Eu tava pelada, sentada na beira da cama com os pés no chão quando eles entraram no quarto, baixei a vista e não quis olhar pra eles, os dois em silêncio, meu sogro acariciou meus peitos e brincou com meus mamilos, comecei a ficar com tesão, ele enfiou a mão entre minhas pernas e me fez abri-las, fechei os olhos e deu um nó na minha garganta, ele tocou minha buceta, começou a me masturbar, senti um tesão danado enquanto o outro me olhava vendo meu sogro me apalpar lascivamente, até que ele disse...
— Toca ela, magrelo, acaricia os peitos dela, tô preparando ela pra você comer.
Engoli seco e fechei os olhos de novo, o cara apalpava meus peitos enquanto meu sogro continuava esfregando meu clitóris com as pontas dos dedos, o cara apertou um mamilo, meu sogro fez o mesmo com o outro e eu soltei um gritinho, tava toda agitada e minha boca secava de tanto ficar aberta, comecei a rebolar, foi uma resposta natural do meu corpo ao que estavam fazendo comigo, eu tinha ficado com tesão, perdi o controle, bom, já fazia um tempo que não tinha mais.
Meu sogro mandou eu chupar o pau dele, o cara sentou do meu lado e acariciou meu corpo todo, enquanto eu lambia o pau do meu sogro ele me beijava no pescoço e notei que claro, ele tava totalmente duro, aquele homem ia inevitavelmente me comer e nada ia impedir.
— Toca no pau dele, puta, sei que você tá morrendo de vontade, pega e acaricia.
Aquele homem amassava meus peitos, chupava e mordiscava um mamilo, claro que eu fiquei excitada, não sou de plástico, gemi e não consegui esconder meu tesão, isso animou ainda mais os dois, o cara a me chupar e apalpar toda, e meu sogro me chamando de puta e dizendo que queria que aquele cara me comesse.
Nessa altura eu não podia negar, a gente não é de ferro, aconteceu o que tinha que acontecer, o cara ficou de pé na minha frente, me agarrou pelo cabelo com força e violou minha boca, me obrigou a chupar o pau dele, enfiou o máximo que conseguiu, era enorme. imediatamente tive ânsia, mas mesmo mostrando que não conseguia respirar direito, ele insistiu, me forçando a aguentar tudo na minha boca.
Meu sogro ajudava segurando minha cabeça pra eu não conseguir tirar e repetia...
— Chupa, puta, vamos fazer direito do jeito que você sabe, gostosa.
Me senti a mais vadia do mundo, mas já não conseguia raciocinar, chupei a pica daquele desconhecido quase com devoção.
Ele tirou a pica da minha boca e meu sogro me virou. Fiquei de quatro na beirada da cama.
Ele sentou do meu lado, olhando pro lado oposto, e com os dedos separou meus lábios vaginais e abriu bem minha buceta, que mesmo assim escorria de tesão.
Olhei pra trás e aquele homem estava se acariciando a pica, que parecia dura e bem ereta, pronta pra entrar no meu corpo. Meu sogro enfiou e tirou repetidamente o dedo do meio na minha buceta e fez como se estivesse me comendo com ele, depois repetiu o ato juntando o dedo do meio com o indicador e enfiou quase até os nós dos dedos, me fez gritar. Eu estava tão excitada que não aguentava mais.
Senti a língua daquele cara lambendo meu cu e os dedos do meu sogro entrando e saindo com violência da minha buceta. Eu estava desesperada, meus quadris se moviam sozinhos, eu mesma me acariciava os peitos e puxava meus mamilos. Não aguentava mais quando meu sogro disse pro cara...
— Enfia nela, dá pela buceta, quero ver como você come ela e como essa vadia goza com a pica bem dentro. Enfia até as bolas.
Enquanto dizia isso, me segurou pela cintura com as mãos e me fez girar, me deitando de costas na cama, de frente pra eles.
Abri as pernas sozinha, já pronta pra receber ele, continuei puxando meus próprios mamilos. Olhei pra ele ansiosa e toda agitada, esperando que finalmente fizesse. Queria ser possuída por aquele macho, ou na verdade por quem fosse, não importava. Eu estava tão excitada que não ligava quem ia finalmente me dominar.
O cara se Ela se inclinou sobre mim e, sem cerimônia nem delicadeza, me penetrou, enfiou a cock na minha pussy. Eu estava com as pernas bem abertas e flexionadas, deixando minha pussy toda à disposição dela, e ela entrou de uma só vez até minhas entranhas, entrou como uma bala no coração...
— Ai, meu Deus, que cock ela tem, por favor, mais devagar, pelo amor de Deus.
Eu belisquei meus próprios mamilos com força pra amenizar a dor que senti na minha buceta e gritei, gritei como uma slut desesperada. Ela começou a entrar e sair com o mesmo desprezo pelo meu corpo e, claro, eu me dilatei, me abri mais e me lubrifiquei naturalmente tanto que comecei a curtir o que ela fazia, e meus gritos de dor no começo se transformaram em gemidos e expressões de prazer.
Olhei pro meu sogro, eu estava de boca aberta mas não saía palavra, o cara estava me comendo com tudo, forte, selvagemente. Então eu só gritei, mas agora só de prazer. Meu sogro me olhou e disse...
— Que sexy girl você é, como você gosta da cock, você é uma slut, gosto de ver como te comem. De agora em diante, você vai se deixar fuck por todos que eu quiser.
Não sei por que razão, naquele instante senti que ele era meu dono, eu estava entregue totalmente.
Comecei a cum como uma sexy girl e ele também gozou dentro de mim, senti ele se desfazendo dentro da minha buceta enquanto me beijava agora com doçura, e eu me animei a acariciar a cabeça dele enquanto gozava na frente do meu dono, e ele repetia que eu era uma slut.
— Toca ela, magrelo, acaricia os peitos dela, tô preparando ela pra você comer.
Engoli seco e fechei os olhos de novo, o cara apalpava meus peitos enquanto meu sogro continuava esfregando meu clitóris com as pontas dos dedos, o cara apertou um mamilo, meu sogro fez o mesmo com o outro e eu soltei um gritinho, tava toda agitada e minha boca secava de tanto ficar aberta, comecei a rebolar, foi uma resposta natural do meu corpo ao que estavam fazendo comigo, eu tinha ficado com tesão, perdi o controle, bom, já fazia um tempo que não tinha mais.
Meu sogro mandou eu chupar o pau dele, o cara sentou do meu lado e acariciou meu corpo todo, enquanto eu lambia o pau do meu sogro ele me beijava no pescoço e notei que claro, ele tava totalmente duro, aquele homem ia inevitavelmente me comer e nada ia impedir.
— Toca no pau dele, puta, sei que você tá morrendo de vontade, pega e acaricia.
Aquele homem amassava meus peitos, chupava e mordiscava um mamilo, claro que eu fiquei excitada, não sou de plástico, gemi e não consegui esconder meu tesão, isso animou ainda mais os dois, o cara a me chupar e apalpar toda, e meu sogro me chamando de puta e dizendo que queria que aquele cara me comesse.
Nessa altura eu não podia negar, a gente não é de ferro, aconteceu o que tinha que acontecer, o cara ficou de pé na minha frente, me agarrou pelo cabelo com força e violou minha boca, me obrigou a chupar o pau dele, enfiou o máximo que conseguiu, era enorme. imediatamente tive ânsia, mas mesmo mostrando que não conseguia respirar direito, ele insistiu, me forçando a aguentar tudo na minha boca.
Meu sogro ajudava segurando minha cabeça pra eu não conseguir tirar e repetia...
— Chupa, puta, vamos fazer direito do jeito que você sabe, gostosa.
Me senti a mais vadia do mundo, mas já não conseguia raciocinar, chupei a pica daquele desconhecido quase com devoção.
Ele tirou a pica da minha boca e meu sogro me virou. Fiquei de quatro na beirada da cama.
Ele sentou do meu lado, olhando pro lado oposto, e com os dedos separou meus lábios vaginais e abriu bem minha buceta, que mesmo assim escorria de tesão.
Olhei pra trás e aquele homem estava se acariciando a pica, que parecia dura e bem ereta, pronta pra entrar no meu corpo. Meu sogro enfiou e tirou repetidamente o dedo do meio na minha buceta e fez como se estivesse me comendo com ele, depois repetiu o ato juntando o dedo do meio com o indicador e enfiou quase até os nós dos dedos, me fez gritar. Eu estava tão excitada que não aguentava mais.
Senti a língua daquele cara lambendo meu cu e os dedos do meu sogro entrando e saindo com violência da minha buceta. Eu estava desesperada, meus quadris se moviam sozinhos, eu mesma me acariciava os peitos e puxava meus mamilos. Não aguentava mais quando meu sogro disse pro cara...
— Enfia nela, dá pela buceta, quero ver como você come ela e como essa vadia goza com a pica bem dentro. Enfia até as bolas.
Enquanto dizia isso, me segurou pela cintura com as mãos e me fez girar, me deitando de costas na cama, de frente pra eles.
Abri as pernas sozinha, já pronta pra receber ele, continuei puxando meus próprios mamilos. Olhei pra ele ansiosa e toda agitada, esperando que finalmente fizesse. Queria ser possuída por aquele macho, ou na verdade por quem fosse, não importava. Eu estava tão excitada que não ligava quem ia finalmente me dominar.
O cara se Ela se inclinou sobre mim e, sem cerimônia nem delicadeza, me penetrou, enfiou a cock na minha pussy. Eu estava com as pernas bem abertas e flexionadas, deixando minha pussy toda à disposição dela, e ela entrou de uma só vez até minhas entranhas, entrou como uma bala no coração...
— Ai, meu Deus, que cock ela tem, por favor, mais devagar, pelo amor de Deus.
Eu belisquei meus próprios mamilos com força pra amenizar a dor que senti na minha buceta e gritei, gritei como uma slut desesperada. Ela começou a entrar e sair com o mesmo desprezo pelo meu corpo e, claro, eu me dilatei, me abri mais e me lubrifiquei naturalmente tanto que comecei a curtir o que ela fazia, e meus gritos de dor no começo se transformaram em gemidos e expressões de prazer.
Olhei pro meu sogro, eu estava de boca aberta mas não saía palavra, o cara estava me comendo com tudo, forte, selvagemente. Então eu só gritei, mas agora só de prazer. Meu sogro me olhou e disse...
— Que sexy girl você é, como você gosta da cock, você é uma slut, gosto de ver como te comem. De agora em diante, você vai se deixar fuck por todos que eu quiser.
Não sei por que razão, naquele instante senti que ele era meu dono, eu estava entregue totalmente.
Comecei a cum como uma sexy girl e ele também gozou dentro de mim, senti ele se desfazendo dentro da minha buceta enquanto me beijava agora com doçura, e eu me animei a acariciar a cabeça dele enquanto gozava na frente do meu dono, e ele repetia que eu era uma slut.
2 comentários - Meu sogro me entregou, que gostosa safada eu sou