Paseando en los cabos

Olá Comunidade, vou contar o primeiro relato do ano, espero que gostem. Alguns já leram meus relatos e sabem que minhas perversões favoritas são os "arrimões" (esfregões), ainda mais quando se trata de iniciar alguma garota nesse gostoso vício, e também meu fetiche favorito é a roupa íntima feminina. Adoro imaginar as garotas que encontro na rua, que calcinha elas tão usando, de que cor é, qual a textura, o quão pequena é, mas principalmente adoro imaginar como elas ficam no final do dia, o quanto o cheiro e a umidade delas ficam na peça, e mais ainda curto quando posso comprovar isso. É uma excitação incrível quando levo as peças delas ao meu nariz e aspiro aquele cheiro único que me dá uma ereção dura, é um prazer sem igual. Bom, quem já me leu já sabia disso, e essa história tá ligada ao meu fetiche. Isso aconteceu há quase dois anos, quando fui de férias com um amigo pra Cabo San Lucas, e dessa vez pra economizar um pouco e conhecer novas formas de viajar, decidimos ficar num hostel. Era um quarto bem grande, acho que tinha umas 15 camas. Fiquei num beliche, na parte de cima, bem do lado de uma janela, e na parte de baixo reparei que uma garota estava ficando, percebi por algumas coisas que ela tinha deixado na cama e na janela que tava aberta. Vi que ela tinha deixado o biquíni secando, um de listras preto e branco. A curiosidade me venceu, peguei ele e pelo menos senti entre meus dedos, ainda tava úmido. Olhei pros lados pra ver se tinha alguém, só tava meu amigo, mas ele mexendo nas coisas dele. Peguei o biquíni e fui pro banheiro. Lá dentro, não hesitei em levar ele ao nariz e... uff, que delícia, ainda tinha o cheiro dela, dava pra ver a marca dos fluidos dela na peça. Era uma mistura excitante de cheiros, naquela hora eu já tava com uma ereção enorme e minha mão esfregando ela. Não resisti e comecei a esfregar a ponta do meu pau bem na marca dos fluidos dela. Meu pau começou a... escorrer e manchar o biquíni dela, eu parei antes de gozar, cheirei a peça mais uma vez e saí do banheiro pra devolver no lugar dela. À noite, quando voltei de dar uma volta pelo local, notei que a garota tinha voltado e o biquíni dela não estava mais lá. Mais tarde, consegui conhecê-la e, caralho, que mulherão: uma baixinha, bunduda, peitos médios, pele bem branquinha, cabelo preto na altura das costas e um rostinho muito bonito. Naquela noite, ela tava usando um shortinho branco e justinho, que marcava a calcinha fio dental de renda que ela vestia, uma blusa preta decotada e umas sandálias que faziam os pés dela parecerem muito chupáveis. Naquela noite, não vi ela voltar, ou melhor, não reparei. Na manhã seguinte, quando acordei, ela tava na cama dela dormindo. Vocês sabem que o calor lá é forte, e ela tava semi-coberta. Percebi que ela tinha trocado de roupa: tava com uma camiseta comprida que cobria metade da bunda dela e notei que a calcinha fio dental da noite anterior era vermelha. Depois de sair um pouco e voltar ao meio-dia, eu e meu amigo cruzamos com ela e as amigas antes de chegar no hostel. A gente tinha voltado pra tomar banho porque à tarde íamos fazer um passeio de barco. Obviamente, fiquei com aquele tesão de ver a roupa dela e, discretamente, observei e percebi que ela tinha deixado a calcinha fio dental vermelha enrolada do lado da roupa suja. Não hesitei em pegar e entrei no banheiro. O cheiro era mais forte, e ainda tinha marcas dos fluidos dela, com um gostinho azedinho. Minha excitação era tanta que me masturbei com a calcinha dela até gozar nela e deixar toda minha porra espalhada na peça. Saí do banho e devolvi no lugar. Naquela noite, não vi mais ela, só no dia seguinte, quando trocamos uns "bom dia" e uma conversa fiada sobre de onde a gente vinha, como estávamos aproveitando, e até recomendamos lugares e passeios. Reparei que ela tava arrumando as coisas pra praia: um biquíni rosinha com bolinhas brancas, bem menor que o anterior. Até nisso ela tinha bom gosto pra roupa íntima. A gente se despediu e cada um foi pro seu lado. Onde a gente tinha planejado, de tarde voltamos pra comer e eu adorava que a gente quase não se encontrava. Ela já tinha voltado de novo e deixado o biquíni secando, e eu fiz a mesma coisa de novo e deixei meu sêmen dessa vez no biquíni dela. Vale mencionar que aquele hostel tinha piscina, mas não era muito usada, já que o mar ficava a menos de cinco minutos, então era melhor ir pra praia. Mas naquela tarde/noite, a gente resolveu ficar um tempo na piscina, acho eu, e pra minha surpresa a garota chegou com as amigas e, mais surpresa ainda, ela tava usando o mesmo biquíni da manhã, aquele que eu tinha enchido de porra. Não consegui parar de olhar pra ela com tesão, meu olhar se fixava entre a bunda dela, as pernas dela, e minha ereção começou a aparecer, tive que ajeitar discretamente.

Naquela noite a gente saiu pra festa e tivemos a sorte de nos encontrar no mesmo bar. A gente se reconheceu, conversou e dançou. Já passava da meia-noite e os drinks começavam a fazer efeito entre risadas e tonturas, as cantadas ficavam evidentes. Na hora de dançar, o roçar dos nossos corpos era mais intenso, ela podia sentir como eu esfregava minha ereção entre a bunda dela, como minhas mãos acariciavam a pele das pernas dela. Os movimentos de rebolado faziam o vestido subir mais do que devia. Chegou a hora de sair do bar, meu amigo já tinha ido embora fazia um tempo e as amigas dela entenderam a situação ao se despedir e ir comigo. Acho que teve confiança porque sabiam que eu tava hospedado no mesmo lugar que elas. O bar e o hostel não ficavam a mais de cinco minutos andando. Passamos numa loja pra comprar umas cervejas e cigarros. Embora ela conseguisse andar sem dificuldade, me ofereci pra abraçá-la e deixar ela se apoiar em mim pra não cair. Nossas respirações estavam mais próximas, e do nada veio o beijo, e pude sentir aquele gosto amargo de cerveja misturado com o gosto do batom dela. Minhas mãos envolveram a cintura dela e, aos poucos, foram descendo até a bunda dela, que eu apertei e pude sentir a calcinha que ela tava usando. Pronto, meu volume começou a sentir na virilha dela. Ela me parou e disse que não estava certo, que estávamos na rua e, além disso, tinha namorado e o amava muito. Sussurrando no ouvido dela e lambendo seu pescoço, falei: "Ele não precisa saber, o que acontece em Cabo, fica em Cabo", com voz embriagada. "Tá bom, só que aqui não." Chegamos ao hostel, continuávamos nos beijando, meus dedos já fuçavam na intimidade dela. Ela estava completamente molhada. Tirei meus dedos dela e levei à boca, saboreei e falei: "Exatamente o sabor que imaginei." Ela, sem saber que eu já tinha provado os fluidos que ela deixou um dia antes, me parou, se levantou e disse: "Não tá certo, espera, vou ao banheiro, não quero cair em tentação." Ela foi para o banheiro, meu impulso foi ir atrás dela e, bem quando ela abria a porta, entrei e comecei a beijar com mais paixão. Ela, entre gemidos, dizia: "Ahhh, para, ahhh, não, espera." Eu descia as alças do vestido dela e começava a lamber e chupar seus peitos. Ela começou a tocar meu pau por cima da calça. Sentou no banheiro, abaixou minha calça e começou a chupar de um jeito tão gostoso e desesperado que enfiava tudo. Meu pau não é muito grande, mas ela engasgava com ele. Tirava, lambia das bolas até a ponta e enfiava tudo de novo na boca. Eu pegava no cabelo dela e ditava o ritmo, parecia que ela tava sendo fodida pela boca. Tava quase gozando na boca dela, mas parei. Levantei ela, sentei eu e ela de pé, de costas pra mim. Levantei o vestido dela e comecei a lamber entre as nádegas dela. Ela abria com as mãos pra mim, e minha língua percorria de bunda a bunda. Dava pra sentir como ela ficava molhada cada vez que minha língua tentava entrar nela. Senti uns dois orgasmos na minha cara, era um sabor delicioso. Eu tava no auge da minha ereção. Ela se virou pra mim e nós dois sabíamos o que vinha a seguir. Tirei um preservativo da carteira. Demorei mais pra colocar do que ela pra montar em mim e começar a se mexer com a mesma paixão que eu vi ela dançar no bar. calava os gemidos dela com beijos de língua, sentia as contrações dela no meu pau, sentia ela gozando, molhando minhas bolas com os fluidos dela. Ela se levantou de novo e, dessa vez, com os próprios sucos, passei na bunda pequena dela, que já tinha dilatado com dois dedos quando ela montou em mim. Com umas duas estocadas, consegui entrar nela. Enfiei meus dedos na boca dela pra abafar os gritos, e a coisa começou a ficar mais intensa. Ela chupava meus dedos como se fossem um pau. Com a outra mão, apertava os peitos dela, que estavam pra fora do vestido. Eu tava quase gozando, e ela pediu pra eu gozar na boca dela. Ela ajoelhou na minha frente, tirou a camisinha e meteu meu pau na boca dela. Sem tirar de lá, comecei a soltar jorros quentes de porra. Ela tirou e começou a limpar com a língua. Ajeitamos a roupa, demos mais um beijo, e ela saiu primeiro. Esperei uns minutos e saí. Quando entrei no quarto, ela já tinha vestido a camiseta de dormir e tava enroscada na cama. No dia seguinte, a gente se viu por um tempo, nos cumprimentamos com um sorriso cúmplice que as amigas dela perceberam. Naquela tarde, quando voltei, vi que as malas de ninguém estavam mais lá. Elas foram embora naquele dia. Quando fui dormir e arrumar o travesseiro, debaixo dele estava a calcinha fio dental que ela usou na noite anterior e, num papelzinho, o número de telefone dela. Até hoje, continuo em contato com ela. Já fui pra cidade dela de férias, e ela veio pra cá a trabalho. E, bom, tivemos mais algumas experiências, incluindo uns dois menage que conto depois. Seja aqui no Arrimones, Confissões e Encontros, desejo a todos um excelente começo de ano.

0 comentários - Paseando en los cabos