Na primeira vez que fui pra ser atendida, a gente conversou muito e se conectou na hora. Ela é muito simpática e a gente riu pra caralho. Logo as duas perceberam que tinha algo muito especial. Assim que me deitei na maca, pronta pra receber as massagens, já imaginei que não seriam massagens convencionais.
Naquela vez, ela me fez enrolar numa toalha bem grande e deitar de bruços. Começou passando as mãos oleadas pelos meus ombros e pescoço, foi descendo pelas minhas costas, já tinha abaixado a toalha quase até abaixo da minha cintura. Quando chegou com as mãos lá, ficou acariciando parte das minhas nádegas e eu comecei a gemer e a sonhar acordada com o que aquela mulher gostosa podia fazer comigo.
Ela desceu um pouco mais as mãos e percebeu que eu tinha deixado uma calcinha fio dental minúscula. Perguntou se podia tirar, eu disse que sim e em segundos ela tirou e me deixou nua.
A partir daí, comecei a sentir que algo ia rolar e fiquei agitada, sentindo meus mamilos mais durinhos.
Ela apoiou as mãos nas minhas nádegas e passou dois dedos bem perto do meu furinho, mas sem tocar. Eu me arrepiei e ela perguntou:
— Te incomoda se eu tocar aí?
— Não, de jeito nenhum. Faz se você quiser.
As duas sorriram safadas e tava tudo dito, bem claro. Então ela apertou forte meus glúteos e os dedos mais grossos roçaram meu ânus. Eu engoli seco e gemi baixinho. Ela tava me testando, vendo minhas reações, porque depois me confessou que assim que me viu, pensou que queria me comer.
E lá estava eu, nua com as pernas meio abertas e aquela mulher passando os dedos oleados bem perto do meu cu. Ela parou por um instante, esperando eu falar algo, e eu, já excitada, pedi pra ela não parar. Então os dedos começaram a acariciar minha buceta e eu comecei a me molhar, sinal claro que aceitava as carícias. Segundos depois, meu clitóris também recebia atenção. Bom, naquela tarde, claro, a gente acabou na cama de casal dela.
Vero tinha me chamado pra passar um tempo depois do expediente. do horário de trabalho dela, bater um papo e me apresentar pro novo namorado dela. A gente conversou bastante, relembrando nosso primeiro encontro, que em parte acabei de contar, e ela também me falou sobre o Ricardo, o namorado dela, que nunca fez um ménage com ela. A gente supõe que ele já fez antes, mas não com ela ainda. Eles tão juntos há alguns meses e a Vero tá morrendo de vontade de ver ele com outra mulher na cama. Ela me contou que pensou em mim pra ser a primeira. Ela falou assim:
— Não quero dar ele pra qualquer puta, melhor que seja você, que é minha amiga e a mais puta de todas, haha.
A gente riu da piada dela e eu falei:
— Vai ser uma honra pra mim.
Aí ela pegou o celular e me mostrou uma foto do tal Ricardo. Ele é um gostoso, não é muito alto, mas tem um corpo bonito, loiro de olhos azuis, muito atraente e, segundo ela, tem um negócio bem importante entre as pernas.
A Verônica me contou que ele tava chegando pra acompanhar a gente e que a intenção dele era fazer um ménage comigo naquela mesma noite, mas ele achava que eu não tava sabendo. Ela disse que tinha pensado em tentar provocar a situação e que eu fizesse cara de surpresa com as investidas dele.
O Ricardo chegou e se apresentou todo solto e desenrolado. Eu tentei agir normal, sem ser muito formal, porque quem conhece a Verônica sabe que ela não pode ter uma amiga muito certinha.
O papo tava divertido, a gente tava se dando bem sentados ao redor da mesa da sala de jantar. Comemos uma coisa leve e já távamos tomando um café, quando a Verônica, que tava sentada do meu lado esquerdo, já tava se remexendo toda de vontade de partir pra ação. A conversa não anunciava nada sexual, só algumas menções a encontros que a gente teve no passado, mas bem por cima, sem entrar em detalhes.
A Vero começou a pegar na minha mão enquanto falava e ficou acariciando. Quando ela fez isso, eu vi a cara do Ricardo, que pareceu sorrir com aquele gesto insignificante entre duas amigas. Claro, ele sabia que a namorada dele ia tentar me seduzir, sem saber que eu já tava de acordo. Num instante ela se levantou e ficou atrás de mim.
Eu tava usando um vestido com alcinhas bem fininhas e bem decotado, digamos que valorizava bem meus peitos. Como eu disse, ela ficou atrás de mim e começou a fazer uma massagem no meu pescoço, enquanto dizia:
— Acho que você tá muito tensa, vou te ajudar a relaxar um pouco.
Então ela apoiou as mãos nos meus ombros e, mais do que massagear, acariciou eles e logo passou as mãos na parte dos meus peitos que apareciam pelo decote. Olhei pro Ricardo, que tava vidrado vendo tudo e ainda não tinha acontecido nada. Eu me segurei firme na borda da mesa e senti minha respiração acelerar, e a tensão entre nós três aumentar.
Ela baixou uma alcinha e me beijou no pescoço. Fechei os olhos e ouvi o Ricardo arrastar a cadeira pra levantar, e a voz da Verônica perguntando:
— Ricky, cê gosta da minha amiguinha?
— Sim, claro, ela é uma gostosa.
Respondeu ele enquanto ela puxava a outra alcinha, baixou meu vestido e deixou meus peitos à mostra pros olhos do namorado. Eu não falei nada. Acho que o Ricardo não acreditou que eu não sabia que isso ia rolar, minha atuação de mulher surpresa não foi muito convincente. Vero acariciou meus peitos e pegou meus mamilos, que já estavam bem durinhos e empinados feito dois campainhas, apertando eles de leve, sabendo do efeito que isso tem em mim, e disse:
— Olha que peitão gostoso que ela tem. Vem cá, meu amor, você também pode apalpar eles.
Eu virei a cabeça pro lado, olhei pra ela e, disfarçando um pouco, perguntei:
— Que que cê tá fazendo, Verito?
— Meu namorado nunca me viu com uma mulher, e já tá na hora dele ver.
Olhei pra ele e mordi meu lábio inferior, sempre faço isso quando tô com muita vontade de transar com alguém, como se fosse um sinal pra ele se atrever mais.
Então Vero chegou bem perto e me beijou de boca aberta, completou a cena agarrando um dos meus peitos com uma mão e, com a outra, foi direto na minha entreperna pra me tocar a buceta, claro que não teve dificuldade nenhuma pra chegar lá. ela, já que obviamente não estava usando calcinha como sempre faço nesses casos e minha saia era bem curta, na altura da minha buceta.
Ao me tocar, percebeu que eu estava toda molhada e disse:
— Já tá toda ensopada.
Então olhou pro Ricky e perguntou:
— Quer comer minha amiga? Tô morrendo de vontade de te ver com ela, quero que a gente leve ela pra cama junto…
— Adoraria — ele respondeu.
Eu já estava gemendo, meio desesperada com a masturbação que minha amiga tava fazendo em mim, e mais que pronta pra aquele cara me comer.
Sem perder tempo, ele começou a tirar a roupa. Vero me pegou pela mão e eu, meio nua, segui ela até o quarto. Lá, terminei de tirar o vestido, ela tirou tudo e a gente se deitou. Na hora, ela colocou a boca entre minhas pernas, me comeu a buceta sabendo como isso me faz delirar.
Parado na beirada da cama, vi o Ricardo já pelado e confirmei que o que ele tinha dito sobre a arma dele era totalmente verdade: ele tem uma rola bem grossa, não muito comprida, não sei se chega a 17 cm, mas a grossura é foda, parece um tubo de desodorante. Pra uma mulher que não tá preparada, é até intimidador.
Vero lambeu meu clitóris e brincou com os dedos no meu cu. Ricardo finalmente se animou, me beijou na boca e chupou meus peitos. Eu tava entrando em êxtase, tinha aquela mulher lambendo minha buceta como ninguém, os dedos dela enfiados no meu rabo e o gostoso do namorado dela me beijando e amassando meus peitos. Que delícia, por favor. Passei a mão no cabelo dele e sussurrei no ouvido:
— Sua namorada quer que você me coma. Faz isso, querido, me penetra agora, gostoso. Me come, por favor.
Então chegou o momento mais esperado por nós três. Vero se ajeitou de um jeito que ficou na altura do meu rosto, me pegou pelas mãos e esticou meus braços pra cima, colocando os dois lados da minha cabeça. Segurou meus pulsos como se fosse me impedir de resistir. Eu não tinha a menor intenção de resistir, tava morrendo de vontade daquele macho, tava mais que disposta a deixar eu comer ela e disse:
- aí está, amor, é toda sua, come ela bem, quero ver como você faz essa mulher gozar.
Ricardo se colocou entre minhas pernas e as separou com delicadeza, me olhou sorrindo, eu estava agitadíssima e muito tesuda, observei minha buceta toda molhada e aberta à disposição dele, e ele disse...
- que linda você é, adoro sua ppk assim depilada.
Obviamente ele tinha colocado camisinha, coisa que sempre lamento, porque não tem nada melhor pra mim do que sentir a pica de um homem natural, ele apoiou a glande grossa entre meus lábios vaginais.
Naquele instante, Vero me beijou apaixonadamente, brincamos com nossas línguas como duas namoradas, Ricardo agarrou meus peitos com as mãos, apertou e amassou bem, beliscou meus mamilos e naquele momento supremo, como pedindo permissão, disse...
- vou te comer, gata.
- sim, faz isso, coração, faz logo, querido, enfia tudo de uma vez, não me faz esperar mais.
E a pica toda dele deslizou dentro de mim, senti que me preenchia toda, senti um macho bem potente entrando no meu corpo, uma pica bem dura e venosa que me partia ao meio, me senti muito pequena recebendo o sexo daquele homem lindo. Olhei pra Vero e disse...
- ahh, como você me fode, Verito, que gostoso ele é, mmm, que pica ele tem, ahhh, minha vida
- você gostou, Laurita?
- sim, linda, adorei, ele é um divino.
Ela então se colocou atrás dele, separou as nádegas dele e comeu o cu dele com a língua, ela é uma deusa fazendo isso, eu juro, chupou o ânus dele, ele ficou louco, meteu a pica em mim com mais força e se moveu freneticamente, como ele me comeu, por Deus, que gostoso ele fez, senti minha ppk bem cheia, além disso ouvi ele gemer desesperado com o que a namorada dele fazia, não tem homem que resista muito a uma boa chupada de cu, ele enfiou e tirou repetidamente até as bolas e não aguentou muito, começou a acelerar os movimentos cada vez mais até soltar todo o gozo, e eu, claro, gozei junto com ele, acabando ao mesmo tempo, bom, espero que tenha sobrado um pouco pra mim. amiga, porque senão não vou vê-los com tanta frequência.
A real é que era só sexo, era um jogo entre amigos, mas me senti amada por eles dois, foi divino, foram muito doces e amei como minha amiga lidou com a situação. E por mais que no fundo tenha sido tudo planejado, foi muito excitante participar do primeiro ménage deles, e tomara que não seja o último e que esse casal dure por muito tempo.
Naquela vez, ela me fez enrolar numa toalha bem grande e deitar de bruços. Começou passando as mãos oleadas pelos meus ombros e pescoço, foi descendo pelas minhas costas, já tinha abaixado a toalha quase até abaixo da minha cintura. Quando chegou com as mãos lá, ficou acariciando parte das minhas nádegas e eu comecei a gemer e a sonhar acordada com o que aquela mulher gostosa podia fazer comigo.
Ela desceu um pouco mais as mãos e percebeu que eu tinha deixado uma calcinha fio dental minúscula. Perguntou se podia tirar, eu disse que sim e em segundos ela tirou e me deixou nua.
A partir daí, comecei a sentir que algo ia rolar e fiquei agitada, sentindo meus mamilos mais durinhos.
Ela apoiou as mãos nas minhas nádegas e passou dois dedos bem perto do meu furinho, mas sem tocar. Eu me arrepiei e ela perguntou:
— Te incomoda se eu tocar aí?
— Não, de jeito nenhum. Faz se você quiser.
As duas sorriram safadas e tava tudo dito, bem claro. Então ela apertou forte meus glúteos e os dedos mais grossos roçaram meu ânus. Eu engoli seco e gemi baixinho. Ela tava me testando, vendo minhas reações, porque depois me confessou que assim que me viu, pensou que queria me comer.
E lá estava eu, nua com as pernas meio abertas e aquela mulher passando os dedos oleados bem perto do meu cu. Ela parou por um instante, esperando eu falar algo, e eu, já excitada, pedi pra ela não parar. Então os dedos começaram a acariciar minha buceta e eu comecei a me molhar, sinal claro que aceitava as carícias. Segundos depois, meu clitóris também recebia atenção. Bom, naquela tarde, claro, a gente acabou na cama de casal dela.
Vero tinha me chamado pra passar um tempo depois do expediente. do horário de trabalho dela, bater um papo e me apresentar pro novo namorado dela. A gente conversou bastante, relembrando nosso primeiro encontro, que em parte acabei de contar, e ela também me falou sobre o Ricardo, o namorado dela, que nunca fez um ménage com ela. A gente supõe que ele já fez antes, mas não com ela ainda. Eles tão juntos há alguns meses e a Vero tá morrendo de vontade de ver ele com outra mulher na cama. Ela me contou que pensou em mim pra ser a primeira. Ela falou assim:
— Não quero dar ele pra qualquer puta, melhor que seja você, que é minha amiga e a mais puta de todas, haha.
A gente riu da piada dela e eu falei:
— Vai ser uma honra pra mim.
Aí ela pegou o celular e me mostrou uma foto do tal Ricardo. Ele é um gostoso, não é muito alto, mas tem um corpo bonito, loiro de olhos azuis, muito atraente e, segundo ela, tem um negócio bem importante entre as pernas.
A Verônica me contou que ele tava chegando pra acompanhar a gente e que a intenção dele era fazer um ménage comigo naquela mesma noite, mas ele achava que eu não tava sabendo. Ela disse que tinha pensado em tentar provocar a situação e que eu fizesse cara de surpresa com as investidas dele.
O Ricardo chegou e se apresentou todo solto e desenrolado. Eu tentei agir normal, sem ser muito formal, porque quem conhece a Verônica sabe que ela não pode ter uma amiga muito certinha.
O papo tava divertido, a gente tava se dando bem sentados ao redor da mesa da sala de jantar. Comemos uma coisa leve e já távamos tomando um café, quando a Verônica, que tava sentada do meu lado esquerdo, já tava se remexendo toda de vontade de partir pra ação. A conversa não anunciava nada sexual, só algumas menções a encontros que a gente teve no passado, mas bem por cima, sem entrar em detalhes.
A Vero começou a pegar na minha mão enquanto falava e ficou acariciando. Quando ela fez isso, eu vi a cara do Ricardo, que pareceu sorrir com aquele gesto insignificante entre duas amigas. Claro, ele sabia que a namorada dele ia tentar me seduzir, sem saber que eu já tava de acordo. Num instante ela se levantou e ficou atrás de mim.
Eu tava usando um vestido com alcinhas bem fininhas e bem decotado, digamos que valorizava bem meus peitos. Como eu disse, ela ficou atrás de mim e começou a fazer uma massagem no meu pescoço, enquanto dizia:
— Acho que você tá muito tensa, vou te ajudar a relaxar um pouco.
Então ela apoiou as mãos nos meus ombros e, mais do que massagear, acariciou eles e logo passou as mãos na parte dos meus peitos que apareciam pelo decote. Olhei pro Ricardo, que tava vidrado vendo tudo e ainda não tinha acontecido nada. Eu me segurei firme na borda da mesa e senti minha respiração acelerar, e a tensão entre nós três aumentar.
Ela baixou uma alcinha e me beijou no pescoço. Fechei os olhos e ouvi o Ricardo arrastar a cadeira pra levantar, e a voz da Verônica perguntando:
— Ricky, cê gosta da minha amiguinha?
— Sim, claro, ela é uma gostosa.
Respondeu ele enquanto ela puxava a outra alcinha, baixou meu vestido e deixou meus peitos à mostra pros olhos do namorado. Eu não falei nada. Acho que o Ricardo não acreditou que eu não sabia que isso ia rolar, minha atuação de mulher surpresa não foi muito convincente. Vero acariciou meus peitos e pegou meus mamilos, que já estavam bem durinhos e empinados feito dois campainhas, apertando eles de leve, sabendo do efeito que isso tem em mim, e disse:
— Olha que peitão gostoso que ela tem. Vem cá, meu amor, você também pode apalpar eles.
Eu virei a cabeça pro lado, olhei pra ela e, disfarçando um pouco, perguntei:
— Que que cê tá fazendo, Verito?
— Meu namorado nunca me viu com uma mulher, e já tá na hora dele ver.
Olhei pra ele e mordi meu lábio inferior, sempre faço isso quando tô com muita vontade de transar com alguém, como se fosse um sinal pra ele se atrever mais.
Então Vero chegou bem perto e me beijou de boca aberta, completou a cena agarrando um dos meus peitos com uma mão e, com a outra, foi direto na minha entreperna pra me tocar a buceta, claro que não teve dificuldade nenhuma pra chegar lá. ela, já que obviamente não estava usando calcinha como sempre faço nesses casos e minha saia era bem curta, na altura da minha buceta.
Ao me tocar, percebeu que eu estava toda molhada e disse:
— Já tá toda ensopada.
Então olhou pro Ricky e perguntou:
— Quer comer minha amiga? Tô morrendo de vontade de te ver com ela, quero que a gente leve ela pra cama junto…
— Adoraria — ele respondeu.
Eu já estava gemendo, meio desesperada com a masturbação que minha amiga tava fazendo em mim, e mais que pronta pra aquele cara me comer.
Sem perder tempo, ele começou a tirar a roupa. Vero me pegou pela mão e eu, meio nua, segui ela até o quarto. Lá, terminei de tirar o vestido, ela tirou tudo e a gente se deitou. Na hora, ela colocou a boca entre minhas pernas, me comeu a buceta sabendo como isso me faz delirar.
Parado na beirada da cama, vi o Ricardo já pelado e confirmei que o que ele tinha dito sobre a arma dele era totalmente verdade: ele tem uma rola bem grossa, não muito comprida, não sei se chega a 17 cm, mas a grossura é foda, parece um tubo de desodorante. Pra uma mulher que não tá preparada, é até intimidador.
Vero lambeu meu clitóris e brincou com os dedos no meu cu. Ricardo finalmente se animou, me beijou na boca e chupou meus peitos. Eu tava entrando em êxtase, tinha aquela mulher lambendo minha buceta como ninguém, os dedos dela enfiados no meu rabo e o gostoso do namorado dela me beijando e amassando meus peitos. Que delícia, por favor. Passei a mão no cabelo dele e sussurrei no ouvido:
— Sua namorada quer que você me coma. Faz isso, querido, me penetra agora, gostoso. Me come, por favor.
Então chegou o momento mais esperado por nós três. Vero se ajeitou de um jeito que ficou na altura do meu rosto, me pegou pelas mãos e esticou meus braços pra cima, colocando os dois lados da minha cabeça. Segurou meus pulsos como se fosse me impedir de resistir. Eu não tinha a menor intenção de resistir, tava morrendo de vontade daquele macho, tava mais que disposta a deixar eu comer ela e disse:
- aí está, amor, é toda sua, come ela bem, quero ver como você faz essa mulher gozar.
Ricardo se colocou entre minhas pernas e as separou com delicadeza, me olhou sorrindo, eu estava agitadíssima e muito tesuda, observei minha buceta toda molhada e aberta à disposição dele, e ele disse...
- que linda você é, adoro sua ppk assim depilada.
Obviamente ele tinha colocado camisinha, coisa que sempre lamento, porque não tem nada melhor pra mim do que sentir a pica de um homem natural, ele apoiou a glande grossa entre meus lábios vaginais.
Naquele instante, Vero me beijou apaixonadamente, brincamos com nossas línguas como duas namoradas, Ricardo agarrou meus peitos com as mãos, apertou e amassou bem, beliscou meus mamilos e naquele momento supremo, como pedindo permissão, disse...
- vou te comer, gata.
- sim, faz isso, coração, faz logo, querido, enfia tudo de uma vez, não me faz esperar mais.
E a pica toda dele deslizou dentro de mim, senti que me preenchia toda, senti um macho bem potente entrando no meu corpo, uma pica bem dura e venosa que me partia ao meio, me senti muito pequena recebendo o sexo daquele homem lindo. Olhei pra Vero e disse...
- ahh, como você me fode, Verito, que gostoso ele é, mmm, que pica ele tem, ahhh, minha vida
- você gostou, Laurita?
- sim, linda, adorei, ele é um divino.
Ela então se colocou atrás dele, separou as nádegas dele e comeu o cu dele com a língua, ela é uma deusa fazendo isso, eu juro, chupou o ânus dele, ele ficou louco, meteu a pica em mim com mais força e se moveu freneticamente, como ele me comeu, por Deus, que gostoso ele fez, senti minha ppk bem cheia, além disso ouvi ele gemer desesperado com o que a namorada dele fazia, não tem homem que resista muito a uma boa chupada de cu, ele enfiou e tirou repetidamente até as bolas e não aguentou muito, começou a acelerar os movimentos cada vez mais até soltar todo o gozo, e eu, claro, gozei junto com ele, acabando ao mesmo tempo, bom, espero que tenha sobrado um pouco pra mim. amiga, porque senão não vou vê-los com tanta frequência.
A real é que era só sexo, era um jogo entre amigos, mas me senti amada por eles dois, foi divino, foram muito doces e amei como minha amiga lidou com a situação. E por mais que no fundo tenha sido tudo planejado, foi muito excitante participar do primeiro ménage deles, e tomara que não seja o último e que esse casal dure por muito tempo.
8 comentários - Trio com minha amiga massagista e o namorado dela