Viuda de un amigo

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MAIS LIDOSBUSCA Viúva De Um Amigo#Anal#Fantasia#Heterossexual#Trios1 Visita desde 04/01/2021. Bom, quero compartir essa experiência porque curto ler outras experiências. Acho que o sexo seria muito melhor se todo mundo relaxasse e aproveitasse mais, saca? Como diz o título, vi depois de um mês que meu amigo faleceu pra ver se ela ou o filho precisavam de algo. Eu sabia, pelo meu amigo, que ela era bem sexual e ousada. Mais ainda, meu amigo queria que eu comesse ela na frente dele, mas nunca rolou. Ele sempre me mostrava como tocava a bunda dela e até uma vez fez eu ver um peito. Ela tem corpo normal, nem gorda nem magra, peito pequeno, mas rabuda pra caralho. Bom, depois de umas horas de conversa e tal, com um vinho já na cabeça, eu sabia que ela soltava um pouco com álcool. O filho tava entretido com o videogame no quarto dele, e a gente num outro canto afastado da casa. Antes de ir embora, fumei um cigarro no quintal, e ela veio comigo pro fundo da casa. Vi que ela tava com cara de cansada e ofereci uma massagem. Ela tava com uma camiseta sem sutiã, porque dava pra ver os bicos, e uma calça folgada de ficar em casa. Como eu disse, ela é rabuda. Ela virou de costas e comecei a massagem, por cima dos ombros. E não sei por que, meu pau começou a endurecer sem nem encostar nela, mas quando vi aquela raba a centímetros do meu pau, perdi a cabeça. Foi tanta tensão que ela, de olhos fechados e relaxada, não consegui evitar começar a esfregar sem dizer nada. Ela enfiou bem meu pau grosso no meio daquela calça, abriu os olhos, virou o olhar e fechou de novo. E jogou a raba pra trás, fazendo força pra meu pau ficar apertando aquela raba. Não sabia o que fazer e senti ela me segurar pelas laterais das pernas, sem me deixar outra opção a não ser ficar colado na raba dela. Quando vi que foi automático, minhas mãos foram por baixo da camiseta e comecei a brincar com os peitinhos dela, bicos duros e compridos, enquanto ela esfregava a raba no meu pau. Comecei a... fazer nela. Uma punheta e eu sinto. Sua buceta peludinha, e super molhada, ela se vira e tira minha pica e se ajoelha e começa a chupar bem devagar até o fundo, engasgando porque tinha deixado minha pica super dura e grossa. Ela se levanta de novo e abaixa um pouco a calça. Tudo isso eu apoiado em um tanque, ela garante que o filho dela continue entretido enquanto falava com ele perguntando de longe se precisava de algo, com uma mão segura minha pica e encaixa na buceta super molhada, não me resta mais nada além de agarrar na cintura dela e começar a bombar, tanto tesão que sem precisar abaixar minha calça e ela sem tirar a roupa, estava transando gostoso. Eu agarro ela pelos cabelos e percebo que ela curte essa onda mais bruta, e pego ela pelo pescoço e começo com mais ritmo, ela pega minha mão e faz eu tapar a boca dela com força, e ela morde minha mão. Sentindo ela gozar, um rio eu sentia, tinha a sensação que ela tinha mijado e ela desaba e a única coisa que consegue falar é: você é um filho da puta. Sem eu me mexer do lugar, ela tira minha pica da buceta e diz: agora quero seu gozo, mas dentro. Ela se coloca de novo na minha frente e molha a raba, pega minha pica e coloca a cabeça na raba dela, empurro e custa um pouco até que ela se abaixa toda, tipo pose de yoga, e abre as nádegas de par em par e entra de uma vez com a pica enfiada bem no cu. Ela assume o ritmo dessa vez enquanto eu apalpava os peitos dela, e começo a bater punheta nela, em minutos ela goza e pedindo gozo, eu estava curtindo tanto que nunca queria gozar, até que não aguentei. Sem dizer nada, ela assume o ritmo e me macetava, e eu gozei que nem um touro, e ela feliz falando que era gostoso, e eu sentia como minha porra pulsava dentro dela, e ela franzia a raba e apertava minha pica com o anel do cu dela, tanto tesão que eu ainda estava com a pica dura dentro da raba dela, não queria que ela tirasse. Ela fez a pose de yoga de novo e ficou mais pra dentro. Gozou, desce do meu pau, se agacha e me chupa pra deixar limpinho. Do mesmo jeito, nunca tinha cheiro nem nada, já tinha a bunda aberta, parecia. Agachada, me pergunta: "Gostou? Não te assusta que sou porquinha?" Falo: "Não, pelo contrário. Mas o quão porquinha você é?" Aí com a calça dela arriada, ela coloca a mão na própria bunda e faz força, e sai meu gozo da bunda dela numa quantidade normal. Ela ficou com ele na palma da mão, me olha e fala: "Assim de porquinha que eu sou..." E toma o gozo e passa a língua pela palma, deixando limpa, sem gozo nenhum. A gente acendeu outro baseado e eu comecei a ir embora, nunca imaginando que algo assim fosse acontecer. E esse foi o começo de muitas outras gozadas com a viúva. Aliás, as melhores, com muito tesão.

4 comentários - Viuda de un amigo

La historia es buena, pero escrita asi, no se puede leer!