Minha mãe tem uma amiga por quem fui apaixonado durante toda minha adolescência e, depois de 10 anos, voltei a vê-la. Eu já tinha 27 anos e ela, por volta de 50. Não sei por que minha mãe (nunca quis me dar uma razão) e ela deixaram de se ver por vários anos e, obviamente, eu também. Lembro de um dia, chegando do trabalho em casa, encontrar minha velha e a Bety na sala de jantar conversando. Ela estava igual a 10 anos atrás e talvez até mais gostosa. — Virou um homemão — ela disse. — Muitos anos se passaram, mas parece que pra você não, tá igual — respondi. E ficamos os três conversando por um bom tempo. Naquela noite, não consegui dormir, lembrando de tudo que vivi com ela na adolescência. Todas as imagens daquela época vinham à mente. Quantas punhetas eu já dediquei pra essa mulher, pensei. Só no Natal a vi de novo. Naquela noite, ela veio em casa com a família. Comemos, bebemos e conversamos como em qualquer festa. Os fogos de artifício começaram e saímos pro quintal pra ver. Era uma noite espetacular. Me afastei de onde todo mundo estava e parei um momento pra olhar pra ela. Continuava sendo uma mulher linda. A calça justa destacava a bunda e as pernas dela. A blusa com um decote generoso deixava ver o começo dos peitos firmes. Voltei à realidade com a voz do meu velho me pedindo pra trazer outra garrafa de champanhe. Servi todo mundo. — Bety, você quer mais? — perguntei. — Não quer me embebedar? — disse com um sorriso safado e um olhar cúmplice. — Não dá mais não, que depois eu tenho que aguentar ela bêbada — disse o marido. Meu velho me olhou e eu fui com a garrafa pra cozinha. A noite continuou e umas 3 da manhã eles foram embora. No dia seguinte, obviamente como em quase todas as casas, comemos o que sobrou da noite anterior. Depois do almoço, fui pegar um sol. Minha mãe se aproximou e começou a contar como tinha se divertido na noite e como estava feliz com o reencontro com a amiga. — Bety me disse que talvez vá pra Cariló num fim de Semana que vem ela vem nos visitar" — disse minha mãe. "Que bom" — respondi, tentando disfarçar o impacto da notícia. Ela apareceu lá pelo fim de janeiro. Naquela época, como não podia tirar férias por causa do trampo, eu viajava todo fim de semana pro litoral e voltava na segunda pra trabalhar. Quando cheguei, minha velha me avisou que tinha dado meu quarto pra Bety e arrumado o quarto de serviço pra mim. "Ok", falei, sem fazer questão, porque era só pra dormir e por apenas duas noites. O ruim (mas depois foi ótimo) é que o quarto ficava no subsolo da casa, ao lado da garagem.
Fiquei surpreso que a Bety tivesse ido sozinha. Depois descobri que o marido tinha ido pra um congresso na Colômbia (era médico). Naquela noite, jantamos e o papo se estendeu. Eu tava cansado da viagem e fui dormir, não queria perder horas de praia. "Boa noite, até amanhã" — falei e fui pro quarto.
Na manhã seguinte, fomos pra praia: minha mãe, minha irmã, Bety e eu, claro. Meu pai tinha ido pra Pinamar comprar uma peça pro jipe. Ela tava com um pareo amarrado na altura das axilas até os joelhos. Quando chegamos, ela tirou e eu pude ver aquele corpo escultural, inacreditável pra uma mulher beirando os 50. Nem um grama de gordura, tudo no lugar e bem firme. Não conseguia parar de olhar pra ela. Minha mãe e ela tinham uns 2 ou 3 anos de diferença, mas fisicamente a diferença era absurda. Tava fazendo bastante calor (e meu calor interno aumentava, e muito). Decidi ir me refrescar por fora e por dentro no mar.
"Vai pra água?" — Bety me perguntou. "Vou" — respondi. "Posso ir junto?" — "Claro, por que não?" — respondi. Como todo mundo que entra no mar da costa atlântica (a água é bem fria), fomos entrando devagar (não sei por que a gente faz isso, talvez pra sofrer mais). E numa das ondas, uma arrebentação derrubou o sutiã dela e um dos peitos ficou à mostra, especialmente pra mim. Não consegui disfarçar o jeito que olhei. Ela percebeu e se tapou na hora. colocando o sutiã no lugar de novo. —Desculpa, consegui falar —Foi um acidente, sem problema, até porque não é a primeira vez que você vê meus peitos, né? —Como?! —Falei surpreso —Você tem memória ruim, mas eu não— respondeu —Quando? (me fazendo de besta) —Naquela noite que você me viu meditando na sala da minha casa— disse ironicamente Eu queria que o mar me engolisse, que viesse um tubarão e me comesse, que acontecesse qualquer coisa que me fizesse sumir dali. A vergonha tomou conta de mim, não sabia o que fazer ou dizer. —E quando você ficava me olhando na piscina de casa? Isso também não lembra? Meu Deus, queria morrer, ela tinha percebido tudo, num segundo passaram todas as imagens daqueles momentos, em que eu me sentia um grande voyeur e agora um grande idiota e punheteiro. —Mas o que eu mais lembro é como você ficava excitado me olhando— disse firmemente —Desculpa, (falei umas cem vezes) mas naquela época eu era apaixonado por você— falei —E agora que é um homem, né? Continua me olhando do mesmo jeito— rebateu —Desculpa, você é uma mulher gostosa e não consigo evitar, se te deixo desconfortável vou tentar não cruzar mais com você, peço desculpas de novo— falei —Ok, mas sabe o que é pior de tudo? E agora? Pensei: com o que ela vai vir? —O pior é que eu, sendo uma mulher velha, casada, amiga de infância da sua mãe, também ficava excitada quando você me olhava quando era moleque, quando roçava em mim na piscina com seu pau duro e agora me deixa com muito mais tesão você ficar me olhando como se estivesse me despindo com os olhos. Não conseguia acreditar no que estava ouvindo, meu cérebro travou, minha língua, só consegui falar: —E agora? —Agora o quê? Isso acaba aqui— afirmou —Mas... —Mas nada, vamos sair da água. Fomos até onde minha mãe estava, elas começaram a conversar entre si, eu fui ao quiosque pegar algo para beber, precisava ficar sozinho e pensar, não sei bem o quê, mas pensar. Pensei em voltar naquela mesma noite pra Capital, pra situação com a Bety descomprimir um pouco, mas meu plano falhou, ao chegar em... A casa contou pra minha mãe que eu ia embora naquela mesma noite, e aí começou o discurso de mãe protetora: mas por que você vai, é perigoso dirigir à noite, qual era a pressa, etc, etc, etc. Nisso, aparece meu velho, minha mãe o colocou a par da situação, ele me olhou e disse: — Você vai amanhã, não vai deixar sua mãe e eu preocupados por um capricho. Aí a conversa acabou, com meu velho não se discutia, só se aceitavam as decisões dele. Fui tomar um banho, me vesti e saí pro shopping pra encontrar algum amigo e organizar a noite. Encontrei dois, combinamos de jantar e dançar em Pinamar, nos encontraríamos às 10 no centro. Voltei pra casa, umas 6 da tarde, me joguei pra tirar um cochilo pra ficar fresco e com pilha praquela noite, mas a conversa com a Bety me deixou muito perturbado, as imagens do passado se misturavam com as de agora e as palavras dela, minha mente era um bagulho, depois de um tempo consegui dormir. Acordei umas 9, tomei banho e me arrumei pra ocasião, fui pra cozinha onde estavam minha mãe e a Bety preparando umas saladas, pra me despedir. — Vai embora? — disse minha mãe — Sim, vou pra Pinamar com a galera — Que pena, vai perder o churrasco que seu pai tá fazendo — disse a Bety — Se divirta — disse minha mãe — Com essa pinta e esse perfume, certeza que volta com namorada — diz a Bety me encarando nos olhos. — Acho que não, meu coração já tem dona, só vou me divertir — falei também encarando ela. — Comooooo??? Tenho nora? — disse minha mãe — Não, véia — Não entendi — diz minha mãe — Nada, deixa assim, vou até amanhã — Se divirta, se cuida das gatinhas!!! — ironizou a Bety. Virei a cabeça e fulminei ela com o olhar, fui embora, passei pra buscar meus amigos no shopping, eles também estavam de carro e decidimos ir com os dois carros pra caso pegássemos alguém e não depender de um só. Jantamos e, como era cedo pra ir dançar, caminhamos pelo centro de Pinamar, numa das galerias cruzamos com duas minas conhecidas dos meus Amigos, fomos tomar umas bebidas. Depois de um tempo, senti que estava sobrando, então inventei uma desculpa e fui embora. Era umas 1h30 quando cheguei em casa, entrei e encontrei a Bety lendo um livro na sala. Cumprimentei ela e fui direto pro meu quarto. — E aí, curtiu? — ela disse. — Bem, obrigado. Até amanhã — respondi seco. Desci pro meu quarto, coloquei uma música baixinha e me deitei. Umas 10 minutos depois, bateram na porta. — Quem é? — perguntei. — Sou eu. Posso entrar? — disse a Bety. Fiquei em silêncio por uns segundos, pensando no que fazer, porque não tava afim de passar mais vergonha. — Posso entrar? — insistiu a Bety. — Beleza, entra. Ela entrou, vestindo um roupão branco, lindíssima como sempre. — Você não pareceu muito convencido em me deixar entrar. Tô errada? — ela disse. — Não, é que não quero continuar com o papo dessa tarde — respondi. — Relaxa, faz mais de 10 anos que espero por esse momento — ela disse. — Que queeeeeee?! — respondi, assustado. — Que faz mais de 10 anos que espero por esse momento de ficar a sós com você. — Tá me zoando? À tarde, com tudo que você falou, me fez sentir um idiota, e agora vem com essa? — falei meio puto. — Essa noite é o melhor momento pra gente ser sincero. Desde aqueles dias, você tá nos meus pensamentos, nas minhas fantasias, nos meus sonhos, e eu tinha certeza que esse momento ia chegar. Eu não sabia o que dizer, tava atônito, chocado e, acima de tudo, cagado de medo. — A gente esclarece tudo ou você quer que eu vá embora? — ela disse com uma voz suave e provocante. — Vamos conversar — respondi. — É por causa disso que você parou de ver a minha mãe? — perguntei. — Não, bobo. Foi um problema entre seu pai e meu marido — ela disse. — Isso que tá rolando entre a gente, nós dois sabemos que é errado, mas hoje quero tirar essa dúvida de saber o que sinto por você — ela falou. — Eu sei. Pensei que o que sentia por você tinha ficado no passado, mas desde que te vi de novo, não consigo parar de pensar em você — falei. Depois da minha resposta, ela soltou o roupão branco e deixou cair. Tava completamente nua, maravilhosamente gostosa. Eu percorri ela dos pés à cabeça com o meu... Olhar dela, os peitos dela durinhos apontando pra mim, a buceta rosadinha, toda depilada, o olhar dela fixo no meu, não conseguia acreditar no que tava vendo. — Gostou? — ela disse. — Você me encanta — sussurrei. Ela se deitou na cama, me deu um beijo suave nos lábios, se afastou, a gente se olhou fixamente por uns segundos, voltou pra minha boca e me deu um beijo profundo, os lábios dela se fundiram com os meus, nossas línguas se entrelaçaram, abracei ela e apertei junto de mim, ficamos nos beijando e nos acariciando por vários minutos. Ela se afasta de mim. — É muito mais lindo do que tudo que sonhei esse tempo todo — ela me diz. — Pra mim ainda é um sonho, não consigo acreditar que isso tá acontecendo. Ela se aproximou de novo e me deu outro beijo indescritível, começou a beijar meu pescoço, foi descendo até o peito, com os lábios e a língua percorreu cada centímetro do meu peito e barriga, continuou descendo, puxou minha cueca devagar, subiu me beijando dos pés até chegar no meu pau (que nessa altura já tava prestes a explodir), pegou ele com uma mão, colocou na boca e me deu um boquete alucinante, com lábios, dentes e língua, não acreditava no que tava rolando, era o sonho da minha vida se tornando realidade, em poucos minutos não aguentava mais, meu gozo fervia dentro de mim, avisei ela do que ia rolar. — Me dá tudo, enche minha boca de porra — ela disse. Acho que ela nem terminou de falar, enquanto eu gozava ela engolia meu leite, com a língua lambia e limpava meu pau, sem deixar uma gota, continuou beijando ele por vários minutos, me inclinei pra ela e dei um beijo pra agradecer aquele momento maravilhoso, continuei beijando ela, desci pro pescoço dela, depois pros peitos, que dediquei um bom tempo, lambendo, chupando e mordiscando os bicos (lembrando o tempo todo que adorei aqueles peitos de longe), cheguei na barriga dela, a pele era super macia e gostosa, continuei beijando e lambendo cada centímetro, segui beijando ela sem parar na buceta dela, percorri as pernas até os pés, pedi se ela podia virar e comecei a Subindo, sem parar de beijar e lamber, cheguei até a nuca e comecei uma nova descida até chegar na bunda dela. Dei umas mordidinhas nas nádegas e abri elas devagar com minhas mãos. O cu propriamente dito parecia uma rosquinha. Comecei a brincar com ele usando minha língua. Ela gemia e suspirava cada vez mais rápido. Vendo que ela tava gostando, enfiei um dedo na pussy dela, que já tava bem molhada. Isso pareceu agradar ainda mais. Ela apertou os glúteos e eu mexia o dedo cada vez mais rápido. De repente, ela fez uma contração, levantando a bunda, deu um suspirozinho e ficou estirada na cama. Virei ela e me dediquei à pussy dela: depilada, rosa, com lábios carnudos. Comecei a lamber a periferia da boceta dela, enfiei a língua. Ela colocou as mãos na minha cabeça, me empurrando de leve pra perto. Chupei o clitóris com os lábios. Os gemidos dela voltaram e os sucos começaram a invadir minha boca. Lambi cada gota daquele néctar que tanto tinha sonhado. Foi aí que ela me puxou pra cima, até minha boca, e me deu um beijo profundo de agradecimento. Depois de uns minutos nos beijando, ela subiu em cima de mim, enfiou meu pau na pussy dela e começou a se mexer devagar, subindo e descendo. Os peitos dela balançavam de um lado pro outro. Eu olhava pra ela e não acreditava no que tava acontecendo. Me levantei e ficamos sentados, abraçados. Ela continuou se movendo, cada vez com mais intensidade. Cravou as unhas nas minhas costas e gozamos juntos. Ficamos um tempão na mesma posição, nos beijando e nos recuperando de tanto prazer. — Vou me lavar — ela disse. Eu aproveitei e fui bem devagar até a cozinha (lembra que meus pais estavam dormindo), peguei dois copos e uma garrafa de champanhe. Quando cheguei no quarto, a Bety tinha acabado de sair do banho. Ela aprovou minha ideia com o olhar. Era minha vez de tomar um banho. Ficamos bebendo. Eu ainda não conseguia acreditar no que tava rolando. Ficava olhando e admirando o corpo gostoso dela. Continuamos conversando e bebendo. Ela tava deitada na cama, me Deito do lado dela, a gente se beija, ela pegou meu pau com a mão e começou a bater uma punheta suave, enquanto eu beijava os peitos dela e acariciava a buceta que já começava a ficar molhada, comecei a beijar e lamber cada centímetro do corpo dela e parei na bunda dela, continuei lambendo o cu dela e comecei a enfiar minha língua lá dentro, os gemidos voltaram e cada vez ficavam mais intensos, e aí: — Coloca em mim, até o fundo, me arromba toda — ela gritou — Na bunda? — perguntei — Sim, meu amor, arromba meu cu com esse pau e enche ele de leite. Eu me ajoelhei, levantei a bunda dela e enfiei devagar, com movimentos lentos no começo e aumentando a intensidade cada vez mais. — Assim, assim, buceta, me come assim — ela dizia As palavras dela aumentaram meu tesão e a intensidade da metida, ela contraiu o corpo de novo e explodiu num orgasmo maravilhoso, ficou em silêncio e imóvel por uns segundos. — Você tá bem? — perguntei — Muito, você gozou? — Não. — respondi — Por favor, goza dentro da minha bunda, enche ela com seu leite Meu pau continuava duro dentro do cu dela, comecei a me mover devagar, e enfiei meus dedos na buceta dela, os suspiros e gemidos não demoraram, Bety mordia o travesseiro Eu continuava metendo cada vez mais forte — Me dá mais, me enche toda — ela gritou e em poucas bombadas meu pau explodiu, senti meu leite saindo do cu dela, deitei sobre ela, os dois estavam exaustos. Depois de ficar um tempo assim, fomos tomar banho juntos, debaixo da água começaram os beijos e carícias que terminaram em outra transa espetacular. Voltamos pra cama, palavras eram desnecessárias, só nos olhávamos, e ela disse: — Você tá cansado? — Mais ou menos — respondi — Porque isso não acaba aqui, não vou deixar nem uma gota de leite em você essa noite E continuamos fazendo amor até umas 6 da manhã, foi uma das noites mais intensas da minha vida, tudo que eu tinha sonhado e fantasiado com a Bety por tanto tempo se tornou realidade e foi muito melhor que os sonhos. Quando estava amanhecendo, Bety tomou banho e foi pro quarto dela antes dos meus pais acordarem. Acordei, eu tinha dormido. Acordei perto do meio-dia e, ao ver a garrafa de champanhe e as taças no meu quarto, percebi que não tinha sido um sonho. Que delícia!!, pensei. Foi de verdade. Meus pais e a Bety tinham ido pra praia. Fui pra lá também. Quando nos encontramos, cumprimentei ela bem naturalmente, e ela fez o mesmo. Depois de um tempo, fomos pro mar. — Foi uma noite que nunca vou esquecer — ela me disse. — Eu também não, mas adoraria repetir. — Eu também. Hoje à noite, dependendo de como as coisas rolarem, quando seus pais dormirem, eu bato na sua porta. Quer? — perguntou com um sorriso maroto. — Cê tem alguma dúvida? — respondi. Nem preciso dizer que esperei até a noite com uma ansiedade danada. As horas não passavam. Quando terminamos de jantar, fui pro meu quarto, tomei banho e esperei ansioso pela batida na porta. — Posso entrar? E, de novo, tivemos uma noite maravilhosa de sexo doce e selvagem ao mesmo tempo. Na manhã seguinte, voltei pra Buenos Aires. A Bety ficou até o meio da semana com minha mãe e depois voltou pra casa dela. Depois disso, tivemos muitos outros encontros. O proibido deixava tudo mais excitante e fogoso. Dois anos depois, a Bety foi morar nos Estados Unidos por causa do trabalho do marido, por três anos. Eu comecei a namorar, mas nunca esqueci aquela mulher maravilhosa que continuava amando e desejando à distância.
Fiquei surpreso que a Bety tivesse ido sozinha. Depois descobri que o marido tinha ido pra um congresso na Colômbia (era médico). Naquela noite, jantamos e o papo se estendeu. Eu tava cansado da viagem e fui dormir, não queria perder horas de praia. "Boa noite, até amanhã" — falei e fui pro quarto.
Na manhã seguinte, fomos pra praia: minha mãe, minha irmã, Bety e eu, claro. Meu pai tinha ido pra Pinamar comprar uma peça pro jipe. Ela tava com um pareo amarrado na altura das axilas até os joelhos. Quando chegamos, ela tirou e eu pude ver aquele corpo escultural, inacreditável pra uma mulher beirando os 50. Nem um grama de gordura, tudo no lugar e bem firme. Não conseguia parar de olhar pra ela. Minha mãe e ela tinham uns 2 ou 3 anos de diferença, mas fisicamente a diferença era absurda. Tava fazendo bastante calor (e meu calor interno aumentava, e muito). Decidi ir me refrescar por fora e por dentro no mar.
"Vai pra água?" — Bety me perguntou. "Vou" — respondi. "Posso ir junto?" — "Claro, por que não?" — respondi. Como todo mundo que entra no mar da costa atlântica (a água é bem fria), fomos entrando devagar (não sei por que a gente faz isso, talvez pra sofrer mais). E numa das ondas, uma arrebentação derrubou o sutiã dela e um dos peitos ficou à mostra, especialmente pra mim. Não consegui disfarçar o jeito que olhei. Ela percebeu e se tapou na hora. colocando o sutiã no lugar de novo. —Desculpa, consegui falar —Foi um acidente, sem problema, até porque não é a primeira vez que você vê meus peitos, né? —Como?! —Falei surpreso —Você tem memória ruim, mas eu não— respondeu —Quando? (me fazendo de besta) —Naquela noite que você me viu meditando na sala da minha casa— disse ironicamente Eu queria que o mar me engolisse, que viesse um tubarão e me comesse, que acontecesse qualquer coisa que me fizesse sumir dali. A vergonha tomou conta de mim, não sabia o que fazer ou dizer. —E quando você ficava me olhando na piscina de casa? Isso também não lembra? Meu Deus, queria morrer, ela tinha percebido tudo, num segundo passaram todas as imagens daqueles momentos, em que eu me sentia um grande voyeur e agora um grande idiota e punheteiro. —Mas o que eu mais lembro é como você ficava excitado me olhando— disse firmemente —Desculpa, (falei umas cem vezes) mas naquela época eu era apaixonado por você— falei —E agora que é um homem, né? Continua me olhando do mesmo jeito— rebateu —Desculpa, você é uma mulher gostosa e não consigo evitar, se te deixo desconfortável vou tentar não cruzar mais com você, peço desculpas de novo— falei —Ok, mas sabe o que é pior de tudo? E agora? Pensei: com o que ela vai vir? —O pior é que eu, sendo uma mulher velha, casada, amiga de infância da sua mãe, também ficava excitada quando você me olhava quando era moleque, quando roçava em mim na piscina com seu pau duro e agora me deixa com muito mais tesão você ficar me olhando como se estivesse me despindo com os olhos. Não conseguia acreditar no que estava ouvindo, meu cérebro travou, minha língua, só consegui falar: —E agora? —Agora o quê? Isso acaba aqui— afirmou —Mas... —Mas nada, vamos sair da água. Fomos até onde minha mãe estava, elas começaram a conversar entre si, eu fui ao quiosque pegar algo para beber, precisava ficar sozinho e pensar, não sei bem o quê, mas pensar. Pensei em voltar naquela mesma noite pra Capital, pra situação com a Bety descomprimir um pouco, mas meu plano falhou, ao chegar em... A casa contou pra minha mãe que eu ia embora naquela mesma noite, e aí começou o discurso de mãe protetora: mas por que você vai, é perigoso dirigir à noite, qual era a pressa, etc, etc, etc. Nisso, aparece meu velho, minha mãe o colocou a par da situação, ele me olhou e disse: — Você vai amanhã, não vai deixar sua mãe e eu preocupados por um capricho. Aí a conversa acabou, com meu velho não se discutia, só se aceitavam as decisões dele. Fui tomar um banho, me vesti e saí pro shopping pra encontrar algum amigo e organizar a noite. Encontrei dois, combinamos de jantar e dançar em Pinamar, nos encontraríamos às 10 no centro. Voltei pra casa, umas 6 da tarde, me joguei pra tirar um cochilo pra ficar fresco e com pilha praquela noite, mas a conversa com a Bety me deixou muito perturbado, as imagens do passado se misturavam com as de agora e as palavras dela, minha mente era um bagulho, depois de um tempo consegui dormir. Acordei umas 9, tomei banho e me arrumei pra ocasião, fui pra cozinha onde estavam minha mãe e a Bety preparando umas saladas, pra me despedir. — Vai embora? — disse minha mãe — Sim, vou pra Pinamar com a galera — Que pena, vai perder o churrasco que seu pai tá fazendo — disse a Bety — Se divirta — disse minha mãe — Com essa pinta e esse perfume, certeza que volta com namorada — diz a Bety me encarando nos olhos. — Acho que não, meu coração já tem dona, só vou me divertir — falei também encarando ela. — Comooooo??? Tenho nora? — disse minha mãe — Não, véia — Não entendi — diz minha mãe — Nada, deixa assim, vou até amanhã — Se divirta, se cuida das gatinhas!!! — ironizou a Bety. Virei a cabeça e fulminei ela com o olhar, fui embora, passei pra buscar meus amigos no shopping, eles também estavam de carro e decidimos ir com os dois carros pra caso pegássemos alguém e não depender de um só. Jantamos e, como era cedo pra ir dançar, caminhamos pelo centro de Pinamar, numa das galerias cruzamos com duas minas conhecidas dos meus Amigos, fomos tomar umas bebidas. Depois de um tempo, senti que estava sobrando, então inventei uma desculpa e fui embora. Era umas 1h30 quando cheguei em casa, entrei e encontrei a Bety lendo um livro na sala. Cumprimentei ela e fui direto pro meu quarto. — E aí, curtiu? — ela disse. — Bem, obrigado. Até amanhã — respondi seco. Desci pro meu quarto, coloquei uma música baixinha e me deitei. Umas 10 minutos depois, bateram na porta. — Quem é? — perguntei. — Sou eu. Posso entrar? — disse a Bety. Fiquei em silêncio por uns segundos, pensando no que fazer, porque não tava afim de passar mais vergonha. — Posso entrar? — insistiu a Bety. — Beleza, entra. Ela entrou, vestindo um roupão branco, lindíssima como sempre. — Você não pareceu muito convencido em me deixar entrar. Tô errada? — ela disse. — Não, é que não quero continuar com o papo dessa tarde — respondi. — Relaxa, faz mais de 10 anos que espero por esse momento — ela disse. — Que queeeeeee?! — respondi, assustado. — Que faz mais de 10 anos que espero por esse momento de ficar a sós com você. — Tá me zoando? À tarde, com tudo que você falou, me fez sentir um idiota, e agora vem com essa? — falei meio puto. — Essa noite é o melhor momento pra gente ser sincero. Desde aqueles dias, você tá nos meus pensamentos, nas minhas fantasias, nos meus sonhos, e eu tinha certeza que esse momento ia chegar. Eu não sabia o que dizer, tava atônito, chocado e, acima de tudo, cagado de medo. — A gente esclarece tudo ou você quer que eu vá embora? — ela disse com uma voz suave e provocante. — Vamos conversar — respondi. — É por causa disso que você parou de ver a minha mãe? — perguntei. — Não, bobo. Foi um problema entre seu pai e meu marido — ela disse. — Isso que tá rolando entre a gente, nós dois sabemos que é errado, mas hoje quero tirar essa dúvida de saber o que sinto por você — ela falou. — Eu sei. Pensei que o que sentia por você tinha ficado no passado, mas desde que te vi de novo, não consigo parar de pensar em você — falei. Depois da minha resposta, ela soltou o roupão branco e deixou cair. Tava completamente nua, maravilhosamente gostosa. Eu percorri ela dos pés à cabeça com o meu... Olhar dela, os peitos dela durinhos apontando pra mim, a buceta rosadinha, toda depilada, o olhar dela fixo no meu, não conseguia acreditar no que tava vendo. — Gostou? — ela disse. — Você me encanta — sussurrei. Ela se deitou na cama, me deu um beijo suave nos lábios, se afastou, a gente se olhou fixamente por uns segundos, voltou pra minha boca e me deu um beijo profundo, os lábios dela se fundiram com os meus, nossas línguas se entrelaçaram, abracei ela e apertei junto de mim, ficamos nos beijando e nos acariciando por vários minutos. Ela se afasta de mim. — É muito mais lindo do que tudo que sonhei esse tempo todo — ela me diz. — Pra mim ainda é um sonho, não consigo acreditar que isso tá acontecendo. Ela se aproximou de novo e me deu outro beijo indescritível, começou a beijar meu pescoço, foi descendo até o peito, com os lábios e a língua percorreu cada centímetro do meu peito e barriga, continuou descendo, puxou minha cueca devagar, subiu me beijando dos pés até chegar no meu pau (que nessa altura já tava prestes a explodir), pegou ele com uma mão, colocou na boca e me deu um boquete alucinante, com lábios, dentes e língua, não acreditava no que tava rolando, era o sonho da minha vida se tornando realidade, em poucos minutos não aguentava mais, meu gozo fervia dentro de mim, avisei ela do que ia rolar. — Me dá tudo, enche minha boca de porra — ela disse. Acho que ela nem terminou de falar, enquanto eu gozava ela engolia meu leite, com a língua lambia e limpava meu pau, sem deixar uma gota, continuou beijando ele por vários minutos, me inclinei pra ela e dei um beijo pra agradecer aquele momento maravilhoso, continuei beijando ela, desci pro pescoço dela, depois pros peitos, que dediquei um bom tempo, lambendo, chupando e mordiscando os bicos (lembrando o tempo todo que adorei aqueles peitos de longe), cheguei na barriga dela, a pele era super macia e gostosa, continuei beijando e lambendo cada centímetro, segui beijando ela sem parar na buceta dela, percorri as pernas até os pés, pedi se ela podia virar e comecei a Subindo, sem parar de beijar e lamber, cheguei até a nuca e comecei uma nova descida até chegar na bunda dela. Dei umas mordidinhas nas nádegas e abri elas devagar com minhas mãos. O cu propriamente dito parecia uma rosquinha. Comecei a brincar com ele usando minha língua. Ela gemia e suspirava cada vez mais rápido. Vendo que ela tava gostando, enfiei um dedo na pussy dela, que já tava bem molhada. Isso pareceu agradar ainda mais. Ela apertou os glúteos e eu mexia o dedo cada vez mais rápido. De repente, ela fez uma contração, levantando a bunda, deu um suspirozinho e ficou estirada na cama. Virei ela e me dediquei à pussy dela: depilada, rosa, com lábios carnudos. Comecei a lamber a periferia da boceta dela, enfiei a língua. Ela colocou as mãos na minha cabeça, me empurrando de leve pra perto. Chupei o clitóris com os lábios. Os gemidos dela voltaram e os sucos começaram a invadir minha boca. Lambi cada gota daquele néctar que tanto tinha sonhado. Foi aí que ela me puxou pra cima, até minha boca, e me deu um beijo profundo de agradecimento. Depois de uns minutos nos beijando, ela subiu em cima de mim, enfiou meu pau na pussy dela e começou a se mexer devagar, subindo e descendo. Os peitos dela balançavam de um lado pro outro. Eu olhava pra ela e não acreditava no que tava acontecendo. Me levantei e ficamos sentados, abraçados. Ela continuou se movendo, cada vez com mais intensidade. Cravou as unhas nas minhas costas e gozamos juntos. Ficamos um tempão na mesma posição, nos beijando e nos recuperando de tanto prazer. — Vou me lavar — ela disse. Eu aproveitei e fui bem devagar até a cozinha (lembra que meus pais estavam dormindo), peguei dois copos e uma garrafa de champanhe. Quando cheguei no quarto, a Bety tinha acabado de sair do banho. Ela aprovou minha ideia com o olhar. Era minha vez de tomar um banho. Ficamos bebendo. Eu ainda não conseguia acreditar no que tava rolando. Ficava olhando e admirando o corpo gostoso dela. Continuamos conversando e bebendo. Ela tava deitada na cama, me Deito do lado dela, a gente se beija, ela pegou meu pau com a mão e começou a bater uma punheta suave, enquanto eu beijava os peitos dela e acariciava a buceta que já começava a ficar molhada, comecei a beijar e lamber cada centímetro do corpo dela e parei na bunda dela, continuei lambendo o cu dela e comecei a enfiar minha língua lá dentro, os gemidos voltaram e cada vez ficavam mais intensos, e aí: — Coloca em mim, até o fundo, me arromba toda — ela gritou — Na bunda? — perguntei — Sim, meu amor, arromba meu cu com esse pau e enche ele de leite. Eu me ajoelhei, levantei a bunda dela e enfiei devagar, com movimentos lentos no começo e aumentando a intensidade cada vez mais. — Assim, assim, buceta, me come assim — ela dizia As palavras dela aumentaram meu tesão e a intensidade da metida, ela contraiu o corpo de novo e explodiu num orgasmo maravilhoso, ficou em silêncio e imóvel por uns segundos. — Você tá bem? — perguntei — Muito, você gozou? — Não. — respondi — Por favor, goza dentro da minha bunda, enche ela com seu leite Meu pau continuava duro dentro do cu dela, comecei a me mover devagar, e enfiei meus dedos na buceta dela, os suspiros e gemidos não demoraram, Bety mordia o travesseiro Eu continuava metendo cada vez mais forte — Me dá mais, me enche toda — ela gritou e em poucas bombadas meu pau explodiu, senti meu leite saindo do cu dela, deitei sobre ela, os dois estavam exaustos. Depois de ficar um tempo assim, fomos tomar banho juntos, debaixo da água começaram os beijos e carícias que terminaram em outra transa espetacular. Voltamos pra cama, palavras eram desnecessárias, só nos olhávamos, e ela disse: — Você tá cansado? — Mais ou menos — respondi — Porque isso não acaba aqui, não vou deixar nem uma gota de leite em você essa noite E continuamos fazendo amor até umas 6 da manhã, foi uma das noites mais intensas da minha vida, tudo que eu tinha sonhado e fantasiado com a Bety por tanto tempo se tornou realidade e foi muito melhor que os sonhos. Quando estava amanhecendo, Bety tomou banho e foi pro quarto dela antes dos meus pais acordarem. Acordei, eu tinha dormido. Acordei perto do meio-dia e, ao ver a garrafa de champanhe e as taças no meu quarto, percebi que não tinha sido um sonho. Que delícia!!, pensei. Foi de verdade. Meus pais e a Bety tinham ido pra praia. Fui pra lá também. Quando nos encontramos, cumprimentei ela bem naturalmente, e ela fez o mesmo. Depois de um tempo, fomos pro mar. — Foi uma noite que nunca vou esquecer — ela me disse. — Eu também não, mas adoraria repetir. — Eu também. Hoje à noite, dependendo de como as coisas rolarem, quando seus pais dormirem, eu bato na sua porta. Quer? — perguntou com um sorriso maroto. — Cê tem alguma dúvida? — respondi. Nem preciso dizer que esperei até a noite com uma ansiedade danada. As horas não passavam. Quando terminamos de jantar, fui pro meu quarto, tomei banho e esperei ansioso pela batida na porta. — Posso entrar? E, de novo, tivemos uma noite maravilhosa de sexo doce e selvagem ao mesmo tempo. Na manhã seguinte, voltei pra Buenos Aires. A Bety ficou até o meio da semana com minha mãe e depois voltou pra casa dela. Depois disso, tivemos muitos outros encontros. O proibido deixava tudo mais excitante e fogoso. Dois anos depois, a Bety foi morar nos Estados Unidos por causa do trabalho do marido, por três anos. Eu comecei a namorar, mas nunca esqueci aquela mulher maravilhosa que continuava amando e desejando à distância.
4 comentários - Bety, a amiga gostosa da mamãe