Demorei pra conseguir terminar esse capítulo, como já falei, vou escrevendo conforme os acontecimentos rolam e nesses dias não tava rolando nada!
Pra fechar 2020, antes do Natal, veio a Yolanda, com suas vergonhas de sempre, mas com vontade de massagens e calor sexual. Minhas mãos foram desatando seus nós e minhas carícias, seus suspiros; sua buceta ensopada recebeu com gosto meus dedos e minha língua, e eu fiz ela gozar orgasmo atrás de orgasmo de novo...
Ela ainda não tinha me tocado e já tinha passado um bom tempo só brincando.
Ela se virou de lado e se animou a me tocar, tirou meu pau da calça e, acariciando, colocou entre os peitos dela. Começou com um espanhol como há tempos não faziam em mim. Aos poucos, fui mudando minha ideia inicial de foder ela pra molhar de porra aqueles peitos doces que eu já tinha me encarregado de lamber com vontade antes.
O vai e vem da minha pica entre aqueles peitos macios e quentes tava me deixando louco, e enquanto ela apertava minha pica com os peitos, eu roçava freneticamente o clitóris dela com meus dedos, fazendo ela delirar.
Quando não aguentei mais, joguei fortes jorros de porra grossa que banharam os peitos dela e um pouco do rosto.
Fomos nos recuperando abraçados e nos acariciando, ela na maca e eu de pé, bem juntinho dela.
Esse foi meu último tesão do fatídico 2020.
Passei todas as festas sem notícias de ninguém, já estava sentindo falta daquele ritmo de fodas e massagens que vinha tendo, estava tudo muito calmo.
Pelos status do WhatsApp vi que o Juan e a Estela estavam de férias, do Pedro não tinha notícias e dos outros também não.
Será que já ia cortando tudo? Não sabia, mas era uma possibilidade.
A que sempre manteve contato foi a Yolanda e prometeu continuar vindo. Então com ela eu comia direto.
Depois de uns dias, o Juan me ligou de novo.
Queriam voltar e eu queria transar de uma vez por todas com a Estela.
Concretamos a visita dela. Com Ela na maca e o Juan como espectador VIP, comecei meu trabalho.
Abro um parêntese pequeno pra dizer que o Juan tava doido pra eu comer a mulher dele, a gente não sabia qual ia ser a reação, mas ele queria ver ela dando pra mim. Nessa altura, eu já achava que ela queria me dar mesmo e que dessa vez ia rolar, e ia ser uma surpresa também pro Juan, que eu sempre avisava das minhas jogadas, mas dessa vez não ia avisar.
Mudei de tática e não esperei ela ficar de barriga pra cima, sabia que ela adorava se entregar de bruços e meus dedos brincaram nessa posição. Com uma mão, dois dedos bem enfiados na buceta e outro esticado esfregando o clitóris, enquanto com a outra amassava aquelas nádegas carnudas que me deixavam louco. Num instante, tirei a tanga dela e enfiei minha cara entre as nádegas e comecei a lamber o cu dela, que prazer! Tanto pra ela quanto pra mim.
Depois um dedo se perdeu dentro do buraquinho apertado dela, lubrificado pela minha língua. Assim eu comi ela com meus dedos nos dois buracos até que ela explodiu num orgasmo forte.
Fui tirando eles devagar e acariciei as costas dela até ela se acalmar.
Faltava mais um orgasmo pra tirar dela e eu sabia que se quisesse comer ela, tinha que ser bem antes do segundo estourar, senão seria tarde demais.
Foi se acalmando e eu fiz ela deitar de lado, apontando a bunda gostosa dela na minha direção. Eu já tinha tirado a calça e estava com a jaqueta desabotoada.
Comecei, por trás dela, a massagear os peitos dela, enquanto esfregava meu corpo com meu pau, que naquele momento estava duro igual pedra.
Depois, com um pouco de óleo nas minhas mãos, brinquei por toda a racha do cu dela enquanto voltava a atacar a buceta dela.
Aí me aproximei e comecei a roçar meu pau de cima pra baixo na bunda dela, que já tava bem oleada. A ideia era ir descendo e meter na buceta dela. Juan já tava se punhetando há um tempão. A tentação foi grande, olhei pro Juan, que entendeu o que eu ia fazer, e enfiei a cabeça do pau na bunda dela. Meu pau já tava bem lubrificado, então não tive problema pra fazer a cabeça entrar. Ela suspirou forte, minha mão batia uma pra ela, e eu fiquei esperando um sinal de desaprovação. Não veio. Empurrei um pouco mais e entrei com metade do pau, comecei um vai e vem, enfiando cada vez mais fundo. Minha mão batia uma forte pra ela, e ela tava prestes a ter o segundo orgasmo dela. Toda essa situação me deixou muito excitado. Estela começou a gozar, e com os espasmos apertando meu pau, me fez gozar também, enchendo o cu dela de porra. Olhei pro Juan e, naquele exato momento, ele explodia em fortes jorradas de leite.
Me afastei dela e deixei ela relaxar, nenhum de nós três falava, foi uma experiência muito intensa pra todo mundo.
Ela foi embora radiante, isso me deixou tranquilo, dá pra ver que ela curtiu a experiência. Será que a Estela ia ficar por um bom tempo? Não sei, tomara. Eu me dava muito bem com o Juan, assim como com o Pedro, isso era garantia de putaria garantida. Não tô dizendo que viramos amigos, mas sim comparsas de umas boas sacanagens.
Por outro lado, Marta, a mulher do Pedro, com a irmã dela, Nancy, cunhada e amante dele, tavam de férias em Mar del Plata, não iam voltar por um tempo, embora o Pedro tivesse prometido trazer elas. A situação era estranha, tanto a Marta quanto o marido da Nancy tinham certeza de que o Pedro e a Nancy eram amantes, ficavam putos mas não faziam muito mais que isso.
Eu queria comer a Marta, era meu assunto pendente, talvez por ser a mais difícil, tomara que um dia role, sei que o Pedro não tinha problema com isso porque a gente conversou.
Os dias passavam e janeiro tava ficando chato, mas mesmo assim, teve uma parada que foi boa e me deu uma perspectiva nova: apareceu uma massagista que queria fazer massagens sensuais comigo, atender casais e tal. Claro que chamei ela pra ver como trabalhava, todo mundo já imagina o que eu tava procurando, e se acertaram... era comer ela!
Viemos e conversamos bastante, era uma mulher bonita de meia-idade, quarenta e poucos anos, corpo gostoso. Falei pra ela que a gente se mostrasse como trabalhava. Coloquei ela na maca e fiz uma massagem rápida, perguntei se queria ver como eu fazia uma massagem erótica numa mulher e ela disse que sim. Num movimento só, tirei a calcinha dela e comecei a tocá-la como já descrevi muitas vezes nesse relato. A buceta dela estava bem depilada e, depois de arrancar um orgasmo com meus dedos estimulando clitóris e ponto G, mergulhei pra comer aquela buceta de sabor delicioso. Ela gemia e se contorcia, me puxava pelos cabelos e me enfiava entre as pernas dela. Não parei até ela ter mais dois orgasmos.
Agora era a vez dela. Tirei a roupa e me deitei de bruços na maca. Ela me fazia massagens e contava que eu tinha deixado ela toda molhada, que fazia tempo que não comiam a pussy dela assim.
De repente, começou a acariciar minha bunda, passava a ponta do dedo bem lubrificado fazendo círculos na entrada do meu buraquinho, em nenhum momento tentou entrar, só estimular por fora, o prazer que tava me dando era enorme e eu falei pra ele.
Já de barriga pra cima e depois de uma massagem rápida no meu peito, ela acariciou minha rola e começou a chupar. Ela mandava muito bem, com muita experiência. Depois de um bom tempo, subiu na maca e montou em mim, enfiando minha rola e começando a cavalgar. Eu me agarrei nos peitos dela enquanto ela me dava uma boa fodida.
Quando eu tava quase gozando, avisei ela. Como eu tava na mão dela, deitado na maca, não consegui pegar camisinha quando a gente começou a trepar.
Ela tirou a boca da minha pica, jogou o corpo pra trás e, apoiando as tetas em mim, com uns roçados me fez gozar pra caralho, lambuzando nossos corpos e espirrando na cara dela. Ela pegou aquele esporro com o dedo e meteu na boca, saboreando. Falei pra ela que com aquilo tinha acabado de fritar de vez minha cabeça.
E essa aventura, no que deu? Em nada! A gente planejou trampo junto e depois ele me deixou na mão. Me fez passar vergonha com uns clientes até, porque tive que cancelar os horários deles porque ele sumiu.
Gosto agridoce pela lembrança de uma transa espetacular e de como tudo que poderíamos ter curtido juntos se desfez.
(Nota pras leitoras: ainda tô procurando uma parceira pra massagens eróticas, se alguma se interessar por um trampo extra e morar na zona norte do GBA, é só me avisar. Valeu!)
Bom, foi assim que rolou esse janeiro de 2021, entre pandemia, cuidados, medos, cansaços e também uma puta vontade de se sentir vivo de novo e tirar toda essa mufa do corpo.
Tô encerrando essa saga, ia ficar muito repetitiva continuar.
Estela e João vão continuar vindo de vez em quando, com certeza não tão seguido, Pedro também vai trazer as minas dele, Yolanda também vai aparecer de vez em quando com suas vergonhas e seu tesão pra passar uns momentos apimentados.
Vão aparecer novos e uma hora vou conseguir uma parceira massagista.
Prometo fazer um post com as fotos das massagistas que não rolaram, mas deixaram as fotos comigo. Vou compartilhar elas no próximo post.
Por enquanto, encerro essa saga por aqui.
Este vai ser o fim a não ser que eu possa foder a Marta e vou contar tudo nos detalhes, tô devendo isso.
Das próximas aventuras que tiverem, novas histórias serão contadas.
Pra fechar 2020, antes do Natal, veio a Yolanda, com suas vergonhas de sempre, mas com vontade de massagens e calor sexual. Minhas mãos foram desatando seus nós e minhas carícias, seus suspiros; sua buceta ensopada recebeu com gosto meus dedos e minha língua, e eu fiz ela gozar orgasmo atrás de orgasmo de novo...
Ela ainda não tinha me tocado e já tinha passado um bom tempo só brincando.
Ela se virou de lado e se animou a me tocar, tirou meu pau da calça e, acariciando, colocou entre os peitos dela. Começou com um espanhol como há tempos não faziam em mim. Aos poucos, fui mudando minha ideia inicial de foder ela pra molhar de porra aqueles peitos doces que eu já tinha me encarregado de lamber com vontade antes.
O vai e vem da minha pica entre aqueles peitos macios e quentes tava me deixando louco, e enquanto ela apertava minha pica com os peitos, eu roçava freneticamente o clitóris dela com meus dedos, fazendo ela delirar.
Quando não aguentei mais, joguei fortes jorros de porra grossa que banharam os peitos dela e um pouco do rosto.
Fomos nos recuperando abraçados e nos acariciando, ela na maca e eu de pé, bem juntinho dela.
Esse foi meu último tesão do fatídico 2020.
Passei todas as festas sem notícias de ninguém, já estava sentindo falta daquele ritmo de fodas e massagens que vinha tendo, estava tudo muito calmo.
Pelos status do WhatsApp vi que o Juan e a Estela estavam de férias, do Pedro não tinha notícias e dos outros também não.
Será que já ia cortando tudo? Não sabia, mas era uma possibilidade.
A que sempre manteve contato foi a Yolanda e prometeu continuar vindo. Então com ela eu comia direto.
Depois de uns dias, o Juan me ligou de novo.
Queriam voltar e eu queria transar de uma vez por todas com a Estela.
Concretamos a visita dela. Com Ela na maca e o Juan como espectador VIP, comecei meu trabalho.
Abro um parêntese pequeno pra dizer que o Juan tava doido pra eu comer a mulher dele, a gente não sabia qual ia ser a reação, mas ele queria ver ela dando pra mim. Nessa altura, eu já achava que ela queria me dar mesmo e que dessa vez ia rolar, e ia ser uma surpresa também pro Juan, que eu sempre avisava das minhas jogadas, mas dessa vez não ia avisar.
Mudei de tática e não esperei ela ficar de barriga pra cima, sabia que ela adorava se entregar de bruços e meus dedos brincaram nessa posição. Com uma mão, dois dedos bem enfiados na buceta e outro esticado esfregando o clitóris, enquanto com a outra amassava aquelas nádegas carnudas que me deixavam louco. Num instante, tirei a tanga dela e enfiei minha cara entre as nádegas e comecei a lamber o cu dela, que prazer! Tanto pra ela quanto pra mim.
Depois um dedo se perdeu dentro do buraquinho apertado dela, lubrificado pela minha língua. Assim eu comi ela com meus dedos nos dois buracos até que ela explodiu num orgasmo forte.
Fui tirando eles devagar e acariciei as costas dela até ela se acalmar.
Faltava mais um orgasmo pra tirar dela e eu sabia que se quisesse comer ela, tinha que ser bem antes do segundo estourar, senão seria tarde demais.
Foi se acalmando e eu fiz ela deitar de lado, apontando a bunda gostosa dela na minha direção. Eu já tinha tirado a calça e estava com a jaqueta desabotoada.
Comecei, por trás dela, a massagear os peitos dela, enquanto esfregava meu corpo com meu pau, que naquele momento estava duro igual pedra.
Depois, com um pouco de óleo nas minhas mãos, brinquei por toda a racha do cu dela enquanto voltava a atacar a buceta dela.
Aí me aproximei e comecei a roçar meu pau de cima pra baixo na bunda dela, que já tava bem oleada. A ideia era ir descendo e meter na buceta dela. Juan já tava se punhetando há um tempão. A tentação foi grande, olhei pro Juan, que entendeu o que eu ia fazer, e enfiei a cabeça do pau na bunda dela. Meu pau já tava bem lubrificado, então não tive problema pra fazer a cabeça entrar. Ela suspirou forte, minha mão batia uma pra ela, e eu fiquei esperando um sinal de desaprovação. Não veio. Empurrei um pouco mais e entrei com metade do pau, comecei um vai e vem, enfiando cada vez mais fundo. Minha mão batia uma forte pra ela, e ela tava prestes a ter o segundo orgasmo dela. Toda essa situação me deixou muito excitado. Estela começou a gozar, e com os espasmos apertando meu pau, me fez gozar também, enchendo o cu dela de porra. Olhei pro Juan e, naquele exato momento, ele explodia em fortes jorradas de leite.
Me afastei dela e deixei ela relaxar, nenhum de nós três falava, foi uma experiência muito intensa pra todo mundo.
Ela foi embora radiante, isso me deixou tranquilo, dá pra ver que ela curtiu a experiência. Será que a Estela ia ficar por um bom tempo? Não sei, tomara. Eu me dava muito bem com o Juan, assim como com o Pedro, isso era garantia de putaria garantida. Não tô dizendo que viramos amigos, mas sim comparsas de umas boas sacanagens.
Por outro lado, Marta, a mulher do Pedro, com a irmã dela, Nancy, cunhada e amante dele, tavam de férias em Mar del Plata, não iam voltar por um tempo, embora o Pedro tivesse prometido trazer elas. A situação era estranha, tanto a Marta quanto o marido da Nancy tinham certeza de que o Pedro e a Nancy eram amantes, ficavam putos mas não faziam muito mais que isso.
Eu queria comer a Marta, era meu assunto pendente, talvez por ser a mais difícil, tomara que um dia role, sei que o Pedro não tinha problema com isso porque a gente conversou.
Os dias passavam e janeiro tava ficando chato, mas mesmo assim, teve uma parada que foi boa e me deu uma perspectiva nova: apareceu uma massagista que queria fazer massagens sensuais comigo, atender casais e tal. Claro que chamei ela pra ver como trabalhava, todo mundo já imagina o que eu tava procurando, e se acertaram... era comer ela!
Viemos e conversamos bastante, era uma mulher bonita de meia-idade, quarenta e poucos anos, corpo gostoso. Falei pra ela que a gente se mostrasse como trabalhava. Coloquei ela na maca e fiz uma massagem rápida, perguntei se queria ver como eu fazia uma massagem erótica numa mulher e ela disse que sim. Num movimento só, tirei a calcinha dela e comecei a tocá-la como já descrevi muitas vezes nesse relato. A buceta dela estava bem depilada e, depois de arrancar um orgasmo com meus dedos estimulando clitóris e ponto G, mergulhei pra comer aquela buceta de sabor delicioso. Ela gemia e se contorcia, me puxava pelos cabelos e me enfiava entre as pernas dela. Não parei até ela ter mais dois orgasmos.
Agora era a vez dela. Tirei a roupa e me deitei de bruços na maca. Ela me fazia massagens e contava que eu tinha deixado ela toda molhada, que fazia tempo que não comiam a pussy dela assim.
De repente, começou a acariciar minha bunda, passava a ponta do dedo bem lubrificado fazendo círculos na entrada do meu buraquinho, em nenhum momento tentou entrar, só estimular por fora, o prazer que tava me dando era enorme e eu falei pra ele.
Já de barriga pra cima e depois de uma massagem rápida no meu peito, ela acariciou minha rola e começou a chupar. Ela mandava muito bem, com muita experiência. Depois de um bom tempo, subiu na maca e montou em mim, enfiando minha rola e começando a cavalgar. Eu me agarrei nos peitos dela enquanto ela me dava uma boa fodida.
Quando eu tava quase gozando, avisei ela. Como eu tava na mão dela, deitado na maca, não consegui pegar camisinha quando a gente começou a trepar.
Ela tirou a boca da minha pica, jogou o corpo pra trás e, apoiando as tetas em mim, com uns roçados me fez gozar pra caralho, lambuzando nossos corpos e espirrando na cara dela. Ela pegou aquele esporro com o dedo e meteu na boca, saboreando. Falei pra ela que com aquilo tinha acabado de fritar de vez minha cabeça.
E essa aventura, no que deu? Em nada! A gente planejou trampo junto e depois ele me deixou na mão. Me fez passar vergonha com uns clientes até, porque tive que cancelar os horários deles porque ele sumiu.
Gosto agridoce pela lembrança de uma transa espetacular e de como tudo que poderíamos ter curtido juntos se desfez.
(Nota pras leitoras: ainda tô procurando uma parceira pra massagens eróticas, se alguma se interessar por um trampo extra e morar na zona norte do GBA, é só me avisar. Valeu!)
Bom, foi assim que rolou esse janeiro de 2021, entre pandemia, cuidados, medos, cansaços e também uma puta vontade de se sentir vivo de novo e tirar toda essa mufa do corpo.
Tô encerrando essa saga, ia ficar muito repetitiva continuar.
Estela e João vão continuar vindo de vez em quando, com certeza não tão seguido, Pedro também vai trazer as minas dele, Yolanda também vai aparecer de vez em quando com suas vergonhas e seu tesão pra passar uns momentos apimentados.
Vão aparecer novos e uma hora vou conseguir uma parceira massagista.
Prometo fazer um post com as fotos das massagistas que não rolaram, mas deixaram as fotos comigo. Vou compartilhar elas no próximo post.
Por enquanto, encerro essa saga por aqui.
Este vai ser o fim a não ser que eu possa foder a Marta e vou contar tudo nos detalhes, tô devendo isso.
Das próximas aventuras que tiverem, novas histórias serão contadas.
2 comentários - Massagens, putas e quarentena. Cap 6. Final?