Assim que me deu o número dela, ela desceu do trem na próxima estação, eu sem palavras, sou uma pessoa pouco sociável em casos assim. Continuo, salvei o número e mandei mensagem, e ela só me respondeu horários e dias que pega o trem e o metrô, e nada mais. Nunca um "oi" nem nada do tipo. Mando de novo e ela já tinha me bloqueado. Foi aí que comecei a ficar muito doido, tipo ansioso, pra próxima vez que visse ela. Chegou quinta-feira, o dia que eu esperava, pra ver ela de novo, saí mais cedo do trabalho pra poder ir até onde começava o trajeto dela. E lá estava ela, mulher gostosa, comecei a seguir ela, descemos pro metrô, de frente um pro outro, só de ver o decote dela meu pau explodiu e querendo sair, ajeitei com a mão, ela e a moça que tava do lado me olharam com vontade, a moça com as bochechas vermelhas me fez lugar do lado dela. Nem lerdo nem preguiçoso, sentei, minha mochila apoiada nas pernas não deixava de notar o pequeno acidente meu de ter o pau duro. A mulher, que vamos chamar de Alelí, levanta pra descer na próxima, faço o mesmo pra fazer a baldeação do metrô. Subimos e tava lotado, ela achou um canto pra se enfiar e eu atrás dela esfregando meu pau na bunda dela era um sonho, a roçada em público, minha imaginação vendo ela nua, ela num momento coloca a mão pra trás e toca meu pau, facilitei a abertura do zíper e ela enfia a mão pra me tocar, cheguei perto do ouvido dela e falei: "Eu tô muito tarado, sonho com você, me masturbo imaginando a gente se rolando e se beijando nas partes, quando vai ser o dia que a gente vai poder fazer isso?" Ela: "Hoje vai ser esse dia." Descemos do metrô e ela caminha pra saída sem falar nada, "me segue". Assim como ela disse, eu fiz. Já perto das 20h, último trem pra Tigre, subimos, pouca gente, sentamos juntos, ela encostada na janela e eu no corredor, comecei a tocar a perna dela, e aos poucos enfiando a mão pra chegar na buceta dela, que tava muito molhada, enfio meu dedo, tiro e chupo. Ela_ queria que sua boca estivesse bem ali. Na viagem de quase 1 hora, mãos e beijos curtos rolaram. Chegamos na estação e começamos a andar pela beira do rio, num lugar que parecia bem tranquilo e com pouca luz. Sentamos, ela se ajoelhou, tirou minha pica com olhos arregalados, me olhou com cara de puta e disse_ você vai ficar sem pica porque vou comer ela toda e até você parar de ficar duro não vou deixar você ir. Eu_ calma, é tudo seu. Num momento nos assustamos e ficamos com medo de alguém passar, então descemos pra uns barquinhos amarrados que só trabalham de dia. Começamos a nos beijar, nos tocamos com todo o êxtase e tesão que eu fui acumulando, levantei o vestido dela e comecei a usar minha língua na buceta dela, tão quentes que não passou de 5 minutos e ela solta a primeira gozada, molhando toda minha boca. Vou pra baixo e ela abre a boca e de um jeito bem bruto coloco minha pica nela e começo a foder a boca dela, até ela engasgar, feliz e com os olhos lacrimejando da minha fodida bruta na boca dela. Ela me manda enfiar, começamos a transar e ela pedia o tempo todo pra não tirar, mais forte, me rasga a pussy, sou uma puta, uma menina muito safada, quero seu gozo mas dessa vez dentro, faz agora que eu tô gozando de novo. Sinto os sucos dela e quando sinto o interior dela pulsar, solto todo meu gozo. Ela, exausta, diz que não aguenta mais. Começo a acariciar ela e minha pica acorda de novo, fica bem dura. Pego as mãos dela pra abrir caminho pra minha pica no cu dela, todo molhado, meu amigo entra e empurra devagar até entrar. Ela dá um gritinho bem suave e fala calma que nunca usei. Por uns 20 minutos fodi o cu dela até que mandei ela virar, levantei as pernas dela e meti na pussy dela até gozarmos os dois de um jeito tão brutal que depois dormimos naquele barquinho. Na manhã seguinte, o sol nos acorda. Começa a bater na nossa cara. Fomos pra um hotel, tomamos banho e continuamos transando o dia inteiro. Até hoje a gente continua se vendo e trepando, sempre do mesmo jeito, tudo casual, eu não sei nada da vida dela nem ela da minha. Espero que tenha gostado, espero comentários pra ir melhorando, só esclarecendo que todos meus relatos são reais.
1 comentários - O trem