Natal 20/21: Sem vermute, mas com sexo

Com as restrições desse ano, não pudemos ter o tradicional vermute de Natal com a galera da academia. Mas isso não impediu que eu e a Mayte saíssemos pra tomar um drink. Marcamos num bar perto da academia, já que ela fechava às 15h e eu tinha trabalhado de manhã. Esperei dentro pra garantir lugar, porque o limite de gente era reduzido. Quando ela entrou e tirou o casaco longo, vi que tava com um suéter branco de tricô, uma minissaia jeans escura, bem curtinha, e umas meias pretas transparentes, deixando as pernas longas dela muito sexys.

Ela sentou do meu lado, porque a mesa que arrumaram pra gente tinha sofá. Demos dois beijos, já que não sabíamos se teria algum conhecido por perto, por ser tão perto da academia. O que não consegui evitar durante a refeição foi acariciar disfarçadamente as pernas lindas dela. Durante o almoço inteiro, ficamos relembrando boas gozadas que tivemos no ano e ficamos a mil.

No fim da comida, a Mayte falou pra irmos pra academia ter nossa comemoração particular, já que ela tinha as chaves. Não pensei duas vezes e fomos pra lá. Assim que entramos, agarrei ela e, enquanto beijava, tirei o casaco dela. Tirei o meu e levei ela pros vestiários. Lá, continuamos nos beijando e comecei a meter a mão nela.

Sentei num banco e a Mayte sentou em cima de mim, me olhando. Continuamos nos beijando e minhas mãos acariciaram as pernas dela. A Mayte tirou minha camiseta e começou a acariciar meu peito. Tirei o suéter e a camiseta dela, deixando ela só com um sutiã branco de renda. Comecei a acariciar os peitos dela e beijar as áreas perto. Passei as mãos nas costas dela, desabotoei e tirei o sutiã. Os bicos dela estavam bem durinhos e chupei os peitos dela.

A Mayte desceu e se ajoelhou no chão. Tirou minha calça e minha cueca e começou a me fazer um boquete. Ela passava a língua bem por toda a minha pica, molhando ela toda, enquanto os lábios dela beijavam, principalmente a cabeça.

A Mayte colocou uma camisinha em mim e se levantou. Ela Encostei ela na parede e ela levantou a saia. Pela transparência da meia-calça, vi uma calcinha fio dental com renda. Aproximei e me ajoelhei. Comecei a beijar a buceta dela por cima, enquanto acariciava as coxas e a bunda dela. Rasguei a meia-calça pra poder afastar a calcinha branca e começar a chupar a buceta dela.

Quando já tava bem molhadinha, me levantei. A gente se beijou de novo e levantei a Mayte, segurando nas coxas grossas dela. Afastei a calcinha e meti meu pau na buceta suculenta dela. Começamos a transar e nos beijar contra a parede. Quando ela queria sentir bem fundo na buceta, ela me envolvia com as pernas e apertava forte. Baixei ela e virei, deixando ela de frente pra parede. Aumentei o rasgo da meia-calça, afastei a calcinha de novo e meti no cu dela. Passei as mãos pra frente pra acariciar os peitos dela.

Voltamos pro banco, sentei e a Mayte sentou em cima de mim. A gente transou e se beijou de novo. Minhas mãos acariciavam as coxas e os peitos dela sem parar. Meu pau de vez em quando trocava de buraco. A Mayte se virou e continuei fodendo o cu e a buceta dela, de costas pra mim. Coloquei ela de quatro no banco e fiquei com um pé no banco e o outro no chão, atrás dela. Meti no cu dela e fodi bem gostoso de novo.

Levantei ela de novo e peguei no colo. Levei ela até os armários e a gente transou até ela falar que tinha gozado. Aí baixei ela e ela se ajoelhou. Tirou a camisinha e fez um boquete delicioso até eu gozar na boca dela.

Quando viu as horas, a Mayte falou que tinha que ir, se não queria que o marido desconfiasse. A gente se vestiu, se limpou e depois de uns beijos bem quentes e longos, saímos da academia e cada um foi pro seu carro.

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