Depois do primeiro encontro com Itzel, as conversas ficaram mais sexuais, falávamos do que gostávamos, do que queríamos fazer, do que fazíamos; um dia ela me disse - Quanto mais me submetem, melhor para mim - Sério? - Sim, Charly, tenho 2 cicatrizes que podem provar - Como você fez elas? - Uma foi uma mordida e a outra foi com um laço, eu estava amarrada e ele começou a esfregar - Então você também gosta que usem objetos? - Pois é, cintos, laços, algo para me amarrar ou dar palmadas - Muito bem, Itzel, vamos ver que dia você me deixa usar objetos - Você me diz que dia e pronto, Charly. Combinamos, marcamos de nos ver antes das aulas dela, ela chegou, estava com um suéter vinho justo e por baixo uma saia branca, só isso, não tinha nada por baixo, com a luz dava para ver um pouco transparente. Itzel me disse: - Não tira minha roupa, eu gosto de transar com roupa. Fiz assim, começamos a nos beijar, a nos tocar, ela tirou meu cinto e me disse: - Usa como quiser. Eu peguei o cinto, primeiro amarrei as mãos dela nas costas, dei um puxão leve e ela soltou um gemido. Continuamos, ela baixou meu zíper, meteu a mão, pegou meu pau e puxou com força, doeu, minha resposta foi dar uma boa palmada nela, Itzel disse: - Só isso, Charly? Sem dizer nada, tirei o cinto dos pulsos dela, dobrei e bati nas suas nádegas, ela gemeu e apertou meu pênis com as mãos, repeti a ação e ela fez o mesmo, até que Itzel pegou meu pau e colocou na boca, agora cada vez que eu batia nas suas nádegas com o cinto, ela empurrava tentando meter mais e mais meu pau na sua boca. Depois peguei Itzel, coloquei o cinto na garganta dela, virei ela e comecei a penetrar, ela estava se segurando no sofá, cada vez meus movimentos eram mais rápidos e fortes, ao mesmo tempo, puxava mais e mais o cinto, ela gemia a cada investida, gemia mais e mais. De repente Itzel começou a ficar bamba, mas não parava de gemer com mais prazer, até que ficou... completamente recarregado na poltrona, eu estava cada vez mais duro. Tentei mudar de posição, quando percebi que Itzel estava entre desmaiada e perdida num grande orgasmo, soltei o cinto, virei ela e perguntei: – Itzel, você está bem? – Continua... (ela tentou dizer algo mais, mas não conseguiu)
Deitei ela na poltrona, Itzel estava toda molinha, peguei meu pau e inseri novamente na sua buceta e comecei a penetrar com muita força, ela começou a gritar de prazer, se contorcia na poltrona, não aguentava mais. Fiz uma pausa, deixei ela descansar um pouco, quando começou a reagir, virei ela e coloquei a cabeça do meu membro na entrada do seu cu, comecei a empurrar devagar, só metendo a cabecinha, comecei a ir mais rápido, sem enfiar mais, quando estava quase gozando, Itzel me disse: – Faz nas minhas costas (eu tinha levantado um pouco o suéter dela); peguei meu pau, coloquei entre suas nádegas e comecei a me masturbar, gozei nas suas costas, algumas gotas respingaram no seu suéter.
Esperamos um momento, não limpamos, nos trocamos e foi nesse momento que ela percebeu que o suéter estava manchado, ela me disse: – Hoje vou ficar com seu leite o dia todo – Você não vai limpar? – Não, Charly, vou deixar assim. Te vejo na aula.
Itzel saiu do escritório e foi para a escola. Eu terminei de arrumar algumas coisas. Mais tarde, fui dar aula, assim que entrei na sala, lá estava Itzel, com seu suéter e meu gozo, pelo visto ela tinha contado para Lupita, que só ficou me olhando meio corada. Comecei a dar a aula, de repente virei para olhar a Itzel e ela começou a chupar a mancha que tinha no suéter. Na minha calça começou a marcar a ereção que estava começando a ter, por sorte, a aula estava quase terminando. Assim que acabou, saí rapidamente e fui para o escritório, comecei a me masturbar vendo aquela cena, gravei alguns vídeos e enviei para ela, ela ainda estava na universidade, depois de alguns minutos, ela responde com um vídeo no banheiro da escola, lamando as manchas de sêmen e enfiando dois dedos na sua buceta. Passaram algumas horas, ela saiu da aula e de novo um vídeo, ela lambendo as manchas de sêmen, só que dessa vez os dedos dela estavam dentro do seu cu, e uma mensagem que dizia: - Acho que preciso de mais porra, já deixei meu suéter limpo - Quando quiser Itzel, você sabe - Você poderia me dar um pouco, guardo num copinho e como na sua aula, se quiser - Ai Itzel, você me deixa duro - Adoro te deixar duro e você me comer com força - Por sinal, você está bem? - Mais ou menos Charly, me sinto um pouco tonta e atordoada, também tenho o pescoço marcado com a fivela do seu cinto. Lupita percebeu um pouco - Como assim, você contou pra ela? - Mais ou menos, ela me perguntou se eu estava bem, que eu parecia um pouco atordoada e que além disso tinha manchas brancas como de porra no meu suéter. Eu disse que estava bem e que sim, era porra, mas uma porra muito gostosa - Percebi que você tinha contado algo, pela forma como Lupita me olhou - Vou te contar Charly, Lupita ficou curiosa, o dia inteiro ficou me perguntando. Continuamos conversando pelo resto do dia. Já estava saindo do escritório, só precisava ir a uma filial para uma atualização dos funcionários, quando Itzel me mandou uma mensagem dizendo: - Lupita e eu temos uma dúvida num trabalho, você pode nos ajudar? - Claro Itzel, me digam - É algo complexo, você tem tempo? - Olha Itzel, estou saindo do escritório e daqui preciso ir à filial do bairro San José e depois disso fico livre e tiro as dúvidas de vocês - Excelente Charly, essa filial fica muito perto da minha casa, fica uns 5 minutos, passa aqui e explica pra gente, mais fácil. Honestamente eu achei que tudo isso era verdade, que só explicaria e pronto, então aceitei e Itzel me mandou a localização.
Deitei ela na poltrona, Itzel estava toda molinha, peguei meu pau e inseri novamente na sua buceta e comecei a penetrar com muita força, ela começou a gritar de prazer, se contorcia na poltrona, não aguentava mais. Fiz uma pausa, deixei ela descansar um pouco, quando começou a reagir, virei ela e coloquei a cabeça do meu membro na entrada do seu cu, comecei a empurrar devagar, só metendo a cabecinha, comecei a ir mais rápido, sem enfiar mais, quando estava quase gozando, Itzel me disse: – Faz nas minhas costas (eu tinha levantado um pouco o suéter dela); peguei meu pau, coloquei entre suas nádegas e comecei a me masturbar, gozei nas suas costas, algumas gotas respingaram no seu suéter.
Esperamos um momento, não limpamos, nos trocamos e foi nesse momento que ela percebeu que o suéter estava manchado, ela me disse: – Hoje vou ficar com seu leite o dia todo – Você não vai limpar? – Não, Charly, vou deixar assim. Te vejo na aula.
Itzel saiu do escritório e foi para a escola. Eu terminei de arrumar algumas coisas. Mais tarde, fui dar aula, assim que entrei na sala, lá estava Itzel, com seu suéter e meu gozo, pelo visto ela tinha contado para Lupita, que só ficou me olhando meio corada. Comecei a dar a aula, de repente virei para olhar a Itzel e ela começou a chupar a mancha que tinha no suéter. Na minha calça começou a marcar a ereção que estava começando a ter, por sorte, a aula estava quase terminando. Assim que acabou, saí rapidamente e fui para o escritório, comecei a me masturbar vendo aquela cena, gravei alguns vídeos e enviei para ela, ela ainda estava na universidade, depois de alguns minutos, ela responde com um vídeo no banheiro da escola, lamando as manchas de sêmen e enfiando dois dedos na sua buceta. Passaram algumas horas, ela saiu da aula e de novo um vídeo, ela lambendo as manchas de sêmen, só que dessa vez os dedos dela estavam dentro do seu cu, e uma mensagem que dizia: - Acho que preciso de mais porra, já deixei meu suéter limpo - Quando quiser Itzel, você sabe - Você poderia me dar um pouco, guardo num copinho e como na sua aula, se quiser - Ai Itzel, você me deixa duro - Adoro te deixar duro e você me comer com força - Por sinal, você está bem? - Mais ou menos Charly, me sinto um pouco tonta e atordoada, também tenho o pescoço marcado com a fivela do seu cinto. Lupita percebeu um pouco - Como assim, você contou pra ela? - Mais ou menos, ela me perguntou se eu estava bem, que eu parecia um pouco atordoada e que além disso tinha manchas brancas como de porra no meu suéter. Eu disse que estava bem e que sim, era porra, mas uma porra muito gostosa - Percebi que você tinha contado algo, pela forma como Lupita me olhou - Vou te contar Charly, Lupita ficou curiosa, o dia inteiro ficou me perguntando. Continuamos conversando pelo resto do dia. Já estava saindo do escritório, só precisava ir a uma filial para uma atualização dos funcionários, quando Itzel me mandou uma mensagem dizendo: - Lupita e eu temos uma dúvida num trabalho, você pode nos ajudar? - Claro Itzel, me digam - É algo complexo, você tem tempo? - Olha Itzel, estou saindo do escritório e daqui preciso ir à filial do bairro San José e depois disso fico livre e tiro as dúvidas de vocês - Excelente Charly, essa filial fica muito perto da minha casa, fica uns 5 minutos, passa aqui e explica pra gente, mais fácil. Honestamente eu achei que tudo isso era verdade, que só explicaria e pronto, então aceitei e Itzel me mandou a localização.
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