Comendo a mãe do meu amigo

Isso aconteceu no dia do aniversário do meu amigo, foi em 13 de dezembro de 2017. A mãe dele, chamada Gabriela, apelidada de Gaby, uma morena de bunda grande e peitos bons, cabelo cacheado, deve ter uns 1,70 de altura, na época tinha uns 40 ou 41 anos, embora a senhora se conserve muito bem (fotos no final). Bom, o jantar de aniversário era algo pequeno, só nosso grupo de amigos, ou como a gente se chamava, os melhores amigos, éramos muito unidos. Éramos um grupo de cinco: Brandon, o gordinho; Kevin, o mais baixo; Fernando, o branquelo; Erick, o moreno; e o mais alto era ele, o aniversariante, fazendo 17 anos pra ser exato, e eu. Além da gente, estavam o pai dele, a mãe (a que eu comi naquela noite), o irmão mais velho e alguns tios e tias. Não éramos muitos, uns 17 ou 18 no jantar. Jantamos lá pelas 9 da noite, começaram a beber cerveja, todo mundo ali, incluindo a gente. Na real, não gosto de beber, mas tenho um bom estômago. Meus amigos bebiam como se fosse o último copo d'água no deserto, eu só olhava. Até me passavam copos direto pra beber, eu tomava com mais calma, diferente deles. Ficamos assim até umas 12 da noite, mais ou menos. Eles chamaram um táxi e foram embora, já estavam no chão, lógico, bebiam que nem loucos. Eles quatro e o pai do meu amigo devem ter acabado com umas 19 garrafas. Bom, o táxi chegou e eu ia subir, mas meu amigo não deixou. Ele me segurou e disse: "Brandon, você não bebeu, não vai embora não. Senta aqui, filho da puta." Eu só ri e sentei. Fiquei sentado com eles até umas 1 da madrugada, já tava com um sono do caralho. Todo mundo já tinha ido embora, incluindo o irmão dele, que tinha saído pra encontrar a namorada. Os únicos ali éramos o pai dele, a mãe, ele e eu. O pai dele continuava bebendo, meu amigo já tava todo dormindo na mesa. A mãe dele me pediu pra ajudar a levar ele, pediu entre risadas, dava pra ver que já tava bêbada. Carregamos ele pelos braços e levamos até o quarto dele. Uma casa tipo apartamento, três quartos, sala, cozinha e uma sala de jantar. Ela... Ela já tava cambaleando, mal se segurava em pé, mesmo assim me pediu pra ajudar ela a levar o marido dela, um negão de uns 1,90, grandalhão pra caralho. Mal a gente levantou ele e conseguiu levar até a sala. Quando ela entrou na sala, largou ele e não me sobrou outra opção, joguei ele no sofá que tinha lá. Ela, por outro lado, ficou sentada no sofá do meio. Eles tinham três sofás: o grande, onde tava o pai do meu amigo deitado, e onde eu ia dormir. Ela tava cabeceando, levantei ela e apoiei em mim pra levar até o quarto dela, porque o único lugar pra dormir que sobrou era o sofá do meio. Quando cheguei no quarto, deitei ela na cama, mas na mesma hora ela levantou e se equilibrou em mim, me abraçou e começou a rebolar. Eu quis falar alguma coisa, mas ela colocou o dedo na minha boca e disse: "Gaby — você é meu marido ou não?" Ela falou toda bêbada, com os olhos semicerrados. Na mesma hora, ela me deu um beijo, e eu só fiz devolver. Passei a descer minhas mãos e enfiar elas pra tocar naquelas bundonas. Nessa altura, eu já tava muito tesudo, mas ao mesmo tempo não sabia se devia fazer aquilo, porque era a mãe do meu melhor amigo. Ela me soltou e tirou a calça e a blusa. Ela tava de fio dental branco e o sutiã era vermelho. Tirei rapidinho o celular pra tirar fotos dela. Ela percebeu, tirou o fio dental: "Gaby — você gosta?" Ela colocou as mãos na bunda e abriu, mostrando o cu. Tirei só uma foto, ela me olhou e jogou o celular da minha mão pra se jogar em mim. A gente caiu na cama se beijando muito. Ela ainda tava de sutiã e me disse, meio sem fôlego: "Tira de mim." Ela sentou e eu tirei rápido. Passei a beijar ela na boca, no pescoço e chupar os peitos dela. Ela soltava risadinhas e falava que tava fazendo cócegas. Soltei ela e fui comer a buceta dela. Ela tava mole, comecei a lamber, beijar e dar umas mordidinhas no clitóris dela. Ela gemia. Fiquei uns 7 a 10 minutos nisso até que ela soltou um suspiro e um jato me espirrou parte do rosto e cheguei a engolir um pouco. Comecei a lamber ela em volta, limpei e passei a chupar a boca dela. Aí olhei pra ela e tava dormindo. Levantei e sentei pra pensar se ia fazer. Decidi que sim. Tranquei a porta e tampei bem as janelas com as cortinas, apaguei a luz e acendi o abajur que tinha do lado da cama. Fui até ela e comecei a tirar a roupa. Com a pica dura, fui direto pra buceta dela. Dei uma lambida e abri as pernas dela. Cuspi na minha mão e passei a lubrificar minha pica com ela. Direcionei meu pau pra buceta dela e, devagar, comecei a meter. Ela fez alguns movimentos, mas não acordou. Continuei enfiando meu pau até entrar tudo. Comecei a me mexer, às vezes rápido, outras devagar, enquanto beijava e chupava os peitos dela. Ela soltava uns gemidos de vez em quando enquanto se mexia. Fiquei comendo ela uns 20 minutos até soltar meu primeiro jato de porra fora da buceta dela. Respirei fundo e virei ela de costas, com ajuda de alguns travesseiros que coloquei debaixo da barriga dela. Ela ficou com a bunda empinada pra mim. Fiquei lambendo o cu dela por um tempo. Peguei minha pica e direcionei pro buraco dela. Primeiro a cabeça, senti o aperto do cu dela na hora de enfiar tudo. Ouvi ela dar um gritinho. Comecei a me mexer enquanto passava as mãos e agarrava as nádegas e os peitos dela. Uns 15 minutos mais ou menos foram suficientes pra encher o buraco dela de porra. Passei a meter na buceta dela na mesma posição, enquanto via minha porra escorrendo do cu dela. Fiquei comendo ela até umas 3, quase 4 da manhã. Me vesti e fui pra cozinha. Passei primeiro pelo quarto do meu amigo e do irmão dele. Meu amigo ainda tava dormindo e o irmão dele não estava, parecia que não tinha chegado ainda. Na sala, o pai do meu amigo continuava largado no sofá. Olhei pra ele e fui pra cozinha. Peguei uma jarra e enchi de água, depois peguei um copo e fui pro quarto da mãe do meu amigo. Quando entrei, ela ainda tava dormindo. Mas deitada de lado, fui pro banheiro do quarto dela, mijei e depois bebi uns 2 copos de água. Aí me despi e me deitei do lado dela, abraçando ela e colocando meu pau entre as nádegas dela, e acabei dormindo. Acordei, ela ainda tava dormindo. Olhei no celular e era 9 da manhã, tinha dormido umas 5 horas, tava cansado. Mas quando vi ela aberta do meu lado, bateu a vontade de novo. Me enfiei nela e comecei a meter na buceta. Dessa vez ela deu uns gemidos e se levantou, falou: "Gaby—um um, continua assim." Não falava mais nada. Olhei pra ela e tava de olhos fechados, não sabia se tinha me visto ou algo. Só me mexia enquanto olhava o rosto dela. Ela gemia, mas não abria os olhos em momento nenhum. Senti que ela gozou, e uns segundos depois eu também gozei. Acho que a gente transou uns 8 a 10 minutos. Levantei, e ela deu um grito quando viu quem era: "Gaby—que porra cê tá fazendo aqui, seu filho da puta?" "Ehh, não grita, vai acordar seu marido e seu filho." "Gaby—eu grito o quanto eu quiser, você se aproveitou de mim!! Quero saber que merda cê tá fazendo aqui." "Já, não grita, vou te contar tudo." "Gaby—claro que vai me contar tudo, seu pervertido de merda." Comecei a contar tudo, mudando alguns detalhes, dizendo que foi ela quem me levou pro quarto e começou a me despir, e que ela disse que queria transar. Ela ficou calada, me encarando. "Gaby—ah, claro, eu nunca diria isso." "Mas disse, além disso tava bêbada e você me trouxe pra cá, eu não resisti e também aceitei." "Gaby—você se aproveitou do meu estado, seu filho da puta. E ainda por cima não usou proteção. Se eu engravidar, te mato." "O-o-okay, mas eu pedi camisinha e você falou pra meter assim mesmo." "Gaby—ahhhgg, já sabe, não fala mais nada. Isso nunca aconteceu. Você não vai contar pra ninguém, ou te mato. E se eu contar?" "Tá bem, não vou falar nada disso." "Gaby—agora vaza daqui." "Se quiser, a gente pode repetir, dava pra ver que você tava gostando." "Gaby—vazaagora! Nesse momento, me aproximei dela e roubei um beijo. Ela me deu um tapa daqueles, eu me joguei nela e ela começou a tentar me bater, mas eu segurava os braços dela. Aproximei minha boca da dela e plantei outro beijo, ela tentava se soltar até que me devolveu o beijo. Soltei os braços dela pra pegar meu pau com a mão e guiar até a buceta dela, e comecei a meter: —Não, cê queria que eu te largasse, né? Gaby— Ah, ah, assim que eu quero, ah, que você se ah, suma, maldito, ah. —Ah, umm, então assim, ah, eu paro, ah. Gaby—Sim, ah, para, ah, ah, maldito, ah. —Ah, acho que não vou fazer isso, ah. Gaby—Ah, ah, mexe mais, ah, ah, bastardo. —Que que cê disse? Ela não falou nada, só pegou meu rosto e guiou pro lado dela e me deu um beijo. Me soltou e disse: Gaby—E, ah, maldito, ah, faz parte do que aconteceu ontem à noite, ah, ah, você se ah, aproveitou de ah, mim, ah, mas não ah, ah, fez nada ah, errado. Ficamos na posição de missionário uns 6 ou 7 minutos até ela gozar. Depois coloquei ela de quatro, comecei a meter super rápido uns 2 minutos, aguentei aquele ritmo até gozar dentro dela. Gaby—Nada mal. Ela falava enquanto recuperava o fôlego —Tomara que se repita, não é, Gaby? —Talvez eu pense sobre isso —Bom, tomara que não pense muito, Gaby —Bom, preciso tomar banho, tô toda grudenta. Me limpei com os lençóis da cama e me vesti, ela entrou no chuveiro. Abri a porta, ela tava lá se enxaguando. Fui até onde ela tava e perguntei se a gente podia dar um último beijo. Ela com um sorriso disse que sim, a gente se beijou enquanto eu tocava e apertava as nádegas dela. Gaby: Bom, tchau, a gente se vê outro dia —Tchau, então outro dia. Fui embora, ao passar pela sala, o pai do meu amigo ainda tava dormindo. Saí e fui pra minha casa. Depois desse encontro, a gente teve uns 11 encontros a mais. Talvez a gente tivesse continuado, mas ela disse que não via mais sentido naquilo e a gente terminou por ali. Não tive outra escolha, verdade seja dita, me diverti pra caralho com ela. Depois do último encontro, foi em março de 2018, desde então ela só me evitava, ficou assim. Até o dia da formatura, que foi naquele ano em dezembro, pra ser exato dia 21. Na formatura, quando tudo terminou, fomos pra parte dos jardins do colégio, aquele lugar que sempre ficava vazio. Lá não deu pra fazer mais nada além de nos beijar e nos apalpar. Atualmente, estive conversando pelo WhatsApp com a Gaby. Entre as conversas, pode-se dizer que estamos combinando de nos encontrar de novo e ter um novo encontro. Fim. Talvez eu suba os prints da conversa que estou tendo com a Gabriela, a mãe do meu amigo Erick. Tomara que role o encontro de novo. Bom, até logo, em breve vou postar contando os encontros que tive em 2018, o ano em que transei mais com mulheres diferentes.Comendo a mãe do meu amigo
amador
rabinhos
esposa

6 comentários - Comendo a mãe do meu amigo

Excelente post estimado... me calento mucho tu relato... haber si pasas el dato de la señora jeje saludos... van mis 10 puntos
Que buena historia amigo. No tendrás más fotos de ella dormida?
me hubiera gustado saber como eran sus denos desnudos en fotos