Estava passando por uma fase ruim, depois de terminar com minha namorada houve um período animador, quando peguei uma série de minas dispostas a tudo, até que de repente o fluxo secou, e comecei a viver de lembranças e punhetas. Uma tarde meu amigo Carlos me ligou no trabalho, fazia quase 2 anos que não conversávamos, ele tinha se mudado pro outro lado da cidade e não tinha mais notícias dele. Me contou que tinha um novo emprego, que tava indo muito bem, que ainda não tinha assentado a cabeça porque vivia saindo com gostosas, e sempre aparecia uma nova. Rimos das nossas sortes diferentes, ele me passou o novo endereço e telefone, e combinamos de nos encontrar um dia. Passou quase mais um mês, onde só transei com uma prostituta, não foi nada satisfatório, já que ela só tava interessada no relógio dela, e pouco pude fazer pra mudar a situação. Nunca me senti tão miserável. Minha desesperança era tanta que comecei a ficar obcecado por sexo, olhava pra todas as pessoas em termos sexuais, vivia de ereções e batia punheta duas a três vezes por dia. Me ajudavam os DVDs pornô que alugava, mais minhas navegadas na internet. Me especializei em filmes de ménage, o melhor era o de duas minas com um homem. Sonhava com isso, queria encontrar minhas duas gatas safadas, na pior das hipóteses um casal desinibido que topasse compartilhar, ou uma mina bem putinha, na verdade servia qualquer coisa, mas que me desse sexo. Num desses dias, tinha que entregar uns documentos depois do trabalho, não era minha função, mas na falta do mensageiro, meu chefe me pediu delicadamente se me importava de ir pro outro lado da cidade, pra entregar uma pasta. De má vontade aceitei, mas sem demonstrar, então peguei um taxi por conta da empresa e fiquei pensando em qual DVD veria antes de me masturbar gostoso. Antes de chegar li o nome de uma rua que me chamou a atenção, lembrei na hora que era a rua onde o Carlos morava. Falei pro taxista me esperar, entreguei a carpeta e, depois de olhar minha agenda, indiquei o endereço do Carlos. Ao chegar, fiquei surpreso com a casa dele, era uma casa muito antiga, mas grande, talvez tivesse pouca manutenção, talvez ele tivesse comprado há pouco tempo. Ao lado dava pra ver um terreno abandonado e outras casas bem deterioradas. Não estava a fim de pensar nisso, só me interessava entrar em contato com o Carlos, que segundo diziam, tinha mulheres à vontade. Pensei em ligar pra ele do meu celular, mas já tinha dispensado o táxi, então optei por tocar a campainha com vontade. Nada, nem um barulho. Imaginei que minha sorte estava me pregando outra peça, o Carlos não estava. Esperei, toquei de novo, deixei tocar um bom tempo. Nada. Toquei novamente, uma e outra vez, xingando minha sorte. Quando já ia me retirar, ouvi uma voz distante gritando alguma coisa. Esperei, bem nervoso, pensando em como explicar meu comportamento infantil com a campainha. A porta se abriu e lá estava o Carlos, mal me viu sorriu e nos abraçamos. O que você tá fazendo aqui, cara, que surpresa! Tava passando por aqui e pensei em te dar um oi. Me pegou no banho. Desculpa não ter ligado antes, mas... Não importa, mesmo assim me pegou em má hora, tô quase saindo... – Ele respondeu antes que eu pudesse terminar minha frase. Ok, só tava passando por aqui... Bom, aparece outro dia. – Respondeu com um certo nervosismo, que me intrigou bastante. Tá bom, te ligo no fim de semana. – Respondi com uma certa decepção, que não consegui esconder. Mil desculpas, não sabia que você vinha, e... Tenho uma coisa pra fazer... – Balbuciou, tentando achar uma boa desculpa. – Olha, entra um instante, tenho mais uns minutos. Vem, entra. – Disse enquanto abria a porta. Obrigado. – Falei, entrando atrás dele. A sala era enorme, um confortável conjunto de sofás arrumados junto a uma lareira, uma tela gigante de plasma e toda a parafernália dos home theaters. Ele não estava nada mal na vida. Notei que tudo ficava sobre um carpete ou tapete grosso. Mal nos sentamos, nos olhamos por um instante, nem uma palavra trocamos, o que fez com que sorríssemos e depois ríssemos à vontade. Cara, porra! Como você tá? – Perguntou Carlos.
Tô bem. E você?
Muito bem.
Um toque profundo e curto cortou a conversa incipiente. Vi Carlos se assustar, e depois, ao olhar para a porta, corar. Não entendia nada, só ficava olhando para Carlos e para a porta, alternadamente, procurando uma explicação para o comportamento dele.
– Atende. – falei, para ajudá-lo a sair do transe.
– Sim, claro...
Ele se levantou e foi até a porta. Carlos abriu, e só consegui distinguir uma figura feminina na entrada; a posição onde eu estava não me deixava ver muito mais. Eles falavam rápido e baixo. Observei Carlos olhar algumas vezes na minha direção, antes de voltar à conversa. Finalmente, ele abriu a porta e deixou a visitante entrar.
Mal a vi, meu coração parou. Era uma morena cor de jambo, cabelo longo liso, altíssima, com um corpo de modelo.
Te apresento a René, Horácio. - Disse enquanto fechava a porta. Observei enquanto René manobrava aquele corpaço entre os sofás para me dar um beijo na bochecha.
Prazer. - Disse ela.
Um prazer conhecê-la. - Respondi.
Ela se sentou no sofá de três lugares que estava na minha frente, jogou a bolsa no chão e cruzou as pernas com uma naturalidade e sensualidade de tirar o fôlego, o que acho que era exatamente o efeito desejado.
René tinha um ar mouro, pele cor de mel, olhos puxados e negros, cabelo liso e comprido, lábios carnudos, traços regulares, agradáveis e sensuais. Era magra e curvilínea, pernas longas e torneadas, uma bunda redonda, cintura marcada, seios médios (depois de alguns minutos descobri que ela não usava sutiã, o que me impedia de tirar os olhos deles) e uma simpatia sem limites.
Ela não parava de falar, para desgraça do Carlos que insistia que eles tinham que ir embora. Eu ouvia e incentivava, adorava estar na frente daquela gostosa, sonhava todo dia com uma coisa assim, acho que era melhor do que eu sonhava em ter. Ela insistiu que o Carlos servisse algo pra beber, pediu vodka, o que ele acabou fazendo de má vontade. Brindamos e bebemos. A Renê continuava falando, e o Carlos olhava pro relógio. De repente ela se levantou e chamou ele pra outro cômodo. Não pude deixar de olhar aquele corpo lindo, era puro nervo, vestia uma camiseta branca bem justa e um jeans capri que destacava sua figura, sandálias, e a tatuagem clássica nas costas na altura da cintura. Ouvi como discutiam, era o segundo round, primeiro na porta e agora ali. Cada vez entendia menos, mas aquela garota me excitava mais. O Carlos parecia continuar perdendo, porque ela voltou a sentar, enquanto ele saía da sala pra fazer algo que não entendi. Nos olhamos um instante, não me vinha nada pra continuar a conversa, mas ela sabia.
Ei, preciso que você me ajude. – Disse num tom que era impossível negar qualquer coisa. Fala. – Respondi na hora. É aqui, chega perto, meu olho, olha. Tem alguma coisa me incomodando. Disse enquanto se inclinava um pouco e com o dedo indicador direito mantinha o olho direito aberto. Cheguei perto rápido. Inclinei-me na direção do olho dela e olhei. Não via nada de estranho, mas não conseguia parar de olhar o decote generoso, onde dava pra ver mais do que o início dos seios. Tá me incomodando, deve ter entrado alguma coisa. – Insistiu ela. Não tô vendo nada. – Falei sinceramente. Olha bem que você vai ver. – Insistiu ela. Eu só olhava os seios dela naquela altura, o que acho que não passou despercebido pra Renata. Não tá vendo nada? – Perguntou com uma voz com um tom de ironia ou algo assim. Juro que não. – Respondi como um idiota, com meu rosto a poucos centímetros do dela. E agora? – Disse puxando um dos seios pra fora do decote.
Parece excelente, apetitoso, diria eu. – Consegui responder. Então prove então. – René me incentivou. E se o Carlos voltar? Acho que ele não vai gostar. – Falei com certa pena. Vai ter que gostar, porque eu gosto. Ok? – Disse muito séria. Ok. – Falei, enquanto aproximava meus lábios daquele mamilo escuro. Mmmmm, assim que eu gosto, eles são muito sensíveis, mmmmmm..... Suas mãos acariciavam meu cabelo, me incentivando a chupar seu mamilo. Minhas mãos acariciaram suas coxas e senti a firmeza de sua carne, ela estava com o pau duro como uma rocha. Seus lábios buscaram os meus, e ela me convidou para sentar ao seu lado no sofá. Em um instante, éramos um emaranhado de mãos e beijos percorrendo nossos corpos com avidez. Ela tirou o top e despiu minha camisa. Seus seios eram firmes, redondinhos, mamilos longos e escuros, nada grandes, mas dos bons. Minhas mãos os massageavam, enquanto ela abria minha calça. Assim que ela fez isso, meu pau brotou ereto por cima da cueca. Uiii! Que pau lindo! – Disse René. Ao mesmo tempo que o beijava e o prendia em sua boca quente e úmida. Aproveita, amor. Mmmmmmm.
Ela mamava excelente, acho que nunca tinham feito tão gostoso assim em mim. Ela se virou pra tirar o jeans, e vi suas lindas pernas e sua bunda perfeita. Eu tava desesperado de tesão, apalpei ela como pude, era dinamite pura. Quando já tinha perdido a noção do tempo e do lugar, ouvi uma voz me chamando. Era o Carlos, me assustei.
Nossa, você é rápido! – Ele disse. Desculpa. – Eu consegui responder, como desculpa.
Manda ver! Trouxe lubrificante pra você meter o pau no cu dessa putinha. – Ele disse enquanto me estendia um frasco.
Isso, amor, vai que eu adoro. – René me incentivou.
Era como um sonho, meu amigo me incentivando a foder a amiga (ou namorada) dele, e ela me oferecendo a bunda, era um sonho.
Ela ficou de quatro, enquanto começava a chupar o pau do Carlos, deixando a bunda dela à minha mercê.
Peguei o lubrificante e passei bem, depois fiz o mesmo no meu pau.
Estávamos os três no sofá, e a gente ia se divertir pra caralho.
A mão dela guiou meu pau, que, sendo respeitável, entrou sem muita dificuldade.
Depois de encher o cu dela, comecei a me mover devagar, ela gemia com o pau do Carlos na boca.
Decidi me controlar, não queria gozar de uma vez, tinha que ter uma boa atuação, senão ficaria de fora por ser burro.
Prolonguei a foda, pensando no trabalho, nos esportes, nos impostos, em qualquer coisa menos no fato de que estava comendo um belo rabo. Eu estava indo bem. "Vamos mudar de posição." - Ela disse. Então fui para a frente, onde ela chupou meu pau e Carlos a comeu pelo cu. Sua boca era divina, sugava como se fosse de outro mundo, suas mãos acariciavam minhas bolas e chegavam até meu cu, fazendo círculos no meu ânus com o dedo indicador, o que me excitava mais do que imaginava. Sua língua parecia ter vida própria, e seus lábios pareciam ser capazes de abraçar qualquer coisa. Novamente quiseram mudar de posição, eu já queria gozar em qualquer lugar, não me importava. Então enfiei de novo no cu dela, enquanto ela estava de quatro e fazia um 69 com Carlos.
Foi aí que comecei a me sentir estranho. Enquanto eu empurrava a bunda dela com vontade, senti uma mão agarrando minhas bolas, era muito gostoso, mas me estranhou como ela estava fazendo aquilo se estava de quatro. Eu estava tão excitado que não liguei, embora suspeitasse que fosse o Carlos a mão. Continuei no meu trabalho, me aproximando do fim, quando ela me pede para tirar do seu cu por um momento. O pedido dela era desesperador, quase gozei e ela me puxou para fora, vontade de chorar quase me deu. Aguenta! – Ela gritou comigo. Mas... por favor! Agora mesmo! – Eu me queixei, enquanto meu pau pulsava à beira do orgasmo. Ia acrescentar algo mais, quando aconteceu o inexplicável. Senti uma mão puxando ele e uma boca prendendo meu pau. Foi uma surpresa que me paralisou. Mas imediatamente senti um prazer imenso, o boquete era tremendo e senti como se algo no fundo do meu ser estourasse e eu gozasse no meio de gemidos. A porra saía aos borbotões, e meu corpo tremia em espasmos de prazer. Percebi como a Renê saiu do meio, e vi como o Carlos me chupava e saboreava meu sêmen. Não me importava com nada, só queria gozar mais e mais. Fechei os olhos e quis aproveitar os últimos instantes, de repente senti uma mão me pegar pela nuca. Vai, você, agora é sua vez. – A Renê me apressou. Abri os olhos e me surpreendi com um respeitável pau ereto na frente da minha boca. Olhei nos olhos dela tentando me afastar daquela rola escura e dura, mas sua mão firme me guiou até seu pau. Fechei os olhos e abri a boca, o que importava o que acontecesse, estava curtindo aquilo como um louco, que todos vão para a puta que pariu, chupa essa rola. Mmmmm, era gostoso, que sensação, que macio, que quente, eu adorava chupar. Algo me dizia que não estava fazendo mal, minha própria experiência me indicava que ela devia estar gostando, e os gemidos da Renê me motivavam mais e mais. Chupava com vontade, com prazer, era como se tivesse feito isso a vida toda, eu adorava. O primeiro jato de sêmen me surpreendeu, e perdi a coordenação, quis abandonar, mas ela não me deixou, empurrava o pau com vontade e não me deixava me afastar. A gozada dela parecia não ter fim, era impressionante. Consegui deixar o sêmen escapar pelo canto da boca sem parar de chupar. Isso evitou que eu me afogasse, embora deva confessar que engoli porrada de porra.
Caramba, aquilo foi uma história, mas não daria pra contar pra ninguém, nunca jamais. Que experiência, hein!!! A gente terminou de algum jeito, depois fiquei sabendo que o Carlos foi o primeiro a chegar na boca do René. Que tudo foi planejado na segunda conversa, porque na primeira, aquela na porta, só combinaram que iam ver como eu reagia. Também descobri que eles não sabiam direito como iam me fazer entrar na parada, mas foram improvisando e, sem eu saber, eu ajudei pra caramba, respondendo perfeitamente aos estímulos deles, e o resultado foi excelente. Eu ria, olhava pra eles e não saía do meu espanto. Estávamos os três pelados, René e eu no sofá, ela me abraçava e segurava minha mão, Carlos sentado no tapete. A gente comentava as sensações que tivemos e ria ao lembrar cada detalhe. Eu olhava de lado pro René, não entrava na minha cabeça que aquele corpo perfeito de mulher ainda tivesse uma rola grande de verdade. A olho nu devia ter uns 15 a 20 centímetros, já estava mole, mas não encolhia. Olhava pra cara dela e me dizia que não seria prudente me apaixonar por aquela criatura, por mais linda que parecesse. Depois de uns instantes senti o sangue começar a encher as cavidades do meu pau, consequência de uma excitação crescente de ouvir detalhes, experiências, e ver aqueles corpos pelados; você sabe que eu precisava muito deles, fazia muito tempo, e ali estavam, ao alcance da minha mão.
Carlos, olha esse pau! Esse cara quer mais! Eu te disse, assim que vi, que valia a pena tentar. – Disse René enquanto seus dedos finos se fechavam sobre meu membro. Mas isso faz parte da próxima história, onde vou contar como me deixei levar por essa fantasia que se tornava realidade, bom, digamos que tinha algo a mais do que eu havia imaginado, um pequeno detalhe, bem..., dois pequenos detalhes, digamos que nunca tinha pensado em paus, mas agora eram uma opção nova e excitante.
Tô bem. E você?
Muito bem.
Um toque profundo e curto cortou a conversa incipiente. Vi Carlos se assustar, e depois, ao olhar para a porta, corar. Não entendia nada, só ficava olhando para Carlos e para a porta, alternadamente, procurando uma explicação para o comportamento dele.
– Atende. – falei, para ajudá-lo a sair do transe.
– Sim, claro...
Ele se levantou e foi até a porta. Carlos abriu, e só consegui distinguir uma figura feminina na entrada; a posição onde eu estava não me deixava ver muito mais. Eles falavam rápido e baixo. Observei Carlos olhar algumas vezes na minha direção, antes de voltar à conversa. Finalmente, ele abriu a porta e deixou a visitante entrar.
Mal a vi, meu coração parou. Era uma morena cor de jambo, cabelo longo liso, altíssima, com um corpo de modelo.
Te apresento a René, Horácio. - Disse enquanto fechava a porta. Observei enquanto René manobrava aquele corpaço entre os sofás para me dar um beijo na bochecha. Prazer. - Disse ela.
Um prazer conhecê-la. - Respondi.
Ela se sentou no sofá de três lugares que estava na minha frente, jogou a bolsa no chão e cruzou as pernas com uma naturalidade e sensualidade de tirar o fôlego, o que acho que era exatamente o efeito desejado.
René tinha um ar mouro, pele cor de mel, olhos puxados e negros, cabelo liso e comprido, lábios carnudos, traços regulares, agradáveis e sensuais. Era magra e curvilínea, pernas longas e torneadas, uma bunda redonda, cintura marcada, seios médios (depois de alguns minutos descobri que ela não usava sutiã, o que me impedia de tirar os olhos deles) e uma simpatia sem limites.
Ela não parava de falar, para desgraça do Carlos que insistia que eles tinham que ir embora. Eu ouvia e incentivava, adorava estar na frente daquela gostosa, sonhava todo dia com uma coisa assim, acho que era melhor do que eu sonhava em ter. Ela insistiu que o Carlos servisse algo pra beber, pediu vodka, o que ele acabou fazendo de má vontade. Brindamos e bebemos. A Renê continuava falando, e o Carlos olhava pro relógio. De repente ela se levantou e chamou ele pra outro cômodo. Não pude deixar de olhar aquele corpo lindo, era puro nervo, vestia uma camiseta branca bem justa e um jeans capri que destacava sua figura, sandálias, e a tatuagem clássica nas costas na altura da cintura. Ouvi como discutiam, era o segundo round, primeiro na porta e agora ali. Cada vez entendia menos, mas aquela garota me excitava mais. O Carlos parecia continuar perdendo, porque ela voltou a sentar, enquanto ele saía da sala pra fazer algo que não entendi. Nos olhamos um instante, não me vinha nada pra continuar a conversa, mas ela sabia.
Ei, preciso que você me ajude. – Disse num tom que era impossível negar qualquer coisa. Fala. – Respondi na hora. É aqui, chega perto, meu olho, olha. Tem alguma coisa me incomodando. Disse enquanto se inclinava um pouco e com o dedo indicador direito mantinha o olho direito aberto. Cheguei perto rápido. Inclinei-me na direção do olho dela e olhei. Não via nada de estranho, mas não conseguia parar de olhar o decote generoso, onde dava pra ver mais do que o início dos seios. Tá me incomodando, deve ter entrado alguma coisa. – Insistiu ela. Não tô vendo nada. – Falei sinceramente. Olha bem que você vai ver. – Insistiu ela. Eu só olhava os seios dela naquela altura, o que acho que não passou despercebido pra Renata. Não tá vendo nada? – Perguntou com uma voz com um tom de ironia ou algo assim. Juro que não. – Respondi como um idiota, com meu rosto a poucos centímetros do dela. E agora? – Disse puxando um dos seios pra fora do decote.
Parece excelente, apetitoso, diria eu. – Consegui responder. Então prove então. – René me incentivou. E se o Carlos voltar? Acho que ele não vai gostar. – Falei com certa pena. Vai ter que gostar, porque eu gosto. Ok? – Disse muito séria. Ok. – Falei, enquanto aproximava meus lábios daquele mamilo escuro. Mmmmm, assim que eu gosto, eles são muito sensíveis, mmmmmm..... Suas mãos acariciavam meu cabelo, me incentivando a chupar seu mamilo. Minhas mãos acariciaram suas coxas e senti a firmeza de sua carne, ela estava com o pau duro como uma rocha. Seus lábios buscaram os meus, e ela me convidou para sentar ao seu lado no sofá. Em um instante, éramos um emaranhado de mãos e beijos percorrendo nossos corpos com avidez. Ela tirou o top e despiu minha camisa. Seus seios eram firmes, redondinhos, mamilos longos e escuros, nada grandes, mas dos bons. Minhas mãos os massageavam, enquanto ela abria minha calça. Assim que ela fez isso, meu pau brotou ereto por cima da cueca. Uiii! Que pau lindo! – Disse René. Ao mesmo tempo que o beijava e o prendia em sua boca quente e úmida. Aproveita, amor. Mmmmmmm.
Ela mamava excelente, acho que nunca tinham feito tão gostoso assim em mim. Ela se virou pra tirar o jeans, e vi suas lindas pernas e sua bunda perfeita. Eu tava desesperado de tesão, apalpei ela como pude, era dinamite pura. Quando já tinha perdido a noção do tempo e do lugar, ouvi uma voz me chamando. Era o Carlos, me assustei.
Nossa, você é rápido! – Ele disse. Desculpa. – Eu consegui responder, como desculpa. Manda ver! Trouxe lubrificante pra você meter o pau no cu dessa putinha. – Ele disse enquanto me estendia um frasco.
Isso, amor, vai que eu adoro. – René me incentivou.
Era como um sonho, meu amigo me incentivando a foder a amiga (ou namorada) dele, e ela me oferecendo a bunda, era um sonho.
Ela ficou de quatro, enquanto começava a chupar o pau do Carlos, deixando a bunda dela à minha mercê.
Peguei o lubrificante e passei bem, depois fiz o mesmo no meu pau.
Estávamos os três no sofá, e a gente ia se divertir pra caralho.
A mão dela guiou meu pau, que, sendo respeitável, entrou sem muita dificuldade.
Depois de encher o cu dela, comecei a me mover devagar, ela gemia com o pau do Carlos na boca.
Decidi me controlar, não queria gozar de uma vez, tinha que ter uma boa atuação, senão ficaria de fora por ser burro.

Prolonguei a foda, pensando no trabalho, nos esportes, nos impostos, em qualquer coisa menos no fato de que estava comendo um belo rabo. Eu estava indo bem. "Vamos mudar de posição." - Ela disse. Então fui para a frente, onde ela chupou meu pau e Carlos a comeu pelo cu. Sua boca era divina, sugava como se fosse de outro mundo, suas mãos acariciavam minhas bolas e chegavam até meu cu, fazendo círculos no meu ânus com o dedo indicador, o que me excitava mais do que imaginava. Sua língua parecia ter vida própria, e seus lábios pareciam ser capazes de abraçar qualquer coisa. Novamente quiseram mudar de posição, eu já queria gozar em qualquer lugar, não me importava. Então enfiei de novo no cu dela, enquanto ela estava de quatro e fazia um 69 com Carlos.
Foi aí que comecei a me sentir estranho. Enquanto eu empurrava a bunda dela com vontade, senti uma mão agarrando minhas bolas, era muito gostoso, mas me estranhou como ela estava fazendo aquilo se estava de quatro. Eu estava tão excitado que não liguei, embora suspeitasse que fosse o Carlos a mão. Continuei no meu trabalho, me aproximando do fim, quando ela me pede para tirar do seu cu por um momento. O pedido dela era desesperador, quase gozei e ela me puxou para fora, vontade de chorar quase me deu. Aguenta! – Ela gritou comigo. Mas... por favor! Agora mesmo! – Eu me queixei, enquanto meu pau pulsava à beira do orgasmo. Ia acrescentar algo mais, quando aconteceu o inexplicável. Senti uma mão puxando ele e uma boca prendendo meu pau. Foi uma surpresa que me paralisou. Mas imediatamente senti um prazer imenso, o boquete era tremendo e senti como se algo no fundo do meu ser estourasse e eu gozasse no meio de gemidos. A porra saía aos borbotões, e meu corpo tremia em espasmos de prazer. Percebi como a Renê saiu do meio, e vi como o Carlos me chupava e saboreava meu sêmen. Não me importava com nada, só queria gozar mais e mais. Fechei os olhos e quis aproveitar os últimos instantes, de repente senti uma mão me pegar pela nuca. Vai, você, agora é sua vez. – A Renê me apressou. Abri os olhos e me surpreendi com um respeitável pau ereto na frente da minha boca. Olhei nos olhos dela tentando me afastar daquela rola escura e dura, mas sua mão firme me guiou até seu pau. Fechei os olhos e abri a boca, o que importava o que acontecesse, estava curtindo aquilo como um louco, que todos vão para a puta que pariu, chupa essa rola. Mmmmm, era gostoso, que sensação, que macio, que quente, eu adorava chupar. Algo me dizia que não estava fazendo mal, minha própria experiência me indicava que ela devia estar gostando, e os gemidos da Renê me motivavam mais e mais. Chupava com vontade, com prazer, era como se tivesse feito isso a vida toda, eu adorava. O primeiro jato de sêmen me surpreendeu, e perdi a coordenação, quis abandonar, mas ela não me deixou, empurrava o pau com vontade e não me deixava me afastar. A gozada dela parecia não ter fim, era impressionante. Consegui deixar o sêmen escapar pelo canto da boca sem parar de chupar. Isso evitou que eu me afogasse, embora deva confessar que engoli porrada de porra.
Caramba, aquilo foi uma história, mas não daria pra contar pra ninguém, nunca jamais. Que experiência, hein!!! A gente terminou de algum jeito, depois fiquei sabendo que o Carlos foi o primeiro a chegar na boca do René. Que tudo foi planejado na segunda conversa, porque na primeira, aquela na porta, só combinaram que iam ver como eu reagia. Também descobri que eles não sabiam direito como iam me fazer entrar na parada, mas foram improvisando e, sem eu saber, eu ajudei pra caramba, respondendo perfeitamente aos estímulos deles, e o resultado foi excelente. Eu ria, olhava pra eles e não saía do meu espanto. Estávamos os três pelados, René e eu no sofá, ela me abraçava e segurava minha mão, Carlos sentado no tapete. A gente comentava as sensações que tivemos e ria ao lembrar cada detalhe. Eu olhava de lado pro René, não entrava na minha cabeça que aquele corpo perfeito de mulher ainda tivesse uma rola grande de verdade. A olho nu devia ter uns 15 a 20 centímetros, já estava mole, mas não encolhia. Olhava pra cara dela e me dizia que não seria prudente me apaixonar por aquela criatura, por mais linda que parecesse. Depois de uns instantes senti o sangue começar a encher as cavidades do meu pau, consequência de uma excitação crescente de ouvir detalhes, experiências, e ver aqueles corpos pelados; você sabe que eu precisava muito deles, fazia muito tempo, e ali estavam, ao alcance da minha mão.
Carlos, olha esse pau! Esse cara quer mais! Eu te disse, assim que vi, que valia a pena tentar. – Disse René enquanto seus dedos finos se fechavam sobre meu membro. Mas isso faz parte da próxima história, onde vou contar como me deixei levar por essa fantasia que se tornava realidade, bom, digamos que tinha algo a mais do que eu havia imaginado, um pequeno detalhe, bem..., dois pequenos detalhes, digamos que nunca tinha pensado em paus, mas agora eram uma opção nova e excitante.
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