Dois caminhoneiros pra mim

Meu nome é Olga, na época em que isso aconteceu comigo, eu trabalhava como executiva de uma empresa internacional, estava à frente da Gerência de Relações Públicas, meu local de trabalho é o centro de Buenos Aires. Tenho 52 anos e sou casada, vou ao clube para manter o corpo em forma, faço academia e natação, acho que pela idade que tenho ainda estou forte, como se diz aqui na Argentina.

Aos sábados e domingos, eu pego muito sol porque minha casa tem quintal e piscina, então meu corpo fica todo bronzeado. Com meu marido, a gente tem uma relação sexual muito boa. Vou contar como eu sou e depois começo a relatar o que aconteceu há um tempo.

Meço 1,65, sou de peso médio, ou seja, não sou magra, mas também não sou gorda. Tenho corpo de mulher latina, uns peitos bonitos, firmes, com auréolas marrom-escuras bem grandes que, quando ficam durinhas, viram uns bicos que parecem moranguinhos. E tenho uma bunda que já me deu muitas alegrias. Ela é grande, bem durinha e empinada pra minha idade (os homens na rua falam um monte de coisa pra mim), então deve ser apetitosa ainda. Minhas pernas são bem torneadas, com tornozelos finos.

Bom, começo meu relato. Fui a um seminário de empresas exportadoras, enviada em nome da diretoria da minha companhia, para a cidade de Rosário, que fica a 300 km de Buenos Aires. O dia transcorreu normal, almoço de trabalho, olhares sugestivos e pensamentos vaidosos, já que me olhavam homens da minha idade e uns cordeirinhos que eu tenho o dobro da idade. Na real, isso acontecendo me excita, me faz sentir muito bem e até me molho por causa disso. Eu estava muito bem vestida, simples mas gostosa: uma regata justíssima mostarda, manga longa, com gola redonda no pescoço, mas que deixava minhas costas de fora — isso não me permitia usar sutiã. Uma saia mini discreta, um pouco acima do joelho, cor de chocolate, mas justa. Uns saltos altos e meia-calça preta com cinta-liga preta, e uma calcinha fio-dental bem pequenininha, daquelas que são só um triângulo na frente.

Voltando pra reunião, já eram 18h e eu queria ir embora porque tinha três horas de viagem pela frente. Então, faltando a parte final, eu vazei, peguei meu BMW e fui pela rodovia 9 pra Buenos Aires. Quando já tinha rodado uns 100 km, o carro simplesmente apagou de vez e tive que parar no acostamento. Quis chamar um guincho ou meu marido pelo celular, mas a bateria tinha acabado. Desci do carro e fiquei esperando alguém me ajudar. Nisso, para uma caminhonete enorme e descem dois caras, ambos com no máximo 25 anos. Eles se ofereceram pra ajudar, e eu aceitei. Deram uma olhada no motor, expliquei que não conseguia ligar pra ninguém porque o celular tava sem bateria, aí eles disseram que iam ligar eles mesmos, porque o carro não tinha conserto. Um deles é do estado de Misiones, branco, loiro, de altura média — esse não me atraiu muito. Mas o outro é um preto brasileiro, com uma pele brilhosa. Sinceramente, olhar pra ele me dá um frio na barriga, e minha cabeça começa a incendiar meu corpo inteiro... mas só na minha imaginação.

O loiro volta e me diz que temos que esperar duas horas, que eles vão ficar porque já é noite e não querem me deixar sozinha. Agradeço muito eles, me dizem pra irmos pro hottie esperar, que tinham um lugar confortável, já que eles levavam cavalos de alta competição e tinham um espaço muito gostoso pra ficar. Me convidaram pra um café, aceitei. Chegamos no hottie, me mandam subir por uma escada. O negão subiu primeiro pra me dar a mão pra subir. Quando tô subindo, ele não parava de olhar pros meus peitos, e o loiro de baixo olhava minha bunda por baixo da saia. O negão, quando chegou lá em cima, meteu as duas mãos nos meus peitos, apertando como se fosse espremer. "Que gostosa que você é!", ele gritava, e eu gritava: "Me solta, filho da puta!" O loiro metia as mãos na minha bunda e dizia: "Puta é você, por andar com essas fio dental." O negão para de me tocar e se despe. Uiiii, que pica que aquele negão tinha! Tudo que eu tinha gritado de terror até aquele momento virou grito de admiração. Era algo descomunal, preta e grossa. O outro também se despiu, tinha uma rola mediana, essa realmente não me interessava muito, a atraente era a outra. Eu continuei por um tempo me resistindo, os caras me apalpavam por todo lado. Minha saia já tava na cintura. O negão, quando viu minha fio dental minúscula, se enfureceu. Baixou minha camiseta, deixando meus peitos de fora, meus mamilos estavam super durinhos. Ele começou a chupar eles. O loiro metia a rola entre minhas nádegas e dizia: "Essa bunda vai ser minha, puta." Minha excitação já era um incêndio. Troquei os gritos de medo por gemidos de prazer. Falei pra eles: "Gente, deixa eu ficar confortável pra vocês me comerem como eu mereço e desejo." Tirei a saia e a camiseta. Falei pro negão: "Amor, tira minha calcinha." E ele tirou e começou a chupar minha buceta com aquela língua enorme que ele tinha. Pro loiro eu falei: "Se você quer minha bunda, chupa ela primeiro." E ele se abaixou, abriu minhas nádegas e chupou como ninguém tinha feito até agora.

Meus sucos escorriam pelas minhas pernas, minha buceta era uma torneira, eu realmente não queria mais línguas, queria ter aqueles paus dentro de mim, principalmente o preto me parecia apetitoso. Fiquei de quatro e o pau entrava e saía do meu cu, e o pau preto me engasgava, meus peitos balançavam, eu gemia e os garanhões bombavam sem parar.


Eu ficava louca pelo negão, sempre me masturbava pensando em ser comida por um negão com uma piroca enorme, e aí eu tinha ele. Falei: "Beleza, agora quem manda sou eu, vocês são muito novinhos pra tocar essa festa". Falei: "Vem cá, Wilson, quero você dentro de mim". E o negão meteu o pau dele na minha buceta. Olha só, quero aproveitar ele bem, falei pro missionário. E a gente deu uma trepada louca com o Wilson, ele meteu por dentro, por trás. A gente tava quase gozando, e aí realizei outro dos meus sonhos: um em cima e outro embaixo, duas picas jorrando gozo dentro de mim, na minha pussy e no meu cu. Que delícia, realizei meu sonho. Falo pra vocês, isso mudou minha vida. Outro dia eu conto mais.

0 comentários - Dois caminhoneiros pra mim