Licenciado safado 13

Peguei meu ferro e, tirando meus dedos, coloquei na entrada do cu dela... Blanquita: por aí eu não queria, mas se você deseja, papai, eu vou fazer, vai doer, posso chorar?. Carlos: minha menina, eu desejo tanto enfiar nessa caverna escura, se vai doer é porque literalmente vou te arrebentar... Claro, chora e grita o quanto quiser, mas por favor não me peça pra tirar e nem tente arrancar. Foi assim que comecei a invasão daquela caverninha ainda mais apertada que a primeira que já tinha furado, o reto dela era perfeito, rosadinho, enrugadinho, pequeno, minha glande não conseguia entrar, tomei impulso 4 vezes e via como o esfínter cedia mas sem deixar passar, ela só berrava de dor... Então na quinta vez deixei na entrada e com uma mão segurei a cintura dela, avisei que agora ia entrar à força porque já queria romper... Embesti selvagemente aquele cu virgem, não sabia me conter quando via um cu, queria arrebentar e foi o que fiz, senti na hora o sangue molhar meu ferro... Ela chorava tão forte que partiu meu coração, mas o sangue estava quente, então peguei ela com as duas mãos, segurei bem e meti quantas vezes quis. Blanquita: já, por favor, não aguento mais, tá doendo, pussy, pelo amor! Carlos: sim, minha nega, toma meu gozo. Tirei aquele ferro cheio de merda e joguei direto na buceta, fiz ela limpar com a boca, quase vomitou de nojo de provar sêmen, sangue e merda... Ela tava chorando... Dei uns tapas nela e pedi pra ser minha namorada, falei: você merece por ter me entregado seus buracos... Ela respondeu que sim, então se vestiu, dei uns comprimidos pra infecção e dor... Ela relaxou pra gente ir, dei uma olhada e pedi: abaixa a calcinha. Levei ela pro banco de trás, deitei e subi as pernas dela nos meus ombros e comecei a meter sem dilatar, use a palavra: pussy, era tão apertada que queimava, até que começou a lubrificar, queria esvaziar meu sêmen de novo. Blanquita: assim, pussy, eu gosto, isso sim me agrada. Gostosa, me dá mais, mais assim, assim, meu amor, tudo, tudo. Quando o corpo dela se contraiu e ela se mijou de novo, acabei de ter outro orgasmo, meu pai. Carlos: recebe meu gozo dentro de você, minha menina, não posso ir embora sem deixar minha semente aí... e com cinco jatos enchi ela. Te amo, minha menina, você é maravilhosa... Blanquita: obrigada por acalmar minha dor no cu e por me dar do seu gozo mais uma vez, não se preocupa, na rua, se quiser me beijar e ser tipo namorados de verdade, faz uma semana que fiz 18 anos... Carlos: perfeito, minha menina, assim não vou ter essa preocupação, mas você parece ter 15 ou 16 anos. Blanquita: eu tinha 16 quando meus pais morreram, já faz 2 anos. Abracei ela e acalmei, depois levei ela pra casa dela, desci do carro, abracei ela e beijei.

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