Tudo começou há uma semana, numa quinta-feira. Fomos almoçar na casa da minha sogra, tava um calorão, eu coloquei um vestidinho meio curto amarelo, não gosto das minhas pernas porque sou muito branca, mas tava quente demais pra jeans ou leggings. Naquela manhã não tínhamos transado com meu namorado porque acordamos tarde, então chegamos rápido na casa da minha sogra.Os minutos e as horas foram passando, e eu conseguia ver como meu cunhado, que tem 3 anos a menos, me olhava. "Segunda-feira ele já começa a trabalhar", disse minha sogra, enquanto ele secava minhas pernas. Eu nunca tinha visto ele como nada além do irmão mais novo, mas naquele momento algo me agradou, gostei de me sentir observada, gostei que de alguma forma ele me desejasse... e o proibido me deixava louca. Decidi que não podia fazer nada, a ideia era doida demais, mas me senti um pouco atraída..Deixei pra lá, foi uma besteira do momento. Voltei pra casa, tomei um banho e já tinha passado tudo, foi o que pensei...À noite, sozinha na minha cama, comecei a me tocar como todo dia. Sempre via alguma webcam ou talvez um pornô, mas naquele dia, assim que comecei, percebi que estava imaginando o que poderia ter acontecido. Imaginei mil cenários: eu mostrando minhas pernas pra ele, abrindo elas pra ele ver, me tocando pra ele. Não conseguia acreditar, e pensei que precisava falar com ele, mas com que desculpa? Se em 4 anos a gente nunca tinha se falado pelo celular.
Eu tava muito excitada e comecei a tirar fotos de calcinha fio dental pro meu namorado. Talvez foi o destino, talvez foi de propósito, a única coisa que sei é que mandei uma pro meu cunhado... esperei 3 minutos e apaguei... e fui dormir.
No outro dia, ele respondeu com um "?" e me perguntou o que eu tinha mandado. Falei que nada. E ficou por isso.
Naquele dia, sexta-feira, eu saí com minhas amigas pra uma balada no centro. Coloquei uma calça preta bem justa e uma camiseta branca colada no corpo. Chegamos e começamos a dançar entre a gente, como sempre, tudo normal. Os caras olhavam pra gente, mas a gente nem ligava. De repente, sinto uma mão na minha cintura. Quando viro, era meu cunhado com dois copos na mão. Ele me dá um e fala: "olha o que você faz, que eu tô te olhando, hein". Uma sensação estranhíssima percorreu meu corpo todo. Só sorri, peguei o copo e me virei, muito nervosa. Ele foi com os amigos e ficou por isso. Um tempo depois, umas duas horas mais ou menos, tinha um cara que tava muito insistente, me procurando, querendo me tirar pra dançar, queria me beijar, e eu me cansei de recusar, muito irritada. Bem naquela hora, me pegam na cintura de novo, com firmeza. Era meu cunhado de volta, que fala pro cara: "ela tá comigo, não enche o saco". E o outro responde: "come ela, se tá contigo". Ele nem pensa, me pega pelo pescoço e me dá um beijo, um selinho... talvez um pouco mais longo... e o outro cara ri e vai embora. Eu fico olhando pra ele, olho pra boca dele, esperando ele continuar enquanto mordo meu lábio. Ele me pega pela mão e fala: "vamos dançar".
Chegamos no grupo das minhas amigas e a gente Vamos dançar todos, tomamos mais um pouco (nessa altura já tava alegre) e não me liguei, talvez fiz de propósito, peguei nas mãos dele, coloquei na minha cintura e dancei um pouco. Quando percebi que uma amiga tava me olhando, parei e queria me matar. Quis ir embora da balada, fui até a porta e sentei na calçada.
10 minutos depois, uma mensagem dele dizendo "cadê você? te levo?" e outra falando "fica tranquila, não rolou nada"
Ele veio me buscar e me levou pra casa, o caminho inteiro em silêncio. Dava pra ver que ele tava muito tenso. Nós dois sabíamos que aquilo era muito errado. Mas acho que nós dois queríamos a mesma coisa. Quando chegamos na minha casa, cumprimento ele com um beijo no rosto e vou descer, "me avisa quando chegar" "eu tô sozinha porque meus pais foram pro litoral" (não sei por que falei isso... vai, sei sim, mas queria ver o que ele ia dizer)
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Se você tá sozinha, vem pra cá, assim não fica sozinha. Tô bem, falei, obrigada, você já cuidou de mim demais hoje. "Sim, mas você não pode me dizer que não gosta que eu cuide de você" ...
... Essa resposta me quebrou "gosto sim, por isso não quero nem que você desça nem ir pra sua casa".
Ele tava sentado no banco do motorista e eu na janela dele. Ele falou bom, entra na sua casa. Falei tchau e quando cumprimentei, a gente se deu um selinho. Automaticamente, quando virei pra entrar, ele estacionou e desceu. Eu tava na porta esperando ele. Foi tudo tão orgânico, como se pensássemos a mesma coisa.
Já nessa hora, eu tava convencida, isso vai rolar.
Entramos, fui no banheiro e troquei de roupa pro vestido do outro dia. Fomos pro meu quarto e começamos a conversar, ele tava nervoso, era óbvio, era pra ficar nervoso. Eu sentei na cama, entre ele e a parede, deixando o volume dele, que já tava bem visível, perto do meu rosto. Ele continuava falando qualquer coisa pra se distrair do que tava rolando, eu fiz o que tinha que fazer, toquei no volume dele. Era grande, tava duro. Falei "isso não te sufoca aí dentro?" ele riu e tirou ele na minha frente.
Era o que eu imaginei na noite anterior, tinha as Veias marcadas, ele tinha umas bolas grandes, era do tamanho ideal, bem depilada, amei.
Comecei a tocar devagar e bem até o fundo, e vi como ele gostava, como começava a crescer na minha mão. Saía muito líquido pré-seminal, ele tava muito tesudo e eu queria esquentar mais ele. Juntei todo o líquido que consegui na minha mão, olhei nos olhos dele e levei a mão na minha buceta, e comecei a me tocar com toda a porra dele enquanto começava a gemer bem devagar, com o pau dele bem perto da minha boca. Cada vez que ele endurecia, chegava a tocar meus lábios, sentia ele úmido, sentia ele quente, queria ele em todo lugar, comecei a beijar ele enquanto ele se tocava devagar, tomando cada gota daquela porra transparente linda que saía dele. Não aguentei mais, levantei, e beijei a boca dele, ele fez algo incrível, apoiou o pau na minha xota e começou a esfregar, parei só pra tirar a calcinha e ele continuar. Uns minutos depois me virei, levantei o vestidinho e apoiei minha bunda branquinha no pau dele. Ele apertava meus peitos e beijava meu pescoço, me empurrou na cama e pediu camisinha. Peguei uma do criado-mudo, enquanto mostrava a bunda pra ele. Me aproximei e tirei tudo, quando ele viu meus peitos se jogou em cima, chupou todos eles, passou o pau, meteu e mordeu meus bicos. Eu não aguentava mais, queria que ele me comesse, fiquei de quatro e comecei a chupar o pau dele enquanto ele enfiava os dedos, peguei e coloquei a camisinha com a boca, me virei e pedi pra ele me comer...
—
Ele colocou devagar, sentindo cada milímetro do meu interior, meteu tudo, era perfeito. Começou a foder devagar, cada vez mais forte, me deu como ninguém, tava toda molhada, todos os sucos que saíam de mim, ele passava no meu cu, era claro que era o que ele queria, e eu me virei e juntei os peitos pra ele me comer olhando nos meus olhos enquanto eu me tocava. Soltei os peitos só pra enfiar um dedo na boca e pedir pra ele me comer de lado, quando a gente se virou de lado ele começou a enfiar os dedos, E aí eu pedi pra ele enfiar tudo no meu cu. "Abre ele e me come de todos os lados" — foi o que eu falei, não era eu, era uma puta, nunca tinha falado assim, mas tava muito tesuda. Ele me obedeceu e me comeu uma vez em cada buraco.
"Chupa aqui" — ele falou depois de um tempo, tirei a camisinha e engoli tudo, chupei os ovos dele, o tronco, a cabeça, tudo. Cheguei perto da boca dele e a gente se beijou, um por cima do outro. Nós dois sabia que não tinha camisinha, não tava nem aí, cada beijo aproximava mais até ele encostar a pica na minha pussy, não aguentei e enfiei bem devagar, montada em cima dele. Quando ele falou que tava errado, enfiei as tetas na cara dele, na hora ele começou a chupar e esqueceu. Ele abria minhas nádegas com as mãos, e eu pulava na pica dele. Ele me agarrou pelo pescoço e falou "desce que vou gozar", fiquei louca, queria tudo.
"Onde você vai deixar?" Ele me agarrou, me jogou na cama e gozou tudo nas minhas tetas, saiu um monte de porra, bem quente, bem gostosa, a mais deliciosa que já provei. Quando ele terminou de gozar em mim, pedi pra ele ficar de joelhos do meu lado na cama e entreguei meu celular: "me grava" — queria uma lembrança disso. Com uma mão eu esfregava a porra nas tetas, com a outra comecei a me tocar e ele colocava a pica meio mole nos meus lábios. Depois de cinco minutos gozei e fiquei morta.
A gente deitou um pouco, ele falou que ia embora, vestimos, ele me beijou e foi... Mandei uma mensagem pro meu namorado: "Cheguei" e fui dormir.
Se vocês gostaram, na próxima vai com fotos.
Eu tava muito excitada e comecei a tirar fotos de calcinha fio dental pro meu namorado. Talvez foi o destino, talvez foi de propósito, a única coisa que sei é que mandei uma pro meu cunhado... esperei 3 minutos e apaguei... e fui dormir.
No outro dia, ele respondeu com um "?" e me perguntou o que eu tinha mandado. Falei que nada. E ficou por isso.
Naquele dia, sexta-feira, eu saí com minhas amigas pra uma balada no centro. Coloquei uma calça preta bem justa e uma camiseta branca colada no corpo. Chegamos e começamos a dançar entre a gente, como sempre, tudo normal. Os caras olhavam pra gente, mas a gente nem ligava. De repente, sinto uma mão na minha cintura. Quando viro, era meu cunhado com dois copos na mão. Ele me dá um e fala: "olha o que você faz, que eu tô te olhando, hein". Uma sensação estranhíssima percorreu meu corpo todo. Só sorri, peguei o copo e me virei, muito nervosa. Ele foi com os amigos e ficou por isso. Um tempo depois, umas duas horas mais ou menos, tinha um cara que tava muito insistente, me procurando, querendo me tirar pra dançar, queria me beijar, e eu me cansei de recusar, muito irritada. Bem naquela hora, me pegam na cintura de novo, com firmeza. Era meu cunhado de volta, que fala pro cara: "ela tá comigo, não enche o saco". E o outro responde: "come ela, se tá contigo". Ele nem pensa, me pega pelo pescoço e me dá um beijo, um selinho... talvez um pouco mais longo... e o outro cara ri e vai embora. Eu fico olhando pra ele, olho pra boca dele, esperando ele continuar enquanto mordo meu lábio. Ele me pega pela mão e fala: "vamos dançar".
Chegamos no grupo das minhas amigas e a gente Vamos dançar todos, tomamos mais um pouco (nessa altura já tava alegre) e não me liguei, talvez fiz de propósito, peguei nas mãos dele, coloquei na minha cintura e dancei um pouco. Quando percebi que uma amiga tava me olhando, parei e queria me matar. Quis ir embora da balada, fui até a porta e sentei na calçada.
10 minutos depois, uma mensagem dele dizendo "cadê você? te levo?" e outra falando "fica tranquila, não rolou nada"
Ele veio me buscar e me levou pra casa, o caminho inteiro em silêncio. Dava pra ver que ele tava muito tenso. Nós dois sabíamos que aquilo era muito errado. Mas acho que nós dois queríamos a mesma coisa. Quando chegamos na minha casa, cumprimento ele com um beijo no rosto e vou descer, "me avisa quando chegar" "eu tô sozinha porque meus pais foram pro litoral" (não sei por que falei isso... vai, sei sim, mas queria ver o que ele ia dizer)
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Se você tá sozinha, vem pra cá, assim não fica sozinha. Tô bem, falei, obrigada, você já cuidou de mim demais hoje. "Sim, mas você não pode me dizer que não gosta que eu cuide de você" ...
... Essa resposta me quebrou "gosto sim, por isso não quero nem que você desça nem ir pra sua casa".
Ele tava sentado no banco do motorista e eu na janela dele. Ele falou bom, entra na sua casa. Falei tchau e quando cumprimentei, a gente se deu um selinho. Automaticamente, quando virei pra entrar, ele estacionou e desceu. Eu tava na porta esperando ele. Foi tudo tão orgânico, como se pensássemos a mesma coisa.
Já nessa hora, eu tava convencida, isso vai rolar.
Entramos, fui no banheiro e troquei de roupa pro vestido do outro dia. Fomos pro meu quarto e começamos a conversar, ele tava nervoso, era óbvio, era pra ficar nervoso. Eu sentei na cama, entre ele e a parede, deixando o volume dele, que já tava bem visível, perto do meu rosto. Ele continuava falando qualquer coisa pra se distrair do que tava rolando, eu fiz o que tinha que fazer, toquei no volume dele. Era grande, tava duro. Falei "isso não te sufoca aí dentro?" ele riu e tirou ele na minha frente.
Era o que eu imaginei na noite anterior, tinha as Veias marcadas, ele tinha umas bolas grandes, era do tamanho ideal, bem depilada, amei.
Comecei a tocar devagar e bem até o fundo, e vi como ele gostava, como começava a crescer na minha mão. Saía muito líquido pré-seminal, ele tava muito tesudo e eu queria esquentar mais ele. Juntei todo o líquido que consegui na minha mão, olhei nos olhos dele e levei a mão na minha buceta, e comecei a me tocar com toda a porra dele enquanto começava a gemer bem devagar, com o pau dele bem perto da minha boca. Cada vez que ele endurecia, chegava a tocar meus lábios, sentia ele úmido, sentia ele quente, queria ele em todo lugar, comecei a beijar ele enquanto ele se tocava devagar, tomando cada gota daquela porra transparente linda que saía dele. Não aguentei mais, levantei, e beijei a boca dele, ele fez algo incrível, apoiou o pau na minha xota e começou a esfregar, parei só pra tirar a calcinha e ele continuar. Uns minutos depois me virei, levantei o vestidinho e apoiei minha bunda branquinha no pau dele. Ele apertava meus peitos e beijava meu pescoço, me empurrou na cama e pediu camisinha. Peguei uma do criado-mudo, enquanto mostrava a bunda pra ele. Me aproximei e tirei tudo, quando ele viu meus peitos se jogou em cima, chupou todos eles, passou o pau, meteu e mordeu meus bicos. Eu não aguentava mais, queria que ele me comesse, fiquei de quatro e comecei a chupar o pau dele enquanto ele enfiava os dedos, peguei e coloquei a camisinha com a boca, me virei e pedi pra ele me comer...
—
Ele colocou devagar, sentindo cada milímetro do meu interior, meteu tudo, era perfeito. Começou a foder devagar, cada vez mais forte, me deu como ninguém, tava toda molhada, todos os sucos que saíam de mim, ele passava no meu cu, era claro que era o que ele queria, e eu me virei e juntei os peitos pra ele me comer olhando nos meus olhos enquanto eu me tocava. Soltei os peitos só pra enfiar um dedo na boca e pedir pra ele me comer de lado, quando a gente se virou de lado ele começou a enfiar os dedos, E aí eu pedi pra ele enfiar tudo no meu cu. "Abre ele e me come de todos os lados" — foi o que eu falei, não era eu, era uma puta, nunca tinha falado assim, mas tava muito tesuda. Ele me obedeceu e me comeu uma vez em cada buraco.
"Chupa aqui" — ele falou depois de um tempo, tirei a camisinha e engoli tudo, chupei os ovos dele, o tronco, a cabeça, tudo. Cheguei perto da boca dele e a gente se beijou, um por cima do outro. Nós dois sabia que não tinha camisinha, não tava nem aí, cada beijo aproximava mais até ele encostar a pica na minha pussy, não aguentei e enfiei bem devagar, montada em cima dele. Quando ele falou que tava errado, enfiei as tetas na cara dele, na hora ele começou a chupar e esqueceu. Ele abria minhas nádegas com as mãos, e eu pulava na pica dele. Ele me agarrou pelo pescoço e falou "desce que vou gozar", fiquei louca, queria tudo.
"Onde você vai deixar?" Ele me agarrou, me jogou na cama e gozou tudo nas minhas tetas, saiu um monte de porra, bem quente, bem gostosa, a mais deliciosa que já provei. Quando ele terminou de gozar em mim, pedi pra ele ficar de joelhos do meu lado na cama e entreguei meu celular: "me grava" — queria uma lembrança disso. Com uma mão eu esfregava a porra nas tetas, com a outra comecei a me tocar e ele colocava a pica meio mole nos meus lábios. Depois de cinco minutos gozei e fiquei morta.
A gente deitou um pouco, ele falou que ia embora, vestimos, ele me beijou e foi... Mandei uma mensagem pro meu namorado: "Cheguei" e fui dormir.
Se vocês gostaram, na próxima vai com fotos.
10 comentários - Sexta com meu cunhado gostoso