Mamãe agora prefere transar comigo

Comparto um relato que gostei muito e encontrei por aí, espero que curtam. Não esqueçam de dar pontos para eu continuar contribuindo 😌


Oi, sou o Juan, tenho 20 anos e minha irmã é 2 anos mais nova, minha mãe tem 45 e meu pai 40.

Desde pequeno sempre tive curiosidade sobre sexo. Quando tinha 8 anos, ouvia meus pais fazendo, só que na época eu não sabia o que era aquilo. Tipo, não fazia ideia do que era sexo.

A coisa mudou uma noite. Eu tinha 14 anos na época e acordei com uma vontade enorme de mijar. Fui até o banheiro e o quarto dos meus pais ficava ao lado.

Ao sair do meu quarto, ouvi um barulho, como um tremor. Estava acostumado a ouvir a cama dos meus pais quando eles transavam, mas aquela noite estava pior.

Me debrucei no quarto, ficando na soleira da porta e vi uma imagem que ficou gravada na minha retina.

Minha mãe estava por cima do meu pai, pelada em cima dele e rebolava que nem uma louca. Ela segurava os pulsos dele. Dava pra ver a cara de prazer do meu pai, porque a cama deles ficava de lado de onde eu tava olhando.

Eu continuava ali parado feito um idiota, sem entender direito o que estava vendo, quando minha mãe ergueu a cabeça, se contorceu para trás e começou a gemer como uma louca.

Naquele momento, meu pai me viu. Não disse nada, claro. Só ficou me olhando enquanto ele também chegava ao orgasmo.

Eu percebi como meu pau ficou duro e saí correndo pro banheiro. Foi difícil pra caralho mijar, mas quando consegui, voltei pra cama e peguei no sono pensando no que tinha acabado de ver.

Na manhã seguinte, tomamos café da manhã juntos meus pais, minha irmã e eu. Meu pai me passou a manteiga e não parava de me olhar.

Quando minha mãe e minha irmã terminaram de tomar café, ele me olhou com malícia e piscou pra mim.

Já sozinhos os dois na cozinha, ela me falou:

- O quê? Gostou do que viu ontem à noite?

Eu baixei a cabeça e fiquei vermelho que nem um tomate.

Vai lá, não fica com vergonha de falar sobre isso. É sexo e um dia você também vai fazer. Não vai me contar nada?

- Você deve ter se divertido muito, papai.

É a melhor coisa que existe. E ver sua mulher morrendo de prazer enquanto você faz isso, é ainda melhor. Com certeza você bate uma, mas quando fizer amor com uma mulher, vai ver que isso supera.

Eu não disse nada, me levantei da mesa e ajudei a recolher os pratos do café da manhã.

Nos meses seguintes, me tornei um espião dos meus pais enquanto eles transavam. Toda noite que eles faziam, eu me levantava em silêncio, já de pau duro, e os observava fazendo.

Só que quando era minha mãe que estava por cima, eu ficava olhando. Agora, se era meu pai que estava por cima, eu sumia da porta na hora, porque minha mãe podia me ver.

Foi assim que fiz 18 anos e arrumei uma namorada. Na primeira vez que transamos, pedi pra ela ficar por cima, mas ela tava tão perdida quanto eu, e não curti muito, apesar de ter gozado fora dela. A gente não tinha camisinha.

Dois anos depois, aconteceria o que eu queria contar pra vocês. Minha mãe tava trabalhando e meu pai também. Cada um tinha um trampo diferente.

Devia ser umas onze da manhã mais ou menos quando o celular tocou. Era meu pai, me ligando pra dizer que minha mãe tinha caído no chão e achavam que ela tinha quebrado a perna. A voz dele estava preocupada, mas ele me disse pra ficar calmo. Estavam esperando a ambulância. Meu pai estava indo pro trabalho da minha mãe naquele momento.

Minha irmã tinha aula, e a princípio fiquei tão nervoso que nem pensei em avisar ela.

Vesti-me e saí correndo para o trabalho da minha mãe.

Quando cheguei, minha mãe estava na maca e estavam colocando ela na ambulância. Ela pegou minha mão e me disse para ficar tranquilo, que não estava doendo muito. Eu imaginei que sim, que devia estar doendo pra caralho, ainda mais dependendo de qual osso ela tinha quebrado.

Eles foram de ambulância e eu peguei um táxi até o hospital.

Depois de algumas horas, nos disseram que ela tinha quebrado a tíbia e parte da fíbula. Ia ter que ficar engessada por um tempo.

Dois dias depois ela voltou para casa. Apesar de já ser julho, meu pai ainda tinha que trabalhar. Ele tiraria férias em agosto, então minha irmã e eu teríamos que passar quase o dia todo com ela ajudando.

Poucos dias depois, minha irmã não estava muito a fim, pra ser sincero, e assim que podia, vazava com o namorado.

Nos primeiros dias, meu pai conseguia ajudá-la a entrar no chuveiro, porque faziam isso à noite, mas depois ele me pediu para ajudá-la a entrar no chuveiro por volta do meio-dia, antes do almoço.

Eu estava nervoso, nunca tinha visto minha mãe pelada, mas ela deixou tudo mais fácil.

Ela colocou um plástico no gesso e um roupão, já sem roupa e no primeiro dia eu enfiei sem problemas e ela, antes de sair, vestiu o roupão de novo. Tudo perfeito.

Uma semana depois, eu estava quase mijando nas calças e corri pro banheiro. Depois de fazer xixi, me deu vontade de me tocar e comecei a me masturbar. Minha mãe tava sentada com a perna pra cima na sala, vendo TV. Fiquei sentada na privada até terminar de gozar.

Naquele momento, ouvi algo batendo na porta, era a muleta da minha mãe batendo para entrar. Eu tinha esquecido de trancar a porta e ela estava abrindo. Me virei e tentei cobrir meu pau, mas ela já estava dentro, quando comecei a gozar.

Quando me viu assim, ela se virou e saiu de novo. Eu não sabia onde enfiar a cara.

Quando me atrevi a sair do banheiro, ela ainda estava no sofá assistindo TV, como se nada tivesse acontecido.

Ela mudou de canal e na tela apareceu um filme onde um casal estava transando. Ela não trocou de canal enquanto eles continuavam fazendo e quando a cena terminou, desligou a TV.

Seu pai me contou que você nos viu transando. E ele sorriu.

Eu não disse nada.

Meu garoto é um voyeur.

Eu não sabia onde enfiar a cara. Se com meu pai eu já ficava sem jeito, com minha mãe era pior.

Você passou uns anos nos observando. Quantas punhetas você já não bateu pensando na sua mãe, hein?

Mãe, não fala isso. Nenhuma.

Ela ficou me olhando com desejo. Tava na cara que ela tinha visto meu pau duro.

Ela não disse mais nada e terminamos de assistir ao filme. Depois, ela me disse que estava muito cansada e pediu para eu ajudá-la a se deitar. Foi o que fiz.

Na manhã seguinte acordei tarde. Tava meio de pau duro e depois de mijar com dificuldade, não bati uma, fui tomar café.

Estava tomando café da manhã, quando minha mãe me ligou.

Tirei ela da cama e ela me pediu para levá-la ao banheiro. Ela deixou a muleta de lado e me disse para baixar o calção do pijama e a calcinha dela. Foi estranho, porque ela sempre tinha feito isso sozinha.

Pude ver sua buceta depilada mesmo sem querer, porque ela ficou em pé sobre a privada antes de se sentar.

Eu ia sair, mas ela pediu pra eu ficar e ajudar ela a se limpar. Aquilo tava ficando muito nojento.

Depois de lavarmos as mãos, ela disse que estava com vontade de tomar um banho antes do café da manhã. Ficou pelada na minha frente, sem a menor vergonha.

Ela se agarrou no meu ombro para entrar no chuveiro e pude vê-la pela primeira vez de frente, pelada, como Deus a trouxe ao mundo. Nas minhas escapadas noturnas só tinha conseguido ver ela de costas.

Aquilo foi o máximo. Ela tinha dois peitos de pelo menos um tamanho 100, enormes, um pouco caídos, mas suficientes para deixar o pau de um adolescente duro como um mastro, mesmo que fosse o seu próprio filho.

Ela fez de propósito e me disse para tomarmos banho juntos.

Mãe, o que você tá falando?

Vem cá, filho, entra no chuveiro comigo.

Mamãe agora prefere transar comigo

Eu tentei fugir, mas ela me arrastou para dentro. A água caía sobre mim, molhando minha roupa, e ela puxou meu pijama e cueca para baixo. Mesmo com a fratura na tíbia e no perônio, ela se inclinou e começou a chupar meu pau. Uma chupada terna, suave, de mãe para filho.

Não aguentei muito e gozei na cara dela, mas foi o melhor, porque naquele momento a porta de casa se abriu. Era minha irmã voltando da farra.

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Eu saí correndo do chuveiro e minha mãe limpou o rosto com o jato.

Da próxima vez quero você dentro de mim, ela disse baixinho, com uma cara de safada incrível.

Não ia demorar muito para estar dentro dela.

Naquela mesma tarde, depois de almoçarmos todos juntos, minha irmã me disse que ia ao cinema com o namorado. Meu pai tinha combinado com uns colegas para terminar um serviço, ainda faltava quase o mês inteiro para ele acabar de trabalhar.

No final, minha mãe e eu ficamos sozinhos em casa.

Minha mãe tava de vestido bem leve por causa do calor. O gesso devia estar esquentando muito também. A gente tava vendo uma série meio chata. Eu já tava começando a dar aquela cochilada. Aí minha mãe falou comigo.

Vou fazer pipoca. Me ajuda a levantar.

Me levantei e me virei para ajudá-la a baixar a perna e pude ver como ela abriu um pouco as pernas. A safadinha não estava usando calcinha. Nem lembro mais se ela tinha colocado quando saiu do banho.

Fui para a cozinha com ela e ela fez que caiu e agarrou minha bunda.

Vamos, meu amor, me disse, quero que você me dê seu pau.

Mãe, por favor, você é minha mãe. O que você está falando do meu pau?

-Quero que você me coma. Que me coma bem, meu gatinho.

- Mas será que seu pai não te come direito?

Muito bem, mas eu quero experimentar os dois paus dos meus homens.

Mesmo assim, ele colocou um saco de pipoca no microondas, e depois puxou minha calça de pijama e cueca para baixo, me deixando nu da cintura para baixo.

Tentou se abaixar pra me chupar, mas não conseguiu como no banho, a coluna tava doendo.

Eu fiquei olhando pra ela e decidi facilitar. Subi de bunda na mesa da cozinha e, como se fosse eu quem ia comer ela, deixei o trabalho mais fácil.

Minha mãe chupava e chupava meu pau. Eu estava no paraíso, mas se ela quisesse provar ele lá dentro de verdade, eu não ia deixar gozar agora.

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Joguei ela para trás e me levantei. Apertei ela contra a máquina de lavar e levantei o vestido. Como ela não estava de calcinha, foi fácil.

Nem pensei em usar camisinha com ela. Não sabia se ela tomava pílula, mas imagino que sim, não vi o brilho da camisinha quando via eles fodendo.

Agarrei meu pau com a mão e guiei até a entrada da sua buceta. Separei seus lábios com a outra mão e acariciei. Minha mãe mordia os lábios. Passei pelo seu clitóris e enfiei devagar, bem lentamente.

Quando eu estava lá dentro por completo, ela me olhou com carinho e me beijou na boca. Eu estava muito excitado e só conseguia pensar em meter.

Comecei a meter nela. Tinha ligado a máquina de lavar, mesmo sem roupa. Não me preocupei se podia estragar ou não.

Com o vestido levantado por ela e meus empuxões, aquilo era super excitante. Logo esqueci que estava comendo minha própria mãe, a mulher que me deu a vida.

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Não durou muito, pra ser sincero. Quando a máquina de lavar começou a tremer, eu já tava quase gozando.

Minha mãe me olhava com carinho, enquanto se deliciava.

Terminei de comer ela, e enquanto ela estava no orgasmo, ela me agarrou forte e me enterrou as unhas.

Meu garoto, meu garoto, aaaah, que tesão você me dá, que tesãããããããão.

Mãe, eu vou gozar, vou gozar……

Sim, sim, simmmmmmm.

Nós dois gozamos quase ao mesmo tempo. Ficamos exaustos, mas satisfeitos.

Limpei meu pau e depois minha mãe me levou para a sala.

Não sabia que ela tinha isso em mente.

Ela me sentou no sofá e, como pôde, sentou em cima de mim.

Enfia agora no meu cu. Seu pai nunca quer me dar assim.

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Eu não sabia onde me enfiar. Ele realmente estava me pedindo para enfiar no cu dele? Não conseguia acreditar. Nem nas minhas fantasias mais pervertidas eu poderia ter imaginado algo assim.

Mas não dava para fazer assim. Eu precisava de lubrificante. Levantei ela de cima de mim como pude e fui até o banheiro. Revirei as gavetas do armário e achei um creme que achei que poderia servir.

Voltei com ela e ela sentou de novo em mim, de costas. Molhei um dedo com o creme e enfiei devagar no cu dela. No início doeu, mas depois entrou tudo. Obviamente meu pau não era meu dedo, então eu não sabia quanto dano poderia causar.

Ela continuou me incentivando e finalmente, com o pau bem lubrificado, eu enfiei dentro dela.

Minha mãe gemeu, mas de dor, não de prazer, mas continuou subindo e descendo em cima de mim.

Cinco minutos depois, já não doía mais, porque ela começou a me elogiar.

Meu gato, me come o cu, meu marido não quer. Sim, sim, siiiiii, me come o cu. Me comeeeeeee. Eu gozo, cabrão. Eu gozoooooo.

Seus fluidos estavam me respingando, ela estava gozando pra valer.

Eu aguentava muito depois de gozar. Achei que ia arrebentar o cu dele, mas não foi assim. Minha pica deslizava toda pra dentro.

Me come, dizia quase sem voz. Me come o cu, o cu, o cu da sua mamãe, siiiiiiii, siiiii, vou gozar, vou gozar, meu garoto me come o cuuuuuu, aaaaaaaaaahhhhh.

Parei de me mexer e meu pau gozou forte. Ainda tinha porra dentro.

Ele saiu de mim e se virou.

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Tomara que seu pai nunca tire férias, ela me disse, e que não tirem meu gesso tão cedo.

Aquilo foi fantástico. Deixei minha mãe louca por mim e, como eu disse: Minha mãe agora me prefere ao meu pai.

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