Como te falei no relato anterior, acordamos às 11 da manhã, tudo pelados e com os vestígios do que rolou na noite. Levantamos, tomamos um banho e fomos pra cozinha tomar café. Ele preparou uns mates e eu comi um bowl de cereal. Quando ele me viu com a tigela de cereal, entre risadas falou: "Ainda com vontade de leite, Sweetie? Cê é gulosa, hein?" Eu olhei pra ele até sacar a piada e também ri. Depois saímos pra caminhar pelos arredores da casa e, quando voltamos, esquentamos o que sobrou do churrasco. Enquanto ele esquentava a carne, troquei mensagem com a Lorena, que disse pra eu ir na casa dela à noite pra gente jantar lá, porque ela ia fazer uma festa entre as minas e uns conhecidos que ela tinha. Contei pro Seba e ele topou ir. Aí comemos e saímos de novo, dessa vez na caminhonete. Chegamos numa pousada e ele alugou uma moto daquelas cross. Fomos dar uma volta num circuito pra essas motos. Seguindo o rio, chegamos num lugar onde ele fazia uma cachoeira pequena e formava um lagozinho, e depois o rio continuava. Paramos lá e sentamos na margem. Ficamos nos amassos e carinhos até não aguentar mais e começamos o agarramento. Eu me agarrei naquela pica como vocês não imaginam, e ele dedava minha buceta e meu cu gostoso pra caralho. Já molhadinha, ele me colocou de quatro e começou a me comer, enquanto alargava minha rabeta com os dedos. Ele me deixou assim por um bom tempo, e bem quando ele ia meter no meu cu, ouvimos o motor de outra moto chegando no mesmo lugar que a gente. Então nos vestimos rápido e ficamos sentados na margem. Até que chegaram duas motos, com dois casais. Eles cumprimentaram, aí a gente pegou nossas coisas e vazou. Enquanto voltávamos, ele falou pra eu abraçar ele e passar a mão na pica dele por cima da calça, coisa que eu fiz. E ele repetia: "Do que você escapou, Sweetie, cê não sabe a vontade que eu tava de te dar no lago." Eu continuei no que tava fazendo, rindo e dizendo que ele ia ter que esperar até a noite. À noite, chegamos, devolvemos a moto e voltamos pra casa. No caminho, ele me pediu pra chupar ele, eu fiz e engoli todo o leite. Chegamos, tomamos banho e ficamos pelados de novo, deitamos e dormimos um pouco até dar hora de ir pra casa da Lorena. Levantamos, nos preparamos e fomos pra casa da Lore. Quando chegamos, já tinha bastante gente, umas minas do hóquei e uns caras do rugby, além de uns conhecidos dela do vale. Qual não foi minha surpresa quando vi que os pais da Lore também estavam lá, junto com uns dirigentes do clube. Cumprimentei todo mundo e saí fora porque não tava entendendo nada. Perguntei pra Lore o que tava rolando, e ela disse que eles apareceram do nada com toda aquela galera. Então tive que fazer o papel de menina boazinha. Imaginem o Seba se segurando a noite inteira, haha. E eu que pensei que a gente ia transar em algum quarto da casa, mas nada, haha. Eu tinha ido com um shortinho preto justinho, um top tipo corset também apertado e salto alto. Todos os velhos do clube me olhavam dos pés à cabeça. Isabel, a mãe da Lore, me perguntou pelos meus pais, e eu falei que estavam bem. Aí me abri com ela e contei o que tava rolando de verdade. Ela disse pra eu ficar tranquila, que não ia contar nada, e que também falaria com o Manuel, o marido dela, e que ele também não diria nada. Mas pediu pra eu me cuidar muito, e que qualquer coisa que precisasse, era só avisar. Depois disso, voltei pro Seba, a gente dançou um pouco e umas 1:30 da manhã fomos embora. Me despedi das minas e dos pais da Lore e saímos. Demos uma volta pelo centro e paramos num pub que tava aberto, e bebemos algo. Talvez pelo jeito que eu tava vestida e maquiada, não pediram meus documentos, haha. Depois saímos e fomos pra casa. Chegamos e começamos a nos beijar, e o Seba arrancou toda a minha roupa, rasgando tudo com puxões, me deixando só de fio dental e salto. Continuou me beijando e me dedando até me fazer ajoelhar e colocou a pica na minha boca. Comecei a chupar, brincava com as bolas dele, lambia tudo. desde a ponta até a base e depois enfiava bem fundo em mim até sentir ela tocar minha garganta, conseguindo assim encher ela de saliva, que escorria pelos cantos da minha boca, caindo nos meus peitos, eu olhava pra ele e via como os olhos dele ficavam brancos haha, depois foi minha vez, ele me sentou num banquinho alto da cozinha de um jeito que eu ficasse com a pussy e a bunda pro ar, ele se colocou atrás de mim e assim começou a chupar minha pussy e meu cu, foi tão gostoso que molhei o banco inteiro, ele enfiou dedos na minha bunda e quando eu já tava pronta ele se levantou, me fez apoiar os braços na bancada pra eu empinar mais a bunda e, encostando a cock na minha bunda, começou a empurrar até que entrou, eu tremi e tive meu segundo, ainda custava a aguentar ele dentro mas ele sabia como me fazer sentir bem e aproveitar a puta gostosa que ele tava me dando, ele me bombou gostoso e muito, tirava e metia mais forte e eu sentia bem fundo, me fazendo gozar pra caralho, chegou a hora em que ele gozou, como era de se esperar, dentro de mim, me arrancando um orgasmo aos gritos, ele ficou parado atrás de mim até ficar mole, e tirou, depois me levantou do banquinho e me levou pela mão até a sala, onde me jogou no sofá e meteu de novo, dessa vez na pussy, começou bombando devagar até que acelerou o ritmo e começou a me sacudir a cada estocada, eu já tava louca de tesão e explodia orgasmo atrás de orgasmo, até que ele gozou de novo agora enchendo minha pussy, eu fiquei exausta, no sofá, ele se levantou e foi pro banheiro e depois pra cozinha, aí voltou e, se aproximando de mim, sentou na minha barriga encaixando a cock entre meus peitos, e começou a foder meus peitos, ele apertava meus peitos tentando envolver a cock mas era grossa demais e naquela época eu tinha eles médios, mas isso me deixou louca, cada vez que ele subia eu tentava pegar a cabeça com minha língua e lábios, aí ele subiu um pouco mais e colocando a cock bem na minha boca começou a meter e tirar, e em certos momentos ela empurrava e mantinha parada até me dar ânsia, e aí tirava, e depois continuava igual até que quando ele estava perto de gozar, ele meteu e fazendo força não deixou eu escapar, e gozou na minha boca me fazendo engolir a descarga completa dele, senti meu estômago inchando de tão grande quantidade que ele me fez engolir, já era a terceira transa dele e em cada uma ele gozava bastante porra, depois ele se acomodou do meu lado e entre carícias eu disse que obrigada por me alimentar porque eu tava com fome, e a porra quente me deixou satisfeita, e ele respondeu que ainda tinha mais pra me dar enquanto ria. Continuamos assim abraçados entre carícias até que ele disse vamos pra cama, no caminho pro quarto eu vi a hora e já eram 7:15 da manhã, eu pensei que a gente ia deitar e dormir mas o Seba ainda queria continuar e foi assim que entre carícias e beijos ele me colocou em cima dele e meteu de uma vez na pussy, ficou bombando até que começou a alternar as enfiadas entre minha booty e a pussy, essa última transa realmente foi eterna, depois ele me colocou de bruços, levantou meus quadris e meteu na minha booty, nessa altura eu já não tinha mais forças pra nada, ele me comeu do jeito que quis, e encheu minha booty de novo com a porra quente dele, depois disso ele me abraçou e a gente dormiu. Quando acordei, tava toda pegajosa e com restos de porra no corpo todo porque a mesma tinha saído de dentro de mim e se espalhado nos lençóis, eu tava sozinha na cama, me levantei toda dolorida e andei até o banheiro me apoiando nas paredes pra não cair, enquanto chamava o Seba, ele tava lá fora e quando me ouviu entrou e me ajudou a chegar no banheiro, eu sentei no vaso e comecei a rir e falei "ai love, você me destruiu, olha como eu tô" e ele respondeu "como você me chamou?" E eu respondi que ele tinha me acabado de vez, aí ele disse "não isso não sweetie, você me chamou de love" eu olhei pra ele e falei que ele tinha ouvido errado mas não haha Falei isso mesmo pra ele, kkk. Depois ele entrou no chuveiro comigo, a gente tomou banho junto. Nos pegamos um pouco, mas foi ele quem disse que a gente não ia transar mais naquele dia porque tinha que voltar pra casa, e eu precisava me recuperar pra chegar inteira. Eu ri, olhei pra ele e chupei a boca dele. Depois agradeci pelo fim de semana que ele me proporcionou e falei que me sentia muito bem com ele. Aí a gente lanchou e se preparou pra ir embora. No caminho, avancei na rola dele e falei que queria provar o leite dele antes de chegar. Ele disse: "Tá bom, mas só um boquete, porque se eu te comer de novo, você não vai conseguir chegar em casa, vou te deixar toda quebrada." Aceitei, chupei ele e engoli todo o leite. Seguimos viagem, chegamos e ele me deixou em casa. Depois disso, a gente continuou saindo por quase um ano, até que ele teve que se mudar pra La Rioja por causa do trabalho. Espero que tenham gostado. Depois conto outras aventuras com o Seba e as duas vezes que fui visitar ele em La Rioja. Beijos.
3 comentários - Fuga com Seba. Parte 2.