Olá, bom dia! Antes de tudo, FELIZ ANO NOVO
Este é um pequeno conto e nada do que conto a seguir é real, tudo é fantasia. Espero que desta vez tenha resolvido alguns problemas e que tenha ficado melhor, aguardo seus comentários e seu apoio, espero que gostem e se divirtam.
Como todo fim de ano, desde que meu pai largou minha mãe por outra mulher, eu e ela passamos essa noite juntos. Não temos mais família, nem nunca precisamos de uma.
Já que a gente passou só nós dois, decidimos que nem íamos trocar de roupa, íamos jantar, comer as 12 uvas e brindar o ano novo de pijama, ainda mais nesse ano que foi tão uma merda.
Minha mãe já gosta de tomar champanhe, mas esse ano, sei lá se por causa da quarentena ou por algum outro motivo, ela começou a beber mais cedo do que o normal. Quando chegou a hora do jantar, ela já tava bem alegrinha.
Depois do jantar e de arrumar a mesa e a cozinha, a gente sentou pra ver TV até chegar aquela badalada da meia-noite. Mas esse ano ela tava meio estranha, não parava de me olhar, me chamava de gostoso, me abraçava e eu até sentia ela começando a passar a mão na minha bunda. Eu achei que era normal, já que ela tinha bebido uns copos a mais.
Naquele momento, ela me perguntou se eu não estava com calor. Pra ser sincero, eu tava de boa, mas ela começou a desabotoar o pijama dela. Ela é uma mulher comum, 1,75 de altura, corpo gordinho, cabelo loiro comprido, olhos claros, coxas bonitas e generosas, e tem um puta corpanzil. O que mais chama atenção são os peitões enormes dela, que todo homem fica olhando, mas eu nunca tinha reparado como homem — até aquele momento.
Ao começar a desabotoar o pijama dela, obviamente por baixo não tinha nenhum tipo de lingerie nem roupa íntima, os peitos dela começaram a aparecer. Naquele momento, instintivamente meus olhos se voltaram pros peitos dela, que até então eu nunca tinha reparado, e eram realmente lindos. Agora eu entendia por que minha mãe sempre era olhada com desejo por aqueles homens, do mesmo jeito que eu tava olhando pra ela agora. Ela, que não é boba e fazia isso de propósito, percebeu que eu tava olhando, e desabotoou mais um botão. Quase dava pra ver os peitos dela por completo, só faltavam os bicos e as auréolas escondidos por baixo.
Eu já começava a ficar nervoso e excitado. Mas minha mente dizia: "não é sua mãe, não faz isso". Nesse momento, minha mãe se aproximou de mim e perguntou: "Você gostou de como estou, filho? Gostou dos meus peitos?". Eu não sabia o que responder, nem o que fazer, só conseguia ver aqueles peitos enormes, balançando e desejosos, se aproximando de mim. Minha mãe percebeu que eu estava nervoso e que já começava a aparecer alguma coisa na minha calça.
Então ela se levantou, ficou na minha frente e se inclinou. Assim pude admirar todos os peitos dela balançando deliciosos e o vale entre eles. Só faltava isso pra minha excitação subir de vez e agora sim minha pica e minha glande ficaram marcadas na calça.
Ela, bem sutil, começou a acariciar minha calça, a acariciar o pau e a cabeça enquanto me olhava com desejo e paixão. Quis dizer algo, mas não consegui, não conseguia nem falar nem dizer nada, só sabia que tava com vontade de foder ela, de ter ela, de possuir ela e de fazê-la gemir até o talo.
Pareceu que ela leu minha mente ou meus olhos, não sei por quê. Mas naquele momento ela se ajoelhou e eu falei: “O que cê tá fazendo, mamãe?” E ela respondeu: “Algo que você precisa, deseja e que eu morro de vontade e prazer de fazer.” Na hora ela baixou minha calça e meu pau saltou pra fora. Ela se surpreendeu com meu tamanho, e entre sussurros disse: “Hummm, filho, mas que gostoso parece o que vou comer, nem seu pai tinha um assim, NEM NOS SONHOS”, enquanto segurava firme meu tronco com uma mão e com a outra ia acariciando suavemente minhas bolas.
Naquele momento, minha mente explodiu literalmente. Esse prazer e esse desejo, eu nunca tinha sentido com nenhuma das minhas ex-parceiras antes, nem vendo pornô, muito menos transando com qualquer mulher. O proibido, minha mãe de joelhos me masturbando, era a coisa mais gostosa que eu já tinha sentido na vida. E eu sabia que nunca mais sentiria algo assim por ninguém.
Enquanto me olhava nos olhos, os olhos dela eram puro fogo, com a mão firme começou a me masturbar, descendo e subindo suas mãos delicadas mas com firmeza pelo meu tronco, enquanto lambia os lábios. E me dizia: "Sempre, filho, tem que bater um pouco pra deixar o pau mais duro, assim fica mais gostoso de chupar" e tão duro que tava, eu percebia que cada vez que ela descia a mão e subia, meu pau ficava mais duro, escorria de tesão e isso minha mãe adorava.
Um dia ela decidiu que já tava dura o suficiente, e tirou as mãos da minha mãe. Na hora pensei que tinha feito algo errado, ou que tinha incomodado e/ou ofendido ela por algum motivo, mas nada a ver. Aí ela abriu a boquinha dela e enfiou minha cabecinha na boca pra saborear. Enquanto fazia isso, não consegui segurar um "MEU DEUS que gostoso". Começou a acariciar minha cabecinha, a saborear meus fluidos e a lamber em círculos, sem dúvida NINGUÉM NUNCA tinha me dado tanto prazer com tão pouco, até agora.
Depois, bem devagar, foi enfiando meu pau, foi descendo bem devagar, curtindo e saboreando o momento e cada centímetro da minha pica como se não houvesse amanhã. Até chegar nas bolas, já tinha todo o meu pau na boca dela, dava pra sentir a buceta dela molhada e a língua brincando com a minha pica. Nessa hora, ela me olhou bem fixo nos olhos, e voltou a acariciar minhas bolas pra fazer sair o líquido que ela tanto precisava e desejava. Eu não sabia nem o que dizer nem o que fazer naquele momento, era ela quem mandava em mim e no meu corpo.
Começou a subir e descer mais rápido me olhando, tirei ela da boca, meu pau escorria de tanta baba dela e ela me disse "já tô com vontade de uma porra gostosa, filho, você vai me dar?" Eu não consegui nem responder, só concordei com a cabeça e ela sorriu toda safada. Ajeitou o cabelo pra não atrapalhar, me segurou pelas coxas e de uma vez enfiou meu pau inteiro de novo até a garganta.
Sentia a garganta dela no meu glande, e sentia como os lábios dela apertavam meu pau, como a língua dela abraçava e acariciava meu tronco e meu glande dependendo da posição que ela tava chupando. Eu tentava segurar minha vontade de gozar, mas ela sabia fazer muito bem e eu sentia meus desejos aumentando. Já percebia como as veias do meu pau inchavam e ela, como tal, notou ainda mais.
Então ela apertou mais os lábios no meu pau e chupava ainda mais ansiosa, lambendo e parecia um aspirador de pó, quase não parava nem pra respirar. Meu coração tava a mil por hora, e meu pau já não aguentava mais meus desejos. Eu, entre gemidos e sussurros, falei: “já chupa, já vem sua porra”. Ela chupava numa velocidade que nem nos meus melhores sonhos eu imaginaria alguém fazer.
Ela apertava os lábios e, quando eu estava prestes a gozar, enfiou toda a minha pica até a garganta e ali começou a jorrar meu esperma. Naquele momento, todos os meus jatos saíram disparados direto para a garganta dela. Não sei quantas vezes gozei, mas de tanta excitação foram várias, sentia os jatos saindo e ela nem se mexia, esperando sua rica e deliciosa recompensa pelo trabalho.
Depois de gozar e ela engolir todo o meu líquido, eu tiro da boca dela. Ela lambe a minha glande ainda pingando de tesão, me olha e pergunta: "Filho, eu fiz direito?" Eu ainda excitado, ardendo, apaixonado, cheio de desejo, só consegui responder com a cabeça, e ela sorriu de novo de felicidade.
Este é um pequeno conto e nada do que conto a seguir é real, tudo é fantasia. Espero que desta vez tenha resolvido alguns problemas e que tenha ficado melhor, aguardo seus comentários e seu apoio, espero que gostem e se divirtam.
Como todo fim de ano, desde que meu pai largou minha mãe por outra mulher, eu e ela passamos essa noite juntos. Não temos mais família, nem nunca precisamos de uma.
Já que a gente passou só nós dois, decidimos que nem íamos trocar de roupa, íamos jantar, comer as 12 uvas e brindar o ano novo de pijama, ainda mais nesse ano que foi tão uma merda.
Minha mãe já gosta de tomar champanhe, mas esse ano, sei lá se por causa da quarentena ou por algum outro motivo, ela começou a beber mais cedo do que o normal. Quando chegou a hora do jantar, ela já tava bem alegrinha.
Depois do jantar e de arrumar a mesa e a cozinha, a gente sentou pra ver TV até chegar aquela badalada da meia-noite. Mas esse ano ela tava meio estranha, não parava de me olhar, me chamava de gostoso, me abraçava e eu até sentia ela começando a passar a mão na minha bunda. Eu achei que era normal, já que ela tinha bebido uns copos a mais.
Naquele momento, ela me perguntou se eu não estava com calor. Pra ser sincero, eu tava de boa, mas ela começou a desabotoar o pijama dela. Ela é uma mulher comum, 1,75 de altura, corpo gordinho, cabelo loiro comprido, olhos claros, coxas bonitas e generosas, e tem um puta corpanzil. O que mais chama atenção são os peitões enormes dela, que todo homem fica olhando, mas eu nunca tinha reparado como homem — até aquele momento.
Ao começar a desabotoar o pijama dela, obviamente por baixo não tinha nenhum tipo de lingerie nem roupa íntima, os peitos dela começaram a aparecer. Naquele momento, instintivamente meus olhos se voltaram pros peitos dela, que até então eu nunca tinha reparado, e eram realmente lindos. Agora eu entendia por que minha mãe sempre era olhada com desejo por aqueles homens, do mesmo jeito que eu tava olhando pra ela agora. Ela, que não é boba e fazia isso de propósito, percebeu que eu tava olhando, e desabotoou mais um botão. Quase dava pra ver os peitos dela por completo, só faltavam os bicos e as auréolas escondidos por baixo.
Eu já começava a ficar nervoso e excitado. Mas minha mente dizia: "não é sua mãe, não faz isso". Nesse momento, minha mãe se aproximou de mim e perguntou: "Você gostou de como estou, filho? Gostou dos meus peitos?". Eu não sabia o que responder, nem o que fazer, só conseguia ver aqueles peitos enormes, balançando e desejosos, se aproximando de mim. Minha mãe percebeu que eu estava nervoso e que já começava a aparecer alguma coisa na minha calça.
Então ela se levantou, ficou na minha frente e se inclinou. Assim pude admirar todos os peitos dela balançando deliciosos e o vale entre eles. Só faltava isso pra minha excitação subir de vez e agora sim minha pica e minha glande ficaram marcadas na calça.
Ela, bem sutil, começou a acariciar minha calça, a acariciar o pau e a cabeça enquanto me olhava com desejo e paixão. Quis dizer algo, mas não consegui, não conseguia nem falar nem dizer nada, só sabia que tava com vontade de foder ela, de ter ela, de possuir ela e de fazê-la gemir até o talo.
Pareceu que ela leu minha mente ou meus olhos, não sei por quê. Mas naquele momento ela se ajoelhou e eu falei: “O que cê tá fazendo, mamãe?” E ela respondeu: “Algo que você precisa, deseja e que eu morro de vontade e prazer de fazer.” Na hora ela baixou minha calça e meu pau saltou pra fora. Ela se surpreendeu com meu tamanho, e entre sussurros disse: “Hummm, filho, mas que gostoso parece o que vou comer, nem seu pai tinha um assim, NEM NOS SONHOS”, enquanto segurava firme meu tronco com uma mão e com a outra ia acariciando suavemente minhas bolas.
Naquele momento, minha mente explodiu literalmente. Esse prazer e esse desejo, eu nunca tinha sentido com nenhuma das minhas ex-parceiras antes, nem vendo pornô, muito menos transando com qualquer mulher. O proibido, minha mãe de joelhos me masturbando, era a coisa mais gostosa que eu já tinha sentido na vida. E eu sabia que nunca mais sentiria algo assim por ninguém.
Enquanto me olhava nos olhos, os olhos dela eram puro fogo, com a mão firme começou a me masturbar, descendo e subindo suas mãos delicadas mas com firmeza pelo meu tronco, enquanto lambia os lábios. E me dizia: "Sempre, filho, tem que bater um pouco pra deixar o pau mais duro, assim fica mais gostoso de chupar" e tão duro que tava, eu percebia que cada vez que ela descia a mão e subia, meu pau ficava mais duro, escorria de tesão e isso minha mãe adorava.
Um dia ela decidiu que já tava dura o suficiente, e tirou as mãos da minha mãe. Na hora pensei que tinha feito algo errado, ou que tinha incomodado e/ou ofendido ela por algum motivo, mas nada a ver. Aí ela abriu a boquinha dela e enfiou minha cabecinha na boca pra saborear. Enquanto fazia isso, não consegui segurar um "MEU DEUS que gostoso". Começou a acariciar minha cabecinha, a saborear meus fluidos e a lamber em círculos, sem dúvida NINGUÉM NUNCA tinha me dado tanto prazer com tão pouco, até agora.
Depois, bem devagar, foi enfiando meu pau, foi descendo bem devagar, curtindo e saboreando o momento e cada centímetro da minha pica como se não houvesse amanhã. Até chegar nas bolas, já tinha todo o meu pau na boca dela, dava pra sentir a buceta dela molhada e a língua brincando com a minha pica. Nessa hora, ela me olhou bem fixo nos olhos, e voltou a acariciar minhas bolas pra fazer sair o líquido que ela tanto precisava e desejava. Eu não sabia nem o que dizer nem o que fazer naquele momento, era ela quem mandava em mim e no meu corpo.
Começou a subir e descer mais rápido me olhando, tirei ela da boca, meu pau escorria de tanta baba dela e ela me disse "já tô com vontade de uma porra gostosa, filho, você vai me dar?" Eu não consegui nem responder, só concordei com a cabeça e ela sorriu toda safada. Ajeitou o cabelo pra não atrapalhar, me segurou pelas coxas e de uma vez enfiou meu pau inteiro de novo até a garganta.
Sentia a garganta dela no meu glande, e sentia como os lábios dela apertavam meu pau, como a língua dela abraçava e acariciava meu tronco e meu glande dependendo da posição que ela tava chupando. Eu tentava segurar minha vontade de gozar, mas ela sabia fazer muito bem e eu sentia meus desejos aumentando. Já percebia como as veias do meu pau inchavam e ela, como tal, notou ainda mais.
Então ela apertou mais os lábios no meu pau e chupava ainda mais ansiosa, lambendo e parecia um aspirador de pó, quase não parava nem pra respirar. Meu coração tava a mil por hora, e meu pau já não aguentava mais meus desejos. Eu, entre gemidos e sussurros, falei: “já chupa, já vem sua porra”. Ela chupava numa velocidade que nem nos meus melhores sonhos eu imaginaria alguém fazer.
Ela apertava os lábios e, quando eu estava prestes a gozar, enfiou toda a minha pica até a garganta e ali começou a jorrar meu esperma. Naquele momento, todos os meus jatos saíram disparados direto para a garganta dela. Não sei quantas vezes gozei, mas de tanta excitação foram várias, sentia os jatos saindo e ela nem se mexia, esperando sua rica e deliciosa recompensa pelo trabalho.
Depois de gozar e ela engolir todo o meu líquido, eu tiro da boca dela. Ela lambe a minha glande ainda pingando de tesão, me olha e pergunta: "Filho, eu fiz direito?" Eu ainda excitado, ardendo, apaixonado, cheio de desejo, só consegui responder com a cabeça, e ela sorriu de novo de felicidade.
1 comentários - Réveillon com a Mamãe. Parte 1.