Ano Novo com a Mamãe. Parte 1.

Olá, bom dia, antes de tudo FELIZ ANO NOVO
Esta é uma pequena história e nada do que contarei a seguir é real, tudo é fantasia. Espero que desta vez tenha resolvido alguns problemas e que tenha ficado melhor, aguardo seus comentários e apoios, espero que gostem e aproveitem.


Como todo fim de ano, desde que meu pai abandonou minha mãe por outra mulher. Eu e minha mãe passamos essa noite só nós dois, não temos mais família e nunca precisamos de outra.
Já que passamos sozinhos, decidimos que nem sequer trocaríamos de roupa e jantaríamos, tomaríamos as 12 uvas e brindaríamos pelo ano novo de pijama, ainda mais neste ano que acabou sendo tão desastroso.
Já de cara minha mãe adora tomar champanhe, mas esse ano, não sei se por causa da quarentena ou por sei lá qual motivo, minha mãe começou a beber mais cedo do que o normal, e quando chegou no jantar ela já estava bem alegrinha.
Depois do jantar e de arrumar a mesa e a cozinha, ficamos vendo TV até chegar as benditas badaladas. Mas esse ano ela estava meio estranha, não parava de me olhar, dizia como eu estava gostoso, me abraçava e até notei que começou a pegar na minha bunda. Pensei que fosse normal, já que ela tinha tomado uns goles a mais.
Naquele momento ela me perguntou se eu não estava com calor. Eu estava de boa, e ela começou a desabotoar o pijama. Ela é uma mulher comum, 1,75m, corpão gostoso, cabelo loiro longo, olhos claros, coxas bonitas e generosas, e tem uma baita dotação como mulher. O que mais chama atenção são os peitões enormes, que todos os homens ficam babando, mas eu nunca tinha reparado como homem, pelo menos até aquele momento.
Ao começar a desabotoar seu pijama, obviamente por baixo ela não usava nenhum tipo de lingerie ou roupa íntima, seus seios começaram a aparecer. Naquele momento, instintivamente meus olhos se voltaram para seus peitos, nos quais até então nunca havia reparado, e eles eram realmente lindos. Agora eu entendia por que aqueles homens sempre olhavam para minha mãe com desejo, assim como eu estava olhando para ela. Ela, que não é boba e fazia de propósito, percebeu que eu estava a encarando e desabotoou mais um botão. Quase dava para ver seus seios por completo, só os mamilos e as auréolas ainda estavam escondidos por baixo.
Eu já começava a ficar nervoso e a sentir excitação. Mas minha mente dizia: não é sua mãe, não faça isso. Naquele momento, minha mãe se aproximou e me perguntou: "Você gostou de como estou, filho? Gostou dos meus peitos?". Eu não sabia nem o que responder, nem o que fazer, só conseguia ver como aqueles peitos enormes, caídos e desejáveis se aproximavam de mim. Minha mãe percebeu que eu estava nervoso, e que já começava a aparecer algo na minha calça.
Então ela se levantou, ficou de pé na minha frente e se inclinou. Dessa forma pude admirar todos os seus seios balançando deliciosamente e seu decote. Só faltava isso para minha excitação subir completamente e agora sim, meu pau e minha glande ficaram marcados na calça.
Ela começou a acariciar minha calça bem sutilmente, passando a mão pelo pau e pela cabecinha enquanto me olhava com desejo e paixão. Quis dizer algo, mas não consegui, não conseguia nem falar nem dizer nada, só sabia que estava com uma vontade enorme de comer ela, de tê-la, de possuí-la e de fazê-la gemer o máximo possível.
Parecia que ela leu minha mente ou meus olhos, não sei porquê. Mas naquele momento ela se ajoelhou e eu perguntei: "O que tá fazendo, mãe?". E ela respondeu: "Algo que você precisa, deseja e que eu estou morrendo de vontade e prazer em fazer". Na hora ela abaixou minhas calças e meu pau saiu disparado. Ela ficou surpresa com meu tamanho, e sussurrou: "Mmm, filho, mas que delícia parece o que vou comer... Nem seu pai tinha assim, NEM NOS SONHOS", enquanto agarrava com força meu tronco e com a outra mão ia acariciando suavemente minhas bolas.
Naquele momento, minha mente literalmente explodiu. Aquele prazer e aquele desejo, eu nunca tinha sentido com nenhuma das minhas ex antes, nem vendo pornô e muito menos transando com qualquer mulher. O proibido, a minha mãe de joelhos me masturbando, era a coisa mais gostosa que eu já tinha sentido na vida. E eu sabia que nunca mais sentiria algo assim por ninguém.
Enquanto me olhava nos olhos, seus olhos eram puro fogo. Com a mão firme, ela começou a me masturbar, deslizando suas mãos delicadas mas firmes pelo meu pau, para cima e para baixo, enquanto lambia os lábios. E me dizia: "Sempre, filho, tem que bater uma punheta para o pau ficar mais duro, e assim fica mais gostoso de chupar". E tão duro que eu estava, eu notava que cada vez que suas mãos desciam e subiam, meu pau ficava ainda mais rígido, escorrendo de tesão, e isso minha mãe adorava.
Quando ela decidiu que já estava suficientemente dura, minha mãe afastou as mãos. Naquele momento, pensei que talvez tivesse feito algo errado, ou se a tinha incomodado ou ofendido de alguma forma, mas nada a ver. Então ela abriu sua boquinha e colocou minha glande na boca para saboreá-la. Enquanto fazia isso, não pude evitar soltar um "MEU DEUS, que delícia". Ela começou a acariciar minha glande, a saborear meus fluidos e a lamber em círculos — sem dúvida, NINGUÉM JAMAIS tinha me dado tanto prazer com tão pouco, até então.
Depois, muito suvavemente, ela foi enfiando meu pau, foi descendo bem devagar, aproveitando e saboreando o momento e cada centímetro do meu pênis como se não houvesse amanhã. Até que chegou aos meus ovos, já toda minha pica estava na boca dela, eu sentia como a boca dela estava molhada e a língua brincando com meu pau. Naquele momento, ela me olhou bem fixo nos olhos, e voltou a acariciar minhas bolas para que soltassem o líquido que ela tanto precisava e desejava. Eu não sabia nem o que dizer nem o que fazer naquela hora, era ela quem mandava em mim e no meu corpo.
Ela começou a subir e descer mais rápido, me encarando, tirou da boca, meu pau pingando de baba e ela disse: "Já tô com vontade de um leitinho gostoso, filho, você vai me dar?" Eu nem consegui responder, só acenei com a cabeça e ela sorriu maliciosamente. Ajeitou o cabelo para não atrapalhar, agarrou minhas coxas e de repente enfiou meu pau inteiro de novo até a garganta.
Eu sentia a garganta dela se contraindo, e sentia como seus lábios apertavam meu pau, como sua língua envolvia e acariciava meu tronco e minha cabeça, dependendo da posição em que ela estava chupando.

Eu tentava segurar meus desejos de gozar, mas ela sabia fazer muito bem e eu sentia meus desejos aumentarem. Já notava como as veias do meu pau estavam inchando, e ela, como esperado, percebeu ainda mais.

Então ela apertou mais os lábios em volta do meu pau e chupava mais ansiosa, lambendo e parecendo um verdadeiro aspirador de pó, quase não parava nem para respirar. Meu coração estava a mil por hora, e meu pau já não aguentava mais meus desejos. Entre gemidos e sussurros, eu disse: "Já, gata, já vem, vou gozar". Ela chupava numa velocidade que nem nos meus melhores sonhos eu teria imaginado que alguém conseguisse.
Ela apertava os lábios e, quando eu estava prestes a gozar, enfiou meu pau inteiro até a garganta e ali começou a jorrar minha porra. Naquele momento, todos os meus jatos dispararam direto para a garganta dela. Não sei quantas vezes gozei, mas pela excitação foram várias, eu sentia os jatos saindo e ela nem se mexia, esperando sua recompensa grossa e deliciosa pelo trabalho.
Depois de gozar e ela engolir todos os meus fluidos, tirei da boca dela. Lambi minha glande ainda pingando de tesão, ela me olhou e perguntou: "Filho, fiz direito?" Eu ainda excitado, ardendo, apaixonado, cheio de desejo, só consegui acenar com a cabeça, e ela sorriu de felicidade de novo.
 



1 comentários - Ano Novo com a Mamãe. Parte 1.

Buen relato, la verdad... Mejor que el anterior. Un consejo, mantiene la actitud de la madre y has que el chico sea más decidido en el segundo relato y si quieres has que cuando tengan sexo que empiece romántico y luego duro y alternando el orden. Van 10
gracias por el apollo, tomo nota . e hehco esa actitud del chico porque claro que no se lo cre, ya me entiendes