Duelo com uma travesti

Sejam todos bem-vindos a esse relato curto e engraçado.

O que vou contar aconteceu comigo há vários anos; naquela época, eu trabalhava na loja de um amigo e saía tipo umas tantas horas toda noite, subia na minha bike e pedalava até a casa onde morava com uma mina. Era verão e eu sempre ia sem camisa, só de peito nu. Não sou um Adônis, mas sempre tive um físico legal. Toda noite, quando cruzava a avenida Irigoyen, numa interseção perto do cemitério de Morón, via uma ou mais garotas trabalhando. Muito sensuais, elas mostrando todas as suas virtudes na caça de clientes. Era o ano de 2018, naquele ano eu tinha pegado o costume de sair sempre nas últimas horas do trabalho ou fumando um baseado, a loja era fechada ao público e não tinha risco de fazer merda, então tava tudo ok com meu amigo e dono, e assim eu saía toda noite de um dos melhores trampos que tive, bêbado e chapado.

A questão é que toda noite que passava, as garotas me falavam de tudo, evidentemente meu físico agradava elas, além disso, pedalo desde sempre e ando forte, então quando passava por lá tava todo suadinho.

Uma noite, quando tô passando, já fazia um tempo que elas tinham me tentado e a verdade é que tava com uma vontade danada de meter em alguma daquelas travestis que eram bem gostosas. Uma loira me chama, tava na calçada de uma casa a uns 20 metros da avenida, que parecia estrategicamente desenhada, sem cerca, tinha uma parede tipo pilar de medidor de luz, com umas plantas grandes atrás onde dava pra se esconder perfeitamente.

Nem lerdo nem preguiçoso, me aproximo, deixo minha bike de lado e ela, me pegando pela mão, diz: vem... e me leva pro canto em questão, me dá um beijo e a gente se aperta um pouco. Na hora, pego na bunda dela e aí ela diz: - Vira de costas.

Não, eu digo - Vira você de costas.

Não, ela diz.

Na minha bebedeira, sabia que se eu virasse, ela ia me aquecer e ia arrebentar meu cu.

Então, tão rápido quanto a gente se meteu no canto, a gente se separou e Sorrindo, me afastei do lugar.
Depois percebi que bem em frente à casa onde a gente entrou, tinha uma guarita de segurança de uma empresa. Imagino como os caras devem ter se divertido vendo o duelo rápido que acabou de rolar.
Em algum momento vou entregar minha bunda pequena pra alguma trans, isso é certeza, mas ela vai ter que ser uma garota muito especial.

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