Em outro relato, contei como descobri meu filho adolescente (ele tem 18 de idade, o pau 22, pelo que calculei...) se masturbando durante nossas férias, e como a mamãe Yanina (eu mesma) o ajudou manualmente a conseguir isso.
Eu tinha proibido meu bebê Franco de se masturbar sozinho, porque achava que, entre meus deveres maternais, também estava cuidar das urgências sexuais do meu filhote. Não via diferença entre trocar as fraldas do meu bebê e limpar a bundinha dele e ajudá-lo a ter descargas sexuais suficientes para a idade, o resto era construção social...
Já tinham passado três ou quatro dias desde a experiência quente, continuávamos na praia, numa tardezinha, depois da praia, meu marido junto com o namorado da menina tinham ido fazer as compras, a Natália estava no quarto dela e eu, ainda sem me trocar, estava na cozinha arrumando um pouco a bagunça habitual das férias. Não tinha me trocado ainda depois de chegar da praia, então ainda estava de microtanginha, só tinha vestido um short pra voltar da praia.
Daí, meu bebê se aproximou e me disse:
- Mãe, tô com dor de cabeça.
- Amor, já vou te dar uma aspirina...
Mas meu bebê Franquito me olhou de um jeito diferente do normal, segurou o volume dele por cima da bermuda que estava usando e falou:
- Não, mãe, essa cabeça aqui que tá doendo...
Aí eu entendi que o Franquito precisava urgente de outra extração de leite, claro, já tinham passado alguns dias e nessa idade a necessidade de gozar é quase constante, diria eu. Então olhei pra ele com carinho de mãe, dei um beijinho suave nos lábios dele e, enquanto pegava na mão dele pra levar pro quarto, falei: "Mamãe vai cuidar disso, meu bebê..."
Já no quarto dele, fechei a porta pra evitar interrupções, mandei ele sentar na cama e falei: "Mamãe vai tirar o short pra ficar mais confortável." Virei de costas e fui descendo o short devagar, empinando um pouco a raba. Pra deixar meu bebão no ponto, me virei e, pra minha surpresa, o Franco já tava sem a bermuda, de pernas abertas e com aquele tronco enorme apontando pro céu, durasso pra caralho. Dava pra ver que, entre a putaria que ele tava sentindo e a raba da mamãe, ele já tava no ponto de gozar…
Sentei do lado dele e falei:
— Love, sei que você adora os peitos da mamãe — enquanto tirava o sutiã na hora.
Meus peitos de silicone pularam pra fora, livres. Meu bebão Franquito olhava pra eles cheio de vontade, então eu disse:
— Bebê, vem mamar, tá na hora do go…
Esperava que o Franco, como fazia quando era neném, se agarrasse no meu peito e chupasse meus bicos que se destacavam nas minhas auréolas grandes. Mas, pra minha surpresa, o pestinha pegou meus peitos com as mãos e afundou a cara como um louco entre minhas tetas, lambendo igual um desesperado, mordiscando e chupando meus bicos, enquanto me apalpava e apertava. Fiquei com medo dos meus implantes, então falei:
— Calma, bebê, os peitos da mamãe são seus, pode brincar à vontade…
Isso pareceu acalmá-lo. Ele continuou chupando minhas tetas e apalpando, mas um pouco mais relaxado. Me chupava e lambia, sugava meus bicos, meus peitos estavam banhados na saliva do meu bebê. Eu não tirava os olhos do tronco dele, ereto, que balançava no ritmo das chupadas que ele dava nas minhas tetas, e das bolas cheias dele. Então falei:
— Love, enquanto você brinca com as tetas da mamãe, vou acariciar essa delícia — e peguei o pau dele, que já quase pulsava.
Bati uma punheta nele, mas queria passar pra fase oral. Tava desesperada pra provar aquela barra de carne divina que meu bebê tinha entre as pernas. Então consegui desgrudar o Franco dos meus peitos, mandei ele tirar a camisa pra ter meu bebão peladinho e me ajoelhei entre as pernas dele.
Falei: mamãe vai fazer umas coisinhas bem safadas com essa delícia, bebê — enquanto batia a barra de carne do pestinha na minha linguinha. Fiz direitinho, porno... óbvio que meu guri começou a reagir ao ver sua gostosa mamãe quase peladinha de joelhos, pronta pra mamar ele...
Quando a vara do moleque endureceu, olhei nos olhos dele e comecei a mordiscar suavemente a cabecinha (o moleque tinha uma cabeçona danada) e a pele enrugada que tinha embaixo antes de engolir inteira, meu filhote começou a gemer enquanto eu chupava ele de forma bestial. Tentei garganta profunda, mas o tamanho do moleque dificultava a manobra, já que ao engolir quase inteiro, ia pra garganta e me dava ânsia... Mesmo assim, em duas ocasiões aguentei e cheguei até as bolsinhas do cara, engolindo maternalmente uns 20 cm de carne adolescente....
Também lambi ele bem safada, passando a língua desde a base do tronco até a pontinha da cabeçona, como se fosse um sorvete... adoro sorvete, só que o que eu estava provando naquela tarde era de sabor de pinto adolescente, meu sabor de sorvete favorito...
O moleque gemia como um bebezão enquanto a mamãe dele chupava sem piedade, tanto que num momento ele me olha e diz: filha da puta, como você mama!!!!!. Eu levei como elogio e redobrei o esforço bucal pra satisfazer o querido adolescente... Super excitada com toda aquela carne fresca na boca, respirei fundo umas duas vezes, toda babada, o que excitou ainda mais o bebão. Tava chupando ele de forma animal, adoro essas mamadeiras de carne...
Eu deixava ele mais tesudo acariciando o corpinho dele enquanto mamava, massageando os peitinhos dele, a bundinha, as pernas, o moleque tremia de tesão e do boquete selvagem que sua gostosa mamãe Yanina tava dando....
Aí pedi pra ele virar e se abaixar um pouco, falei: bebê, mamãe vai chupar sua bundinha... então abri com minhas mãos as nádegas da bundinha macia dele, sem pelos, e meti a língua no buraquinho do cu, outro dos meus vícios secretos, isso excitou ele pra caralho, com minha língua fiz ele A buceta do bebote sem pena, depois mandei ele virar de novo... queria continuar tomando o sorvete....
Percorri o tronco duro com minha linguinha antes de continuar o boquete. Depois de um tempo de sucção brutal, vi que o guri não ia aguentar se eu continuasse dando aquele tratamento bucal, então tirei da boca, respirei, os fios de baba caindo nas minhas tetas e falei: "hora das suas bolinhas, chuchu..."
Segurei a vara de carne com dois dedinhos e parti pra uma sucção infernal nas bolas, passava a língua nos ovos antes de chupar as saquinhos e meter os ovinhos na minha boquinha de mamãe gulosa, primeiro um, depois o outro. Meu bebote gemia vendo o espetáculo, até que larguei a vara no meu rosto pra pegar entre meus lábios e dar o boquete final, o guri já não ia aguentar muito mais o ritmo de chupada da sua safada e gostosa mamãe Yanina...
Comecei a me acariciar com a outra mão na minha buceta molhada, enquanto dava as últimas chupadas no glorioso boquete que tava dando pro meu bebê, o que esquentou ainda mais o varãozinho... Já dava pra ver que a vara de carne dele ia explodir, então tirei da boca e falei com minha carinha mais safada, de atriz pornô: "Goza tudo em mim, neném..." O moleque bateu uma punheta na minha boquinha, uns jatos enormes de leite na minha garganta, eu sentia os esguichos de porra na boca, que maternalmente engoli, sem tirar os olhos dos dele...
A vara de carne do meu filhote adolescente ficou pendurada mais molinha, eu tinha um depósito de sêmen na barriga, depois de ter deslechado ele selvagemente.
Quando achei que tinha tirado porra suficiente pra acalmar aquela dorzinha de cabeça que ele tinha, dei um beijinho safado na ponta e passei a língua na palma da minha mão, pra sentir aquele gostinho terrível de pinto adolescente que o pau do meu guri tinha...
Franco, vendo sua mamãe Yanina fazer essas coisas, antes de cair rendido em A cama gritou:
- Filha da puta!!! Não pode me fazer esse boquete infernal!!!!
Aceitei o elogio do meu bebê, mas mesmo assim respondi:
- Neném, mais respeito que sou sua mamãe...
E completei:
- Love, já que você tem muita produção de porra, a mamãe vai fazer extrações mais seguidas, tá?
Ajeitei um pouco a roupa, limpei com o papel absorvente que tinha trazido a porra que estava no meu rosto e peitos, coloquei o sutiã e saí do quarto do pirralho, para cruzar com a minha menina Natália.
- O que cê tá fazendo, mãe?
- Nada, filha, trouxe uma aspirina pro seu irmão, deixa ele descansar, tá exausto... ele disse que tava com dor de cabeça, mas cê sabe como são os homens, às vezes só precisam de um pouquinho de mimo da mamãe...
Eu tinha proibido meu bebê Franco de se masturbar sozinho, porque achava que, entre meus deveres maternais, também estava cuidar das urgências sexuais do meu filhote. Não via diferença entre trocar as fraldas do meu bebê e limpar a bundinha dele e ajudá-lo a ter descargas sexuais suficientes para a idade, o resto era construção social...
Já tinham passado três ou quatro dias desde a experiência quente, continuávamos na praia, numa tardezinha, depois da praia, meu marido junto com o namorado da menina tinham ido fazer as compras, a Natália estava no quarto dela e eu, ainda sem me trocar, estava na cozinha arrumando um pouco a bagunça habitual das férias. Não tinha me trocado ainda depois de chegar da praia, então ainda estava de microtanginha, só tinha vestido um short pra voltar da praia.
Daí, meu bebê se aproximou e me disse:
- Mãe, tô com dor de cabeça.
- Amor, já vou te dar uma aspirina...
Mas meu bebê Franquito me olhou de um jeito diferente do normal, segurou o volume dele por cima da bermuda que estava usando e falou:
- Não, mãe, essa cabeça aqui que tá doendo...
Aí eu entendi que o Franquito precisava urgente de outra extração de leite, claro, já tinham passado alguns dias e nessa idade a necessidade de gozar é quase constante, diria eu. Então olhei pra ele com carinho de mãe, dei um beijinho suave nos lábios dele e, enquanto pegava na mão dele pra levar pro quarto, falei: "Mamãe vai cuidar disso, meu bebê..."
Já no quarto dele, fechei a porta pra evitar interrupções, mandei ele sentar na cama e falei: "Mamãe vai tirar o short pra ficar mais confortável." Virei de costas e fui descendo o short devagar, empinando um pouco a raba. Pra deixar meu bebão no ponto, me virei e, pra minha surpresa, o Franco já tava sem a bermuda, de pernas abertas e com aquele tronco enorme apontando pro céu, durasso pra caralho. Dava pra ver que, entre a putaria que ele tava sentindo e a raba da mamãe, ele já tava no ponto de gozar…
Sentei do lado dele e falei:
— Love, sei que você adora os peitos da mamãe — enquanto tirava o sutiã na hora.
Meus peitos de silicone pularam pra fora, livres. Meu bebão Franquito olhava pra eles cheio de vontade, então eu disse:
— Bebê, vem mamar, tá na hora do go…
Esperava que o Franco, como fazia quando era neném, se agarrasse no meu peito e chupasse meus bicos que se destacavam nas minhas auréolas grandes. Mas, pra minha surpresa, o pestinha pegou meus peitos com as mãos e afundou a cara como um louco entre minhas tetas, lambendo igual um desesperado, mordiscando e chupando meus bicos, enquanto me apalpava e apertava. Fiquei com medo dos meus implantes, então falei:
— Calma, bebê, os peitos da mamãe são seus, pode brincar à vontade…
Isso pareceu acalmá-lo. Ele continuou chupando minhas tetas e apalpando, mas um pouco mais relaxado. Me chupava e lambia, sugava meus bicos, meus peitos estavam banhados na saliva do meu bebê. Eu não tirava os olhos do tronco dele, ereto, que balançava no ritmo das chupadas que ele dava nas minhas tetas, e das bolas cheias dele. Então falei:
— Love, enquanto você brinca com as tetas da mamãe, vou acariciar essa delícia — e peguei o pau dele, que já quase pulsava.
Bati uma punheta nele, mas queria passar pra fase oral. Tava desesperada pra provar aquela barra de carne divina que meu bebê tinha entre as pernas. Então consegui desgrudar o Franco dos meus peitos, mandei ele tirar a camisa pra ter meu bebão peladinho e me ajoelhei entre as pernas dele.
Falei: mamãe vai fazer umas coisinhas bem safadas com essa delícia, bebê — enquanto batia a barra de carne do pestinha na minha linguinha. Fiz direitinho, porno... óbvio que meu guri começou a reagir ao ver sua gostosa mamãe quase peladinha de joelhos, pronta pra mamar ele...
Quando a vara do moleque endureceu, olhei nos olhos dele e comecei a mordiscar suavemente a cabecinha (o moleque tinha uma cabeçona danada) e a pele enrugada que tinha embaixo antes de engolir inteira, meu filhote começou a gemer enquanto eu chupava ele de forma bestial. Tentei garganta profunda, mas o tamanho do moleque dificultava a manobra, já que ao engolir quase inteiro, ia pra garganta e me dava ânsia... Mesmo assim, em duas ocasiões aguentei e cheguei até as bolsinhas do cara, engolindo maternalmente uns 20 cm de carne adolescente....
Também lambi ele bem safada, passando a língua desde a base do tronco até a pontinha da cabeçona, como se fosse um sorvete... adoro sorvete, só que o que eu estava provando naquela tarde era de sabor de pinto adolescente, meu sabor de sorvete favorito...
O moleque gemia como um bebezão enquanto a mamãe dele chupava sem piedade, tanto que num momento ele me olha e diz: filha da puta, como você mama!!!!!. Eu levei como elogio e redobrei o esforço bucal pra satisfazer o querido adolescente... Super excitada com toda aquela carne fresca na boca, respirei fundo umas duas vezes, toda babada, o que excitou ainda mais o bebão. Tava chupando ele de forma animal, adoro essas mamadeiras de carne...
Eu deixava ele mais tesudo acariciando o corpinho dele enquanto mamava, massageando os peitinhos dele, a bundinha, as pernas, o moleque tremia de tesão e do boquete selvagem que sua gostosa mamãe Yanina tava dando....
Aí pedi pra ele virar e se abaixar um pouco, falei: bebê, mamãe vai chupar sua bundinha... então abri com minhas mãos as nádegas da bundinha macia dele, sem pelos, e meti a língua no buraquinho do cu, outro dos meus vícios secretos, isso excitou ele pra caralho, com minha língua fiz ele A buceta do bebote sem pena, depois mandei ele virar de novo... queria continuar tomando o sorvete....
Percorri o tronco duro com minha linguinha antes de continuar o boquete. Depois de um tempo de sucção brutal, vi que o guri não ia aguentar se eu continuasse dando aquele tratamento bucal, então tirei da boca, respirei, os fios de baba caindo nas minhas tetas e falei: "hora das suas bolinhas, chuchu..."
Segurei a vara de carne com dois dedinhos e parti pra uma sucção infernal nas bolas, passava a língua nos ovos antes de chupar as saquinhos e meter os ovinhos na minha boquinha de mamãe gulosa, primeiro um, depois o outro. Meu bebote gemia vendo o espetáculo, até que larguei a vara no meu rosto pra pegar entre meus lábios e dar o boquete final, o guri já não ia aguentar muito mais o ritmo de chupada da sua safada e gostosa mamãe Yanina...
Comecei a me acariciar com a outra mão na minha buceta molhada, enquanto dava as últimas chupadas no glorioso boquete que tava dando pro meu bebê, o que esquentou ainda mais o varãozinho... Já dava pra ver que a vara de carne dele ia explodir, então tirei da boca e falei com minha carinha mais safada, de atriz pornô: "Goza tudo em mim, neném..." O moleque bateu uma punheta na minha boquinha, uns jatos enormes de leite na minha garganta, eu sentia os esguichos de porra na boca, que maternalmente engoli, sem tirar os olhos dos dele...
A vara de carne do meu filhote adolescente ficou pendurada mais molinha, eu tinha um depósito de sêmen na barriga, depois de ter deslechado ele selvagemente.
Quando achei que tinha tirado porra suficiente pra acalmar aquela dorzinha de cabeça que ele tinha, dei um beijinho safado na ponta e passei a língua na palma da minha mão, pra sentir aquele gostinho terrível de pinto adolescente que o pau do meu guri tinha...
Franco, vendo sua mamãe Yanina fazer essas coisas, antes de cair rendido em A cama gritou:
- Filha da puta!!! Não pode me fazer esse boquete infernal!!!!
Aceitei o elogio do meu bebê, mas mesmo assim respondi:
- Neném, mais respeito que sou sua mamãe...
E completei:
- Love, já que você tem muita produção de porra, a mamãe vai fazer extrações mais seguidas, tá?
Ajeitei um pouco a roupa, limpei com o papel absorvente que tinha trazido a porra que estava no meu rosto e peitos, coloquei o sutiã e saí do quarto do pirralho, para cruzar com a minha menina Natália.
- O que cê tá fazendo, mãe?
- Nada, filha, trouxe uma aspirina pro seu irmão, deixa ele descansar, tá exausto... ele disse que tava com dor de cabeça, mas cê sabe como são os homens, às vezes só precisam de um pouquinho de mimo da mamãe...
8 comentários - Meu filho tá com dor de cabeça lá embaixo
que continue la historia de Yani con su bebote, que lo haga cornudo al marido con devocion!!
excelente el plateo y cono yanina habla, como sugiere, como orienta, le falta mas escenario al relato, la madre mirando con complicidad al nene antes de irse al gym y frases sugestivas en medio de la vida cotiadana...
tenes un 10, un nuevo seguidor y un pedido de continuacion eterno!!!!
10 mas