Parte 2
Eu queria sentir aquela sensação que tive na caminhonete, queria sentir de novo a bunda da minha tia, e por que não a da Aranza. Então, já dentro da cabana, tinha duas camas de casal e a minha tia perguntou como íamos dormir. Eu sugeri que ela dormisse com a Aracely e eu com a Aranza, e minha tia achou a ideia boa. Assim, meu plano funcionou. Na hora de dormir, eu coloquei uma calça de moletom e minha prima Aranza vestiu um shortinho meio pequeno, e de costas dava pra ver uma bunda bem gostosa. Quase subiu a pica, então entrei rápido na cama e minha prima riu de mim. Apagamos a luz e começamos a dormir. Óbvio que eu não conseguia dormir, esperava minha prima pegar no sono pra poder agarrar aquela raba. Então, lá pelas 3 da manhã, minha prima já tava apagada, e comecei a tentar devagar pra ver se ela sentia. Peguei uma das nádegas dela com a mão, e minha prima nem se mexeu. Aí me atrevi mais, comecei a dar umas roçadas na bunda dela, até que minha pica acordou e ficou dura pra caralho. Logo tava com o pau pra fora, encostado na bunda da minha prima, que recebia de boa a minha pica.
Passaram três noites e eu continuei na mesma com minha prima. Mas agora eu queria sentir a da minha tia, porque curto MILF, e minha tia é uma delas. Então dei um jeito de dar umas roçadas "acidentais" nela. Tudo acontecia na cozinha, porque era bem apertada, e eu aproveitava, esfregava minha pica naquelas bundonas que mereciam ser furadas por mim. Depois, queria que minha tia e primas vissem o homem que tinham do lado. Como à tarde a cabana esquentava, sugeri pra minha tia e primas que andássemos de roupa íntima pra não sentir tanto calor, já que até suávamos de tanto que fazia. Minhas primas toparam na hora, minha tia pensou um pouco mais, mas no fim aceitou. Então fizemos isso. Viramos de costas e, quando nos olhamos de novo, já estávamos de calcinha e cueca. Minha TIA e a Aranza estavam... O olhar dela foi direto pro meu pau, já que eu tava de cueca justa e dava pra ver bem o meu pau e minhas bolas. Aracely quase não ligou, e eu, no meu caso, fiquei babando vendo os peitões da minha tia, que estavam enormes, e a Aracely marcando a buceta no shortinho. Os dias foram passando e já era normal a gente se ver de calcinha e cueca, e vocês não têm ideia de como era gostoso quando eu dava uma esfregada na minha tia e na Aracely na cozinha, sentia que as bundinhas delas eram minhas. Depois do sétimo dia, ouvi minha tia conversando com as amigas e irmãs... elas diziam: - Amigas e irmãs: que bom que fizemos essa viagem, serviu pra gente gozar do sexo.. - MINHA TIA: pois vocês que podem, eu não tenho com quem... - IRMÃ DA MINHA TIA: mas você vem com seu sobrinho, né? Por que não aproveita? (Risos). - TIA: cê tá louca?? Como assim?? Não. - AMIGAS: sim, por que não? Ele já é um adulto, e dá pra ver que tem um pau bom. Devia dar uma trepada com ele uma vez. TIA: pois é, já é adulto, e vocês não sabem, agora com esse calor, a gente anda pela cabana de roupa íntima e, olha, ele tem um pacotão, verdade que já pensei em chupar o pau dele. Quando eu ouvi essa conversa, soube que já tinha metade ou mais do caminho ganho, só precisava me oferecer e ela aceitaria. Mas agora, como eu ia dizer isso?
Eu queria sentir aquela sensação que tive na caminhonete, queria sentir de novo a bunda da minha tia, e por que não a da Aranza. Então, já dentro da cabana, tinha duas camas de casal e a minha tia perguntou como íamos dormir. Eu sugeri que ela dormisse com a Aracely e eu com a Aranza, e minha tia achou a ideia boa. Assim, meu plano funcionou. Na hora de dormir, eu coloquei uma calça de moletom e minha prima Aranza vestiu um shortinho meio pequeno, e de costas dava pra ver uma bunda bem gostosa. Quase subiu a pica, então entrei rápido na cama e minha prima riu de mim. Apagamos a luz e começamos a dormir. Óbvio que eu não conseguia dormir, esperava minha prima pegar no sono pra poder agarrar aquela raba. Então, lá pelas 3 da manhã, minha prima já tava apagada, e comecei a tentar devagar pra ver se ela sentia. Peguei uma das nádegas dela com a mão, e minha prima nem se mexeu. Aí me atrevi mais, comecei a dar umas roçadas na bunda dela, até que minha pica acordou e ficou dura pra caralho. Logo tava com o pau pra fora, encostado na bunda da minha prima, que recebia de boa a minha pica.
Passaram três noites e eu continuei na mesma com minha prima. Mas agora eu queria sentir a da minha tia, porque curto MILF, e minha tia é uma delas. Então dei um jeito de dar umas roçadas "acidentais" nela. Tudo acontecia na cozinha, porque era bem apertada, e eu aproveitava, esfregava minha pica naquelas bundonas que mereciam ser furadas por mim. Depois, queria que minha tia e primas vissem o homem que tinham do lado. Como à tarde a cabana esquentava, sugeri pra minha tia e primas que andássemos de roupa íntima pra não sentir tanto calor, já que até suávamos de tanto que fazia. Minhas primas toparam na hora, minha tia pensou um pouco mais, mas no fim aceitou. Então fizemos isso. Viramos de costas e, quando nos olhamos de novo, já estávamos de calcinha e cueca. Minha TIA e a Aranza estavam... O olhar dela foi direto pro meu pau, já que eu tava de cueca justa e dava pra ver bem o meu pau e minhas bolas. Aracely quase não ligou, e eu, no meu caso, fiquei babando vendo os peitões da minha tia, que estavam enormes, e a Aracely marcando a buceta no shortinho. Os dias foram passando e já era normal a gente se ver de calcinha e cueca, e vocês não têm ideia de como era gostoso quando eu dava uma esfregada na minha tia e na Aracely na cozinha, sentia que as bundinhas delas eram minhas. Depois do sétimo dia, ouvi minha tia conversando com as amigas e irmãs... elas diziam: - Amigas e irmãs: que bom que fizemos essa viagem, serviu pra gente gozar do sexo.. - MINHA TIA: pois vocês que podem, eu não tenho com quem... - IRMÃ DA MINHA TIA: mas você vem com seu sobrinho, né? Por que não aproveita? (Risos). - TIA: cê tá louca?? Como assim?? Não. - AMIGAS: sim, por que não? Ele já é um adulto, e dá pra ver que tem um pau bom. Devia dar uma trepada com ele uma vez. TIA: pois é, já é adulto, e vocês não sabem, agora com esse calor, a gente anda pela cabana de roupa íntima e, olha, ele tem um pacotão, verdade que já pensei em chupar o pau dele. Quando eu ouvi essa conversa, soube que já tinha metade ou mais do caminho ganho, só precisava me oferecer e ela aceitaria. Mas agora, como eu ia dizer isso?
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