Sobrevivência Pelada

Saudações a todos, tô muito feliz de voltar pra comunidade e espero que vocês curtam essa proposta de história que trouxe aqui, aproveitem!!

SOBREVIVÊNCIA PELADA

Com certeza muitos de vocês já viram o programa Sobrevivência Pelada do Discovery Channel, e pra quem não conhece, é um reality show onde duas pessoas, um homem e uma mulher, são levadas pra um lugar desabitado pra passar 14 ou 21 dias na companhia da sua parceira (uma desconhecida) e sem nada além de uma ferramenta escolhida por cada participante; e nesse lugar desabitado e selvagem, eles têm que se virar pra conseguir comida, água e abrigo durante o tempo que ficam lá.

Eu já era fã do programa há anos. Fã? Fanático!! Já tinha feito vários cursos de sobrevivência e tido umas aventuras na mata, sonhava em participar do programa mas até agora, nenhuma das minhas 24 inscrições tinha sido respondida. Tudo parecia um sonho impossível até que um belo dia, navegando na internet, descobri um site de entusiastas do reality que procuram companhia pra viver a experiência sem estar no programa. Viver a aventura por conta própria.

Fiquei umas horas fuçando os detalhes do site, tudo parecia bem legal e tinha um monte de comentários de pessoas que tinham realizado o encontro e vivido uma experiência que chamavam de inesquecível. Não conseguia parar de me empolgar com essa oportunidade e no fim da tarde já tinha feito um perfil com fotos, informações físicas, experiência na montanha e todo tipo de informação que achei legal colocar pra minha futura parceira se sentir segura em aceitar o desafio comigo.

Nem preciso dizer que nos dias seguintes eu entrava toda hora pra ver se já tinha alguma mensagem, mas nada, comecei a ver a empolgação indo embora até que na sexta-feira, não da semana seguinte ao dia do cadastro Depois dessa, recebi uma mensagem de uma mina chamada Susan: "Tô quase um mês cadastrada no site procurando alguém pra fazer o desafio, fiquei vendo os perfis e o seu foi o que mais me passou confiança. Vou deixar meu número pra você me chamar no Whatsapp e a gente conversar melhor."

A primeira coisa que fiz foi abrir o perfil da garota, uma gostosa do caralho que eu até duvidei se já tinha 18 anos, branquinha, cabelo liso e comprido, sardas e uma cara linda, o corpo não dava pra ver mas pela descrição do perfil, ela tinha 18 anos, 1,68 de altura e 62 quilos. Tinha experiência em algumas saídas pra acampar mas nada além disso; obviamente era meio inexperiente, mas beleza, eu me sentia preparado o suficiente pra sobreviver em quase qualquer lugar, então não ligava muito pra isso.

Mandei uma mensagem pra ela no Whatsapp, ela respondeu na hora e me convidou pra fazer uma videochamada amanhã às 16:00.

Não sei por que, mas tava com vontade de comemorar. Liguei pra minha prima Dani pra contar e ela ficou super animada com a notícia, disse que em uma hora passava na minha casa com uma garrafa de vinho e uma caixa de pizza pra gente celebrar.

Enquanto isso, aproveitei pra dar uma arrumada no apartamento e tomar um banho. Tenho 25 anos e moro num pequeno apartamento studio, trabalho como advogado autônomo há apenas dois anos, e embora longe de ser rico, o reconhecimento profissional só aumentava, e com isso a grana também crescia. Além disso, a profissão me permitia fazer a viagem, já que bastava dar procuração pra um ou dois colegas cuidarem dos meus processos durante minha ausência.

Mal tinha passado 40 minutos desde que ela me escreveu quando a campainha tocou. Era Dani, que se jogou em cima de mim assim que abri a porta:

— Como tá meu aventureiro favorito? — e me deu um beijo gostoso na bochecha.

Dani tava linda como sempre, vestida de jeans, tênis e uma blusa curta que deixava vendo a pele da cintura dela, aproveitei o abraço que demos pra nos cumprimentar e passei a mão nessa região, convidando ela pra entrar. Ela deixou a garrafa de vinho em cima da mesa e disse:

- Desculpa chegar tão cedo, mas é que fiquei muito empolgada por você, então enquanto vinha no táxi, liguei pedindo a pizza e não deve demorar. Se prepara porque hoje vai ser maratona e você tem que me mostrar quem vai ser sua sortuda companheira - isso ela falou segurando meus braços toda animada.

A real é que minha prima é uma pessoa muito querida, no sentido de que tava genuinamente feliz por mim, com um sorrisão no rosto e não parava de me abraçar e me parabenizar.

A gente terminou a pizza e a garrafa que ela tinha trazido, foi aí que ela soltou:

- Me mostra logo sua companheira de aventuras, tô morrendo de vontade de conhecer a sortuda

Liguei o computador e mostrei o perfil do site, a mensagem que ela tinha me mandado e a conversinha que a gente teve no Whatsapp.

- Mas é uma menina, primo!!!!
- Kkkkkk, pensei a mesma coisa quando vi ela, mas no perfil diz que é maior de idade e amanhã quando a gente se ver por câmera vou conhecer ela melhor
- Combinaram de se conectar às 16:00, será que posso ficar aqui com você até amanhã pra gente bisbilhotar a conversa sem ela me ver? - disse Dani fazendo olhinhos de boazinha
- Fechou, mas vai ter que pedir outra garrafa de vinho

Dani me abraçou que nem uma criança porque eu deixei ela ficar pra ver a videochamada, e eu aproveitei pra abraçar ela mais forte e passar a mão de novo na pele da cintura dela.

Pra quem não sabe como ela é, minha prima é uma gatinha linda, super carinhosa, de olhos cor de mel, um pouco menos de 1,60 de altura, magrinha e uns peitos que, mesmo sendo pequenos, encaixam perfeito no tamanho do corpo dela, e ela faz questão de deixar eles maiores apertando sempre ao máximo no sutiã.

A gente já tava na segunda garrafa quando minha prima solta:

- Quer que a gente procure a Susan (a mina do perfil) no Instagram?
– Mmm, sei lá. Será que o perfil dela é público?
– Ué, vamos dar uma olhada, bobinho – e ela puxou o celular.

Não precisou ficar procurando sobrenome nem nada, porque parecia que minha prima tinha reparado em tudo quando viu o perfil dela. Depois de uns cinco minutos, ela falou que tinha seis perfis que podiam ser, mas todos eram privados, e a Dani não hesitou em mandar convite pra eles.

Acabou o vinho e já era hora de dormir. Desligamos a TV da sala e fomos pra cama, já que com minha prima a confiança e a boa vibe eram absolutas, então sempre dormíamos juntos sem rolar nada.

– Primo, tive uma ideia genial pra você ir treinando pras aventuras – disse a Dani, visivelmente afetada pelo vinho.
– E agora, o que você tá pensando?
– Bom, se você vai dormir pelado, com certeza vai sentir muito frio. Então a gente pode dormir sem coberta, com o ar-condicionado no máximo, e nós dois pelados, igual no programa.

Claro que fiquei em choque. Não sabia se ela tava zoando, mas na hora vi ela tirando a blusa. Meu Deus, que peitos lindos, como eles se apertavam. Ela tirou a calça, deixando ver que a calcinha fio dental combinava com o sutiã.

– E você vai dormir vestido ou o quê? Isso é trapaça.

Claro que eu não ia fazer isso, mas já tava com uma ereção incontrolável por baixo da calça e não podia deixar a Dani ver, porque era óbvio que ela tinha causado aquilo. Tentei falar alguma coisa, mas ela se adiantou, veio até mim pra tirar minha camisa e disse:

– Não seja bobinho, a gente é família.

Ela soltou o sutiã e agora parecia que eu ia gozar só de olhar. Queria desviar o olhar pra não parecer sem-vergonha, mas os peitos dela exerciam uma força irresistível nos meus olhos. Minha calça não parava de dar pequenos pulos, e a Dani tinha notado. Ela se aproximou de novo, começou a desabotoar minha calça, e eu, com aqueles peitos lindos a dois centímetros da minha pele, só fazia aumentar a... excitação.
Quando Dani terminou de desabotoar, ficou no ar uma barraca de circo armada por cima da minha cueca. Não falei nada, e ela também não, pra não prolongar o sofrimento. Na mesma hora, tirei a cueca também, deixando meu pau completamente duro na frente da Dani. Ela olhou pra ele, ainda sem dizer nada, e foi tirando a única peça de roupa que ainda tinha. Quando se abaixou um pouco pra tirar, a cabeça dela ficou perigosamente perto da minha de baixo.

Eu observava a cena e vi um fio de lubrificação se esticando da buceta dela até a calcinha. Também não falei nada. Dani se deitou na cama e disse:

— Vamos ter que dormir de conchinha pra não morrer de frio.

O ar-condicionado tava no máximo e fazia um frio do caralho que até agora eu não tinha sentido por causa do calor da situação.

Deitei junto com a Dani, encaixando meu peito nas costas dela, meu nariz no pescoço dela e, claro, minha pélvis nas nádegas dela. A ereção não tinha baixado nem um centímetro. Eu me sentia excitado, mas meio desconfortável, até que minha prima soltou, com a maior naturalidade do mundo:

— Fica tranquilo que essa também serve pra me aquecer.

Ela abriu as pernas, pegou meu pau e encaixou bem debaixo da buceta dela, de onde senti na hora o calor que saía. Depois fechou as pernas de novo e agora me dava um abraço com as coxas e a xota.

Eu passei a mão esquerda por baixo do travesseiro onde a Dani dormia, e a direita ela pegou com as duas mãos pra levar até o peito dela. Era uma situação muito safada, onde eu tava prestes a explodir, e minha prima, que parecia levar tudo com a maior naturalidade, como se fosse só um treino, suspirava fundo, dormindo em dez minutos.

Eu não ousava fazer nada, nem dormir, nem me mexer. O que vocês pensariam que era o paraíso tava se revelando mais uma tortura, uma tortura linda e doce que eu repetiria mil vezes.

----------------------- Continua(?)…

Se vocês gostaram da história, por favor, deixem seus comentários e pontos. Para o conto sobre a secretária, um dia vou escrever o final e, se tiverem interesse em saber mais sobre minha prima Dani, tenho uma série sobre ela e a madrasta dela.

11 comentários - Sobrevivência Pelada

te di diez puntos, segui todo, quiero saber, tengo morbooooooooooooooooooo
Jajajaja me alegra que te guste, apenas tenga la segunda parte la subo de una
Linda historia y buen modo de redactar! Se espera mas ...
Ya que estamos te invito a pasar por mis relatos, que proximamente estare subiendo nuevos