Fala, galera do P! Essa é minha primeira história. Nas festas, veio passar o tempo a tia da minha mãe. Ela é uma mulher de 45 anos, morena, cabelo curto, uns peitos bem empinados e uma bunda que, pra idade dela, é a inveja de muita gente. Chama Miriam. Vocês não têm ideia do que é — ela não deixou eu tirar foto dela de jeito nenhum. Bom, começando a história: isso começou no dia 26, aniversário de Miriam, os 45 anos. Fomos comemorar no sítio de um parente. Era meio-dia, as latas de cerveja rolavam soltas e, depois, ela quis dar uma volta pelo sítio. Eu, que já tava de olho nela de todos os lados, falei que acompanhava. Saímos, conversa vai, conversa vem, o básico: como vai o trabalho e essas coisas. Num momento, perguntei por que ela não tinha vindo com o marido.
M: Não veio porque a gente brigou antes de vir. Vim sozinha.
Eu: Que otário, te deixar vir sozinha.
M: Por que você diz isso?
Eu: Olha só você, ainda mais com esse shortinho mostrando metade da bunda e essa regata. Tá demais.
M: Haha, valeu.
E seguimos. Ela ficou vermelha, nervosa, mas parece que o que eu falei deu uma esquentada nela. Numa parte, ela tinha se adiantado porque eu tava acendendo um cigarro, e ela tava amarrando o tênis mais na frente. Aí me fiz de desentendido, como se não tivesse visto, e encostei a pica na bunda dela (me lembro e já sobe). Que bunda durinha!
Eu: Ah, desculpa, não vi.
M: Relaxa, sem problemas.
Numa parte, a gente parou e tava voltando, quando ela pergunta:
M: Você tava assim por minha causa?
Eu: Assim como?
M: Sim, desse jeito duro que eu senti.
Eu esperava levar a maior bronca da minha vida, mas não.
M: Gostei. Faz tempo que um cara não encosta assim em mim.
Eu: E por quê? Você não faz ideia de como eu venho disfarçando.
M: Deixa eu ver como é que tá.
Ela se aproxima e me dá um beijo. Pronto, ali mesmo comecei a apalpar a bunda durinha que ela tem, e ela começou a passar a mão na minha pica. Eu queria meter naquela hora, mas ela não quis. Então mandei ela se ajoelhar, e ela puxou minha pica, que saiu disparada. Não é que eu tenha uma grande, mas me viro bem. Ela, vocês não têm ideia de como chupa, que delícia, meu Deus. Ela engolia tudo. Depois, levantei ela, virei de costas, abaixei o short e ela tava com uma tanga bem pequenininha. Nessa altura, eu já tava termina e me diz: M: aqui não, outro dia a gente faz mais de boa, fuck you, só uma provadinha.
Eu: hmm, essa buceta...
M: não, olha aqui.
E coloca a cabeça da rola na bunda, entra e que apertado o cu dela, isso bastou pra gozar. Ela levantou o short, saímos... eu fiquei super tarado, pra caralho.
Tenho mais dois relatos: um quando a gente finalmente se satisfez os dois, e outro com a filhinha dela de 23, um trio lindo. Digam se querem — só não deixou eu tirar fotos.
M: Não veio porque a gente brigou antes de vir. Vim sozinha.
Eu: Que otário, te deixar vir sozinha.
M: Por que você diz isso?
Eu: Olha só você, ainda mais com esse shortinho mostrando metade da bunda e essa regata. Tá demais.
M: Haha, valeu.
E seguimos. Ela ficou vermelha, nervosa, mas parece que o que eu falei deu uma esquentada nela. Numa parte, ela tinha se adiantado porque eu tava acendendo um cigarro, e ela tava amarrando o tênis mais na frente. Aí me fiz de desentendido, como se não tivesse visto, e encostei a pica na bunda dela (me lembro e já sobe). Que bunda durinha!
Eu: Ah, desculpa, não vi.
M: Relaxa, sem problemas.
Numa parte, a gente parou e tava voltando, quando ela pergunta:
M: Você tava assim por minha causa?
Eu: Assim como?
M: Sim, desse jeito duro que eu senti.
Eu esperava levar a maior bronca da minha vida, mas não.
M: Gostei. Faz tempo que um cara não encosta assim em mim.
Eu: E por quê? Você não faz ideia de como eu venho disfarçando.
M: Deixa eu ver como é que tá.
Ela se aproxima e me dá um beijo. Pronto, ali mesmo comecei a apalpar a bunda durinha que ela tem, e ela começou a passar a mão na minha pica. Eu queria meter naquela hora, mas ela não quis. Então mandei ela se ajoelhar, e ela puxou minha pica, que saiu disparada. Não é que eu tenha uma grande, mas me viro bem. Ela, vocês não têm ideia de como chupa, que delícia, meu Deus. Ela engolia tudo. Depois, levantei ela, virei de costas, abaixei o short e ela tava com uma tanga bem pequenininha. Nessa altura, eu já tava termina e me diz: M: aqui não, outro dia a gente faz mais de boa, fuck you, só uma provadinha.
Eu: hmm, essa buceta...
M: não, olha aqui.
E coloca a cabeça da rola na bunda, entra e que apertado o cu dela, isso bastou pra gozar. Ela levantou o short, saímos... eu fiquei super tarado, pra caralho.
Tenho mais dois relatos: um quando a gente finalmente se satisfez os dois, e outro com a filhinha dela de 23, um trio lindo. Digam se querem — só não deixou eu tirar fotos.
1 comentários - Família distante gostosa