Mamá y hermana traviesas: Betty (parte 2)

A festa continuou normal, mas eu não conseguia parar de pensar no que tinha rolado na cozinha. Finalmente tinha dado um passo a mais, não ia mais só ficar admirando aquela bunda gostosa, agora podia tocar à vontade, e com a autorização da Betty. Sabia que ela tinha adorado o fato de eu querer apalpar ela, ela sempre foi assim, adora chamar atenção, ouvir putaria na rua, receber cantada e essas coisas. Já até encostaram nela na rua e parece que ela curte até isso. Não tinha mais dúvida, minha mãe era uma puta e gostava de ser.

Lá estava eu, sentado numa mesa, quando percebi que minha irmã já tava meio alta. Ela tava uma delícia com aquele vestido tão colado no corpo que horas antes ela tinha desfilado pra mim, e todos que dançavam ao redor dela se esfregavam sem vergonha, aproveitando a situação. Talvez a tara de querer meter na bunda da minha mãe não tinha me deixado perceber que a Fátima também tinha uma bunda linda e definida, por causa daquelas horas que ela passa na academia. Percebi que ela se mexia de um jeito muito provocante, aquele vestidinho não dava conta de esconder as nádegas carnudas dela, e claro, todo mundo tava aproveitando pra olhar de perto, tocar e esfregar o pau na bunda da minha irmã no ritmo daquela música nojenta que tava tocando.

Levantei da mesa e fui direto pra onde minha irmã tava dançando.

— Me concede essa dança? — falei num tom de brincadeira.

— Claro, seu idiota! Que estranho! Você nunca quer dançar comigo, por que mudou de ideia?

— Nunca te desejei tanto como hoje. Tentei manter o tom de brincadeira, mas acho que soou sério demais e convincente.

— Seu bobo, cala a boca e vamos dançar. — Ela falou enquanto virava de costas e começava a reboltar a bunda na minha pélvis.

Toquei a glória pela segunda vez naquela noite, aquela sensação foi maravilhosa. Ela mexia a bunda de um jeito que parecia que queria que eu penetrei naquele exato instante, de vez em quando aproveitava pra dar umas palmadas nela "de brincadeira", peguei ela pela cintura e comecei a esfregar meu pau que já tava prestes a explodir no ritmo da música, ela só virava e me olhava com cumplicidade enquanto mordia os lábios de um jeito lascivo, coisas que me deixavam mais tesudo do que já tava.

Terminamos de dançar e fomos pra mesa onde a gente tava sentado e começamos a conversar, nada fora do normal até que ela falou:

— Que foram aquelas palmadas hein? não precisava, eu sabia que tinha que rebolando gostoso pra você. (Rebolar é um termo usado pra dança do reggaeton, tô explicando pra quem não é do Brasil e tá lendo o relato)

— Faziam parte da dança, espero que não tenham te incomodado. — Respondi meio envergonhado

— Claro que não me incomodaram, você é meu irmãozinho e o que você achar certo pra mim tá de boa, mas tem que admitir que foi demais, SEU SAFADOOOO!

Essa palavra "safado", o tom que ela falou, foi o que acabou deixando minha excitação a 100%, era o mesmo tom de putaria que minha mãe usava quando queria conseguir algum favor de algum vizinho ou funcionário público.

— A culpa é sua por ser tão gostosa, chiquita? — Falei sem pensar enquanto me aproximava mais dela. Coloquei minha mão numa das pernas dela e comecei a acariciar de cima pra baixo devagar, ela nem se mexeu, só falou:
— Agora sou sua chiquita? tá bom, papai.

Começou o jogo, foi o que pensei na hora, mais uma chance de realizar minhas fantasias.

Continuamos conversando mais um pouco e minhas mãos cada vez se aventuravam mais pelo corpo da minha irmã gostosa, nesse ponto já tinham chegado dois dos meus primos na nossa conversa que começou a ficar mais quente, eles também aproveitaram o momento pra passar as mãos na minha irmã e ela parecia não ligar, eu fiz uma manobra com meu braço direito fingindo que abraçava carinhosamente minha irmã, mas na verdade eu passava minha mão direita das costas dela até a bunda, enquanto com a mão esquerda por baixo da mesa tentei aproveitar pra chegar até a buceta dela, mas mais de uma vez ela me negou, pegando minha mão e colocando de volta na perna dela.

Às 4 da manhã, os poucos convidados que restavam começaram a ir embora. Levantei da mesa e comecei a me despedir dos convidados, quando de repente meu pai se aproximou e disse:

— Vou continuar minha festa em outro lugar. E sorriu pra mim.

Óbvio que eu sabia que ele ia pra algum lugar de stripper ou algo assim, ele sempre amou esse tipo de lugar, foi assim que conheceu minha mãe.

— Tá bom, eu cuido de tudo, pai. Feliz aniversário, se diverte.

Ele foi embora com alguns amigos e eu fiquei pra me despedir dos outros no lugar dele, não foi grande coisa, eram poucos os que restavam. Eu sentia meu momento chegando, finalmente ficaria sozinho com minha mãe gostosa e minha irmã suculenta, nós três em casa com uns copos a mais e eu só pensava na oportunidade que tava aparecendo. Tudo ia de maravilha até que minha mãe se aproximou e disse:

— Filho, seu tio Henrique vai ficar aqui essa noite, ele tá meio bêbado e não quero que ele dirija assim. Ele vai ficar no seu quarto. — Disse enquanto o levava quase carregando.

— Não vou ficar no quarto dele, Bete, vou ficar no seu quarto com você e vou te mimar. — Respondeu meu tio, bem bêbado, por sinal.

— Kkkk, cê tá de sacanagem, Henrique? Não vai conseguir fazer nada comigo, seu porco. Aliás, devia me pedir desculpas, graças a você! Seu sobrinho também quer pegar na minha bunda, kkkk. — Disse minha mãe enquanto piscava um olho pra mim.

Não pude evitar ver meu tio agarrando a bunda da minha mãe enquanto ela o levava bêbado pro meu quarto, ela só balançava a cabeça dizendo não, mas o sorriso safado na cara dela dizia outra coisa.

Me preparei totalmente. Decepcionado, fui dormir na sala quando minha irmã apareceu e me disse:

— Não inventa, Carlos, vai ficar no sofá? Como assim? Pode ficar comigo se quiser, não quero que durma desconfortável.

— Tá falando sério? Ou tá tirando com a minha cara?

— Claro que não, idiota! Vem, te espero no meu quarto! Vou deixar você me abraçar igual fez na festa. — Ela disse com aquele tom de menina mimada que eu adoro.

— Ok, valeu, só deixa eu pegar um short pra não dormir de calça e vou pro teu quarto.

— Ok, papai, te espero. (Imagina o que essa frase me causou.)

Fui pro meu quarto pegar minha roupa de dormir e, ao chegar na porta do quarto, ouvi minha mãe e meu tio discutindo.

— Vai lá, Betty, estamos sozinhos, não tem problema.

— Não, Henrique, você é louco, não posso fazer isso.

— Eu sei que você também quer, Betty, dá pra ver no jeito que você fala comigo. Vai lá, só um pouquinho, prometo que vai gostar, além do mais, seu marido não tá, o que pode acontecer?

— Não, Henrique, não vou fazer nada com você. Desde que tenho 15 anos você quer a mesma coisa e a resposta sempre foi não. — Minha mãe respondeu.

— Betty! Olha como você me deixou. — Meu tio disse enquanto mostrava o pau.

— Ai, Henrique! — Minha mãe disse enquanto começava a rir.

— Você não muda mesmo, não vou deitar com você, seu safado, mas... o que posso fazer pra você não se sentir tão mal?

— Então me dá a bunda, Betty! — Ele disse meio bravo enquanto passava a mão na bunda da minha mãe.

— Que nada, Henrique! Quase fiz uma vez e agradeço à vida por ter me arrependido.

— É, aquele momento podia ter sido o melhor da minha vida, você tava divina de quatro e confesso que não ia meter onde você queria.

— Idiota! — Minha mãe respondeu enquanto soltava uma gargalhada, mas era diferente, dava pra perceber que ela tava excitada na risada nervosa.

— Sério, Betty, eu tava de olho no seu cu, íamos passar um tempão gostoso, mas você teve medo.

— Ainda bem que não te deixei. continuar.

— Você teria adorado, pode ter certeza.
— Você teria adorado mais, seu idiota. Eu tinha 20 anos, era bem novinha e tinha um corpaço.
— É sempre a mesma coisa com você, Betty! Me esquenta e no final não me dá a bunda!
— Claro que não vou te dar, seu filho da puta! Quer que a gente se meta em encrenca ou o quê?
— Bom, pelo menos me dá meu beijo de boa noite.

Minha mãe se inclinou pra dar um beijo na testa do meu tio, o que deixou a bunda dela exposta. Mas ele, de um jeito meio sarcástico, disse:
— Que gostosa, mas não é aí, Betty. Você sabe onde eu quero.

Minha mãe fez uma careta bem safada, e meu coração quase saiu pela boca quando vi ela começar a se ajoelhar na frente dele e dar o beijo mais delicioso que já vi na vida no pau dele, enquanto olhava nos olhos dele.
— Satisfeito, seu idiota? — ela disse, se levantando.
— Não, Betty, não pode me deixar assim.
— Tá bom, deita aí e é melhor você aproveitar porque vai ser bem rápido.

Mais uma vez, meu coração começou a bater descontrolado ao ver Betty se ajoelhar de novo enquanto prendia o cabelo. Ela pegou o pau do meu tio com uma mão e, de um jeito quase profissional, começou a devorar ele. A cabeça dela se movia num ritmo perfeito, pra cima e pra baixo, enquanto a boca fazia o pau do Enrique aparecer e desaparecer sem parar. Era tanta habilidade que ele não aguentou mais e acabou enchendo a boca da minha mãe de porra. Ela se levantou, pegou o cesto de lixo do meu quarto e cuspiu tudo que o irmão dela tinha depositado naquela boca linda.
— Até amanhã, Enrique — ela disse com um sorriso provocante e começou a andar pelo corredor.

Minha mãe saiu do meu quarto, e eu me afastei da porta rapidamente pra ela não perceber que eu tinha visto todo aquele espetáculo. Ela me olhou e disse:
— Já dorme você também, hein! Você não vai conseguir nada de mim se é isso que quer, não tão bêbada assim. Amanhã ela descansa. – Era óbvio que ela tinha percebido que eu tinha visto e não tava nem aí.

Ela se virou e começou a andar de um jeito mais exagerado de propósito pra eu ficar olhando. O olhar dela entregou tudo.

Não consegui evitar levar a mão no meu pau e tocar de um jeito obsceno enquanto olhava pra bunda dela. Cheguei perto e dei mais um tapa descomunal nela.

– E dorme, idiota, “essa noite não!” – Ela falou num tom brincalhão.

Entrei no meu quarto e meu tio já tava dormindo, ou melhor, morto de álcool e do prazer que ele com certeza sentiu com aquela mamada magistral que a Betty deu nele minutos antes. Peguei um shorts e fui pro quarto da minha irmã.

Entrei no quarto dela e, quando virei pra cama, pude ver, graças à luz do abajur, que ela tava deitada de bruços, com a bunda totalmente exposta pra cima. Ela tava usando um babydoll e um conjunto de lingerie totalmente provocante. Imediatamente tirei minha calça jeans, vesti o short, pulei na cama e me aproximei o máximo que pude do corpo da minha irmã. Ela tava uma delícia com aquele babydoll, minha excitação tava no talo naquele momento, mas a luz do criado-mudo me incomodava. Então quis apagar, e com um movimento que na hora achei suave e calculado, estiquei o braço e o tronco pra alcançar o interruptor da lâmpada, ficando por cima da minha irmã, com meu peito colado nas costas dela e meu pau totalmente encaixado entre as duas bundas lindas dela. Foi uma sensação incomparável, até melhor do que quando a gente tava dançando. Eu tava no paraíso, quando de repente a voz dela me tirou do transe.

– Que porra você tá fazendo, seu filho da puta?!
– Só queria apagar a luz. – Respondi gaguejando.
– Ah, claro, a luz! Podia ter me pedido pra apagar, eu não tava dormindo, tô há mais de 10 minutos vendo você me olhar enquanto achava que eu tava dormindo, seu porco!
– Me desculpa, mas a culpa é sua, essa roupa não me ajuda. – Respondi envergonhado.
– Homi! São tudo iguais, coitadinhos. - Não consegui evitar, me desculpa.

- Cala a boca, deixa eu ver isso, senti ele grande! Posso ver?

- O quê?

- Não se faz de bobo, aquela coisa que você quase enfiou entre minhas nádegas, seu porco! – Ela disse rindo enquanto apontava pro meu pau ereto.

- Tô com vergonha de te mostrar.

- Mas não teve vergonha de esfregar ele na minha bunda.

- Tá bom, vou te mostrar. Eu baixei a cueca devagar e meu pau saltou pra fora, todo durinho.

Minha irmã ficou olhando pra ele e não conseguiu disfarçar: na hora que viu, engoliu saliva e mordeu os lábios.

- É grande! – ela disse com uma risada nervosa – Na verdade, não é tão grande assim, é tamanho normal, acho que o álcool fez eu ver desse jeito.

- Quando você quiser. – respondi. Ela virou pra mim com um olhar meigo, mas safado ao mesmo tempo.

- Coitadinho, tá assim por minha culpa?

- Sim, acho que você devia fazer algo a respeito, você é a culpada, afinal.

- O que eu posso fazer?

Eu senti que era minha chance e resolvi ir com tudo.

- Deixa eu te comer, tira essa calcinha que você tá usando e fica de quatro, talvez assim eu te perdoe. – falei sem nenhum pudor.

- Cê é idiota? De jeito nenhum vou fazer isso. – respondeu muito puta.

Foi aí que decidi mudar de estratégia e lembrei das palavras que meu tio tinha dito pra minha mãe uma hora antes.

- Dá um beijo nele, pra acalmar o coitadinho.

Ela ficou pensativa por um momento e minhas esperanças caíram, mas mais uma vez a vida me surpreendeu.

- Parece justo! – respondeu.

- Tem duas opções. – resolvi aproveitar o momento de aprovação dela.

- Quais são?

- Você pode dar um beijo de língua por pelo menos 10 segundos de linguada ou 15 beijinhos normais, você escolhe!

- MMMM! De qualquer jeito você sai ganhando! Mas, enfim, escolho os 15 beijos, deita, não quero que você me veja, tô com vergonha.

Eu me deitei todo animado. Naquele momento, minha irmã pegou meu pau com as mãos, aproximou os lábios... lábios e não consigo esquecer a sensação que senti quando a respiração dela alcançou meu pau, ela aproximou os lábios carnudos e beijou a cabeça.

- Um, dois, três, quatro... Ela contava enquanto dava beijinhos no meu pau, eu sentia que ia explodir e quando chegou no beijo número quinze...

Senti um arrepio percorrer da ponta dos meus dedos do pé até o fim da minha espinha, foi como um choque elétrico ao sentir a língua dela começar a percorrer desde minhas bolas até a cabeça do meu pau. De repente, senti a boca dela engolir meu pau inteiro, ela começou a devorar e dava pra ver que não era a primeira vez que fazia um boquete. Peguei ela pela cabeça e comecei a guiar do meu jeito, tinha certeza que o álcool tinha nos feito fazer coisas das quais talvez depois a gente se arrependesse, mas não liguei. Foi uma sensação tão intensa que não consegui evitar pegar o cabelo dela com as duas mãos e empurrar pra que meu pau entrasse completamente até a garganta dela. Esse foi o ponto máximo do meu clímax, gozei na garganta dela e meu esperma encheu a boca linda, quente e habilidosa dela.

- Seu idiota! Me avisa quando for gozar!

- Desculpa, não consegui me segurar.

- Agggghhh, engoli metade! Vai dormir, devia ter me avisado, imbecil.

Esse dia foi quando começou a porção de histórias que rolaram até hoje. Motivadas pelo álcool, pelo tesão da festa e outras situações, ambas sucumbiram e começaram uma infinidade de histórias que em breve vou contar pra vocês.

CONTINUA...

8 comentários - Mamá y hermana traviesas: Betty (parte 2)

coloca imagens
Ctrufa +1
Pronto subiré parte número 3 y haré caso a tu sugerencia, saludos, acabo de colocar unas cuantas en la parte número 1.
Excelente vale la pena la espera van mis 10
Ctrufa
Muchas gracias, saludos.
Ctrufa
Ya está lista la parte 3, saludos espero que la disfrutes.
@Ctrufa, lo hare muchas gracias
Muy buena Bro... Sigue subiendo 👍🏼... Si hay foticos mejor
Ctrufa +1
Parte 3, ya disponible saludos.
Me dejaron al palo tus relatos. Exelente. Van puntos
Esta buena la historia
Ctrufa +1
Muchas gracias por el comentario, te invito a que pases por las demás partes de la historia, disfrútalas.
@Ctrufa sube la quinta parte
INMSONG +1
Excelente relato, tanto como las protagonistas, dejo 10 pts.
Ctrufa
Muchas gracias por el comentario, saludos.
Me han gustado todad las historias pero me gustaría ver todos
Muy exitante la historia con tu mama y tu hermana.. Van puntitos