Olá, antes de mais nada quero esclarecer que comecei a publicar esta série de histórias nos fóruns de relatos em 2015. Esta versão será um pouco mais limpa e estruturada, porque na época eu tinha 17 anos e tinha zero habilidade para escrever. O que vou contar é um fato real sobre como tive algumas experiências muito excitantes com minha irmã Fátima e com Beatriz. Depois de ler muitos relatos, percebi que não sou o único que teve atritos eróticos com pessoas da família, e é por isso que decidi documentar e compartilhar algumas histórias que vivi com minha linda irmã e com quem, até então, eu só via como minha mãe. Foram tantas que só de lembrar já fico muito excitado. Sem mais delongas por enquanto, vou direto ao ponto da história e começo a escrever. Espero que gostem.
Meu nome é Carlos, moro em Torreón, Coahuila, México, e sou um jovem completamente normal de 17 anos, nada fora do comum. Tenho uma altura considerável, 1,80m, e um físico bom porque malho muito e tenho boa genética familiar.
Minha família é pequena, composta pelo meu pai Daniel, muito trabalhador e dedicado à sua empresa de construção, e minha mãe Beatriz, uma dona de casa e comerciante de 34 anos que se dedica completamente ao lar, à família e ao seu negócio de roupas.
Minha mãe, a protagonista desta história, é uma deusa da cabeça aos pés, e não é exagero. Ela tem 1,65m de altura, um rosto bonito que fica ainda mais provocante porque seus olhos e lábios são muito expressivos, no que se refere ao erotismo. Tem seios bonitos de tamanho médio, pode-se dizer que ela adora exibir com decotes pronunciados, mas seu atributo que mais se destaca são essas lindas pernas e esse par descomunal de bundas que deixam mais de um dos meus vizinhos e conhecidos malucos. Não é exagero, mas ninguém consegue resistir a dar uma olhada de desejo quando ela chega em algum lugar. E para finalizar com minha família, chegamos à última integrante dela, minha irmã Fátima. Sou dois anos mais velho que ela, atualmente ela tem 15 anos e goza de um corpo que deixa, se não todos, garanto que mais de um de boca aberta toda vez que ela passa. Acredito que é em grande parte por causa da herança genética da minha mãe, da qual ela herdou esse belo par de bundas. Mas é aquele jeito tão distinto de se vestir, tão despreocupado, sexy e gostoso que distingue as duas das outras mulheres do bairro onde moramos. Eu sei que talvez seja errado eu ver minha mãe e minha irmã desse jeito, mas garanto que se vocês tivessem a oportunidade de vê-las diariamente com aquelas saias curtas e justas que sempre deixam ver suas lindas pernas e até mesmo que às vezes deixam escapar a borda daquele par descomunal de bundas, teriam os mesmos pensamentos que eu sempre que as vejo.
Depois da puberdade, muitas vezes minha irmã e até minha mãe Betty me pegaram num estado de bobo hipnotizado pelo balanço da bunda delas enquanto faziam tarefas domésticas ou quando as acompanhava nas compras e ficava um pouco atrás delas, procurando qualquer desculpa para que elas andassem alguns metros à minha frente e eu pudesse aproveitar aquele espetáculo maravilhoso que elas sempre proporcionam em todos os lugares aonde as acompanho. Foi nesse tipo de situação que começou minha tensão e meu tesão por elas. Quando começaram a notar que eu as olhava de um jeito tarado, começaram uma espécie de jogo "inocente" que incluía caras de provocação e cumplicidade, acompanhadas de comentários como: "O que você tá olhando, safado? Gostou ou o quê?", "Você vai gozar só de olhar com esses olhos", "Tira foto se quiser". Esse tipo de comentário, junto com movimentos sugestivos da bunda enquanto riam, em vez de fazer eu parar de olhar, me convidava a continuar aproveitando o show.
Enfim, não é segredo que minha mãe e minha irmã têm no bairro uma reputação de Típicas piranhas, o que me irritava muito no começo, pois mesmo sabendo que exageravam na andadura e se vestiam de forma provocante para ganhar favores de vizinhos ou conhecidos, ou simplesmente por gostarem de provocar os homens, ainda assim me incomodava que fizessem esse tipo de comentário. Até que uma situação fez eu mudar completamente minha forma de pensar e me fez acreditar — e perceber por mim mesmo — que realmente eram um par de safadinhas que adoravam provocar qualquer homem que aparecesse na frente delas, sem discriminação.
Naquele dia, tudo transcorria normalmente como em qualquer outro, mas com uma única diferença: estávamos nos preparando para o aniversário de 42 anos do meu pai, uma data especial, já que ele sempre gostou de comemorar em grande estilo, convidando amigos, família e alguns colegas de trabalho.
O dia estava sendo dos mais tranquilos, e eu descansava na sala quando, de repente, ouvi minha irmã me chamando do quarto dela.
— Carlos! — respondi.
— O que foi?!
— Pode vir aqui, por favor?
Levantei-me meio irritado do sofá onde estava descansando e subi as escadas até o quarto dela. Quando entrei, fiquei de boca aberta: lá estavam as duas, com vestidos justíssimos e curtíssimos que haviam acabado de comprar para a festa.
— O que você acha, Dany? Acha que estão bons para a festa?
Fiquei calado, em choque. Aqueles vestidos eram mais curtos e apertados do que o normal. Comecei a reagir, tentei responder, mas só consegui balbuciar. Minha mãe me interrompeu.
— Acho que ele gostou, filha. Olha só, deixamos ele até mudo.
Minha irmã respondeu com uma risada, dizendo:
— Já sei, olha ele, coitado, está todo vermelho.
— Não vai pedir para a gente dar uma voltinha? — acrescentou Betty.
E eu, muito desajeitadamente, consegui balbuciar:
— Sim… vamos ver uma voltinha.
— Eu primeiro — disse minha irmã, girando lentamente e parando com aquele bumbum carnudo, bem formado e delicioso que ela carrega.
Fiquei a mil, mas minha... Betty levou o prêmio.
Ela começou a girar lentamente enquanto dançava de um jeito muito sensual, meus olhos grudaram imediatamente na sua bunda, não dava pra acreditar, aquele vestido deixava escapar muito mais carne do que o normal, era só uma pequena inclinação da minha mãe para quase um quarto da sua bunda ficar à mostra.
>Não acha que está muito curto?
Minha irmã e minha mãe soltaram uma gargalhada zombeteira e foram para o quarto ao lado.
Ao sair do quarto, minha irmã percebeu que eu estava observando obscenamente a bunda das duas e deu uma palmada na bunda da Betty que me excitou ainda mais.
E Betty não estava errada, eu precisava desesperadamente fazer algo sozinho, precisava me masturbar, foi a primeira punheta que bati pensando nelas duas, só de imaginar minha irmã e minha mãe de quatro, levantando o vestido e fodendo elas pelo cu sem misericórdia me pegou, a sensação foi estranha, me excitava e me sentia esquisito ao mesmo tempo, mas garanto que foi a melhor punheta que bati em muito tempo.
A festa começou por volta das 6 da tarde, mas a essa altura Betty já tinha uns tragos no corpo, os convidados começaram a chegar e outra coisa chamou minha atenção. Minha mãe tem três irmãos mais velhos, ela foi a única mulher, ao chegarem um por um meus tios acompanhados dos meus primos notei que chegavam e a surpreendiam tapando seus olhos para que ela "adivinhasse" quem era, mas analisando bem essa ação, obviamente pude deduzir que era só uma tática para esfregar nela A pica nas nádegas da minha mãe, mas isso eu entenderia mais tarde. Obviamente meus primos, que têm uma faixa etária parecida com a minha, ficaram fascinados ao ver a Betty com aquele vestido e aquele par de salto alto que destacava ainda mais sua bunda gloriosa.
Achei estranho que alguns convidados (geralmente familiares) se aproximassem demais da Betty usando qualquer desculpa, pegavam-na desprevenida pela cintura por trás dando aqueles famosos "chegadas", ao que ela dava apenas um sobressalto de surpresa enquanto sorria. Em mais de uma ocasião, notei também que baixavam a mão disfarçadamente para tocar suas nádegas, ao que ela respondia com tapinhas brincalhões ou pegava disfarçadamente as mãos deles para tirá-las de sua bunda e colocá-las de novo na cintura, para que ninguém visse a situação. Mas nunca houve protesto algum da parte dela ao sentir tais ações. Sabia que a família em geral era muito unida, mas isso já era demais.
Meu tio Enrique, o mais próximo em idade da Betty, foi o primeiro dos três irmãos a chegar. Ele a pegou por trás e tapou seus olhos. Para isso, no momento em que ele entrou na casa e a viu de costas, não pôde evitar fazer uma careta de luxúria, passou a língua pelos lábios de maneira obscena, e isso me chamou muita atenção.
>Quem sou eu, baixinha?
Fiquei pensando: como se sua voz não fosse te entregar, idiota. Mas a mamãe me surpreendeu de novo.
Respondeu de um jeito muito safado. Sempre gostei quando ela usa esse tom de menina mimada.
E notei que ela começou a mover a bunda de maneira circular bem sutil. Meu tio estava com o pau totalmente colado na bunda da minha mãe, e era óbvio que aquele massageada que ela dava com as nádegas enquanto "tentava adivinhar" o deixava no paraíso. Dava para ver no rosto dele.
<É o Luis!
>Não, não sou o Luis.
>Não, sou o Enrique, Betty! – Em seguida, meu tio deu uma palmada na sua bunda. descomunal, minha mãe deu só um pequeno pulo para frente, virou para olhar para ele e soltou um sorriso.
>Desculpa, vem aqui que eu vou fazer um carinho em você, Betty.
>Sempre soube o que eu quero, hahaha, olha só você! Continua gostosa pra caralho!
O quê? "Continua gostosa pra caralho?" Aquilo foi a gota d'água, sem dúvida agora eu tinha certeza que na minha casa tinha uma deusa que todo mundo queria aproveitar.
A festa continuou e eu não conseguia parar de observar como todos os homens ficavam olhando para a mamãe, claro! Betty, como de costume, não cumpriu o que disse. <"Não vou me mexer muito para não sair nada", claro que sim, ela se mexeu e muito, como sempre, andava de um jeito exagerado que fazia suas nádegas se moverem ainda mais do que o normal e o vestido ia subindo aos poucos, enquanto servia os pratos a inclinação deixava ver o começo de suas nádegas carnudas e um lindo calcinha preta que as destacava ainda mais. No decorrer da festa e com o calor dos drinks, que eram abundantes como de costume nos eventos da minha casa, os toques "involuntários" na Betty começaram a ficar mais frequentes, todos aproveitavam a oportunidade para tocá-la de um jeito ou de outro, quis acreditar que era por causa do álcool o fato de ela não fazer nada a respeito, mas isso sempre será uma incógnita para mim.
Ao ver tudo isso, minha excitação cresceu, vi como seus três irmãos, ou seja, meus tios, se deliciavam tirando fotos dela sempre que podiam, olhavam as fotos e discutiam fazendo caras de prazer e excitação, eles sempre vão só acompanhados dos meus primos para as nossas festas, suas esposas nunca vão para a nossa casa porque não gostam da minha mãe por ela ser "vulgar" e "foxy", segundo elas, e bem, isso facilita para eles fazerem suas maldades sempre, e, como é óbvio, meus primos também adoram o espetáculo que é ver a Betty em qualquer Situação.
Aquele clima completamente erótico começou a me envolver por completo, pensei: se minha mãe não reclamava com eles, por que eu não poderia fazer o mesmo? Tomei coragem para fazer o que todo mundo estava fazendo. Minha mãe passou na minha frente em direção à cozinha, meus olhos ficaram grudados na sua bunda pelo jeito que ela andava. Respirei fundo e me preparei para segui-la.
Entrei na cozinha e lá estava ela, tentando alcançar um recipiente no armário. Ao tentar pegar o objeto, seu vestido curto subiu e deixou exposta metade do seu rabo. O lindo calcinha de renda preta se ajustava perfeitamente ao seu par de nádegas esquisito, e fiquei hipnotizado.
> Deixa eu te ajudar, eu pego.
Sem dar tempo para ela se mexer, me aproximei e encostei meu corpo no dela por trás, esticando o braço para ajudá-la. Mas no momento em que encostei meu pau duro nas suas nádegas, esqueci completamente do recipiente que ela tentava alcançar e dei aquele esfregão mais sem-vergonha que você pode imaginar.
< Aiiii, seu bobo! — disse ela num tom entre surpresa e um pouco assustada.
< O que foi isso, Carlos?! Por que você faz isso?
> Desculpa, mãe.
< Qual desculpa, seu idiota? Agora mesmo você vai me explicar. Eu já te vi olhando minha bunda e... tudo bem, não me incomoda, você é homem e eu entendo, na verdade até me elogia. Mas isso? Como você teve essa ideia?
> Meu tio Quique pega na sua bunda e você não fala nada! — respondi, um pouco exaltado.
Minha mãe ficou em silêncio por um momento e me disse:
< Olha, filho, ele e eu convivemos muito desde jovens e brincamos muito, é só brincadeira.
> Isso não é brincadeira, eu vejo como ele olha pra você e como dá palmadas na sua bunda de "carinho", e isso não é brincadeira.
< Hahahaha, eu sei que às vezes ele passa um pouco do limite, mas te garanto que é só brincadeira, filho, hahahaha, relaxa.
> Nesse caso, eu também quero brincar assim.
< Olha só, hahahaha, agora não basta só você me ver, quer me tocar também? Não foi suficiente o que você acabou de fazer, seu bobo? De jeito nenhum vou brincar assim com você, o que você Pode passar?
>Vai lá, não tô pedindo muito, só o mesmo que meu tio.
Ela virou as costas e não pude evitar cravar o olhar na sua bunda.
>Não, mãe, juro que não. Só quero ter os mesmos privilégios que meu tio.
Ela ficou séria e virou as costas de novo.
Minha excitação tomou conta de mim e me joguei sobre ela, agarrando-a pelas costas. Com meu braço direito pude envolver sua cinturinha fina, enquanto com a outra mão alcancei sua nádega esquerda. Me senti no paraíso. Aproximei meu nariz do seu pescoço e pude sentir aquele delicioso perfume que ela sempre deixa quando passa por mim.
O fato de ela estar se debatendo me excitou demais, e continuei apalpando-a como queria. Comecei a esfregar suas nádegas com as duas mãos e enterrei meu rosto entre seus seios.
>Me solta, vão nos ver! — dizia desesperada. Mas seu sorriso enquanto se debatia traiu que não a incomodava totalmente. Talvez fosse o álcool, mas ela sempre adorou se sentir desejada.
>Promete que vou poder fazer o mesmo que meu tio. — repliquei de forma imperativa.
Soltei-a, ela ajeitou o vestido e caminhou em direção à porta. Naquele momento, juro que não pude evitar dar uma palmada daquelas na sua bunda. Minha vontade de tocar aquela bunda era tanta que minha mão não parou por aí — dei um belo agarão nas nádegas, levantando parte do vestido novamente e deixando à vista uma de suas lindas nádegas. Eram durinhas, firmes, carnudas... perfeitas.
>Pensei que já tínhamos combinado que eu podia fazer isso. — respondi.
Minha mãe soltou um sorriso nervoso enquanto ajustava o vestido de volta.
Continua...
P.S.
Espero que com essas fotos da Betty vocês possam entender a obsessão que sinto por ela há um tempão, saudações, poringa boys.

Meu nome é Carlos, moro em Torreón, Coahuila, México, e sou um jovem completamente normal de 17 anos, nada fora do comum. Tenho uma altura considerável, 1,80m, e um físico bom porque malho muito e tenho boa genética familiar.
Minha família é pequena, composta pelo meu pai Daniel, muito trabalhador e dedicado à sua empresa de construção, e minha mãe Beatriz, uma dona de casa e comerciante de 34 anos que se dedica completamente ao lar, à família e ao seu negócio de roupas.
Minha mãe, a protagonista desta história, é uma deusa da cabeça aos pés, e não é exagero. Ela tem 1,65m de altura, um rosto bonito que fica ainda mais provocante porque seus olhos e lábios são muito expressivos, no que se refere ao erotismo. Tem seios bonitos de tamanho médio, pode-se dizer que ela adora exibir com decotes pronunciados, mas seu atributo que mais se destaca são essas lindas pernas e esse par descomunal de bundas que deixam mais de um dos meus vizinhos e conhecidos malucos. Não é exagero, mas ninguém consegue resistir a dar uma olhada de desejo quando ela chega em algum lugar. E para finalizar com minha família, chegamos à última integrante dela, minha irmã Fátima. Sou dois anos mais velho que ela, atualmente ela tem 15 anos e goza de um corpo que deixa, se não todos, garanto que mais de um de boca aberta toda vez que ela passa. Acredito que é em grande parte por causa da herança genética da minha mãe, da qual ela herdou esse belo par de bundas. Mas é aquele jeito tão distinto de se vestir, tão despreocupado, sexy e gostoso que distingue as duas das outras mulheres do bairro onde moramos. Eu sei que talvez seja errado eu ver minha mãe e minha irmã desse jeito, mas garanto que se vocês tivessem a oportunidade de vê-las diariamente com aquelas saias curtas e justas que sempre deixam ver suas lindas pernas e até mesmo que às vezes deixam escapar a borda daquele par descomunal de bundas, teriam os mesmos pensamentos que eu sempre que as vejo.
Depois da puberdade, muitas vezes minha irmã e até minha mãe Betty me pegaram num estado de bobo hipnotizado pelo balanço da bunda delas enquanto faziam tarefas domésticas ou quando as acompanhava nas compras e ficava um pouco atrás delas, procurando qualquer desculpa para que elas andassem alguns metros à minha frente e eu pudesse aproveitar aquele espetáculo maravilhoso que elas sempre proporcionam em todos os lugares aonde as acompanho. Foi nesse tipo de situação que começou minha tensão e meu tesão por elas. Quando começaram a notar que eu as olhava de um jeito tarado, começaram uma espécie de jogo "inocente" que incluía caras de provocação e cumplicidade, acompanhadas de comentários como: "O que você tá olhando, safado? Gostou ou o quê?", "Você vai gozar só de olhar com esses olhos", "Tira foto se quiser". Esse tipo de comentário, junto com movimentos sugestivos da bunda enquanto riam, em vez de fazer eu parar de olhar, me convidava a continuar aproveitando o show.
Enfim, não é segredo que minha mãe e minha irmã têm no bairro uma reputação de Típicas piranhas, o que me irritava muito no começo, pois mesmo sabendo que exageravam na andadura e se vestiam de forma provocante para ganhar favores de vizinhos ou conhecidos, ou simplesmente por gostarem de provocar os homens, ainda assim me incomodava que fizessem esse tipo de comentário. Até que uma situação fez eu mudar completamente minha forma de pensar e me fez acreditar — e perceber por mim mesmo — que realmente eram um par de safadinhas que adoravam provocar qualquer homem que aparecesse na frente delas, sem discriminação.
Naquele dia, tudo transcorria normalmente como em qualquer outro, mas com uma única diferença: estávamos nos preparando para o aniversário de 42 anos do meu pai, uma data especial, já que ele sempre gostou de comemorar em grande estilo, convidando amigos, família e alguns colegas de trabalho.
O dia estava sendo dos mais tranquilos, e eu descansava na sala quando, de repente, ouvi minha irmã me chamando do quarto dela.
— Carlos! — respondi.
— O que foi?!
— Pode vir aqui, por favor?
Levantei-me meio irritado do sofá onde estava descansando e subi as escadas até o quarto dela. Quando entrei, fiquei de boca aberta: lá estavam as duas, com vestidos justíssimos e curtíssimos que haviam acabado de comprar para a festa.
— O que você acha, Dany? Acha que estão bons para a festa?
Fiquei calado, em choque. Aqueles vestidos eram mais curtos e apertados do que o normal. Comecei a reagir, tentei responder, mas só consegui balbuciar. Minha mãe me interrompeu.
— Acho que ele gostou, filha. Olha só, deixamos ele até mudo.
Minha irmã respondeu com uma risada, dizendo:
— Já sei, olha ele, coitado, está todo vermelho.
— Não vai pedir para a gente dar uma voltinha? — acrescentou Betty.
E eu, muito desajeitadamente, consegui balbuciar:
— Sim… vamos ver uma voltinha.
— Eu primeiro — disse minha irmã, girando lentamente e parando com aquele bumbum carnudo, bem formado e delicioso que ela carrega.
Fiquei a mil, mas minha... Betty levou o prêmio.
Ela começou a girar lentamente enquanto dançava de um jeito muito sensual, meus olhos grudaram imediatamente na sua bunda, não dava pra acreditar, aquele vestido deixava escapar muito mais carne do que o normal, era só uma pequena inclinação da minha mãe para quase um quarto da sua bunda ficar à mostra.
>Não acha que está muito curto?
Minha irmã e minha mãe soltaram uma gargalhada zombeteira e foram para o quarto ao lado.
Ao sair do quarto, minha irmã percebeu que eu estava observando obscenamente a bunda das duas e deu uma palmada na bunda da Betty que me excitou ainda mais.
E Betty não estava errada, eu precisava desesperadamente fazer algo sozinho, precisava me masturbar, foi a primeira punheta que bati pensando nelas duas, só de imaginar minha irmã e minha mãe de quatro, levantando o vestido e fodendo elas pelo cu sem misericórdia me pegou, a sensação foi estranha, me excitava e me sentia esquisito ao mesmo tempo, mas garanto que foi a melhor punheta que bati em muito tempo.
A festa começou por volta das 6 da tarde, mas a essa altura Betty já tinha uns tragos no corpo, os convidados começaram a chegar e outra coisa chamou minha atenção. Minha mãe tem três irmãos mais velhos, ela foi a única mulher, ao chegarem um por um meus tios acompanhados dos meus primos notei que chegavam e a surpreendiam tapando seus olhos para que ela "adivinhasse" quem era, mas analisando bem essa ação, obviamente pude deduzir que era só uma tática para esfregar nela A pica nas nádegas da minha mãe, mas isso eu entenderia mais tarde. Obviamente meus primos, que têm uma faixa etária parecida com a minha, ficaram fascinados ao ver a Betty com aquele vestido e aquele par de salto alto que destacava ainda mais sua bunda gloriosa.
Achei estranho que alguns convidados (geralmente familiares) se aproximassem demais da Betty usando qualquer desculpa, pegavam-na desprevenida pela cintura por trás dando aqueles famosos "chegadas", ao que ela dava apenas um sobressalto de surpresa enquanto sorria. Em mais de uma ocasião, notei também que baixavam a mão disfarçadamente para tocar suas nádegas, ao que ela respondia com tapinhas brincalhões ou pegava disfarçadamente as mãos deles para tirá-las de sua bunda e colocá-las de novo na cintura, para que ninguém visse a situação. Mas nunca houve protesto algum da parte dela ao sentir tais ações. Sabia que a família em geral era muito unida, mas isso já era demais.
Meu tio Enrique, o mais próximo em idade da Betty, foi o primeiro dos três irmãos a chegar. Ele a pegou por trás e tapou seus olhos. Para isso, no momento em que ele entrou na casa e a viu de costas, não pôde evitar fazer uma careta de luxúria, passou a língua pelos lábios de maneira obscena, e isso me chamou muita atenção.
>Quem sou eu, baixinha?
Fiquei pensando: como se sua voz não fosse te entregar, idiota. Mas a mamãe me surpreendeu de novo.
Respondeu de um jeito muito safado. Sempre gostei quando ela usa esse tom de menina mimada.
E notei que ela começou a mover a bunda de maneira circular bem sutil. Meu tio estava com o pau totalmente colado na bunda da minha mãe, e era óbvio que aquele massageada que ela dava com as nádegas enquanto "tentava adivinhar" o deixava no paraíso. Dava para ver no rosto dele.
<É o Luis!
>Não, não sou o Luis.
>Não, sou o Enrique, Betty! – Em seguida, meu tio deu uma palmada na sua bunda. descomunal, minha mãe deu só um pequeno pulo para frente, virou para olhar para ele e soltou um sorriso.
O quê? "Continua gostosa pra caralho?" Aquilo foi a gota d'água, sem dúvida agora eu tinha certeza que na minha casa tinha uma deusa que todo mundo queria aproveitar.
A festa continuou e eu não conseguia parar de observar como todos os homens ficavam olhando para a mamãe, claro! Betty, como de costume, não cumpriu o que disse. <"Não vou me mexer muito para não sair nada", claro que sim, ela se mexeu e muito, como sempre, andava de um jeito exagerado que fazia suas nádegas se moverem ainda mais do que o normal e o vestido ia subindo aos poucos, enquanto servia os pratos a inclinação deixava ver o começo de suas nádegas carnudas e um lindo calcinha preta que as destacava ainda mais. No decorrer da festa e com o calor dos drinks, que eram abundantes como de costume nos eventos da minha casa, os toques "involuntários" na Betty começaram a ficar mais frequentes, todos aproveitavam a oportunidade para tocá-la de um jeito ou de outro, quis acreditar que era por causa do álcool o fato de ela não fazer nada a respeito, mas isso sempre será uma incógnita para mim.
Ao ver tudo isso, minha excitação cresceu, vi como seus três irmãos, ou seja, meus tios, se deliciavam tirando fotos dela sempre que podiam, olhavam as fotos e discutiam fazendo caras de prazer e excitação, eles sempre vão só acompanhados dos meus primos para as nossas festas, suas esposas nunca vão para a nossa casa porque não gostam da minha mãe por ela ser "vulgar" e "foxy", segundo elas, e bem, isso facilita para eles fazerem suas maldades sempre, e, como é óbvio, meus primos também adoram o espetáculo que é ver a Betty em qualquer Situação.
Aquele clima completamente erótico começou a me envolver por completo, pensei: se minha mãe não reclamava com eles, por que eu não poderia fazer o mesmo? Tomei coragem para fazer o que todo mundo estava fazendo. Minha mãe passou na minha frente em direção à cozinha, meus olhos ficaram grudados na sua bunda pelo jeito que ela andava. Respirei fundo e me preparei para segui-la.
Entrei na cozinha e lá estava ela, tentando alcançar um recipiente no armário. Ao tentar pegar o objeto, seu vestido curto subiu e deixou exposta metade do seu rabo. O lindo calcinha de renda preta se ajustava perfeitamente ao seu par de nádegas esquisito, e fiquei hipnotizado.
> Deixa eu te ajudar, eu pego.
Sem dar tempo para ela se mexer, me aproximei e encostei meu corpo no dela por trás, esticando o braço para ajudá-la. Mas no momento em que encostei meu pau duro nas suas nádegas, esqueci completamente do recipiente que ela tentava alcançar e dei aquele esfregão mais sem-vergonha que você pode imaginar.
< Aiiii, seu bobo! — disse ela num tom entre surpresa e um pouco assustada.
< O que foi isso, Carlos?! Por que você faz isso?
> Desculpa, mãe.
< Qual desculpa, seu idiota? Agora mesmo você vai me explicar. Eu já te vi olhando minha bunda e... tudo bem, não me incomoda, você é homem e eu entendo, na verdade até me elogia. Mas isso? Como você teve essa ideia?
> Meu tio Quique pega na sua bunda e você não fala nada! — respondi, um pouco exaltado.
Minha mãe ficou em silêncio por um momento e me disse:
< Olha, filho, ele e eu convivemos muito desde jovens e brincamos muito, é só brincadeira.
> Isso não é brincadeira, eu vejo como ele olha pra você e como dá palmadas na sua bunda de "carinho", e isso não é brincadeira.
< Hahahaha, eu sei que às vezes ele passa um pouco do limite, mas te garanto que é só brincadeira, filho, hahahaha, relaxa.
> Nesse caso, eu também quero brincar assim.
< Olha só, hahahaha, agora não basta só você me ver, quer me tocar também? Não foi suficiente o que você acabou de fazer, seu bobo? De jeito nenhum vou brincar assim com você, o que você Pode passar?
>Vai lá, não tô pedindo muito, só o mesmo que meu tio.
Ela virou as costas e não pude evitar cravar o olhar na sua bunda.
Ela ficou séria e virou as costas de novo.
Minha excitação tomou conta de mim e me joguei sobre ela, agarrando-a pelas costas. Com meu braço direito pude envolver sua cinturinha fina, enquanto com a outra mão alcancei sua nádega esquerda. Me senti no paraíso. Aproximei meu nariz do seu pescoço e pude sentir aquele delicioso perfume que ela sempre deixa quando passa por mim.
>Me solta, vão nos ver! — dizia desesperada. Mas seu sorriso enquanto se debatia traiu que não a incomodava totalmente. Talvez fosse o álcool, mas ela sempre adorou se sentir desejada.
>Promete que vou poder fazer o mesmo que meu tio. — repliquei de forma imperativa.
Soltei-a, ela ajeitou o vestido e caminhou em direção à porta. Naquele momento, juro que não pude evitar dar uma palmada daquelas na sua bunda. Minha vontade de tocar aquela bunda era tanta que minha mão não parou por aí — dei um belo agarão nas nádegas, levantando parte do vestido novamente e deixando à vista uma de suas lindas nádegas. Eram durinhas, firmes, carnudas... perfeitas.
Minha mãe soltou um sorriso nervoso enquanto ajustava o vestido de volta.
Continua...
P.S.
Espero que com essas fotos da Betty vocês possam entender a obsessão que sinto por ela há um tempão, saudações, poringa boys.


6 comentários - Mamá y hermana traviesas: Betty.