— Saí da casa do Tomás uma semana depois de enterrar o Gerson. Não fiz isso sozinha, porque no caminho minhas filhas e minha Nana se juntaram a mim quando parti pra me instalar em Encarnación de Díaz. Chegamos na casa onde eu e o Gerson moramos, e que descobri por acaso que ele tinha comprado. Felizmente, ela não entrou na extinção de domínio que o estado fez com o resto dos bens dele. Pois antes de morrer, meu mulato passou a propriedade pro meu nome. E como eu tava limpa, não teve represália. Cada vez eu tava mais perto de chegar no ponto de dar à luz meu bebê. Dediquei esses dias a ficar tranquila e meditar como agiria com o que viria de novo na minha vida. Nesses dias, o oficial Carpizo não parava de me mandar mensagem e perguntar como eu tava. E eu, que no começo tava muito decepcionada por ter substituído o Gerson rápido demais, aos poucos fui assimilando. Entendi que seria algo passageiro, e que depois de satisfazer minhas necessidades não teria obrigação nenhuma. E me deixei ser querida...
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Um dia, dentro do banheiro, Melissa tinha acabado de terminar o banho e torcia a toalha em volta do cabelo enquanto passava a palma da mão no montinho da buceta dela e sentia que os pequenos pelos começavam a crescer. Melissa moveu o dedo dentro da racha da buceta dela, sentindo como ainda tava tenra por causa das fodas que tinha levado nos últimos dias do oficial Carpizo. Melissa recuou até a cadeira no canto do quarto e sentou, enquanto pegava os dedos e separava os lábios da buceta dela e olhava a área vermelha e inchada. Melissa tinha notado o quanto a buceta dela tinha aberto ultimamente desde que o Gerson tinha fodido ela pela primeira vez. Enfiou o dedo indicador na racha dela e não se surpreendeu que o dedo deslizou tão fácil. O Carpizo tinha esticado a buceta dela, com cada parafuso que ela recebia do homem, não se surpreendeu que conseguiu se adaptar ao tamanho dele muito facilmente, sem a dor que sentiu nas primeiras vezes. Primeiras vezes quando esteve com Gerson. As meninas e a Nana tinham saído de casa bem cedo naquela manhã e não tinha ninguém, só ela. E ela não quis ficar acompanhada 😈 Melissa ficou pensando em como sua maneira de pensar e ver a vida tinha mudado. Ela estava fazendo sua rotina desses últimos dias enquanto esperava a chegada do bebê. O oficial Carpizo não tinha aparecido desde a última vez que também estiveram a sós, e ela aproveitou o tempo pra ligar pra ele e encher o saco. Melissa sabia que o marido dela, Tomás, estava muito puto dadas as circunstâncias em que ela saiu de casa, mas já era tarde demais pra voltar atrás. Ela sentia pelo Tomás e pelas filhas dela, que agora sabiam, da própria boca dela, que era impossível voltar a ser uma família. Se ela pudesse voltar no tempo, teria insistido em não ceder um centímetro à chantagem do negão. Mas já era tarde demais pra mudar o que tinha acontecido até agora na vida deles. Naquela vez, Tomás e ela conversaram pela última vez. Ele pediu desculpas por ter errado com ela e esclareceu o que tinha rolado com ele todo esse tempo. Ela, por sua vez, amaldiçoou a Marisa por ter drogado ela, mas deixou claro que não foi por causa do efeito das drogas que ela se apaixonou pelo Gerson. A relação dela com o marido já estava tensa antes, e Melissa tinha considerado a separação em algum momento. Mas aí apareceu na vida dela o furacão Gerson, que impediu ela de avaliar e pensar com clareza na hora da chantagem pra sair correndo do quarto e contar pro Tomás o que tava rolando. Assim ela não teria fugido pra Honduras e teria confessado que tava grávida; naquela época, talvez ela estivesse disposta a abortar. Quando Melissa viu o rosto desfigurado do Tomás olhando pra barriga enorme dela, disse que era o melhor pros dois, que o que eles tinham não tinha mais jeito e que ela não queria expor um grande homem como ele às fofocas da cidade inteira. Foi a última vez que ela olhou pra ele de frente, levantou e deu um beijo nele. Na testa dela, ele deu adeus pra sempre ao primeiro amor da vida dela.
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Melissa se recostou na cadeira e pensou no que seria da vida dela se não estivesse grávida do filho do Gerson naquele exato momento. Definitivamente, depois do que viveu, se surpreendeu por não querer pensar nessa possibilidade; tava feliz apesar de tudo, porque graças a isso pôde viver coisas novas e aprender com a vida. Colocou a palma da mão na barriga enquanto pensava em conceber um menino preto, tão grande quanto o pai dele.
Melissa sentou com a palma da mão apoiada na barriga enquanto olhava atordoada pro chão, pensando nos sentimentos por Gerson que tinham se desenvolvido na situação extremamente difícil que viveu com ele. A mente dela parou de se perguntar se tinha se apaixonado pelo homem que seria o pai do filho dela. E hoje aceitava isso sem rodeios, assim como aceitava sem vergonha as necessidades do corpo dela de ter um pau lá dentro. Por isso aceitou ter essa mini aventura com o oficial Carpizo. Mas sabendo que essa vontade de viver e conhecer o mundo não precisava mais de um parceiro oficial, muito menos de uma barreira limitante que freasse o ritmo de vida que ela pretendia levar.
De volta ao presente; Melissa levantou da cadeira e correu pro armário, vestiu a túnica dela e saiu andando rápido pela porta, desceu os degraus e continuou lá fora até encontrar a piscina. Melissa abraçou a barriga e disse pro filho dela com quanta ansiedade queria ter ele já nos braços, depois beijou a mão com os lábios e devolveu o beijo na barriga.
"Coração, você vai se chamar Minor."
Pouco depois, chamou o oficial Carpizo, que confirmou a chegada dele. Assim fez aproximadamente 25 minutos depois, quando usando as chaves da casa entrou até chegar na piscina e olhar pra Melissa totalmente pelada dando um mergulho. Ela tava tão imponente e gostosa que Carpizo, sem hesitar, foi se despindo e entrando junto com ela. E assim fez. fez e foi ao encontro dela. Carpizo caminhou atrás de Melissa e colocou os braços em volta da barriga dela. Melissa se virou para Carpizo enquanto ele continuava abraçando ela e se esticou para beijá-lo nos lábios enquanto envolvia os braços em volta dos ombros dele. Ela chupou a língua do policial na boca enquanto ficavam presos num beijo apaixonado por quase um minuto. Melissa quebrou o beijo e olhou nos olhos de Carpizo e disse: — Senti sua falta... Carpizo respondeu: — "Também senti sua falta e corri de volta pra cá pra poder ficar com você esta manhã." Eles se abraçaram de novo e novamente se prenderam num beijo apaixonado até que Melissa se separou e começou a beijar apaixonadamente o peito de Carpizo enquanto dizia: — "Anda logo, quero que você me foda logo."🔥🔥 Carpizo, obediente, desembainhou o sabre e apontou pro buraco da moça. Um instante depois, o encaixe foi perfeito. Melissa soltou um pequeno gemido quando a cabeça da pica de Carpizo deslizou pra dentro da buceta dela, mas sem muita dor enquanto deslizava sobre a pica dele até que estava completamente encaixada e fechou instintivamente as pernas. Depois de se ajustar, Melissa se inclinou pra frente e começou a rebolar em cima da pica dele e finalmente se inclinou o suficiente pra que ele pudesse chupar os peitos dela. Carpizo tava tarado e começou a arquear os quadris pra cima pra encontrar os movimentos descendentes de Melissa enquanto lambia e chupava os mamilos dela, deixando eles duros como pedra. Ele mordeu os peitões da Meli fazendo ela se contorcer muito mais no colo dele. Carpizo colocou as mãos grandes nos ombros da Meli e puxou ela pra perto pra poder beijar os lábios dela antes de começar a beijar ela em volta do pescoço até que começou a chupar a pele dela, o que certamente deixaria marcas vermelhas no pescoço dela. Melissa fez o mesmo com ele enquanto lambia e chupava o pescoço dele e girava a bunda em volta da pica dele. Melissa sussurrou pro Ouviu ele e disse: "Me fode... É isso aí... Me fode..." Ele se agarrou na bunda da Meli tentando segurá-la em cima do pau dele, mas ela se mexia demais no calor da paixão, então ele só se segurou nos ombros dela pra não cair de vez na água. Melissa não parava de rebolar a bunda pra lá e pra cá enquanto o Carpizo chupava os peitos dela. Os olhos da Meli estavam fechados e a boca dela aberta enquanto ela curtia cada socada que a buceta dela levava. Carpizo queria ter mais controle sobre a foda que tava dando na Meli e abraçou ela com toda força que conseguiu enquanto virava ela de costas, continuando a meter por baixo. E ela se segurava na borda da piscina, nadando pra trás pra manter a barriga longe da parede enquanto o Carpizo enfiava nela. Carpizo tava beijando a Melissa de novo quando voltou pra posição de frente, enquanto ela cravava as unhas nas costas dele e apoiava os calcanhares na bunda dele, enquanto ele mantinha as socadas rápidas e fundas na buceta dela. Melissa sorriu pra ele enquanto olhava fixo nos olhos dele, enquanto ele dizia: "Sua buceta é muito apertada e quente em volta do meu pau." Melissa riu e respondeu: "Minha buceta se esticou pra acomodar o tamanho das pirocas que agora fica aberta o tempo todo. Olhei pra ela hoje de manhã e vi o quanto esticou." Carpizo continuou olhando nos olhos da Melissa e respondeu: "Sua buceta estica pra mim?" Melissa riu de novo quando deu um beijo na boca dele e disse, mentindo: "Sim, gato. Tô me esticando só pro seu pau." 😏 Carpizo se inclinou e beijou os lábios da Meli de novo enquanto ficaram assim por vários minutos, ele continuava fodendo a buceta dela e girando a bunda dela em movimentos circulares, fazendo ela esticar ainda mais. O corpo da Melissa começou a tremer violentamente quando ela começou a ter um orgasmo, chutando as pernas e gritando que ia gozar. Ela gritou e disse: "Ah, sim... Isso aí... Continua me fodendo... Deus... Sim... Me fode forte e fundo". Ele acelerou as estocadas enquanto batia na buceta da Meli, deixando ela sem fôlego a cada golpe até que ela soltou um gemido bem alto quando disse. — "Ah... sim... tô enchendo sua barriga... Piranha..." Carpizo disparou a semente bem fundo dentro da barriga da Melissa enquanto segurava as mãos debaixo das bochechas dela e apertava ela contra o pau dele, garantindo que nenhuma semente escapasse da buceta dela. Ele ficou parado dentro da Meli por uns minutos enquanto recuperava o fôlego e mantinha a abertura da buceta dela selada com o pau. Melissa beijou Carpizo quando ele finalmente começou a tirar o pau da buceta dela. Pelo menos pra ele foi um encaixe confortável, já que fez um som de estalo quando a cabeça deslizou pra fora da buceta dela. Meli segurou as mãos nos ombros dele e manteve as pernas contra o corpo dela enquanto olhava pra Carpizo, que agora estava ao lado dela, e disse. — "Amor. Você pode me ajudar a sair? As meninas e a Nana não demoram". Carpizo, obediente, estendeu a mão e ajudou Melissa a sair, levantando ela pelas escadas. Enquanto ela ria e dizia: — "Cuidado". Carpizo colocou a palma da mão na barriga dela e começou a esfregar em círculos enquanto Meli ria e dizia: — "Que porra você tá fazendo comigo agora?" Carpizo olhou sério pra Melissa e disse: — "É um costume africano antigo esfregar a barriga de uma nova mãe pra dar sorte e garantir que ela vai dar à luz sem problemas". Meli olhou fixo nos olhos de Carpizo e disse: — "Você tá brincando ou é mesmo um costume africano?" Carpizo caiu na risada quando respondeu: — "É um costume novo que acabei de inventar, mas nunca se sabe se funciona". Meli caiu na risada quando deu um beliscão nele e disse: — "Às vezes você gosta de ser bobo, né?" Carpizo respondeu: — "Bom. Se você já tá grávida de um bebê, talvez isso ajude você a engravidar de novo". Então vamos ter dois bebês". Meli riu de novo quando disse. "Só posso engravidar uma vez, não importa o quanto você queira que eu tenha seu bebê". Depois disso, caminharam juntos de volta pra casa. Pra se trocar na hora e esperar as minas, se olhando intensamente nos olhos, sorrindo por como o dia tinha começado foda.
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