Depois de um tempo sem compartilhar nada com vocês por motivos pessoais, voltei ao fórum para manter vocês atualizados sobre minhas histórias anteriores. Como já sabem, meu nome é Carlos Daniel Jr. Atualmente tenho 20 anos e moro na Cidade de Guadalajara, Jalisco, México. Por causa do trabalho, tive que sair da casa da minha mãe Beatriz, aquela mulher linda de agora 39 anos, dona daquela bunda enorme e gostosa que virou minha obsessão desde que eu era adolescente.
Como lembram do que contei na minha primeira história, tive a oportunidade maravilhosa de confirmar que minha mãe Beatriz e minha irmã Fátima são um lindo par de putas que curtem sexo sem nenhuma restrição quanto ao parentesco familiar. Mas preciso confessar que nos dias, semanas e meses seguintes àqueles acontecimentos que narrei, não rolou nada de relevante, só um pouco mais do mesmo. Continuei admirando e acariciando a bunda das duas sem conseguir ir além. Minha irmã, acho que se sentiu meio culpada e não quis mencionar por um tempo nada relacionado ao que a gente tinha feito no quarto dela... mas uma confissão do meu tio Enrique desencadeou uma série de segredos que estavam bem guardados na família e que hoje vocês vão poder ler.
Como comentei no começo, por motivos pessoais parei de compartilhar minhas histórias, porque por causa de um erro enorme meu, minha mãe Beatriz descobriu uma gravação onde meu pai estava fodendo minha tia Victoria, e disso surgiram centenas de problemas que levaram ao divórcio dos meus pais um tempo antes de eu sair de casa. Quero destacar que toda essa história da minha tia Victoria é importante pra entender como todas essas anedotas incestuosas se desenrolaram, já que foi ela quem me atraiu pra esse mundo, mas isso vai ser parte de outra história. Por causa disso, Beatriz, com minha ajuda e sem saber que eu já sabia da existência Aqueles vídeos do meu pai com a minha tia Vitória. Ele decidiu instalar um sistema de câmeras na casa pra conseguir provas da infidelidade dos dois e poder entrar com um pedido de divórcio baseado em fatos que deixasse os dois na merda. Depois de toda a briga judicial que rolou quando a minha mãe teve provas suficientes pra montar um caso de divórcio forte contra o meu pai, ele não teve outra escolha senão sair de casa, assim como a minha tia Vitória, por ter sido a amante na relação. O que me deixou triste porque eu adorava quando ela chegava bêbada e ficava com tesão por mim. Por outro lado, e pra ser sincero, o meu pai ter ido embora me deu uma certa alegria porque, depois de tudo que aconteceu, a Bete começou a se comportar de um jeito ainda mais sensual comigo, se vestia mais puta do que o normal, começou a usar vestidos ainda mais curtos e justos, não importava a ocasião, fosse pra ir no shopping ou só passear pela casa, ela adorava ser o centro das atenções e eu vi isso como uma oportunidade de ir mais longe com ela, já que eu percebia que ela curtia o fato de todos nós desejarmos ela e ansiarmos pela chance de um dia aproveitar aquele corpo de deusa lindo que ela mostrava com orgulho. Ela também começou a ser um pouco mais ativa socialmente, começou a sair mais com os amigos, algo que normalmente não fazia enquanto era casada com o meu pai, também começou a fazer mais reuniões em casa, o que me deixava feliz, até que me toquei que, no geral, a maioria dos convidados eram homens que iam atrás de uma chance de foder a Beatriz. Meses depois, fiquei sabendo que vários dos homens que foram nessas reuniões tiveram o prazer de aproveitar aquela buceta mais de uma vez, já que a Bete, quando bebe demais, tem fama de ser bem fácil e liberal. No dia 20 de março de 2019, a Bete ia comemorar o aniversário de 38 anos dela. Dois dias antes, tomei a iniciativa de perguntar se ela queria comemorar em grande. Lembro que era um domingo de manhã e desci do meu quarto pra tomar café. Quando entrei na cozinha, lá estava ela, também procurando algo pra comer. Ela tava usando uma camiseta regata do meu pai, que ela costumava pegar de vez em quando pra dormir ou usar como vestido em casa. Meus olhos grudaram na bunda dela na hora — a roupa mal conseguia cobrir aquele par de nalgas carnudas e gostosas, e a barra deixava escapar um pouco daquela carne a cada movimento que ela fazia. Enquanto meus olhos devoravam aquele par de pernas deliciosas e aquela bunda firme que se mexia no ritmo que Beatriz batia uns ovos, fiquei quieto, encostado no batente da porta, pra apreciar o espetáculo lindo que a Betty tava me dando sem perceber. Quando ela finalmente virou, não conseguiu evitar dar um pulo de susto.
— Ai, bobo, me assustou! — disse ela, colocando os pratos na mesa. — Quanto tempo você tá aí?
— O suficiente — respondi.
— Suficiente pra quê? Hahaha, ah! Já vi! — respondeu ela, olhando pro meu pau, que tava totalmente duro e que eu não conseguia esconder por causa do short fino que eu tava usando na hora.
— Para de olhar pra minha bunda e me ajuda a colocar esses pratos ali em cima.
Respondi que sim na hora, enquanto me aproximava rápido por trás dela pra repetir a mesma jogada que tinha começado nossos rolos eróticos naquela festa. Mas ela, adivinhando minhas intenções, se afastou na hora e eu não consegui o que queria.
— Hahaha! O que você tá tentando fazer? — disse ela num tom de deboche, enquanto desviava do meu movimento. — Combinamos que você não ia fazer isso de novo, deixamos bem claro que eu não me importo de você olhar, mas tentar esse tipo de coisa eu não vou deixar.
— Mas achei que você gostava, além do mais, já Já tínhamos entrado nessa fase! Não é? — respondi. — Kkkk ah! Você tá indo por fases? O que vem depois? O quê, você me ver pelada? Eu te chupar? Não, querido, você tá muito enganado. Eu deixar você fazer certas coisas não significa que eu goste ou que vá rolar algo a mais. Melhor você me ajudar a lavar a louça e parar de pensar besteira. Além disso, no outro dia que cheguei bêbada da festa da minha amiga Sofia, você ficou me apalpando na cama. Acha que não percebo, mas tá muito enganado.
Nessa altura, Beatriz e eu já tínhamos uma relação de muita confiança, e por isso às vezes eu me atrevia a ser mais ousado nas minhas ações e nas palavras que escolhia para ela. — Por aí tão falando que você vive de puta nessas festas, com vários caras. Por que comigo é diferente? — respondi sem nenhum pudor. — Porque eles não são meus filhos! Isso já não basta? Além disso, o que você tem a ver com quem eu andei? Assunto encerrado, Carlos. — Outro dia te vi entrando na casa do vizinho da frente quando viu que a esposa dele tinha saído. Acha isso certo? Não se faz de sonsa, também te viram indo embora numa caminhonete com meu primo Artur. Por isso não te tiram a fama de puta aqui na família, e isso me afeta também. — Já te falei que não é da sua conta! Além disso! Não deve te afetar tanto assim, você também adora que eu seja assim. Acho que o que te incomoda mesmo é que eu não seja assim com você. Sai daqui, cresce! — respondeu agressiva. — Me desculpa, mãe, não quis dizer isso — respondi pra acalmar a situação, vendo que tinha irritado ela muito com o que falei. — Mas você disse! — Já, me desculpa. Vamos mudar de assunto. Daqui a dois dias é seu aniversário! O que você quer fazer? Vamos fazer uma festa grande? — Vai embora! — Me perdoa. Quer festa? — Acho que não. Vai ser terça-feira e não muita gente tá disponível. A única coisa que querem é chegar em casa pra descansar do trabalho. — Tem razão. Então o que vamos fazer? — Só uma reunião pequena, nada comparado com o que seu pai fazia todo ano com Muita gente na casa da família, quero algo simples aqui em casa pros meus amigos mais próximos e familiares se quiserem vir. Avisa teus tios pra virem nos alegrar com as histórias deles, você sabe que o dom deles é fazer a gente rir. —Ok, deixa eu ligar pro meu tio Henrique pra ele me ajudar com tudo, ele é muito bom em organizar esse tipo de evento. —Muito bem! Deixa eu fazer a lista de convidados pra começar a ligar pra eles— Ela disse enquanto se virava e saía da cozinha rebolando a bunda de forma exagerada como prêmio pela minha ajuda. Acho que ela também se sentiu culpada pela pequena discussão que a gente tinha tido e essa foi a maneira dela de se desculpar, o que adorei mas não ajudou muito, já que me deixou mais tarado do que eu já tava. No dia seguinte, tudo foi normal, fiz minha rotina de sempre, ir pra universidade e depois pro trabalho, em algum momento da tarde em que não tava tão ocupado consegui ligar pro meu tio pra ele me ajudar com a questão da música e das bebidas que seriam servidas na festa. Ele tem uma pequena empresa de organização de eventos e é expert no assunto, topou me ajudar sem hesitar, obviamente não ia perder o aniversário da sua irmã gostosa que sempre desejou, já que agora ela tava solteira e dando vazão aos seus desejos carnais, talvez ele também visse uma oportunidade de convencê-la a se entregar pra ele como sempre quis desde que eram jovens, ou pelo menos viu a chance de pegar ela de novo como tinha acontecido na última festa em que ambos se encontraram. Assim chegou terça-feira, acordei e fui pro quarto da Beatriz pra ser o primeiro a parabenizá-la e o dia não poderia ter começado melhor, quando entrei no quarto dela a vi deitada na cama, de bruços com a bunda exposta e apontando pra cima, coberta por uma linda peça de renda vermelha que destacava ainda mais aquele par de nádegas delicioso, me peguei Uns minutos pra observar de perto aquela maravilha e gravar umas imagens mentais pra me masturbar no chuveiro, fui devagar até a cama dela pra acordá-la e dar os parabéns, montei nela, dei um abraço, um beijo e saí do quarto correndo pro chuveiro pra bater uma punheta daquelas. Saí do banho, me vesti e fui pra faculdade. Quando terminei as aulas, fui pro escritório do meu pai ajudar com umas coisas do negócio da família, onde já faz um tempo que uso meus conhecimentos de contabilidade e administração de empresas. Às 6 da tarde saí do escritório e fui pra casa pra acompanhar a Beatriz na festa de aniversário dela — e quando cheguei! Lá estava ela, radiante e linda. Tava usando um vestido preto que deixava ela ainda mais provocante do que o normal, com um decote bem pronunciado que mostrava aquele par delicioso de peitos que, mesmo não sendo enormes, tinham uma firmeza que os deixava perfeitos. Mas, sem dúvida, o justo e curto que era aquele vestido, junto com os saltos altos que combinavam, faziam com que o prêmio, como sempre, fosse aquele par de bundas gostosas que já me fez bater tanta punheta a ponto de gozar litros, imaginando que pego ela pela cintura e meto com uma fúria sem parar, enquanto ela grita e geme de prazer. Eram 7 horas em ponto da noite quando cheguei em casa, e pra ser sincero, foi meio decepcionante e triste ver tão pouca gente. A Betty esperava umas 20 ou 25 pessoas, mas só vieram umas 10, a maioria homens, pra variar. Até minha irmã Fátima preferiu ir com os amigos "pro cinema" ou algo assim. A Beatriz, já meio de porre porque tinha começado a beber cedo, tava conversando, dançando e rindo com os amigos, enquanto o resto dos convidados, na maioria homens como eu já falei, se deliciavam com a espetáculo que ela nos proporcionava cada vez que mexia a bunda no ritmo da música que tocava na festa, obviamente aproveitavam para tocá-la, dar uns "amassos", como já era costume, mas agora mais descarados porque sabiam que era uma mulher divorciada, fogosa e complacente. Em certo ponto da festa, me aproximei da mesa onde meus tios estavam sentados, que, para variar, faziam a mesma coisa de sempre: tirar fotos da Betty e fazer comentários sobre ela.
— Como vocês estão se divertindo? — perguntei ao me aproximar.
— Maravilhosamente, olhando a bunda da sua mãe — respondeu Luis, em tom de brincadeira, encorajado pelo efeito do álcool, ao que Enrique e Roberto reagiram com uma gargalhada.
— Não duvido nem por um momento — respondi.
— Vocês sempre fazem a mesma coisa, e não consigo entender como podem desejar a própria irmã — uma resposta hipócrita da minha parte, porque no meu caso era ainda pior, já que era minha mãe e eu também a desejava.
— São coisas que, mesmo que você já esteja pronto pra saber, a Betty não quis que você soubesse. Ela deve ter seus motivos, mas quando você souber de tudo, vai fazer muito sentido pra você.
— Além disso, seu caso é pior. Você acha que a Beatriz não me contou tudo o que rolou entre vocês ou o que você tentou pedir pra ela? Claro que ela me conta, e acredite, seu caso é pior — ele disse, enquanto eu, consumido pela vergonha, só baixava o olhar.
— É, Carlos! — replicaram meus outros dois tios, rindo às gargalhadas.
— Bom, já chega! Me digam por que o relacionamento de vocês é assim. Como conseguiram? Sempre tive curiosidade de saber como é que vocês têm essa relação com ela.
— Ainda me lembro da última vez que você ficou no meu quarto e pediu pra minha mãe transar com você — falei pra Enrique, já sem vergonha, por causa do calor da conversa que tinha se formado.
— Também ouvi que você quase comeu ela, mas ela se arrependeu e não deixou você continuar.
— HAHAHA, você ouviu tudo? Pra ser sincero, não me lembro muito bem do que a gente conversou naquela noite, ela e eu. já que eu tava muito bêbado pra ser sincero. —Sim! E eu também vi tudo— respondi. —Então acho que você já tá grandinho pra perceber que a Betty é uma puta da cabeça aos pés. Ouvir ele falar assim dela me irritou um pouco, mas me segurei porque eu também pensava a mesma coisa e isso me causava sentimentos confusos. —O que foi que você viu?— perguntou meu tio Luís pro Henrique. —“A tradição” do boa noite, lembra? Hahaha! —Lembra quando você convenceu ela a dar boa noite assim todo dia? —Sério que ela aceitou naquela noite? Quem diria? Depois de tantos anos, qual opção você escolheu? Sortudo, dava meu rim pra reviver isso pelo menos uma vez, mas se tivermos sorte hoje a gente convence ela a fazer o mesmo ou algo melhor. Nesse ponto, com o calor das bebidas, depois de ouvir eles falarem assim dela, em vez de me irritar, comecei a ficar com um tesão do caralho e fui ouvindo as histórias que contavam sobre ela. Me contaram que desde muito novinha a Beatriz já tinha um corpo gostoso pra caralho, que ficava ainda mais evidente com o uniforme escolar curto e justinho, e que por isso mais de um homem no bairro tentou pegar ela, inclusive teve uma vez que um cara não aguentou a tentação depois de vê-la passando na calçada da casa dele quando ela ia pra escola. Num desses dias, ele se aproximou dela de surpresa e a levou pra um terreno baldio onde quase conseguiu abusar dela, se não fosse porque uma vizinha do local ouviu os gritos e veio ajudar, o cara teria conseguido. —Todo esse tipo de situação que começou a acontecer com ela desde muito nova marcou ela e transformou ela no que é hoje. Vai me negar que você percebeu que ela adora chamar a atenção de todos os homens?— comentou o tio Roberto enquanto o Henrique continuava me contando todas as histórias. Também me contaram que desde muito nova ela ganhou o apelido de “a devoradora", já que tinham pegado ela várias vezes fazendo boquete nos colegas de classe no banheiro do colégio, e não só em um, mas em vários ao mesmo tempo. Por causa disso, foi expulsa de três instituições onde foi pega em situações iguais às anteriores, nas salas de aula dessas escolas. Foi assim que começou a obsessão deles pela Betty. Mesmo sendo irmã deles, o fato de a diferença de idade ser tão pequena, junto com todas as histórias que rolavam sobre a Beatriz entre vizinhos e colegas de escola, acendeu uma chama de tesão neles que ainda não conseguiam apagar. E não dava pra culpá-los — só de imaginar como a Betty era na juventude já me deixava louco. Enquanto eles contavam todas aquelas histórias, eu não conseguia parar de olhar pra Beatriz, que estava lá conversando com os outros convidados. Não parava de imaginá-la em todas aquelas situações que brotavam aos montes das lembranças dos meus tios, que eles relatavam com muita empolgação ao recordar o quanto tinham sido excitantes. Como aquela vez que me contaram que, depois de uma festa quando ainda moravam juntos, ficaram tão bêbados que, no caminho de volta pra casa, convenceram ela a dar um boquete nos três dentro do carro onde estavam. — Ela era novinha e tava uma delícia naquela noite, parecia mais puta do que o normal. Todo mundo na festa tentou embebedar ela pra levar pro quarto, mas quem tinha vantagem éramos nós — comentou Roberto, todo excitado ao lembrar daquela história. Eles me disseram que, por ser um carro tão pequeno, ela tinha que ir sentada no colo de um dos outros passageiros. Dessa vez, o sortudo foi o Luís, que aproveitou a situação pra começar a acariciar as pernas da Beatriz. Na sequência, o Roberto também começou a apalpar ela. O Henrique, vendo o potencial da situação, parou o carro num lugar tranquilo e escuro pra... participar daquelas apalpadas. Me contou que em certo momento não aguentou mais e puxou o pau pra Beatriz ver, Luis e Roberto repetiram a manobra pra deixar os deles expostos também e fazer a Betty sentir a mesma tentação e desejo que fizeram ela ganhar o apelido de devoradora. Beatriz viu aqueles paus totalmente duros e os olhos dela brilharam, passou a língua no lábio inferior mostrando a vontade de carne e se aproximou pra devorar o pau do Enrique enquanto os outros dois começaram a tocar ela de um jeito mais ousado, passavam os dedos na buceta da Betty que começava a ficar molhadinha aos poucos. Betty, sob efeito do álcool, pegou os outros dois paus enquanto continuava chupando o do Enrique e começou a passar de um em um pela boca jovial e já experiente dela. Começaram a ficar um pouco mais agressivos na hora de tocar ela, com a intenção de foder a Betty naquele lugar escuro, mas quando sentiu os dedos do Roberto entrando na boceta dela, parou e não quis continuar. Então tiveram que se contentar em sentir aquela boca molhada naquela noite. Ao ver a cara de decepção dos irmãos quando chegaram em casa, ela propôs outro tipo de acordo como compensação por ter deixado eles na mão. Daí surgiu a "tradição de boa noite", que consistia num pedido especial pra cada um deles, onde ela tinha que obedecer qualquer uma das opções que apresentassem, desde que não terminasse em sexo. — Quais eram as opções? — perguntei. E eles me responderam que a primeira era receber um beijo de boa noite no pau toda noite antes de dormir. Ou a segunda, onde podiam pedir pra ela posar de um jeito sugestivo com roupa sexy em alguma posição específica pra eles poderem bater punheta na frente dela. Essa opção, segundo me disseram, era a que mais pediam toda noite, embora dissessem que receber aquele famoso beijo também era uma delícia. Nem sempre era um boquete, mas era uma delícia. O fato de terem crescido de forma muito humilde os obrigava a dormir os quatro no mesmo quarto, o que facilitava todas as brincadeiras sem que meus avós desconfiassem de nada. Afinal, eram irmãos, que mal havia em dormirem no mesmo quarto? Começaram a me contar aquelas noites deliciosas em que escolhiam a segunda opção da tal brincadeira. Geralmente, pediam que ela ficasse de quatro, com a bunda apontada para eles. Imaginem aquela imagem linda naquela situação gostosa, enquanto eles se masturbavam, ela rebolava a bunda de um lado para o outro para facilitar a gozada e fazer com que eles aproveitassem ainda mais. Ela também soltava gemidos para tornar a experiência mais prazerosa para eles. Às vezes, quando ela também estava muito tesuda, deixava eles tocarem o corpo dela para que gozassem de forma mais intensa.
Outra posição que pediam com frequência era que ela ficasse de joelhos na frente deles, abrindo a boca como se estivesse esperando a descarga de porra para depois engolir. Isso, me garantiram, infelizmente acontecia pouco, porque eles tinham a regra de avisar quando iam terminar para que ela pudesse se afastar na hora e não receber os jatos de porra dos irmãos. Mas, entre risadas, me disseram que em mais de uma ocasião não avisavam, e um ou outro esguicho acabava indo parar na carinha linda dela. Segundo ela, isso a "incomodava", mas nunca a impediu de continuar com a brincadeira. Ou seja, ela era uma putinha e adorava brincar, mas nunca conseguiram convencê-la a fazer algo a mais. Ela tinha seus limites, e eles tinham que respeitar.
Eu estava pasmo e extremamente tesudo nesse ponto da conversa. Só de imaginar que eu poderia estar na mesma situação com ela já me deixava a ponto de gozar sem nem ter tocado no meu pau. Outra história que me contaram foi quando o apelido dela mudou de "a devoradora" para "a puta internacional", apelido que eu já tinha ouvido uma vez enquanto... estávamos numa reunião de família onde uma prima da minha mãe, com quem ela tem uma relação muito próxima e de confiança, a chamou assim: “a putinha internacional”. Minha mãe respondeu dando uma gargalhada:
— Não, senhorita! Serei a putinha, mas de Torreón. O internacional já era — enquanto ria.
Coisa que eu não entendi até me contarem que, quando Betty fez 17 anos, foi passar as férias de primavera nos EUA com a tia que morava em Chicago. Nessa casa moravam a tia e dois primos já na casa dos vinte, que não perderam a oportunidade e se esbaldaram no corpo dela pra todo lado durante toda a estadia. Sempre que surgia a chance de ficarem sozinhos em casa, aproveitavam pra foder ela os dois ao mesmo tempo.
Foi assim que a tal tia encontrou Beatriz na sua já tão tradicional e favorita posição de quatro, recebendo as investidas furiosas de um dos primos enquanto, ao mesmo tempo, devorava a pica do outro com uma sincronia quase profissional. Então não teve jeito, ela teve que voltar pro México com a bronca da tia e dos meus avós por ter sucumbido às intenções dos dois primos.
Logo depois desse acontecimento, ela voltou pro México e conheceu meu pai, que tinha 23 anos na época, no bar onde ela trabalhava como dançarina. O resultado foi uma gravidez — o produto fui eu — e, consequentemente, um casamento.
Assim terminaram as aventuras dos meus tios com a Beatriz, o que os deixou bem chateados, por assim dizer, porque, apesar de terem chegado perto, nunca conseguiram o objetivo de comer minha mãe.
A festa continuou e, depois da meia-noite, a única amiga da Betty que ainda estava na casa decidiu ir embora. Me preparei pra acompanhá-la até o carro e, quando voltei, encontrei a Betty sentada no colo do Enrique, rodeada pelos outros dois, que acariciavam as pernas dela enquanto riam e conversavam.
Percebi que minha irmã ainda não tinha chegado em casa e supus que, como... Era costume passar a noite transando em algum motel com o namorado dela. Perceber a situação gerou em mim uma descarga de adrenalina imensa que eu não conseguia controlar, a ponto de começar a tremer. Senti a mesma sensação de medo e excitação que senti na primeira vez que transei com minha tia Vitória. Tudo estava perfeitamente armado, a Bete estava servida de bandeja, já bem alterada pela bebida, adotou uma postura de puta que vocês não fazem ideia. E estávamos nós: quatro caras com um instinto quase animal, prontos pra conseguir o que queríamos, custasse o que custasse.
Me aproximei deles e eles viraram pra me olhar com uma cara que nunca vou esquecer. Dava pra ver no olhar deles que tinham a mesma ideia doentia que eu, mas não liguei, estávamos todos na mesma sintonia e juntos íamos realizar nossa maior fantasia. Cheguei por trás da minha mãe enquanto ela ainda estava sentada no colo do meu tio e tampei os olhos dela com as mãos, repetindo o mesmo truque que o Henrique tinha usado naquela festa. A Beatriz reagiu dando uns pulinhos brincalhões no colo do meu tio, o que suponho que levou ele ao paraíso, pela expressão que se desenhou no rosto dele.
— Quem sou eu? — perguntei, enquanto tampava os olhos dela. O Roberto começou a acariciar a perna da Beatriz, subindo devagar até chegar na buceta dela, e ela reagiu dando um tapinha brincalhão.
— Me solta, idiota! — exclamou a Beatriz, ao mesmo tempo que dava o tapa no Roberto. O tom que ela usou, com aquela voz de menina mimada que tanto me excitava, confirmou que ela também tinha entrado no jogo.
— Quem sou eu? — perguntei de novo.
O Henrique repetiu a ação do Roberto e começou a acariciar a buceta da Bete, e ela só se arrepiou, e deu outro tapinha pra ele soltar. — Ah, não sei! Tô sentada no colo do Henrique, o Luís e o Roberto estão na minha frente, acho que não tem mais ninguém. Deixa eu ver, mmmmm, quem será? — disse ela, enquanto levava a mão direita pra trás pra alcançar o meu pau. pau e assim poder adivinhar quem era que estava tapando os olhos dela. Me senti no paraíso quando a mão dela chegou no meu pacote e começou a apalpar de cima pra baixo, apertando de leve e acariciando meu pau totalmente duro e prestes a explodir. – Você é o Artur – Ela disse enquanto continuava acariciando meu membro. Eu me sentia nas nuvens só pelo fato de sentir a mão dela acariciando meu pinto naquela situação excitante. – Não sei quem é você! Fala logo, idiota! – Sou eu, Bety! – Falei enquanto tirava minhas mãos dos olhos dela. – Carlos! Ehmmm! Por que vocês não me avisaram, seus idiotas? – Ela disse enquanto soltava uma risada nervosa ao perceber que era o pau do filho dela que ela tinha acabado de apalpar. – Preciso ir ao banheiro – Ela se levantou e virou de costas pra subir pro andar de cima. Nós quatro ficamos nos olhando, como se esperássemos alguém dar o primeiro passo da estratégia do nosso plano. Mas todo mundo parecia meio na dúvida. Até que eu criei coragem e falei. – Vamos fazer o que eu tô pensando? – Não sei! O que você tá pensando? – Vocês sabem do que eu tô falando – Respondi com um tom irritado. – A gente já tá certo do que vai fazer hoje desde umas horas atrás, mas a gente tava pensando que talvez você tivesse algum problema. Se não tiver e quiser participar, não tem volta – Respondeu Enrique, bem decidido. Começamos a discutir o que faríamos e como faríamos. Concluímos que devíamos dar mais bebida pra Betty pra ela ficar mais solta, já que quando percebeu que eu também tava tentando comer ela, ela reagiu de um jeito meio negativo. Também concordamos que devíamos refrescar a memória dela sobre as experiências que meus tios tinham me contado, pra ela sentir vontade de repetir tudo de novo. Por último, o Luis sugeriu que usássemos a história recente do divórcio pra Betty se sentir na necessidade de se vingar do meu pai. Todo mundo concordou e botamos o plano em prática. plano. Beatriz desceu 20 minutos depois e, para nossa surpresa, estava recém-tomada banho e com um vestido exatamente igual ao que usava antes, mas na cor vermelha, que a deixava ainda mais gostosa do que a roupa anterior. —Desculpem a demora, estava me sentindo meio tonta e com calor, então resolvi tomar um banho. Acho que o álcool já estava começando a bater. —Não se preocupa, Beatriz— respondeu Luis— Já que você está se sentindo melhor, toma! Mais um tequilinha. —Não! Não quero mais beber. Cheguei por trás dela, segurei sua cintura, posicionei estrategicamente meu pau entre as nádegas dela e comecei a empurrá-la na direção do Luis. —Vamos, mãe! Vamos brindar juntos, não é todo dia que se comemoram 38 anos— falei, seguindo o plano combinado. —Tem razão, só porque você pediu, vamos brindar— Enquanto ela tomava o gole de tequila, nós fingimos beber também, e assim continuamos até que, 20 minutos depois, 6 doses de tequila e umas cervejas a deixaram no estado que queríamos. Continuamos conversando enquanto Enrique a convenceu a dançar um pouco para nós. Formamos um círculo com cadeiras, e ela não hesitou em ir para o centro para nos deliciar com seus movimentos gostosos no ritmo da música. Enquanto ela nos hipnotizava com suas reboladas, Enrique estendeu a mão e levantou parte do vestido da minha mãe, deixando exposta aquela bunda carnuda que devorava uma calcinha fio-dental preta deliciosa que ficava maravilhosa nela. Beatriz reagiu rindo e abaixando o vestido para continuar nos presenteando com sua dança sensual. Mais uma vez, Enrique estendeu o braço para levantar o vestido da Betty. Depois desse movimento, Beatriz não hesitou em começar a fazer um lap-dance em cada um de nós que estávamos curtindo o show, começando pelo Enrique, que foi quem acendeu a chama. Assim, sem nenhum arrependimento, ela começou a esfregar aquele par de nádegas celestiais na pélvis do Enrique. Depois de terminar com ele, foi rebolando no colo do Luis e, em seguida, do Roberto. Enquanto isso, eu esperava ansioso pela minha vez de sentir aquela bunda se esfregando no meu pau, que já estava durasso há umas duas horas. Beatriz parou de rebolar no Roberto, mas em vez de vir pra mim me dar minha dança, foi até o bar pegar outra dose. — E o baile do Carlos? — perguntou o Henrique. — Claro que não! Qual é a sua? — Como eu falei, ela era uma puta, mas tinha seus limites e a gente não podia forçar. Só nos restava seguir o combinado até alcançar o objetivo. Ela veio até a sala onde a gente tava sentado e começamos a conversar. — Ei, Betty, você tá uma delícia com esse vestido — disse um dos meus tios. Nesse ponto, acho que não importa mais quem disse o quê. — Obrigada! Tô gostosa assim pra vocês? — Sim, você tá linda, igualzinha quando usava seu uniforme escolar. Lembra, "devoradora"? — Hahaha, cala a boca! Não me lembra disso, e além do mais, o Carlos tá aqui, melhor não falar sobre isso. — Devoradora? — perguntei como se não soubesse do que se tratava. — Nada, esquece. — Conta pra ele, já é adulto, acho que não vai se importar com coisas que rolaram há anos. — Que nada! Hahaha, pelo amor de Deus, entendam. — Me conta — insisti. — Vamos, conta! — Tá bom, tudo bem, mas promete que não vai me julgar ou rir, ok? Quando eu tinha um corpo muito gostoso, não igual agora, não quero parecer metida, mas eu tinha uma cintura fininha, pernas lindas e uma bunda maravilhosa, seus tios não vão me deixar mentir. — Você ainda tem uma bunda deliciosa — interrompi. — Hahaha, obrigada, filho. Vejo que você também é igual a esses três, não tem limites. Bem, enfim, eu era a inveja de muitas e o desejo de muitos, e sempre choviam propostas pra fazer todo tipo de coisa. Até um dos meus tios me ofereceu dinheiro pra transar com ele, acredita? — E você aceitou? — perguntei. Ela ficou quieta, mas meus tios a incentivaram a falar. — Conta! Aquelas "aulas" de matemática com o Tio Francisco te meteu em muita enrascada, sua vagabunda.
—Disse um deles.
—Pois é, filho! Fiquei com um dos meus tios, já falei. Felizes agora? A verdade é que desde novinha eu fui o desejo de muitos e caí em várias tentações.
—Acredito em você, se você diz que era melhor do que agora, então devia ser uma tentação e tanto.
—Sim! Até recebi propostas de quem você nem imagina — ela disse, se referindo obviamente aos meus tios.
—Imagino! Mas você não respondeu: por que "a devoradora"?
—Ai, que menino curioso! Bom, vou te contar — ela respondeu enquanto olhava pros meus tios com um olhar cúmplice e uma risada nervosa.
—Um dia recebi uma dessas propostas de alguns amigos do grupo. Não sei bem por que aceitei, acho que foram os hormônios da idade que eu tinha e topei. Entrei no banheiro com eles, me ajoelhei e comecei a dar uns beijinhos lá.
—Só isso? Pensei que fosse algo mais apimentado o que você ia contar — falei pra ela se soltar mais.
—Ah, tá bom! Um deles começou a baixar a calça e foi assim que fiquei famosa por ser expert em fazer oral nos meus amigos. Devo confessar que foi a primeira experiência sexual que tive. Desde então me chamaram de "a devoradora" e esses idiotas ficam me enchendo o saco com isso — se referindo aos meus tios.
Continuamos bebendo e conversando, enquanto o papo ficava mais erótico, meus tios começaram a se aproximar cada vez mais da Betty pra acariciar ela, não de forma brusca ou agressiva, mas passando as mãos nas pernas dela ou no cabelo de um jeito suave; como quem acaricia uma putinha que eles sabiam que já estava domesticada.
Nesse ponto, minha mãe já nem se importava mais de sentir as mãos no corpo dela e resolvi perguntar.
—E a "puta internacional"? Por que sua prima Silvia te chama assim?
Ela respondeu com uma gargalhada.
—Com quem você andou falando, hein? Quer mesmo que eu conte isso?
—Sim! Sempre tive essa dúvida.
—Hahaha, antes de conhecer seu Papai, fiz uma viagem onde fiquei na casa de uma tia e meus dois primos. Vocês lembram? — Perguntou pros meus tios, e o Luis reagiu esticando o braço direito por trás da cintura da Betty e pegando uma das bundas maravilhosas dela com a mão. — Como é que eu não vou lembrar, sua puta! — E a Betty só deu uma gargalhada e continuou contando a história. — Posso explicar! Desde que cheguei, na hora que passei por aquela porta, já percebi que os dois me olhavam com uns olhos de tesão que mal conseguiam controlar. Isso, pra ser sincera, me deixou doida. O primeiro com quem fui foi o Rodrigo, foi depois de uma festa. Não sei por que motivo, acabamos falando do pau dele, e na volta pra casa, quando estacionei o carro, devorei aquele pedaço de carne inteiro. — Igual a vocês três, lembram? Acho que é fácil me convencer assim — disse ela, rindo junto com meus tios. Eu não conseguia acreditar no que saía da boca da Betty. Sem nenhum pudor, ela me contava com todos os detalhes o que tinha feito todo santo dia durante aquelas três semanas na casa com os primos. Ela me disse que com eles foi a primeira vez que participou de um menage e que tinha amado. Não consegui evitar levar a mão até o meu pau e começar a me acariciar por cima da calça. Levantei violentamente do sofá onde estava sentado e fui até onde a Beatriz estava sentada, ficando de frente pra ela. O rostinho lindo dela ficou a alguns centímetros do meu pau. Enquanto ela, surpresa com minha reação, olhava pra cima com incerteza e espanto, tentando entender o que estava rolando, eu não consegui evitar levar de novo a mão direita pra acariciar meu pau por cima da calça, enquanto esticava o braço esquerdo pra segurar as bochechas dela por baixo do queixo. Instintivamente, aproximei o rostinho dela um pouco mais do meu pacote. Aquela imagem vai ficar pra sempre na minha memória: a boquinha linda dela entreaberta pela pressão das minhas mãos nas bochechas, a centímetros do meu pau completamente duro. Meu pau já tava duro, prestes a escapar da calça, e ela me olhava confusa, com os olhos fixos nos meus. Depois de uns segundos gloriosos que pareceram uma eternidade, a Betty recuou de repente, mas dando uma risadinha nervosa. Só consegui desviar o papo pra outra coisa enquanto o Roberto pegava na mão dela pra levantar do sofá e fazer ela sentar no colo dele.
—Não sei como meu pai conseguiu te deixar ir, você é uma gostosa do caralho e mais piranha que qualquer mulher que eu já conheci — falei num tom bem sério.
—Não me lembra daquele idiota — ela respondeu com um tom de raiva.
Sem perceber, a gente já tinha entrado na última parte do plano. Canalizar a raiva dela pro meu pai a favor do nosso esquema.
—Me trair com a minha própria irmã na minha própria casa, partiu meu coração, mas agora eu só queria que ele soubesse como é ver a tua parceira gozando com outro na cama.
—E por que você não faz? Tipo, você já comeu meio bairro desde que se separaram e todo mundo sabe, pode crer. Mas mesmo assim, enquanto ele não ver, não vai sentir nada — respondeu o Henrique.
—Sendo sincera, já pensei em me gravar transando com algum deles pra mandar pra ele e ele morrer de raiva, mas não quero arrumar problema. A maioria dos caras que eu comi é casada, e isso ia me foder de novo.
—E se a gente te ajudar? — falou o Roberto.
—Hahaha, claro que não! Sabia que vocês iam tentar se aproveitar dessa situação! Vocês não têm jeito mesmo.
—Não, tô falando sério, Betty. Dá pra fazer ele acreditar. Não precisa ser um vídeo de verdade, podem ser fotos onde você parece que tá transando com outro.
—E como você quer que ele não reconheça vocês, idiota? Ele sempre conviveu com vocês.
—Não precisa mostrar nosso rosto, Beatriz. Basta aparecer a sua cara e uma rola na mesma foto pra ele morrer de raiva. —Vai ser como quando a gente brincava na juventude, lembra? Quando nós quatro nos divertíamos pra caralho no nosso quarto — disse Henrique enquanto segurava ela com as duas mãos pelas nádegas e puxava pra perto do corpo, esfregando o pau na virilha da minha mãe. Minha mãe pareceu convencida com a ideia, mas virou pra mim com uma cara de quem pensava: “filho, disso aqui tu não pode ver”. Betty aceitou, mas com a condição de que não fariam nada além de simular a situação e que eu saísse do quarto. Vendo minha cara de decepção, meus tios intervieram pra me ajudar a participar. — Mas quem vai tirar as fotos? — retrucou Roberto. — Como assim quem? Qualquer um dos outros dois, só precisa um de vocês sair nas imagens. — Não acha que daria mais raiva no seu ex-marido ver que você tá comendo três paus na mesma foto? — disse Luís. — Ai, não! Imagina! Ele morre! — Exato, Betty! Beatriz hesitou um pouco, mas parecia bem animada com a chance de se vingar do meu pai. — Isso não pode vazar daqui, filho. Pode ficar pra me ajudar como antes, quando pedi sua ajuda pra processar seu pai, mas só vai tirar as fotos, umas poucas e nada mais. Sei que essa situação tá te afetando demais — disse enquanto, com a mão direita, começou a acariciar meu volume — e não quero que crie falsas esperanças de que tem alguma chance de conseguir algo comigo hoje. Animado por dentro, pensando que talvez tivesse uma oportunidade, respondi com um tom de seriedade absoluta que tudo bem, ela não precisava se preocupar. — Bom, tá bem, mas antes preciso me sentir mais corajosa pra continuar com isso — disse enquanto andava até o bar e pegava uma garrafa de tequila, levando-a aos lábios pra dar um bom gole que a fizesse se sentir mais segura pra seguir com o que faríamos. Ao se virar pra voltar pra onde estávamos sentados, Beatriz se conta que os irmãos dela já estavam com a pica de fora e se masturbando, querendo que o pau deles parecesse maior pra ela, o objetivo era fazer ela cair na tentação. Ela foi na direção deles e eu peguei meu celular pra começar a tirar as fotos, ela se ajoelhou na frente dos três com um sorriso de orelha a orelha e um brilho nos olhos bem peculiar, enquanto eles continuavam com aquele movimento de cima pra baixo num ritmo frenético. Comecei a tirar as fotos. Beatriz parecia meio na dúvida no começo, mas foi se soltando aos poucos. Ela começou a fazer gestos totalmente lascivos, abrindo a boca e colocando a língua pra fora como se fosse devorar aqueles três pedaços de carne disponíveis pra ela, mas o tempo todo mantinha uma distância segura. Uma coisa que não tava agradando muito o Luís, e ele comentou que achava que aquelas imagens não iam funcionar, pegou ela pelo cabelo dizendo pra ela chegar mais perto pra as fotos ficarem mais realistas, e a Betty, já possuída pelo tesão do momento, topou com um sorriso no rosto, se aproximando de joelhos deles e ficando a poucos centímetros das três picas que meus tios continuavam espremendo com uma fúria impressionante. Betty virou pra mim e falou pra eu tirar as fotos de novo, eu aceitei e ela começou a fazer a mesma coisa, abrir a boca fingindo que ia engolir tudo que eles descarregassem nela. Enquanto eu aproximava a câmera do meu celular do rosto dela pra capturar melhor a imagem, percebi que a língua da Beatriz chegava a roçar mais de uma vez na pica dos meus tios por causa da distância curta entre eles e do movimento que eles faziam ao se masturbar. Isso foi a gota d'água, coloquei o celular no modo vídeo e falei pra todo mundo não falar pra não vazar as vozes de quem tava participando, comecei a gravar com uma mão enquanto com a outra desabotoava minha calça pra tirar minha pica e poder me masturbar com tanta Imagem excitante, Beatriz virou pra me olhar meio surpresa, mas nesse momento já tava pouco me ligando, só me deu um sorriso e falou pra eu continuar gravando enquanto começava a desabotoar a parte de cima do vestido dela. Como não conseguiu desabotoar, virou de costas, ainda de joelhos, pra pedir ajuda ao Enrique e assim deixar aquelas tetas deliciosas expostas. Quando conseguiu tirar a parte de cima da roupa, Beatriz virou tão rápido que a pica do Enrique ficou colada na bochecha dela, e ela reagiu abrindo aquela boca gostosa e engolindo aquele pedaço de carne que tantas vezes tinha negado prazer. Enrique, possuído pelo momento, pegou minha mãe pelo cabelo e começou a foder a boca dela de um jeito violento, enquanto ela pegava com as duas mãos as duas picas que estavam dos lados e apertava elas de um jeito delicioso. Ela virou outra pessoa completamente diferente, tirava uma pica da boca pra passar a devorar a seguinte, e assim uma e outra vez. Tentei me aproximar pra aproveitar o momento, encostei meu pau por trás dela, mas o Roberto pegou ela pelo cabelo pra virar pra mim, e ela resistiu. Mais uma vez o Roberto tentou virar ela pra mim puxando o cabelo, e ela resistiu de novo. Eu, louco pra que ela me chupasse, peguei ela pelo queixo, dessa vez com mais força, pra abrir a boca dela toda, e tentei enfiar meu pau na boca dela o mais rápido possível. Finalmente consegui, senti meu pau sendo abraçado por uma boca quente e molhada, enquanto minha cabeça batia na garganta da Beatriz, e me senti no céu. Mas essa sensação durou pouco, porque Beatriz recuou de novo e falou pra eu me afastar, que eu não ia participar. Ela se levantou irritada e disse que tudo tinha acabado, que não ia continuar. Aí o Luis reagiu, pegou ela por trás e guiou a mão dela pra... enquanto afastava a parte da frente da calcinha fio dental que ela tava usando, enfiou os dedos na intimidade da minha mãe. — Hoje você não vai me deixar na mão, sua puta! Hoje não! — ele gritou enquanto enfiava os dedos mais fundo na buceta dela. — Me solta, Luis! O que o Carlos fez não tá certo, e isso também não. — respondeu minha mãe. Roberto, possuído de tesão, puxou ela pelo cabelo e direcionou a cabeça da Beatriz pro pau dele pra ela continuar chupando. Mais uma vez ela tentou resistir, mas o Luis segurou ela pelos braços e conseguiu controlar os movimentos dela. Assim, ela não teve escolha a não ser ficar submissa e continuar devorando o pau do Roberto. Enrique sugeriu levar ela pro quarto pra poder foder ela na cama, já que o sofá não parecia muito confortável. Os três pegaram ela pra levantar e levar pro quarto, onde iam destruir ela de porrada por todos os lados. Betty, longe de reclamar, se jogou na cama de bruços e ficou na posição que eu sempre sonhei: com a bunda pra cima, enquanto a parte de cima do corpo dela ficava colada na cama. — É isso que vocês querem? Pode vir, sou de vocês, me façam de vocês, eu sei que vocês tão afim desde que éramos jovens. — ela gritou de forma desafiadora. — Você! Faz valer a pena e grava tudo, porque é a primeira e última vez que você vai me ver assim, e eu repito: você não vai fazer nada comigo, você não! — ela gritou enquanto Roberto se posicionava atrás dela pra realizar o sonho de foder ela. Roberto segurou ela com força pelas nádegas e começou a meter nela num ritmo alucinante, enquanto Enrique puxou ela pelo cabelo e levantou a cabeça dela pra ela devorar mais uma vez o pau dele e o do Luis. Cada vez que ela tirava um pau da boca pra passar pro próximo, os dois batiam nela e gritavam que ela era uma puta e que sempre seria uma puta. Tentei me aproximar de novo, e dessa vez não teve reclamação, mas também não teve interesse. parte dela de fazer algo comigo. Enrique, por sua vez, trocou de lugar com Roberto e se posicionou atrás da Beatriz. Sem hesitar, ao ver aquele pequeno orifício marrom claro, com toda a determinação do mundo, não pensou duas vezes antes de cuspir direto no cu da Beatriz, coisa que, ao perceber, minha mãe tentou resistir, mas as mãos de Luis e Roberto impediram. Assim, Enrique enfiou o pau no cu da Betty enquanto ela só conseguia soltar um gemido leve por causa da dor que aquela investida causava, os olhos dela viraram brancos e, sem nenhuma piedade, Enrique realizou o sonho de foder aquele cu tão lendário da minha mãe. Enrique continuou metendo no cu da Betty enquanto ela passava de uma expressão de dor para uma de prazer, os olhos dela estavam revirados, os dentes começaram a morder o lábio inferior, e isso me deixou louco. Me aproximei de novo, peguei ela pelo cabelo mais uma vez e, sem resistir, ela mesma abriu a boquinha pra receber meu pau com vontade. Comecei a foder a boca dela, o que não durou nem 30 segundos, porque eu tava excitado demais e quase gozei, mas ela me surpreendeu de novo: ao perceber que eu ia gozar na boca dela, me empurrou pra não deixar. Acho que ela recobrou o juízo e me mandou parar, disse que já era o suficiente e pra eu continuar observando enquanto gravava. Peguei o celular de novo e os três se propuseram a encher cada um dos buracos do corpo dela. Agora, Enrique se deitou na cama e ela montou em cima dele pra enfiar o pau na buceta dela, Luis pegou ela por trás e começou a furar o cu dela, enquanto Roberto, mais uma vez, puxou ela pelo cabelo pra ela chupar o pau dele. Assim começou aquele vai e vem de metidas que pareciam tiradas de um filme pornô, porque eles faziam do jeito mais sincronizado que podia existir.




Comecei a me masturbar como um louco vendo aquela imagem deliciosa que os quatro me presenteavam, quando de repente uma voz me tirou do choque em que eu estava.
— Vem, Carlos, é a sua vez! — gritou Luis.
Me aproximei imediatamente ao ouvir aquela ordem, fiquei atrás dela e apontei meu pau na direção do cu dela. Betty tentou resistir mais uma vez, mas estava tão debilitada pela putaria que foi fácil controlar seus movimentos e consegui enfiar toda a minha virilidade no cu dela. Anos acumulados de desejo e luxúria começaram a ser meus cúmplices naquele vai e vem violento em que eu tirava e metia meu pau dentro da Beatriz. Estendi o braço para pegar o cabelo dela e comecei a puxar no ritmo da penetração. Minha manobra fez com que o rosto dela ficasse inclinado para cima, com a boca aberta por causa dos gritos que soltava. A imagem era tão excitante que meus tios se apressaram em se plantar na frente dela e descarregaram todo o esperma no rosto e na boca da minha mãe, enquanto eu continuava profanando o cu dela com meu membro. Ao terminar de receber as descargas, Betty virou o rosto para mim e eu pude ver uma careta de confusão se desenhar na carinha linda dela, toda melada de porra. Ela estava gozando, mas se sentia culpada ao mesmo tempo. Aquela imagem fez com que eu também explodisse dentro dela.
Foi a gozada mais foda da minha vida. Senti um arrepio percorrer minha espinha e me deixei cair de costas na cama, exausto pela trepada violenta que tinha acabado de dar na puta da Beatriz. Fiquei deitado por alguns segundos, mas de repente um arrepio ainda mais intenso percorreu meu corpo inteiro. Beatriz tinha se aproximado de mim para limpar os restos de sêmen do meu pau. Pegou meu pau mais uma vez com as mãos, aproximou o rostinho lindo e começou a limpar com a língua, da base até a ponta. Depois, enfiou na boca e começou a chupar até a última gota que saía de mim. Virei a cabeça na direção onde meus tios e os vi ali, satisfeitos, me olhando com um olhar de orgulho e contentes pelo que tínhamos conseguido, a devoradora estava de volta. CONTINUA...
Como lembram do que contei na minha primeira história, tive a oportunidade maravilhosa de confirmar que minha mãe Beatriz e minha irmã Fátima são um lindo par de putas que curtem sexo sem nenhuma restrição quanto ao parentesco familiar. Mas preciso confessar que nos dias, semanas e meses seguintes àqueles acontecimentos que narrei, não rolou nada de relevante, só um pouco mais do mesmo. Continuei admirando e acariciando a bunda das duas sem conseguir ir além. Minha irmã, acho que se sentiu meio culpada e não quis mencionar por um tempo nada relacionado ao que a gente tinha feito no quarto dela... mas uma confissão do meu tio Enrique desencadeou uma série de segredos que estavam bem guardados na família e que hoje vocês vão poder ler.
Como comentei no começo, por motivos pessoais parei de compartilhar minhas histórias, porque por causa de um erro enorme meu, minha mãe Beatriz descobriu uma gravação onde meu pai estava fodendo minha tia Victoria, e disso surgiram centenas de problemas que levaram ao divórcio dos meus pais um tempo antes de eu sair de casa. Quero destacar que toda essa história da minha tia Victoria é importante pra entender como todas essas anedotas incestuosas se desenrolaram, já que foi ela quem me atraiu pra esse mundo, mas isso vai ser parte de outra história. Por causa disso, Beatriz, com minha ajuda e sem saber que eu já sabia da existência Aqueles vídeos do meu pai com a minha tia Vitória. Ele decidiu instalar um sistema de câmeras na casa pra conseguir provas da infidelidade dos dois e poder entrar com um pedido de divórcio baseado em fatos que deixasse os dois na merda. Depois de toda a briga judicial que rolou quando a minha mãe teve provas suficientes pra montar um caso de divórcio forte contra o meu pai, ele não teve outra escolha senão sair de casa, assim como a minha tia Vitória, por ter sido a amante na relação. O que me deixou triste porque eu adorava quando ela chegava bêbada e ficava com tesão por mim. Por outro lado, e pra ser sincero, o meu pai ter ido embora me deu uma certa alegria porque, depois de tudo que aconteceu, a Bete começou a se comportar de um jeito ainda mais sensual comigo, se vestia mais puta do que o normal, começou a usar vestidos ainda mais curtos e justos, não importava a ocasião, fosse pra ir no shopping ou só passear pela casa, ela adorava ser o centro das atenções e eu vi isso como uma oportunidade de ir mais longe com ela, já que eu percebia que ela curtia o fato de todos nós desejarmos ela e ansiarmos pela chance de um dia aproveitar aquele corpo de deusa lindo que ela mostrava com orgulho. Ela também começou a ser um pouco mais ativa socialmente, começou a sair mais com os amigos, algo que normalmente não fazia enquanto era casada com o meu pai, também começou a fazer mais reuniões em casa, o que me deixava feliz, até que me toquei que, no geral, a maioria dos convidados eram homens que iam atrás de uma chance de foder a Beatriz. Meses depois, fiquei sabendo que vários dos homens que foram nessas reuniões tiveram o prazer de aproveitar aquela buceta mais de uma vez, já que a Bete, quando bebe demais, tem fama de ser bem fácil e liberal. No dia 20 de março de 2019, a Bete ia comemorar o aniversário de 38 anos dela. Dois dias antes, tomei a iniciativa de perguntar se ela queria comemorar em grande. Lembro que era um domingo de manhã e desci do meu quarto pra tomar café. Quando entrei na cozinha, lá estava ela, também procurando algo pra comer. Ela tava usando uma camiseta regata do meu pai, que ela costumava pegar de vez em quando pra dormir ou usar como vestido em casa. Meus olhos grudaram na bunda dela na hora — a roupa mal conseguia cobrir aquele par de nalgas carnudas e gostosas, e a barra deixava escapar um pouco daquela carne a cada movimento que ela fazia. Enquanto meus olhos devoravam aquele par de pernas deliciosas e aquela bunda firme que se mexia no ritmo que Beatriz batia uns ovos, fiquei quieto, encostado no batente da porta, pra apreciar o espetáculo lindo que a Betty tava me dando sem perceber. Quando ela finalmente virou, não conseguiu evitar dar um pulo de susto.
— Ai, bobo, me assustou! — disse ela, colocando os pratos na mesa. — Quanto tempo você tá aí?
— O suficiente — respondi.
— Suficiente pra quê? Hahaha, ah! Já vi! — respondeu ela, olhando pro meu pau, que tava totalmente duro e que eu não conseguia esconder por causa do short fino que eu tava usando na hora.
— Para de olhar pra minha bunda e me ajuda a colocar esses pratos ali em cima.
Respondi que sim na hora, enquanto me aproximava rápido por trás dela pra repetir a mesma jogada que tinha começado nossos rolos eróticos naquela festa. Mas ela, adivinhando minhas intenções, se afastou na hora e eu não consegui o que queria.
— Hahaha! O que você tá tentando fazer? — disse ela num tom de deboche, enquanto desviava do meu movimento. — Combinamos que você não ia fazer isso de novo, deixamos bem claro que eu não me importo de você olhar, mas tentar esse tipo de coisa eu não vou deixar.
— Mas achei que você gostava, além do mais, já Já tínhamos entrado nessa fase! Não é? — respondi. — Kkkk ah! Você tá indo por fases? O que vem depois? O quê, você me ver pelada? Eu te chupar? Não, querido, você tá muito enganado. Eu deixar você fazer certas coisas não significa que eu goste ou que vá rolar algo a mais. Melhor você me ajudar a lavar a louça e parar de pensar besteira. Além disso, no outro dia que cheguei bêbada da festa da minha amiga Sofia, você ficou me apalpando na cama. Acha que não percebo, mas tá muito enganado.
Nessa altura, Beatriz e eu já tínhamos uma relação de muita confiança, e por isso às vezes eu me atrevia a ser mais ousado nas minhas ações e nas palavras que escolhia para ela. — Por aí tão falando que você vive de puta nessas festas, com vários caras. Por que comigo é diferente? — respondi sem nenhum pudor. — Porque eles não são meus filhos! Isso já não basta? Além disso, o que você tem a ver com quem eu andei? Assunto encerrado, Carlos. — Outro dia te vi entrando na casa do vizinho da frente quando viu que a esposa dele tinha saído. Acha isso certo? Não se faz de sonsa, também te viram indo embora numa caminhonete com meu primo Artur. Por isso não te tiram a fama de puta aqui na família, e isso me afeta também. — Já te falei que não é da sua conta! Além disso! Não deve te afetar tanto assim, você também adora que eu seja assim. Acho que o que te incomoda mesmo é que eu não seja assim com você. Sai daqui, cresce! — respondeu agressiva. — Me desculpa, mãe, não quis dizer isso — respondi pra acalmar a situação, vendo que tinha irritado ela muito com o que falei. — Mas você disse! — Já, me desculpa. Vamos mudar de assunto. Daqui a dois dias é seu aniversário! O que você quer fazer? Vamos fazer uma festa grande? — Vai embora! — Me perdoa. Quer festa? — Acho que não. Vai ser terça-feira e não muita gente tá disponível. A única coisa que querem é chegar em casa pra descansar do trabalho. — Tem razão. Então o que vamos fazer? — Só uma reunião pequena, nada comparado com o que seu pai fazia todo ano com Muita gente na casa da família, quero algo simples aqui em casa pros meus amigos mais próximos e familiares se quiserem vir. Avisa teus tios pra virem nos alegrar com as histórias deles, você sabe que o dom deles é fazer a gente rir. —Ok, deixa eu ligar pro meu tio Henrique pra ele me ajudar com tudo, ele é muito bom em organizar esse tipo de evento. —Muito bem! Deixa eu fazer a lista de convidados pra começar a ligar pra eles— Ela disse enquanto se virava e saía da cozinha rebolando a bunda de forma exagerada como prêmio pela minha ajuda. Acho que ela também se sentiu culpada pela pequena discussão que a gente tinha tido e essa foi a maneira dela de se desculpar, o que adorei mas não ajudou muito, já que me deixou mais tarado do que eu já tava. No dia seguinte, tudo foi normal, fiz minha rotina de sempre, ir pra universidade e depois pro trabalho, em algum momento da tarde em que não tava tão ocupado consegui ligar pro meu tio pra ele me ajudar com a questão da música e das bebidas que seriam servidas na festa. Ele tem uma pequena empresa de organização de eventos e é expert no assunto, topou me ajudar sem hesitar, obviamente não ia perder o aniversário da sua irmã gostosa que sempre desejou, já que agora ela tava solteira e dando vazão aos seus desejos carnais, talvez ele também visse uma oportunidade de convencê-la a se entregar pra ele como sempre quis desde que eram jovens, ou pelo menos viu a chance de pegar ela de novo como tinha acontecido na última festa em que ambos se encontraram. Assim chegou terça-feira, acordei e fui pro quarto da Beatriz pra ser o primeiro a parabenizá-la e o dia não poderia ter começado melhor, quando entrei no quarto dela a vi deitada na cama, de bruços com a bunda exposta e apontando pra cima, coberta por uma linda peça de renda vermelha que destacava ainda mais aquele par de nádegas delicioso, me peguei Uns minutos pra observar de perto aquela maravilha e gravar umas imagens mentais pra me masturbar no chuveiro, fui devagar até a cama dela pra acordá-la e dar os parabéns, montei nela, dei um abraço, um beijo e saí do quarto correndo pro chuveiro pra bater uma punheta daquelas. Saí do banho, me vesti e fui pra faculdade. Quando terminei as aulas, fui pro escritório do meu pai ajudar com umas coisas do negócio da família, onde já faz um tempo que uso meus conhecimentos de contabilidade e administração de empresas. Às 6 da tarde saí do escritório e fui pra casa pra acompanhar a Beatriz na festa de aniversário dela — e quando cheguei! Lá estava ela, radiante e linda. Tava usando um vestido preto que deixava ela ainda mais provocante do que o normal, com um decote bem pronunciado que mostrava aquele par delicioso de peitos que, mesmo não sendo enormes, tinham uma firmeza que os deixava perfeitos. Mas, sem dúvida, o justo e curto que era aquele vestido, junto com os saltos altos que combinavam, faziam com que o prêmio, como sempre, fosse aquele par de bundas gostosas que já me fez bater tanta punheta a ponto de gozar litros, imaginando que pego ela pela cintura e meto com uma fúria sem parar, enquanto ela grita e geme de prazer. Eram 7 horas em ponto da noite quando cheguei em casa, e pra ser sincero, foi meio decepcionante e triste ver tão pouca gente. A Betty esperava umas 20 ou 25 pessoas, mas só vieram umas 10, a maioria homens, pra variar. Até minha irmã Fátima preferiu ir com os amigos "pro cinema" ou algo assim. A Beatriz, já meio de porre porque tinha começado a beber cedo, tava conversando, dançando e rindo com os amigos, enquanto o resto dos convidados, na maioria homens como eu já falei, se deliciavam com a espetáculo que ela nos proporcionava cada vez que mexia a bunda no ritmo da música que tocava na festa, obviamente aproveitavam para tocá-la, dar uns "amassos", como já era costume, mas agora mais descarados porque sabiam que era uma mulher divorciada, fogosa e complacente. Em certo ponto da festa, me aproximei da mesa onde meus tios estavam sentados, que, para variar, faziam a mesma coisa de sempre: tirar fotos da Betty e fazer comentários sobre ela.
— Como vocês estão se divertindo? — perguntei ao me aproximar.
— Maravilhosamente, olhando a bunda da sua mãe — respondeu Luis, em tom de brincadeira, encorajado pelo efeito do álcool, ao que Enrique e Roberto reagiram com uma gargalhada.
— Não duvido nem por um momento — respondi.
— Vocês sempre fazem a mesma coisa, e não consigo entender como podem desejar a própria irmã — uma resposta hipócrita da minha parte, porque no meu caso era ainda pior, já que era minha mãe e eu também a desejava.
— São coisas que, mesmo que você já esteja pronto pra saber, a Betty não quis que você soubesse. Ela deve ter seus motivos, mas quando você souber de tudo, vai fazer muito sentido pra você.
— Além disso, seu caso é pior. Você acha que a Beatriz não me contou tudo o que rolou entre vocês ou o que você tentou pedir pra ela? Claro que ela me conta, e acredite, seu caso é pior — ele disse, enquanto eu, consumido pela vergonha, só baixava o olhar.
— É, Carlos! — replicaram meus outros dois tios, rindo às gargalhadas.
— Bom, já chega! Me digam por que o relacionamento de vocês é assim. Como conseguiram? Sempre tive curiosidade de saber como é que vocês têm essa relação com ela.
— Ainda me lembro da última vez que você ficou no meu quarto e pediu pra minha mãe transar com você — falei pra Enrique, já sem vergonha, por causa do calor da conversa que tinha se formado.
— Também ouvi que você quase comeu ela, mas ela se arrependeu e não deixou você continuar.
— HAHAHA, você ouviu tudo? Pra ser sincero, não me lembro muito bem do que a gente conversou naquela noite, ela e eu. já que eu tava muito bêbado pra ser sincero. —Sim! E eu também vi tudo— respondi. —Então acho que você já tá grandinho pra perceber que a Betty é uma puta da cabeça aos pés. Ouvir ele falar assim dela me irritou um pouco, mas me segurei porque eu também pensava a mesma coisa e isso me causava sentimentos confusos. —O que foi que você viu?— perguntou meu tio Luís pro Henrique. —“A tradição” do boa noite, lembra? Hahaha! —Lembra quando você convenceu ela a dar boa noite assim todo dia? —Sério que ela aceitou naquela noite? Quem diria? Depois de tantos anos, qual opção você escolheu? Sortudo, dava meu rim pra reviver isso pelo menos uma vez, mas se tivermos sorte hoje a gente convence ela a fazer o mesmo ou algo melhor. Nesse ponto, com o calor das bebidas, depois de ouvir eles falarem assim dela, em vez de me irritar, comecei a ficar com um tesão do caralho e fui ouvindo as histórias que contavam sobre ela. Me contaram que desde muito novinha a Beatriz já tinha um corpo gostoso pra caralho, que ficava ainda mais evidente com o uniforme escolar curto e justinho, e que por isso mais de um homem no bairro tentou pegar ela, inclusive teve uma vez que um cara não aguentou a tentação depois de vê-la passando na calçada da casa dele quando ela ia pra escola. Num desses dias, ele se aproximou dela de surpresa e a levou pra um terreno baldio onde quase conseguiu abusar dela, se não fosse porque uma vizinha do local ouviu os gritos e veio ajudar, o cara teria conseguido. —Todo esse tipo de situação que começou a acontecer com ela desde muito nova marcou ela e transformou ela no que é hoje. Vai me negar que você percebeu que ela adora chamar a atenção de todos os homens?— comentou o tio Roberto enquanto o Henrique continuava me contando todas as histórias. Também me contaram que desde muito nova ela ganhou o apelido de “a devoradora", já que tinham pegado ela várias vezes fazendo boquete nos colegas de classe no banheiro do colégio, e não só em um, mas em vários ao mesmo tempo. Por causa disso, foi expulsa de três instituições onde foi pega em situações iguais às anteriores, nas salas de aula dessas escolas. Foi assim que começou a obsessão deles pela Betty. Mesmo sendo irmã deles, o fato de a diferença de idade ser tão pequena, junto com todas as histórias que rolavam sobre a Beatriz entre vizinhos e colegas de escola, acendeu uma chama de tesão neles que ainda não conseguiam apagar. E não dava pra culpá-los — só de imaginar como a Betty era na juventude já me deixava louco. Enquanto eles contavam todas aquelas histórias, eu não conseguia parar de olhar pra Beatriz, que estava lá conversando com os outros convidados. Não parava de imaginá-la em todas aquelas situações que brotavam aos montes das lembranças dos meus tios, que eles relatavam com muita empolgação ao recordar o quanto tinham sido excitantes. Como aquela vez que me contaram que, depois de uma festa quando ainda moravam juntos, ficaram tão bêbados que, no caminho de volta pra casa, convenceram ela a dar um boquete nos três dentro do carro onde estavam. — Ela era novinha e tava uma delícia naquela noite, parecia mais puta do que o normal. Todo mundo na festa tentou embebedar ela pra levar pro quarto, mas quem tinha vantagem éramos nós — comentou Roberto, todo excitado ao lembrar daquela história. Eles me disseram que, por ser um carro tão pequeno, ela tinha que ir sentada no colo de um dos outros passageiros. Dessa vez, o sortudo foi o Luís, que aproveitou a situação pra começar a acariciar as pernas da Beatriz. Na sequência, o Roberto também começou a apalpar ela. O Henrique, vendo o potencial da situação, parou o carro num lugar tranquilo e escuro pra... participar daquelas apalpadas. Me contou que em certo momento não aguentou mais e puxou o pau pra Beatriz ver, Luis e Roberto repetiram a manobra pra deixar os deles expostos também e fazer a Betty sentir a mesma tentação e desejo que fizeram ela ganhar o apelido de devoradora. Beatriz viu aqueles paus totalmente duros e os olhos dela brilharam, passou a língua no lábio inferior mostrando a vontade de carne e se aproximou pra devorar o pau do Enrique enquanto os outros dois começaram a tocar ela de um jeito mais ousado, passavam os dedos na buceta da Betty que começava a ficar molhadinha aos poucos. Betty, sob efeito do álcool, pegou os outros dois paus enquanto continuava chupando o do Enrique e começou a passar de um em um pela boca jovial e já experiente dela. Começaram a ficar um pouco mais agressivos na hora de tocar ela, com a intenção de foder a Betty naquele lugar escuro, mas quando sentiu os dedos do Roberto entrando na boceta dela, parou e não quis continuar. Então tiveram que se contentar em sentir aquela boca molhada naquela noite. Ao ver a cara de decepção dos irmãos quando chegaram em casa, ela propôs outro tipo de acordo como compensação por ter deixado eles na mão. Daí surgiu a "tradição de boa noite", que consistia num pedido especial pra cada um deles, onde ela tinha que obedecer qualquer uma das opções que apresentassem, desde que não terminasse em sexo. — Quais eram as opções? — perguntei. E eles me responderam que a primeira era receber um beijo de boa noite no pau toda noite antes de dormir. Ou a segunda, onde podiam pedir pra ela posar de um jeito sugestivo com roupa sexy em alguma posição específica pra eles poderem bater punheta na frente dela. Essa opção, segundo me disseram, era a que mais pediam toda noite, embora dissessem que receber aquele famoso beijo também era uma delícia. Nem sempre era um boquete, mas era uma delícia. O fato de terem crescido de forma muito humilde os obrigava a dormir os quatro no mesmo quarto, o que facilitava todas as brincadeiras sem que meus avós desconfiassem de nada. Afinal, eram irmãos, que mal havia em dormirem no mesmo quarto? Começaram a me contar aquelas noites deliciosas em que escolhiam a segunda opção da tal brincadeira. Geralmente, pediam que ela ficasse de quatro, com a bunda apontada para eles. Imaginem aquela imagem linda naquela situação gostosa, enquanto eles se masturbavam, ela rebolava a bunda de um lado para o outro para facilitar a gozada e fazer com que eles aproveitassem ainda mais. Ela também soltava gemidos para tornar a experiência mais prazerosa para eles. Às vezes, quando ela também estava muito tesuda, deixava eles tocarem o corpo dela para que gozassem de forma mais intensa.
Outra posição que pediam com frequência era que ela ficasse de joelhos na frente deles, abrindo a boca como se estivesse esperando a descarga de porra para depois engolir. Isso, me garantiram, infelizmente acontecia pouco, porque eles tinham a regra de avisar quando iam terminar para que ela pudesse se afastar na hora e não receber os jatos de porra dos irmãos. Mas, entre risadas, me disseram que em mais de uma ocasião não avisavam, e um ou outro esguicho acabava indo parar na carinha linda dela. Segundo ela, isso a "incomodava", mas nunca a impediu de continuar com a brincadeira. Ou seja, ela era uma putinha e adorava brincar, mas nunca conseguiram convencê-la a fazer algo a mais. Ela tinha seus limites, e eles tinham que respeitar.
Eu estava pasmo e extremamente tesudo nesse ponto da conversa. Só de imaginar que eu poderia estar na mesma situação com ela já me deixava a ponto de gozar sem nem ter tocado no meu pau. Outra história que me contaram foi quando o apelido dela mudou de "a devoradora" para "a puta internacional", apelido que eu já tinha ouvido uma vez enquanto... estávamos numa reunião de família onde uma prima da minha mãe, com quem ela tem uma relação muito próxima e de confiança, a chamou assim: “a putinha internacional”. Minha mãe respondeu dando uma gargalhada:
— Não, senhorita! Serei a putinha, mas de Torreón. O internacional já era — enquanto ria.
Coisa que eu não entendi até me contarem que, quando Betty fez 17 anos, foi passar as férias de primavera nos EUA com a tia que morava em Chicago. Nessa casa moravam a tia e dois primos já na casa dos vinte, que não perderam a oportunidade e se esbaldaram no corpo dela pra todo lado durante toda a estadia. Sempre que surgia a chance de ficarem sozinhos em casa, aproveitavam pra foder ela os dois ao mesmo tempo.
Foi assim que a tal tia encontrou Beatriz na sua já tão tradicional e favorita posição de quatro, recebendo as investidas furiosas de um dos primos enquanto, ao mesmo tempo, devorava a pica do outro com uma sincronia quase profissional. Então não teve jeito, ela teve que voltar pro México com a bronca da tia e dos meus avós por ter sucumbido às intenções dos dois primos.
Logo depois desse acontecimento, ela voltou pro México e conheceu meu pai, que tinha 23 anos na época, no bar onde ela trabalhava como dançarina. O resultado foi uma gravidez — o produto fui eu — e, consequentemente, um casamento.
Assim terminaram as aventuras dos meus tios com a Beatriz, o que os deixou bem chateados, por assim dizer, porque, apesar de terem chegado perto, nunca conseguiram o objetivo de comer minha mãe.
A festa continuou e, depois da meia-noite, a única amiga da Betty que ainda estava na casa decidiu ir embora. Me preparei pra acompanhá-la até o carro e, quando voltei, encontrei a Betty sentada no colo do Enrique, rodeada pelos outros dois, que acariciavam as pernas dela enquanto riam e conversavam.
Percebi que minha irmã ainda não tinha chegado em casa e supus que, como... Era costume passar a noite transando em algum motel com o namorado dela. Perceber a situação gerou em mim uma descarga de adrenalina imensa que eu não conseguia controlar, a ponto de começar a tremer. Senti a mesma sensação de medo e excitação que senti na primeira vez que transei com minha tia Vitória. Tudo estava perfeitamente armado, a Bete estava servida de bandeja, já bem alterada pela bebida, adotou uma postura de puta que vocês não fazem ideia. E estávamos nós: quatro caras com um instinto quase animal, prontos pra conseguir o que queríamos, custasse o que custasse.
Me aproximei deles e eles viraram pra me olhar com uma cara que nunca vou esquecer. Dava pra ver no olhar deles que tinham a mesma ideia doentia que eu, mas não liguei, estávamos todos na mesma sintonia e juntos íamos realizar nossa maior fantasia. Cheguei por trás da minha mãe enquanto ela ainda estava sentada no colo do meu tio e tampei os olhos dela com as mãos, repetindo o mesmo truque que o Henrique tinha usado naquela festa. A Beatriz reagiu dando uns pulinhos brincalhões no colo do meu tio, o que suponho que levou ele ao paraíso, pela expressão que se desenhou no rosto dele.
— Quem sou eu? — perguntei, enquanto tampava os olhos dela. O Roberto começou a acariciar a perna da Beatriz, subindo devagar até chegar na buceta dela, e ela reagiu dando um tapinha brincalhão.
— Me solta, idiota! — exclamou a Beatriz, ao mesmo tempo que dava o tapa no Roberto. O tom que ela usou, com aquela voz de menina mimada que tanto me excitava, confirmou que ela também tinha entrado no jogo.
— Quem sou eu? — perguntei de novo.
O Henrique repetiu a ação do Roberto e começou a acariciar a buceta da Bete, e ela só se arrepiou, e deu outro tapinha pra ele soltar. — Ah, não sei! Tô sentada no colo do Henrique, o Luís e o Roberto estão na minha frente, acho que não tem mais ninguém. Deixa eu ver, mmmmm, quem será? — disse ela, enquanto levava a mão direita pra trás pra alcançar o meu pau. pau e assim poder adivinhar quem era que estava tapando os olhos dela. Me senti no paraíso quando a mão dela chegou no meu pacote e começou a apalpar de cima pra baixo, apertando de leve e acariciando meu pau totalmente duro e prestes a explodir. – Você é o Artur – Ela disse enquanto continuava acariciando meu membro. Eu me sentia nas nuvens só pelo fato de sentir a mão dela acariciando meu pinto naquela situação excitante. – Não sei quem é você! Fala logo, idiota! – Sou eu, Bety! – Falei enquanto tirava minhas mãos dos olhos dela. – Carlos! Ehmmm! Por que vocês não me avisaram, seus idiotas? – Ela disse enquanto soltava uma risada nervosa ao perceber que era o pau do filho dela que ela tinha acabado de apalpar. – Preciso ir ao banheiro – Ela se levantou e virou de costas pra subir pro andar de cima. Nós quatro ficamos nos olhando, como se esperássemos alguém dar o primeiro passo da estratégia do nosso plano. Mas todo mundo parecia meio na dúvida. Até que eu criei coragem e falei. – Vamos fazer o que eu tô pensando? – Não sei! O que você tá pensando? – Vocês sabem do que eu tô falando – Respondi com um tom irritado. – A gente já tá certo do que vai fazer hoje desde umas horas atrás, mas a gente tava pensando que talvez você tivesse algum problema. Se não tiver e quiser participar, não tem volta – Respondeu Enrique, bem decidido. Começamos a discutir o que faríamos e como faríamos. Concluímos que devíamos dar mais bebida pra Betty pra ela ficar mais solta, já que quando percebeu que eu também tava tentando comer ela, ela reagiu de um jeito meio negativo. Também concordamos que devíamos refrescar a memória dela sobre as experiências que meus tios tinham me contado, pra ela sentir vontade de repetir tudo de novo. Por último, o Luis sugeriu que usássemos a história recente do divórcio pra Betty se sentir na necessidade de se vingar do meu pai. Todo mundo concordou e botamos o plano em prática. plano. Beatriz desceu 20 minutos depois e, para nossa surpresa, estava recém-tomada banho e com um vestido exatamente igual ao que usava antes, mas na cor vermelha, que a deixava ainda mais gostosa do que a roupa anterior. —Desculpem a demora, estava me sentindo meio tonta e com calor, então resolvi tomar um banho. Acho que o álcool já estava começando a bater. —Não se preocupa, Beatriz— respondeu Luis— Já que você está se sentindo melhor, toma! Mais um tequilinha. —Não! Não quero mais beber. Cheguei por trás dela, segurei sua cintura, posicionei estrategicamente meu pau entre as nádegas dela e comecei a empurrá-la na direção do Luis. —Vamos, mãe! Vamos brindar juntos, não é todo dia que se comemoram 38 anos— falei, seguindo o plano combinado. —Tem razão, só porque você pediu, vamos brindar— Enquanto ela tomava o gole de tequila, nós fingimos beber também, e assim continuamos até que, 20 minutos depois, 6 doses de tequila e umas cervejas a deixaram no estado que queríamos. Continuamos conversando enquanto Enrique a convenceu a dançar um pouco para nós. Formamos um círculo com cadeiras, e ela não hesitou em ir para o centro para nos deliciar com seus movimentos gostosos no ritmo da música. Enquanto ela nos hipnotizava com suas reboladas, Enrique estendeu a mão e levantou parte do vestido da minha mãe, deixando exposta aquela bunda carnuda que devorava uma calcinha fio-dental preta deliciosa que ficava maravilhosa nela. Beatriz reagiu rindo e abaixando o vestido para continuar nos presenteando com sua dança sensual. Mais uma vez, Enrique estendeu o braço para levantar o vestido da Betty. Depois desse movimento, Beatriz não hesitou em começar a fazer um lap-dance em cada um de nós que estávamos curtindo o show, começando pelo Enrique, que foi quem acendeu a chama. Assim, sem nenhum arrependimento, ela começou a esfregar aquele par de nádegas celestiais na pélvis do Enrique. Depois de terminar com ele, foi rebolando no colo do Luis e, em seguida, do Roberto. Enquanto isso, eu esperava ansioso pela minha vez de sentir aquela bunda se esfregando no meu pau, que já estava durasso há umas duas horas. Beatriz parou de rebolar no Roberto, mas em vez de vir pra mim me dar minha dança, foi até o bar pegar outra dose. — E o baile do Carlos? — perguntou o Henrique. — Claro que não! Qual é a sua? — Como eu falei, ela era uma puta, mas tinha seus limites e a gente não podia forçar. Só nos restava seguir o combinado até alcançar o objetivo. Ela veio até a sala onde a gente tava sentado e começamos a conversar. — Ei, Betty, você tá uma delícia com esse vestido — disse um dos meus tios. Nesse ponto, acho que não importa mais quem disse o quê. — Obrigada! Tô gostosa assim pra vocês? — Sim, você tá linda, igualzinha quando usava seu uniforme escolar. Lembra, "devoradora"? — Hahaha, cala a boca! Não me lembra disso, e além do mais, o Carlos tá aqui, melhor não falar sobre isso. — Devoradora? — perguntei como se não soubesse do que se tratava. — Nada, esquece. — Conta pra ele, já é adulto, acho que não vai se importar com coisas que rolaram há anos. — Que nada! Hahaha, pelo amor de Deus, entendam. — Me conta — insisti. — Vamos, conta! — Tá bom, tudo bem, mas promete que não vai me julgar ou rir, ok? Quando eu tinha um corpo muito gostoso, não igual agora, não quero parecer metida, mas eu tinha uma cintura fininha, pernas lindas e uma bunda maravilhosa, seus tios não vão me deixar mentir. — Você ainda tem uma bunda deliciosa — interrompi. — Hahaha, obrigada, filho. Vejo que você também é igual a esses três, não tem limites. Bem, enfim, eu era a inveja de muitas e o desejo de muitos, e sempre choviam propostas pra fazer todo tipo de coisa. Até um dos meus tios me ofereceu dinheiro pra transar com ele, acredita? — E você aceitou? — perguntei. Ela ficou quieta, mas meus tios a incentivaram a falar. — Conta! Aquelas "aulas" de matemática com o Tio Francisco te meteu em muita enrascada, sua vagabunda.
—Disse um deles.
—Pois é, filho! Fiquei com um dos meus tios, já falei. Felizes agora? A verdade é que desde novinha eu fui o desejo de muitos e caí em várias tentações.
—Acredito em você, se você diz que era melhor do que agora, então devia ser uma tentação e tanto.
—Sim! Até recebi propostas de quem você nem imagina — ela disse, se referindo obviamente aos meus tios.
—Imagino! Mas você não respondeu: por que "a devoradora"?
—Ai, que menino curioso! Bom, vou te contar — ela respondeu enquanto olhava pros meus tios com um olhar cúmplice e uma risada nervosa.
—Um dia recebi uma dessas propostas de alguns amigos do grupo. Não sei bem por que aceitei, acho que foram os hormônios da idade que eu tinha e topei. Entrei no banheiro com eles, me ajoelhei e comecei a dar uns beijinhos lá.
—Só isso? Pensei que fosse algo mais apimentado o que você ia contar — falei pra ela se soltar mais.
—Ah, tá bom! Um deles começou a baixar a calça e foi assim que fiquei famosa por ser expert em fazer oral nos meus amigos. Devo confessar que foi a primeira experiência sexual que tive. Desde então me chamaram de "a devoradora" e esses idiotas ficam me enchendo o saco com isso — se referindo aos meus tios.
Continuamos bebendo e conversando, enquanto o papo ficava mais erótico, meus tios começaram a se aproximar cada vez mais da Betty pra acariciar ela, não de forma brusca ou agressiva, mas passando as mãos nas pernas dela ou no cabelo de um jeito suave; como quem acaricia uma putinha que eles sabiam que já estava domesticada.
Nesse ponto, minha mãe já nem se importava mais de sentir as mãos no corpo dela e resolvi perguntar.
—E a "puta internacional"? Por que sua prima Silvia te chama assim?
Ela respondeu com uma gargalhada.
—Com quem você andou falando, hein? Quer mesmo que eu conte isso?
—Sim! Sempre tive essa dúvida.
—Hahaha, antes de conhecer seu Papai, fiz uma viagem onde fiquei na casa de uma tia e meus dois primos. Vocês lembram? — Perguntou pros meus tios, e o Luis reagiu esticando o braço direito por trás da cintura da Betty e pegando uma das bundas maravilhosas dela com a mão. — Como é que eu não vou lembrar, sua puta! — E a Betty só deu uma gargalhada e continuou contando a história. — Posso explicar! Desde que cheguei, na hora que passei por aquela porta, já percebi que os dois me olhavam com uns olhos de tesão que mal conseguiam controlar. Isso, pra ser sincera, me deixou doida. O primeiro com quem fui foi o Rodrigo, foi depois de uma festa. Não sei por que motivo, acabamos falando do pau dele, e na volta pra casa, quando estacionei o carro, devorei aquele pedaço de carne inteiro. — Igual a vocês três, lembram? Acho que é fácil me convencer assim — disse ela, rindo junto com meus tios. Eu não conseguia acreditar no que saía da boca da Betty. Sem nenhum pudor, ela me contava com todos os detalhes o que tinha feito todo santo dia durante aquelas três semanas na casa com os primos. Ela me disse que com eles foi a primeira vez que participou de um menage e que tinha amado. Não consegui evitar levar a mão até o meu pau e começar a me acariciar por cima da calça. Levantei violentamente do sofá onde estava sentado e fui até onde a Beatriz estava sentada, ficando de frente pra ela. O rostinho lindo dela ficou a alguns centímetros do meu pau. Enquanto ela, surpresa com minha reação, olhava pra cima com incerteza e espanto, tentando entender o que estava rolando, eu não consegui evitar levar de novo a mão direita pra acariciar meu pau por cima da calça, enquanto esticava o braço esquerdo pra segurar as bochechas dela por baixo do queixo. Instintivamente, aproximei o rostinho dela um pouco mais do meu pacote. Aquela imagem vai ficar pra sempre na minha memória: a boquinha linda dela entreaberta pela pressão das minhas mãos nas bochechas, a centímetros do meu pau completamente duro. Meu pau já tava duro, prestes a escapar da calça, e ela me olhava confusa, com os olhos fixos nos meus. Depois de uns segundos gloriosos que pareceram uma eternidade, a Betty recuou de repente, mas dando uma risadinha nervosa. Só consegui desviar o papo pra outra coisa enquanto o Roberto pegava na mão dela pra levantar do sofá e fazer ela sentar no colo dele.
—Não sei como meu pai conseguiu te deixar ir, você é uma gostosa do caralho e mais piranha que qualquer mulher que eu já conheci — falei num tom bem sério.
—Não me lembra daquele idiota — ela respondeu com um tom de raiva.
Sem perceber, a gente já tinha entrado na última parte do plano. Canalizar a raiva dela pro meu pai a favor do nosso esquema.
—Me trair com a minha própria irmã na minha própria casa, partiu meu coração, mas agora eu só queria que ele soubesse como é ver a tua parceira gozando com outro na cama.
—E por que você não faz? Tipo, você já comeu meio bairro desde que se separaram e todo mundo sabe, pode crer. Mas mesmo assim, enquanto ele não ver, não vai sentir nada — respondeu o Henrique.
—Sendo sincera, já pensei em me gravar transando com algum deles pra mandar pra ele e ele morrer de raiva, mas não quero arrumar problema. A maioria dos caras que eu comi é casada, e isso ia me foder de novo.
—E se a gente te ajudar? — falou o Roberto.
—Hahaha, claro que não! Sabia que vocês iam tentar se aproveitar dessa situação! Vocês não têm jeito mesmo.
—Não, tô falando sério, Betty. Dá pra fazer ele acreditar. Não precisa ser um vídeo de verdade, podem ser fotos onde você parece que tá transando com outro.
—E como você quer que ele não reconheça vocês, idiota? Ele sempre conviveu com vocês.
—Não precisa mostrar nosso rosto, Beatriz. Basta aparecer a sua cara e uma rola na mesma foto pra ele morrer de raiva. —Vai ser como quando a gente brincava na juventude, lembra? Quando nós quatro nos divertíamos pra caralho no nosso quarto — disse Henrique enquanto segurava ela com as duas mãos pelas nádegas e puxava pra perto do corpo, esfregando o pau na virilha da minha mãe. Minha mãe pareceu convencida com a ideia, mas virou pra mim com uma cara de quem pensava: “filho, disso aqui tu não pode ver”. Betty aceitou, mas com a condição de que não fariam nada além de simular a situação e que eu saísse do quarto. Vendo minha cara de decepção, meus tios intervieram pra me ajudar a participar. — Mas quem vai tirar as fotos? — retrucou Roberto. — Como assim quem? Qualquer um dos outros dois, só precisa um de vocês sair nas imagens. — Não acha que daria mais raiva no seu ex-marido ver que você tá comendo três paus na mesma foto? — disse Luís. — Ai, não! Imagina! Ele morre! — Exato, Betty! Beatriz hesitou um pouco, mas parecia bem animada com a chance de se vingar do meu pai. — Isso não pode vazar daqui, filho. Pode ficar pra me ajudar como antes, quando pedi sua ajuda pra processar seu pai, mas só vai tirar as fotos, umas poucas e nada mais. Sei que essa situação tá te afetando demais — disse enquanto, com a mão direita, começou a acariciar meu volume — e não quero que crie falsas esperanças de que tem alguma chance de conseguir algo comigo hoje. Animado por dentro, pensando que talvez tivesse uma oportunidade, respondi com um tom de seriedade absoluta que tudo bem, ela não precisava se preocupar. — Bom, tá bem, mas antes preciso me sentir mais corajosa pra continuar com isso — disse enquanto andava até o bar e pegava uma garrafa de tequila, levando-a aos lábios pra dar um bom gole que a fizesse se sentir mais segura pra seguir com o que faríamos. Ao se virar pra voltar pra onde estávamos sentados, Beatriz se conta que os irmãos dela já estavam com a pica de fora e se masturbando, querendo que o pau deles parecesse maior pra ela, o objetivo era fazer ela cair na tentação. Ela foi na direção deles e eu peguei meu celular pra começar a tirar as fotos, ela se ajoelhou na frente dos três com um sorriso de orelha a orelha e um brilho nos olhos bem peculiar, enquanto eles continuavam com aquele movimento de cima pra baixo num ritmo frenético. Comecei a tirar as fotos. Beatriz parecia meio na dúvida no começo, mas foi se soltando aos poucos. Ela começou a fazer gestos totalmente lascivos, abrindo a boca e colocando a língua pra fora como se fosse devorar aqueles três pedaços de carne disponíveis pra ela, mas o tempo todo mantinha uma distância segura. Uma coisa que não tava agradando muito o Luís, e ele comentou que achava que aquelas imagens não iam funcionar, pegou ela pelo cabelo dizendo pra ela chegar mais perto pra as fotos ficarem mais realistas, e a Betty, já possuída pelo tesão do momento, topou com um sorriso no rosto, se aproximando de joelhos deles e ficando a poucos centímetros das três picas que meus tios continuavam espremendo com uma fúria impressionante. Betty virou pra mim e falou pra eu tirar as fotos de novo, eu aceitei e ela começou a fazer a mesma coisa, abrir a boca fingindo que ia engolir tudo que eles descarregassem nela. Enquanto eu aproximava a câmera do meu celular do rosto dela pra capturar melhor a imagem, percebi que a língua da Beatriz chegava a roçar mais de uma vez na pica dos meus tios por causa da distância curta entre eles e do movimento que eles faziam ao se masturbar. Isso foi a gota d'água, coloquei o celular no modo vídeo e falei pra todo mundo não falar pra não vazar as vozes de quem tava participando, comecei a gravar com uma mão enquanto com a outra desabotoava minha calça pra tirar minha pica e poder me masturbar com tanta Imagem excitante, Beatriz virou pra me olhar meio surpresa, mas nesse momento já tava pouco me ligando, só me deu um sorriso e falou pra eu continuar gravando enquanto começava a desabotoar a parte de cima do vestido dela. Como não conseguiu desabotoar, virou de costas, ainda de joelhos, pra pedir ajuda ao Enrique e assim deixar aquelas tetas deliciosas expostas. Quando conseguiu tirar a parte de cima da roupa, Beatriz virou tão rápido que a pica do Enrique ficou colada na bochecha dela, e ela reagiu abrindo aquela boca gostosa e engolindo aquele pedaço de carne que tantas vezes tinha negado prazer. Enrique, possuído pelo momento, pegou minha mãe pelo cabelo e começou a foder a boca dela de um jeito violento, enquanto ela pegava com as duas mãos as duas picas que estavam dos lados e apertava elas de um jeito delicioso. Ela virou outra pessoa completamente diferente, tirava uma pica da boca pra passar a devorar a seguinte, e assim uma e outra vez. Tentei me aproximar pra aproveitar o momento, encostei meu pau por trás dela, mas o Roberto pegou ela pelo cabelo pra virar pra mim, e ela resistiu. Mais uma vez o Roberto tentou virar ela pra mim puxando o cabelo, e ela resistiu de novo. Eu, louco pra que ela me chupasse, peguei ela pelo queixo, dessa vez com mais força, pra abrir a boca dela toda, e tentei enfiar meu pau na boca dela o mais rápido possível. Finalmente consegui, senti meu pau sendo abraçado por uma boca quente e molhada, enquanto minha cabeça batia na garganta da Beatriz, e me senti no céu. Mas essa sensação durou pouco, porque Beatriz recuou de novo e falou pra eu me afastar, que eu não ia participar. Ela se levantou irritada e disse que tudo tinha acabado, que não ia continuar. Aí o Luis reagiu, pegou ela por trás e guiou a mão dela pra... enquanto afastava a parte da frente da calcinha fio dental que ela tava usando, enfiou os dedos na intimidade da minha mãe. — Hoje você não vai me deixar na mão, sua puta! Hoje não! — ele gritou enquanto enfiava os dedos mais fundo na buceta dela. — Me solta, Luis! O que o Carlos fez não tá certo, e isso também não. — respondeu minha mãe. Roberto, possuído de tesão, puxou ela pelo cabelo e direcionou a cabeça da Beatriz pro pau dele pra ela continuar chupando. Mais uma vez ela tentou resistir, mas o Luis segurou ela pelos braços e conseguiu controlar os movimentos dela. Assim, ela não teve escolha a não ser ficar submissa e continuar devorando o pau do Roberto. Enrique sugeriu levar ela pro quarto pra poder foder ela na cama, já que o sofá não parecia muito confortável. Os três pegaram ela pra levantar e levar pro quarto, onde iam destruir ela de porrada por todos os lados. Betty, longe de reclamar, se jogou na cama de bruços e ficou na posição que eu sempre sonhei: com a bunda pra cima, enquanto a parte de cima do corpo dela ficava colada na cama. — É isso que vocês querem? Pode vir, sou de vocês, me façam de vocês, eu sei que vocês tão afim desde que éramos jovens. — ela gritou de forma desafiadora. — Você! Faz valer a pena e grava tudo, porque é a primeira e última vez que você vai me ver assim, e eu repito: você não vai fazer nada comigo, você não! — ela gritou enquanto Roberto se posicionava atrás dela pra realizar o sonho de foder ela. Roberto segurou ela com força pelas nádegas e começou a meter nela num ritmo alucinante, enquanto Enrique puxou ela pelo cabelo e levantou a cabeça dela pra ela devorar mais uma vez o pau dele e o do Luis. Cada vez que ela tirava um pau da boca pra passar pro próximo, os dois batiam nela e gritavam que ela era uma puta e que sempre seria uma puta. Tentei me aproximar de novo, e dessa vez não teve reclamação, mas também não teve interesse. parte dela de fazer algo comigo. Enrique, por sua vez, trocou de lugar com Roberto e se posicionou atrás da Beatriz. Sem hesitar, ao ver aquele pequeno orifício marrom claro, com toda a determinação do mundo, não pensou duas vezes antes de cuspir direto no cu da Beatriz, coisa que, ao perceber, minha mãe tentou resistir, mas as mãos de Luis e Roberto impediram. Assim, Enrique enfiou o pau no cu da Betty enquanto ela só conseguia soltar um gemido leve por causa da dor que aquela investida causava, os olhos dela viraram brancos e, sem nenhuma piedade, Enrique realizou o sonho de foder aquele cu tão lendário da minha mãe. Enrique continuou metendo no cu da Betty enquanto ela passava de uma expressão de dor para uma de prazer, os olhos dela estavam revirados, os dentes começaram a morder o lábio inferior, e isso me deixou louco. Me aproximei de novo, peguei ela pelo cabelo mais uma vez e, sem resistir, ela mesma abriu a boquinha pra receber meu pau com vontade. Comecei a foder a boca dela, o que não durou nem 30 segundos, porque eu tava excitado demais e quase gozei, mas ela me surpreendeu de novo: ao perceber que eu ia gozar na boca dela, me empurrou pra não deixar. Acho que ela recobrou o juízo e me mandou parar, disse que já era o suficiente e pra eu continuar observando enquanto gravava. Peguei o celular de novo e os três se propuseram a encher cada um dos buracos do corpo dela. Agora, Enrique se deitou na cama e ela montou em cima dele pra enfiar o pau na buceta dela, Luis pegou ela por trás e começou a furar o cu dela, enquanto Roberto, mais uma vez, puxou ela pelo cabelo pra ela chupar o pau dele. Assim começou aquele vai e vem de metidas que pareciam tiradas de um filme pornô, porque eles faziam do jeito mais sincronizado que podia existir.





Comecei a me masturbar como um louco vendo aquela imagem deliciosa que os quatro me presenteavam, quando de repente uma voz me tirou do choque em que eu estava. — Vem, Carlos, é a sua vez! — gritou Luis.
Me aproximei imediatamente ao ouvir aquela ordem, fiquei atrás dela e apontei meu pau na direção do cu dela. Betty tentou resistir mais uma vez, mas estava tão debilitada pela putaria que foi fácil controlar seus movimentos e consegui enfiar toda a minha virilidade no cu dela. Anos acumulados de desejo e luxúria começaram a ser meus cúmplices naquele vai e vem violento em que eu tirava e metia meu pau dentro da Beatriz. Estendi o braço para pegar o cabelo dela e comecei a puxar no ritmo da penetração. Minha manobra fez com que o rosto dela ficasse inclinado para cima, com a boca aberta por causa dos gritos que soltava. A imagem era tão excitante que meus tios se apressaram em se plantar na frente dela e descarregaram todo o esperma no rosto e na boca da minha mãe, enquanto eu continuava profanando o cu dela com meu membro. Ao terminar de receber as descargas, Betty virou o rosto para mim e eu pude ver uma careta de confusão se desenhar na carinha linda dela, toda melada de porra. Ela estava gozando, mas se sentia culpada ao mesmo tempo. Aquela imagem fez com que eu também explodisse dentro dela.
Foi a gozada mais foda da minha vida. Senti um arrepio percorrer minha espinha e me deixei cair de costas na cama, exausto pela trepada violenta que tinha acabado de dar na puta da Beatriz. Fiquei deitado por alguns segundos, mas de repente um arrepio ainda mais intenso percorreu meu corpo inteiro. Beatriz tinha se aproximado de mim para limpar os restos de sêmen do meu pau. Pegou meu pau mais uma vez com as mãos, aproximou o rostinho lindo e começou a limpar com a língua, da base até a ponta. Depois, enfiou na boca e começou a chupar até a última gota que saía de mim. Virei a cabeça na direção onde meus tios e os vi ali, satisfeitos, me olhando com um olhar de orgulho e contentes pelo que tínhamos conseguido, a devoradora estava de volta. CONTINUA...
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