Relato encontrado
Imagens ilustrativas
Já faz alguns anos que vim estudar em Madri. Assim como muitos outros jovens, tive que deixar minha famÃlia e vir pra capital porque onde eu morava não dava pra cursar a faculdade que eu queria. Como não tenho famÃlia aqui, fiquei avaliando várias opções. Uma que me atraÃa muito era a de um colégio residencial. Conhecia gente que estava ou tinha estado em colégios residenciais em Madri e falavam maravilhas deles. Outra opção era alugar um quarto, embora minha famÃlia gostasse menos disso "porque nunca se sabe com quem você vai dividir apê". Como se isso fosse um problema: se cair com algum mala, é só mudar de casa e pronto. Finalmente, a solução perfeita apareceu de repente. Aparentemente, a filha de uns amigos dos meus pais também estava estudando em Madri e precisava de uma companheira de apê, porque a antiga colega tinha acabado de se formar e voltado pra cidade dela. Então nos propuseram que ela e eu dividÃssemos o apê. Eu a conhecia desde pequenos porque nossos pais eram amigos de longa data e tÃnhamos ido juntos pra escola, embora ela fosse dois anos mais velha que eu e não estivéssemos na mesma turma. Mas nos dávamos muito bem. Então a ideia me pareceu perfeita. Também pros meus pais. Embora meu pai tenha me avisado, meio na brincadeira, meio sério, pra respeitar ela e não encostar nela pra não arrumar problema entre as duas famÃlias. Coisa que fiz sem hesitar, já que, embora MarÃa Jesús seja bem gostosa, eu a vejo mais como uma boa amiga do que como uma possÃvel namorada. Ela é alta, loira, cabelo comprido e ondulado, olhos azuis e um corpo bem bonito, muito proporcionado, com os peitos e a bunda de tamanho médio: nem muito grandes nem muito pequenos. Não é daquelas loiras de olhos azuis com uma beleza espetacular, embora seja bem bonita e nunca tenha faltado pretendentes pra ela. O caso é que acabamos dividindo o apê. A convivência ia muito bem porque já éramos amigos de antes, então não precisou de fase de adaptação. um ao outro. Também não havia nenhum tipo de tensão sexual entre nós e ambos levávamos uma vida normal. PodÃamos sair do banho só de toalha, andar pela casa com pouca roupa, etc. E os dois achávamos isso natural. A gente conversava muito quando estávamos em casa e contávamos quase tudo um pro outro. Na real, ela me deu ótimos conselhos pra conseguir conquistar a Mamen, que depois acabou virando minha namorada. Era uma colega de faculdade que eu já tinha notado desde o primeiro dia de aula. E graças aos conselhos da MarÃa Jesús, consegui me aproximar dela e, aos poucos, ela foi se interessando por mim. A Mamen era de Madrid e morava com os pais, então eu ter meu próprio apartamento era um luxo na hora de buscar privacidade. Além disso, ela se dava super bem com a MarÃa Jesús, já que as duas se conectaram na hora que se conheceram. Então não tinha problema se à s vezes a gente se encontrasse os três no apê. Ou até os quatro, porque a MarÃa Jesús tinha namorado na nossa cidade de origem e ele vinha vê-la com frequência, especialmente nos fins de semana. Também não tinha problema se quiséssemos ficar a sós com nossos parceiros. A gente ia pro nosso quarto e lá podia fazer o que quisesse sem vergonha, porque tinha confiança. Na real, a MarÃa Jesús geme muito quando transa, então dá pra ouvir ela na casa toda, que por sinal não é muito grande. E não só não incomoda nenhum de nós, como depois a gente conversa e brinca sobre isso durante a semana, quando o namorado dela já foi embora, e comentamos as fodas que ela deu naquele fim de semana. Além disso, tenho que confessar que me dá muito tesão ouvir ela transar. A Mamen também. Às vezes acontece de estarmos os quatro em casa quando eles vão pro quarto da MarÃa Jesús transar, e a gente fica tão excitado ouvindo eles que acabamos fodendo também. Como a MarÃa Jesús é mais velha que eu, ela também está mais adiantada nos estudos. Então, já nos últimos perÃodos, ela conseguiu uma bolsa pra trabalhar numa empresa. Isso fazia com que eu passasse muito menos tempo em casa, já que estudava de manhã e trabalhava à tarde. O que deixava a Mamen e eu com a casa só pra gente a tarde inteira. Isso permitiu a gente experimentar coisas novas e, principalmente, lugares novos. A gente podia fazer sem problemas na sala ou na cozinha, por exemplo. Um dia, a gente tava sentado no sofá vendo TV depois do almoço. Tava passando um programa que a gente gosta muito. Era um daqueles programas de zapping que mostram as imagens mais curiosas que rolaram em outros programas no dia anterior e depois comentam entre os apresentadores. Nesse especÃfico, tem uns seis ou sete apresentadores, sendo que metade são minas. Elas costumam se revezar, mas quase sempre são as mesmas. As minas em si são bem novinhas e todas muito gostosas, com peitões enormes e corpos perfeitos. Imagino que escolhidas de propósito pra aumentar audiência entre os caras, porque ainda vestem elas com roupas bem justas e decotadas pra exibir bem os atributos. Com certeza, eu fico de pau duro com praticamente todas, e mais de um dia, quando tava sozinho vendo o programa, acabei batendo uma no sofá curtindo a visão daquelas belezuras. Nesse dia especÃfico, elas ainda tavam discutindo sobre formas de aumentar audiência nos programas. Mostraram imagens de apresentadoras de programas de sucesso e foram comparando a evolução da audiência com a redução da roupa, de modo que ficava claro que eram coisas ligadas uma à outra. Além disso, os programas com mais audiência eram aqueles em que as apresentadoras tinham os peitos maiores. Tudo isso foi me deixando muito tesudo, porque cada apresentadora era mais gostosa que a anterior. E quando finalmente começaram a debater o assunto, as câmeras foram focando em todas as apresentadoras do programa. Naquele dia, elas tinham vestido roupas especialmente decotadas e justas pra reforçar o assunto. E todas elas insinuavam que seus encantos eram ainda maiores e mais lindos que os das apresentadoras dos vÃdeos. A apresentadora que mais me excita de todas, uma morena de óculos, cabelo comprido, lábios pintados de vermelho intenso e boca enorme, agarrou os próprios peitos e começou a esfregá-los e balançá-los, mostrando-os para a câmera e dizendo que seus peitos não tinham nada a invejar os das garotas dos vÃdeos. E as câmeras focavam no decote dela, que deixava pouco para a imaginação. Minha excitação naquele momento era enorme. Acho que devia estar estampada na minha cara, porque minha namorada me disse: — O que foi? Você está bobão. — Nada, amor, nada. Só estou vendo o programa, só isso. — É, claro, vendo o programa. O que você está é olhando pras tetas das apresentadoras. — Que nada, amor, que nada. Só estou vendo o programa, como sempre fazemos. — Não mente, vai. Você sabe que não me importo. — Bom, tá bem. Sim, estou olhando pras tetas delas. — Viu? Sabia. — É que todas são gostosas pra caralho. Principalmente essa morena, que me deixa louco. — Já dá pra perceber, já. Ao dizer isso, olhou para minha virilha. Quando olhei também, vi que tinha um volume considerável, o que era normal dado meu estado de excitação. Se estivesse sozinho, já estaria me masturbando há um tempão. E com certeza já teria gozado vendo a morena esfregar as tetas, imaginando cuspir meu esperma no decote dela e nos lábios tão carnudos e sensuais. — Poxa, desculpa, amor. — Não precisa se desculpar. É uma reação normal. São umas minas muito gostosas. — Você é mais gostosa. — Hahaha. Mentiroso... Mas obrigada. Ao dizer isso, levou a mão até meu volume e começou a acariciar por cima da calça. Foi esfregando a palma da mão, percorrendo desde a base do meu pau até a ponta, fazendo minha ereção aumentar. — Tá com tesão mesmo, hein. Vamos ter que fazer alguma coisa com isso ou vai explodir... Então agarrou minhas bolas com a outra mão e apertou, sem parar de me acariciar. Ela se inclinou no sofá e aproximou a cabeça da minha virilha, dando um beijo bem no meio da minha rola. Sentou-se de novo, me olhando e sorrindo enquanto abria meu zÃper. Enfiou a mão devagar, tateando por dentro. Os dedos percorriam minha cueca, acariciando minha rola dura, até achar o elástico. Enfiou os dedos por dentro e agarrou minha cabeça com dois dedos. Foi descendo aos poucos, deslizando o elástico, até conseguir envolver minha rola com a mão e tirá-la para fora da cueca e da calça. — Porra, como tá dura. — É que entre a televisão e você, fiquei puta que só o caralho. Assim que minha rola ficou totalmente de fora, ela apertou com força e começou a me masturbar. Devagar no começo, e cada vez mais rápido e mais forte. Depois de um tempo, ela se inclinou de novo sobre mim. Dessa vez, me beijou na ponta da cabecinha. Deu vários beijinhos curtos e molhados. Mostrou a ponta da lÃngua e lambeu o buraquinho por onde já começava a sair porra pré-gozo. Envolveu a cabecinha com os lábios e chupou as gotinhas conforme iam saindo.
Depois, ela retomou o movimento da mão pra me masturbar. Os lábios e a lÃngua dela subiam e desciam no meu pau, percorrendo ele junto com a mão. Ela babou bem pra os dedos deslizarem sem problema e poder aumentar o ritmo do boquete, além da punheta. O prazer era enorme e eu comecei a gemer e ofegar. Acariciei as costas dela e fui deslizando a mão até chegar na bunda dela. Acariciei e voltei a subir pelas costas. Dessa vez, enfiei os dedos por baixo da camiseta dela e fui levantando enquanto acariciava, até chegar no sutiã. Desabotoei ele e levei a mão pros peitos dela, agora livres. Agarrei um deles e apertei. Acariciei procurando o mamilo. Quando encontrei, belisquei e brinquei com ele na ponta dos dedos, sentindo como ele endurecia. Ela continuava chupando meu pau com vontade. Via a cabeça dela subindo e descendo rápido. Sentia os lábios batendo na minha pélvis e a lÃngua percorrendo todo o meu pau. Num dado momento, ela deixou a boca em volta da minha cabeça, prendendo ela com os dentes. Levou as mãos pro meu cinto e desabotoou. Depois, soltou o botão e abriu bem a braguilha. Me abaixou um pouco a cueca. Eu levantei um pouco o quadril pra ela poder abaixar mais, e aà a minha cabeça roçou nos dentes dela, me dando um arrepio de prazer que me fez soltar um gemido. Ela tirou minhas bolas pra fora e agarrou elas com uma mão, acariciando e brincando enquanto retomava o boquete, segurando meu pau com a outra mão.
Eu continuei acariciando os peitos dela e beliscando os bicos. Agora eu tava de olho na TV, porque a morena voltou a se apalpar pra mostrar de novo que eram enormes, maiores que os das outras apresentadoras. Ver ela se tocando enquanto minha mina me chupava era uma sensação foda. Reparei nos lábios dela: grandes, carnudos e de um vermelho intenso, super sensual. Imaginei que eram eles que estavam chupando meu pau naquele momento. Fantasiei com minha cabeça entrando e saindo daqueles peitões. Imaginei que era aquela longa cabeleira morena que pendia sobre minha virilha, fazendo cócegas na minha pélvis no ritmo do boquete. Passei a mão livre no cabelo da minha mina, pensando que tava acariciando a apresentadora, empurrando a boca dela contra meu pau pra engolir tudo enquanto eu empurrava com a bacia pra cima. Meus gemidos e ofegos ficavam mais intensos à medida que o prazer me consumia e eu chegava perto do orgasmo. Eu tava metendo na boca da minha mina com força, apertando a cabeça dela pra baixo com as duas mãos e curtindo a visão de uma apresentadora que sempre me enlouqueceu. Comecei a gritar de tesão: "Isso, isso. Isso, isssssssso". Quase perdi a visão, mas queria continuar vendo aquela deusa na TV. Sempre sonhei em gozar na boca dela, aquela boca grande com uns lábios incrÃveis. E graças à minha mina, eu tava prestes a conseguir.
Então, de repente, ouvi um barulho. No começo, não reconheci. Minha namorada também não, porque continuou chupando meu pau sem diminuir o ritmo frenético. Logo percebi que era o som de uma chave girando na porta de casa. Antes que eu tivesse tempo de reagir, a porta começou a abrir e vi a cabeça de MarÃa Jesús aparecer, já que a porta da entrada dá direto na sala. Enquanto entrava, deu um alô: - Oiiiiiiii. A partir daÃ, tudo aconteceu muito rápido. Minha namorada se levantou de repente, levando uma mão à boca e a outra ao peito, tentando esconder os peitos que agora balançavam no ar, já que o sutiã estava desabotoado e a camiseta levantada. Soltou um gritinho abafado e saiu correndo para se trancar no banheiro, batendo a porta. Eu puxei minha calça para cima, mas meu pau estava duro como pedra, e minhas bolas inchadas, a ponto de gozar, então mal consegui subir. Peguei uma das almofadas que sempre temos no sofá e coloquei por cima, tentando esconder meu pau pelado e a ereção monstra. Cruzei as pernas e segurei a almofada com uma mão, enquanto me reclinava no sofá e colocava o outro braço atrás da cabeça, apoiando nele e tentando adotar uma postura natural, como se estivesse vendo TV de boa. MarÃa Jesús terminou de entrar e ficou me olhando surpresa. - O que foi? Por que essa cara? E pra onde foi a Mamen tão rápido? Não sabia o que dizer e hesitei uns segundos, até que finalmente me veio uma ideia. - É que ela passou mal e teve que sair correndo pro banheiro porque achou que ia vomitar. - Nossa, coitadinha. Ela tá bem? - Sim, certeza que não é nada. Ela pareceu aceitar minha explicação, mas me olhou de um jeito estranho, me examinando de cima a baixo. Foi até o banheiro e bateu na porta. - Mamen, você tá bem? Precisa de alguma coisa? - Não, nada, obrigada, MarÃa Jesús. Tô bem. Já já saio. - Tá bom, não se preocupa. Fica tranquila. Se recupera e, se precisar de algo, me avisa. Aà ela voltou pra sala, largou as coisas na mesinha que a gente usava de jantar e sentou comigo no sofá. Eu tinha aproveitado a conversinha rápida dela com minha mina pra subir a cueca e a calça, mas ainda tava com o travesseiro no colo. Tinha que manter a mesma pose pra disfarçar, até porque minha pica ainda tava dura pra caralho. Pra evitar que a MarÃa Jesús reparasse muito, tentei distrair ela conversando. — Como é que você chegou tão cedo? — Ah, sei lá. Não tava afim de trampar e peguei a tarde livre. — Qualé! Vai ver tão te mandar embora. — Que nada, bobo, é que eu tinha umas horas pra tirar por causa das horas extras que fiz, e me deixaram pegar a tarde de folga. E você, o que tá vendo? — Nada, um programa de zapping. — Ah, esse aà já vi umas vezes. É muito bom. E as minas são muito gostosas. — Pode crer! E hoje ainda vestiram elas bem sexys. — Tô vendo, tô. Caralho, se eu tivesse umas tetas daquelas, ia ser o terror dos caras. — Mas que isso, doida, se você já tem namorado. E ele é mó gente boa. — Eu sei, cara. Tô brincando. Se eu amo muito meu gordinho. Mas é que tenho que admitir que dá uma invejinha quando vejo essas minas com esses corpões e esses decotes. — Ah, para. Não fala besteira. Se você tá fenomenal. Tem um corpo lindo e é muito gostosa. Não tem nada pra invejar. Certeza que se você se vestisse com essa mesma roupa apertada e decotada, você passava o rodo nelas. — Ai, obrigada. Que fofo você é! E me deu um beijo na bochecha, bem perto da boca. Nessa hora, minha mina saiu do banheiro. Tinha arrumado a roupa e a franja tava molhada, como se tivesse lavado o rosto. As bochechas tavam vermelhas, acho que por causa do tesão e da vergonha de quase terem nos pegado. Os olhos tavam meio vidrados, também por causa da excitação e porque ela devia ter ficado de olhos fechados por um bom tempo enquanto me chupava. Ela tremia um pouquinho de nervoso. Então, no fim das contas, se você não soubesse que ela estava ao mesmo tempo envergonhada e excitada, dava pra passar perfeitamente por doente. O que foi ótimo pra gente continuar disfarçando na frente da MarÃa Jesús, que quando viu ela perguntou: — Como você está se sentindo, gostosa? — Um pouco melhor, obrigada. — Que bom. Por que você não senta aqui com a gente e eu te trago um copo d'água ou algo assim? — Não, obrigada. Acho melhor eu ir pra casa e deitar um pouco, pra ver se me recupero de vez. — Tá bom, mais tarde à noite te ligo pra ver como você está. Já comentei que as duas se davam super bem e tinham virado grandes amigas. Eu levantei pra acompanhar minha namorada até a porta, já que era minha obrigação como namorado, ainda mais se ela supostamente estava doente. Fiz isso rápido, pra ficar de costas pra MarÃa Jesús o quanto antes e ela não ver minha ereção. Quando cheguei perto da minha namorada, sussurrei: — Por que você vai embora? — Você é louco? Que vergonha! Quase fomos pegos. Vou pra casa me acalmar. Depois te ligo. — Mas olha como eu estou! Já estava quase gozando. E agora, o que eu faço? — Sei lá! Bate uma punheta! E ela foi embora quase batendo a porta. Sei que fui um pouco egoÃsta, pensando mais na minha própria excitação e na necessidade que eu tinha de gozar do que no quanto ela estava envergonhada. Mas os caras são assim: só conseguimos usar uma cabeça de cada vez. E quando é a de baixo que assume o controle, a de cima para de funcionar. Pelo menos a ereção tinha diminuÃdo um pouco e já não era tão evidente, embora ainda desse pra notar um volume na calça. Então me virei e fui rapidamente pro meu quarto, tentando que a Mamen não reparasse na minha virilha. Quando já tinha passado por ela e estava a caminho do meu quarto, falei: — Vou pro meu quarto um pouco. — Não quer terminar de ver o programa? — Não, não. Acho que vou deitar um pouco pra descansar. — Vale, mas você vai ficar no meio do caminho.
— Como assim?
— Isso mesmo, você vai largar o programa pela metade. O que você pensou?
— Não, nada, nada. Vou pro meu quarto. Depois a gente conversa.
— Tá bom. Descansa.
Assim que entrei, fechei a porta e me joguei na cama. Levantei um pouco a camiseta e puxei a calça e a cueca até os joelhos. Meu pau saltou feito mola. A ereção tinha baixado, mas eu ainda estava excitada. Peguei nele e comecei a acariciar, e rapidinho ele voltou a ficar duro pra caralho. Fechei os olhos e pensei na apresentadora e na minha namorada. Visualizei a cena como se estivesse vendo de fora, me imaginando no sofá, com a minha mina agachada em cima de mim chupando meu pau enquanto eu empurrava a cabeça dela com as duas mãos e olhava pra TV em êxtase. Comecei a bater uma mais rápido, louco pra gozar logo. Ainda ia conseguir gozar na boca da apresentadora, mesmo que fosse na minha imaginação. Segurei a base do meu pau com uma mão e com a outra fui aumentando a velocidade da punheta. Comecei a ofegar baixinho, mordendo o lábio pra não gritar de prazer. De repente, senti uma coisa estranha, como se estivesse sendo observado. Abri os olhos e vi a Maria Jesús parada na porta do meu quarto, me olhando. Ela tinha um sorriso safado no rosto e mordia o lábio de baixo sem tirar os olhos de mim, enquanto se apoiava na porta. Fiquei paralisado, com o pau na mão, sem saber o que fazer. Não sabia como reagir.
— Mas o que cê tá fazendo a�!
— Olhando. Ou você não tá vendo?
— E que porra cê tá olhando?
— Você.
— Então para de olhar. E por que caralhos você entra no meu quarto se ele tá fechado?
— A gente não tem tranca, lembra?
— Eu sei. Por isso que a gente tem o pacto de não entrar se a porta tiver fechada.
— Exato. Mas pensei que dessa vez você não ia se importar se eu quebrasse o pacto.
— E por quê?
— Porque eu posso te ajudar.
— Ajudar com o quê?
— Ah, para de se fazer de bobo. Ajudar você a terminar. Parece que no conseguiu terminar o serviço, hein. - O que você tá dizendo? - Qual é, cara. Eu vi vocês. Vi o que vocês estavam fazendo quando cheguei. Ou melhor, o que a Mamen tava fazendo com você. Foram rápidos, mas não o suficiente. - Sua filha da puta... - Filha da puta por quê? Eram vocês que estavam na sala sem o menor pudor. E ainda por cima, me ofereço pra te ajudar, pra compensar, e você me xinga? - Não preciso da sua ajuda, obrigado. Dou conta sozinho. - Até que dá pra ver. Mas seria uma pena desperdiçar essa ereção com uma punheta, quando quem deixou ela assim foi um boquete bem dado. Aà eu percebi que ainda tava com o pau de fora, duro e preso entre meus dedos. Tentei esconder com as duas mãos e senti que tava corando. Maria Jesus chegou perto da cama e sentou do meu lado. - Não esconde, idiota. Já vi ele. E é lindo, por sinal. - Você gostou? - Muito. Vai, deixa eu ver. - É que tô com muita vergonha. - Por quê? Somos amigos. E colegas de quarto. Não temos segredos. - Bom, talvez isso aà devia ficar em segredo. - Não fala besteira. Tira a mão. Ela colocou as mãos dela sobre as minhas e levantou devagar, fixando o olhar no meu pau, que ia aparecendo por baixo. Por fim, tirou minhas mãos de vez, deixando elas caÃrem dos dois lados do meu corpo. Quando soltou da pressão das minhas mãos, meu pau pulou duro de novo e ficou apontando pro teto por uns segundos, antes de cair sobre meu umbigo. Aà ela pegou ele com uma mão e colocou de novo apontando pro teto. Começou a acariciar devagar, mas com força, subindo e descendo enquanto girava a mão. Quando chegava na cabeça, colocava a palma sobre ela antes de enrolar os dedos de novo no pau e descer. Enquanto me acariciava, ela mordia o lábio de baixo. Tirou a lÃngua e começou a lamber os próprios lábios sem tirar os olhos do meu pau. Com a outra mão, começou a acariciar os peitos por cima da Camiseta. Eu tava alucinando. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer. MarÃa Jesús era só uma amiga. Nada mais. É verdade que, se eu reparasse nela como mulher, dava pra ver que era uma gostosa, mas nunca tinha feito isso até agora. Talvez por causa das palavras do meu pai, que lembrei naquele momento. Tentei criar coragem pra pedir pra ela parar e ir embora, que aquilo não era certo e devia parar. Mas aà ela se abaixou, apoiando na cama com um braço enquanto com a outra mão pegava meus ovos e meu pau de uma vez e enfiou ele inteiro na boca. Senti o calor dela envolvendo ele, a lÃngua molhando ele e os lábios roçando meus ovos, presos entre os dedos dela. E naquele momento o sangue desceu de novo pra cabeça de baixo e eu me deixei levar.
MarÃa Jesús começou a deslizar a boca por todo o meu pau, babando ele todo e lambendo. Deixando ele duro de novo, igual quando minha namorada me chupava, ou até mais. Porque agora eu tinha descoberto um novo tesão: um tesão especial em ver minha amiga de infância, minha colega de quarto, a garota que era minha confidente e a pessoa que mais me conhecia no mundo, agachada devorando meu pau. Fiquei fascinado vendo a carne do meu rabo saindo e entrando na boca dela, emergindo entre os lábios dela e sumindo de novo. Sentindo a lÃngua dela apertando contra minhas veias e percorrendo elas com a ponta. Ouvia o barulho de chupada que a boca dela fazia enquanto lambia e sugava. Aà ela tirou meu pau da boca e se endireitou. Tirou meus sapatos e meias e quase arrancou minha calça e cueca de tanta força que usou. Depois tirou a blusa e o sutiã, deixando à mostra uns peitos redondos, firmes e com auréolas grandes. Os bicos eram grossos e bem durinhos. Ela beliscou eles e depois desceu as mãos até as coxas. Tava usando uma saia curta mas larga, então as coxas dela ficavam quase todas de fora por estar de joelhos. Enfiou as mãos por baixo da saia e se acariciou a buceta com uma mão, gemendo e levando a outra mão à boca, onde enfiou um dedo e ficou chupando ele de um jeito tão sensual que me deixava louco só de ver. Aà ela abriu minhas pernas e se ajoelhou entre elas. Agarrou meu pau de novo com uma mão e minhas bolas com a outra. Aproximou a cabeça das bolas e beijou elas enquanto apertava. Depois esticou a lÃngua e com a ponta foi percorrendo elas, me fazendo cócegas e dando arrepios de prazer. Levou a lÃngua até a base do meu pau e lambeu ele inteiro, de baixo pra cima, bem devagar. Quando chegou na cabeça, lambeu com a ponta, brincando com meu buraquinho e tentando enfiar a lÃngua lá. Depois levou de novo a LÃngua na base do meu pau, na altura dos ovos e subiu de novo por ele. Repetiu várias vezes, lambendo e babando tudo, seguindo o caminho das minhas veias sem parar de apertar meus ovos.
Eu não parava de ofegar e gemer de prazer. Não conseguia tirar os olhos do rosto dela, vendo como ela lambia minha piroca e me olhava com olhos de safada e desejo. A cabeleira loira dela caÃa ondulada dos dois lados do rosto, roçando minhas coxas e minhas bolas. — Engole ela, vai, engole ela. Mas ela continuava lambendo devagar, sem pressa. — Por favor. Não aguento mais. Você tá me deixando louco. Engole ela de uma vez. Ela sorria pra mim, mas não parava de lamber. Trocou as lambidas por beijos na cabecinha. Eram beijos lentos, quentes, com os lábios envolvendo toda a ponta da minha cabecinha. Enquanto isso, repetiu com a unha o caminho que antes fazia com a lÃngua, me acariciando com ela. Minha piroca pulsava de desejo e excitação, e finalmente ela decidiu engolir. Enfiou na boca aos poucos, descendo devagar até os lábios tocarem minhas bolas. Aà subiu também devagar. Durante toda a descida e subida, foi lambendo. Ao subir, além de lamber, também chupava. Dava pra ver como as bochechas dela afundavam quando fazia isso. Foi pegando velocidade enquanto eu gemia cada vez mais forte, até quase chegar a gritar literalmente de prazer, dizendo pra ela continuar, pra chupar mais rápido, pra engolir mais fundo e que ela me deixava louco. Ela tentava e aumentava o ritmo sem parar, cravando a boca contra minhas bolas ao descer. A cabeleira dela balançava violentamente pra cima e pra baixo. Com uma mão segurava minha piroca pela base e com a outra acariciava minha barriga e meu peito, enfiando por baixo da minha camiseta. Eu empurrava a cabeça dela, segurava pelos ombros, acariciava cada centÃmetro do corpo dela que alcançava. Aquela cabeça e aquele corpo estavam me dando um prazer indescritÃvel e eu queria acariciar, beijar, morder...
A mão esquerda, que acariciava meu peito e beliscava meus mamilos, deslizou de novo até minha barriga. De lá, foi pra minha virilha e minhas coxas. Acariciou a parte interna da minha coxa esquerda e subiu por ela. Chegou até minhas bolas e passou por baixo delas. Senti uma unha brincando com a pele do meu saco, fazendo cócegas e me dando arrepios de prazer. Depois, deslizou um pouco mais pra baixo. Adivinhei onde ia e, por um lado, me assustei, mas por outro, fiquei ainda mais excitado. Quando senti a ponta de um dedo brincando com meu cu, tentando achar a entrada, meu corpo tremeu e eu joguei o quadril pra cima num reflexo. Ela fechou a boca em volta da minha pica e apertou com os dentes, prendendo ela pra eu não me mexer. E aà o dedo dela continuou procurando até achar o alvo. Entrou de leve no meu cu. No começo, só a ponta, mas foi fazendo pressão até entrar quase até a metade. Deixou ele lá enfiado. Meu corpo tava tenso, com medo dessa sensação nova numa área que eu sempre achei que ia ficar virgem pra sempre. Mas tenho que admitir que tava gostando. E aos poucos fui relaxando o corpo, aceitando a brincadeira. Minha pica, por outro lado, longe de relaxar, ficou ainda mais dura e inchou um pouco mais. Agora Maria Jesús combinava o boquete na minha pica com a penetração no meu cu. Meu quadril subia e descia, tentando fazer minha pica entrar até o fundo da garganta dela quando subia e o dedo dela me penetrar por completo quando descia. Eu não parava de gritar de prazer, berrando pra ela não parar. O ritmo do boquete e da penetração era foda. Meu corpo tremia de prazer. Minhas bolas pulsavam. Senti elas incharem, se preparando pra soltar tudo. Senti um lÃquido quente percorrer elas e passar pra base da minha pica, subindo por ela, que tremia e pulsava enquanto o lÃquido subia.
Tentei avisar a Maria Jesús, mas não consegui. Só dava pra uivar de prazer e não conseguia articular palavra nenhuma. Mesmo assim, ela pareceu perceber que eu ia gozar, porque a cabeça dela parou de subir e descer. O dedo no meu cu entrou até o fundo, e a cabeça dela desceu até os dentes dela se cravaram na minha pélvis, e eu senti meu pau chegar no fundo da garganta dela, os lábios dela se fechando em volta da base do meu pau e das minhas bolas. Uns segundos depois, senti a porra começar a jorrar do meu pau. Senti um calor e um formigamento no buraco da minha cabecinha a cada espasmo. Percebi como ele se dilatava pra deixar sair o que deviam ser uns jatos enormes de leite. Maria Jesús continuava imóvel, prendendo meu pau e fodendo meu cu. Eu apertei a cabeça dela pra baixo e levantei meu quadril, tentando enfiar meu pau ainda mais fundo na boca dela e afogando ela com minha gozada. A porra não parava de sair em jatos, e eu vi um pouco escapando num fiozinho pelo canto dos lábios dela. Quando finalmente terminei de gozar, relaxei a pressão na cabeça dela. Ela tirou o dedo do meu cu e agarrou minhas bolas, apertando elas pra expulsar até a última gota que ainda tivesse dentro. Enquanto isso, passou a boca de novo pelo meu pau, recolhendo cada gota de porra que conseguia achar. Continuou assim por um tempo, mesmo depois de deixar ele bem limpo, até que sentiu minha ereção começar a murchar. Nessa hora, tirou ele da boca e se deitou do meu lado. Eu ainda tava ofegante, tentando recuperar o fôlego. Virei pra ela e beijei ela, segurando o rosto dela com a mão e acariciando. Enfiei minha lÃngua na boca dela e senti um gosto estranho na minha lÃngua, que identifiquei como minha própria porra. A gente se beijou por um tempo, até que ela se levantou e, sem dizer nada, pegou a roupa dela e foi pra porta. Eu chamei ela pelo nome, quase num sussurro, ainda sufocado pelo prazer: — Maria Jesús! — Sim? — Valeu... Ela me deu um sorriso muito doce, se virou e fechou a porta. lentamente atrás de si, me deixando deitado na cama, semidespido e extasiado.
Imagens ilustrativas
Já faz alguns anos que vim estudar em Madri. Assim como muitos outros jovens, tive que deixar minha famÃlia e vir pra capital porque onde eu morava não dava pra cursar a faculdade que eu queria. Como não tenho famÃlia aqui, fiquei avaliando várias opções. Uma que me atraÃa muito era a de um colégio residencial. Conhecia gente que estava ou tinha estado em colégios residenciais em Madri e falavam maravilhas deles. Outra opção era alugar um quarto, embora minha famÃlia gostasse menos disso "porque nunca se sabe com quem você vai dividir apê". Como se isso fosse um problema: se cair com algum mala, é só mudar de casa e pronto. Finalmente, a solução perfeita apareceu de repente. Aparentemente, a filha de uns amigos dos meus pais também estava estudando em Madri e precisava de uma companheira de apê, porque a antiga colega tinha acabado de se formar e voltado pra cidade dela. Então nos propuseram que ela e eu dividÃssemos o apê. Eu a conhecia desde pequenos porque nossos pais eram amigos de longa data e tÃnhamos ido juntos pra escola, embora ela fosse dois anos mais velha que eu e não estivéssemos na mesma turma. Mas nos dávamos muito bem. Então a ideia me pareceu perfeita. Também pros meus pais. Embora meu pai tenha me avisado, meio na brincadeira, meio sério, pra respeitar ela e não encostar nela pra não arrumar problema entre as duas famÃlias. Coisa que fiz sem hesitar, já que, embora MarÃa Jesús seja bem gostosa, eu a vejo mais como uma boa amiga do que como uma possÃvel namorada. Ela é alta, loira, cabelo comprido e ondulado, olhos azuis e um corpo bem bonito, muito proporcionado, com os peitos e a bunda de tamanho médio: nem muito grandes nem muito pequenos. Não é daquelas loiras de olhos azuis com uma beleza espetacular, embora seja bem bonita e nunca tenha faltado pretendentes pra ela. O caso é que acabamos dividindo o apê. A convivência ia muito bem porque já éramos amigos de antes, então não precisou de fase de adaptação. um ao outro. Também não havia nenhum tipo de tensão sexual entre nós e ambos levávamos uma vida normal. PodÃamos sair do banho só de toalha, andar pela casa com pouca roupa, etc. E os dois achávamos isso natural. A gente conversava muito quando estávamos em casa e contávamos quase tudo um pro outro. Na real, ela me deu ótimos conselhos pra conseguir conquistar a Mamen, que depois acabou virando minha namorada. Era uma colega de faculdade que eu já tinha notado desde o primeiro dia de aula. E graças aos conselhos da MarÃa Jesús, consegui me aproximar dela e, aos poucos, ela foi se interessando por mim. A Mamen era de Madrid e morava com os pais, então eu ter meu próprio apartamento era um luxo na hora de buscar privacidade. Além disso, ela se dava super bem com a MarÃa Jesús, já que as duas se conectaram na hora que se conheceram. Então não tinha problema se à s vezes a gente se encontrasse os três no apê. Ou até os quatro, porque a MarÃa Jesús tinha namorado na nossa cidade de origem e ele vinha vê-la com frequência, especialmente nos fins de semana. Também não tinha problema se quiséssemos ficar a sós com nossos parceiros. A gente ia pro nosso quarto e lá podia fazer o que quisesse sem vergonha, porque tinha confiança. Na real, a MarÃa Jesús geme muito quando transa, então dá pra ouvir ela na casa toda, que por sinal não é muito grande. E não só não incomoda nenhum de nós, como depois a gente conversa e brinca sobre isso durante a semana, quando o namorado dela já foi embora, e comentamos as fodas que ela deu naquele fim de semana. Além disso, tenho que confessar que me dá muito tesão ouvir ela transar. A Mamen também. Às vezes acontece de estarmos os quatro em casa quando eles vão pro quarto da MarÃa Jesús transar, e a gente fica tão excitado ouvindo eles que acabamos fodendo também. Como a MarÃa Jesús é mais velha que eu, ela também está mais adiantada nos estudos. Então, já nos últimos perÃodos, ela conseguiu uma bolsa pra trabalhar numa empresa. Isso fazia com que eu passasse muito menos tempo em casa, já que estudava de manhã e trabalhava à tarde. O que deixava a Mamen e eu com a casa só pra gente a tarde inteira. Isso permitiu a gente experimentar coisas novas e, principalmente, lugares novos. A gente podia fazer sem problemas na sala ou na cozinha, por exemplo. Um dia, a gente tava sentado no sofá vendo TV depois do almoço. Tava passando um programa que a gente gosta muito. Era um daqueles programas de zapping que mostram as imagens mais curiosas que rolaram em outros programas no dia anterior e depois comentam entre os apresentadores. Nesse especÃfico, tem uns seis ou sete apresentadores, sendo que metade são minas. Elas costumam se revezar, mas quase sempre são as mesmas. As minas em si são bem novinhas e todas muito gostosas, com peitões enormes e corpos perfeitos. Imagino que escolhidas de propósito pra aumentar audiência entre os caras, porque ainda vestem elas com roupas bem justas e decotadas pra exibir bem os atributos. Com certeza, eu fico de pau duro com praticamente todas, e mais de um dia, quando tava sozinho vendo o programa, acabei batendo uma no sofá curtindo a visão daquelas belezuras. Nesse dia especÃfico, elas ainda tavam discutindo sobre formas de aumentar audiência nos programas. Mostraram imagens de apresentadoras de programas de sucesso e foram comparando a evolução da audiência com a redução da roupa, de modo que ficava claro que eram coisas ligadas uma à outra. Além disso, os programas com mais audiência eram aqueles em que as apresentadoras tinham os peitos maiores. Tudo isso foi me deixando muito tesudo, porque cada apresentadora era mais gostosa que a anterior. E quando finalmente começaram a debater o assunto, as câmeras foram focando em todas as apresentadoras do programa. Naquele dia, elas tinham vestido roupas especialmente decotadas e justas pra reforçar o assunto. E todas elas insinuavam que seus encantos eram ainda maiores e mais lindos que os das apresentadoras dos vÃdeos. A apresentadora que mais me excita de todas, uma morena de óculos, cabelo comprido, lábios pintados de vermelho intenso e boca enorme, agarrou os próprios peitos e começou a esfregá-los e balançá-los, mostrando-os para a câmera e dizendo que seus peitos não tinham nada a invejar os das garotas dos vÃdeos. E as câmeras focavam no decote dela, que deixava pouco para a imaginação. Minha excitação naquele momento era enorme. Acho que devia estar estampada na minha cara, porque minha namorada me disse: — O que foi? Você está bobão. — Nada, amor, nada. Só estou vendo o programa, só isso. — É, claro, vendo o programa. O que você está é olhando pras tetas das apresentadoras. — Que nada, amor, que nada. Só estou vendo o programa, como sempre fazemos. — Não mente, vai. Você sabe que não me importo. — Bom, tá bem. Sim, estou olhando pras tetas delas. — Viu? Sabia. — É que todas são gostosas pra caralho. Principalmente essa morena, que me deixa louco. — Já dá pra perceber, já. Ao dizer isso, olhou para minha virilha. Quando olhei também, vi que tinha um volume considerável, o que era normal dado meu estado de excitação. Se estivesse sozinho, já estaria me masturbando há um tempão. E com certeza já teria gozado vendo a morena esfregar as tetas, imaginando cuspir meu esperma no decote dela e nos lábios tão carnudos e sensuais. — Poxa, desculpa, amor. — Não precisa se desculpar. É uma reação normal. São umas minas muito gostosas. — Você é mais gostosa. — Hahaha. Mentiroso... Mas obrigada. Ao dizer isso, levou a mão até meu volume e começou a acariciar por cima da calça. Foi esfregando a palma da mão, percorrendo desde a base do meu pau até a ponta, fazendo minha ereção aumentar. — Tá com tesão mesmo, hein. Vamos ter que fazer alguma coisa com isso ou vai explodir... Então agarrou minhas bolas com a outra mão e apertou, sem parar de me acariciar. Ela se inclinou no sofá e aproximou a cabeça da minha virilha, dando um beijo bem no meio da minha rola. Sentou-se de novo, me olhando e sorrindo enquanto abria meu zÃper. Enfiou a mão devagar, tateando por dentro. Os dedos percorriam minha cueca, acariciando minha rola dura, até achar o elástico. Enfiou os dedos por dentro e agarrou minha cabeça com dois dedos. Foi descendo aos poucos, deslizando o elástico, até conseguir envolver minha rola com a mão e tirá-la para fora da cueca e da calça. — Porra, como tá dura. — É que entre a televisão e você, fiquei puta que só o caralho. Assim que minha rola ficou totalmente de fora, ela apertou com força e começou a me masturbar. Devagar no começo, e cada vez mais rápido e mais forte. Depois de um tempo, ela se inclinou de novo sobre mim. Dessa vez, me beijou na ponta da cabecinha. Deu vários beijinhos curtos e molhados. Mostrou a ponta da lÃngua e lambeu o buraquinho por onde já começava a sair porra pré-gozo. Envolveu a cabecinha com os lábios e chupou as gotinhas conforme iam saindo.
Depois, ela retomou o movimento da mão pra me masturbar. Os lábios e a lÃngua dela subiam e desciam no meu pau, percorrendo ele junto com a mão. Ela babou bem pra os dedos deslizarem sem problema e poder aumentar o ritmo do boquete, além da punheta. O prazer era enorme e eu comecei a gemer e ofegar. Acariciei as costas dela e fui deslizando a mão até chegar na bunda dela. Acariciei e voltei a subir pelas costas. Dessa vez, enfiei os dedos por baixo da camiseta dela e fui levantando enquanto acariciava, até chegar no sutiã. Desabotoei ele e levei a mão pros peitos dela, agora livres. Agarrei um deles e apertei. Acariciei procurando o mamilo. Quando encontrei, belisquei e brinquei com ele na ponta dos dedos, sentindo como ele endurecia. Ela continuava chupando meu pau com vontade. Via a cabeça dela subindo e descendo rápido. Sentia os lábios batendo na minha pélvis e a lÃngua percorrendo todo o meu pau. Num dado momento, ela deixou a boca em volta da minha cabeça, prendendo ela com os dentes. Levou as mãos pro meu cinto e desabotoou. Depois, soltou o botão e abriu bem a braguilha. Me abaixou um pouco a cueca. Eu levantei um pouco o quadril pra ela poder abaixar mais, e aà a minha cabeça roçou nos dentes dela, me dando um arrepio de prazer que me fez soltar um gemido. Ela tirou minhas bolas pra fora e agarrou elas com uma mão, acariciando e brincando enquanto retomava o boquete, segurando meu pau com a outra mão.
Eu continuei acariciando os peitos dela e beliscando os bicos. Agora eu tava de olho na TV, porque a morena voltou a se apalpar pra mostrar de novo que eram enormes, maiores que os das outras apresentadoras. Ver ela se tocando enquanto minha mina me chupava era uma sensação foda. Reparei nos lábios dela: grandes, carnudos e de um vermelho intenso, super sensual. Imaginei que eram eles que estavam chupando meu pau naquele momento. Fantasiei com minha cabeça entrando e saindo daqueles peitões. Imaginei que era aquela longa cabeleira morena que pendia sobre minha virilha, fazendo cócegas na minha pélvis no ritmo do boquete. Passei a mão livre no cabelo da minha mina, pensando que tava acariciando a apresentadora, empurrando a boca dela contra meu pau pra engolir tudo enquanto eu empurrava com a bacia pra cima. Meus gemidos e ofegos ficavam mais intensos à medida que o prazer me consumia e eu chegava perto do orgasmo. Eu tava metendo na boca da minha mina com força, apertando a cabeça dela pra baixo com as duas mãos e curtindo a visão de uma apresentadora que sempre me enlouqueceu. Comecei a gritar de tesão: "Isso, isso. Isso, isssssssso". Quase perdi a visão, mas queria continuar vendo aquela deusa na TV. Sempre sonhei em gozar na boca dela, aquela boca grande com uns lábios incrÃveis. E graças à minha mina, eu tava prestes a conseguir.
Então, de repente, ouvi um barulho. No começo, não reconheci. Minha namorada também não, porque continuou chupando meu pau sem diminuir o ritmo frenético. Logo percebi que era o som de uma chave girando na porta de casa. Antes que eu tivesse tempo de reagir, a porta começou a abrir e vi a cabeça de MarÃa Jesús aparecer, já que a porta da entrada dá direto na sala. Enquanto entrava, deu um alô: - Oiiiiiiii. A partir daÃ, tudo aconteceu muito rápido. Minha namorada se levantou de repente, levando uma mão à boca e a outra ao peito, tentando esconder os peitos que agora balançavam no ar, já que o sutiã estava desabotoado e a camiseta levantada. Soltou um gritinho abafado e saiu correndo para se trancar no banheiro, batendo a porta. Eu puxei minha calça para cima, mas meu pau estava duro como pedra, e minhas bolas inchadas, a ponto de gozar, então mal consegui subir. Peguei uma das almofadas que sempre temos no sofá e coloquei por cima, tentando esconder meu pau pelado e a ereção monstra. Cruzei as pernas e segurei a almofada com uma mão, enquanto me reclinava no sofá e colocava o outro braço atrás da cabeça, apoiando nele e tentando adotar uma postura natural, como se estivesse vendo TV de boa. MarÃa Jesús terminou de entrar e ficou me olhando surpresa. - O que foi? Por que essa cara? E pra onde foi a Mamen tão rápido? Não sabia o que dizer e hesitei uns segundos, até que finalmente me veio uma ideia. - É que ela passou mal e teve que sair correndo pro banheiro porque achou que ia vomitar. - Nossa, coitadinha. Ela tá bem? - Sim, certeza que não é nada. Ela pareceu aceitar minha explicação, mas me olhou de um jeito estranho, me examinando de cima a baixo. Foi até o banheiro e bateu na porta. - Mamen, você tá bem? Precisa de alguma coisa? - Não, nada, obrigada, MarÃa Jesús. Tô bem. Já já saio. - Tá bom, não se preocupa. Fica tranquila. Se recupera e, se precisar de algo, me avisa. Aà ela voltou pra sala, largou as coisas na mesinha que a gente usava de jantar e sentou comigo no sofá. Eu tinha aproveitado a conversinha rápida dela com minha mina pra subir a cueca e a calça, mas ainda tava com o travesseiro no colo. Tinha que manter a mesma pose pra disfarçar, até porque minha pica ainda tava dura pra caralho. Pra evitar que a MarÃa Jesús reparasse muito, tentei distrair ela conversando. — Como é que você chegou tão cedo? — Ah, sei lá. Não tava afim de trampar e peguei a tarde livre. — Qualé! Vai ver tão te mandar embora. — Que nada, bobo, é que eu tinha umas horas pra tirar por causa das horas extras que fiz, e me deixaram pegar a tarde de folga. E você, o que tá vendo? — Nada, um programa de zapping. — Ah, esse aà já vi umas vezes. É muito bom. E as minas são muito gostosas. — Pode crer! E hoje ainda vestiram elas bem sexys. — Tô vendo, tô. Caralho, se eu tivesse umas tetas daquelas, ia ser o terror dos caras. — Mas que isso, doida, se você já tem namorado. E ele é mó gente boa. — Eu sei, cara. Tô brincando. Se eu amo muito meu gordinho. Mas é que tenho que admitir que dá uma invejinha quando vejo essas minas com esses corpões e esses decotes. — Ah, para. Não fala besteira. Se você tá fenomenal. Tem um corpo lindo e é muito gostosa. Não tem nada pra invejar. Certeza que se você se vestisse com essa mesma roupa apertada e decotada, você passava o rodo nelas. — Ai, obrigada. Que fofo você é! E me deu um beijo na bochecha, bem perto da boca. Nessa hora, minha mina saiu do banheiro. Tinha arrumado a roupa e a franja tava molhada, como se tivesse lavado o rosto. As bochechas tavam vermelhas, acho que por causa do tesão e da vergonha de quase terem nos pegado. Os olhos tavam meio vidrados, também por causa da excitação e porque ela devia ter ficado de olhos fechados por um bom tempo enquanto me chupava. Ela tremia um pouquinho de nervoso. Então, no fim das contas, se você não soubesse que ela estava ao mesmo tempo envergonhada e excitada, dava pra passar perfeitamente por doente. O que foi ótimo pra gente continuar disfarçando na frente da MarÃa Jesús, que quando viu ela perguntou: — Como você está se sentindo, gostosa? — Um pouco melhor, obrigada. — Que bom. Por que você não senta aqui com a gente e eu te trago um copo d'água ou algo assim? — Não, obrigada. Acho melhor eu ir pra casa e deitar um pouco, pra ver se me recupero de vez. — Tá bom, mais tarde à noite te ligo pra ver como você está. Já comentei que as duas se davam super bem e tinham virado grandes amigas. Eu levantei pra acompanhar minha namorada até a porta, já que era minha obrigação como namorado, ainda mais se ela supostamente estava doente. Fiz isso rápido, pra ficar de costas pra MarÃa Jesús o quanto antes e ela não ver minha ereção. Quando cheguei perto da minha namorada, sussurrei: — Por que você vai embora? — Você é louco? Que vergonha! Quase fomos pegos. Vou pra casa me acalmar. Depois te ligo. — Mas olha como eu estou! Já estava quase gozando. E agora, o que eu faço? — Sei lá! Bate uma punheta! E ela foi embora quase batendo a porta. Sei que fui um pouco egoÃsta, pensando mais na minha própria excitação e na necessidade que eu tinha de gozar do que no quanto ela estava envergonhada. Mas os caras são assim: só conseguimos usar uma cabeça de cada vez. E quando é a de baixo que assume o controle, a de cima para de funcionar. Pelo menos a ereção tinha diminuÃdo um pouco e já não era tão evidente, embora ainda desse pra notar um volume na calça. Então me virei e fui rapidamente pro meu quarto, tentando que a Mamen não reparasse na minha virilha. Quando já tinha passado por ela e estava a caminho do meu quarto, falei: — Vou pro meu quarto um pouco. — Não quer terminar de ver o programa? — Não, não. Acho que vou deitar um pouco pra descansar. — Vale, mas você vai ficar no meio do caminho. — Como assim?
— Isso mesmo, você vai largar o programa pela metade. O que você pensou?
— Não, nada, nada. Vou pro meu quarto. Depois a gente conversa.
— Tá bom. Descansa.
Assim que entrei, fechei a porta e me joguei na cama. Levantei um pouco a camiseta e puxei a calça e a cueca até os joelhos. Meu pau saltou feito mola. A ereção tinha baixado, mas eu ainda estava excitada. Peguei nele e comecei a acariciar, e rapidinho ele voltou a ficar duro pra caralho. Fechei os olhos e pensei na apresentadora e na minha namorada. Visualizei a cena como se estivesse vendo de fora, me imaginando no sofá, com a minha mina agachada em cima de mim chupando meu pau enquanto eu empurrava a cabeça dela com as duas mãos e olhava pra TV em êxtase. Comecei a bater uma mais rápido, louco pra gozar logo. Ainda ia conseguir gozar na boca da apresentadora, mesmo que fosse na minha imaginação. Segurei a base do meu pau com uma mão e com a outra fui aumentando a velocidade da punheta. Comecei a ofegar baixinho, mordendo o lábio pra não gritar de prazer. De repente, senti uma coisa estranha, como se estivesse sendo observado. Abri os olhos e vi a Maria Jesús parada na porta do meu quarto, me olhando. Ela tinha um sorriso safado no rosto e mordia o lábio de baixo sem tirar os olhos de mim, enquanto se apoiava na porta. Fiquei paralisado, com o pau na mão, sem saber o que fazer. Não sabia como reagir.
— Mas o que cê tá fazendo a�!
— Olhando. Ou você não tá vendo?
— E que porra cê tá olhando?
— Você.
— Então para de olhar. E por que caralhos você entra no meu quarto se ele tá fechado?
— A gente não tem tranca, lembra?
— Eu sei. Por isso que a gente tem o pacto de não entrar se a porta tiver fechada.
— Exato. Mas pensei que dessa vez você não ia se importar se eu quebrasse o pacto.
— E por quê?
— Porque eu posso te ajudar.
— Ajudar com o quê?
— Ah, para de se fazer de bobo. Ajudar você a terminar. Parece que no conseguiu terminar o serviço, hein. - O que você tá dizendo? - Qual é, cara. Eu vi vocês. Vi o que vocês estavam fazendo quando cheguei. Ou melhor, o que a Mamen tava fazendo com você. Foram rápidos, mas não o suficiente. - Sua filha da puta... - Filha da puta por quê? Eram vocês que estavam na sala sem o menor pudor. E ainda por cima, me ofereço pra te ajudar, pra compensar, e você me xinga? - Não preciso da sua ajuda, obrigado. Dou conta sozinho. - Até que dá pra ver. Mas seria uma pena desperdiçar essa ereção com uma punheta, quando quem deixou ela assim foi um boquete bem dado. Aà eu percebi que ainda tava com o pau de fora, duro e preso entre meus dedos. Tentei esconder com as duas mãos e senti que tava corando. Maria Jesus chegou perto da cama e sentou do meu lado. - Não esconde, idiota. Já vi ele. E é lindo, por sinal. - Você gostou? - Muito. Vai, deixa eu ver. - É que tô com muita vergonha. - Por quê? Somos amigos. E colegas de quarto. Não temos segredos. - Bom, talvez isso aà devia ficar em segredo. - Não fala besteira. Tira a mão. Ela colocou as mãos dela sobre as minhas e levantou devagar, fixando o olhar no meu pau, que ia aparecendo por baixo. Por fim, tirou minhas mãos de vez, deixando elas caÃrem dos dois lados do meu corpo. Quando soltou da pressão das minhas mãos, meu pau pulou duro de novo e ficou apontando pro teto por uns segundos, antes de cair sobre meu umbigo. Aà ela pegou ele com uma mão e colocou de novo apontando pro teto. Começou a acariciar devagar, mas com força, subindo e descendo enquanto girava a mão. Quando chegava na cabeça, colocava a palma sobre ela antes de enrolar os dedos de novo no pau e descer. Enquanto me acariciava, ela mordia o lábio de baixo. Tirou a lÃngua e começou a lamber os próprios lábios sem tirar os olhos do meu pau. Com a outra mão, começou a acariciar os peitos por cima da Camiseta. Eu tava alucinando. Nunca imaginei que isso pudesse acontecer. MarÃa Jesús era só uma amiga. Nada mais. É verdade que, se eu reparasse nela como mulher, dava pra ver que era uma gostosa, mas nunca tinha feito isso até agora. Talvez por causa das palavras do meu pai, que lembrei naquele momento. Tentei criar coragem pra pedir pra ela parar e ir embora, que aquilo não era certo e devia parar. Mas aà ela se abaixou, apoiando na cama com um braço enquanto com a outra mão pegava meus ovos e meu pau de uma vez e enfiou ele inteiro na boca. Senti o calor dela envolvendo ele, a lÃngua molhando ele e os lábios roçando meus ovos, presos entre os dedos dela. E naquele momento o sangue desceu de novo pra cabeça de baixo e eu me deixei levar.
MarÃa Jesús começou a deslizar a boca por todo o meu pau, babando ele todo e lambendo. Deixando ele duro de novo, igual quando minha namorada me chupava, ou até mais. Porque agora eu tinha descoberto um novo tesão: um tesão especial em ver minha amiga de infância, minha colega de quarto, a garota que era minha confidente e a pessoa que mais me conhecia no mundo, agachada devorando meu pau. Fiquei fascinado vendo a carne do meu rabo saindo e entrando na boca dela, emergindo entre os lábios dela e sumindo de novo. Sentindo a lÃngua dela apertando contra minhas veias e percorrendo elas com a ponta. Ouvia o barulho de chupada que a boca dela fazia enquanto lambia e sugava. Aà ela tirou meu pau da boca e se endireitou. Tirou meus sapatos e meias e quase arrancou minha calça e cueca de tanta força que usou. Depois tirou a blusa e o sutiã, deixando à mostra uns peitos redondos, firmes e com auréolas grandes. Os bicos eram grossos e bem durinhos. Ela beliscou eles e depois desceu as mãos até as coxas. Tava usando uma saia curta mas larga, então as coxas dela ficavam quase todas de fora por estar de joelhos. Enfiou as mãos por baixo da saia e se acariciou a buceta com uma mão, gemendo e levando a outra mão à boca, onde enfiou um dedo e ficou chupando ele de um jeito tão sensual que me deixava louco só de ver. Aà ela abriu minhas pernas e se ajoelhou entre elas. Agarrou meu pau de novo com uma mão e minhas bolas com a outra. Aproximou a cabeça das bolas e beijou elas enquanto apertava. Depois esticou a lÃngua e com a ponta foi percorrendo elas, me fazendo cócegas e dando arrepios de prazer. Levou a lÃngua até a base do meu pau e lambeu ele inteiro, de baixo pra cima, bem devagar. Quando chegou na cabeça, lambeu com a ponta, brincando com meu buraquinho e tentando enfiar a lÃngua lá. Depois levou de novo a LÃngua na base do meu pau, na altura dos ovos e subiu de novo por ele. Repetiu várias vezes, lambendo e babando tudo, seguindo o caminho das minhas veias sem parar de apertar meus ovos.
Eu não parava de ofegar e gemer de prazer. Não conseguia tirar os olhos do rosto dela, vendo como ela lambia minha piroca e me olhava com olhos de safada e desejo. A cabeleira loira dela caÃa ondulada dos dois lados do rosto, roçando minhas coxas e minhas bolas. — Engole ela, vai, engole ela. Mas ela continuava lambendo devagar, sem pressa. — Por favor. Não aguento mais. Você tá me deixando louco. Engole ela de uma vez. Ela sorria pra mim, mas não parava de lamber. Trocou as lambidas por beijos na cabecinha. Eram beijos lentos, quentes, com os lábios envolvendo toda a ponta da minha cabecinha. Enquanto isso, repetiu com a unha o caminho que antes fazia com a lÃngua, me acariciando com ela. Minha piroca pulsava de desejo e excitação, e finalmente ela decidiu engolir. Enfiou na boca aos poucos, descendo devagar até os lábios tocarem minhas bolas. Aà subiu também devagar. Durante toda a descida e subida, foi lambendo. Ao subir, além de lamber, também chupava. Dava pra ver como as bochechas dela afundavam quando fazia isso. Foi pegando velocidade enquanto eu gemia cada vez mais forte, até quase chegar a gritar literalmente de prazer, dizendo pra ela continuar, pra chupar mais rápido, pra engolir mais fundo e que ela me deixava louco. Ela tentava e aumentava o ritmo sem parar, cravando a boca contra minhas bolas ao descer. A cabeleira dela balançava violentamente pra cima e pra baixo. Com uma mão segurava minha piroca pela base e com a outra acariciava minha barriga e meu peito, enfiando por baixo da minha camiseta. Eu empurrava a cabeça dela, segurava pelos ombros, acariciava cada centÃmetro do corpo dela que alcançava. Aquela cabeça e aquele corpo estavam me dando um prazer indescritÃvel e eu queria acariciar, beijar, morder...
A mão esquerda, que acariciava meu peito e beliscava meus mamilos, deslizou de novo até minha barriga. De lá, foi pra minha virilha e minhas coxas. Acariciou a parte interna da minha coxa esquerda e subiu por ela. Chegou até minhas bolas e passou por baixo delas. Senti uma unha brincando com a pele do meu saco, fazendo cócegas e me dando arrepios de prazer. Depois, deslizou um pouco mais pra baixo. Adivinhei onde ia e, por um lado, me assustei, mas por outro, fiquei ainda mais excitado. Quando senti a ponta de um dedo brincando com meu cu, tentando achar a entrada, meu corpo tremeu e eu joguei o quadril pra cima num reflexo. Ela fechou a boca em volta da minha pica e apertou com os dentes, prendendo ela pra eu não me mexer. E aà o dedo dela continuou procurando até achar o alvo. Entrou de leve no meu cu. No começo, só a ponta, mas foi fazendo pressão até entrar quase até a metade. Deixou ele lá enfiado. Meu corpo tava tenso, com medo dessa sensação nova numa área que eu sempre achei que ia ficar virgem pra sempre. Mas tenho que admitir que tava gostando. E aos poucos fui relaxando o corpo, aceitando a brincadeira. Minha pica, por outro lado, longe de relaxar, ficou ainda mais dura e inchou um pouco mais. Agora Maria Jesús combinava o boquete na minha pica com a penetração no meu cu. Meu quadril subia e descia, tentando fazer minha pica entrar até o fundo da garganta dela quando subia e o dedo dela me penetrar por completo quando descia. Eu não parava de gritar de prazer, berrando pra ela não parar. O ritmo do boquete e da penetração era foda. Meu corpo tremia de prazer. Minhas bolas pulsavam. Senti elas incharem, se preparando pra soltar tudo. Senti um lÃquido quente percorrer elas e passar pra base da minha pica, subindo por ela, que tremia e pulsava enquanto o lÃquido subia.
Tentei avisar a Maria Jesús, mas não consegui. Só dava pra uivar de prazer e não conseguia articular palavra nenhuma. Mesmo assim, ela pareceu perceber que eu ia gozar, porque a cabeça dela parou de subir e descer. O dedo no meu cu entrou até o fundo, e a cabeça dela desceu até os dentes dela se cravaram na minha pélvis, e eu senti meu pau chegar no fundo da garganta dela, os lábios dela se fechando em volta da base do meu pau e das minhas bolas. Uns segundos depois, senti a porra começar a jorrar do meu pau. Senti um calor e um formigamento no buraco da minha cabecinha a cada espasmo. Percebi como ele se dilatava pra deixar sair o que deviam ser uns jatos enormes de leite. Maria Jesús continuava imóvel, prendendo meu pau e fodendo meu cu. Eu apertei a cabeça dela pra baixo e levantei meu quadril, tentando enfiar meu pau ainda mais fundo na boca dela e afogando ela com minha gozada. A porra não parava de sair em jatos, e eu vi um pouco escapando num fiozinho pelo canto dos lábios dela. Quando finalmente terminei de gozar, relaxei a pressão na cabeça dela. Ela tirou o dedo do meu cu e agarrou minhas bolas, apertando elas pra expulsar até a última gota que ainda tivesse dentro. Enquanto isso, passou a boca de novo pelo meu pau, recolhendo cada gota de porra que conseguia achar. Continuou assim por um tempo, mesmo depois de deixar ele bem limpo, até que sentiu minha ereção começar a murchar. Nessa hora, tirou ele da boca e se deitou do meu lado. Eu ainda tava ofegante, tentando recuperar o fôlego. Virei pra ela e beijei ela, segurando o rosto dela com a mão e acariciando. Enfiei minha lÃngua na boca dela e senti um gosto estranho na minha lÃngua, que identifiquei como minha própria porra. A gente se beijou por um tempo, até que ela se levantou e, sem dizer nada, pegou a roupa dela e foi pra porta. Eu chamei ela pelo nome, quase num sussurro, ainda sufocado pelo prazer: — Maria Jesús! — Sim? — Valeu... Ela me deu um sorriso muito doce, se virou e fechou a porta. lentamente atrás de si, me deixando deitado na cama, semidespido e extasiado.
1 comentários - Por uma mamada