Minha parceira grávida

Olá, pessoal, de novo aqui no Poringa trazendo uma história real. Não esqueçam de dar uma nota pra esse relato, e muito menos de me seguir no Twitter, tô como @Elnicosape_. Sem mais enrolação, vamos começar! Tudo começa quando eu me apaixono por uma colega de trabalho e ela tava com um problema que eu ia resolver (a gravidez). Meu nome é Nicolás, sou meio gordinho, cabelo curto, barba estilo candado, forte e, como já falei, gordinho. Até agora não tenho nada a favor, só vento contra, mas tem uma coisa que me ajuda muito: sou meio safado no duplo sentido. Na hora do sexo, fico louco e deixo minha parceira doida com o que falo no ouvido, minha resistência na cama e, o mais importante, o tamanho da minha piroca. Ela tem 26 CM de comprimento e 4 de largura, uma loucura pras mulheres – impossível não se divertir com um pedaço de carne desse, enfim.

Minha parceira chama Melina, olhos pretos, cabelo castanho, um rostinho lindo, corpo violão, peitos pequenos mas uma bunda maravilhosa que não diz não pra nada. Ela tem 24 e eu 22, ela é mais velha hahaha, mentira. Conheci ela quando tinha 21, então eu tinha 19. É uma mina normal que começou a trabalhar onde eu tava. Quando ela começou, era bem reservada mas gente boa. Como não sou atraente, ela me olhou uma vez e acho que já bastou na hora. Ela tão gostosa e com um corpo tão bom que parecia que a gente não combinava, mas acabou sendo o contrário. Uma semana depois dela começar a trabalhar, já éramos amigos, tínhamos a maioria dos gostos em comum (música, esporte, comida, coisas em geral). Saíamos pra almoçar juntos de boa, como amigos. Em uma semana, a conexão era tanta que nos demos super bem na hora. Depois de um ano de colegas e, claro, já sendo melhores amigos, convidei ela pra jantar em casa, num clima tranquilo. Falei pra ela estar na minha casa às 19h e nem um Um minuto depois, ela já estava parada na porta de casa tocando a campainha. Convidei ela pra entrar e ela topou na hora. Já dentro de casa, ela tirou o casaco e mostrou pra mim um vestido cinza listrado que ficava uma maravilha nela.Minha parceira grávidaComentei que ela estava gostosa essa noite, e ela me respondeu: "Só essa noite?" com cara de safada e um tom provocativo. Fiquei em choque e respondi na mesma moeda: "Essa noite e todos os dias... amor..." Ela respondeu: "Ai! Não me fala essas coisas que você vai me fazer apaixonar." Com uma cara de surpresa e um tom de menina doce. Sinceramente, com aquela voz, meu pau já fica duro na hora, mas como não era o momento, ele ficou meia-bomba por enquanto. Depois da resposta dela, eu comecei a rir e ela riu junto. Depois da conversa, convidei ela pra jantar, já que a janta estava quase pronta, só faltava esquentar — e não tô falando da Melina. Enquanto esquentava uns raviólis gostosos com molho, abri um vinho tinto pra acompanhar a massa, enchi duas taças e falamos sobre trabalho, clima, amigos, etc. Assim que a comida ficou pronta, arrumei a mesa e sentamos pra comer. Ela adorou a comida, já que eu mesmo tinha preparado (não é por nada, mas cozinho muito bem). De sobremesa, comprei um tiramisù pra fechar a noite. Naquela noite, eu tinha uma surpresa pra Melina, que daria depois do jantar. Depois de comer a sobremesa, fomos pro sofá ver TV, continuamos bebendo pra criar coragem e perguntar se ela queria ser minha namorada. Depois de um monte de conversa, chegou a hora. Olhei nos olhos dela e falei: "Já te disse que você é linda?" Ela respondeu: "Não, mas é um gesto muito bonito da sua parte ter me recebido assim essa noite." Eu disse: "Sabia que você ia adorar, assim como eu adoro passar um tempo com você. Estar com você me faz bem, me faz sentir bem. Quero te dizer que você é a melhor coisa que me aconteceu." (Meto a mão no bolso e tiro dois anéis, e proponho) "Melina, você quer ser minha namorada?" Ela olha pros dois anéis, me olha nos olhos e nos abraçamos com paixão, e ela responde: "SIM, quero ser sua namorada, Nicolás!" Naquele momento, demos nosso primeiro beijo. Assim começou nossa história juntos, eu com 19 e ela com... Com 21 anos, naquela noite depois de nos beijarmos, falei pra ela pedir o que quisesse pra fechar a noite. Ela fez uma cara de puta e me levou pro quarto, meu quarto, e disse "quero te conhecer", aí começou a abaixar minha calça (nessa hora eu já tava louco, a pica começou a ficar dura que nem pedra) antes dela tirar minha pica toda, comecei a beijar os lábios dela e chupar o pescoço enquanto falava "quero que você chupe toda, puta, puta... Agora você é minha puta". Ela ficou paralisada, aproveitei e levantei um pouco o vestido dela pra tirar a calcinha fio dental que tava usando, depois que tirei a calcinha, deixei ver a buceta tostada dela (parece que ela tomou sol nas partes íntimas). Mandei ela sentar na cama e tirar minha pica pra elas se conhecerem, ela obediente tirou minha pica e a boca dela encheu d'água, levantou a cabeça e falou: "Que pica que você tem, irmão, puta que pariu. - Tá salivando, hein hahahaha, queria me conhecer, não? + De agora em diante vai ser só minha." Ela respondeu com voz de menina mimada, ela não sabia que isso me deixava duro que nem um poste, e percebeu que a pica ficou super dura, e começou o jogo: ela falava com voz de menina mimada e eu era o pai. - Vai, chupa bem minha pica + Ai papai, espera um pouquinho, não vê que não cabe na minha boquinha pequenininha? - Ah, não cabe? + Sim, papai, não cabe - Ah, então vamos fazer assim. Peguei a cabeça dela com uma mão e com a outra segurei minha pica, comecei a meter forte na boca dela, comecei a foder a boca dela, tipo, enquanto falava "vai, puta, não vê que cabe? Tenho que fazer tudo sozinho". Ela engasgava com cada estocada que eu dava e obviamente não conseguia responder, eu continuava falando "tá gostando, né, putinha? Adora chupar minha pica, puta, vai, puta, vai, agora chupa minhas bolas". Tirei a pica da boca dela e ela começou a chupar minhas bolas, até agora a pica tava toda babada e ela com a maquiagem toda borrada e os olhos lacrimejando por causa da minha brutalidade. Enquanto isso, ela parou de chupar minhas bolas e disse: "Papi, olha o que eu tenho na pussy". Aproveitei e tirei o resto das roupas que a gente ainda tinha, tanto eu quanto ela. Depois de ficarmos completamente pelados, abri as pernas dela e ela estava toda molhada. Falei: "Meu amor, você tá toda molhadinha". A putinha tinha gozado, a vagabunda. Aproveitei e comecei a chupar a pussy dela tão bem que ela não parava de gemer: "Ai! Como você chupa, papi! Ai! Ai! Sim! Ai! Vai, chupa, chupa que você gosta, mmmmmmm, siiiim, ahhhhhh". Ela gemeu que nem uma puta, me agarrou pelos cabelos e, apertando com força, queria que eu chupasse a pussy dela até ela gozar. Quando ela estava quase gozando, eu levantei e falei no ouvido dela: "Até você ficar destruída de prazer, eu não paro. Vou te foder tão forte que qualquer movimento vai doer. Toda vez que você tiver um orgasmo, vai pensar em mim. Quando fizer qualquer coisa, vai pensar em mim. Faça o que fizer, vai pensar em mim e na fodida violenta que vou te dar... seu pedaço de merda". Naquele instante, enfiei a cock nela na posição de missionário, abracei ela e comecei a meter super forte enquanto chupava os peitos dela ou dava beijos na boca e no pescoço. Em alguns minutos, ela começou a dizer: "Tô gozando, ahh, mm, sim, para, por favor, tô gozando". Ela pediu por favor, mas eu não parei, continuei no ritmo. Ela queria me afastar porque o prazer que eu tava dando obrigava ela a se mexer, apertar os lençóis com as mãos. Continuei metendo e notei um jorro, sinal de que ela tinha gozado. Num momento, ela começou a tremer de prazer, e eu não parei em nenhum instante; pelo contrário, falei no ouvido dela: "Você é tão puta que com cada palavra no ouvido você fica mais molhada". Ela só gemia, totalmente entregue ao prazer. Perguntei se ela queria provar o gosto da própria buceta, e ela respondeu que sim. Levantei, ela chupou minha cock e saboreou. Quando bateu vontade de gozar, coloquei ela de quatro e chupei um pouco o cu dela, enfiei a língua e ela gemeu que nem uma puta. Levantei e enfiei na vagina dela, comecei a meter forte enquanto metia. Um dedo no cu, o polegar pra ser mais exato, depois coloquei dois dedos. Ela pensou que ia gozar no cu dela, mas se enganou, perguntei onde ela queria a porra e ela respondeu "quero provar sua porra... Pa". Sem pensar, mandei ela se abaixar e enfiei a piroca na boca dela, ela engasgava tentando fazer eu gozar, mas me adiantei e comecei a foder a boca dela, engasgada com minha piroca, fui abrindo a garganta dela. Chegou a hora de gozar e me masturbei na frente do rosto dela, enchendo a boca dela de porra, a cara e os peitos dela ficaram como se tivessem dois litros de porra, me deixou seco. Ela provou minha porra e disse "quero isso mais vezes, desde que a gente faça o que eu mandar". Olhei pra ela e pensei "como quiser, love". Rimos e fomos tomar banho separados, uma hora depois Melina já tinha ido embora da minha casa. Tudo isso no primeiro ano. No terceiro ano de relação, a gente tava bem financeiramente e amorosamente, então não tinha problema. Comecei a ter a ideia de ter um bebê pra mudar nossas vidas e a gente parar de pensar só em nós e pensar nele, no bebê, claro. Chega um sábado à tarde (a essa altura já morávamos juntos porque tava tudo bem no trabalho), Melina trabalhava e eu não, porque era meu dia de folga. Melina chega do trabalho e preparei um mate pra merenda enquanto conversávamos sobre como foi o dia dela. Depois de uns 10 minutos, falei: - Olha, Melina, tava pensando que é hora de parar de pensar em nós e pensar nele. Ela ficou pensando e respondeu: + Nele? Não entendi. - Sim, Melina, nele. Quero ter um bebê. Melina me olha e diz "Eu não posso ter bebês" entre lágrimas. Falei que não era problema, mas perguntei como ela sabia que não podia ter bebês. Ela responde: + Não posso ter bebês porque com um ex-parceiro a gente teve o mesmo desejo, transamos e eu não engravidei, por isso não posso. - (fiz uma pergunta idiota) Você foi ao médico pra descobrir por que não podia? Ela responde: + Não fui, simplesmente assumi. - Então você não sabe, pode ser que seu ex- O casal não podia ter filhos e você assumiu a responsabilidade. Quer tentar? + É que eu não sei. - A gente tenta e eu te garanto que você vai ficar grávida. + Tá bom, vamos tentar. Ela não tava convencida, mas a gente foi pro quarto e começou a se despir. Ela tava de roupa de academia porque ia pra ginástica.vadiaEle adiou por mais uma hora e a gente começou a se pegar. A gente tinha 40 minutos pra fazer um filho, parece estranho mas é a verdade, aí eu parei atrás dela, perto do ouvido dela e falei "já quero te fazer minha, imagina eu te macetando gostoso e você gemendo de prazer" enquanto passava a mão na barriguinha dela, ela só ria nervosa, eu falei de novo "imagina a gente transando e nosso filho interrompe a gente" aí a gente começou a rir pra caralho, ela se virou, me deu um beijo apaixonado e falou "me faz sua mas quero que você me coma de quatro que nem uma rapidinha" e foi exatamente o que eu fiz, abaixei um pouco a calça dela, chupei a buceta dela, depois salivei a ponta da piroca e comecei a meter, enfiando na bucetinha rosada dela por 15 minutos como se fosse o último dia na terra, quando eu ia gozar tirei a calça dela e joguei ela na cama, me deitei por cima dela:gostosaQuando eu tava quase gozando, comecei a meter bem forte e fundo, a Melina gemia que nem uma louca e a gente tava prestes a gozar junto. Na hora H, enfiei até o talo e soltei toda a porra dentro dela, foi tanta quantidade que vazou um pouco.gostosaAgora temos um filho de seis anos chamado Matías, graças àquela loucura que a gente fez, insistimos e minha parceira não tem problema nenhum. O ex-namorado dela era de pinto curto, aí está o problema.casalAssim termina uma história real. Meio mórbida e muito quente. Não esqueçam de deixar seus pontos, amo vocês. Até a próxima!

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