Olá, pessoal, espero que estejam todos bem. Pra quem já leu meu primeiro conto, agradeço pelos comentários, eles me ajudaram bastante a escrever essa segunda parte. Pra quem não leu, vou dar um resumo rapidinho. Sou uma mulher jovem de 22 anos, recém-casada, e meu marido trabalha 15 dias seguidos no mar e 15 dias aqui em casa. Contratei um motorista de 52 anos chamado Alfredo, com quem fiz uma surpresinha pra ele — vão ler o primeiro conto "Safadezas com meu encanador" pra ficar por dentro. Agora vem a segunda parte, espero que gostem. Como já devem imaginar, depois da primeira surpresa que dei pro meu motorista (encanador), ele não era mais o mesmo. Eu sentia o olhar dele mais intenso, meio tarado, tinha criado um monstro. Sentia ele me encarando até quando eu tava de costas. Um dia, resolvi sair pra fazer compras, não tinha uma calça limpa, então coloquei uma que meu marido proíbe terminantemente de eu usar. Vocês vão entender por que ele proíbe quando verem a foto a seguir.
Já adivinharam por que ele me proíbe? Exato, é porque minha parte íntima fica bem marcada. Vi uma oportunidade perfeita pra ver se meu motorista realmente me olha com olhar de safadeza. Saí pra sala e lá estava ele, cumprimentei e falei que ia na lojinha. Me coloquei na frente dele, ele sentado e eu de pé, peguei meu celular fingindo que tava mandando mensagem, mas pra surpresa dele, liguei a câmera. Ele achou que eu não tava vendo, mas não parava de olhar pra minha buceta, o olhar fixo nela. De vez em quando virava de lado pra ver se eu tava olhando, mas continuava pensando que eu tava mandando mensagem. Foi aí que confirmei que ele já me queria, já não me olhava mais com aquele respeito de antes. Enfim, fui na lojinha, preparei algo pra lanchar e falei pro meu motorista Alfredo que ia pro quarto trocar de roupa e dormir um pouco, que se precisasse de algo me avisasse. Naquele momento, decidi fazer a mesma coisa de novo: deixar a porta entreaberta e fingir que tava dormindo, mas dessa vez sem roupa nenhuma. Senti um nervosismo, mas continuei. Então fui pro quarto, deixei a porta meio aberta, tirei toda a roupa e fiquei deitada de bruços na cama. Pra ser sincera, não esperava que o senhor Alfredo fosse subir, porque eu o via como uma pessoa séria e muito apaixonado pela esposa. Pra minha surpresa, não passaram nem 10 minutos quando ouvi um barulho lá no fundo, como se alguém tivesse subindo as escadas, mas de forma sorrateira. Na hora, fiquei paralisada de nervoso, pensei comigo mesma: é ele, já vem pro quarto ver se eu tô de calcinha de novo. Fechei os olhos, parei de me mexer pra simular que tava dormindo, levantei um pouco a bunda pra ficar mais gostosa, e aí ouvi os passos pararem bem na porta do meu quarto. Ele já tava lá de novo me observando, mas pra surpresa dele, agora sem roupa. Não quero nem imaginar o que um homem sente ao ver uma mulher que não é dele, e melhor ainda... Ainda bem mais nova naquela situação. De novo ele tentando não fazer barulho entra no meu quarto, eu ouvia ele cada vez mais perto de mim, até cheguei a pensar que ia começar a me tocar, tava muito nervosa, mas não foi assim. O que eu senti e ouvi foi um soprinho bem no buraco da minha bunda, imaginei que ele tava me cheirando. Pensei comigo: "enquanto não me tocar, tá tudo bem". Depois senti ele se afastar um pouco e comecei a ouvir o flash da câmera do celular, e entre meus olhos fechados dava pra ver a luz do flash. De novo ele tava tirando fotos minhas. Na hora pensei: "vou me mexer um pouquinho pra ver se ele sai do quarto". Mas não, ao ver que eu continuava lá deitada "dormindo", ele seguiu tirando fotos. No fim, ficou uns 10 minutos ali me olhando, talvez até bateu uma na minha frente, mas nunca vou saber porque eu continuava de costas e de olhos fechados. Quando ouvi ele sair, me troquei rápido pra descer e fazer algumas tarefas. Tava no banheiro, perguntei se ele demorava muito, e ele respondeu que sim, que tinha acabado de entrar (óbvio que tava se masturbando com minhas fotos). Eu tava curiosa sobre as fotos, queria saber se ainda tinha as primeiras que ele tirou e ver como ele tinha me fotografado naquele dia. Quando ele saiu do banheiro, falei que meu celular tava com pouca bateria, que precisava do celular dele pra falar com minha mãe porque ela já tava doente há dias. Ele topou na hora. Pedi se podia ir pro quarto falar porque tinha que tratar de assuntos delicados com ela. Fui pro quarto, tranquei a porta e comecei a fuçar o celular dele. Ele tinha tirado um monte de fotos. Pra minha surpresa, o bonito já tinha apagado as primeiras, então não me preocupei com as que ele tirou dessa vez. Passei as fotos na hora pro meu celular pra poder mostrar pra vocês. Nessa primeira foto, acho que ele tava entrando ainda, porque foi de um pouco mais longe.
Depois que ouvi o primeiro flash da câmera dele, um medo bateu em mim, porque pensei no meu marido e que, se essas fotos caíssem nas mãos de outras pessoas, ia dar muito ruim pra mim. Decidi me mexer um pouco pra ver se ele saía, mas foi nessa hora que ele chegou mais perto de mim e tirou a próxima foto.
Foi aí que senti um calorzinho e ouvi ele cheirando minha bunda. No fim do dia, fiquei tranquila sabendo que o dôn Alfredo apaga as fotos quando chega em casa, mas desde aquele dia eu soube que ele ia me olhar com ainda mais tesão. Não tem sido nada fácil ficar perto dele sem sentir como ele me deseja. O que eu notei é que ele faz umas coisas sujas na minha casa, mas até confirmar, vou contar pra vocês. Pra isso, preciso armar uma armadilha ou dar uma olhada no celular dele mais tarde pra saber se minhas suspeitas são verdade. Bom, é isso, meu segundo relato. Espero que tenham gostado e me deem dicas do que mais posso fazer com meu motorista, claro, sem ser uma traição.
Já adivinharam por que ele me proíbe? Exato, é porque minha parte íntima fica bem marcada. Vi uma oportunidade perfeita pra ver se meu motorista realmente me olha com olhar de safadeza. Saí pra sala e lá estava ele, cumprimentei e falei que ia na lojinha. Me coloquei na frente dele, ele sentado e eu de pé, peguei meu celular fingindo que tava mandando mensagem, mas pra surpresa dele, liguei a câmera. Ele achou que eu não tava vendo, mas não parava de olhar pra minha buceta, o olhar fixo nela. De vez em quando virava de lado pra ver se eu tava olhando, mas continuava pensando que eu tava mandando mensagem. Foi aí que confirmei que ele já me queria, já não me olhava mais com aquele respeito de antes. Enfim, fui na lojinha, preparei algo pra lanchar e falei pro meu motorista Alfredo que ia pro quarto trocar de roupa e dormir um pouco, que se precisasse de algo me avisasse. Naquele momento, decidi fazer a mesma coisa de novo: deixar a porta entreaberta e fingir que tava dormindo, mas dessa vez sem roupa nenhuma. Senti um nervosismo, mas continuei. Então fui pro quarto, deixei a porta meio aberta, tirei toda a roupa e fiquei deitada de bruços na cama. Pra ser sincera, não esperava que o senhor Alfredo fosse subir, porque eu o via como uma pessoa séria e muito apaixonado pela esposa. Pra minha surpresa, não passaram nem 10 minutos quando ouvi um barulho lá no fundo, como se alguém tivesse subindo as escadas, mas de forma sorrateira. Na hora, fiquei paralisada de nervoso, pensei comigo mesma: é ele, já vem pro quarto ver se eu tô de calcinha de novo. Fechei os olhos, parei de me mexer pra simular que tava dormindo, levantei um pouco a bunda pra ficar mais gostosa, e aí ouvi os passos pararem bem na porta do meu quarto. Ele já tava lá de novo me observando, mas pra surpresa dele, agora sem roupa. Não quero nem imaginar o que um homem sente ao ver uma mulher que não é dele, e melhor ainda... Ainda bem mais nova naquela situação. De novo ele tentando não fazer barulho entra no meu quarto, eu ouvia ele cada vez mais perto de mim, até cheguei a pensar que ia começar a me tocar, tava muito nervosa, mas não foi assim. O que eu senti e ouvi foi um soprinho bem no buraco da minha bunda, imaginei que ele tava me cheirando. Pensei comigo: "enquanto não me tocar, tá tudo bem". Depois senti ele se afastar um pouco e comecei a ouvir o flash da câmera do celular, e entre meus olhos fechados dava pra ver a luz do flash. De novo ele tava tirando fotos minhas. Na hora pensei: "vou me mexer um pouquinho pra ver se ele sai do quarto". Mas não, ao ver que eu continuava lá deitada "dormindo", ele seguiu tirando fotos. No fim, ficou uns 10 minutos ali me olhando, talvez até bateu uma na minha frente, mas nunca vou saber porque eu continuava de costas e de olhos fechados. Quando ouvi ele sair, me troquei rápido pra descer e fazer algumas tarefas. Tava no banheiro, perguntei se ele demorava muito, e ele respondeu que sim, que tinha acabado de entrar (óbvio que tava se masturbando com minhas fotos). Eu tava curiosa sobre as fotos, queria saber se ainda tinha as primeiras que ele tirou e ver como ele tinha me fotografado naquele dia. Quando ele saiu do banheiro, falei que meu celular tava com pouca bateria, que precisava do celular dele pra falar com minha mãe porque ela já tava doente há dias. Ele topou na hora. Pedi se podia ir pro quarto falar porque tinha que tratar de assuntos delicados com ela. Fui pro quarto, tranquei a porta e comecei a fuçar o celular dele. Ele tinha tirado um monte de fotos. Pra minha surpresa, o bonito já tinha apagado as primeiras, então não me preocupei com as que ele tirou dessa vez. Passei as fotos na hora pro meu celular pra poder mostrar pra vocês. Nessa primeira foto, acho que ele tava entrando ainda, porque foi de um pouco mais longe.
Depois que ouvi o primeiro flash da câmera dele, um medo bateu em mim, porque pensei no meu marido e que, se essas fotos caíssem nas mãos de outras pessoas, ia dar muito ruim pra mim. Decidi me mexer um pouco pra ver se ele saía, mas foi nessa hora que ele chegou mais perto de mim e tirou a próxima foto.
Foi aí que senti um calorzinho e ouvi ele cheirando minha bunda. No fim do dia, fiquei tranquila sabendo que o dôn Alfredo apaga as fotos quando chega em casa, mas desde aquele dia eu soube que ele ia me olhar com ainda mais tesão. Não tem sido nada fácil ficar perto dele sem sentir como ele me deseja. O que eu notei é que ele faz umas coisas sujas na minha casa, mas até confirmar, vou contar pra vocês. Pra isso, preciso armar uma armadilha ou dar uma olhada no celular dele mais tarde pra saber se minhas suspeitas são verdade. Bom, é isso, meu segundo relato. Espero que tenham gostado e me deem dicas do que mais posso fazer com meu motorista, claro, sem ser uma traição.
8 comentários - Travesuras a mi plomero (chófer) parte 2
yo creo q deberias ser mas punzabte todavia osea mas calienta pija...
saco esa calentura que me proporcionas