Cornudo paga o aluguel 4

Continuação dos relatos:http://www.poringa.net/posts/relatos/3920472/El-cornudo-paga-la-renta-1.html
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http://www.poringa.net/posts/relatos/3932504/El-cornudo-paga-la-renta-3.htmlPão não era das mulheres mais bonitas que já peguei, mas toda essa situação de traição, combinada com uma mulher casada que em muitos aspectos parecia uma adolescente descobrindo o sexo, me deixava a mil. E aquele último orgasmo no quarto dela tinha me deixado com as pernas bambas. Mesmo assim, mesmo cansado, ainda queria continuar metendo nela. Ficava na dúvida se voltava ou não. Fazer ela provar meu pau pelo cu foi um desafio que também me motivava. Tentei fazer outras coisas. Almocei. Mas toda vez que olhava pra casa, tentava adivinhar pra onde Edgar tinha ido, que horas voltaria. A vontade me fez começar a analisar os prós e contras de ir de novo e o marido chegar. Primeiro, aquele frangote não podia encostar um dedo em mim. Segundo, se ele se ofendesse e parasse de me alugar, sinceramente, não me afetava em nada financeiramente. Visto isso, comecei a considerar o lado da Pão, os problemas que ela poderia ter se fôssemos descobertos. E o que descartei quase de cara foi qualquer tipo de violência contra ela; naquela relação, se tinha alguém que podia ser vítima de violência física, era o Edgar. Se eu estivesse errado e Edgar quisesse reagir contra ela na hora, eu estaria lá pra impedir. E depois, passado o impacto da descoberta, estava convencido de que ele, Edgar, sabia que Pão era mulher pra caralho pra ele, então perdoaria convencido disso ou simplesmente porque não tinha outra opção. Ou seja, resumindo, nem Pão nem o casamento dela estavam em risco se o marido nos descobrisse, além de um mau momento pra ela que duraria pouco tempo. Considerando tudo isso, decidi ir me aliviar nela de novo. Ao abrir a porta, vi o carro do Edgar chegando. Xinguei. Embora tivesse concluído que se ele descobrisse os chifres não teria grandes consequências, também não pensei em tentar comer a esposa com o marido presente. De muito mau humor, me virei e voltei pra minha casa. Ficava na dúvida se aproveitava o dia de piscina ou se ia. pra tirar a quentura treinando ou tentar achar alguma outra amiga pra desabafar. Tava indo pro meu quarto e quando passei pelo escritório, lembrei das câmeras que tinha deixado na casa dos vizinhos de quando tava desocupado. O tesão e uma certa raiva do Edgar, que chegou bem na hora que eu queria comer a esposa dele, me fizeram ligar o PC, abrir o soft das câmeras e ver o que tava rolando na casa da minha putinha mais recente e do marido dela. Quando "entrei" pelas câmeras na casa do Edgar e da Pao, ele tava sentado no sofá vendo TV, mas dava pra ver que tava inquieto. Balançava a cabeça pra um lado e pro outro, e depois o movimento já era uma virada do corpo inteiro. Percebi que ele tava falando (essas câmeras não têm áudio). Levantou, foi pro quintal, pra cozinha, espiou a sala de jantar e daí subiu as escadas pro andar de cima e foi direto pro quarto. A câmera desse quarto eu coloquei apontando pra janela e pega só uma parte da porta. Mas deu pra ver que ele espiou o quarto e viu a mesma coisa que eu tava vendo: a mulher dele pelada (comida) na cama, meio de lado, meio de bruços. Passam uns minutos e vejo ele pelado indo pra cama. Beija ela. Ela responde primeiro com empolgação e depois parece que acalma ele. Acaricia ele e tenta abraçar. Ele insiste, beija o pescoço dela, desce pras tetas. Ela deixa. Ele sobe de novo pra boca dela. Levanta e pega alguma coisa no criado-mudo. Ela se apoia nos cotovelos e olha pro lado. Percebo que ele tá colocando uma camisinha. Volta pra cima dela. Se beijam de novo e ela faz ele descer. Quando ele chega com a boca na buceta, ela se joga de novo na cama e acho que fecha os olhos. Se toca nas tetas. Num momento, com uma das mãos, ela agarra os lençóis e puxa por cima dela. Com a outra, pega ele pelos cabelos e segura entre as pernas dela, que se levantam e cravam os calcanhares nas costas dele. Dá pra ver que ela tá ofegando e se escancara na cama. Ele sobe e Parece que tá penetrando ela. Ela apoia uma mão — a do lado onde ele enterra o rosto entre o ombro e o pescoço — nas costas dele, perto da nuca. Ele mexe a bunda pra cima e pra baixo. Ela fica parada. Se mexe um pouco, como se fosse falar algo no ouvido dele, e aí guia ele pra se ajoelhar na cama. Pra minha surpresa, porque achei que ele ia comer ela de quatro, ela fica atrás dele, também de joelhos; abraça ele por trás e leva as mãos pro pau dele. Ficam assim uns minutos, parecem imóveis, mas dá pra notar algum movimento. Ele joga a cabeça pra trás e, pouco depois, ela tira as mãos de entre as pernas dele com a camisinha em forma de saquinho. Dá um beijo na bochecha dele e ele cai na cama. Ela levanta e vai pro banheiro desse quarto. Ele fica na cama. Eu saio pra lá. Toco a campainha. Passa um tempo e ela atende. Eu tava entre excitado e puto. Ela, entre assustada e surpresa. Admito que falei com maldade e pra testar ela: "Chegou o corno?". Ela olha por cima do ombro pra escada e responde "Tá lá em cima, não chama ele assim, o que você quer?".
Eu: Vem pra piscina, antes que você coma ele
Ela: Não, hoje não
Eu: Qual é? Não te basta isso? — e peguei na minha rola meio dura por cima da calça
Ela: Para, não fica assim.
Ela olhou pra trás de novo. Se aproximou, colocou uma mão no meu ombro pra me abaixar até a altura dela e falar no meu ouvido.
Ela: Para com isso, por causa disso — e pegou na minha rola — não consigo nem transar com meu marido. Toda arrombada você me deixou. Para de...
Eu peguei ela pelos cabelos e quem falou no ouvido fui eu:
Eu: Se você quer mais daquilo que tá na sua mão, vai se acalmando, porque quem dá as ordens aqui sou eu. Vou me acalmar quando eu arrebentar teu cu. E sabe de uma? Esse projeto de homem que você tem de marido não merece aproveitar uma mulher como você, acho que nem uma mulher qualquer. Come ele se quiser, mas me tira a vontade de foder uma gostosa que se contenta com tão pouco, que valoriza tão pouco a própria buceta. palavra: buceta.
Na porta da casa, ela ainda com uma mão no meu ombro, eu segurando ela pelos cabelos pra falar no ouvido dela; feito uma estátua.
P: Me solta, otário, cê não percebeu como eu gozo com você? É meu marido, o que cê quer que eu faça?
Soltei ela na hora porque achei que alguém tava vindo e era ele. Ele viu alguma coisa.
E (Edgar): Tudo bem?
P: Sim, sim, não sei o que aconteceu que eu torci o tornozelo do nada. Sei lá, como se ao descer correndo a escada e parar rápido na porta me fez desequilibrar.
Eu olhava pra ela surpreso. Não esperava tanta rapidez pra mentir com tanta segurança. Ela ficou com uma mão no meu peito, um pouco mais levantada do que eu tava segurando ela, mas ainda abaixada e segurando o tornozelo. Com a pose e a posição dela, conseguiu que o volume da minha calça não ficasse à vista do marido dela. Tudo isso deu certo, exceto que minha cabeça começou a imaginar e lembrar situações que, em vez de baixar a pica, tava deixando ela mais dura. Como a situação tava complicando, peguei ela como se tivesse ajudando a andar e usando ela de escudo, ajudei ela a chegar no sofá onde, depois de sentar ela, sentei eu e cruzei as pernas.
Y: Como tá tanto calor, vim convidar vocês pra piscina de novo. Eu acordei tarde e vou comprar algo pra comer, se quiserem dividir.
E: Huuu, valeu pelo convite, mas eu acabei de chegar da casa da minha família, onde fui almoçar, e a Pao não tava se sentindo bem, por isso ficou, não sei como ela vai estar pra almoçar.
Teve um cruzamento de olhares que pareceu eterno, então eu interrompi com um "bom, eu tô na piscina, se quiserem ir, o portão tá aberto". Ia vazar de uma vez, mas a maldade falou mais alto e antes de fechar a porta falei com duplo sentido "cês têm cara de quem gosta de piscinar, hein... não é, Edgar?" e pisquei o olho "ou senão espero vocês pra tomar uma cerveja de tarde, eu não tenho nada pra fazer... bha, nunca tenho nada pra fazer kkkk". E fui embora.
Realmente, naquele dia fez calor e eles foram mais tarde pra minha casa. Como eu não os esperava que tivesse convidado uns amigos e amigas da academia, então foi juntando muita gente no lugar, o que acabou virando um churrasco. Tudo isso me impediu de comer a Pao ou minha outra amiga com benefícios que eu tinha chamado pra isso. Mas não ia me resignar a terminar a noite sem tirar a porra que tinha acumulado. Com a Pao trocamos uns olhares, uns sinais e sorrisos. Pelo visto a puta tava igual a mim, já que num momento em que vou na adega pegar um vinho, vejo ela que tinha me seguido se fazendo de desentendida. Chamei ela. Olhou pra todo lado e entrou. Empurrei a porta e encurralei ela contra uma daquelas mesas estreitas e altas, que tava lá pra degustação de vinhos. Uns copos caíram no chão e quebraram na hora que começamos a nos beijar. Ela tava de biquíni coberto com um pareô (aqueles lenços compridos que as mulheres colocam na cintura por cima do maiô). Tirei os peitos dela pra fora e ela a pica. Ela quis se ajoelhar pra chupar, mas eu já tava mais que tarado, então levantei o lenço dela e afastei a parte de baixo do biquíni com um dedo. Não parava de me surpreender como aquela mulher se molhava. Esfreguei a cabeça da pica na buceta dela e ela parecia querer estuprar minha boca com a língua. Levantei ela no colo, as sandálias dela caíram no chão e ela guiou a pica até a buceta, que engoliu até os ovos sem problema nenhum. O único sinal de que cheguei no fundo foram as unhas dela nas minhas costas e os dentes no meu pescoço, no trapézio direito. "Que saudade que eu tava de você, papai", ela sussurrou no meu ouvido. Comecei a bombar e aos poucos os gemidos abafados entre os lábios dela e meu ombro foram se descontrolando até virarem exalações barulhentas, e o único segredo era as coisas que ela falava no meu ouvido, totalmente desenfreada. Girei um pouco pra fazer ela apoiar uma das pernas na mesa, assim liberei um pouco o braço daquele lado, estiquei mais um pouco pra segurar ela pelas nádegas. Avancei mais. Com aquela mão, lubrifiquei um dedo com o que saía da buceta enfiada dela e depois levei até o cu dela. Ela mordeu meu lóbulo da orelha e perguntou: "cê gosta da minha bucetinha pequena, papi?" E eu respondi: "gosto de como você curte quando eu abro seu cu". Enfiei a primeira falange do meu dedo indicador, e ela empurrou, arqueou as costas, jogando a bunda contra meu corpo, fazendo meu pau bater fundo nela de novo, o que, num reflexo, fez ela recuar com a bunda e, sozinha, engolir mais uma falange do meu dedo com o cu. Ela tremeu e ficou parada de olhos fechados. Abriu os olhos devagar e disse: "eu gosto, só com você eu gosto. Não sei o que você faz comigo, mas as coisas que eu não gosto, com você eu gosto". E empurrou a bunda pra trás, e o dedo inteiro se alojou no reto dela. De novo, no ódio, ela me xingou: "como eu te odeio, filho da puta, fico o dia inteiro molhada por sua causa". Eu não dizia nada, porque o prazer de ter ela tão puta me dominava. Eu tava adorando. Comecei a mexer eu mesmo, fazendo o pau e o dedo se moverem dentro dela. Num momento, ela começou a me bater nas costas, ou melhor, a me dar tapas, e ainda completou: "enche de novo, quero toda sua porra". Naquele exato momento, a porta que eu não tinha fechado direito foi empurrada. Soltei a perna da Pao, que ainda segurava por debaixo do joelho, fazendo todo o peso dela ficar suspenso no meu pau dentro da buceta dela e no meu dedo no cu, e segurei a porta antes que abrisse de vez. Espiei com a Pao pendurada no meu pau e... era o Edgar! "Viu a Pao?" — ele perguntou. Pra ele ir embora, falei uma meia verdade: "já vou, Edgar, tô macetando uma mina aqui, já saio". Vi ele olhar pro chão e descobri que as havaianas da Pao estavam lá. Não me alonguei em explicações e fechei a porta. Pao me olhava apavorada. Paralisada. Então enfiei um segundo dedo no cu dela. "Ai não, para, para, vou gozar" — mas eu já tinha a ponta de dois dedos lá dentro. O cu. "E o que eu faço com minha porra?" perguntei enquanto tirava os dedos. "Meu marido tá me procurando" ela disse de olhos fechados. "Já achou aqui, sabe que eu tô me enfiando uma puta" e empurrei meus dedos que entraram quase por completo quando levantei o corpo dela no ar de novo, e ela jogava a cabeça pra trás. "Te odeio, filho da puta, como te odeiooooo". As tetas dela pediam pra chupar, mas quando tentei, não alcancei. Ela percebeu e, largando uma mão, levantou uma das tetas pra chegar na minha boca. Chupei um pouco o bico, mas não resisti e mordi. O cu dela se contraiu em volta dos meus dedos. Ela soltou a teta e se agarrou com os dois braços na minha cabeça, pressionando a testa contra a minha. Uns espasmos na buceta precederam um monte de fluxo que senti escorrer pelo tronco do meu pau e passar pelas minhas bolas, detonando meu orgasmo que somou caudal nessa enxurrada. Com a cara dela colada na minha, sentia o ar saindo trêmulo da boca dela. Fui baixando ela devagar, e ela se apoiou na mesa. "Cuidado com os cacos" avisei enquanto passava as sandálias dela. Muito devagar, ela arrumava a roupa e calçava. "Saio eu primeiro, me dá um ou dois minutos que acho seu marido e distraio ele pra você chegar depois". Enquanto falava isso, ela terminou de se ajeitar e passou a mão entre as pernas. Olhei pra ela. "Burro, tô escorrendo, não posso sair assim". Sorri. "Vou fazer você parir um moreninho" falei. Ela fingiu que me dava um tapa. "Essa é a última que goza dentro... hoje já foi arriscado demais". Sem dar importância, olhei pela porta entreaberta e vi Edgar rondando. "Vocês não se cuidam de outro jeito?" perguntei sem olhar pra ela. "Ele se cuida" respondeu, se apoiando no meu ombro pra espiar. Olhei pra ela por cima do ombro: "tá bom, melhor ele se cuidar, e agora comigo você se cuida" e fui, peguei Edgar pelo braço e levei pro jardim. Ele olhava pra trás. cada hora. Notei uma certa desconfiança nele, o que em vez de me dar pena, me deixou mais ousada. "Você não sabe a gostosa que eu tô comendo, ela diz que não gosta de dar o cu, mas comigo já aprendeu a gostar de ser comida, tenho que arrebentar a buceta dela de uma vez por todas". Vi como os olhos dele brilharam e quase pude sentir que o suor que apareceu de repente na testa dele era frio. Ele engoliu e depois me perguntou "Qual é?" - "Dizem o pecado, não o pecador" respondi e pisquei o olho. Nisso, a Pao apareceu e imediatamente o marido olhou pros pés dela. Vi que os dois ficaram meio sem graça, então depois de um tempo voltei, peguei o Edgar pelo braço e falei "te vi interessado quando falei da gostosa que quero arrebentar o cu, entre nós, como homens, a Pao dá?"
E: Hêêê é minha mulher! Como é que vai me perguntar isso?!
Y: Fala sério, me parece que você tá morrendo de vontade de contar. Quer que eu conte?
Ele hesitou um pouco
E: Sim, fiquei curioso, mas você não me diz quem é, se eu te contar algo, você sabe que tô falando da Pao
Procurei onde estava minha "amiga com benefícios" e falei que era ela. Uma parte não era mentira, mas minha amiga não tinha problema nenhum em dar o cu, era uma orgulhosa de cu arrombado.
Ele hesitou um pouco e falou como se tivesse vergonha, mas com uma submissão natural
E: A gente tentou algumas vezes, mas ela diz que dói, que incomoda, no fim eu não quero que ela faça nada que não queira, por isso me chamou atenção você dizer que alguma gosta, eu achava que elas faziam por nós
Y: Quantos anos você tem, Edgar?! Nunca esteve com uma gostosa que goza com o cu?
Minha pergunta deixou ele desconfortável. Ele olhou pra todo lado.
Y: Já chupou o cu dela alguma vez?
Ele continuava sem responder.
Y: Olha, me parece que a Pao bebeu bastante. Leva ela pra casa e trata ela como uma rainha. Deita ela, beija, faz um pouco de sexo oral, tô falando assim porque percebo que você é muito formal, eu diria pra você chupar a buceta, meter muita língua e ir descendo. Arromba a raba com a língua. Se sentir que ela abre, que ela relaxe, vira ela, coloca de barriga pra baixo e se dedica a comer a buceta dela. Penetra com a língua por enquanto, o máximo que conseguir. Ajuda ela com as mãos na pussy. Se conseguir fazer ela gozar assim, já vai ter dado um grande passo. Vai, anda, que só de te contar já me deu vontade de novo, vou buscar minha amiga. Dei um tapinha meio empurrão no ombro dele. Quando tava me afastando, precisei dar uma estocada.
E: Essa Pao é gostosa, deve ser uma delícia na cama.
Me dava um prazer especial a cara que ele fazia, meio de cachorro abandonado mas também dava pra ver que tava excitado. Fui agora sim comer minha amiga.

P.S.: Desculpa pela extensão, tô tentando encadear os desejos do cuck que me pediu os relatos.

1 comentários - Cornudo paga o aluguel 4

Excelente Post muy bueno gracias por compartir
gracias por comentar y por los puntos