Reencontro com minha melhor amiga I

Tudo começa quando volto pra cidade. Por causa do trampo, tive que ir morar em outro país por vários anos. Depois de muito tempo, consegui voltar de férias. Avisei meus amigos de infância que tava voltando pra gente se encontrar, e minha melhor amiga Alejandra falou que se eu quisesse, podia ficar na casa dela. A Ale é uma mina de pele branca e sardenta, cabelo castanho, magrinha e baixinha. A gente se conhece desde pequeno e nunca foi alguém que me chamasse a atenção, mas sempre achei ela bonitinha. Quando cheguei do aeroporto no apê da Ale, foi ela quem abriu a porta. Ela tinha mudado bastante, ou pelo menos eu lembrava dela mais nova. Tava vestida bem casual. Mas, por reflexo, depois que a gente se abraçou pra se cumprimentar, não consegui evitar de olhar como a bunda dela aparecia na calça preta que ela tava usando. Dava pra ver as nádegas empinadas, não muito grandes, mas bem desenhadas. Depois de conversar sobre a vida, a viagem, etc., ela me falou que não tinha conseguido um colchão pra eu dormir, então perguntou se eu me importava de dormir no sofá. Respondi que tudo bem. No resto do dia, não rolou nada. Eu saí pra visitar a família, mas não fiquei muito tempo, e a Ale também tinha coisas pra fazer, então a gente só se viu de novo à noite. Pedimos algo pra comer. Tomamos uma cerveja, e eu fui dormir porque tava exausto da viagem. Na manhã seguinte, acordei com uma dor nas costas horrível, então no café da manhã com a Ale, ela se desculpou pela falta do colchão e disse que era só por dois dias, até eu me ajeitar. Depois disso, cada um foi cuidar da sua vida. À tarde, combinamos com o resto da galera de nos encontrar num bar. Voltei pro apê pra me arrumar, e a Ale, obviamente, também tava se preparando. Tomei um banho, me vesti, e só faltava esperar a Ale ficar pronta. Eu tava vendo TV quando ela falou que tava pronta, e fiquei muito surpreso de vê-la tão gostosa. Ela tava usando uma calça de moletom justa, uma blusa levemente decotada, botas e uma jaqueta de couro. Também tava maquiada, então os lábios dela estavam super brilhantes e carnudos. Foi a primeira vez que senti uma atração física por ela. Repito, ela é uma mina bem bonita. Só que não é meu tipo. Ou era o que eu achava. Mesmo sem ter se vestido do jeito mais sedutor do mundo, com certeza roubaria vários olhares, inclusive o meu. —Ale: e aí? Tô bonita?— ela perguntou. —Eu: beleza. Viajei milhares de quilômetros. O mínimo que você pode fazer é se produzir— falei, tentando brincar pra disfarçar minha reação de surpresa. —Ale: isso não é nada. Quando saio com as minhas amigas, competimos pra ver quem ganha mais números. O segredo é uma saia curta— ela diz, piscando um olho enquanto ri. Quando tentei imaginar ela de saia curta, meio que meus pensamentos foram se perdendo e rapidamente mudei de assunto. Falei pra pedirmos um Uber, porque já tava ficando tarde. Quando chegamos no bar, só tinha chegado uma amiga. Carla. Ela sempre roubava os olhares de todo mundo por causa dos peitões que tinha. Com frequência, ela cobria bem eles. Mas quando você via, pensava em afundar a cabeça naquelas boobas gostosas. Carla tava com o namorado, tomando um drink. Sentamos com eles, pedimos algo pra beber e, depois de um tempo, os outros caras chegaram. A gente tava se divertindo bastante e, já na terceira ou quarta rodada, dava pra perceber como a bebida tava batendo aos poucos. Os caras sempre diziam que, quando eu bebia, ficava bem abraçador, então sempre que saía, tentava moderar isso. Mas, igual a mim, a Ale também ficava mais carinhosa. Como éramos os que se davam melhor, sempre teve aquela confiança de se abraçar, apoiar a cabeça no ombro do outro e essas coisas. Então, de vez em quando, rolava um roçado ou um abraço de despedida com a desculpa de um abraço... Com isso, ter ela por perto e sentir o cheiro dela aos poucos despertava minha luxúria. Cada contato era uma pequena tentação que, na hora, eu tinha que controlar. Num certo ponto, decidi sair pra fumar um cigarro com um dos caras. Ela me acompanhou e falou de uma balada perto. Falei que parecia uma boa ideia e, quando voltamos pra mesa, os caras toparam e a gente foi. Entramos na balada e pedimos mais bebida, mesmo já estando meio bêbados. Tinha de tudo lá, desde dançar coladinho de boa até pular com os amigos. Óbvio que não ia perder a chance de dançar com a Ale bem juntinho, podia sentir a pele dela e o aroma tava cada vez mais viciante, me enchendo de tesão também, típico da bebida. Voltamos pra mesa e um cara puxou ela pra dançar, ficaram umas músicas conversando e dançando, aí meu astral caiu um pouco, mas tentei não pensar nisso e continuar curtindo a noite. Os primeiros a ir embora foram a Carla e o namorado, que tava claramente entediado pra caralho. Outro dos caras também tinha que ir, então a gente se preparou pra sair. E bem na saída, o mesmo cara voltou com a Ale e eles ficaram conversando um tempo, e acho que por ciúmes, chamei ela bem insistente falando que a gente tinha que ir. Uma vez no táxi, ela disse que o cara passou o número e, com uma careta, mudei de assunto. — Ale: Tá bem? Cê tá muito sério. O que foi? — ela perguntou. — Eu: Nada, não. Tô cansado, acho. — Ale: Certeza? Cê não ficou com ciúme, né? — disse entre risadas debochadas. — Eu: Nada a ver. — Ale: Não fica com ciúme. Não vou te trocar — disse enquanto tentava me fazer cócegas. Depois disso, me abraçou, me deu um beijo na bochecha e se deitou no meu ombro — Que noite boa. Tava com saudade de me divertir assim com você. No resto do caminho, a gente foi trocando carinhos inocentes até chegar no apartamento. E dando a mão pra ela subir as escadas e abrir a porta, ela fala — Me leva pro quarto. Tô super tonta. Deitei ela na cama e ajudei a tirar as botas. De repente, ela começou a rir. — Eu: Do que cê tá rindo? — Ale: De nada... Tomatito. — Eu: Que? — Ale: Cê ficou vermelho. Te dá. Vergonha deixar uma mina na cama? Ou você tá imaginando alguma coisa? Eu: Deve ser pelo esforço de te trazer até aqui. Ale: Acho que não. Te conheço. A gente riu um pouco e terminei de tirar as botas dela. Sentei do lado, trocamos umas besteiras e, antes de eu ir embora, ela fez um gesto de que queria um abraço. — Ale: Sinto muito a sua falta. É foda você estar aqui. — Ela me deu outro beijo na bochecha e ficamos nos encarando por alguns segundos. Uma parte de mim não queria soltar ela, queria ficar sentindo o corpo dela naquele momento. — Ale: Você deve estar cansado. Vai dormir. — Ela me abraçou forte mais uma vez, me soltou e virou de costas — Descansa. — E assim ela dormiu. Com todo o tesão do mundo naquele momento, fui pro sofá e tentei descansar, mas tava com todas aquelas sensações na cabeça, o que dificultou pra caralho até que, graças ao álcool, consegui pegar no sono. Esse é o começo daquelas férias.

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