como se estivéssemos combinados, nossos corpos se tensionaram.
Eu comecei a tremer, enquanto via a rigidez do pescoço dele enquanto as estocadas eram rápidas e firmes, fechei os olhos quando meu orgasmo chegou, minha buceta se contraiu em volta da pica do meu tio, abraçando ela, apertando; uma corrente elétrica nasceu daquele ponto se espalhando pelas minhas pernas, minha barriga lisa, meus peitos, por todo meu corpo. Meu tio meteu até o fundo numa última estocada brutal, ficando parado sem parar de fazer pressão, a porra dele começou a sair em jatos, um atrás do outro; não sei quantos foram, mas doeu um pouco minha barriga pela quantidade que ele tava deixando dentro, porra quente e grossa.
Não me dei conta de como aconteceu, mas eu tava de bruços mostrando minha bunda orgulhosa, ele ainda do meu lado olhando pro teto, recuperando o fôlego igual a mim, sentia minha buceta escorrendo porra de safado sem parar.
- Mas que bunda gostosa você tem, sobrinha - ele me fala enquanto Ele acaricia suavemente de cima a baixo, como se estivesse acariciando o lombo de uma putinha - duro e empinado, do jeito que eu gosto.
Abri meus olhos e o descobri deitado sobre um dos cotovelos, com a outra mão na minha bunda, olhando meu corpo jovem e bem trabalhado na academia. Sorri pra ele, mexi a bunda igual uma putinha feliz, e a verdade é que eu tava mesmo, por perceber que meu macho, meu tio, tá satisfeito com meu corpo.
-Vou adorar usar esse buraquinho aqui - ele diz, fazendo pressão com o dedo médio na entrada do meu cu, mas sem enfiar.
Dou um pulo de susto com a carícia dele, olho pra ele surpresa e com um pouco de medo, pensando que já era o suficiente por hoje.
-Você não vai embora sem eu ficar satisfeito, sobrinha; me fez esperar mais de um ano pra provar seu corpo, tenho muita vontade acumulada. Vai, vai na cozinha e me traz uma cerveja - ele diz, me dando um tapa na bunda pra eu levantar da cama.
Ainda com as pernas de gelatina, faço o que ele manda; quando saio da cama, por um momento tropeço, porque ainda tô sem forças nas pernas.
-Com cuidado, sobrinha, hahahaha - meu tio fala, rindo de mim, orgulhoso de como me deixou.
-hahahahaha - eu também rio.
Devagar, saio do quarto e fecho a porta atrás de mim, me encosto um instante na porta. Uff... foi algo fabuloso, meus joelhos tão todos tremendo e minha respiração não consigo controlar, mas que boa trepada ele me deu! Parece que os rumores são verdadeiros, ele é muito bom na cama, se eu soubesse que era assim, teria deixado ele meter em mim há mais tempo.
Devagar e ainda nua, desço as escadas e vou direto pra cozinha. Espio dentro da geladeira, vejo as cervejas do meu tio, quando vou pegar uma, percebo que ele tem uma boa quantidade de comida, e depois de pensar um pouco, pego tudo que preciso pra fazer algo pra ele comer, embora a verdade é que não sei nada de cozinha, então decido por uns sanduíches. Corto o abacate e coloco tudo no pão. Sinto como da minha buceta ainda sai a porra do meu tio e escorre pelas minhas pernas longas.
Coloco dois sanduíches numa bandeja e, do mesmo jeito, duas cervejas abertas. Sei que ele só me pediu pra levar uma, mas acho que não vai ser suficiente. Com cuidado pra não derrubar nada, subo as escadas pra chegar de novo no meu tio. Com um pouco de dificuldade, abro a porta e encontro ele deitado, com as mãos atrás da cabeça, totalmente pelado, com a pica linda dele meio dura, e na hora minha boca enche d'água, igual minha buceta, que faz sair um fio de porra escorrendo pela minha perna esquerda até o joelho.
— Demorou pra caralho, já ia descer pra te buscar.
— Fiz um lanche pra você — falo, me aproximando devagar, rebolando o corpo.
— Muito bem, sobrinha, assim que eu gosto. O que mais você sabe fazer na cozinha?
— De comida, nada, jijiji — falo, meio sem graça, enquanto coloco a bandeja na cômoda do lado da cama, sem dobrar os joelhos pra esticar as pernas e empinar a bunda.
— Vai ter que aprender a fazer alguma coisa, porque toda vez que vier tomar minha pica, vai ter que me fazer comida — ele fala, esticando a mão pra pegar um sanduíche e comer.
— Toda vez que eu vier?
— Claro.
— Pensei que era só dessa vez e pronto — falo, sentando na beirada da cama, bem perto da pica dele.
— Kkkkkk... você é uma gostosa que não dá pra comer só uma vez, tá muito boa, sobrinha.
— Jijiji... obrigada.
— Além disso, não vai negar que você adora o que eu faço com minha pica.
— Jijiji... — só rio feito colegial e viro pra olhar a pica dele, que já tá se levantando.
— Não tá com fome? — ele fala, se referindo a eu não ter pegado o outro sanduíche.
— De comida, não.
— Kkkkkk... Mas de carne de homem, sim.
— JIJIJI...
— Tá esperando o quê? Vai chupar minhas bolas.
Ele abre as pernas enquanto vou subindo na cama dele e me posiciono no meio delas. Fico de joelhos, com as duas mãos na pica dele, sentindo o calor, e um pouco de... Umidade dos meus fluidos e do sêmen dele, eu o masturbo com ternura, devagar, sem perder nenhum detalhe da sua virilidade. Me inclino um pouco pra trás e curvo meu corpo, minha bunda fica empinada, enquanto meu cabelo cai dos dois lados do meu rosto. Mas pra não atrapalhar, arrumo ele todo pro lado esquerdo. Tô tão perto que consigo sentir o cheiro do meu próprio aroma impregnado na pele enrugada dos ovos dele, grandes e pesados.
Passo minha língua pelos meus lábios e, sem esperar mais, olhando nos olhos do meu tio, dou um beijo carinhoso no ovo esquerdo. O escroto dele se contrai de excitação, meu tio solta um suspiro, e eu repito a operação: um, dois, três beijos. E estico minha língua pra acariciar só com a ponta, enquanto minha mão esquerda segura a piroca pesada dele pra cima, pra não atrapalhar. Percorro com a ponta da língua as duas bolas dele, duras e quentes no contato. A cada minuto, vou usando mais a língua, balançando a cabeça de um lado pro outro pra não deixar nenhum pedaço sem provar. Com a língua debaixo dos ovos dele, eu os carrego; eles são pesados, e minha língua vira uma cama pra eles. Abrindo minha boca o máximo que consigo, tento enfiá-los na boca. Pressiono com os lábios enquanto uso meus dentes pra acariciá-los, de olhos fechados pra aproveitar mais o contato da minha boca nos ovos dele. Ao longe, escuto os suspiros do meu tio com minhas carícias bucais; as pernas dele tremem a cada toque dos meus dentes. Faço tudo com delicadeza, com ternura em cada chupada, em cada lambida.
— Haaa… você é uma boa sobrinha.
— Jiijij, obrigada — falo, me afastando dos ovos dele pra olhar e sorrir pra ele.
Passo minha língua da parte de baixo dos ovos dele até a ponta da piroca comprida dele, uma vez e outra, e volto pros ovos enquanto sinto nas minhas mãos as pulsações do coração dele, imitadas nas veias da piroca dele, que já tá mais dura que ferro. Chupando cada centímetro, vou subindo pelos ovos dele, pelo pau dele, até chegar na ponta.
Com a ponta da minha língua, percorro a parte de baixo da cabeça da pica dele, faço devagar, com carinho; uso meus lábios para abraçar a ponta da pica dele e chupo; meu tio contrai as pernas e solta um gemido, eu me sinto feliz por ser a que provoca isso e repito a chupada uma e duas vezes. Sem tirar a ponta da pica dele do meio dos meus lábios, massajo ele, já não chupo, só faço a ponta do meu tio se sentir à vontade com meus lábios enquanto passo a ponta da minha língua por toda a cabeçona dele, até chegar naquele buraquinho que os homens têm, passo minha língua duas ou três vezes, e com a ponta faço pressão.- haaaaaaa!!!! - Meu tio responde às minhas carícias. Eu repito a operação mais um par de vezes até que, sem perceber, a pica dele vai entrando mais e mais nas profundezas da minha boca.
Por uns dois minutos, a pica dele entra e sai da minha boca, da ponta dos meus lábios até o fundo da minha garganta.
- Rachel - meu tio fala comigo para eu prestar atenção, eu paro de chupar mas não tiro a pica dele da minha boca, só deixo ela até a metade do meu céu da boca e, sem me mexer, olho nos olhos dele pra saber o que ele quer - Dá pra ver que você gosta de mamar - Com um movimento de afirmação da minha cabeça, respondo - você é uma putinha muito obediente - ele diz acariciando minha cabeça como fazem com as cachorrinhas - mas já chega - eu nego com a cabeça, não quero parar de chupar.
Ele ri quando começo a chupar com desespero, como se fosse a última pica que eu fosse comer na vida, ele me pega pelos cabelos com força e puxa pra me separar da pica dele, eu tou encantada com aquele pedaço de carne dentro da minha boca e não quero soltar, me agarro a ela, mas no final não tenho outra escolha a não ser soltar pela dor que sinto no meu cabelo. Fico olhando pra ele fazendo bico porque tiraram meu doce favorito.
- Quero provar essa bunda de puta que você tem.
- Sim, tio - falo com respeito - mas vai doer, você tem ela bem grande.
Ele... Vou para um lado da cama e, de quatro, me posiciono feito uma putinha, de costas pra ele.
— Mas você vai gostar, só aguenta.
— Sim, tio… Tá bom assim? — pergunto, empinando a bunda, arqueando as costas com os cotovelos na cama e olhando pra trás, esperando a resposta dele.
— Abaixa mais — ele manda, empurrando minhas costas até meus peitos encostarem na cama.
— Sim, tio.
— Olha só que bunda gostosa que você tem, sobrinha. Ssssshhhh, eu adoro — ele diz, enquanto coloca a ponta do pau na entrada do meu cu.
— Pra você aproveitar, tio.
Ele começa a fazer pressão, meu furinho resiste, enquanto eu aperto os olhos pra aguentar o que vem. Meu tio me segura pelos quadris e me puxa enquanto empurra o pau dele, a cabeça vai entrando, minha respiração acelera enquanto sinto a força das mãos dele nos meus quadris.
— Haaaaaauuuuu — começa a doer, é grande demais, mas tenho que aguentar.
— Ssssssshhhh… você tá bem apertadinha, aguenta, sobrinha, já entrou a cabeça.
— Haaauuu sim, siiiim, tiiiooooo haaaaaaaaa, tá doendo.
A entrada do pau dele é lenta e dolorosa, mas eu gosto, gosto de sentir essa dor de um pau de homem. Ele não para até as bolas dele baterem na minha buceta, até ter ele todo dentro de mim. Os gemidos dele são como os de um touro no cio, enquanto algumas lágrimas escorrem dos meus olhos e, pra ser sincera, não sei se são de dor ou de prazer.
— Quer que eu tire?
— NÃOOOOO!!! — falo num gemido suplicante — Aproveita meu cu, tio, não se preocupa, me come.
Ele me dá um tapa forte na bunda e começa a tirar devagar, com cuidado, até só a ponta ficar dentro do meu cu, e depois, com uma estocada forte, enfia metade da vara dele.
— HAAAAAAA!!!!!!!!! — grito de dor e prazer ao mesmo tempo.
Ele começa a meter e tirar num ritmo lento que me dá prazer e me tortura, porque meu cu se acostuma rápido com o pau dele e quer que ele vá mais rápido. Meu tio, com a experiência dele comendo putas, sabe que já pode fazer isso, me dá uma palmada forte na bunda que me faz gemer e sorrir ao mesmo tempo, com a mão direita me pega pelo cabelo e puxa enquanto acelera as investidas.
-HAAAAAAAA HAAAAAA HAAAAAAAAAA HAAAAAAA H AAAAAAA -GGGGGGGGRRRRRRRR GGGGGGGGGRRRRRR TÁ BEM APERTADINHA, SOBRINHA!!!
Não consigo responder, só fico gemendo e apertando minha buceta pra dar mais prazer pra ele. Minhas costas se arqueiam mais e minha bunda sobe mais pra encontrar a dele. Ele passa a outra mão por baixo do meu corpo e aperta meus peitos com força, com domínio.
-HAAAAAAAAA HAAAAAAA TIIIIOOOO!!!
Ele solta meu cabelo e eu caio sobre os cotovelos, sobre os braços, viro a cabeça o máximo que posso pra olhar pra ele, com a boca aberta soltando gemido atrás de gemido, com os olhos semi-cerrados de prazer e suor na testa. Olho nos olhos dele e sorrio entre os gemidos, ele vê minha cara de puta feliz e me dá um tapa na bunda que me faz fechar os olhos e levantar a cabeça.
As estocadas dele ficam mais fortes, mais desesperadas, até que numa estocada brutal ele enfia tudo lá dentro, segurando minhas cadeiras com as duas mãos desesperadamente; começa a jorrar porra dentro do meu cu, uma vez e outra, jatos quentes de porra batendo dentro do meu corpo, os dedos dele se cravam no meu corpo jovem e sem mais, meu corpo responde ao prazer dele, começo a tremer, solto um grito de prazer e minha buceta se aperta em volta do pau dele, um pau que me fez feliz hoje. Meu corpo cai todo na cama, ele por cima de mim sem tirar o pau do meu cu, meus olhos se enchem de lágrimas de felicidade pelo orgasmo, fecho eles um momento ouvindo a respiração do meu tio na minha nuca.
Quando abro os olhos numa visão nebulosa do que tá rolando, minhas pernas tão nos ombros dele, ele tá metendo na minha buceta, nem sei quando ele me virou, mas meus gemidos não demoram a sair, por mais cansada que eu esteja. Depois de alguns minutos de transa nessa posição, gozo de novo e, sem conseguir evitar, meus olhos se fecham mais uma vez.A próxima coisa que lembro é que acordei porque minha bunda tava doendo pra caralho, e é porque meu tio tinha me deitado de bruços na cama e tava metendo por trás. Fechei os olhos e, quando abri, ele tava chupando meus peitos igual um bebê. Consegui acariciar o cabelo dele enquanto fazia isso, mas de novo perdi a noção do que tava acontecendo. Abri os olhos e ele tava no meio das minhas pernas bem na hora que eu tava tendo um orgasmo, derramando toda a porra dele dentro da minha buceta, e na hora apaguei de novo.
No momento que acordo, olho rápido pra janela, tá escuro. Quanto tempo tô aqui? Cadê ele?
— Oi, sobrinha — meu tio fala saindo do banheiro.
— Que horas são?
— São 9 da noite, não é tarde.
— Mas já tenho que ir pra casa, meu pai vai ficar puto comigo por chegar tarde — coisa que não é verdade, mas tinha que falar algo pra sair daqui.
— Tá bem.
Levanto e na hora minha buceta arde e minhas pernas tremem como se eu tivesse corrido 50 quilômetros. Da minha buceta escorre um rio de porra até chegar nos meus joelhos.
— Você tava me comendo enquanto eu tava inconsciente.
— Sim, não conseguia parar.
— Tá na cara.
— Vou no banheiro me limpar.
Quando entro no banheiro, só pego papel higiênico pra limpar tudo que sai. Queria tomar um banho, mas não daria tempo, além disso não quero que meu tio tenha a ideia de me comer de novo, e aí sim eu não saio até amanhã, e isso ia me dar problema com meu pai.
Saio do quarto e visto a roupa o mais rápido que posso, no que minha buceta dolorida e minhas pernas trêmulas permitem. Debaixo da escada, meu tio já está me esperando, vestido.
—Eu te levo.
—Valeu, tio.
Não me lembro direito do caminho de volta porque fechei os olhos. Quando abri, já estava na entrada de casa. Por sorte, meu padrasto ainda não tinha chegado.
—Valeu, tio — falo ainda sentada dentro do carro.
—Valeu você. Fazia tempo que não sentia tanto prazer.
—Mas se você não tem falta de quem te dê sua dose de prazer.
—Mas ninguém se compara a você, gata.
—Hihihi, obrigada. Hihihi.
Saio do carro e fecho a porta. Me inclino para falar com ele pela janela.
—Fico feliz que tenha curtido. Até a próxima — viro de costas e entro em casa.
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