Na manhã seguinte, acordei com uma baita dor nas costas e uma leve ressaca. Naquele dia, tinha que fazer algumas compras, então decidi levantar na hora. Fui ao banheiro lavar o rosto e me preparei para fazer o café da manhã. Aos poucos, fui lembrando e revivendo o que aconteceu na noite anterior. E entre a lembrança da tesão que eu estava e a ereção matinal — que estava mais dura que o normal —, a situação ficou um pouco desconfortável. Mesmo assim, terminei de preparar o café.
Fui até o quarto da Ale para chamá-la, mas não tive resposta. Imaginei que ela não ia acordar tão cedo, então comi sozinho e saí. Saí mais ou menos ao meio-dia. Precisava me distrair para parar de pensar no que aconteceu e tentava me convencer de que tudo foi por causa do álcool e que eu estava viajando na maionese. Por sorte, na rua consegui me distrair e, sem perceber, já era de tarde. Aproveitei para ir a um restaurante.
Quando me acomodei na mesa, peguei o celular e vi que tinha duas mensagens: uma da Ale e outra de um número desconocido. Estranhei um pouco ver mensagem de alguém que não conhecia e, quando abri, dizia: "Oi, como vai? Já chegou? Espero que tenha tido uma boa viagem? Um beijo." Não fazia ideia de quem poderia ser, já que o número não tinha foto. Mesmo assim, respondi como se soubesse de quem se tratava.
Depois, chequei a mensagem da Ale, que agradecia pelo café da manhã — não dei muita bola. Um tempo depois, recebi outra mensagem do número desconocido perguntando como eu estava, o que tinha feito etc. Respondi bem seco, porque, obviamente, não sabia com quem estava falando. Foi só quando ela mandou "Bebu, espero que você se divirta" que eu soube quem era: Josefina, a única mina que fala "Bebu". Ela era uma garota com quem eu tinha saído por um tempo.
Como casal, a coisa entre a gente sempre foi bem ruim, mas como amigos era incrível. Tínhamos os mesmos hobbies e adorávamos beber. Além disso, ela era super divertida. Quando eu saí do país, a gente conversava de vez em quando, e numa dessas, tive que... ter passado meu número. Depois perguntei a ela como estava e continuamos conversando. A conversa foi bem divertida, então perguntei se ela tinha alguma coisa pra fazer e se queria que a gente se encontrasse pra tomar alguma coisa. Ela aceitou, mas pediu que fosse perto da casa dela porque tinha pouco dinheiro e não queria gastar com transporte. Falei que não tinha problema. Então fui pro apartamento da Ale pra deixar as coisas que tinha comprado. Quando vejo ela saindo do banheiro com um vestido super justo. Fiquei besta vendo como o decote ficava nela. Ela colocou uma meia arrastão que adicionava um erotismo incrível. Além da maquiagem e do jeito que estava com o cabelo preso, os olhos delineados e os lábios que pareciam super úmidos. Quase perdi a cabeça. Ela me perguntou como estava. Aí eu disse que estava bem, mas tentando desviar da situação falando que tinha que guardar as coisas. Enquanto ela continuava se arrumando, me disse que ia sair com os amigos da faculdade e que estava esperando eles passarem pra buscá-la. Uns 5 minutos depois chegam os amigos. Entram no apartamento 2 minas. Tinham o mesmo modelo de vestido. Mas de cor diferente, com uma abertura desde a base até a cintura que deixava ver as pernas que elas tinham. Além de também ser super decotado e dava pra ver como cada peito se separava. Eram um espetáculo. Boas pernas. Peito bom e também estavam super maquiadas. As minas se cumprimentam. E a Ale me apresenta. Na real não prestei atenção nos nomes porque tava distraído curtindo a vista. Depois a Ale pergunta onde tá o Fabián. Aí elas falam que ele tá estacionando o carro. E um minuto depois chega o cara, dá um abraço nela e praticamente a apalpa toda. Lembrei do cara de alguma foto com ela no Facebook ou algo assim. A Ale nos apresenta e ele, tentando ser legal, diz que ela já falou de mim e não sei quantas bobagens... E na verdade o incômodo não era o cara em si. Talvez ele fosse gente boa, o que eu tava era com ciúmes. Como se nada, o cara tava com ela agarrada e a Eu acariciava. Depois daquele momento desconfortável, fui tomar banho e me arrumar para sair. Me despeço de todos e Ale me pergunta para onde eu ia, e eu disse que ia tomar alguma coisa com a Josefina. Ela me dá um beijo na bochecha para se despedir e vai abraçar outro cara enquanto ficam conversando. No caminho do bar, aos poucos, aquele ciúme que eu estava sentindo foi diminuindo. Quando chego, vejo alguém acenando para mim e era a Josefina. Ela é uma garota um pouco mais baixa que eu. É ruiva, com cabelo ondulado e tem umas rastafaris. Usa óculos e tem o rosto pouco rechonchudo. Mas o corpo dela é bem equilibrado. Não é super magra, mas também não é grandona. Nos sentamos. Pedimos algo para beber e passamos um tempo muito bom. Até que acabamos a segunda caneca e ela me diz que não tem mais dinheiro. Proponho comprar algo em alguma banca e tomar na praça. Isso a gente fazia bastante quando era mais novo. Ela disse que tudo bem e que tinha vinho em casa, então... Paramos na banca para comprar cigarros e cerveja e fomos para a casa dela. Raramente íamos para a casa dela porque a família sempre estava lá, mas justo nessa época os velhos estavam viajando e o irmão dela estava de férias com a namorada. Quando só restava uma taça de vinho... Já havíamos falado de tudo e estávamos relembrando besteiras.
Jose: Por que a nossa coisa não deu certo? Poderíamos repetir isso sempre que quiséssemos – ela disse, levantando a taça.
Eu: Você é muito tóxica – falei entre risos – além do mais, juntos somos um desastre. Tipo aquela vez que caímos dançando juntos.
Jose: É verdade – ela ria – eu estava super bêbada. Mas é impossível não dançar com os Palmera.
Ela se levantou. Pegou o telefone e mudou de assunto. Me agarra pela mão e começamos a dançar. Dávamos voltas, cantávamos e cada vez nos colávamos mais. Quando a música termina, ficamos rindo um tempo e nos olhando. Sem pensar muito, me joguei nos lábios dela. Ela não se opõe e me abraça pelo pescoço. Cada vez os beijos se tornam mais intensos. Desço minhas mãos da... sua cintura, sua bunda que era bem firme. Nos separamos por um segundo, ela me lança um sorriso safado e eu começo a beijar seu pescoço e parte do ombro. Sabia que ela gostava, além disso dava pra ouvir a respiração dela ficando mais forte e ela me apertando nos braços. Vou beijando em direção às suas orelhas. Ela adorava quando eu beijava e brincava com minha língua ali. Finalmente dei uma mordidinha leve e voltei aos seus lábios. Foi quando ela me afastou. Me agarra pela camiseta e me leva pro quarto. Subimos as escadas e no corredor dos quartos eu a viro de frente pra mim contra a parede e continuo beijando, enquanto ela se pendura em mim. Com uma das mãos na sua bunda, eu pressionava meus quadris contra os dela. O atrito ficava cada vez mais intenso dos dois lados. Ela desabotoou a calça pra sentir melhor o atrito e a pele. Ela usava uma calcinha fio dental preta. Não muito fina, mas que mal se enfiava entre suas nádegas. Ajeitei-a o melhor possível pra carregá-la assim até a cama. Quando cheguei lá, ela se separou dos meus lábios e eu comecei a descer de novo pelo pescoço, até chegar no peito. Por sorte ela usava uma camisa, então pude abri-la bem rápido e fui direto pro seu peito. Comecei dando beijos no meio do peito e aos poucos fui indo direto pra um dos mamilos, enquanto com a mão ia apertando o outro. Brincava com a língua, chupava, e depois mordia. Sentia as mãos dela na minha cabeça, me apertando cada vez mais contra seu peito. Juntei os dois peitos e os coloquei na boca ao mesmo tempo. Dava beijos em suas tetas e as apertava. Adorava ouvir como aos poucos sua respiração ofegante ia se transformando em pequenos gemidos. Me afastei do seu peito e pude ver suas bochechas vermelhas, com o cabelo levemente despenteado e ela mordendo os lábios. Isso me deixava louco. Ela se levanta, me agarra pelos braços e me faz ficar de costas na cama. E começa a tirar minha calça. Sobe em cima de mim e começa a beijar minha barriga descendo rapidamente até meu pau, brincando de dar mordidinhas por cima da cueca. José: uhh, bebu. Parece que você tá feliz em me ver de volta. - disse enquanto me acariciava por cima da cueca. Eu: e como não, se você sempre me mima assim. José: mas isso não é nada - disse, tirando minha cueca e agarrando meu pau com as duas mãos. - isso é só o aquecimento - terminou de dizer e me deu um beijo na cabeça. Eu: aquecimento pra quê? - eu adorava ouvir as sacanagens que ele dizia. Ele se aproxima do meu ouvido e sussurra: - pra foda que você vai me dar. Mal disse isso, senti que quase gozei. Ele me deixava muito excitado, e mais ainda quando se põe entre minhas pernas e começa a chupar meu pau. Enquanto fazia isso, me olhava por cima dos óculos e levantava a bunda pra que eu pudesse ver como o fio dental se cravava nela. Isso estava me deixando louco. Além de sentir como a boca dele cobria todo meu pau e como brincava com a língua... era demais. Depois, começa a passar a língua pelas minhas bolas enquanto, com as mãos, me masturbava. E então voltava a enfiar na boca, mais fundo ainda, e sem que ele esperasse, agarro seu nariz. Ele faz um gesto para se soltar, mas deixo por alguns segundos, esperando que se engasgue. Vendo que não aguentava mais, solto. Ele tira meu pau da boca, tosse um pouco e, com os olhos um pouco marejados e a respiração ofegante, me olha e solta um sorriso super safado. Pega um pouco de ar e volta a colocá-lo na boca. Com o tesão que estava, sabia que não ia durar muito, então, como há pouco, agarro sua cabeça. Ouvir o barulho que fazia e sentir como cobria tudo já era suficiente para gozar. E quando estou prestes a fazer isso, tampo seu nariz de novo. Que delícia que foi. Ele se joga pra trás, mas não tira da boca. Volta a pegar um pouco de ar e me dá chupadas na ponta do pau. Quando termina, me olha com um sorrisão e me dá uma mordidinha brincalhona. Depois, ele se deita e diz: - Você me deixou todo molhado, assume a responsabilidade. - Sem pensar, me... lance direto entre suas pernas. Comecei dando beijos nas coxas enquanto com uma mão tocava sua buceta por cima da calcinha. Rapidamente fui descendo e quando minha boca chegou na calcinha... Assim como ela, fui passando a língua por cima e em poucos segundos estava puxando ela de pouco em pouco. Até que finalmente passava minha língua de um lado para o outro com muita calma. Comecei a dar beijos desde o clitóris e passava por toda a buceta. E cada vez passava a língua com mais força e rapidez. Em um momento levantei um pouco as pernas dela e dei algumas mordidinhas nas nádegas até passar minha língua no seu cu. Quando fiz isso, ela começou a arquear um pouco. Então decidi dar carinho a essa parte e minha língua tentava percorrer cada canto que pudesse. Enquanto acariciava também sua buceta. José gemía, se arqueava cada vez mais e agarrava mais forte a minha cabeça. Ao ver que ela estava perto de gozar, passei a dar uma boa chupada no clitóris. Ela começou a mover os quadris, até que finalmente acabou esguichando um pouco e gemendo com bastante força. Era super gostoso ver como ela arqueava as costas enquanto começava a sentir as pernas tremendo. Me afastei para que ela se acomodasse. Ficou de barriga para cima alguns minutos, depois de maneira muito terna, colocou a mão na minha bochecha e me levou até seus lábios. Depois de alguns beijos. Vendo que ela se recuperava e os dois queríamos mais. Me aproximei do ouvido e disse: - Fim do aquecimento. Hora de foder. José: mmmm quero - disse sorrindo - mas me deixa aqui deitada um pouco. Me coloquei na frente dela e ela mesma pegou meu pau e começou a esfregar por toda sua racha e finalmente o meteu dentro. Uff, que prazer. Comecei a me mover devagar e pouco profundo. Podia vê-la mordendo os lábios. Mas mesmo assim ia devagar. José começou a perder a paciência e movia os quadris. Com isso, me afastava deixando quase tudo fora... José: quero que você ponha Dentro. Eu: você gosta que eu enfie até o fundo? José: sim, por favor. Enfia até o fundo. Por favor, enfia – você diz, quase suplicando, murmurando. E com essas palavras e essa atitude já provocadora, fui dando devagar, até enfiar toda. E quando ele estava no limite da tesão, dei de uma vez. José: ssssim, assim que eu gosto – disse, gemendo. Seguimos assim por uns minutos; quando sentia que ele ia gozar, eu diminuía o ritmo. Era super sexy a cara de prazer que o José fazia e os barulhos que ele soltava, uma loucura. Mudamos de posição, ela fica de quatro. Nossa, o traseiro dela de um jeito incrível. Agarrei seu cabelo e a enfiava cada vez mais forte. Mas, em um momento, o telefone tocou. Era o Ale me ligando... Ignoramos o telefone e continuamos. E, um minuto depois, o telefone tocou de novo. Eu não queria atender, mas o José... Pegou o telefone. José: – Alô – a putinha atendeu e me olhou super sacana enquanto nos movíamos lentamente. – Sim. Ele está aqui. – Não, agora ele não pode falar – justo falou isso enquanto dava uma enfiada. Eu não aguentava mais, então, sem me importar com nada, comecei a meter e só queria fazê-la gritar. – Sim, estivemos bebendo e ahh... – ela também estava super excitada. Mordia o lábio e tentava segurar os gemidos – e deixei o telefone aqui na sala. Eu já não aguentava mais e comecei a bombar com força, que fazia um barulhão nossos corpos – ele está dormindo, justo ahh... agora... mmm – ele está mmmm bem aaahhh – sim, sim, liga pra ele amanhã. Termina a ligação e os dois quase gozando de tanto. José me pede para gozar na sua bunda e foi o que fiz. Passei meu pau por suas nádegas, sua pele quente era incrível. Depois disso, José me pergunta se quero ficar e, lembrando o que aconteceu antes de sair e a péssima noite que eu teria, decidi ficar, passar a noite com José.
Fui até o quarto da Ale para chamá-la, mas não tive resposta. Imaginei que ela não ia acordar tão cedo, então comi sozinho e saí. Saí mais ou menos ao meio-dia. Precisava me distrair para parar de pensar no que aconteceu e tentava me convencer de que tudo foi por causa do álcool e que eu estava viajando na maionese. Por sorte, na rua consegui me distrair e, sem perceber, já era de tarde. Aproveitei para ir a um restaurante.
Quando me acomodei na mesa, peguei o celular e vi que tinha duas mensagens: uma da Ale e outra de um número desconocido. Estranhei um pouco ver mensagem de alguém que não conhecia e, quando abri, dizia: "Oi, como vai? Já chegou? Espero que tenha tido uma boa viagem? Um beijo." Não fazia ideia de quem poderia ser, já que o número não tinha foto. Mesmo assim, respondi como se soubesse de quem se tratava.
Depois, chequei a mensagem da Ale, que agradecia pelo café da manhã — não dei muita bola. Um tempo depois, recebi outra mensagem do número desconocido perguntando como eu estava, o que tinha feito etc. Respondi bem seco, porque, obviamente, não sabia com quem estava falando. Foi só quando ela mandou "Bebu, espero que você se divirta" que eu soube quem era: Josefina, a única mina que fala "Bebu". Ela era uma garota com quem eu tinha saído por um tempo.
Como casal, a coisa entre a gente sempre foi bem ruim, mas como amigos era incrível. Tínhamos os mesmos hobbies e adorávamos beber. Além disso, ela era super divertida. Quando eu saí do país, a gente conversava de vez em quando, e numa dessas, tive que... ter passado meu número. Depois perguntei a ela como estava e continuamos conversando. A conversa foi bem divertida, então perguntei se ela tinha alguma coisa pra fazer e se queria que a gente se encontrasse pra tomar alguma coisa. Ela aceitou, mas pediu que fosse perto da casa dela porque tinha pouco dinheiro e não queria gastar com transporte. Falei que não tinha problema. Então fui pro apartamento da Ale pra deixar as coisas que tinha comprado. Quando vejo ela saindo do banheiro com um vestido super justo. Fiquei besta vendo como o decote ficava nela. Ela colocou uma meia arrastão que adicionava um erotismo incrível. Além da maquiagem e do jeito que estava com o cabelo preso, os olhos delineados e os lábios que pareciam super úmidos. Quase perdi a cabeça. Ela me perguntou como estava. Aí eu disse que estava bem, mas tentando desviar da situação falando que tinha que guardar as coisas. Enquanto ela continuava se arrumando, me disse que ia sair com os amigos da faculdade e que estava esperando eles passarem pra buscá-la. Uns 5 minutos depois chegam os amigos. Entram no apartamento 2 minas. Tinham o mesmo modelo de vestido. Mas de cor diferente, com uma abertura desde a base até a cintura que deixava ver as pernas que elas tinham. Além de também ser super decotado e dava pra ver como cada peito se separava. Eram um espetáculo. Boas pernas. Peito bom e também estavam super maquiadas. As minas se cumprimentam. E a Ale me apresenta. Na real não prestei atenção nos nomes porque tava distraído curtindo a vista. Depois a Ale pergunta onde tá o Fabián. Aí elas falam que ele tá estacionando o carro. E um minuto depois chega o cara, dá um abraço nela e praticamente a apalpa toda. Lembrei do cara de alguma foto com ela no Facebook ou algo assim. A Ale nos apresenta e ele, tentando ser legal, diz que ela já falou de mim e não sei quantas bobagens... E na verdade o incômodo não era o cara em si. Talvez ele fosse gente boa, o que eu tava era com ciúmes. Como se nada, o cara tava com ela agarrada e a Eu acariciava. Depois daquele momento desconfortável, fui tomar banho e me arrumar para sair. Me despeço de todos e Ale me pergunta para onde eu ia, e eu disse que ia tomar alguma coisa com a Josefina. Ela me dá um beijo na bochecha para se despedir e vai abraçar outro cara enquanto ficam conversando. No caminho do bar, aos poucos, aquele ciúme que eu estava sentindo foi diminuindo. Quando chego, vejo alguém acenando para mim e era a Josefina. Ela é uma garota um pouco mais baixa que eu. É ruiva, com cabelo ondulado e tem umas rastafaris. Usa óculos e tem o rosto pouco rechonchudo. Mas o corpo dela é bem equilibrado. Não é super magra, mas também não é grandona. Nos sentamos. Pedimos algo para beber e passamos um tempo muito bom. Até que acabamos a segunda caneca e ela me diz que não tem mais dinheiro. Proponho comprar algo em alguma banca e tomar na praça. Isso a gente fazia bastante quando era mais novo. Ela disse que tudo bem e que tinha vinho em casa, então... Paramos na banca para comprar cigarros e cerveja e fomos para a casa dela. Raramente íamos para a casa dela porque a família sempre estava lá, mas justo nessa época os velhos estavam viajando e o irmão dela estava de férias com a namorada. Quando só restava uma taça de vinho... Já havíamos falado de tudo e estávamos relembrando besteiras.
Jose: Por que a nossa coisa não deu certo? Poderíamos repetir isso sempre que quiséssemos – ela disse, levantando a taça.
Eu: Você é muito tóxica – falei entre risos – além do mais, juntos somos um desastre. Tipo aquela vez que caímos dançando juntos.
Jose: É verdade – ela ria – eu estava super bêbada. Mas é impossível não dançar com os Palmera.
Ela se levantou. Pegou o telefone e mudou de assunto. Me agarra pela mão e começamos a dançar. Dávamos voltas, cantávamos e cada vez nos colávamos mais. Quando a música termina, ficamos rindo um tempo e nos olhando. Sem pensar muito, me joguei nos lábios dela. Ela não se opõe e me abraça pelo pescoço. Cada vez os beijos se tornam mais intensos. Desço minhas mãos da... sua cintura, sua bunda que era bem firme. Nos separamos por um segundo, ela me lança um sorriso safado e eu começo a beijar seu pescoço e parte do ombro. Sabia que ela gostava, além disso dava pra ouvir a respiração dela ficando mais forte e ela me apertando nos braços. Vou beijando em direção às suas orelhas. Ela adorava quando eu beijava e brincava com minha língua ali. Finalmente dei uma mordidinha leve e voltei aos seus lábios. Foi quando ela me afastou. Me agarra pela camiseta e me leva pro quarto. Subimos as escadas e no corredor dos quartos eu a viro de frente pra mim contra a parede e continuo beijando, enquanto ela se pendura em mim. Com uma das mãos na sua bunda, eu pressionava meus quadris contra os dela. O atrito ficava cada vez mais intenso dos dois lados. Ela desabotoou a calça pra sentir melhor o atrito e a pele. Ela usava uma calcinha fio dental preta. Não muito fina, mas que mal se enfiava entre suas nádegas. Ajeitei-a o melhor possível pra carregá-la assim até a cama. Quando cheguei lá, ela se separou dos meus lábios e eu comecei a descer de novo pelo pescoço, até chegar no peito. Por sorte ela usava uma camisa, então pude abri-la bem rápido e fui direto pro seu peito. Comecei dando beijos no meio do peito e aos poucos fui indo direto pra um dos mamilos, enquanto com a mão ia apertando o outro. Brincava com a língua, chupava, e depois mordia. Sentia as mãos dela na minha cabeça, me apertando cada vez mais contra seu peito. Juntei os dois peitos e os coloquei na boca ao mesmo tempo. Dava beijos em suas tetas e as apertava. Adorava ouvir como aos poucos sua respiração ofegante ia se transformando em pequenos gemidos. Me afastei do seu peito e pude ver suas bochechas vermelhas, com o cabelo levemente despenteado e ela mordendo os lábios. Isso me deixava louco. Ela se levanta, me agarra pelos braços e me faz ficar de costas na cama. E começa a tirar minha calça. Sobe em cima de mim e começa a beijar minha barriga descendo rapidamente até meu pau, brincando de dar mordidinhas por cima da cueca. José: uhh, bebu. Parece que você tá feliz em me ver de volta. - disse enquanto me acariciava por cima da cueca. Eu: e como não, se você sempre me mima assim. José: mas isso não é nada - disse, tirando minha cueca e agarrando meu pau com as duas mãos. - isso é só o aquecimento - terminou de dizer e me deu um beijo na cabeça. Eu: aquecimento pra quê? - eu adorava ouvir as sacanagens que ele dizia. Ele se aproxima do meu ouvido e sussurra: - pra foda que você vai me dar. Mal disse isso, senti que quase gozei. Ele me deixava muito excitado, e mais ainda quando se põe entre minhas pernas e começa a chupar meu pau. Enquanto fazia isso, me olhava por cima dos óculos e levantava a bunda pra que eu pudesse ver como o fio dental se cravava nela. Isso estava me deixando louco. Além de sentir como a boca dele cobria todo meu pau e como brincava com a língua... era demais. Depois, começa a passar a língua pelas minhas bolas enquanto, com as mãos, me masturbava. E então voltava a enfiar na boca, mais fundo ainda, e sem que ele esperasse, agarro seu nariz. Ele faz um gesto para se soltar, mas deixo por alguns segundos, esperando que se engasgue. Vendo que não aguentava mais, solto. Ele tira meu pau da boca, tosse um pouco e, com os olhos um pouco marejados e a respiração ofegante, me olha e solta um sorriso super safado. Pega um pouco de ar e volta a colocá-lo na boca. Com o tesão que estava, sabia que não ia durar muito, então, como há pouco, agarro sua cabeça. Ouvir o barulho que fazia e sentir como cobria tudo já era suficiente para gozar. E quando estou prestes a fazer isso, tampo seu nariz de novo. Que delícia que foi. Ele se joga pra trás, mas não tira da boca. Volta a pegar um pouco de ar e me dá chupadas na ponta do pau. Quando termina, me olha com um sorrisão e me dá uma mordidinha brincalhona. Depois, ele se deita e diz: - Você me deixou todo molhado, assume a responsabilidade. - Sem pensar, me... lance direto entre suas pernas. Comecei dando beijos nas coxas enquanto com uma mão tocava sua buceta por cima da calcinha. Rapidamente fui descendo e quando minha boca chegou na calcinha... Assim como ela, fui passando a língua por cima e em poucos segundos estava puxando ela de pouco em pouco. Até que finalmente passava minha língua de um lado para o outro com muita calma. Comecei a dar beijos desde o clitóris e passava por toda a buceta. E cada vez passava a língua com mais força e rapidez. Em um momento levantei um pouco as pernas dela e dei algumas mordidinhas nas nádegas até passar minha língua no seu cu. Quando fiz isso, ela começou a arquear um pouco. Então decidi dar carinho a essa parte e minha língua tentava percorrer cada canto que pudesse. Enquanto acariciava também sua buceta. José gemía, se arqueava cada vez mais e agarrava mais forte a minha cabeça. Ao ver que ela estava perto de gozar, passei a dar uma boa chupada no clitóris. Ela começou a mover os quadris, até que finalmente acabou esguichando um pouco e gemendo com bastante força. Era super gostoso ver como ela arqueava as costas enquanto começava a sentir as pernas tremendo. Me afastei para que ela se acomodasse. Ficou de barriga para cima alguns minutos, depois de maneira muito terna, colocou a mão na minha bochecha e me levou até seus lábios. Depois de alguns beijos. Vendo que ela se recuperava e os dois queríamos mais. Me aproximei do ouvido e disse: - Fim do aquecimento. Hora de foder. José: mmmm quero - disse sorrindo - mas me deixa aqui deitada um pouco. Me coloquei na frente dela e ela mesma pegou meu pau e começou a esfregar por toda sua racha e finalmente o meteu dentro. Uff, que prazer. Comecei a me mover devagar e pouco profundo. Podia vê-la mordendo os lábios. Mas mesmo assim ia devagar. José começou a perder a paciência e movia os quadris. Com isso, me afastava deixando quase tudo fora... José: quero que você ponha Dentro. Eu: você gosta que eu enfie até o fundo? José: sim, por favor. Enfia até o fundo. Por favor, enfia – você diz, quase suplicando, murmurando. E com essas palavras e essa atitude já provocadora, fui dando devagar, até enfiar toda. E quando ele estava no limite da tesão, dei de uma vez. José: ssssim, assim que eu gosto – disse, gemendo. Seguimos assim por uns minutos; quando sentia que ele ia gozar, eu diminuía o ritmo. Era super sexy a cara de prazer que o José fazia e os barulhos que ele soltava, uma loucura. Mudamos de posição, ela fica de quatro. Nossa, o traseiro dela de um jeito incrível. Agarrei seu cabelo e a enfiava cada vez mais forte. Mas, em um momento, o telefone tocou. Era o Ale me ligando... Ignoramos o telefone e continuamos. E, um minuto depois, o telefone tocou de novo. Eu não queria atender, mas o José... Pegou o telefone. José: – Alô – a putinha atendeu e me olhou super sacana enquanto nos movíamos lentamente. – Sim. Ele está aqui. – Não, agora ele não pode falar – justo falou isso enquanto dava uma enfiada. Eu não aguentava mais, então, sem me importar com nada, comecei a meter e só queria fazê-la gritar. – Sim, estivemos bebendo e ahh... – ela também estava super excitada. Mordia o lábio e tentava segurar os gemidos – e deixei o telefone aqui na sala. Eu já não aguentava mais e comecei a bombar com força, que fazia um barulhão nossos corpos – ele está dormindo, justo ahh... agora... mmm – ele está mmmm bem aaahhh – sim, sim, liga pra ele amanhã. Termina a ligação e os dois quase gozando de tanto. José me pede para gozar na sua bunda e foi o que fiz. Passei meu pau por suas nádegas, sua pele quente era incrível. Depois disso, José me pergunta se quero ficar e, lembrando o que aconteceu antes de sair e a péssima noite que eu teria, decidi ficar, passar a noite com José.
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