Reencontro com minha melhor amiga

Na manhã seguinte, acordei com uma baita dor nas costas e um pouco de ressaca. Naquele dia, tinha que fazer umas compras, então decidi levantar na hora. Fui no banheiro lavar o rosto e me preparei pra fazer café da manhã. Aos poucos, fui lembrando e revivendo o que tinha rolado na noite anterior. E entre a lembrança da tesão que tava e a ereção matinal, o pau tava mais duro que o normal e ficou meio desconfortável. Mesmo assim, terminei de fazer o café. Fui no quarto da Ale pra chamar ela, mas não tive resposta. Achei que ela não ia levantar tão cedo, então comi sozinho e fui embora. Saí mais ou menos meio-dia. Precisava me distrair pra parar de pensar no que aconteceu e tentava me convencer de que foi tudo por causa do álcool e que eu tava viajando. Por sorte, na saída consegui me distrair e, sem perceber, já era tarde, então aproveitei pra ir num restaurante. Quando me sentei na mesa, peguei o celular e tinha duas mensagens. Uma da Ale e outra de um número desconhecido. Estranhei um pouco ver uma mensagem de alguém que não conhecia e, quando abri, dizia: "Oi, como cê tá? Já chegou? Espero que tenha tido uma boa viagem? Um beijo". Não fazia ideia de quem podia ser, já que o número não tinha foto. Mesmo assim, respondi como se soubesse de quem era. Depois, vi a mensagem da Ale, que agradecia pelo café da manhã, mas não dei muita bola. Daí a pouco, recebi uma mensagem do número desconhecido perguntando como eu tava, o que tinha feito, etc. Eu respondia meio frio porque, obviamente, não sabia com quem tava falando. Até que ela mandou: "Bebu, espero que você se divirta". Aí eu soube quem era. Era a Josefina, a única mina que fala "Bebu". Ela era uma garota com quem eu tinha saído por um tempo. As coisas entre a gente como casal sempre foram bem ruins. Mas como amigos, era incrível. A gente tinha os mesmos hobbies e adorava beber. Além disso, ela era super divertida. Quando eu saí do país, falava de vez em quando com ela e, numa dessas, tive que... ter passado meu número. Depois perguntei como ela estava e continuamos conversando. Foi um papo bem divertido, então perguntei se ela tinha algo pra fazer e se queria sair pra tomar alguma coisa. Ela topou, mas pediu pra ser perto da casa dela, porque tava sem grana e não queria gastar com transporte. Falei que sem problemas. Aí fui pro apê da Ale deixar as coisas que tinha comprado. Quando vejo ela saindo do banheiro com um vestido super justo. Fiquei besta vendo como o decote ficava nela. Ela colocou umas meias arrastão que davam um tesão danado. Além da maquiagem e do cabelo preso, os olhos delineados e os lábios que pareciam super úmidos. Quase perdi a cabeça. Ela me perguntou como tava. Respondi que tava bem, mas tentando disfarçar, falando que precisava guardar as coisas. Enquanto ela continuava se arrumando, disse que ia sair com os amigos da faculdade e tava esperando eles passarem pra buscá-la. Uns 5 minutos depois, os amigos chegaram. Entraram no apê duas minas. Tavam com o mesmo modelo de vestido, mas de cor diferente, com um corte da base até a cintura que deixava ver as pernas. Além de ser super decotado, dava pra ver cada peito separado. Eram um arraso. Pernas bonitas, peito bonito e também estavam super maquiadas. As minas se cumprimentaram. E a Ale me apresentou. Na real, nem prestei atenção nos nomes, porque tava distraído apreciando a vista. Depois a Ale perguntou onde tava o Fabián. Falaram que ele tava estacionando o carro. E num minuto o cara chegou, cumprimentou ela e praticamente passou a mão nela toda. Lembrei do cara de alguma foto com ela no Facebook ou algo assim. A Ale nos apresentou, e ele, tentando ser legal, disse que ela tinha falado de mim e não sei quantas besteiras... E na real, a raiva não era com o cara em si. Talvez ele fosse gente boa, o que eu tava sentindo era ciúme. Como se nada, o cara tava agarrado com ela e Acariciava. Depois daquele momento constrangedor, entrei no banho e me arrumei pra sair. Me despedi de todo mundo e o Ale me perguntou pra onde eu ia, falei que ia tomar umas com a Josefina. Ele me deu um beijo na bochecha pra se despedir e foi abraçar outro cara enquanto ficavam conversando. No caminho pro bar, fui diminuindo o ciúme que tava sentindo na hora. Quando cheguei, vi alguém acenando pra mim, era a Josefina. Ela é uma mina um pouco mais baixa que eu. É ruiva, cabelo ondulado e tem umas dreads. Usa óculos e é meio bochechuda. Mas o corpo dela é bem equilibrado. Não é super magra, mas também não é grandona. Sentamos. Pedimos algo pra beber e passamos um tempão muito bom. Até que terminamos a segunda caneca e ela falou que não tinha mais grana. Propus comprar algo num kiosque e tomar na praça. A gente fazia isso direto quando era moleque. Ela disse que tava de boa e que tinha vinho em casa. Então paramos no kiosque pra comprar cigarro e cerveja e fomos pra casa dela. Raramente íamos pra casa dela porque sempre tinha a família, mas justo nessa época os velhos tavam viajando e o irmão dela de férias com a namorada. Quando só restava uma taça de vinho, já tínhamos falado de tudo e estávamos relembrando umas merdas. Jose: "Por que o nosso não deu certo? A gente podia repetir isso quando quisesse" — ela disse levantando a taça. Eu: "Você é muito tóxica" — falei entre risadas — "além disso, juntos somos um desastre. Tipo aquela vez que caímos dançando juntos." Jose: "É verdade" — ela ria — "tava super tonta. Mas é impossível não dançar com os palmera." Ela se levantou. Pegou o celular e mudou de assunto. Me pegou pela mão e começamos a dançar. A gente dava giros, cantava e cada vez mais se grudava. Quando a música acabou, ficamos rindo um tempão e nos olhando. Sem pensar muito, me joguei nos lábios dela. Ela não resistiu e me abraçou pelo pescoço. Cada vez os beijos ficavam mais intensos. Desci minhas mãos de a cintura, a bunda dela, que era bem firme. A gente se separou por um segundo, ela me deu um sorriso safado e eu comecei a beijar o pescoço dela e parte do ombro. Sabia que ela gostava, até dava pra ouvir a respiração dela ficando mais forte e ela me apertando nos braços. Fui beijar ela nas orelhas. Ela adorava que eu beijasse e brincasse com a língua. Por fim, dei uma mordidinha e voltei pros lábios dela. Aí ela me afastou. Me pegou pela camiseta e me levou pro quarto. Subimos as escadas e no corredor dos quartos, coloquei ela de frente pra mim contra a parede e continuei beijando, enquanto ela se pendurava em mim. Enquanto eu segurava a bunda dela. Fazia pressão com meu quadril contra o dela. O roçamento ficava cada vez mais intenso dos dois lados. Desabotoei a calça dela pra sentir melhor o roçar e sentir a pele dela. Ela tava de calcinha fio dental preta. Não muito fina, mas que mal se enterrava nas nádegas dela. Ajeitei ela do melhor jeito pra levar ela assim pra cama. Quando fiz isso, ela se separou dos meus lábios e comecei a descer de novo pelo pescoço dela, até chegar no peito dela. Ela tava de camisa, então consegui abrir bem rápido e fui direto pro peito dela. Comecei dando beijos no meio do peito e aos poucos fui indo direto pra um dos mamilos, enquanto com a mão beliscava o outro. Brincava com a língua, chupava, e depois mordia. Dava pra sentir as mãos dela na minha cabeça, me apertando cada vez mais contra o peito dela. Juntei os dois peitos dela e coloquei na boca ao mesmo tempo. Beijava as tetas dela e apertava. Adorava ouvir como a respiração ofegante dela aos poucos virava uns gemidinhos. Me afastei do peito dela e dava pra ver as bochechas vermelhas, o cabelo levemente bagunçado e ela mordendo os lábios. Me deixava louco. Ela se levantou, me pegou pelos braços e fez eu ficar de barriga pra cima na cama. E começou a tirar minha calça. Montou em cima de mim e começou a beijar minha barriga descendo rapidamente até meu pau brincando de dar mordidinhas por cima da cueca. Jose: aii bebe. Parece que você tá feliz de me ver de volta. - disse enquanto me acariciava por cima da cueca. Eu: e como não, se você sempre me mima assim. Jose: mas isso não é nada - disse tirando minha cueca e segurando meu pau com as duas mãos. - isso é só o aquecimento - terminou de falar e me deu um beijo na cabeça. Eu: aquecimento pra quê? - adorava ouvir as sacanagens que ela dizia. Ela se aproxima do meu ouvido e fala. - pra foda que você vai me dar. Assim que ela falou, senti que gozava. Me excitava muito e mais ainda quando ela se enfia entre minhas pernas e começa a chupar meu pau. Enquanto fazia isso, me olhava por cima dos óculos e levantava a bunda pra que eu pudesse ver como a calcinha fio dental se enterrava nela. Eu tava ficando louco. Além de sentir a boca inteira dela cobrindo meu pau e como ela brincava com a língua, era demais. Daí ela começa a passar a língua nas minhas bolas enquanto me punhetava com as mãos. E depois enfiava de novo na boca e fazia mais fundo, sem ela esperar, seguro o nariz dela, ela faz o gesto de se soltar mas deixo uns segundos esperando ela engasgar. Vendo que não aguentava mais, solto. Ela tira da boca, tosse um pouco e com os olhos meio lacrimejando e a respiração meio ofegante me olha e dá um sorriso super safado. Toma um pouco de ar e enfia de novo na boca. Com o tesão que eu tava, sabia que não ia durar muito, então igual há pouco seguro a cabeça dela. Ouvir o barulho que ela fazia e sentir ela cobrindo tudo era suficiente pra gozar. E quando tô prestes a fazer isso, tapo o nariz dela de novo. Que delícia que foi. Ela se joga pra trás mas não tira da boca. Toma outro pouco de ar e me dá chupões na ponta do pau. Quando termina, me olha com um sorrisão e me dá uma mordidinha de brincadeira. Daí ela se deita e fala - Você me deixou toda molhada, se vira. - Sem pensar, eu... Lance direto entre as pernas dela. Comecei dando beijos nas coxas dela enquanto com uma mão tocava a buceta por cima da calcinha fio dental. Rapidamente fui descendo e quando minha boca chegou na calcinha dela... Do mesmo jeito, fui passando a língua por cima e em poucos segundos já estava puxando ela de ladinho, devagar. Até que finalmente passei minha língua de um lado pro outro com muita calma. Comecei a dar beijos desde o clitóris e passava por toda a buceta. E cada vez passava a língua com mais força e rapidez. Num momento, levantei um pouco as pernas dela, dei umas mordidinhas nas nádegas até passar a língua no cu dela. Quando fiz isso, ela começou a arquear um pouco. Então resolvi dar carinho naquela parte e minha língua tentava percorrer cada cantinho que pudesse. Enquanto isso, também acariciava a buceta dela. José gemia, se arqueava cada vez mais e me segurava mais forte pela cabeça. Ao ver que ela estava perto de gozar, passei a dar uma boa chupada no clitóris. Ela começou a mexer os quadris, até que finalmente terminou jorrando um pouco e gemendo bem forte. Era muito gostoso ver como ela arqueava as costas enquanto começava a sentir as pernas tremendo. Me afastei pra ela se acomodar. Ficou de barriga pra cima por uns minutos, e de um jeito bem carinhoso, colocou a mão na minha bochecha e me puxou até os lábios dela. Depois de uns beijos, vendo que ela se recuperava e os dois queriam mais, cheguei perto do ouvido dela e falei: — Fim do aquecimento. Hora de foder. José: — Hummm, quero — disse sorrindo — mas deixa eu ficar deitada aqui um pouco. Fiquei na frente dela e ela mesma pegou meu pau e começou a esfregar por toda a racha dela e finalmente enfiou pra dentro. Uff, que prazer. Comecei a me mexer, devagar e raso. Dava pra ver ela mordendo os lábios. Mas mesmo assim, eu ia devagar. José começava a perder a paciência e rebolar os quadris. Com isso, eu me afastava, deixando quase tudo pra fora. José: — Quero que você meta. adentro
Eu: você gosta que eu meta até o fundo?
José: sim, por favor. Mete até o fundo. Por favor, mete até o fundo – você diz implorando, quase murmurando
E com essas palavras e essa atitude já provocante.
Devagar, fui enfiando tudo. E quando estava no limite do tesão, enfiei de uma vez.
José: ssyysi, assim que eu gosto – disse gemendo

Continuamos assim por uns minutos, quando sentia que ia gozar, diminuía o ritmo.
Era muito sexy a cara de prazer que o José fazia e os barulhos que soltava, uma loucura.
Trocamos de posição, ela fica de quatro.
Rebola a bunda de um jeito incrível.
Eu segurava pelo cabelo e metia cada vez mais forte.

Mas de repente o telefone tocou.
Era o Ale me ligando.. ignoramos o telefone e continuamos.
E um minuto depois, o telefone tocou de novo.
Eu não queria atender, mas o José atendeu.
José: – alô – a putinha atendeu e me olhava super safada enquanto a gente se movia devagar.
– Sim. Ele está aqui. – Não, agora não pode falar – falou bem na hora que deu uma estocada.

Eu não aguentava mais, então, sem me importar com nada, comecei a me mexer e só queria fazê-la gritar.
– Sim, a gente tava bebendo e agg. – ela também estava super tesuda.
Mordia o lábio e tentava segurar os gemidos – e deixou o telefone aqui na sala.

Eu já não aguentava mais e comecei a bombar com tanta força que nossos corpos faziam um barulhão
– Ele tá dormindo, agora agg.. agora.. mmm – ele tá mmmm bem aggghh – sim, sim, liga pra ele amanhã.

Encerra a ligação e os dois a ponto de gozar juntos.
José me pede para gozar no cu dela e é o que eu faço.
Passo meu pau pelas bundas dela, a pele quente dela era incrível.

Depois disso, José me pergunta se quero ficar e, lembrando do que aconteceu antes de sair e da noite ruim que eu ia passar, decidi ficar e passar a noite com o José.

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