Casual e gostosa

Bom, entrei em contato com esse senhor de forma casual. Não sou de dar muita confiança, e naquele dia, na sala de espera, no começo era sim ou não, a conversa até que começa a fluir sobre outros assuntos mais interessantes, até terminar esperando a saída do senhor depois de mim. Bom, quase casual, fazendo com que ele visse que eu não percebia que estava esperando por ele... Tanto que ele disse: "Que sorte que você não foi embora, vamos tomar algo?" Aceitei e, quando já quase anoitecia, ele me perguntou: "Você gostaria de me acompanhar para deixar umas coisas aqui perto? Minha casa está em construção e tenho que deixar uns materiais para continuarem amanhã..." Óbvio que aceitei, hoje penso nisso e não sei como, porque a desconfiança me domina... Bom... Quando chegamos, ele me mostrou a casa e, enquanto descarregava as coisas, disse: "Dá uma olhada..." Ampla, em construção e, em um dos cômodos, uma cama e um banheiro... Ouço ele fechar o portão e o escuto se aproximar, e ele falava sobre a casa, até que me pegou pela mão e me levou ao corredor central. Aí ele ficou atrás de mim, eu comecei a respirar curto, e ele disse: "Essa é a escada, lá em cima ainda não está liberado", e senti os lábios dele no meu ombro. Não disse nada, foi muito suave. Ele percorria com os lábios suaves, meio trêmulos, me virou, ficou na minha frente e lentamente senti as mãos dele por baixo da minha roupa, enquanto beijava suavemente meu pescoço. Não consigo explicar aquela suavidade que me hipnotizava. Fiquei em silêncio e pensava: "Não para", "por favor, não para". Minhas costas sentiram as pontas dos dedos mais suaves de toda a minha vida. Ele continuava e eu deixava. Devagar, ele foi me levando para aquele quarto onde estava a cama e não parava de me chamar de "neném": "Você é tão macia, neném", "que linda, neném", e minha safadeza despertava. Já molhada, eu curtia devagar, mas intensamente, desejando ser aquela neném (ele com 56 e eu com 37)... E pensava: os caras dessa idade sabem percorrer um corpo sedento de sexo. Deixei ele, e já estava sem blusa e sutiã, e as mãos dele me percorriam, eu curtia. Relaxada, ainda de pé, não conseguia interromper com nenhum movimento aquele momento eterno... Só suspirava desejando e sendo aquela menina, ingênua e descoberta por esse senhor, que me levou pela mão por aquele caminho e que cada vez mais eu gostava dele. Foi quando ele abaixou a calça enquanto me beijava e disse: "pega na rola do amiguinho..." Não consigo explicar: dura, cheia de veias, uma cabeça bonita. Você sente e pensava se eu estava molhada o suficiente pra penetração, já me sentia dilatada, molhada e queria ela dentro de mim... Foi quando ele tirou minha calça e me deixou nua. Aí me deitou e subiu, falou no meu ouvido: "Devagar, neném, não tem medo, devagar." E nossas línguas se enrolavam, e eu, nervosa, abraçava ele forte. Ele segurou minhas mãos, ele entre minhas pernas e devagar foi entrando. Balançava a cabeça, mordia os lábios até que entrou toda, e descrevia o paraíso de se sentir dentro de mim. E eu suspirava, respirava rápido, quase ofegante, e foi quando ele começou a se mover, cada vez mais intensamente... E eu gozava cada vez mais e ele não parava. Pedi pra ele chupar meus peitinhos e foi ver as estrelas, me encontrar no paraíso. Nunca pensei que fosse me sentir tão bem com alguém casual, nem da idade dele. E cada vez me penetrava mais rápido, eu maravilhada. Ele chupava meus seios e a única coisa que sentia era que cada vez que ele fazia isso, eu gozava abundantemente, pedindo mais, pedindo pra não parar. E a sacanagem de me chamar de neném, eu dizia: "Isso, papai, assim, assim, toda sua menininha..." Até que nossos corpos molhados, ofegantes, um único momento. Senti que gozava e ele repetia: "Neném, que delícia, mmmm, neném... Neném..." Sabia que tinha deixado ele feliz, que ele tinha me deixado muito feliz, que tudo que entreguei nos meus orgasmos era pra ele. Gozou e voltou a chupar meus peitinhos, continuou acariciando meu corpo e mantendo minha excitação... Terminamos abraçados, nossos corpos molhados, lá fora chovia, dava pra ouvir os carros passando e nossa respiração ofegante... Foi único, recomendo viver essa experiência... Fui muito feliz e me senti muito gostosa. completa... Somos amigos e, quando posso, eu dou um jeito de escapar. A gente merece aproveitar nossos corpos como um poema ou uma melodia doce e suave. Vamos curtir nossa sexualidade, com responsabilidade. Nosso prazer é o que nos resta, o que a gente vive e o que somos. É uma história real.

1 comentários - Casual e gostosa

Hermoso relato!!me calentó mucho!!
Soy un tipo maduro y fantaseo con una situación así.