O advogado tarado 4

Karla: por favor, agora vai devagar. Já me arrebentou o cu, o que mais quer?. Carlos: deixa eu pensar, putinha... E comecei o vai e vem devagar, dentro da bunda dela, tirava um pouco e enfiava de novo devagar... Karla: ai, dói, dói muito, tira por favor. Carlos: que apertadinha pra uma putinha, tem o cu bem estreitinho, gostosa, é um cu suculento, sente meu vai e vem, vagabunda, sente como eu me mexo dentro de você, gostosa. Karla: eu sinto, mas dói. Você me levou pro céu e agora pro inferno. Carlos: não exagera, inferno você ainda vai visitar... Acelerei a penetração, sentia o apertado da caverna dela e ao mesmo tempo ela ficava mais molhada, minha curiosidade me fez olhar e era sangue misturado com a merda do cu dela... Karla: vou me cagar, caralho, pelo amor, para... Continuei metendo como se não ouvisse o que ela implorava, enfiava com toda força, até bater no fundo, de repente não aguentei mais... Tirei tudo e tava cheio de merda e sangue. Carlos: vira, putinha, e tira meu leite, goza na sua cara, meu leite. Karla: meu cu tá ardendo, maldito. Mas mesmo assim obedeceu e me masturbou, não demorei pra gozar, ela colocou a cara e meu sêmen cobriu os óculos dela... Carlos: ei, queria gozar no seu cu, mas já tem tanta coisa dentro... Kkkk. Karla: minha esposa tá chegando... Saí e fui sentar na sala, quando Arturo chegou me cumprimentou e cumprimentou a esposa dele, rapidamente foi pegar o dinheiro, me disse: doutor, aqui estão 15 mil, tive que pegar 2 mil porque precisava, minha filha, mas não quero ficar devendo, dei minha palavra e o senhor já fez muito em nos apoiar mesmo sem termos todo o dinheiro, Karla interrompeu: velho, o doutor disse que pode esperar a gente. Don Arturo disse: não, velha, já consegui os 2 mil, o doutor é muito gentil, mas não quero ficar devendo... A cara de dona Karla dizia tudo... Tava com uma raiva porque tinha entregado tudo pra ele esperar e não adiantou nada... Eu me despedi e fui embora feliz... Muito feliz. Uma semana depois de ter aproveitado os prazeres sexuais com dona Karla, Apareceu no meu escritório a Karlita, eu ia naquele dia levar a resolução favorável... A mesma que eu estava guardando numa pasta quando, minha secretária, uma senhora chamada Cleotilde, a gente chamava de Cleo... Ela me diz: "Doutor, tem uma moça chamada Karla te procurando, ela disse que o senhor está cuidando do caso dos pais dela..." Na hora eu mandei: hahaha, manda entrar... Carlos: "Karlita, bom dia! Que surpresa linda, menina." Corada, ela sorri pra mim e com uma voz meiga e doce me diz: "O senhor pode me dar uns minutos?" Lá no fundo eu pensei: uns minutos? O dia inteiro, se você quiser, bonequinha! Carlos: "Claro que sim, senta aí." Karlita: "Doutor, eu tenho um problema." Carlos: "Fala, menina. Aliás, você não devia estar no trabalho?" Karlita: "Esse é o problema, doutor. Me mandaram embora do serviço e, como o senhor sabe, não consigo pagar a escola só com o dinheiro que meus pais ganham. Preciso que o senhor me dê um emprego." Carlos: "Claro que sim, Karlita. Não tenho vagas, mas você pode me ajudar com os arquivos e cuidar da minha agenda pessoal." Karlita: "Obrigada, doutor, não vou te decepcionar." Carlos: "Pega esses dias pra arrumar suas coisas e começa na semana que vem." Karlita: "Obrigada, doutor, o senhor é um anjo." Carlos: "Aqui só tem um anjo, e é você! Se não acredita, olha no espelho." Karlita cora de novo e fica nervosa, começa a mexer as pernas, igual quem tá ansiosa... A saia dela, na altura do joelho, deixava ver aquelas canelas de novinha e as pernas depiladas... A blusa apertava aqueles peitos de tamanho médio... O cabelo cacheado castanho claro... E aquelas sardas no rosto já tinham me deixado louco... Eu tava no limite. Carlos: "Olha, aqui tá a resolução favorável. Mais tarde vou levar pros seus pais." Karlita: "Que bom, doutor, obrigada pela ajuda. Meus pais hoje tiraram o dia de folga, voltam daqui a umas 3 horas pra casa." Carlos: "Muito bem. Olha, passa com a Cleo pra ela te levar até a Areli, é filha da Cleo, ela vai te dar o contrato." Karlita: "Claro que sim, doutor." Carlos: "E se você me esperar na sala de espera, a gente vai junto levar os... documentos seus pais. Karlita: sim, doutor. Naquele momento, chamei a Cleo e mandei ela levar a Karlita com a filha dela pro contrato. E falei: depois você volta, por favor, pra gente redefinir as funções. Cleo: sim, doutor. Fiquei com a pica a mil, duríssima, quando vi aquelas duas bundinhas indo embora, imaginei o prazer que a pequena Karlita ia me dar, tão meiga, tão doce, qual será o gosto dos sucos dela? Como será penetrar aquele cuzinho dela? Quais caras ela vai fazer quando eu meter? Mas o que mais me deu tesão foi saber que ela era virgem, isso ia adicionar mais um tempero ao prazer… Nesse pensamento eu tava quando a Cleo entrou. Já tô aqui, doutor. A dona Cleo tava comigo desde o começo do escritório, uma senhora de 49 anos, muito bem conservada, a barriga um pouco saliente, mas as pernas eram muito boas, uns peitos grandes, caídos pela idade, mas depois de me satisfazer com a dona Karla, eu já via as coroas de corpo bom com outros olhos. Eu tinha começado o escritório aos 23 anos, já tava há 10 anos, mas minha vida sexual tinha sido reprimida, em segundo plano, não tinha tempo. Agora, com estabilidade e uma boa carreira, acho que meu lado mais tarado e depravado tava começando a aparecer, igual um jovem sem limites. A dona Cleo tinha 38 anos quando contratei ela, e a filha dela, de 27, já tava há 5 anos com a gente, desde que terminou a faculdade, e eu nunca tinha visto nenhuma delas com outros olhos… Mas, bom, naquele dia a Karlita chegou como um lembrete dos meus instintos, era o botão de pânico que bagunçou a paz do meu dia. Cleo: doutor, me diga o que a gente vai definir como novas funções. Carlos: vou ser sincero, Cleo, você tá comigo há 10 anos e não vou mentir pra você. A menina que vai ser contratada será minha assistente pessoal. Então você vai ter menos funções, porque tudo relacionado a mim, ela vai cuidar.

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