Olá, esta é a última parte do meu relato com a minha mãe. Já tinham se passado alguns dias desde a última mensagem no aplicativo com a minha mãe, não tinha mandado mensagem porque ela estava trabalhando em casa e eu tinha medo que ela percebesse que eu estava conversando com ela, e também porque estávamos planejando alguma maneira de conseguir transar com ela. Já tinha o plano e ela voltou a sair para o escritório. Mandei uma mensagem e ela respondeu em 15 minutos.
Eu: - Olá, como você está, Andrea?
Ela: - Olá, esse milagre? Estou bem e você?
Eu: - Desculpa por não mandar mensagens, mas com a quarentena tive alguns contratempos.
Ela: - Eu também tive que ficar em casa, hahaha, pensei que tinha te assustado.
Eu: - Não, de jeito nenhum, ainda quer se encontrar?
Ela: - Sim, estou como uma leoa 🙊
Eu: - Que dia você pode?
Ela: - Durante a semana.
Eu: - Amanhã?
Ela: - Sim. Onde?
Eu: - No hotel Black, quando eu chegar te mando o número do quarto.
Ela: - A que horas?
Eu: - Às 4:00 da tarde.
Ela: - Ok, amanhã me avisa 😘
Essa foi a conversa para marcar o encontro com a minha mãe. Meu plano era que ela chegasse depois de mim no hotel, porque eu ia pedir para ela vendar os olhos. Eu ia deixar uma venda preta na cama e me esconder no banheiro, e sair quando ela estivesse com os olhos vendados. Também levaria uma balaclava caso ela não vendasse bem os olhos, para não me reconhecer. Li na internet que usasse alguma tinta ao redor dos olhos para evitar ser reconhecido, algo que os soldados das forças especiais fazem. Esse era o meu plano. O complicado era convencê-la a vendar os olhos; ia dizer que era uma fantasia. Naquele dia, também mandei mensagem para o meu primo para ir na casa dele jogar no dia seguinte de manhã, para que minha mãe não visse que eu ia sair caso ela não fosse para o escritório. Já tinha, na minha cabeça, tudo pronto. Minha mãe chegou às 9:00 da noite do trabalho e comentei no jantar que ia de manhã com meu primo jogar e que voltaria umas 8 ou 9 da noite. Ela só me disse que... Coloquei a máscara, a gente acabou de jantar e cada um foi pro seu quarto. Quando eu tava prestes a mandar uma mensagem pra desejar boa noite (mensagem pelo aplicativo), ela me mandou uma mensagem.
Ela: - Oi, boa noite... escuta
Eu: - Fala
Ela: - Então, amanhã não sei se vou ficar livre às 4 porque tenho um compromisso às 3:30 no escritório de um cliente. O que acha da gente se ver mais tarde?
Eu: - Mas eu vou te ver amanhã?
Ela: - Sim
Ela: - Vou te compensar
Eu: - Como?
Ela: - Olha, se quiser, amanhã a gente se vê melhor na minha casa pra passar um tempo gostoso e sem pressa
Eu: - Na sua casa?
Ela: - Sim, amanhã vou estar sozinha
Eu: - Ok, levo alguma coisa?
Ela: - Só as camisinhas
Eu: - Ok, amanhã me avisa que horas
Ela: - Ok
Meu pau ficou durasso, quase saindo de tão excitado. Não podia acreditar que aquela mulher era minha mãe. Naquela noite, me masturbei pensando e relendo as mensagens da minha mãe. No dia seguinte, quando eu tava saindo, ela me perguntou de novo que horas eu ia chegar. Falei que às 9 da noite, que depois de ir na casa do meu primo, ia encontrar uma amiga que me daria uns livros. Ela disse pra avisar se chegasse mais cedo. Falei que sim e fui embora. Era umas 9 da manhã. Ela quase sempre sai às 8h, imagino que esperou pra saber se eu não ia estar em casa. Fui na casa do meu primo e lá pelas 2 da tarde, minha mãe me mandou mensagem pelo app.
Ela: - Oi, Sweetie. Adivinha? Cancelaram meu compromisso. Posso te ver às 4?
Eu: - Onde?
Ela: - Se quiser, na minha casa ou no hotel, como preferir
Eu: - Na sua casa tá bom
Ela: - Esse é o endereço ________. Te mando mensagem quando chegar em casa
Eu: - Sim, porque tenho uma fantasia que quero realizar com você
Ela: - Qual?
Eu: - É surpresa
Ela: - Ok
Umas 3 da tarde, falei pro meu primo que ia encontrar uma amiga e pro meu tio falei a mesma coisa, caso minha mãe ligasse pra perguntar se eu ainda tava na casa dele. Saí da casa dele e fui pra um parque que fica a uns 5 minutos da minha casa andando, esperar. Hora. Lá pras 4:15 ela me mandou mensagem. Ela: - Já tô em casa, qual é sua fantasia? Eu: - Quero que você vende os olhos e fique pelada, quero que só sinta o que vou fazer, que seja surpresa. Ela: - hahaha não, eu quero ver. Se quiser, pode me esperar pelada, mas de olhos abertos. Eu: - É que essa é minha fantasia, por favor deixa eu fazer. Só fazemos assim por um momento e depois tiro a venda. Falei isso, mas no fundo senti que o plano já tinha ido pro saco. Ela me deixou no vácuo uns 5 min. Ela: - mmmm, bom, eu tenho uma fantasia de fazerem comigo de cara tampada, tipo alguém entrar na minha casa e me possuir. Eu: - ok, posso arrumar uma máscara (já tinha a balaclava na mochila que levei). Ela: - Sim, mas sem violência nem insultos. Eu: - ok, então como seria? Ela: - Olha, vou ficar pelada e deixar o portão e a porta da minha casa abertos. Te espero na cozinha enquanto tomo algo pra acalmar os nervos. Eu: - ok, bora. Ela: - Quanto tempo até você chegar? E outra coisa, quero que entre pelado pra ver que não tá com nada, só seu pau bem duro. Eu: - ok, chego em 15 minutos. Queria dar tempo pra ela beber e isso nublar a mente dela, pra não me reconhecer. Tava muito nervoso. Fui numa loja, comprei uma sacola preta, umas pastilhas de menta e uma garrafa d'água. Voltei pro parque, tomei quase toda a água de uma vez, tava muito nervoso. Fui comprar outra e, saindo da loja, fui pra minha casa. Tava a uma rua de casa quando recebi uma mensagem da minha mãe, que tinha mandado uma foto e um texto.
Ela.- Já tô pronta, cê demora muito?
Eu.- Falei que já tô a uma quadra de chegar
Ela.- Ok, tô toda molhada
Tomei toda a água e caminhei até minha casa. O portão, como minha mãe disse, tava aberto. Entrei e fechei a porta. Me despi no quintal, coloquei tudo num saco preto, passei maquiagem nos olhos e coloquei a balaclava. Entrei em casa e deixei o saco do lado da porta (enfiei minha roupa e a mochila no saco pra minha mãe não reconhecer nada, e tirei a capa do celular pelo mesmo motivo). Caminhei e minha mãe tava na cozinha, pelada, com uma cerveja na mão e mais três do lado, já vazias. Ela me olhou nos olhos, depois pro meu pau, e só disse: "que gostoso, isso". Ela se aproximou, me pegou pelo pênis e fomos pra sala. Ela se ajoelhou, me deu a cerveja e perguntou: "cê vai tomar?" Eu não respondi, levantei um pouco a balaclava e tomei. Ela sentia minha mão subindo e descendo, segurando meu pau, que tava mais duro que nunca. Então ela começou a colocar na boca dela, devagar e com muito cuidado. Eu segurei a cabeça dela, e ela, com uma mão, subia e descia pelo meu abdômen. Ela começou a fazer mais forte, tanto que dava pra ouvir uns barulhos bem altos. Ela lambia da ponta até os testículos, depois chupava um por um, os malditos testículos, enquanto me masturbava. Eu tava prestes a explodir. Ela parou, disse: "senta". Sentei. Ela subiu no sofá, ficou na minha frente e pegou minha cabeça, puxando pra buceta dela. Levantei um pouco a balaclava e, com minha língua, penetrei e saboreei ela. Com uma mão, enfiava os dedos, e com a outra segurava a balaclava. Ela perguntou: "cadê os preservativos?" Eu continuei com a buceta dela na boca, só soltei um "nnnnm". Ela disse: "bom, assim tá bom". Ela tirou a buceta da minha boca e começou a me chupar de novo, mais forte e com muita intensidade. A saliva escorreu pelas pernas dela. Ela sentou em cima de mim, subia e descia, primeiro bem devagar, depois rápido, e gemia muito alto, quase gritando. Eu apertava as nádegas dela e beijava os seios dela. Me abraçava e apertava com a buceta dela, sentia cada orgasmo que ela tinha nessa posição (foram só dois). Ela tentava arranhar minhas costas, mas não tem as unhas muito compridas, então eu parei ela sem falar, virei ela de lado e ela ficou de quatro em cima do sofá. Eu penetrei ela ainda mais rápido e nessa posição entrava mais fundo, ela gemia, eu dava tapas na bunda dela e ela pedia pra bater mais forte. Senti de novo como ela se tremia tendo outro orgasmo. Peguei ela pelo cabelo e puxei ao mesmo tempo que gozei dentro dela, e escorria pelas pernas dela, pingando no sofá. Tirei e sentei, exausto. Ela levantou e correu pro banheiro, limpou o sofá com papel e foi de novo pro banheiro. Depois disso, foi pra cozinha e trouxe duas cervejas, uma pra ela e outra pra mim. Sentou e perguntou como foi, Sweetie, por que você não tira a balaclava? Eu tava excitado, mas sabia que se tirasse a balaclava, tudo ia pro caralho. Só calei a boca e fingi que tava bebendo. Peguei a mão dela e coloquei no meu pau, que não tava duro. Ela pegou a cerveja dela, eu acariciava os peitos e a buceta dela. Ela chegou perto e me beijou, me beijava com muita paixão e enquanto isso eu penetrava ela com os dedos. Quando senti ela ofegante, acelerei e ela, me beijando e gemendo, senti que teve outro orgasmo, dessa vez com meus dedos. Ela mordeu meus lábios com tanta força que deixou marca. Meu pau ficou duro de novo, ela percebeu na hora e me chupou gostoso pra caralho. Levantou, me levou pra uma cadeira da sala de jantar, sentei e ela, de costas pra mim, pegou meu pau e enfiou. Subia e descia, dessa vez começou forte e rápido, tava muito tesuda. Eu segurava as nádegas dela e quando vi ela bem abaixada, enfiei um dedo no cu dela. Ela gemeu bem alto e parou de subir e descer, agora se mexia em círculos com a cintura. Ela perguntou: "Você vai gozar?" Eu só fiz "aham". Ela levantou, virou, subiu em cima de mim, me abraçou e colocou meu pau dentro dela. A buceta dela me beijou e acariciou meu peito enquanto ela suspirava de tão cansada e com tesão que tava. Eu tinha um dedo de cada mão enfiado no cu dela, ela se mexia tão forte que eu sentia que a cadeira ia quebrar. Senti ela apertar a buceta toda vez que gozava e me mordia. Gozei dentro dela e, quando eu soltei um gemido, ela percebeu e gemeu bem alto no meu ouvido também. Ela desceu de mim, me levantou, foi no banheiro pegar papel e limpou a cadeira. Me disse: "Vamos pro quarto" (no segundo andar). Subimos e, no quarto da minha mãe, tem banheiro. Ela falou: "Vou no banheiro fazer xixi, me espera". Entrou no banheiro e eu também tava apertado pra ir, então segui ela. Ela deixou a porta aberta e me viu seguindo. Perguntou: "Também quer fazer?" Eu só concordei com a cabeça e ela disse: "Então tira isso aí, hahaha". Entrei no banheiro e peguei no meu pau. Ela falou: "Se for mijar, aponta direito". Se afastou um pouco pra trás e eu podia ver a buceta dela. Tentei mijar sem acertar ela, mas com o pau duro é quase impossível. O jato foi direto no peito dela e, com a mão, fui abaixando até mijar na privada. Ela também tava mijando. Era uma cena que eu nunca pensei que veria. Minha mãe disse: "Que nojo, me mijou toda", mas tava rindo. "Ainda bem que não caiu na minha cara, porque eu teria ficado puta." Terminei de mijar, ela se levantou e disse: "Vamos tomar banho". Entrou no chuveiro e falou: "Tira isso aí e vem". Saí do banheiro, sabia que no chuveiro eu teria que tirar a balaclava. Desci de novo pra sala, me vesti (só coloquei a calça, os sapatos e a camisa) e saí de casa. Quase correndo, fui pro parque recuperar o fôlego. Ela me mandou mensagem perguntando onde eu tava, eu só deixei no visto. Já tinha conseguido mais do que queria, tava contente. Fui na loja comprar um desodorante pra passar, tava cheirando a suor, cerveja e outras coisas. Quase usei o vidro inteiro. Fui na casa de outra tia minha que não tem filhos e o marido dela trabalha à tarde. Ela é muito gente boa e, como é tia por parte do meu pai, minha mãe não Fala, cheguei lá e ela me olhou estranho, me perguntou o que houve, filho, e eu falei nada, é que fui com uma amiga mas ela não tá, posso usar seu banheiro? Ela deixou, me troquei no banheiro dela e fiquei batendo papo com ela o resto da tarde (tenho um relato com ela também). Ela tem 33 anos e, como eu disse, é muito gente boa. Comemos, quando o marido dela chegou, fui pra minha casa, eram umas 8. Mandei mensagem pra minha mãe falando que já tava indo, ela disse que tinha saído mais cedo e que a casa tava vazia. Quando entrei, ela tava no quarto dela. Gritei do corredor que já tinha chegado e que ia tomar banho, ela só falou "tá bom". Tomei banho e percebi porque minha tia tava me olhando, eu tinha uma marca no lábio, tipo uma mordida (a mordida que minha mãe me deu). Tomei banho, fiquei no meu quarto e vesti uma roupa leve pra dormir. Como tinha comido com minha tia, não tava com fome. Minha mãe gritou "desce pra jantar", tive que ir pra ela não ficar brava. Jantando, tentei não fazer contato visual com ela. Ela me perguntou como tinha sido, falei "bem", e ela "e você?", respondi "bem também". Terminamos de comer e, por um descuido, ela viu meu lábio. Vi claramente como ela se assustou e se surpreendeu, quase gaguejando me disse: "O-que que aconteceu?!" Falei: "Me cortei com a lâmina de barbear". Ela não disse nada, mas continuou me olhando. Me fiz de bravo e perguntei "por quê??" Ela só falou "não, por nada". Me virei e fui dormir. Olhei o aplicativo e tinha 10 mensagens da minha mãe, não respondi. Ela nunca mais falou nada e também não mandou mais mensagens. Isso foi em 12/11/2020. Desde então, não conversei mais com minha mãe no aplicativo, mas notei que a personalidade dela mudou comigo, ficou mais aberta, mas até hoje não transamos de novo.
Essa foi a história de como transei com a minha mãe, mas não é a única experiência incomum que tive nesses meses. Se quiserem outra história, comentem aí embaixo qual vocês querem que eu conte agora. A de que sou o amante da minha tia por um acidente, tenho uma amiga que faz zoo, fiz ménage com a minha professora e a esposa dela pra engravidar ela.
Eu: - Olá, como você está, Andrea?
Ela: - Olá, esse milagre? Estou bem e você?
Eu: - Desculpa por não mandar mensagens, mas com a quarentena tive alguns contratempos.
Ela: - Eu também tive que ficar em casa, hahaha, pensei que tinha te assustado.
Eu: - Não, de jeito nenhum, ainda quer se encontrar?
Ela: - Sim, estou como uma leoa 🙊
Eu: - Que dia você pode?
Ela: - Durante a semana.
Eu: - Amanhã?
Ela: - Sim. Onde?
Eu: - No hotel Black, quando eu chegar te mando o número do quarto.
Ela: - A que horas?
Eu: - Às 4:00 da tarde.
Ela: - Ok, amanhã me avisa 😘
Essa foi a conversa para marcar o encontro com a minha mãe. Meu plano era que ela chegasse depois de mim no hotel, porque eu ia pedir para ela vendar os olhos. Eu ia deixar uma venda preta na cama e me esconder no banheiro, e sair quando ela estivesse com os olhos vendados. Também levaria uma balaclava caso ela não vendasse bem os olhos, para não me reconhecer. Li na internet que usasse alguma tinta ao redor dos olhos para evitar ser reconhecido, algo que os soldados das forças especiais fazem. Esse era o meu plano. O complicado era convencê-la a vendar os olhos; ia dizer que era uma fantasia. Naquele dia, também mandei mensagem para o meu primo para ir na casa dele jogar no dia seguinte de manhã, para que minha mãe não visse que eu ia sair caso ela não fosse para o escritório. Já tinha, na minha cabeça, tudo pronto. Minha mãe chegou às 9:00 da noite do trabalho e comentei no jantar que ia de manhã com meu primo jogar e que voltaria umas 8 ou 9 da noite. Ela só me disse que... Coloquei a máscara, a gente acabou de jantar e cada um foi pro seu quarto. Quando eu tava prestes a mandar uma mensagem pra desejar boa noite (mensagem pelo aplicativo), ela me mandou uma mensagem.
Ela: - Oi, boa noite... escuta
Eu: - Fala
Ela: - Então, amanhã não sei se vou ficar livre às 4 porque tenho um compromisso às 3:30 no escritório de um cliente. O que acha da gente se ver mais tarde?
Eu: - Mas eu vou te ver amanhã?
Ela: - Sim
Ela: - Vou te compensar
Eu: - Como?
Ela: - Olha, se quiser, amanhã a gente se vê melhor na minha casa pra passar um tempo gostoso e sem pressa
Eu: - Na sua casa?
Ela: - Sim, amanhã vou estar sozinha
Eu: - Ok, levo alguma coisa?
Ela: - Só as camisinhas
Eu: - Ok, amanhã me avisa que horas
Ela: - Ok
Meu pau ficou durasso, quase saindo de tão excitado. Não podia acreditar que aquela mulher era minha mãe. Naquela noite, me masturbei pensando e relendo as mensagens da minha mãe. No dia seguinte, quando eu tava saindo, ela me perguntou de novo que horas eu ia chegar. Falei que às 9 da noite, que depois de ir na casa do meu primo, ia encontrar uma amiga que me daria uns livros. Ela disse pra avisar se chegasse mais cedo. Falei que sim e fui embora. Era umas 9 da manhã. Ela quase sempre sai às 8h, imagino que esperou pra saber se eu não ia estar em casa. Fui na casa do meu primo e lá pelas 2 da tarde, minha mãe me mandou mensagem pelo app.
Ela: - Oi, Sweetie. Adivinha? Cancelaram meu compromisso. Posso te ver às 4?
Eu: - Onde?
Ela: - Se quiser, na minha casa ou no hotel, como preferir
Eu: - Na sua casa tá bom
Ela: - Esse é o endereço ________. Te mando mensagem quando chegar em casa
Eu: - Sim, porque tenho uma fantasia que quero realizar com você
Ela: - Qual?
Eu: - É surpresa
Ela: - Ok
Umas 3 da tarde, falei pro meu primo que ia encontrar uma amiga e pro meu tio falei a mesma coisa, caso minha mãe ligasse pra perguntar se eu ainda tava na casa dele. Saí da casa dele e fui pra um parque que fica a uns 5 minutos da minha casa andando, esperar. Hora. Lá pras 4:15 ela me mandou mensagem. Ela: - Já tô em casa, qual é sua fantasia? Eu: - Quero que você vende os olhos e fique pelada, quero que só sinta o que vou fazer, que seja surpresa. Ela: - hahaha não, eu quero ver. Se quiser, pode me esperar pelada, mas de olhos abertos. Eu: - É que essa é minha fantasia, por favor deixa eu fazer. Só fazemos assim por um momento e depois tiro a venda. Falei isso, mas no fundo senti que o plano já tinha ido pro saco. Ela me deixou no vácuo uns 5 min. Ela: - mmmm, bom, eu tenho uma fantasia de fazerem comigo de cara tampada, tipo alguém entrar na minha casa e me possuir. Eu: - ok, posso arrumar uma máscara (já tinha a balaclava na mochila que levei). Ela: - Sim, mas sem violência nem insultos. Eu: - ok, então como seria? Ela: - Olha, vou ficar pelada e deixar o portão e a porta da minha casa abertos. Te espero na cozinha enquanto tomo algo pra acalmar os nervos. Eu: - ok, bora. Ela: - Quanto tempo até você chegar? E outra coisa, quero que entre pelado pra ver que não tá com nada, só seu pau bem duro. Eu: - ok, chego em 15 minutos. Queria dar tempo pra ela beber e isso nublar a mente dela, pra não me reconhecer. Tava muito nervoso. Fui numa loja, comprei uma sacola preta, umas pastilhas de menta e uma garrafa d'água. Voltei pro parque, tomei quase toda a água de uma vez, tava muito nervoso. Fui comprar outra e, saindo da loja, fui pra minha casa. Tava a uma rua de casa quando recebi uma mensagem da minha mãe, que tinha mandado uma foto e um texto.
Ela.- Já tô pronta, cê demora muito? Eu.- Falei que já tô a uma quadra de chegar
Ela.- Ok, tô toda molhada
Tomei toda a água e caminhei até minha casa. O portão, como minha mãe disse, tava aberto. Entrei e fechei a porta. Me despi no quintal, coloquei tudo num saco preto, passei maquiagem nos olhos e coloquei a balaclava. Entrei em casa e deixei o saco do lado da porta (enfiei minha roupa e a mochila no saco pra minha mãe não reconhecer nada, e tirei a capa do celular pelo mesmo motivo). Caminhei e minha mãe tava na cozinha, pelada, com uma cerveja na mão e mais três do lado, já vazias. Ela me olhou nos olhos, depois pro meu pau, e só disse: "que gostoso, isso". Ela se aproximou, me pegou pelo pênis e fomos pra sala. Ela se ajoelhou, me deu a cerveja e perguntou: "cê vai tomar?" Eu não respondi, levantei um pouco a balaclava e tomei. Ela sentia minha mão subindo e descendo, segurando meu pau, que tava mais duro que nunca. Então ela começou a colocar na boca dela, devagar e com muito cuidado. Eu segurei a cabeça dela, e ela, com uma mão, subia e descia pelo meu abdômen. Ela começou a fazer mais forte, tanto que dava pra ouvir uns barulhos bem altos. Ela lambia da ponta até os testículos, depois chupava um por um, os malditos testículos, enquanto me masturbava. Eu tava prestes a explodir. Ela parou, disse: "senta". Sentei. Ela subiu no sofá, ficou na minha frente e pegou minha cabeça, puxando pra buceta dela. Levantei um pouco a balaclava e, com minha língua, penetrei e saboreei ela. Com uma mão, enfiava os dedos, e com a outra segurava a balaclava. Ela perguntou: "cadê os preservativos?" Eu continuei com a buceta dela na boca, só soltei um "nnnnm". Ela disse: "bom, assim tá bom". Ela tirou a buceta da minha boca e começou a me chupar de novo, mais forte e com muita intensidade. A saliva escorreu pelas pernas dela. Ela sentou em cima de mim, subia e descia, primeiro bem devagar, depois rápido, e gemia muito alto, quase gritando. Eu apertava as nádegas dela e beijava os seios dela. Me abraçava e apertava com a buceta dela, sentia cada orgasmo que ela tinha nessa posição (foram só dois). Ela tentava arranhar minhas costas, mas não tem as unhas muito compridas, então eu parei ela sem falar, virei ela de lado e ela ficou de quatro em cima do sofá. Eu penetrei ela ainda mais rápido e nessa posição entrava mais fundo, ela gemia, eu dava tapas na bunda dela e ela pedia pra bater mais forte. Senti de novo como ela se tremia tendo outro orgasmo. Peguei ela pelo cabelo e puxei ao mesmo tempo que gozei dentro dela, e escorria pelas pernas dela, pingando no sofá. Tirei e sentei, exausto. Ela levantou e correu pro banheiro, limpou o sofá com papel e foi de novo pro banheiro. Depois disso, foi pra cozinha e trouxe duas cervejas, uma pra ela e outra pra mim. Sentou e perguntou como foi, Sweetie, por que você não tira a balaclava? Eu tava excitado, mas sabia que se tirasse a balaclava, tudo ia pro caralho. Só calei a boca e fingi que tava bebendo. Peguei a mão dela e coloquei no meu pau, que não tava duro. Ela pegou a cerveja dela, eu acariciava os peitos e a buceta dela. Ela chegou perto e me beijou, me beijava com muita paixão e enquanto isso eu penetrava ela com os dedos. Quando senti ela ofegante, acelerei e ela, me beijando e gemendo, senti que teve outro orgasmo, dessa vez com meus dedos. Ela mordeu meus lábios com tanta força que deixou marca. Meu pau ficou duro de novo, ela percebeu na hora e me chupou gostoso pra caralho. Levantou, me levou pra uma cadeira da sala de jantar, sentei e ela, de costas pra mim, pegou meu pau e enfiou. Subia e descia, dessa vez começou forte e rápido, tava muito tesuda. Eu segurava as nádegas dela e quando vi ela bem abaixada, enfiei um dedo no cu dela. Ela gemeu bem alto e parou de subir e descer, agora se mexia em círculos com a cintura. Ela perguntou: "Você vai gozar?" Eu só fiz "aham". Ela levantou, virou, subiu em cima de mim, me abraçou e colocou meu pau dentro dela. A buceta dela me beijou e acariciou meu peito enquanto ela suspirava de tão cansada e com tesão que tava. Eu tinha um dedo de cada mão enfiado no cu dela, ela se mexia tão forte que eu sentia que a cadeira ia quebrar. Senti ela apertar a buceta toda vez que gozava e me mordia. Gozei dentro dela e, quando eu soltei um gemido, ela percebeu e gemeu bem alto no meu ouvido também. Ela desceu de mim, me levantou, foi no banheiro pegar papel e limpou a cadeira. Me disse: "Vamos pro quarto" (no segundo andar). Subimos e, no quarto da minha mãe, tem banheiro. Ela falou: "Vou no banheiro fazer xixi, me espera". Entrou no banheiro e eu também tava apertado pra ir, então segui ela. Ela deixou a porta aberta e me viu seguindo. Perguntou: "Também quer fazer?" Eu só concordei com a cabeça e ela disse: "Então tira isso aí, hahaha". Entrei no banheiro e peguei no meu pau. Ela falou: "Se for mijar, aponta direito". Se afastou um pouco pra trás e eu podia ver a buceta dela. Tentei mijar sem acertar ela, mas com o pau duro é quase impossível. O jato foi direto no peito dela e, com a mão, fui abaixando até mijar na privada. Ela também tava mijando. Era uma cena que eu nunca pensei que veria. Minha mãe disse: "Que nojo, me mijou toda", mas tava rindo. "Ainda bem que não caiu na minha cara, porque eu teria ficado puta." Terminei de mijar, ela se levantou e disse: "Vamos tomar banho". Entrou no chuveiro e falou: "Tira isso aí e vem". Saí do banheiro, sabia que no chuveiro eu teria que tirar a balaclava. Desci de novo pra sala, me vesti (só coloquei a calça, os sapatos e a camisa) e saí de casa. Quase correndo, fui pro parque recuperar o fôlego. Ela me mandou mensagem perguntando onde eu tava, eu só deixei no visto. Já tinha conseguido mais do que queria, tava contente. Fui na loja comprar um desodorante pra passar, tava cheirando a suor, cerveja e outras coisas. Quase usei o vidro inteiro. Fui na casa de outra tia minha que não tem filhos e o marido dela trabalha à tarde. Ela é muito gente boa e, como é tia por parte do meu pai, minha mãe não Fala, cheguei lá e ela me olhou estranho, me perguntou o que houve, filho, e eu falei nada, é que fui com uma amiga mas ela não tá, posso usar seu banheiro? Ela deixou, me troquei no banheiro dela e fiquei batendo papo com ela o resto da tarde (tenho um relato com ela também). Ela tem 33 anos e, como eu disse, é muito gente boa. Comemos, quando o marido dela chegou, fui pra minha casa, eram umas 8. Mandei mensagem pra minha mãe falando que já tava indo, ela disse que tinha saído mais cedo e que a casa tava vazia. Quando entrei, ela tava no quarto dela. Gritei do corredor que já tinha chegado e que ia tomar banho, ela só falou "tá bom". Tomei banho e percebi porque minha tia tava me olhando, eu tinha uma marca no lábio, tipo uma mordida (a mordida que minha mãe me deu). Tomei banho, fiquei no meu quarto e vesti uma roupa leve pra dormir. Como tinha comido com minha tia, não tava com fome. Minha mãe gritou "desce pra jantar", tive que ir pra ela não ficar brava. Jantando, tentei não fazer contato visual com ela. Ela me perguntou como tinha sido, falei "bem", e ela "e você?", respondi "bem também". Terminamos de comer e, por um descuido, ela viu meu lábio. Vi claramente como ela se assustou e se surpreendeu, quase gaguejando me disse: "O-que que aconteceu?!" Falei: "Me cortei com a lâmina de barbear". Ela não disse nada, mas continuou me olhando. Me fiz de bravo e perguntei "por quê??" Ela só falou "não, por nada". Me virei e fui dormir. Olhei o aplicativo e tinha 10 mensagens da minha mãe, não respondi. Ela nunca mais falou nada e também não mandou mais mensagens. Isso foi em 12/11/2020. Desde então, não conversei mais com minha mãe no aplicativo, mas notei que a personalidade dela mudou comigo, ficou mais aberta, mas até hoje não transamos de novo.
Essa foi a história de como transei com a minha mãe, mas não é a única experiência incomum que tive nesses meses. Se quiserem outra história, comentem aí embaixo qual vocês querem que eu conte agora. A de que sou o amante da minha tia por um acidente, tenho uma amiga que faz zoo, fiz ménage com a minha professora e a esposa dela pra engravidar ela.
17 comentários - Incesto Real 3 - Leon Gostoso
Felicidades por esa experiencia, soy tu fan perro!!
Felicidades por esa experiencia, soy tu fan perro!!
buena historia