Desde que comecei a desleitar meu filho adolescente, por meios manuais (http://www.poringa.net/posts/relatos/3931710/Tudo-em-familia-I-desleitando-meu-filho-adolescente.html) e bucais (http://www.poringa.net/posts/relatos/3939700/Tudo-em-familia-III-meu-menino-ta-com-dor-de-cabeca-de-baixo.html) -por enquanto-, e tive a grata surpresa de que, nos seus tenros 18 anos, já pendia entre as pernas dele uma mangueira de 22 cm, me deu uma puta curiosidade sobre por que meu marido -em contrapartida- tinha apenas um discreto negocinho de 14 cm (no máximo, com toda a força e sucção bucal da signatária, Yanina).
Depois esqueci do assunto, até que uns dias atrás meu marido comentou que o pai dele (meu sogrão) viria nos visitar por uns dias, como fazia todo ano. Ele mora no interior, administra as propriedades dele e tem uma vida financeira bem boa.
Quando ele me disse isso, na minha cabeça dois neurônios fizeram sinapse e aí entendi tudo. Tinha tido a razão dessas diferenças de tamanho todos esses anos nas minhas mãos e na minha boca e não tinha caído a ficha...
Tudo começou uns 4 ou 5 anos atrás, quando meu sogro veio nos visitar por uns dias, pra ver a família, obviamente, e resolver uns assuntos. Eu tinha feito os peitos umas semanas antes, então suspeitava que a viagem do meu sogro também tava ligada a conhecer a nova dianteira da nora dele...
Na época ele tinha 65 anos e se mantinha em excelente forma. Tinha viuvado fazia uns dois anos e não tinha arrumado outra parceira, pelo que sabíamos.
Ele chegou numa tardezinha, ainda fazia calor, eu tava de saia e camiseta, como ainda não tinha renovado o guarda-roupa, meus novos peitos estavam quase explodindo naquela camiseta comprada quando eu era quase uma tábua. Meu sogro me cumprimentou e deu uma olhada bem clara, cheia de desejo, pros meus seios.
Naquela noite jantamos em família e depois ele deu pra cada um umas coisinhas que tinha trazido de presente. Quando abri meu presentinho, eu Encontrei um perfume importado divino!!! Dei um beijo na bochecha dele, apertando um pouco minhas novas tetas contra o peito dele, como recompensa....
Na manhã seguinte, eu já estava acordada mais cedo. Gosto de ter um momento só pra mim, e essa hora é perfeita: fico sozinha, organizo meus pensamentos e planejo meu dia com um café. Sabendo que meu sogro estava em casa, coloquei por cima do meu camisolinho curto uma batita de seda, que ia até a bunda, pra ficar mais recatada na frente do meu papai político.
Eu estava na cozinha preparando meu café quando ouço uma voz me dizendo:
- Desculpa, posso passar?
Era meu sogro, já acordado e recém-banhado. Me cumprimentou com um beijo na bochecha e notou que eu tinha colocado umas gotinhas do perfume que ele me deu.
- Combina perfeitamente com sua pele tão cheirosa...
- Obrigada, você é um amor! - respondi eu, encantada com tantos elogios.
Ele sentou na mesa da cozinha, e eu preparei um café pra ele. Sentei também na mesa, cruzei as pernas, mostrando generosamente minhas coxas. Ele não conseguia desviar os olhos de mim, além do meu busto que se marcava com a batita.
Conversamos, ele me contou sobre a solidão dele, por não ter conseguido reconstruir um relacionamento. Tinha tido algumas ficadas, mas nada sério, e o que mais me impactou foi ele confessar que fazia três meses que não tinha intimidade com uma mulher. Fiquei realmente comovida por ele ter aberto o coração pra contar coisas tão pessoais.
Depois, ele fez umas brincadeiras sobre meus implantes, se precisavam de alinhamento e balanceamento, que pressão de ar tinham, essas bobagens. Aí chegou o resto da família, tomamos café da manhã, e ele saiu pra resolver os assuntos dele.
Naquela noite, enquanto tentava dormir, pensei no que meu papai político tinha me confessado. E me veio uma ideia, pra tentar levantar o astral dele... e outra coisa também. Depois de pensar um pouco, achei uma loucura, e dormi confusa.
Na manhã seguinte, no entanto, acordei decidida. Fui cedo pra cozinha, preparei meu café e sentei pra esperar...
Daí a pouco apareceu meu sogrão, fiz café pra ele e sentamos pra bater um papo, eu como sempre de perna cruzada mostrando as coxas. Ele disse que queria encontrar uma mulher legal e reconstruir um lar, me comoveu de verdade. Ele passava o olhar dos meus olhos pras minhas pernas. Naquele momento, eu me decidi.
Levantei, parei a uma distância curta dele e falei:
- Vou fazer isso só uma vez, porque acho que você merece, e pra te dar um ânimo...
Enquanto falava isso, desamarrei e abri meu roupão curto, pra mostrar meus peitos de silicone, enquanto segurava eles com meu antebraço. Ele ficou besta olhando pras minhas tetas, por uns segundos que pareceram eternos. A tensão sexual que tava no ar naquele momento era enorme. Depois, tirei meu antebraço e meus peitos, soltos, pularam. Eu estufei o peito e balancei eles de um lado pro outro, pra ele ver o movimento que faziam. Meu sogrão devorava minhas tetas com o olhar, assim como minhas auréolas e bicos durinhos.
Passaram uns segundos elétricos, até que fechei o roupão e falei pra ele:
- É um presentinho que te dou pela sua boa energia, e pra te estimular um pouco...
Ele sorriu e disse que eu tinha as tetas (sim, ele falou tetas...) mais lindas do mundo. Eu, corada com o elogio e com o que tinha feito, fiquei sem palavras. Sentei, vermelha de vergonha, e ele se levantou, me deu um beijo na bochecha e agradeceu.
O que mais me surpreendeu quando vi ele se levantar foi o baita volume que tinha se formado na virilha dele... fiquei intrigada com aquilo, que na idade dele tivesse uma ereção tão violenta.
Dois dias depois, ele me convidou uma tarde pra dar uma volta pelo bairro e tomar um café num barzinho novo e descolado que ele tinha encontrado. Sentamos, pedimos café e uns bombons divinos que eles serviam. Conversamos, ele não mencionou nada sobre o que eu tinha feito, é um cavalheiro. O assunto da solidão dele sempre voltava, e a desejo de encontrar um parceiro. Eu o incentivei, dizendo que tudo deveria acontecer no momento certo.
Quando nos trouxeram os bombons, peguei um e, enquanto o mordia de forma sensual, disse:
- Sou super gulosa... adoro colocar coisas doces na boca!
Dois dias depois, meu sogrão partia de volta. Na noite anterior, jantamos em família, numa espécie de despedida. Naquele momento, decidi dar ao meu sogrinho uma despedida especial, em particular. Fomos dormir relativamente cedo, já que o voo dele partia cedo pela manhã. Meu marido dormiu logo e eu me levantei silenciosamente, saí do quarto e entrei no quarto do meu sogrão. Ao passar pelo banheiro, ouvi que ele estava tomando banho.
Poucos minutos depois, a porta se abre e ele entra, mal coberto com uma toalha amarrada na cintura. Com grande surpresa, exclamou:
- Yanina!
A surpresa do meu sogrão vinha do fato de encontrar em seu quarto a sua sexy nora, de joelhos perto da cama, mal coberta com sua camisola curta cor-de-rosa...
Coloquei um dedo sobre meus lábios pedindo silêncio, enquanto com um dedinho da outra mão pedia que ele se aproximasse. Quando se aproximou (a virilha dele estava a 15 cm do meu rosto), pude sentir seu corpo perfumado, o que me excitou.
E enquanto soltava a toalha que ele tinha amarrada na cintura, disse:
- Te falei que sou uma gulosa... me deixa provar esse bombomzinho??
Quando a toalha caiu, de tanta surpresa levei a mão à boca. Ao ficar livre, tinha pulado na minha cara uma grossa linguiça de uns 17 cm... e isso morta....
Olhei nos olhos dele e disse:
- Tinha me falado antes que tinha essa surpresinha, papai...
E sem esperar resposta, enfiei na boca, tinha que agir rápido pra evitar problemas, mas ao mesmo tempo queria degustar bem aquela barra enorme de carne. Foi um boquete selvagem, como a mamãe Yanina gosta, como ainda estava meio morta, cabia inteira na minha boca, e isso o Encantava meu sogrão, depois tirava devagarinho enquanto olhava pra ele com minha carinha de putinha e os fios de baba caindo do pau dele e dos meus lábios....
Continuei chupando ele bem pornô, engolia até as bolas, fiquei surpresa como ele endurecia rápido, pensei que na idade dele ia ter que me esforçar pra deixar ele duro, mas meu sogro reagiu rápido às delícias da minha boca. Dava pra ver que ele tava adorando o tratamento que eu tava fazendo!! Já tava bem duro, então tirei da boca, meus peitos todos melados de baba, segurei o pau dele com minha mãozinha contra o corpo dele, pra deixar as bolas ao meu alcance, notei que tavam super carregadas, dois saquinhos cheios de creminho quente, percebi que era verdade que ele não tinha gozado ultimamente.
Falei: agora papai vou examinar esses saquinhos, antes de começar a fazer uma chupada violenta de bolas, ele começou a gemer com o tratamento que eu tava fazendo!! Passei a língua bem quentinha nos testículos, quase até a entrada do cu, e depois enfiei uma bola na boca enquanto olhava pra ele com carinha safada antes de tirar bem devagarinho e lamber meus lábios, aí ele não aguentou e falou: você não pode ser tão puta, Yanina!!!. Eu olhei safada e enfiei a outra bola na boca, chupei bem, puxando um pouquinho os testículos antes de soltar, mordendo agora meus lábios.... E perguntei: você gosta de meninas gulosas?. Ele me olhou com o pau pulsando e falou: você é a rainha das putas boqueteiras....
Meu sogrão tava prestes a explodir, mas eu falei: sua norinha agora quer limpar sua bundinha, fiz ele virar, e pedi pra ele se abaixar um pouco, abri as nádegas dele, deixou o buraquinho anal à mostra e comecei a dar uma chupada quente de cu....meu sogrinho não esperava que a nora Yanina fosse tão porquinha, eu já tinha experiência em sucção de bundinhas com meu marido e mais recentemente com meu menino de 18.
Mandei Língua sem piedade até no buraco, como ele tinha acabado de tomar banho, estava perfumado, na verdade a mamãe Yanina adora chupar booties masculinos com os cheiros e sabores normais de um cavalheiro. Ele delirava de prazer e eu super molhada por estar chupando o cu do meu papai político... Nas lambidas que eu dava, começava a chupar desde os ovos e subia com a língua até o orifício anal.
Fiz ele virar e disse: mamãe gulosa quer a mamadeira de carne de novo... Engoli ele novamente e fiz um boquete bestial, sentia a pica duríssima e pulsando na minha boca de chupapintas safada. Tirei da boca e vi que estavam saindo as gotinhas de suco pré-ejaculatório, então passei minha linguinha de puta desde as bolas até a ponta dessa pica, enquanto dizia que a filhinha política dele queria brincar mais um pouco com essa barra de carne, não ia deixar ele gozar assim tão fácil...
Me agarrei de novo nos testíbulos super carregados do meu sogrão, dessa vez sem tocar na pica dele, só minha boca nos ovos dele. Ao mesmo tempo, comecei com um dedinho a massagear o buraquinho do cu dele. Fui terrivelmente selvagem com os ovos do meu papai político, chupei eles descontroladamente, enfiando na boca um ovo e outro de um jeito bem de puta, enquanto olhava pra ele com carinha de menina safada e ele se contorcia de prazer.
Enquanto chupava os testíbulos dele, via como a pica do meu sogrão, já bem ereta, balançava e pulsava prestes a explodir, mas a mamãe Yanina continuava comendo as bolas dele com sua boquinha de puta head master. Aí enfiei o dedinho no cu dele e comecei a dedar suavemente, sem parar de engolir os ovos dele com minha boca de head master. Ia continuar assim até meu papai estar prestes a explodir. A mamãe Yanina continuava sugando os ovos do seu gostoso político impiedosamente, enquanto fazia o bum com o dedinho.
Eu estava deixando ele louco com o tratamento, quando vi que a porra estava prestes a estourar, soltei os ovos dele com minha boca e Engoli o pau dele, dei duas mamadas intensas e minha buceta política não aguentou mais, e a mangueira dele explodiu na minha garganta!! Eu sentia os jatos de porra quente e grossa entrando na minha boca, e engolia desesperada.
Chupei ele enquanto ele gozava na minha boca, até deixar ele seco, a mamãe Yanina engoliu toda a creminha grossa do seu papai político. Deixei o pau dele limpinho, ele me ajudou a levantar, me deu um beijo suave nos lábios e agradeceu pelo serviço. Eu respondi:
- agora você vai dormir como um bebê...
- eu vou dormir como um bebê, mas quem tomou a mamadeira toda foi você, nena...
Na manhã seguinte, cedo, meu marido e os meninos não entendiam por que eu estava tão afetada com a partida do meu papai político. Umas lágrimas caíam enquanto eu estava abraçada no pescoço dele. Quando percebi que esse comportamento podia ser suspeito, me recom pus, sequei os olhos e disse:
- é que vou sentir falta das nossas conversas, dos nossos passeios e do café com aquele bombom delicioso que você me fez provar!
Claro que só eu e meu sogro sabíamos que o bombom que eu me referia media 22 cm, era de carne e pendia da entreperna do meu papai político...
Depois esqueci do assunto, até que uns dias atrás meu marido comentou que o pai dele (meu sogrão) viria nos visitar por uns dias, como fazia todo ano. Ele mora no interior, administra as propriedades dele e tem uma vida financeira bem boa.
Quando ele me disse isso, na minha cabeça dois neurônios fizeram sinapse e aí entendi tudo. Tinha tido a razão dessas diferenças de tamanho todos esses anos nas minhas mãos e na minha boca e não tinha caído a ficha...
Tudo começou uns 4 ou 5 anos atrás, quando meu sogro veio nos visitar por uns dias, pra ver a família, obviamente, e resolver uns assuntos. Eu tinha feito os peitos umas semanas antes, então suspeitava que a viagem do meu sogro também tava ligada a conhecer a nova dianteira da nora dele...
Na época ele tinha 65 anos e se mantinha em excelente forma. Tinha viuvado fazia uns dois anos e não tinha arrumado outra parceira, pelo que sabíamos.
Ele chegou numa tardezinha, ainda fazia calor, eu tava de saia e camiseta, como ainda não tinha renovado o guarda-roupa, meus novos peitos estavam quase explodindo naquela camiseta comprada quando eu era quase uma tábua. Meu sogro me cumprimentou e deu uma olhada bem clara, cheia de desejo, pros meus seios.
Naquela noite jantamos em família e depois ele deu pra cada um umas coisinhas que tinha trazido de presente. Quando abri meu presentinho, eu Encontrei um perfume importado divino!!! Dei um beijo na bochecha dele, apertando um pouco minhas novas tetas contra o peito dele, como recompensa....
Na manhã seguinte, eu já estava acordada mais cedo. Gosto de ter um momento só pra mim, e essa hora é perfeita: fico sozinha, organizo meus pensamentos e planejo meu dia com um café. Sabendo que meu sogro estava em casa, coloquei por cima do meu camisolinho curto uma batita de seda, que ia até a bunda, pra ficar mais recatada na frente do meu papai político.
Eu estava na cozinha preparando meu café quando ouço uma voz me dizendo:
- Desculpa, posso passar?
Era meu sogro, já acordado e recém-banhado. Me cumprimentou com um beijo na bochecha e notou que eu tinha colocado umas gotinhas do perfume que ele me deu.
- Combina perfeitamente com sua pele tão cheirosa...
- Obrigada, você é um amor! - respondi eu, encantada com tantos elogios.
Ele sentou na mesa da cozinha, e eu preparei um café pra ele. Sentei também na mesa, cruzei as pernas, mostrando generosamente minhas coxas. Ele não conseguia desviar os olhos de mim, além do meu busto que se marcava com a batita.
Conversamos, ele me contou sobre a solidão dele, por não ter conseguido reconstruir um relacionamento. Tinha tido algumas ficadas, mas nada sério, e o que mais me impactou foi ele confessar que fazia três meses que não tinha intimidade com uma mulher. Fiquei realmente comovida por ele ter aberto o coração pra contar coisas tão pessoais.
Depois, ele fez umas brincadeiras sobre meus implantes, se precisavam de alinhamento e balanceamento, que pressão de ar tinham, essas bobagens. Aí chegou o resto da família, tomamos café da manhã, e ele saiu pra resolver os assuntos dele.
Naquela noite, enquanto tentava dormir, pensei no que meu papai político tinha me confessado. E me veio uma ideia, pra tentar levantar o astral dele... e outra coisa também. Depois de pensar um pouco, achei uma loucura, e dormi confusa.
Na manhã seguinte, no entanto, acordei decidida. Fui cedo pra cozinha, preparei meu café e sentei pra esperar...
Daí a pouco apareceu meu sogrão, fiz café pra ele e sentamos pra bater um papo, eu como sempre de perna cruzada mostrando as coxas. Ele disse que queria encontrar uma mulher legal e reconstruir um lar, me comoveu de verdade. Ele passava o olhar dos meus olhos pras minhas pernas. Naquele momento, eu me decidi.
Levantei, parei a uma distância curta dele e falei:
- Vou fazer isso só uma vez, porque acho que você merece, e pra te dar um ânimo...
Enquanto falava isso, desamarrei e abri meu roupão curto, pra mostrar meus peitos de silicone, enquanto segurava eles com meu antebraço. Ele ficou besta olhando pras minhas tetas, por uns segundos que pareceram eternos. A tensão sexual que tava no ar naquele momento era enorme. Depois, tirei meu antebraço e meus peitos, soltos, pularam. Eu estufei o peito e balancei eles de um lado pro outro, pra ele ver o movimento que faziam. Meu sogrão devorava minhas tetas com o olhar, assim como minhas auréolas e bicos durinhos.
Passaram uns segundos elétricos, até que fechei o roupão e falei pra ele:
- É um presentinho que te dou pela sua boa energia, e pra te estimular um pouco...
Ele sorriu e disse que eu tinha as tetas (sim, ele falou tetas...) mais lindas do mundo. Eu, corada com o elogio e com o que tinha feito, fiquei sem palavras. Sentei, vermelha de vergonha, e ele se levantou, me deu um beijo na bochecha e agradeceu.
O que mais me surpreendeu quando vi ele se levantar foi o baita volume que tinha se formado na virilha dele... fiquei intrigada com aquilo, que na idade dele tivesse uma ereção tão violenta.
Dois dias depois, ele me convidou uma tarde pra dar uma volta pelo bairro e tomar um café num barzinho novo e descolado que ele tinha encontrado. Sentamos, pedimos café e uns bombons divinos que eles serviam. Conversamos, ele não mencionou nada sobre o que eu tinha feito, é um cavalheiro. O assunto da solidão dele sempre voltava, e a desejo de encontrar um parceiro. Eu o incentivei, dizendo que tudo deveria acontecer no momento certo.
Quando nos trouxeram os bombons, peguei um e, enquanto o mordia de forma sensual, disse:
- Sou super gulosa... adoro colocar coisas doces na boca!
Dois dias depois, meu sogrão partia de volta. Na noite anterior, jantamos em família, numa espécie de despedida. Naquele momento, decidi dar ao meu sogrinho uma despedida especial, em particular. Fomos dormir relativamente cedo, já que o voo dele partia cedo pela manhã. Meu marido dormiu logo e eu me levantei silenciosamente, saí do quarto e entrei no quarto do meu sogrão. Ao passar pelo banheiro, ouvi que ele estava tomando banho.
Poucos minutos depois, a porta se abre e ele entra, mal coberto com uma toalha amarrada na cintura. Com grande surpresa, exclamou:
- Yanina!
A surpresa do meu sogrão vinha do fato de encontrar em seu quarto a sua sexy nora, de joelhos perto da cama, mal coberta com sua camisola curta cor-de-rosa...
Coloquei um dedo sobre meus lábios pedindo silêncio, enquanto com um dedinho da outra mão pedia que ele se aproximasse. Quando se aproximou (a virilha dele estava a 15 cm do meu rosto), pude sentir seu corpo perfumado, o que me excitou.
E enquanto soltava a toalha que ele tinha amarrada na cintura, disse:
- Te falei que sou uma gulosa... me deixa provar esse bombomzinho??
Quando a toalha caiu, de tanta surpresa levei a mão à boca. Ao ficar livre, tinha pulado na minha cara uma grossa linguiça de uns 17 cm... e isso morta....
Olhei nos olhos dele e disse:
- Tinha me falado antes que tinha essa surpresinha, papai...
E sem esperar resposta, enfiei na boca, tinha que agir rápido pra evitar problemas, mas ao mesmo tempo queria degustar bem aquela barra enorme de carne. Foi um boquete selvagem, como a mamãe Yanina gosta, como ainda estava meio morta, cabia inteira na minha boca, e isso o Encantava meu sogrão, depois tirava devagarinho enquanto olhava pra ele com minha carinha de putinha e os fios de baba caindo do pau dele e dos meus lábios....
Continuei chupando ele bem pornô, engolia até as bolas, fiquei surpresa como ele endurecia rápido, pensei que na idade dele ia ter que me esforçar pra deixar ele duro, mas meu sogro reagiu rápido às delícias da minha boca. Dava pra ver que ele tava adorando o tratamento que eu tava fazendo!! Já tava bem duro, então tirei da boca, meus peitos todos melados de baba, segurei o pau dele com minha mãozinha contra o corpo dele, pra deixar as bolas ao meu alcance, notei que tavam super carregadas, dois saquinhos cheios de creminho quente, percebi que era verdade que ele não tinha gozado ultimamente.
Falei: agora papai vou examinar esses saquinhos, antes de começar a fazer uma chupada violenta de bolas, ele começou a gemer com o tratamento que eu tava fazendo!! Passei a língua bem quentinha nos testículos, quase até a entrada do cu, e depois enfiei uma bola na boca enquanto olhava pra ele com carinha safada antes de tirar bem devagarinho e lamber meus lábios, aí ele não aguentou e falou: você não pode ser tão puta, Yanina!!!. Eu olhei safada e enfiei a outra bola na boca, chupei bem, puxando um pouquinho os testículos antes de soltar, mordendo agora meus lábios.... E perguntei: você gosta de meninas gulosas?. Ele me olhou com o pau pulsando e falou: você é a rainha das putas boqueteiras....
Meu sogrão tava prestes a explodir, mas eu falei: sua norinha agora quer limpar sua bundinha, fiz ele virar, e pedi pra ele se abaixar um pouco, abri as nádegas dele, deixou o buraquinho anal à mostra e comecei a dar uma chupada quente de cu....meu sogrinho não esperava que a nora Yanina fosse tão porquinha, eu já tinha experiência em sucção de bundinhas com meu marido e mais recentemente com meu menino de 18.
Mandei Língua sem piedade até no buraco, como ele tinha acabado de tomar banho, estava perfumado, na verdade a mamãe Yanina adora chupar booties masculinos com os cheiros e sabores normais de um cavalheiro. Ele delirava de prazer e eu super molhada por estar chupando o cu do meu papai político... Nas lambidas que eu dava, começava a chupar desde os ovos e subia com a língua até o orifício anal.
Fiz ele virar e disse: mamãe gulosa quer a mamadeira de carne de novo... Engoli ele novamente e fiz um boquete bestial, sentia a pica duríssima e pulsando na minha boca de chupapintas safada. Tirei da boca e vi que estavam saindo as gotinhas de suco pré-ejaculatório, então passei minha linguinha de puta desde as bolas até a ponta dessa pica, enquanto dizia que a filhinha política dele queria brincar mais um pouco com essa barra de carne, não ia deixar ele gozar assim tão fácil...
Me agarrei de novo nos testíbulos super carregados do meu sogrão, dessa vez sem tocar na pica dele, só minha boca nos ovos dele. Ao mesmo tempo, comecei com um dedinho a massagear o buraquinho do cu dele. Fui terrivelmente selvagem com os ovos do meu papai político, chupei eles descontroladamente, enfiando na boca um ovo e outro de um jeito bem de puta, enquanto olhava pra ele com carinha de menina safada e ele se contorcia de prazer.
Enquanto chupava os testíbulos dele, via como a pica do meu sogrão, já bem ereta, balançava e pulsava prestes a explodir, mas a mamãe Yanina continuava comendo as bolas dele com sua boquinha de puta head master. Aí enfiei o dedinho no cu dele e comecei a dedar suavemente, sem parar de engolir os ovos dele com minha boca de head master. Ia continuar assim até meu papai estar prestes a explodir. A mamãe Yanina continuava sugando os ovos do seu gostoso político impiedosamente, enquanto fazia o bum com o dedinho.
Eu estava deixando ele louco com o tratamento, quando vi que a porra estava prestes a estourar, soltei os ovos dele com minha boca e Engoli o pau dele, dei duas mamadas intensas e minha buceta política não aguentou mais, e a mangueira dele explodiu na minha garganta!! Eu sentia os jatos de porra quente e grossa entrando na minha boca, e engolia desesperada.
Chupei ele enquanto ele gozava na minha boca, até deixar ele seco, a mamãe Yanina engoliu toda a creminha grossa do seu papai político. Deixei o pau dele limpinho, ele me ajudou a levantar, me deu um beijo suave nos lábios e agradeceu pelo serviço. Eu respondi:
- agora você vai dormir como um bebê...
- eu vou dormir como um bebê, mas quem tomou a mamadeira toda foi você, nena...
Na manhã seguinte, cedo, meu marido e os meninos não entendiam por que eu estava tão afetada com a partida do meu papai político. Umas lágrimas caíam enquanto eu estava abraçada no pescoço dele. Quando percebi que esse comportamento podia ser suspeito, me recom pus, sequei os olhos e disse:
- é que vou sentir falta das nossas conversas, dos nossos passeios e do café com aquele bombom delicioso que você me fez provar!
Claro que só eu e meu sogro sabíamos que o bombom que eu me referia media 22 cm, era de carne e pendia da entreperna do meu papai político...
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