Não acho que minha primeira experiência com um travesti tenha sido muito diferente da de outros, mas tenho certeza do que vivi, e ainda me lembro, a ponto de que neste exato momento estou com uma bela ereção ao relembrar aquele momento tão especial. Então, em homenagem àquela sensual "mocinha", hoje decidi compartilhar isso com vocês. Espero que gostem, caso contrário, desculpem se fiz vocês perderem tempo. Naquela época, eu tinha 21 anos, era muito inocente sobre a amplitude do termo "sexo"; até aquele momento, tinha comido algumas tias e me achava um homem muito experiente; ignorava o enorme universo da sexualidade. Graças ao meu pai, consegui um emprego muito bom, era vendedor numa loja de móveis, tinha um salário mais comissões. Sempre conseguia vender alguma coisa, então sempre tinha dinheiro suficiente para mim, já que morava na casa dos meus pais e usava o carro de um tio divorciado que a diabetes deixava muito mal. Naquela época, tinha uma namorada, muito linda por sinal, era uma fofa, que, aos 18 anos, era muito controlada pelos pais. Isso significava que ela ainda era virgem, e eu não tinha a oportunidade de foder ela como devia, acho que estava apaixonado demais e a respeitava muito. Eu apalpava tudo nela, peitos, bunda, pernas, mas quase sempre por cima da roupa, algumas vezes por baixo da blusa. Depois de visitá-la na casa dela, saía com a pica doendo de tesão, então ficava andando pela cidade procurando onde aliviar a sobrecarga. Às vezes procurava alguma garota num pub, outras vezes tinha algum encontro marcado de antemão, e outras vezes procurava prostitutas direto nas zonas boêmias. Era tanto tesão que, algumas vezes, percorria mais de duas horas pela cidade até encontrar uma prostituta gostosa que me garantisse uma noite completa de prazer. Lembro que os dias mais complicados eram os de chuva, a água Corria todo mundo da rua, só ficavam aquelas putas que realmente precisavam do trampo, ou as que não curtiam ir pra boate. O lado bom é que, com a falta de cliente, geralmente dava pra conseguir um preço bom se você soubesse pechinchar direito. Pois é, minha história se passa numa dessas noites de inverno, onde a chuva insiste em querer limpar a cidade de transeunte. Já tava rodando de carro umas duas horas e meia, de uma zona de putaria pra outra, ou seja, de uma ponta da cidade pra outra, sem sorte. Tinha umas coroas, mas nenhuma preenchia minhas expectativas, até uma era cara pra caralho. Quase desistindo da missão, quando pela enésima vez subia uma avenida movimentada, achei que vi uma sombra num alpendre de uma casa que tava escura. A camada grossa de água que caía do céu não deixava ver direito o que era. Parei o carro e buzinei, depois de uns segundos de hesitação, a sombra correu na minha direção, cobrindo a cabeça com alguma coisa pra se proteger da chuva. Quando chegou na porta do carro, instintivamente abri pra ela entrar. Com a luz, pude ver que era uma morena magra de cabelo curto, minha atenção foi toda pras pernas gostosas que o shortinho dela mostrava à vontade.
Ela sentou do meu lado fechando a porta, com movimentos rápidos tentava tirar um pouco da água que tinha ficado na roupa dela. Oi! - Ela disse. Oi. - Respondi. Que tempo de merda, tô um lixo. Faz mais de uma hora que tô aqui e não passa nem um cachorro. - Reclamou, com uma voz rouca. Eu passei umas três vezes, mas você tava quase escondida. - Falei tentando puxar uma conversa que me levasse ao meu objetivo. Sem dúvida era uma puta, e não era nada feia. É que passou a polícia, e não tô a fim de passar uma noite no... Cê sabe. Te entendo. - Falei, enquanto com minha mão acariciava uma das pernas dela. A pele dela era muito macia e firme, o que me animou. Tinha um ar jovem, mas era mais velha que eu. Usava uma jaqueta de couro que escondia o resto, mas as pernas e o rosto dela tinham passado no teste. Cê tá quentinho. Gosta das minhas pernas? - Ela disse enquanto sorria sensual. Muito, são macias, longas e firmes, do jeito que eu gosto. Respondi enquanto ela abria um pouco a jaqueta, e se inclinando pra frente, deixava ela escorrer pelos ombros, me permitindo apreciar uns ombros nus, e o vestido decotado dela exibia uns peitos redondos e generosos, que contrastavam com a figura magra dela. Todas as respostas estavam ali, esse era meu programa pra noite, só precisava ajustar o preço. Decidi aproveitar a ocasião e pegar uma amostra grátis. Pelo decote enfiei minha mão, pra descobrir que ela não usava sutiã, e que a natureza caprichosa tinha dado a ela duas belas e macias tetas. Meu pau aprovou minha escolha ficando duro na hora. A mão dela deslizou entre minhas pernas e tocou nele. Nossa! O que temos aqui? Como cê tá love!!! Quem cê quer matar com esse porrete? - Ela disse enquanto esfregava meu pau por cima da calça. Você, sem dúvida. - Respondi, enquanto beijava o pescoço dela e apalpava aqueles peitos esplendorosos. Depois fui pra boca dela, que me recebeu de lábios abertos, e nossas bocas se fundiram-se num beijo apaixonado. Fiquei excitado pra caralho, geralmente as putas querem acertar o preço antes de fazer qualquer coisa, além disso não deixam explorar muito até entrar no hotel, e são bem enjoadas pra beijar de língua, mesmo não tendo frescura pra chupar seu pau se você pagar o combinado. Muitos paradoxos. Isso era diferente, até parecia que a mina tava ficando com tesão de verdade, o que me deixava ainda mais excitado. As mãos dela mexiam na minha calça até liberarem meu pau, começando a me masturbar devagar, me fez perder um pouco a concentração, mas me recompondo puxei um dos peitos dela pra fora e chupei com cuidado. "Sei que não vamos ter problemas", disse ela me afastando do corpo, "então vou te dar uma amostra do que sou capaz." A boca dela foi direto pro meu pau e engoliu ele sem rodeios. Senti uma umidade quente tomar conta do meu membro, enquanto a língua dela se mexia com uma habilidade impressionante, trabalhando a cabeça do meu pau. Os lábios dela envolviam meu membro com facilidade, descendo e subindo num ritmo matemático, que me desmanchava de prazer. Acho que se não tivesse separado ela a tempo, eu gozava sem chance, imagina meu tesão.
Alto, para, você vai me fazer gozar!!! – Supliquei enquanto a afastava com grande pesar do meu pau. Achei que você queria gozar na minha boca, problema seu, não ia te cobrar por tão pouca coisa, era só uma amostra. – disse com falso pesar. Bom, acho que poderíamos fazer isso mais confortável, tipo num hotel. – Respondi na defensiva, mas na verdade já tinha decidido, tava explodindo de tesão, a noite não dava pra mais opções, a chuva, o horário, e a tia era muito gostosa. Me chamo Marcela, a quicada custa $ 50 no carro, e $ 70 no hotel, que você paga. A noite com todas as opções possíveis, ou seja, pra fazer tudo, absolutamente tudo, o que você quiser e aguentar são $ 200, mas como é tarde e chove muito..., além disso você me agrada, deixo por 170. Você escolhe o que quer. Não acho a tarifa ruim, além disso você é muito gostosa, mas tenho $ 150, mais o dinheiro do hotel... – Regateei um pouco, na verdade tinha mais grana que isso. Bom, docinho, duas gozadas e uma festinha gostosa, seria tipo tudo que você quiser até duas gozadas, aí paramos. – Disse pegando meu pau com delicadeza, e começou a brincar com ele. A noite, Marcela. Vamos nos divertir, as gozadas não importam. Vamos perder tempo por $ 20. – Voltei pros peitos dela com a mão esquerda, e pra perna com a direita. Me dá os $ 20 a mais, não vai se arrepender, te garanto que vai ter mais prazer do que imagina, ficamos até as 10 da manhã, se você aguentar. – Disse sorrindo, sem parar de brincar com meu pau, o que me excitava cada vez mais.
$ 160 e não falamos mais nisso... – Tentei. $ 170, docinho. $ 170, não vai se arrepender. Você é uma mulher muito dura... Não, querido, você se engana, ou eu me engano. Sou quase uma mulher. Melhor que uma mulher, sou travesti. – Disse claramente, embora eu não entendesse muito bem do que ela estava falando. A mão dela segurou meu pulso esquerdo, e minha mão, que acariciava a coxa dela, foi empurrada para baixo da saia, até topar com algo firme, algo sólido. Minha primeira reação foi tocar aquilo, não foi pensado, só que eu não entendia o que estava entre as pernas dela. A mão dela segurava firme meu pulso. Percebi que algo estava errado, meu cérebro mandou um alerta, mas minha consciência dizia que não podia ser. Aquilo era uma pica, não me enganava, mas ia para baixo... Naquele instante entendi as palavras dela "travesti". Sim, ela tinha dito isso, mas até eu tocar a pica não tinha encontrado sentido na palavra. Tirei a mão como se aquilo queimasse de verdade, me afastei até minhas costas encostarem na porta do meu lado. Se tivesse mosca no carro, eu teria engolido uma, minha boca ficou aberta de susto. Não consegui evitar sentir um certo medo. Apesar de tudo, ela, ou ele, tinha conseguido manter minha pica dura, tinha me beijado, acariciado e chupado com tanta perfeição. Nunca imaginei que teria tanto contato, e muito menos tocar uma pica que não fosse a minha. Meu cérebro me desculpou, foi só um segundo, talvez dois, além disso foi por acidente, isso não significava que eu tinha gostado. Ei, não precisa desse auê todo, sou o que sou, não mordo nem tenho lepra, há dois minutos você negociava pra me levar pra cama, há 5 minutos você só gemia quando eu chupava sua pica, e meus peitos te animavam pra caralho, até disse que gostava. Vamos, você não é criança, somos adultos. O que os adultos fazem é conversar e se entender. "Não vamos fazer nada que um de nós não queira" – disse reforçando essas palavras com uma pronúncia lenta e clara –, acho que podemos nos divertir, sim. como satisfazer um homem. Você me atrai, é bonito e gentil, além de carinhoso. Acho que não vou te decepcionar, sou uma mulher com algo a mais, e se isso te incomoda, é só não olhar... Olha pra sua pica, ainda dura de explodir..., sei que você gosta de mim, a decisão é sua se quer experimentar, senão eu saio do carro e você segue seu caminho. – Foi o que ela disse, parecia bem sensato o que falava, além disso, era verdade que minha pica continuava dura, e era verdade que eu tava gostando do que tinha experimentado até agora, exceto a pica, e era verdade que ela era gostosa, muito gostosa.. Olha, você me pegou de surpresa, o tempo todo pensei que estava com uma mulher. Eu nunca saí com alguém como você. Não tenho tanta certeza se quero fazer isso, devia pensar melhor..., me entenda, isso é novo pra mim. – Respondi tentando parecer calmo, inteligente e respeitável. Te entendo mais do que você imagina, não é a primeira vez que passo por uma situação assim. Também vou te dizer que até agora ninguém reclamou dos meus serviços, embora alguns não tenham experimentado a mercadoria... – ela disse num tom conciliador, quase maternal. Você é o cliente, acho que sabe o que é melhor pra você, embora sua pica não pareça ter tantas dúvidas quanto você. – Ela completou, e rimos juntos. Isso quebrou o gelo, observei o seio que estava apetitoso pra fora do decote do vestido dela, o mamilo era grandinho, de dar vontade de chupar até morrer, traços delicados, nariz meio curvado e pequeno, lábios carnudos, olhos escuros e safados. Olhei pras pernas dela com atenção e interesse, eram longas e bem torneadas, eu tinha tocado nelas e sabia que eram macias e firmes. Pensava o mais rápido que podia. Movi minha mão devagar, até pousar na coxa dela, ela me observava com atenção. Senti meu corpo relaxar. Ao tocar a perna dela, minha pica ficou ainda mais dura.
Não tô completamente certo. É algo novo, tenho um monte de dúvidas. – Falei pra ganhar tempo. A mão dela pousou de novo no meu pau, acariciando bem devagar, talvez pra não me assustar. Eu sabia que a decisão já tava tomada. E aí? O que você diz? – Perguntou apertando de leve meu membro. Se entendi direito, você se comporta como mulher, e não preciso temer que mude de ideia. É isso? – Perguntei, soltando a coxa dela e olhando bem nos olhos dela. Só precisa adicionar $170, e a gente fica até as 10 da manhã. – Ela disse, sorrindo de leve, com os olhos semicerrados de um jeito sensual. Fechado. – Respondi, voltando a acariciar o peito dela. Guarda isso pra depois, e vamos pro hotel. Tá frio e eu tô bem quentinha, gosto de homens bonitos como você. – Ela completou, antes de aproximar o rosto do meu, pegar meu queixo com a mão, virar minha cabeça e deslizar a língua dentro da minha orelha. Me surpreendeu mesmo, me afastei assustado, foi como se uma corrente elétrica forte tivesse percorrido meu corpo, descarregando 220 volts no meu pau. Epa!!! Não se assusta agora. – Ela disse, rindo. Imagina. – Gaguejei feito um idiota. Ela me pegou pelo queixo de novo, mas dessa vez beijou meus lábios com suavidade; depois de uns beijinhos, senti a língua dela pedindo licença pra entrar na minha boca. Tomado por uma puta excitação, deixei ela fazer. A gente se beijou com muita paixão, meu pau era testemunha disso. Senti uma mistura de tesão e confusão, tava beijando um cara que era uma mina e tava muito gostosa, acho que fiquei vermelho, mas não parei de beijar ela. Assim que pude, manobrei o carro e, seguindo as instruções dela, fomos pro hotel, que segundo ela sempre reservava um quarto bom pra ela. Entra na terceira garagem. – Ela indicou. Estacionei e desci do carro, na sequência baixei a cortina de metal que garantia mais privacidade pra gente. Ela me pegou pela mão e subimos uma escada em caracol estreita. O vestido justo dela revelava umas bundas perfeitas, redondinhas e firmes, as Teria mordido com vontade se tivesse tido tempo, mas ainda teria tempo. As pernas dela eram torneadas do meu jeito, era mais alta do que eu imaginava.
Entramos no quarto, a Marcela largou a bolsa num sofá e tirou a jaqueta de couro. A luz era fraca, mas dava pra ver tudo claramente. Fechei a porta atrás de mim. Ela me olhou sorrindo. "Vem cá, gato. Ainda não me disse seu nome." — disse abrindo os braços. "Carlos." — falei meio tímido. Apaguei qualquer dúvida que ainda tinha e me perdi nos braços dela. O corpo dela era firme e quente, os peitos apertando contra o meu peito, a barriga na minha, as pernas nas minhas, a gente se beijou e se acariciou com vontade. Minhas mãos foram parar na bunda redonda e dura dela. Ela ronronou de prazer, ou fingiu, não tava nem aí pro motivo. "Carlos, preciso ir ao banheiro, vou me arrumar um pouco pro meu homem. Fica à vontade, liga a TV, tem uns vídeos bons, põe uma música se quiser. Brinca com os controles na cabeceira da cama, as luzes também tão lá. Deixa tudo do seu jeito, volto já pra cuidar de você, vou cumprir o que prometi. Fica tranquilo que não vai se arrepender da escolha. Ah! Se não se importa, me dá o combinado, não quero parecer grossa, mas são as regras, depois sou toda sua... Não esquece de ligar e pagar, quando é de noite é adiantado." Peguei minha carteira e entreguei o dinheiro, ela guardou na bolsa e sumiu no banheiro com ela. Olhei o quarto, não era nada mal, não conhecia aquele hotel, mas ia lembrar dele mais do que jamais imaginei. Tinha espelho pra todo lado, uma cama gigante e em ótimo estado, os móveis eram simples, tudo forrado com carpete. Liguei pro telefone e bateram na porta na hora, paguei até meio-dia, por via das dúvidas, aquilo prometia muito. Examinei os controles, depois de algumas tentativas descobri pra que servia cada um. Coloquei um canal de TV onde um casal tava transando gostoso, tinha mais dois ou três, mas descartei a ideia e desliguei a TV. Procurei música, até achar uma bem suave, romântica pra completar, isso tava melhor. Regulei as luzes. Azuis e indiretas, com os espelhos aquilo dava pra ver bem, sem exagerar, claro. Minha pica tava meio dura, as dúvidas que me vinham me atormentavam mais do que eu queria, mas continuei até ficar completamente pelado. Entrei na cama, me cobrindo com um lençol, o aquecimento tava alto, então me cobrir era só uma reação de autodefesa contra o desconhecido. Peguei os cigarros na minha roupa, acendi um e tentei relaxar, minha pica tava mole. Não conseguia parar de sentir nervoso, o que me irritava. Avaliei a situação mais uma vez, se aquilo complicasse eu tinha uns 20 kg de vantagem, já tava tudo pago, podia vazar sem problema. Esses eram meus pensamentos, quase me arrependendo de onde tinha me metido, até que a porta abriu e ela voltou pro meu campo de visão. Parou na frente da cama, tava espetacular, salto alto, meia preta, uma fio dental preta bem cavada, e os peitos lindos de fora. Olhei pra aquele corpo e esqueci na hora o que tava escondendo, era um corpo de mulher perfeito, umas pernas longas e lindas, a magreza dela contrastava com o quadril largo e os peitões. Comecei a ficar excitado de novo e minhas dúvidas sumiram mais rápido do que eu imaginava, minha pica endureceu na hora.
Amor, já tá na cama! Não vai sentir frio? – disse em tom de brincadeira e completou – Clima gostoso, música boa, dois adultos, uma cama, acho que o momento é perfeito. – E pegando o lençol com a mão, fez ele voar até os pés da cama. Uau!!! Mas olha como você tá!!! Acho que vou ter que cuidar rapidinho disso aí. Deve estar doendo muito. – Jogou os sapatos um de cada vez, bem longe, antes de se sentar na cama, de um jeito bem feminino, e começar a acariciar meu peito com suavidade. Relaxa, que a mamãe vai cuidar pra você se sentir bem. – A mão dela acariciava minha barriga. Depois terminou de subir na cama, com toda agilidade, aproximando a boca da minha. Ainda tem dúvidas? Tá gostando do que vê? Vamos em frente? – Perguntas retóricas, porque antes que eu respondesse, apoiando-se na cama, os lábios dela pousaram nos meus e ela começou a me beijar com doçura, enquanto a mão dela se apossava do meu pau que fervia de tesão. Em resposta às carícias dela, minhas mãos buscaram o corpo dela, uma agarrou um peito, a outra deslizei por baixo do corpo dela até acariciar a bunda dela. A pele dela era muito macia ao toque, também era quente, a carne era firme, aquele corpo me seduzia além do normal, talvez fosse a maçã proibida de que tanto falavam. Sem pensar, eu ia me entregando entre as carícias sensuais que trocávamos e os beijos ternos que dávamos. Ela me beijou no pescoço, sabia o que fazia, minha excitação crescia, depois a língua dela entrou na minha orelha e os lábios sugaram meu lóbulo, eu gemi sem querer. A língua dela revolveu o interior da minha orelha, a mão dela brincava com meu prepúcio. Depois começou a beijar meu pescoço e desceu pelo meu peito até meus mamilos, sugou um como ninguém nunca tinha feito, a língua dela me dava carícias e os dentes arrancavam um prazer inesperado. Passou para o outro pra me dar um tratamento parecido, eu fervia de tesão. Marcela mostrava toda a experiência dela, a boca dela deslizou beijando minha barriga, mordendo e sugando, se demorou uns instantes no meu umbigo, os olhos dela procuravam os meus com malícia, como avaliando as ações dela, me deixando ainda mais excitado. Finalmente chegou no meu pau, beijou umas três vezes sem tirar os olhos de mim, depois engoliu ele com uma facilidade enorme, arrancando um gemido espontâneo de mim. A boca dela era um aspirador, me chupava num ritmo incrível, eu via meu pau aparecendo e desaparecendo naquela boca gulosa. O calor úmido e a maciez da boca dela me fizeram pensar que diabos ela fazia com os dentes. Não demorou muito pra eu descobrir, ela mudou o tratamento, os dentes começaram a mordiscar com uma suavidade perfeita a cabeça do meu pau, com movimentos leves e mantendo meu pau dentro da boca dela, me dava uma espécie de mordidas falhadas que deixavam os dentes deslizarem na parte mais sensível do meu pau. Nunca tinha experimentado nada igual, me revirava de prazer na cama. A mão experiente dela começou a acariciar minhas bolas, sem parar de me chupar, enquanto os dedos roçavam minha entreperna atrás delas, ou seja, entre minhas bolas e meu cu. Era só prazer, de vez em quando ela engolia meu pau até eu sentir que encostava na garganta dela, nunca imaginei que fosse possível, outras mulheres teriam vomitado sem chance. A mão da Marcela se aventurava como quem não quer nada, e às vezes os dedos acariciavam como sem querer meu cu. Nas primeiras vezes me assustei e me mexi inquieto na cama. Depois sucumbi vítima de tanto prazer, e relaxando curti esses roços, a ponto de desejar que ela me acariciasse de vez o cu. Acho que ela entendeu assim, depois lembrando de tudo perceberia que fazia parte do plano, primeiro um amolecimento, até eu mesmo sentir a necessidade e não ter mais vergonha. Quando ela percebeu que tinha vencido meus pudores iniciais, continuou com umas lambidas esporádicas no meu pau pra acariciar meu cu, o nível de excitação foi continuava igual, mesmo que o foco do estímulo tivesse mudado. Logo senti a ponta do dedo indicador dele tocando o que até então eu considerava minha saída traseira. Ele se movia com muita habilidade, apoiado no meu ânus, a ponta do dedo fazia pequenos círculos, quando não se movia pra frente e pra trás sem perder o contato. Os movimentos eram suaves e arrancavam gemidos de prazer de mim. A mão direita dele brincava com meu ânus, a esquerda com meu pau, e a língua lambia minhas bolas, eu abria minhas pernas ao máximo e levantava uma pra dar melhor acesso a ele. Agora que lembro, sei que meus movimentos eram instintivos, só queria mais e mais prazer. Ignorava quais eram os objetivos dele. Depois de um tempo, a boca dele começou a me beijar mais atrás das bolas, temperado com algumas lambidas da língua incansável, até que em determinado momento senti a ponta molhada da língua dele substituindo o dedo indicador na estimulação do meu precioso esfíncter. Juro pra vocês, eu derretia de prazer, já não raciocinava, só aproveitava. Logo senti a boca dele chupando meu ânus, o que me desmoronava de excitação, pra depois sentir a língua empurrando meu esfíncter, como se quisesse entrar. Às vezes o prazer era tão intenso que quase me dava cãibra de tanta tensão nos músculos. Não sei quanto tempo durou a chupada de cu, podiam ser 5 minutos ou 5 horas, perdi a noção do tempo. A língua dele ia e vinha, entrava e saía, depois o dedo explorava meu ânus, primeiro timidamente, mais língua, logo ele tava tudo dentro. Nem pensei que era um mete-saca de verdade. Pra piorar, o dedo dele encontrou algo, que eu nem sabia que existia, lá no fundo do meu ânus, que arrancou mais que gemidos, gritos de prazer. Meus olhos ficavam fechados, só tentava me concentrar em manter minhas pernas de um jeito que aquilo não acabasse. Sentia que ia gozar a qualquer momento. Senti ele falando comigo. Quer gozar já? Perguntou com uma voz gutural, talvez de excitação. Sim, sim, por favor. Supliquei. Levanta as duas pernas. Disse numa voz ainda mais baixa. Eu não sabia o que ela pretendia, mas nem hesitei, fiz exatamente isso. Marcela manteve as pernas levantadas com uma mão, enquanto se endireitava na cama, eu não a via porque ela ficou atrás das minhas pernas. Senti minhas panturrilhas descansando nos ombros dela, enquanto o braço esquerdo dela as segurava pela frente. Tentei olhar no espelho ao lado da cama, mas quando consegui focar a visão já era tarde. Senti algo parecido com um dedo empurrando meu ânus e entrando suavemente, sem dor, bem devagar. Atônito, vi claramente no espelho Marcela manobrando o pau dela com a ajuda da mão, enfiando ele no meu cu. Não sei se foi a surpresa, se foi a ausência de dor, ou talvez a curiosidade, mas não me mexi e deixei ela fazer. Fica calmo, agora você vai me dar todo o creme que tem. – A voz dela soava muito distante. Senti aquilo começando a se mover dentro de mim, não era grosso, era mais fino, embora comprido. Os movimentos eram suaves e lentos, eu sentia um prazer quente por dentro, era uma experiência desconhecida, o pau dela deslizava abrindo caminho bem devagar, com um roçar gostoso no meu ânus, acariciando o interior dos meus intestinos, até que fazia contato com o que hoje sei que era minha próstata, mas na época eu ignorava. O prazer era intenso, nada de dor, era algo tremendo, eu derretia a cada investida. Aos poucos ela foi acelerando o ritmo, até que num determinado momento escapou pra fora do meu cu. Acho que ali o feitiço se quebrou, porque algo reagiu no fundo do meu cérebro, fazendo eu baixar as pernas com agilidade e conseguir me sentar na cama. Por favor, isso não. – Falei com toda a convicção que pude demonstrar, meu corpo queria, mas minha mente não aceitava. Ela hesitou um instante, mas não reclamou. Vem aqui e me dá essa porra. – Disse ela se deitando de costas e levantando as pernas, do mesmo jeito que eu tinha feito segundos antes. Ali eu vi ela completamente nua pela primeira vez. Certa vez, ela tinha um corpo que podia ser a inveja de muitas mulheres. Entre as pernas dela estava o que tinha enfiado no meu cu: uma rola fina, talvez uns 3 cm de grossura no máximo, e bem comprida, uns 12 a 14 cm. Tava dura, apontando pra cima e pra esquerda. Ela teve a delicadeza de esconder com a mão. Hesitei um instante, depois pedi pra ela ficar de bruços, não me sentia preparado pra fazer de frente. Ela não discutiu, mas antes me deu um pote de pomada ou gel. "Passa no meu cu e na sua rola, assim não vai doer." — disse enquanto abria as pernas e levantava a raba pra facilitar o serviço. "Você quem passou em mim?" — perguntei, intrigado. "Claro." — respondeu. Imaginei que a tesão do momento não me deixou perceber ou sentir que ela tava lubrificando meu cu pra me comer, o que me deixou bem preocupado, mas não tanto a ponto de não lubrificar o cu dela e minha rola. Enquanto fazia isso, descobri os ovos dela pendurados sem cerimônia. Minha rola continuava dura, guiei devagar até o ânus dela até encostar a cabeça. Ela pegou com a mão por entre as pernas, ajudando a enfiar — na verdade, controlava a velocidade, mas eu não sabia disso. Penetrei firme e devagar, o esfíncter dela resistiu à cabeça do meu pau, vi o corpo dela se mexer um pouco pra ajudar a penetração. Depois de passar por essa parte, minha rola deslizou fácil, e enfiei tudo.
Depois de penetrá-la, deixei meu corpo descansar sobre o dela, pra começar a me mover devagar. A bunda dela era bem apertada, o que me deixava ainda mais excitado. Marcela acompanhava minhas idas e vindas com movimentos perfeitamente sincronizados, o que tornava a foda perfeita. A bunda dela empurrava pra trás toda vez que eu enfiava meu pau até o fundo do intestino dela, pra depois recuar no sentido contrário ao movimento do meu pau. Minha excitação só aumentava, e minhas mãos iam atrás dos peitos dela, que eu acariciava e apertava com frenesi. Ela gemia e me incentivava falando putaria. "Vai, enfia mais, arrebenta minha bunda, safado. Vai, me dá esse pau que eu adoro. Minha bunda é sua, me mostra o quanto você é canalha. Me fode que eu amo. Enche meu cu com seu creme quente. Mais rápido, filho da puta." – E assim ela continuava gritando coisas pra me animar na foda. Juro que fiz o máximo que pude, fodi ela até matar, como nunca. Parecia o pistão de um motor enlouquecido. Pra minha surpresa, ela empurrava como uma louca. Era tanto frenesi que eu soltava bufadas, igual um touro enfurecido, e ela gemia entre gritos de incentivo. Se alguém tivesse gravado aquilo, sem dúvida ia achar que era um assassinato, não uma foda. "Me dá, safado. Vai, filho da puta." – Ela gritava. "Já foi, já foi, aí vai." – Gritei quando senti que ia gozar. Foi um orgasmo brutal, o ambiente e o contexto eram mais que excitantes. Eu tava fodendo uma mina de pau, literalmente furando a bunda dela, e ela pedia mais e mais. Aquela bundinha apertada era como um anel no meu pau, o interior era quente e macio, minhas bolas tavam explodindo, e foi isso. Senti o prazer me dominar por completo, do fundo do meu ser brotou toda minha energia, as contrações eram devastadoras, cada uma empurrava mais e mais porra pro dentro da bunda preciosa da Marcela. Eram como espasmos, meu corpo se tensionava ao máximo e aquilo parecia não ter fim, eu empurrava como um louco, e ela fazia o mesmo, até que não aguentei mais. Quase me mexer, era uma contração sobre outra e meu corpo estava como paralisado. De repente, o prazer começou a diminuir, empurrei três ou quatro vezes mais, quase sem convicção, já tinha descarregado todo o meu poder, ela resistiu firme sem se mexer, entendendo que era só um reflexo tardio. Ficamos bem quietos, eu relaxei, descansando meu peso sobre ela. Senti como o cu dela apertava meu pau, tipo um cumprimento, fez isso várias vezes, eu respondi com uns movimentos, empurrando de leve. Nossos corpos estavam totalmente suados, aquilo tinha sido um baita exercício, mais uma luta. Apoiada num dos cotovelos, ela virou a cabeça me procurando, eu encostei meu rosto como pude e nos beijamos com um pouco de dificuldade. E aí, Gostoso? O que achou de me fazer amor? – Perguntou com um certo carinho. Excelente, você é um demônio na cama. – Respondi beijando o pescoço dela. Ela reclinou a cabeça e senti o corpo dela dar um pequeno tremor. Tirei meu pau, já todo mole, do cu dela, já estava saindo sozinho. Virei na cama, me esticando exausto. Ela saiu da cama e foi pro banheiro. Me estiquei na cama pra recuperar o fôlego e minha mão tocou uma coisa viscosa. Tirei na hora, olhei com atenção mas não distinguia o que podia ser, ajustei a luz e vi que no meio da cama tinha uma poça de porra, quase toquei de novo, mas percebi que não era minha, e que eu não tinha sido o único a gozar.
Ela sentou do meu lado fechando a porta, com movimentos rápidos tentava tirar um pouco da água que tinha ficado na roupa dela. Oi! - Ela disse. Oi. - Respondi. Que tempo de merda, tô um lixo. Faz mais de uma hora que tô aqui e não passa nem um cachorro. - Reclamou, com uma voz rouca. Eu passei umas três vezes, mas você tava quase escondida. - Falei tentando puxar uma conversa que me levasse ao meu objetivo. Sem dúvida era uma puta, e não era nada feia. É que passou a polícia, e não tô a fim de passar uma noite no... Cê sabe. Te entendo. - Falei, enquanto com minha mão acariciava uma das pernas dela. A pele dela era muito macia e firme, o que me animou. Tinha um ar jovem, mas era mais velha que eu. Usava uma jaqueta de couro que escondia o resto, mas as pernas e o rosto dela tinham passado no teste. Cê tá quentinho. Gosta das minhas pernas? - Ela disse enquanto sorria sensual. Muito, são macias, longas e firmes, do jeito que eu gosto. Respondi enquanto ela abria um pouco a jaqueta, e se inclinando pra frente, deixava ela escorrer pelos ombros, me permitindo apreciar uns ombros nus, e o vestido decotado dela exibia uns peitos redondos e generosos, que contrastavam com a figura magra dela. Todas as respostas estavam ali, esse era meu programa pra noite, só precisava ajustar o preço. Decidi aproveitar a ocasião e pegar uma amostra grátis. Pelo decote enfiei minha mão, pra descobrir que ela não usava sutiã, e que a natureza caprichosa tinha dado a ela duas belas e macias tetas. Meu pau aprovou minha escolha ficando duro na hora. A mão dela deslizou entre minhas pernas e tocou nele. Nossa! O que temos aqui? Como cê tá love!!! Quem cê quer matar com esse porrete? - Ela disse enquanto esfregava meu pau por cima da calça. Você, sem dúvida. - Respondi, enquanto beijava o pescoço dela e apalpava aqueles peitos esplendorosos. Depois fui pra boca dela, que me recebeu de lábios abertos, e nossas bocas se fundiram-se num beijo apaixonado. Fiquei excitado pra caralho, geralmente as putas querem acertar o preço antes de fazer qualquer coisa, além disso não deixam explorar muito até entrar no hotel, e são bem enjoadas pra beijar de língua, mesmo não tendo frescura pra chupar seu pau se você pagar o combinado. Muitos paradoxos. Isso era diferente, até parecia que a mina tava ficando com tesão de verdade, o que me deixava ainda mais excitado. As mãos dela mexiam na minha calça até liberarem meu pau, começando a me masturbar devagar, me fez perder um pouco a concentração, mas me recompondo puxei um dos peitos dela pra fora e chupei com cuidado. "Sei que não vamos ter problemas", disse ela me afastando do corpo, "então vou te dar uma amostra do que sou capaz." A boca dela foi direto pro meu pau e engoliu ele sem rodeios. Senti uma umidade quente tomar conta do meu membro, enquanto a língua dela se mexia com uma habilidade impressionante, trabalhando a cabeça do meu pau. Os lábios dela envolviam meu membro com facilidade, descendo e subindo num ritmo matemático, que me desmanchava de prazer. Acho que se não tivesse separado ela a tempo, eu gozava sem chance, imagina meu tesão.
Alto, para, você vai me fazer gozar!!! – Supliquei enquanto a afastava com grande pesar do meu pau. Achei que você queria gozar na minha boca, problema seu, não ia te cobrar por tão pouca coisa, era só uma amostra. – disse com falso pesar. Bom, acho que poderíamos fazer isso mais confortável, tipo num hotel. – Respondi na defensiva, mas na verdade já tinha decidido, tava explodindo de tesão, a noite não dava pra mais opções, a chuva, o horário, e a tia era muito gostosa. Me chamo Marcela, a quicada custa $ 50 no carro, e $ 70 no hotel, que você paga. A noite com todas as opções possíveis, ou seja, pra fazer tudo, absolutamente tudo, o que você quiser e aguentar são $ 200, mas como é tarde e chove muito..., além disso você me agrada, deixo por 170. Você escolhe o que quer. Não acho a tarifa ruim, além disso você é muito gostosa, mas tenho $ 150, mais o dinheiro do hotel... – Regateei um pouco, na verdade tinha mais grana que isso. Bom, docinho, duas gozadas e uma festinha gostosa, seria tipo tudo que você quiser até duas gozadas, aí paramos. – Disse pegando meu pau com delicadeza, e começou a brincar com ele. A noite, Marcela. Vamos nos divertir, as gozadas não importam. Vamos perder tempo por $ 20. – Voltei pros peitos dela com a mão esquerda, e pra perna com a direita. Me dá os $ 20 a mais, não vai se arrepender, te garanto que vai ter mais prazer do que imagina, ficamos até as 10 da manhã, se você aguentar. – Disse sorrindo, sem parar de brincar com meu pau, o que me excitava cada vez mais.
$ 160 e não falamos mais nisso... – Tentei. $ 170, docinho. $ 170, não vai se arrepender. Você é uma mulher muito dura... Não, querido, você se engana, ou eu me engano. Sou quase uma mulher. Melhor que uma mulher, sou travesti. – Disse claramente, embora eu não entendesse muito bem do que ela estava falando. A mão dela segurou meu pulso esquerdo, e minha mão, que acariciava a coxa dela, foi empurrada para baixo da saia, até topar com algo firme, algo sólido. Minha primeira reação foi tocar aquilo, não foi pensado, só que eu não entendia o que estava entre as pernas dela. A mão dela segurava firme meu pulso. Percebi que algo estava errado, meu cérebro mandou um alerta, mas minha consciência dizia que não podia ser. Aquilo era uma pica, não me enganava, mas ia para baixo... Naquele instante entendi as palavras dela "travesti". Sim, ela tinha dito isso, mas até eu tocar a pica não tinha encontrado sentido na palavra. Tirei a mão como se aquilo queimasse de verdade, me afastei até minhas costas encostarem na porta do meu lado. Se tivesse mosca no carro, eu teria engolido uma, minha boca ficou aberta de susto. Não consegui evitar sentir um certo medo. Apesar de tudo, ela, ou ele, tinha conseguido manter minha pica dura, tinha me beijado, acariciado e chupado com tanta perfeição. Nunca imaginei que teria tanto contato, e muito menos tocar uma pica que não fosse a minha. Meu cérebro me desculpou, foi só um segundo, talvez dois, além disso foi por acidente, isso não significava que eu tinha gostado. Ei, não precisa desse auê todo, sou o que sou, não mordo nem tenho lepra, há dois minutos você negociava pra me levar pra cama, há 5 minutos você só gemia quando eu chupava sua pica, e meus peitos te animavam pra caralho, até disse que gostava. Vamos, você não é criança, somos adultos. O que os adultos fazem é conversar e se entender. "Não vamos fazer nada que um de nós não queira" – disse reforçando essas palavras com uma pronúncia lenta e clara –, acho que podemos nos divertir, sim. como satisfazer um homem. Você me atrai, é bonito e gentil, além de carinhoso. Acho que não vou te decepcionar, sou uma mulher com algo a mais, e se isso te incomoda, é só não olhar... Olha pra sua pica, ainda dura de explodir..., sei que você gosta de mim, a decisão é sua se quer experimentar, senão eu saio do carro e você segue seu caminho. – Foi o que ela disse, parecia bem sensato o que falava, além disso, era verdade que minha pica continuava dura, e era verdade que eu tava gostando do que tinha experimentado até agora, exceto a pica, e era verdade que ela era gostosa, muito gostosa.. Olha, você me pegou de surpresa, o tempo todo pensei que estava com uma mulher. Eu nunca saí com alguém como você. Não tenho tanta certeza se quero fazer isso, devia pensar melhor..., me entenda, isso é novo pra mim. – Respondi tentando parecer calmo, inteligente e respeitável. Te entendo mais do que você imagina, não é a primeira vez que passo por uma situação assim. Também vou te dizer que até agora ninguém reclamou dos meus serviços, embora alguns não tenham experimentado a mercadoria... – ela disse num tom conciliador, quase maternal. Você é o cliente, acho que sabe o que é melhor pra você, embora sua pica não pareça ter tantas dúvidas quanto você. – Ela completou, e rimos juntos. Isso quebrou o gelo, observei o seio que estava apetitoso pra fora do decote do vestido dela, o mamilo era grandinho, de dar vontade de chupar até morrer, traços delicados, nariz meio curvado e pequeno, lábios carnudos, olhos escuros e safados. Olhei pras pernas dela com atenção e interesse, eram longas e bem torneadas, eu tinha tocado nelas e sabia que eram macias e firmes. Pensava o mais rápido que podia. Movi minha mão devagar, até pousar na coxa dela, ela me observava com atenção. Senti meu corpo relaxar. Ao tocar a perna dela, minha pica ficou ainda mais dura.
Não tô completamente certo. É algo novo, tenho um monte de dúvidas. – Falei pra ganhar tempo. A mão dela pousou de novo no meu pau, acariciando bem devagar, talvez pra não me assustar. Eu sabia que a decisão já tava tomada. E aí? O que você diz? – Perguntou apertando de leve meu membro. Se entendi direito, você se comporta como mulher, e não preciso temer que mude de ideia. É isso? – Perguntei, soltando a coxa dela e olhando bem nos olhos dela. Só precisa adicionar $170, e a gente fica até as 10 da manhã. – Ela disse, sorrindo de leve, com os olhos semicerrados de um jeito sensual. Fechado. – Respondi, voltando a acariciar o peito dela. Guarda isso pra depois, e vamos pro hotel. Tá frio e eu tô bem quentinha, gosto de homens bonitos como você. – Ela completou, antes de aproximar o rosto do meu, pegar meu queixo com a mão, virar minha cabeça e deslizar a língua dentro da minha orelha. Me surpreendeu mesmo, me afastei assustado, foi como se uma corrente elétrica forte tivesse percorrido meu corpo, descarregando 220 volts no meu pau. Epa!!! Não se assusta agora. – Ela disse, rindo. Imagina. – Gaguejei feito um idiota. Ela me pegou pelo queixo de novo, mas dessa vez beijou meus lábios com suavidade; depois de uns beijinhos, senti a língua dela pedindo licença pra entrar na minha boca. Tomado por uma puta excitação, deixei ela fazer. A gente se beijou com muita paixão, meu pau era testemunha disso. Senti uma mistura de tesão e confusão, tava beijando um cara que era uma mina e tava muito gostosa, acho que fiquei vermelho, mas não parei de beijar ela. Assim que pude, manobrei o carro e, seguindo as instruções dela, fomos pro hotel, que segundo ela sempre reservava um quarto bom pra ela. Entra na terceira garagem. – Ela indicou. Estacionei e desci do carro, na sequência baixei a cortina de metal que garantia mais privacidade pra gente. Ela me pegou pela mão e subimos uma escada em caracol estreita. O vestido justo dela revelava umas bundas perfeitas, redondinhas e firmes, as Teria mordido com vontade se tivesse tido tempo, mas ainda teria tempo. As pernas dela eram torneadas do meu jeito, era mais alta do que eu imaginava.
Entramos no quarto, a Marcela largou a bolsa num sofá e tirou a jaqueta de couro. A luz era fraca, mas dava pra ver tudo claramente. Fechei a porta atrás de mim. Ela me olhou sorrindo. "Vem cá, gato. Ainda não me disse seu nome." — disse abrindo os braços. "Carlos." — falei meio tímido. Apaguei qualquer dúvida que ainda tinha e me perdi nos braços dela. O corpo dela era firme e quente, os peitos apertando contra o meu peito, a barriga na minha, as pernas nas minhas, a gente se beijou e se acariciou com vontade. Minhas mãos foram parar na bunda redonda e dura dela. Ela ronronou de prazer, ou fingiu, não tava nem aí pro motivo. "Carlos, preciso ir ao banheiro, vou me arrumar um pouco pro meu homem. Fica à vontade, liga a TV, tem uns vídeos bons, põe uma música se quiser. Brinca com os controles na cabeceira da cama, as luzes também tão lá. Deixa tudo do seu jeito, volto já pra cuidar de você, vou cumprir o que prometi. Fica tranquilo que não vai se arrepender da escolha. Ah! Se não se importa, me dá o combinado, não quero parecer grossa, mas são as regras, depois sou toda sua... Não esquece de ligar e pagar, quando é de noite é adiantado." Peguei minha carteira e entreguei o dinheiro, ela guardou na bolsa e sumiu no banheiro com ela. Olhei o quarto, não era nada mal, não conhecia aquele hotel, mas ia lembrar dele mais do que jamais imaginei. Tinha espelho pra todo lado, uma cama gigante e em ótimo estado, os móveis eram simples, tudo forrado com carpete. Liguei pro telefone e bateram na porta na hora, paguei até meio-dia, por via das dúvidas, aquilo prometia muito. Examinei os controles, depois de algumas tentativas descobri pra que servia cada um. Coloquei um canal de TV onde um casal tava transando gostoso, tinha mais dois ou três, mas descartei a ideia e desliguei a TV. Procurei música, até achar uma bem suave, romântica pra completar, isso tava melhor. Regulei as luzes. Azuis e indiretas, com os espelhos aquilo dava pra ver bem, sem exagerar, claro. Minha pica tava meio dura, as dúvidas que me vinham me atormentavam mais do que eu queria, mas continuei até ficar completamente pelado. Entrei na cama, me cobrindo com um lençol, o aquecimento tava alto, então me cobrir era só uma reação de autodefesa contra o desconhecido. Peguei os cigarros na minha roupa, acendi um e tentei relaxar, minha pica tava mole. Não conseguia parar de sentir nervoso, o que me irritava. Avaliei a situação mais uma vez, se aquilo complicasse eu tinha uns 20 kg de vantagem, já tava tudo pago, podia vazar sem problema. Esses eram meus pensamentos, quase me arrependendo de onde tinha me metido, até que a porta abriu e ela voltou pro meu campo de visão. Parou na frente da cama, tava espetacular, salto alto, meia preta, uma fio dental preta bem cavada, e os peitos lindos de fora. Olhei pra aquele corpo e esqueci na hora o que tava escondendo, era um corpo de mulher perfeito, umas pernas longas e lindas, a magreza dela contrastava com o quadril largo e os peitões. Comecei a ficar excitado de novo e minhas dúvidas sumiram mais rápido do que eu imaginava, minha pica endureceu na hora.
Amor, já tá na cama! Não vai sentir frio? – disse em tom de brincadeira e completou – Clima gostoso, música boa, dois adultos, uma cama, acho que o momento é perfeito. – E pegando o lençol com a mão, fez ele voar até os pés da cama. Uau!!! Mas olha como você tá!!! Acho que vou ter que cuidar rapidinho disso aí. Deve estar doendo muito. – Jogou os sapatos um de cada vez, bem longe, antes de se sentar na cama, de um jeito bem feminino, e começar a acariciar meu peito com suavidade. Relaxa, que a mamãe vai cuidar pra você se sentir bem. – A mão dela acariciava minha barriga. Depois terminou de subir na cama, com toda agilidade, aproximando a boca da minha. Ainda tem dúvidas? Tá gostando do que vê? Vamos em frente? – Perguntas retóricas, porque antes que eu respondesse, apoiando-se na cama, os lábios dela pousaram nos meus e ela começou a me beijar com doçura, enquanto a mão dela se apossava do meu pau que fervia de tesão. Em resposta às carícias dela, minhas mãos buscaram o corpo dela, uma agarrou um peito, a outra deslizei por baixo do corpo dela até acariciar a bunda dela. A pele dela era muito macia ao toque, também era quente, a carne era firme, aquele corpo me seduzia além do normal, talvez fosse a maçã proibida de que tanto falavam. Sem pensar, eu ia me entregando entre as carícias sensuais que trocávamos e os beijos ternos que dávamos. Ela me beijou no pescoço, sabia o que fazia, minha excitação crescia, depois a língua dela entrou na minha orelha e os lábios sugaram meu lóbulo, eu gemi sem querer. A língua dela revolveu o interior da minha orelha, a mão dela brincava com meu prepúcio. Depois começou a beijar meu pescoço e desceu pelo meu peito até meus mamilos, sugou um como ninguém nunca tinha feito, a língua dela me dava carícias e os dentes arrancavam um prazer inesperado. Passou para o outro pra me dar um tratamento parecido, eu fervia de tesão. Marcela mostrava toda a experiência dela, a boca dela deslizou beijando minha barriga, mordendo e sugando, se demorou uns instantes no meu umbigo, os olhos dela procuravam os meus com malícia, como avaliando as ações dela, me deixando ainda mais excitado. Finalmente chegou no meu pau, beijou umas três vezes sem tirar os olhos de mim, depois engoliu ele com uma facilidade enorme, arrancando um gemido espontâneo de mim. A boca dela era um aspirador, me chupava num ritmo incrível, eu via meu pau aparecendo e desaparecendo naquela boca gulosa. O calor úmido e a maciez da boca dela me fizeram pensar que diabos ela fazia com os dentes. Não demorou muito pra eu descobrir, ela mudou o tratamento, os dentes começaram a mordiscar com uma suavidade perfeita a cabeça do meu pau, com movimentos leves e mantendo meu pau dentro da boca dela, me dava uma espécie de mordidas falhadas que deixavam os dentes deslizarem na parte mais sensível do meu pau. Nunca tinha experimentado nada igual, me revirava de prazer na cama. A mão experiente dela começou a acariciar minhas bolas, sem parar de me chupar, enquanto os dedos roçavam minha entreperna atrás delas, ou seja, entre minhas bolas e meu cu. Era só prazer, de vez em quando ela engolia meu pau até eu sentir que encostava na garganta dela, nunca imaginei que fosse possível, outras mulheres teriam vomitado sem chance. A mão da Marcela se aventurava como quem não quer nada, e às vezes os dedos acariciavam como sem querer meu cu. Nas primeiras vezes me assustei e me mexi inquieto na cama. Depois sucumbi vítima de tanto prazer, e relaxando curti esses roços, a ponto de desejar que ela me acariciasse de vez o cu. Acho que ela entendeu assim, depois lembrando de tudo perceberia que fazia parte do plano, primeiro um amolecimento, até eu mesmo sentir a necessidade e não ter mais vergonha. Quando ela percebeu que tinha vencido meus pudores iniciais, continuou com umas lambidas esporádicas no meu pau pra acariciar meu cu, o nível de excitação foi continuava igual, mesmo que o foco do estímulo tivesse mudado. Logo senti a ponta do dedo indicador dele tocando o que até então eu considerava minha saída traseira. Ele se movia com muita habilidade, apoiado no meu ânus, a ponta do dedo fazia pequenos círculos, quando não se movia pra frente e pra trás sem perder o contato. Os movimentos eram suaves e arrancavam gemidos de prazer de mim. A mão direita dele brincava com meu ânus, a esquerda com meu pau, e a língua lambia minhas bolas, eu abria minhas pernas ao máximo e levantava uma pra dar melhor acesso a ele. Agora que lembro, sei que meus movimentos eram instintivos, só queria mais e mais prazer. Ignorava quais eram os objetivos dele. Depois de um tempo, a boca dele começou a me beijar mais atrás das bolas, temperado com algumas lambidas da língua incansável, até que em determinado momento senti a ponta molhada da língua dele substituindo o dedo indicador na estimulação do meu precioso esfíncter. Juro pra vocês, eu derretia de prazer, já não raciocinava, só aproveitava. Logo senti a boca dele chupando meu ânus, o que me desmoronava de excitação, pra depois sentir a língua empurrando meu esfíncter, como se quisesse entrar. Às vezes o prazer era tão intenso que quase me dava cãibra de tanta tensão nos músculos. Não sei quanto tempo durou a chupada de cu, podiam ser 5 minutos ou 5 horas, perdi a noção do tempo. A língua dele ia e vinha, entrava e saía, depois o dedo explorava meu ânus, primeiro timidamente, mais língua, logo ele tava tudo dentro. Nem pensei que era um mete-saca de verdade. Pra piorar, o dedo dele encontrou algo, que eu nem sabia que existia, lá no fundo do meu ânus, que arrancou mais que gemidos, gritos de prazer. Meus olhos ficavam fechados, só tentava me concentrar em manter minhas pernas de um jeito que aquilo não acabasse. Sentia que ia gozar a qualquer momento. Senti ele falando comigo. Quer gozar já? Perguntou com uma voz gutural, talvez de excitação. Sim, sim, por favor. Supliquei. Levanta as duas pernas. Disse numa voz ainda mais baixa. Eu não sabia o que ela pretendia, mas nem hesitei, fiz exatamente isso. Marcela manteve as pernas levantadas com uma mão, enquanto se endireitava na cama, eu não a via porque ela ficou atrás das minhas pernas. Senti minhas panturrilhas descansando nos ombros dela, enquanto o braço esquerdo dela as segurava pela frente. Tentei olhar no espelho ao lado da cama, mas quando consegui focar a visão já era tarde. Senti algo parecido com um dedo empurrando meu ânus e entrando suavemente, sem dor, bem devagar. Atônito, vi claramente no espelho Marcela manobrando o pau dela com a ajuda da mão, enfiando ele no meu cu. Não sei se foi a surpresa, se foi a ausência de dor, ou talvez a curiosidade, mas não me mexi e deixei ela fazer. Fica calmo, agora você vai me dar todo o creme que tem. – A voz dela soava muito distante. Senti aquilo começando a se mover dentro de mim, não era grosso, era mais fino, embora comprido. Os movimentos eram suaves e lentos, eu sentia um prazer quente por dentro, era uma experiência desconhecida, o pau dela deslizava abrindo caminho bem devagar, com um roçar gostoso no meu ânus, acariciando o interior dos meus intestinos, até que fazia contato com o que hoje sei que era minha próstata, mas na época eu ignorava. O prazer era intenso, nada de dor, era algo tremendo, eu derretia a cada investida. Aos poucos ela foi acelerando o ritmo, até que num determinado momento escapou pra fora do meu cu. Acho que ali o feitiço se quebrou, porque algo reagiu no fundo do meu cérebro, fazendo eu baixar as pernas com agilidade e conseguir me sentar na cama. Por favor, isso não. – Falei com toda a convicção que pude demonstrar, meu corpo queria, mas minha mente não aceitava. Ela hesitou um instante, mas não reclamou. Vem aqui e me dá essa porra. – Disse ela se deitando de costas e levantando as pernas, do mesmo jeito que eu tinha feito segundos antes. Ali eu vi ela completamente nua pela primeira vez. Certa vez, ela tinha um corpo que podia ser a inveja de muitas mulheres. Entre as pernas dela estava o que tinha enfiado no meu cu: uma rola fina, talvez uns 3 cm de grossura no máximo, e bem comprida, uns 12 a 14 cm. Tava dura, apontando pra cima e pra esquerda. Ela teve a delicadeza de esconder com a mão. Hesitei um instante, depois pedi pra ela ficar de bruços, não me sentia preparado pra fazer de frente. Ela não discutiu, mas antes me deu um pote de pomada ou gel. "Passa no meu cu e na sua rola, assim não vai doer." — disse enquanto abria as pernas e levantava a raba pra facilitar o serviço. "Você quem passou em mim?" — perguntei, intrigado. "Claro." — respondeu. Imaginei que a tesão do momento não me deixou perceber ou sentir que ela tava lubrificando meu cu pra me comer, o que me deixou bem preocupado, mas não tanto a ponto de não lubrificar o cu dela e minha rola. Enquanto fazia isso, descobri os ovos dela pendurados sem cerimônia. Minha rola continuava dura, guiei devagar até o ânus dela até encostar a cabeça. Ela pegou com a mão por entre as pernas, ajudando a enfiar — na verdade, controlava a velocidade, mas eu não sabia disso. Penetrei firme e devagar, o esfíncter dela resistiu à cabeça do meu pau, vi o corpo dela se mexer um pouco pra ajudar a penetração. Depois de passar por essa parte, minha rola deslizou fácil, e enfiei tudo.
Depois de penetrá-la, deixei meu corpo descansar sobre o dela, pra começar a me mover devagar. A bunda dela era bem apertada, o que me deixava ainda mais excitado. Marcela acompanhava minhas idas e vindas com movimentos perfeitamente sincronizados, o que tornava a foda perfeita. A bunda dela empurrava pra trás toda vez que eu enfiava meu pau até o fundo do intestino dela, pra depois recuar no sentido contrário ao movimento do meu pau. Minha excitação só aumentava, e minhas mãos iam atrás dos peitos dela, que eu acariciava e apertava com frenesi. Ela gemia e me incentivava falando putaria. "Vai, enfia mais, arrebenta minha bunda, safado. Vai, me dá esse pau que eu adoro. Minha bunda é sua, me mostra o quanto você é canalha. Me fode que eu amo. Enche meu cu com seu creme quente. Mais rápido, filho da puta." – E assim ela continuava gritando coisas pra me animar na foda. Juro que fiz o máximo que pude, fodi ela até matar, como nunca. Parecia o pistão de um motor enlouquecido. Pra minha surpresa, ela empurrava como uma louca. Era tanto frenesi que eu soltava bufadas, igual um touro enfurecido, e ela gemia entre gritos de incentivo. Se alguém tivesse gravado aquilo, sem dúvida ia achar que era um assassinato, não uma foda. "Me dá, safado. Vai, filho da puta." – Ela gritava. "Já foi, já foi, aí vai." – Gritei quando senti que ia gozar. Foi um orgasmo brutal, o ambiente e o contexto eram mais que excitantes. Eu tava fodendo uma mina de pau, literalmente furando a bunda dela, e ela pedia mais e mais. Aquela bundinha apertada era como um anel no meu pau, o interior era quente e macio, minhas bolas tavam explodindo, e foi isso. Senti o prazer me dominar por completo, do fundo do meu ser brotou toda minha energia, as contrações eram devastadoras, cada uma empurrava mais e mais porra pro dentro da bunda preciosa da Marcela. Eram como espasmos, meu corpo se tensionava ao máximo e aquilo parecia não ter fim, eu empurrava como um louco, e ela fazia o mesmo, até que não aguentei mais. Quase me mexer, era uma contração sobre outra e meu corpo estava como paralisado. De repente, o prazer começou a diminuir, empurrei três ou quatro vezes mais, quase sem convicção, já tinha descarregado todo o meu poder, ela resistiu firme sem se mexer, entendendo que era só um reflexo tardio. Ficamos bem quietos, eu relaxei, descansando meu peso sobre ela. Senti como o cu dela apertava meu pau, tipo um cumprimento, fez isso várias vezes, eu respondi com uns movimentos, empurrando de leve. Nossos corpos estavam totalmente suados, aquilo tinha sido um baita exercício, mais uma luta. Apoiada num dos cotovelos, ela virou a cabeça me procurando, eu encostei meu rosto como pude e nos beijamos com um pouco de dificuldade. E aí, Gostoso? O que achou de me fazer amor? – Perguntou com um certo carinho. Excelente, você é um demônio na cama. – Respondi beijando o pescoço dela. Ela reclinou a cabeça e senti o corpo dela dar um pequeno tremor. Tirei meu pau, já todo mole, do cu dela, já estava saindo sozinho. Virei na cama, me esticando exausto. Ela saiu da cama e foi pro banheiro. Me estiquei na cama pra recuperar o fôlego e minha mão tocou uma coisa viscosa. Tirei na hora, olhei com atenção mas não distinguia o que podia ser, ajustei a luz e vi que no meio da cama tinha uma poça de porra, quase toquei de novo, mas percebi que não era minha, e que eu não tinha sido o único a gozar.
9 comentários - Minha experiência com uma trans
Van ocho puntos.
Pd, te dejaste el segundo asalto jajjajajja