Fuga com Seba. Parte 2.

Como te falei no relato anterior, acordamos às 11 da manhã, tudo pelados e com os vestígios do que rolou na noite. Levantamos, tomamos um banho e fomos pra cozinha tomar café. Ele preparou uns mates e eu comi um pote de cereal. Quando ele me viu com o pote de cereal, entre risadas falou: "Ainda com vontade de leite, Sweetie? Cê é gulosa, hein?" Eu olhei pra ele até cair na piada e ri também. Depois saímos pra caminhar pelos arredores da casa e, quando voltamos, esquentamos o que sobrou do churrasco. Enquanto ele esquentava a carne, troquei mensagem com a Lorena, que me disse pra ir na casa dela à noite pra jantarmos lá, porque ia rolar uma festa entre as minas e uns conhecidos que ela tinha. Contei pro Seba e ele topou ir. Comemos e saímos de novo, dessa vez na caminhonete. Chegamos numa pousada e ele alugou uma moto daquelas cross. Fomos dar uma volta num circuito pra essas motos, seguindo o rio até chegar num lugar onde ele formava uma cachoeira pequena, com um lago e depois o rio continuava. Paramos lá e sentamos na margem. Ficamos nos amassos e carinhos até não aguentarmos mais e começamos o agarramento. Eu me agarrei naquela pica como vocês nem imaginam, e ele enfiou os dedos na minha buceta e no meu cu gostoso. Já molhadinha, ele me colocou de quatro e começou a me comer, enquanto alargava minha booty com os dedos. Ficou assim por um bom tempo e, bem quando ele ia meter na minha booty, ouvimos o motor de outra moto chegando no mesmo lugar que a gente. Então nos vestimos rápido e ficamos sentados na margem. Chegaram duas motos com dois casais. Eles cumprimentaram, e aí pegamos nossas coisas e vazamos. Enquanto voltávamos, ele me pediu pra abraçá-lo e passar a mão na pica dele por cima da calça, coisa que eu fiz. Ele repetia: "Do que você escapou, Sweetie, não sabe a vontade que eu tava de te arrombar no lago." Eu continuei no que tava fazendo, rindo e dizendo que ele ia ter que esperar até a noite. Noite, chegamos, devolvemos a moto e voltamos pra casa. No caminho, ela me pediu pra chupar ela, eu fiz e engoli todo o leite. Chegamos, tomamos banho e ficamos pelados de novo, deitamos e dormimos um pouco até dar hora de ir pra casa da Lorena. Levantamos, nos arrumamos e fomos pra lá. Quando chegamos, já tinha bastante gente, umas minas do hóquei e uns caras do rugby, além de alguns conhecidos dela do vale. Pra minha surpresa, os pais da Lore e uns dirigentes do clube também estavam lá. Cumprimentei todo mundo e saí fora porque não tava entendendo nada. Perguntei pra Lore o que tava rolando, e ela disse que eles apareceram do nada com toda essa gente. Então tive que fazer o papel de menina boazinha. Imaginem o Seba se segurando a noite inteira, haha. E eu que pensei que a gente ia transar em algum quarto da casa, mas nada, haha. Eu tinha ido com um shortinho preto justinho, um top tipo corset também apertado e salto alto. Todos os velhos do clube me olhavam dos pés à cabeça. Isabel, a mãe da Lore, perguntou pelos meus pais, e eu disse que estavam bem. Aí me abri com ela e contei o que realmente tava rolando. Ela falou pra eu ficar tranquila, que não ia contar nada, e que também ia falar com o Manuel, o marido dela, e que ele também não ia abrir o bico. Mas disse pra ele me cuidar bem, e que qualquer coisa que eu precisasse era só avisar. Depois disso, voltei pro Seba, dançamos um pouco e lá pelas 1:30 a gente foi embora. Me despedi das minas e dos pais da Lore e saímos. Demos uma volta pelo centro e paramos num pub que tava aberto, e bebemos algo. Pelo jeito que eu tava vestida e maquiada, nem pediram meus documentos, haha. Depois saímos e fomos pra casa. Chegamos e começamos a nos beijar, e o Seba arrancou toda a minha roupa, rasgando tudo com puxões, me deixando só de fio dental e salto. Continuou me beijando e enfiando o dedo em mim até me fazer ajoelhar e colocar a rola na minha boca. Comecei a chupar, brincava com as bolas dele, lambia elas. Da ponta até a base, e depois metia bem fundo em mim até sentir ela tocar minha garganta, conseguindo assim encher ela de saliva, que escorria pelos cantos dos meus lábios, caindo nos meus peitos. Eu olhava pra ele e via como os olhos dele viravam, haha. Depois foi a minha vez. Ele me sentou num banquinho alto da cozinha, de um jeito que fiquei com a pussy e a bunda pro ar. Ele ficou atrás de mim e começou a chupar minha pussy e meu cu. Foi tão gostoso que molhei o banquinho inteiro. Ele enfiou os dedos na minha bunda e, quando eu já tava pronta, ele se levantou, me fez apoiar os braços na pia pra eu empinar mais a bunda, e encostou a cock no meu cu. Começou a empurrar até que entrou. Eu tremi e tive meu segundo orgasmo. Ainda custava a aguentar ela dentro, mas ele sabia como me fazer sentir bem e aproveitar a porrada gostosa que ele tava me dando. Ele me bombou gostoso pra caralho, tirava e metia mais forte, e eu sentia ela bem fundo, me fazendo gozar pra cacete. Chegou a hora em que ele gozou, como era de se esperar, dentro de mim, me arrancando um orgasmo aos gritos. Ele ficou parado atrás de mim até ficar mole, e tirou ela. Depois me levantou do banquinho e me levou pela mão até a sala, onde me jogou no sofá e meteu de novo. Dessa vez na pussy. Começou bombando devagar até que acelerou o ritmo e começou a me sacudir a cada estocada. Eu já tava no fogo e explodia orgasmo atrás de orgasmo, até que ele gozou de novo, agora enchendo minha pussy. Eu fiquei exausta, largada no sofá. Ele se levantou, foi pro banheiro e depois pra cozinha. Daí voltou, se aproximou de mim e sentou na minha barriga, encaixando a cock entre meus peitos, e começou a foder meus peitos. Ele apertava meus peitos tentando envolver a cock, mas era grossa demais, e naquela época eu tinha eles médios, mas eu amei. Cada vez que ele subia, eu tentava pegar a cabeça com minha língua e lábios. Daí ele subiu um pouco mais e colocou a cock bem na minha boca, começou a meter e tirar, e em certos momentos ele empurrava fundo e segurava parado até me dar ânsia, aí tirava, e depois continuava igual até que quando ele tava perto de gozar, meteu fundo e fazendo força não deixou eu escapar, e gozou na minha boca me fazendo engolir a descarga inteira dele, senti meu estômago inchando de tão grande quantidade que ele me fez engolir, já era a terceira vez que ele gozava e em cada uma ele soltava bastante porra, depois ele se acomodou do meu lado e entre carícias eu disse obrigada por me alimentar porque tava com fome, e a porra quente me deixou satisfeita, aí ele respondeu que ainda tinha mais pra me dar enquanto ria. Ficamos assim abraçados trocando carícias até ele falar vamos pra cama, no caminho pro quarto eu vi as horas e já eram 7:15 da manhã, eu pensei que a gente ia deitar e dormir mas o Seba ainda queria continuar e foi assim que entre carícias e beijos ele me colocou por cima dele e meteu de uma vez na pussy, ficou bombando até começar a alternar as enfiadas entre minha booty e a pussy, essa última foda foi realmente eterna, depois ele me virou de bruços, levantou meu quadril e meteu na booty, nessa altura eu já não tinha mais força pra nada, ele me comeu do jeito que quis, e encheu minha booty de novo com a porra quente dele, depois disso me abraçou e a gente dormiu. Quando acordei tava toda grudenta e com resto de porra no corpo todo porque tinha vazado de dentro de mim e se espalhado nos lençóis, eu tava sozinha na cama, me levantei toda dolorida e andei até o banheiro me apoiando nas paredes pra não cair, enquanto chamava o Seba, ele tava lá fora e quando me ouviu entrou e me ajudou a chegar no banheiro, sentei no vaso e comecei a rir e falei "ai love, você me destruiu, olha como eu tô" aí ele respondeu "como você me chamou?" E eu respondi que ele tinha me acabado de jeito, aí ele falou "não isso não sweetie, você me chamou de love" eu olhei pra ele e disse que ele tinha ouvido errado mas não haha Realmente falei isso pra ele kkkk, aí ele entrou comigo no chuveiro, tomamos banho juntos. Nos pegamos um pouco, mas foi ele quem disse que a gente não ia mais transar naquele dia porque tínhamos que voltar pra casa e eu precisava me recuperar e ficar inteira pra quando chegasse. Eu ri, olhei pra ele e chupei a boca dele, depois agradeci pelo fim de semana que ele me proporcionou e falei que me sentia muito bem com ele. Aí lanchamos e nos preparamos pra ir embora. No caminho, me joguei na pica dele e falei que queria saborear o leite dele antes de chegar. Ele disse: "tá bom, mas só um boquete, porque se eu te comer de novo, você não vai conseguir chegar em casa, vou te deixar toda quebrada". Aceitei, chupei ele e engoli todo o leite. Seguimos viagem, chegamos e ele me deixou em casa. Depois disso, continuamos saindo por quase um ano, até que ele teve que se mudar pra La Rioja por causa do trabalho. Espero que tenham gostado. Depois conto outras aventuras com o Seba e as duas vezes que fui visitá-lo em La Rioja. Beijos.

3 comentários - Fuga com Seba. Parte 2.

Y es que ese tiene los huevos de avestruz, que en todas las acabadas te llena?????