Una casada Aburrida y descuidada...

Adoro mulheres casadas, nunca consegui ter uma amante fixa, não rolou. Carolina podia ser, tava desesperada, a vida dela tava sufocando, não transava bem, e a rotina de dona de casa e o trabalho tinham desgastado ela a ponto de apagar aquele brilho natural que toda mulher tem. Além disso, um marido que sempre botava ela pra baixo fazia o coquetel perfeito da desânimo. Por sorte, um dia entrei num fast-food e lá estava ela na Booty. A gente conversou um tempão até sermos atendidos. Ela me contou a vida toda, eu escutei com atenção. Falei que comigo também era assim, que sou casado e tenho os mesmos problemas. Olhei pra ela, por baixo de toda aquela desleixo e descuido, vi uma mulher linda, muito feminina e gostosa. Falei pra ela, ela ficou vermelha e disse que esses tempos já passaram. Fui dizendo que não, que ela tá demais, mas precisa de cuidado e amor. Ela falou que nunca largaria o marido porque ama ele. Respeito isso, respondi. Mas se um dia você pensar que alguém pode trazer vida de volta pra você, me avisa. Quase fomos atendidos, e passei meu número de telefone escrito num guardanapo. Antes, perguntei se tinha e-mail, ela disse que não, nem MSN, não tem tempo. Falei: viu, você é uma mulher de uma idade linda, mas falta fantasia. Ela disse: pego seu número, mas não cria expectativa, sou muito complicada e quando posso, geralmente é de manhã. Respondi: ótimo, de manhã é maravilhoso, todos os hormônios estão a mil. Ela riu e eu perdi o rumo. Depois de um tempo, tentei procurar ela com o olhar e de repente a gente se encontrou no mesmo olhar cúmplice, ela deu uma olhada de canto pros filhos e sorriu. Passam os dias, passam as semanas, e nada. Quase um mês depois, meu telefone toca. Óbvio que só atenderia das 9 às 18h, senão não pego. Era umas 10 da manhã, ela disse: Oi, sou Carolina, tenho até meio-dia. Perguntei onde ela tava, ela disse em Belgrano. Combinamos de nos encontrar num café escondido perto da Juramento. Ela veio toda Cinderela, sem cuidado, sem muito arrumo, e até cansada, muito cansada. Perguntei o que estava acontecendo com ela, e ela me disse que com três filhos e um marido, está exausta, que não consegue nem pensar. Tomamos café e a convidei para descansar até meio-dia, quando precisa buscar os filhos na escola. Ela disse: "Você é louco, e se me veem?" Caminhamos até a Avenida Congresso, e bem ao lado dos trilhos tem um motel. De novo, falei que era um pacto de cavalheiros, que não tocaria nela, mas adoraria sentir a pele dela enquanto descansa. Ela me olhou e disse: "Ok, a ideia me excita, mas não sei se tenho coragem." Fomos em direção à porta, já estávamos lá dentro, ela estava trêmula, confusa. Fomos para o quarto, falei: "Toma seu tempo, toma um banho sem preocupações, deita, faço massagens suaves e você dorme." O que eroticamente me encanta, porque gosto de dar massagens que realmente relaxam a pessoa, já que o ato final é isso, o final.

Enquanto ela tomava banho, um vidro semi-fosco deixava ver as curvas dela, muito lindas, muito harmônicas. Pensei: o que houve com essa mulher? Ela se esqueceu dos homens ou eles se esqueceram dela? Ela veio para a cama como uma criança, enrolada em todas as toalhas, como se não quisesse se mostrar nem um pouco. Deitou de costas, comecei a massageá-la, senti a respiração dela acelerar e a pele respondendo aos estímulos. Beijei suas costas e, depois das massagens, a cobri com o lençol. Ela estava profundamente adormecida, como nunca vi uma mulher. Passaram-se aquelas três horas, e fiquei inquieto porque estava quase na hora, não queria que ela se atrasasse para ver os filhos. Nunca quebraria nada nem machucaria ninguém.

Nisso, olhando TV, nada pornô porque não queria explodir, ela acordou e disse: "Oi..." "Oi, Princesa", falei, "amei sua pele." Ela disse: "Adoro que você me respeite." E eu falei: "Por que não? A missão era essa, além disso, te dei minha palavra de cavalheiro que não abusaria de você. Hehehe." Indiquei que já estava quase na hora de buscar os pequenos. Ela se virou, tirou o lençol como quem se espreguiça, linda demais! Vi que rapidamente se cobriu e disse: "Nãooooo, pari de cesárea os três, tenho uma cicatriz que me mata. Digo que isso não é o importante, o importante é que você se sinta viva, mas meu marido sempre me pergunta "como ficou?"... Não podia acreditar que um cara desprezava assim uma mulher tão foda, mãe, mulherão e, no fim das contas, princesa. Vi um primeiro reflexo de alegria naquela carinha, ela se vira, eu falo: "nem pra um 69 dá, pelo horário". Ela me indica que nunca tinha feito um, porque o marido é tradicionalista. Não podia acreditar, ela nem sabia como fazer. Pergunto se ela gostaria, e ela diz que nunca fez. Começo eu, descendo, abrindo as pernas dela e lambendo até esticar o clitóris dela. Ela me diz que nunca sentiu tanto... e goza na minha língua. A verdade é que ela não tava dando muita bola pra lamber meu pau, então falei: "aula rápida, gata. Começa a chupar como se fosse um sorvete, devagar, como se você quisesse tirar tudo que tem dentro". (Ela me fez prometer que não gozaria na boca dela.) Falei que não, mas que deixasse gozar nos peitos dela. Isso a excitou mais. Umas 10 minutos depois, senti que ia explodir, avisei que tava perto de gozar, e ela prendeu minhas pernas com as mãos e continuou... Não aguentou e gozei. Ela deixou todo o gozo escorrer pelos peitos. Falei: "Ué, não tinha me dito que!!" E ela completou: "Também nunca tomei o gozo do meu marido, porque nunca fiz isso." Quê??? Nessa época, é normal. Normal, normal, minha vida não é normal, é do século passado, nada de prazer, nada de curtir. Sou a máquina mulher perfeita. A gente se viu muitas vezes e até fez de tudo. Agora ela é feliz, às vezes a gente se vê e realiza fantasias. Por outro lado, tudo que aprendeu comigo, ela faz com o marido, e a vida conjugal dela é, digamos, perfeita, e eu adoro que seja assim. Quantas mulheres estão na mesma situação que a Carolina e não têm coragem de descobrir que são Princesas? São esmeraldas opacas e cobertas que só precisam ser descobertas.

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