Primeira parte: https://m.poringa.net/posts/relatos/3902214/O-incentivo-da-mama.html
Não posso fazer isso!", ela disse. "Todo mundo vai saber, todo mundo vai ver", falou enquanto passava a mão no decote. "Vai lá, arrisca. Sei que você vai ter cuidado e sabe que o papai vai ficar feliz", Jason disse em voz baixa. "Vou te ajudar", ele falou enquanto desabotoava o primeiro botão da blusa dela. "Ok, eu consigo fazer sozinha", ela disse, afastando as mãos dele do peito e saindo da cozinha. Jason pegou uma torrada e já estava na segunda quando a mãe voltou, com a jaqueta de linho cinza vestida, cobrindo os seios. Claramente não dava pra ver nenhum sutiã, e ele assentiu. "Ficou bom, ainda bem profissional. A gente devia ir", ele disse enquanto pegava a mochila. "Tô fazendo isso só dessa vez. Não vou transformar isso num hábito."
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"Acorda, amor, fiz panquecas", Liz disse em voz baixa. Jason abriu os olhos devagar, depois os arregalou. A mãe dele estava sentada na cama dele, usando uma calcinha roxa minúscula. Instintivamente, ele estendeu a mão e pegou um peito, e quando a mãe se inclinou, ele largou a mão na hora: "Desculpa, mãe. Porra! Você tá uma gostosa", ele suspirou. "Acho que o papai ficou feliz ontem", perguntou com os olhos grudados naqueles mamilos. Liz riu: "O que você acha? Ele agradeceu três vezes antes de você chegar em casa", ela corou. "Nem sei por que tô te contando isso", ela se levantou. "Ok, vou me vestir e você devia... bom, você sabe..." Jason saiu da cama, sem se preocupar que a cueca dele estava estufada: "Isso me ajuda... sabe, se eu puder ter outra rapidinha", ele disse. "Não! Olha, isso foi divertido, mas..." os olhos dela estavam fixos no volume da cueca do garoto. "Hum, tá bom, mas só dessa vez. Não quero que você me peça isso toda vez que bater uma vontade." Ela suspirou quando as mãos quentes dele roçaram os seios dela. Ela estava preparada para o garoto agarrar e apertar os peitos dela como todo coisas que os garotos faziam no ensino médio, mas ele era gentil, afofando, pesando os seios dela, os polegares rodeando os mamilos. Ela fechou os olhos sentindo os joelhos fraquejarem. Jason estava pasmo com o peso das tetas da mãe. Ele as fez balançar suavemente nas mãos e depois acariciou os mamilos com o polegar. Viu o rosto dela relaxar, os lábios entreabertos, os olhos fechados enquanto a respiração dela acelerava. Liz sentiu a buceta pulsar quando os polegares macios rodearam os mamilos e pressionaram a carne sensível e inchada. Ela sentiu o calor dele se aproximar e logo a vara dura pressionou a parte da frente da calcinha. Pensou que deveria dar um passo para trás, mas se inclinou para as mãos dele, o clitóris pressionando contra aquela cabeça roliça. Ela se apertou mais contra ele, soltando um gemido audível. Ao se ouvir, deu um passo para trás, "Ah, meu Deus. Ok, já chega. Você tem algo em que pensar enquanto cuida disso", disse olhando para baixo, para a ereção dele. Deu um passo para trás e, ao ver o filho acariciando o pau, riu, "Será que seus amigos são tão tímidos com as mães deles quanto você?". Jason se deixou cair na cama, repetindo os últimos minutos na cabeça. Nenhuma das garotas que deixaram ele apalpar por baixo da blusa tinha tetas nem do tamanho da mãe. Ele acariciou o pau ainda sentindo a massa quente e sedosa nas palmas. Enquanto imaginava pegar o mamilo ereto dela entre os lábios, gozou por todo o peito. Liz posou quando o filho entrou na cozinha. Nunca tinha usado tão pouca roupa para trabalhar, mas também não lembrava de ter se sentido num estado constante de tesão antes. Talvez quando estava no colégio, mas aquilo era algo mais intenso, mais… tabu. Pensou nos filmes pornôs do Tomás sobre incesto e em como eles transavam com paixão depois de algumas cenas. Jason parou e ficou de boca aberta, "De onde você tirou essa saia? Nunca te vi nada acima do joelho", ele perguntou, "Quer dizer, eu amei". Ele girou o dedo no ar e assobiou baixinho enquanto ela se virava devagar. Ele não conseguiu evitar o pulsar na calça ao ver a bunda apertada esticando o tecido, as pernas perfeitas e nuas à mostra. Liz corou sob o olhar do filho, "Bill no trabalho sugeriu que eu mostrasse um pouco mais de perna. Não tenho tanta certeza", disse enquanto levantava a frente da saia alguns centímetros, deixando a calcinha à mostra. Depois abriu o casaco, mostrando que não estava usando sutiã de novo, "Isso com certeza não passou despercebido, e tanto seu pai quanto alguns colegas de trabalho disseram como eu estava gostosa". Jason se aproximou e tirou o casaco dela, "Então você não vai precisar disso", disse enquanto olhava para a blusa da mãe. "Não é nada transparente, diferente daquela que você usou quarta-feira passada". Ele olhou para a blusa branca, o botão de cima desabotoado e os bicos duros aparecendo. "Jason! Não posso andar assim", disse ela, "Olha", ordenou enquanto saía da cozinha antes de se virar e entrar. "Viu?" Os olhos de Jason estavam grudados nos peitos soltos que balançavam enquanto ela se aproximava dele. "Eu vi, mas seus peitos sempre balançam assim quando você anda. Hoje vai fazer muito calor e ter essa camada extra vai ser só desconforto". Ele se aproximou da mãe e desabotoou os dois seguintes, "Ventilação. Você vai me agradecer". Deu um passo para trás admirando a forma dela, "Tão linda. Queria que tivesse alguma garota na minha escola que se parecesse com você".
Tomás agarrou as nádegas da esposa enquanto a penetrava, "Me diz de novo como o Bill apareceu atrás de você. Ele realmente encostou o pau na sua bunda?" "Aaaaiiii, porra. Sim, ele agiu como se fosse acidental, mas... porra! Assim! Brinca com meus peitos. Ai, caralho", gemeu Liz quando o marido acelerou o ritmo, "Na verdade, ele tava meio duro ou bem grande porque eu senti... o pau dele entre minhas nádegas... Assim! AI, que gostoso! Não para!" Ela gritou quando sentiu o segundo orgasmo chegando. Tomás puxou os mamilos dela com força, sabendo que era o que ela amava quando gozava. Ele tinha segurado a excitação intensa. Sabia que era o homem mais sortudo do mundo por ter uma esposa tão gostosa e safada que adorava foder, mas ultimamente ela tava ainda mais ansiosa, mais agressiva que o normal. **************************************** Jason sentiu a boca quente da mamãe envolvendo o pau dele. Esse sonho era mais realista que os outros, já que ele nunca tinha sentido nada tão intenso antes, nem tinha imaginado ela brincando com os mamilos dele. Os olhos dele se abriram de repente e ele ofegou ao ver aqueles olhos lindos olhando pra ele, aqueles lábios vermelhos esticados em volta do pau dele, os dedos macios puxando os mamilos dele. Liz se afastou e sorriu, "Tive que provar você, só dessa vez", ronronou. "Pode gozar na minha boca", disse enquanto enfiava a boca de volta no pau dele. Jason não acreditava como era bom. Nenhuma das namoradas dele chegou perto, no máximo uma punheta de vez em quando. Isso era muito melhor do que parecia nos sites pornô. A mãe dele levantou o ombro enquanto ele se inclinava pra agarrar um peito que balançava. "Meu Deus! Mãe. Mãe, não vou aguentar... vou... Porra", ele grunhiu enquanto gozava na boca da mãe. Quase desmaiou de tão intenso. Liz engoliu rápido, saboreando a segunda carga de porra nas últimas 8 horas. Em que puta ela tinha se transformado. Ela olhou sorrindo pro garoto, se perguntando se essa era a Primeira mamada. Ela se sentou e enxugou a boca. "Tá bom. Agora você não tem desculpa pra pular o café da manhã", ela riu de repente, "e parece que acabei de comer o meu". "Isso foi incrível", suspirou Jason. Ele olhou pra mãe completamente pelada. "Não acredito no que aconteceu essa semana, mas não tô reclamando. Te amo, mãe", disse, ficando vermelho. Liz ficou se perguntando como chegou naquilo. "Olha. Não vou transformar isso em hábito. Entrei e vi que você... hum, tava duro, então pensei em te ajudar. Não espera isso toda manhã. É só dessa vez". "Entendo, obrigado", ele hesitou, "Isso foi gostoso. Ninguém nunca tinha feito isso por mim antes", falou baixinho. Liz olhou pro filho, "Você ainda é virgem? Eu achei que..." "Sim, quer dizer, acho que podia ter... hum, acho que a Lori queria esperar e eu e a Julie nunca chegamos tão longe". "Eu queria retribuir o favor um dia, e talvez... sabe, você podia me ensinar como fazer, né?" Liz sentiu uma pulsação na buceta dela, "Hum, claro. Talvez um dia", ela sorriu, "e depois você vai querer que eu te ensine a enfiar seu pau dentro de mim?" Ela riu, "Tô brincando, mas agora você é um homem e esse sempre foi o objetivo final dos homens". Ela balançou os peitos, "Os homens sempre começam por esses, mas eles são só aperitivos. O prato principal vai ser sempre uma bucetinha apertada gostosa. Agora toma banho e se veste. Escola", ordenou. Jason parou quando entrou na cozinha, "Mãe! Uau! De onde você tirou esse vestido? Não lembro de ter visto você com um vestido assim antes", disse agradecido. A mãe dele mostrava mais pele do que ele nunca tinha visto... pelo menos vestida pro trabalho. Era num tom vermelho vibrante, mas o que realmente chamou a atenção foi o decote profundo e a quantidade de perna que aparecia. "Mãe, você devia usar roupa assim mais vezes. Suas pernas são demais". "Não é demais? O Ed quer que eu vá almoçar com a empresa hoje. A gente tem que ir... isso não te importa. Achei que esse Um vestido de verão seria apropriado", disse ela enquanto se virava. Jason franziu a testa, "Hmm. Isso não vai funcionar". Ele se aproximou e puxou o sutiã dela que estava aparecendo, "Suas costas abertas praticamente te impedem de usar sutiã", suspirou. Ele olhou pra bunda dela e sentiu a linha da calcinha, "Na real, o vestido também ficaria melhor sem calcinha". "De jeito nenhum. Esse vestido é curto demais pra isso. Vou ficar mostrando tudo pra todo mundo o dia inteiro. Vou me trocar", disse ela enquanto se virava pra sair. "Não, quero dizer, por favor não faz isso. Nunca te vi mais gostosa. Mantém o guardanapo no colo durante o almoço e vai ficar de boa na sua mesa. Pelo menos experimenta pra ver", ele falou baixinho. Ela sorriu quando a mãe dele parou e olhou pra ele. "Tá bom. Mas se eu estiver mostrando alguma coisa..." suspirou. Jason foi e serviu um pouco de café enquanto esperava a mãe voltar. Ele quase engasgou com o café quando viu a mãe retornar. "Que lindo! O vestido tá perfeito", disse ele. Liz olhou pro próprio peito. Uma coisa era mostrar tanto decote, mas ela tinha certeza de que os mamilos estavam claramente marcados pelo tecido fino. Ela suspirou resignada, "Tá bom, mais uma coisa e você tem que ser 100% honesto. Senta", ordenou. "Você consegue ver alguma coisa no meu vestido?" Perguntou andando. Ela se aproximou do balcão, se apoiou nele e olhou por cima do ombro. Jason sorriu, "Nem uma coisa. Mas você vai ter que tomar cuidado", disse enquanto se inclinava, "Mas não. Tá de boa". *************************************************** Tomas parou e assobiou. "Isso é pra mim? Cadê o Jason?" Liz balançou a cabeça, "Vesti isso pra trabalhar. Esperava que você gostasse, o Bill com certeza gostou", sorriu quando o marido jogou a bolsa dela e se aproximou e a puxou pra um beijo. "O Jason tá na casa do Brad. É tipo um torneio de jogos". Jay passou a mão na bunda dela e se afastou, "Você foi trabalhar sem calcinha?" perguntou. Ele sentiu o pau pulsar quando ela assentiu, "O Bill percebeu? conta?" Ele olhou para o peito dela, levantando as mãos, "Tenho certeza que ele notou que você não tava de sutiã", os polegares acariciando os bicos salientes. Liz se ajoelhou, "Ah, ele notou, mas é profissional demais pra fazer algo aberto. Precisou levar o creme de café pro refeitório e se encostou em mim. Confirmou minha suspeita anterior de que o cara tava bem dotado. Carne grande entre as pernas", ela riu. Ela abaixou o zíper da calça do marido e lutou pra tirar a pica dura dele. Lambendo a base e olhando pra ele, ronronou, "Ok, ele pode ter se preparado quando se inclinou pra frente, colocando a mão na minha bunda e a pica dele encaixada na minha fenda. Acho que ele queria ter certeza de que eu não tava de calcinha." Acariciando os fios de cabelo dele enquanto a boca quente dela envolvia a pica, ele gemeu, "Porra, aposto que ele tá batendo uma agora mesmo imaginando você fazendo exatamente isso. Você é uma safada. Não é legal deixar um homem excitado sem alívio." Liz se levantou, pegou a mão do marido e o levou até a cozinha. Se inclinou sobre o balcão, levantou a parte de trás do vestido e olhou por cima do ombro. "Cê acha que ele se interessaria?" Ela gemeu quando a pica grossa a penetrou. Pensou em Bill fazendo isso com ela e no comentário do marido. Ele tava falando sério? Será que ela poderia trair Tomas ou já tinha feito isso com Jason? Depois pensou no comentário dele sobre como não é legal deixar um homem excitado. E uma mulher? Ela tinha ficado molhada o dia inteiro. Pelo menos uma dúzia de vezes teve que ir no banheiro feminino pra secar um pouco da umidade que escorria. Tomas deslizou as mãos por baixo do vestido da esposa pra pegar nos peitos dela, mas como tava muito apertado, levantou o vestido e passou pela cabeça dela. Agarrando aquelas massas quentes de carne, ele bateu com força na buceta apertada dela. "É assim que você deixa um homem se libera. Eu teria ficado de boa com isso, já que a gente tem que ficar junto quando umas gostosas que nem você ficam provocando a gente", ele grunhiu. Liz sentiu uma dor crescendo na virilha ao pensar na pica do Bill dentro dela, em vez da do Tomas, "Porra, você odiaria se eu fizesse isso, não tô tomando pílula", ela ofegou. Penetrando com mais força na buceta encharcada dela, os sons fortes de tapas ecoando na cozinha, ele pensou em esperma potente sendo disparado dentro da esposa, "Caralho! Dava pra usar camisinha". Liz sabia que ele tava perto e resistiu ao ataque, "Não... uh, ai, Deus! Não é eficiente. Tinha que ser rápido pra não ser pego, então teria que ficar sem capa dentro, ai, merda!" Tomas mergulhou na esposa enquanto ela gozava, sentindo o fervedor dolorido nas bolas dele. "Ai, porra!" ele gritou enquanto espalhava o sêmen dentro dela. Sentindo o marido desabar em cima dela enquanto descia de um dos orgasmos mais intensos, ela gemeu. "Você vai me matar com essas fantasias. Parecem tão reais, mas eu sei que você não fala sério", ela disse baixinho.
********************************************* Jason chegou em casa esperando encontrar os pais na sala vendo TV, mas em vez disso ouviu o rangido rítmico da cama deles. 'Uau! Papai deve ter notado o que a mamãe vestiu hoje', ele sorriu enquanto pegava um suco de fruta na geladeira. Foi pro quarto dele pra ver uma atriz dos anos 80 que fazia porno de incesto. Aí pensou em como a mãe dele era gostosa. E acabou fazendo uma bagunça com o próprio esperma.
*************************************************** Liz estava do lado de fora da porta do quarto. No chuveiro, pensou em Jason se safando. Ela imaginou o corpo dele e soube que ele ficaria excitado, mas era errado. Tudo que ela vinha fazendo era errado. Tomas pode ficar excitado vendo um filme pornô, mas a realidade é diferente. Ela tava decidida a voltar a ser a boa. Mãe, aquela mãe que só faz o café da manhã pro filho e pergunta como foi na escola, não a mãe que brinca, que dá boquete no próprio filho. Aquilo foi uma coisa de uma vez só. Todas as provocações, os flashes tinham o propósito de despertar o filho, não de desesperar o filho.
Ela abriu a porta devagar e parou. Jason estava nu, de bruços, os lençóis abertos. Ela olhou pra aquela bunda musculosa e as costas, e de repente se imaginou agarrando aquela bunda enquanto ele metia o pau nela. Se sentiu fraca por ter esses pensamentos quando o garoto se mexeu, o rabo dele flexionou ritmicamente, exatamente como se estivesse fodendo. "Ah, meu Deus! Ele tá sonhando com isso, talvez comigo, dentro de mim", sentiu os joelhos tremerem. Desamarrou o roupão e deixou cair no chão, seguido pela calcinha. Rastejando suavemente pela cama, deslizou o corpo nu pelas costas do filho, os peitos pressionando a pele jovem dele.
O sonho de Jason desviou do pau enterrado fundo na buceta da mãe pro corpo quente e nu pressionado contra as costas dele. Ele tava ansioso pra voltar naquele túnel apertado, mas isso também era gostoso, quente, macio. Queria sentir ela contra a testa, então virou devagar, percebendo que aquilo não era um sonho. Liz olhou nos olhos do filho e viu felicidade. "Bom dia. Você parecia tão tranquilo e confortável que odiei te acordar", disse, "Acho que você vai querer..." não conseguiu terminar quando os lábios de Jason se pressionaram contra os dela. Sem hesitar, abriu a boca e as pernas, sentindo o pau duro dele esfregando nela, a língua na boca, uma mão amassando um peito. Se sentiu excitada por saber que iam fazer aquilo.
Jason virou a mãe e desceu pros peitos dela. Sabia que tava fazendo certo enquanto chupava um mamilo com a boca, ouvindo a mãe suspirar. Amava a textura enquanto a língua rodeava a protuberância dura, tão macia e fofa. Podia ficar ali pra sempre. aqui o dia todo, mas tinha fantasiado em experimentar algo mais. "Você não precisa fazer isso, eu... ah, meu Deus", suspirou a mãe enquanto a boca e a língua ativa dele cobriam a bocetinha dela. O garoto não precisava de instrução, já que alternava entre lamber a racha dela e passar a língua no clitóris. As mãos dele agarraram os peitos dela, os polegares acariciando os bicos. "Isso, gostoso, aí... ah, continua assim", ela gemeu. O que surpreendeu ele foi como a pélvis da mãe respondia à boca e à língua dele. Sabia exatamente o que fazer quando ela se apertava contra o rosto dele. Liz já tinha sido chupada por muitos homens, mas a maioria errava o alvo ou focava só no clitóris. Jason, intuitivamente, parecia saber como abri-la, sondando por dentro e depois encontrando suavemente a protuberância excitada dela. Ela sentiu que ia gozar, mas queria se acabar sentindo o pau dele dentro dela. "Não quero que você pare. Mas quero você dentro de mim", suspirou ela, puxando ele. Ela olhou pro garoto: "Espero que isso não te deixe uma cicatriz permanente, mas duvido que a gente consiga parar agora", disse enquanto agarrava o moleque. Sentindo uma onda incrível, ele empurrou contra a fenda molhada da mãe enquanto ela guiava ele contra si. Já tinha visto homens enfiarem de uma vez e outros irem devagar, e escolheu a segunda opção. "Aaaahhh, porra!" Ela gemeu quando o buraco quente agarrou a cabeça do pau dele. Ele recuou e pressionou um pouco mais enquanto ouvia os gemidos suaves da mãe. Animado pelos sons de prazer dela, ele aumentou as investidas, enfiando um pouco mais fundo a cada vez. Finalmente, com emoção, percebeu que estava enterrado até o talo na primeira buceta dele. Instintivamente, puxou tudo e mergulhou de novo na boceta molhada dela, saindo e enfiando de novo. Liz abriu mais as pernas conforme o entusiasmo do garoto aumentava. Fazia décadas que ela não tirava a virgindade de um moleque e tinha esquecido como eles são rápidos. Lembrou do último ano dela no aquela que tinha aberto as pernas pra quatro caras que comeram ela com a mesma energia que o Jason. "Isso, bebê, me fode, come a sua mãe. Caralho! Você é tão gostoso dentro de mim", ela gemeu. De repente, teve um pensamento: "Hmm, você tem que tirar antes de gozar. Não tô tomando a pílula", falou baixinho. Jason assentiu enquanto se concentrava na sensação incrível. Ontem tinha recebido um boquete e tinha se masturbado, mas nenhum dos dois tinha sido assim. Tão macio, tão apertado, tão quente. Ele queria tirar a mãe antes de gozar, então se inclinou e chupou um mamilo na boca dela. Descobriu que se esmagasse a pica pra cima enquanto fodava ela, ela respondia com gemidos de incentivo. 'Caralho! Ela tá me penetrando perfeitamente', pensou. A bacia dela se apertava contra ele a cada estocada e, de repente, sentiu o orgasmo explodir. Ela agarrou a bunda dele enquanto a dela se levantava da cama, pressionando forte contra a pica do garoto. Jason sentiu a buceta da mãe pulsar no pau dele e grunhiu: "Mãe... mãe, tô, ah, porra!" Tentou se segurar, mas soltou, relutante, jato após jato de esperma potente no útero da mãe. Sentiu a mãe desabar enquanto ele liberava o último resto da gozada dentro dela. "Desculpa. Não consegui me segurar e você tava me apertando com tanta força", gemeu enquanto caía ao lado dela. Liz beijou o filho: "Eu sei. Meu orgasmo foi tão intenso que senti que precisava... sei lá, precisava de você contra mim. Tenho certeza que vai ficar tudo bem. Se acontecer alguma coisa, você não sempre disse que queria um irmãozinho?" ela perguntou. "Te amo, mãe, e obrigado. Sei que você queria... sabe, já que eu era virgem, era só dessa vez." "Por favor, eu é que tenho que te agradecer. Porra, você é bom nisso." Ela acariciou o rosto dele: "E não. Acho que não é só dessa vez. Acho que nós dois sabemos que abrimos uma porta que não dá pra fechar." Beijou o filho e desceu. da cama. "Toma um banho e se veste. O Brad vai chegar aqui em 20 minutos, então você não tem muito tempo", ela disse. "20 minutos, eu sei pra que temos tempo", Jason sorriu pra mãe dele enquanto acariciava a própria pica.
Não posso fazer isso!", ela disse. "Todo mundo vai saber, todo mundo vai ver", falou enquanto passava a mão no decote. "Vai lá, arrisca. Sei que você vai ter cuidado e sabe que o papai vai ficar feliz", Jason disse em voz baixa. "Vou te ajudar", ele falou enquanto desabotoava o primeiro botão da blusa dela. "Ok, eu consigo fazer sozinha", ela disse, afastando as mãos dele do peito e saindo da cozinha. Jason pegou uma torrada e já estava na segunda quando a mãe voltou, com a jaqueta de linho cinza vestida, cobrindo os seios. Claramente não dava pra ver nenhum sutiã, e ele assentiu. "Ficou bom, ainda bem profissional. A gente devia ir", ele disse enquanto pegava a mochila. "Tô fazendo isso só dessa vez. Não vou transformar isso num hábito."*************************************************
"Acorda, amor, fiz panquecas", Liz disse em voz baixa. Jason abriu os olhos devagar, depois os arregalou. A mãe dele estava sentada na cama dele, usando uma calcinha roxa minúscula. Instintivamente, ele estendeu a mão e pegou um peito, e quando a mãe se inclinou, ele largou a mão na hora: "Desculpa, mãe. Porra! Você tá uma gostosa", ele suspirou. "Acho que o papai ficou feliz ontem", perguntou com os olhos grudados naqueles mamilos. Liz riu: "O que você acha? Ele agradeceu três vezes antes de você chegar em casa", ela corou. "Nem sei por que tô te contando isso", ela se levantou. "Ok, vou me vestir e você devia... bom, você sabe..." Jason saiu da cama, sem se preocupar que a cueca dele estava estufada: "Isso me ajuda... sabe, se eu puder ter outra rapidinha", ele disse. "Não! Olha, isso foi divertido, mas..." os olhos dela estavam fixos no volume da cueca do garoto. "Hum, tá bom, mas só dessa vez. Não quero que você me peça isso toda vez que bater uma vontade." Ela suspirou quando as mãos quentes dele roçaram os seios dela. Ela estava preparada para o garoto agarrar e apertar os peitos dela como todo coisas que os garotos faziam no ensino médio, mas ele era gentil, afofando, pesando os seios dela, os polegares rodeando os mamilos. Ela fechou os olhos sentindo os joelhos fraquejarem. Jason estava pasmo com o peso das tetas da mãe. Ele as fez balançar suavemente nas mãos e depois acariciou os mamilos com o polegar. Viu o rosto dela relaxar, os lábios entreabertos, os olhos fechados enquanto a respiração dela acelerava. Liz sentiu a buceta pulsar quando os polegares macios rodearam os mamilos e pressionaram a carne sensível e inchada. Ela sentiu o calor dele se aproximar e logo a vara dura pressionou a parte da frente da calcinha. Pensou que deveria dar um passo para trás, mas se inclinou para as mãos dele, o clitóris pressionando contra aquela cabeça roliça. Ela se apertou mais contra ele, soltando um gemido audível. Ao se ouvir, deu um passo para trás, "Ah, meu Deus. Ok, já chega. Você tem algo em que pensar enquanto cuida disso", disse olhando para baixo, para a ereção dele. Deu um passo para trás e, ao ver o filho acariciando o pau, riu, "Será que seus amigos são tão tímidos com as mães deles quanto você?". Jason se deixou cair na cama, repetindo os últimos minutos na cabeça. Nenhuma das garotas que deixaram ele apalpar por baixo da blusa tinha tetas nem do tamanho da mãe. Ele acariciou o pau ainda sentindo a massa quente e sedosa nas palmas. Enquanto imaginava pegar o mamilo ereto dela entre os lábios, gozou por todo o peito. Liz posou quando o filho entrou na cozinha. Nunca tinha usado tão pouca roupa para trabalhar, mas também não lembrava de ter se sentido num estado constante de tesão antes. Talvez quando estava no colégio, mas aquilo era algo mais intenso, mais… tabu. Pensou nos filmes pornôs do Tomás sobre incesto e em como eles transavam com paixão depois de algumas cenas. Jason parou e ficou de boca aberta, "De onde você tirou essa saia? Nunca te vi nada acima do joelho", ele perguntou, "Quer dizer, eu amei". Ele girou o dedo no ar e assobiou baixinho enquanto ela se virava devagar. Ele não conseguiu evitar o pulsar na calça ao ver a bunda apertada esticando o tecido, as pernas perfeitas e nuas à mostra. Liz corou sob o olhar do filho, "Bill no trabalho sugeriu que eu mostrasse um pouco mais de perna. Não tenho tanta certeza", disse enquanto levantava a frente da saia alguns centímetros, deixando a calcinha à mostra. Depois abriu o casaco, mostrando que não estava usando sutiã de novo, "Isso com certeza não passou despercebido, e tanto seu pai quanto alguns colegas de trabalho disseram como eu estava gostosa". Jason se aproximou e tirou o casaco dela, "Então você não vai precisar disso", disse enquanto olhava para a blusa da mãe. "Não é nada transparente, diferente daquela que você usou quarta-feira passada". Ele olhou para a blusa branca, o botão de cima desabotoado e os bicos duros aparecendo. "Jason! Não posso andar assim", disse ela, "Olha", ordenou enquanto saía da cozinha antes de se virar e entrar. "Viu?" Os olhos de Jason estavam grudados nos peitos soltos que balançavam enquanto ela se aproximava dele. "Eu vi, mas seus peitos sempre balançam assim quando você anda. Hoje vai fazer muito calor e ter essa camada extra vai ser só desconforto". Ele se aproximou da mãe e desabotoou os dois seguintes, "Ventilação. Você vai me agradecer". Deu um passo para trás admirando a forma dela, "Tão linda. Queria que tivesse alguma garota na minha escola que se parecesse com você".
Tomás agarrou as nádegas da esposa enquanto a penetrava, "Me diz de novo como o Bill apareceu atrás de você. Ele realmente encostou o pau na sua bunda?" "Aaaaiiii, porra. Sim, ele agiu como se fosse acidental, mas... porra! Assim! Brinca com meus peitos. Ai, caralho", gemeu Liz quando o marido acelerou o ritmo, "Na verdade, ele tava meio duro ou bem grande porque eu senti... o pau dele entre minhas nádegas... Assim! AI, que gostoso! Não para!" Ela gritou quando sentiu o segundo orgasmo chegando. Tomás puxou os mamilos dela com força, sabendo que era o que ela amava quando gozava. Ele tinha segurado a excitação intensa. Sabia que era o homem mais sortudo do mundo por ter uma esposa tão gostosa e safada que adorava foder, mas ultimamente ela tava ainda mais ansiosa, mais agressiva que o normal. **************************************** Jason sentiu a boca quente da mamãe envolvendo o pau dele. Esse sonho era mais realista que os outros, já que ele nunca tinha sentido nada tão intenso antes, nem tinha imaginado ela brincando com os mamilos dele. Os olhos dele se abriram de repente e ele ofegou ao ver aqueles olhos lindos olhando pra ele, aqueles lábios vermelhos esticados em volta do pau dele, os dedos macios puxando os mamilos dele. Liz se afastou e sorriu, "Tive que provar você, só dessa vez", ronronou. "Pode gozar na minha boca", disse enquanto enfiava a boca de volta no pau dele. Jason não acreditava como era bom. Nenhuma das namoradas dele chegou perto, no máximo uma punheta de vez em quando. Isso era muito melhor do que parecia nos sites pornô. A mãe dele levantou o ombro enquanto ele se inclinava pra agarrar um peito que balançava. "Meu Deus! Mãe. Mãe, não vou aguentar... vou... Porra", ele grunhiu enquanto gozava na boca da mãe. Quase desmaiou de tão intenso. Liz engoliu rápido, saboreando a segunda carga de porra nas últimas 8 horas. Em que puta ela tinha se transformado. Ela olhou sorrindo pro garoto, se perguntando se essa era a Primeira mamada. Ela se sentou e enxugou a boca. "Tá bom. Agora você não tem desculpa pra pular o café da manhã", ela riu de repente, "e parece que acabei de comer o meu". "Isso foi incrível", suspirou Jason. Ele olhou pra mãe completamente pelada. "Não acredito no que aconteceu essa semana, mas não tô reclamando. Te amo, mãe", disse, ficando vermelho. Liz ficou se perguntando como chegou naquilo. "Olha. Não vou transformar isso em hábito. Entrei e vi que você... hum, tava duro, então pensei em te ajudar. Não espera isso toda manhã. É só dessa vez". "Entendo, obrigado", ele hesitou, "Isso foi gostoso. Ninguém nunca tinha feito isso por mim antes", falou baixinho. Liz olhou pro filho, "Você ainda é virgem? Eu achei que..." "Sim, quer dizer, acho que podia ter... hum, acho que a Lori queria esperar e eu e a Julie nunca chegamos tão longe". "Eu queria retribuir o favor um dia, e talvez... sabe, você podia me ensinar como fazer, né?" Liz sentiu uma pulsação na buceta dela, "Hum, claro. Talvez um dia", ela sorriu, "e depois você vai querer que eu te ensine a enfiar seu pau dentro de mim?" Ela riu, "Tô brincando, mas agora você é um homem e esse sempre foi o objetivo final dos homens". Ela balançou os peitos, "Os homens sempre começam por esses, mas eles são só aperitivos. O prato principal vai ser sempre uma bucetinha apertada gostosa. Agora toma banho e se veste. Escola", ordenou. Jason parou quando entrou na cozinha, "Mãe! Uau! De onde você tirou esse vestido? Não lembro de ter visto você com um vestido assim antes", disse agradecido. A mãe dele mostrava mais pele do que ele nunca tinha visto... pelo menos vestida pro trabalho. Era num tom vermelho vibrante, mas o que realmente chamou a atenção foi o decote profundo e a quantidade de perna que aparecia. "Mãe, você devia usar roupa assim mais vezes. Suas pernas são demais". "Não é demais? O Ed quer que eu vá almoçar com a empresa hoje. A gente tem que ir... isso não te importa. Achei que esse Um vestido de verão seria apropriado", disse ela enquanto se virava. Jason franziu a testa, "Hmm. Isso não vai funcionar". Ele se aproximou e puxou o sutiã dela que estava aparecendo, "Suas costas abertas praticamente te impedem de usar sutiã", suspirou. Ele olhou pra bunda dela e sentiu a linha da calcinha, "Na real, o vestido também ficaria melhor sem calcinha". "De jeito nenhum. Esse vestido é curto demais pra isso. Vou ficar mostrando tudo pra todo mundo o dia inteiro. Vou me trocar", disse ela enquanto se virava pra sair. "Não, quero dizer, por favor não faz isso. Nunca te vi mais gostosa. Mantém o guardanapo no colo durante o almoço e vai ficar de boa na sua mesa. Pelo menos experimenta pra ver", ele falou baixinho. Ela sorriu quando a mãe dele parou e olhou pra ele. "Tá bom. Mas se eu estiver mostrando alguma coisa..." suspirou. Jason foi e serviu um pouco de café enquanto esperava a mãe voltar. Ele quase engasgou com o café quando viu a mãe retornar. "Que lindo! O vestido tá perfeito", disse ele. Liz olhou pro próprio peito. Uma coisa era mostrar tanto decote, mas ela tinha certeza de que os mamilos estavam claramente marcados pelo tecido fino. Ela suspirou resignada, "Tá bom, mais uma coisa e você tem que ser 100% honesto. Senta", ordenou. "Você consegue ver alguma coisa no meu vestido?" Perguntou andando. Ela se aproximou do balcão, se apoiou nele e olhou por cima do ombro. Jason sorriu, "Nem uma coisa. Mas você vai ter que tomar cuidado", disse enquanto se inclinava, "Mas não. Tá de boa". *************************************************** Tomas parou e assobiou. "Isso é pra mim? Cadê o Jason?" Liz balançou a cabeça, "Vesti isso pra trabalhar. Esperava que você gostasse, o Bill com certeza gostou", sorriu quando o marido jogou a bolsa dela e se aproximou e a puxou pra um beijo. "O Jason tá na casa do Brad. É tipo um torneio de jogos". Jay passou a mão na bunda dela e se afastou, "Você foi trabalhar sem calcinha?" perguntou. Ele sentiu o pau pulsar quando ela assentiu, "O Bill percebeu? conta?" Ele olhou para o peito dela, levantando as mãos, "Tenho certeza que ele notou que você não tava de sutiã", os polegares acariciando os bicos salientes. Liz se ajoelhou, "Ah, ele notou, mas é profissional demais pra fazer algo aberto. Precisou levar o creme de café pro refeitório e se encostou em mim. Confirmou minha suspeita anterior de que o cara tava bem dotado. Carne grande entre as pernas", ela riu. Ela abaixou o zíper da calça do marido e lutou pra tirar a pica dura dele. Lambendo a base e olhando pra ele, ronronou, "Ok, ele pode ter se preparado quando se inclinou pra frente, colocando a mão na minha bunda e a pica dele encaixada na minha fenda. Acho que ele queria ter certeza de que eu não tava de calcinha." Acariciando os fios de cabelo dele enquanto a boca quente dela envolvia a pica, ele gemeu, "Porra, aposto que ele tá batendo uma agora mesmo imaginando você fazendo exatamente isso. Você é uma safada. Não é legal deixar um homem excitado sem alívio." Liz se levantou, pegou a mão do marido e o levou até a cozinha. Se inclinou sobre o balcão, levantou a parte de trás do vestido e olhou por cima do ombro. "Cê acha que ele se interessaria?" Ela gemeu quando a pica grossa a penetrou. Pensou em Bill fazendo isso com ela e no comentário do marido. Ele tava falando sério? Será que ela poderia trair Tomas ou já tinha feito isso com Jason? Depois pensou no comentário dele sobre como não é legal deixar um homem excitado. E uma mulher? Ela tinha ficado molhada o dia inteiro. Pelo menos uma dúzia de vezes teve que ir no banheiro feminino pra secar um pouco da umidade que escorria. Tomas deslizou as mãos por baixo do vestido da esposa pra pegar nos peitos dela, mas como tava muito apertado, levantou o vestido e passou pela cabeça dela. Agarrando aquelas massas quentes de carne, ele bateu com força na buceta apertada dela. "É assim que você deixa um homem se libera. Eu teria ficado de boa com isso, já que a gente tem que ficar junto quando umas gostosas que nem você ficam provocando a gente", ele grunhiu. Liz sentiu uma dor crescendo na virilha ao pensar na pica do Bill dentro dela, em vez da do Tomas, "Porra, você odiaria se eu fizesse isso, não tô tomando pílula", ela ofegou. Penetrando com mais força na buceta encharcada dela, os sons fortes de tapas ecoando na cozinha, ele pensou em esperma potente sendo disparado dentro da esposa, "Caralho! Dava pra usar camisinha". Liz sabia que ele tava perto e resistiu ao ataque, "Não... uh, ai, Deus! Não é eficiente. Tinha que ser rápido pra não ser pego, então teria que ficar sem capa dentro, ai, merda!" Tomas mergulhou na esposa enquanto ela gozava, sentindo o fervedor dolorido nas bolas dele. "Ai, porra!" ele gritou enquanto espalhava o sêmen dentro dela. Sentindo o marido desabar em cima dela enquanto descia de um dos orgasmos mais intensos, ela gemeu. "Você vai me matar com essas fantasias. Parecem tão reais, mas eu sei que você não fala sério", ela disse baixinho.********************************************* Jason chegou em casa esperando encontrar os pais na sala vendo TV, mas em vez disso ouviu o rangido rítmico da cama deles. 'Uau! Papai deve ter notado o que a mamãe vestiu hoje', ele sorriu enquanto pegava um suco de fruta na geladeira. Foi pro quarto dele pra ver uma atriz dos anos 80 que fazia porno de incesto. Aí pensou em como a mãe dele era gostosa. E acabou fazendo uma bagunça com o próprio esperma.
*************************************************** Liz estava do lado de fora da porta do quarto. No chuveiro, pensou em Jason se safando. Ela imaginou o corpo dele e soube que ele ficaria excitado, mas era errado. Tudo que ela vinha fazendo era errado. Tomas pode ficar excitado vendo um filme pornô, mas a realidade é diferente. Ela tava decidida a voltar a ser a boa. Mãe, aquela mãe que só faz o café da manhã pro filho e pergunta como foi na escola, não a mãe que brinca, que dá boquete no próprio filho. Aquilo foi uma coisa de uma vez só. Todas as provocações, os flashes tinham o propósito de despertar o filho, não de desesperar o filho.
Ela abriu a porta devagar e parou. Jason estava nu, de bruços, os lençóis abertos. Ela olhou pra aquela bunda musculosa e as costas, e de repente se imaginou agarrando aquela bunda enquanto ele metia o pau nela. Se sentiu fraca por ter esses pensamentos quando o garoto se mexeu, o rabo dele flexionou ritmicamente, exatamente como se estivesse fodendo. "Ah, meu Deus! Ele tá sonhando com isso, talvez comigo, dentro de mim", sentiu os joelhos tremerem. Desamarrou o roupão e deixou cair no chão, seguido pela calcinha. Rastejando suavemente pela cama, deslizou o corpo nu pelas costas do filho, os peitos pressionando a pele jovem dele.
O sonho de Jason desviou do pau enterrado fundo na buceta da mãe pro corpo quente e nu pressionado contra as costas dele. Ele tava ansioso pra voltar naquele túnel apertado, mas isso também era gostoso, quente, macio. Queria sentir ela contra a testa, então virou devagar, percebendo que aquilo não era um sonho. Liz olhou nos olhos do filho e viu felicidade. "Bom dia. Você parecia tão tranquilo e confortável que odiei te acordar", disse, "Acho que você vai querer..." não conseguiu terminar quando os lábios de Jason se pressionaram contra os dela. Sem hesitar, abriu a boca e as pernas, sentindo o pau duro dele esfregando nela, a língua na boca, uma mão amassando um peito. Se sentiu excitada por saber que iam fazer aquilo.
Jason virou a mãe e desceu pros peitos dela. Sabia que tava fazendo certo enquanto chupava um mamilo com a boca, ouvindo a mãe suspirar. Amava a textura enquanto a língua rodeava a protuberância dura, tão macia e fofa. Podia ficar ali pra sempre. aqui o dia todo, mas tinha fantasiado em experimentar algo mais. "Você não precisa fazer isso, eu... ah, meu Deus", suspirou a mãe enquanto a boca e a língua ativa dele cobriam a bocetinha dela. O garoto não precisava de instrução, já que alternava entre lamber a racha dela e passar a língua no clitóris. As mãos dele agarraram os peitos dela, os polegares acariciando os bicos. "Isso, gostoso, aí... ah, continua assim", ela gemeu. O que surpreendeu ele foi como a pélvis da mãe respondia à boca e à língua dele. Sabia exatamente o que fazer quando ela se apertava contra o rosto dele. Liz já tinha sido chupada por muitos homens, mas a maioria errava o alvo ou focava só no clitóris. Jason, intuitivamente, parecia saber como abri-la, sondando por dentro e depois encontrando suavemente a protuberância excitada dela. Ela sentiu que ia gozar, mas queria se acabar sentindo o pau dele dentro dela. "Não quero que você pare. Mas quero você dentro de mim", suspirou ela, puxando ele. Ela olhou pro garoto: "Espero que isso não te deixe uma cicatriz permanente, mas duvido que a gente consiga parar agora", disse enquanto agarrava o moleque. Sentindo uma onda incrível, ele empurrou contra a fenda molhada da mãe enquanto ela guiava ele contra si. Já tinha visto homens enfiarem de uma vez e outros irem devagar, e escolheu a segunda opção. "Aaaahhh, porra!" Ela gemeu quando o buraco quente agarrou a cabeça do pau dele. Ele recuou e pressionou um pouco mais enquanto ouvia os gemidos suaves da mãe. Animado pelos sons de prazer dela, ele aumentou as investidas, enfiando um pouco mais fundo a cada vez. Finalmente, com emoção, percebeu que estava enterrado até o talo na primeira buceta dele. Instintivamente, puxou tudo e mergulhou de novo na boceta molhada dela, saindo e enfiando de novo. Liz abriu mais as pernas conforme o entusiasmo do garoto aumentava. Fazia décadas que ela não tirava a virgindade de um moleque e tinha esquecido como eles são rápidos. Lembrou do último ano dela no aquela que tinha aberto as pernas pra quatro caras que comeram ela com a mesma energia que o Jason. "Isso, bebê, me fode, come a sua mãe. Caralho! Você é tão gostoso dentro de mim", ela gemeu. De repente, teve um pensamento: "Hmm, você tem que tirar antes de gozar. Não tô tomando a pílula", falou baixinho. Jason assentiu enquanto se concentrava na sensação incrível. Ontem tinha recebido um boquete e tinha se masturbado, mas nenhum dos dois tinha sido assim. Tão macio, tão apertado, tão quente. Ele queria tirar a mãe antes de gozar, então se inclinou e chupou um mamilo na boca dela. Descobriu que se esmagasse a pica pra cima enquanto fodava ela, ela respondia com gemidos de incentivo. 'Caralho! Ela tá me penetrando perfeitamente', pensou. A bacia dela se apertava contra ele a cada estocada e, de repente, sentiu o orgasmo explodir. Ela agarrou a bunda dele enquanto a dela se levantava da cama, pressionando forte contra a pica do garoto. Jason sentiu a buceta da mãe pulsar no pau dele e grunhiu: "Mãe... mãe, tô, ah, porra!" Tentou se segurar, mas soltou, relutante, jato após jato de esperma potente no útero da mãe. Sentiu a mãe desabar enquanto ele liberava o último resto da gozada dentro dela. "Desculpa. Não consegui me segurar e você tava me apertando com tanta força", gemeu enquanto caía ao lado dela. Liz beijou o filho: "Eu sei. Meu orgasmo foi tão intenso que senti que precisava... sei lá, precisava de você contra mim. Tenho certeza que vai ficar tudo bem. Se acontecer alguma coisa, você não sempre disse que queria um irmãozinho?" ela perguntou. "Te amo, mãe, e obrigado. Sei que você queria... sabe, já que eu era virgem, era só dessa vez." "Por favor, eu é que tenho que te agradecer. Porra, você é bom nisso." Ela acariciou o rosto dele: "E não. Acho que não é só dessa vez. Acho que nós dois sabemos que abrimos uma porta que não dá pra fechar." Beijou o filho e desceu. da cama. "Toma um banho e se veste. O Brad vai chegar aqui em 20 minutos, então você não tem muito tempo", ela disse. "20 minutos, eu sei pra que temos tempo", Jason sorriu pra mãe dele enquanto acariciava a própria pica.

6 comentários - O incentivo da mamãe 2 (final)
+10 puntines prro!
Lastima que termine acá pero el final a sido espectacular gracias