Para quem já leu algum dos meus contos, sabe da relação aberta que tenho com minha esposa, e para quem não leu, basicamente explico que nós dois temos permissão para ter relações fora do casal, embora minha mulher "Mica" seja quem mais usa esse direito, além de curtir muito a onda cuckold, ou seja, exibir meus chifres ou me botar chifres estando eu presente.
Embora tenhamos uma relação muito aberta, sempre tem limites, e o que eu sempre deixei claro é que ela podia transar com quem quisesse, menos com meus amigos e/ou familiares (por uma questão de preservar as relações pessoais). Isso era proibido para ela e sempre respeitei, até que aconteceu o que vou contar.
A introdução é simples: como todo mundo, tenho um amigo que compartilhou comigo desde o primário, o ensino médio, saídas para baladas, basicamente a adolescência, até que em um momento cada um seguiu sua vida, mas mesmo assim mantivemos essa amizade. Nesse caso, meu amigo foi morar no sul da Argentina para seguir a esposa, que além de ter conseguido um bom emprego, tinha parentes na cidade para onde foram.
Como muitos, a quarentena se tornou insuportável, e para piorar, meu amigo e a mulher já estavam em crise há um bom tempo. E acabou acontecendo o esperado: eles se separaram, e em mal termos, a ponto de meu amigo voltar para nossa província para recomeçar do zero assim que algumas restrições de circulação foram suspensas.
Quando contei para minha esposa toda a história, ela ficou triste e disse para a gente convidá-lo para jantar no fim de semana, para colocar o papo em dia. Antes de eles irem para o sul, a gente se dava muito bem entre os casais, principalmente com "Cachi" (meu amigo), que nos conhece desde que começamos a namorar com a Mica.
Foi assim que aconteceu: convidamos ele para um sábado à noite, para comer um churrasco em casa. Quando ele chegou, começamos a conversar sobre tudo um pouco, basicamente colocar o papo em dia. Jantamos, Tomamos vários vinhos, fumamos uns bagulhos suaves, e num momento o Cachi contou como foi o rolê da separação. Além da gente ter muita confiança entre si, o álcool e o que fumamos fez o Cachi perder o filtro e comentar umas paradas, tipo que com a ex dele já fazia mais de 8 meses que não transavam porque ela não queria, que ele tinha proposto abrir o relacionamento um tempo atrás e ela não topou, e pra fechar com chave de merda, ela ainda terminou traindo ele com um colega de trabalho.
Como a gente também tava meio solto pra falar, perguntamos se ele tinha traído a ex, porque ficar 8 meses sem "meter" era uma loucura, mas ele insistiu que não, que nunca traiu ela, e que sim, tava há 8 meses ou mais sem transar com ninguém. Depois a conversa seguiu mais de boa, digamos.
Num momento, o Cachi elogiou a casa que a gente comprou e a piscina que fizemos, aí eu falei pra ele se jogar se quisesse (era uma noite bem quente e ele ainda tinha se acostumado com o clima do sul, que é bem frio, então dava pra ver que ele tava morrendo de calor).
Cachi: Não trouxe sunga pra entrar, outro dia com prazer.
Eu: Se quiser, te empresto uma.
Cachi: Não vai servir, tô bem mais gordo que você hahaha...
Eu: É verdade, sei lá, cê tem cueca boxer?
Cachi: Tenho, por quê?
Eu: Então se joga assim, é tipo uma sunga, não tem problema. Love (olhando pra minha esposa), cê liga?
Mica: Ehhh... não, sei lá, eu não olho, ué hahahaha
Cachi: Hahaha, deixa quieto, não dá, tudo bem
Eu: Mas se joga, não seja otário, a gente se conhece há mais de 20 anos.
Depois de um tempo, ele topou (tava morrendo de calor). Foi até a borda da piscina, tirou a bermuda meio rápido e entrou. Enquanto ele se refrescava, a Mica falou baixinho pra mim:
Mica: Que filha da puta a Karla (a ex do Cachi).
Eu: Sei lá, relacionamento é assim, não sabe o que rolava dentro daquela casa.
Mica: Nããão, eu tô falando de deixar ele 8 meses sem sexo!!! Eu morro se você fizer uma parada dessas comigo hahahaha Eu: ah, eu já sei... tu curte mais uma rola do que morango, hein...
Mica: ei ei, também não é pra tanto, pô!
Eu: se você diz...
Mica: a gente tinha que arrumar uma mulher pra ele, deve tar cheio de tesão... coitado...
Eu: ele vai conseguir, deixa ele... além do mais, com o canhão que ele tem, vai ser fácil pegar umas gostosas.
Mica: e como você sabe dessas coisas?
Eu: porque vi no vestiário depois do futebol na época dele. E o que você tem a ver com isso?
Mica: e é grande?
Eu: sei lá, vai lá e olha se você quer saber tanto.
Mica: deixa, depois você vai ficar bravo.
Eu: por quê?
Mica: por nada, deixa.
Nossa conversa acabou ali. Mica começou a arrumar a mesa e trouxe um champanhe. Cachi me pediu da piscina pra levar uma toalha pra ele se cobrir um pouco, e eu falei pra Mica levar ela. Ela me olhou com cara de poucos amigos, mas foi até a borda da piscina e ofereceu uma toalha. Quando Cachi saiu, eu, que tava sentado na mesa a vários metros e com pouca luz, conseguia ver o baita volume do meu amigo marcando na cueca molhada (a cueca colou no corpo, digamos), e mesmo sem ver a cara da minha esposa, dava pra notar que ela baixava um pouco a cabeça pra olhar aquele espetáculo, além de ter ficado parada oferecendo a toalha pro meu amigo.
Cachi acho que não percebeu, ou se fez de besta, e eu de onde tava fiz sinal pra ele jogar a Mica na piscina. Ele hesitou um pouco, mas eu insisti nos sinais, até que num momento ele pegou a Mica, que se assustou, e virando ela, empurrou ela na piscina.
Quando ela conseguiu tirar a cabeça da água, a primeira coisa que fez foi reclamar (ou xingar basicamente o Cachi) por ter jogado ela na água, e ele se defendeu falando que fui eu quem mandou, mas Mica continuou ofendida e xingando.
Eu me aproximei pra rir, e Cachi, pra "limpar o pecado dele", me empurrou e fez eu cair também na piscina. Minha esposa quis tirar sarro, mas eu fingi que não me incomodei, então ela ficou pior, até que eu abracei ela e falei pro ouvido
Eu: viu bem o pedaço de pau que o Cachi tem?
Mica: não vi nada.
Eu: não se faz de sonsa...
Mica: que foi, te incomoda?
Eu: nada disso... aposto que você não enfia tudo na boca...
Mica: cê tá me desafiando? Olha que me conhece
Cachi: ei!!! o que vocês dois tão falando?!?!
Eu: nada, tô pedindo desculpa pela brincadeira da piscina. Traz o champanhe que tá na mesa pra gente beber na piscina. Topam?
Cachi: beleza, já vou buscar
Mica não perdeu a chance de olhar bem pro Cachi enquanto ele ia e vinha, claro que mais ainda quando ele voltou pra piscina. Ela não tirava os olhos do volume do meu amigo, que parecia já ter se soltado.
Mica: se a gente vai ficar na piscina, vou colocar um biquíni, porque o cloro vai estragar minha roupa.
Eu: fica de fio-dental, afinal seus biquínis cobrem a mesma coisa...
Mica: e o Cachi... o que ele vai pensar.
Cachi: por mim sem problema, além disso seria justo a gente ficar em igualdade de condições (porque ele tava de cueca).
Mica: tá, mas esse (olhando pra mim) tá vestido, não vale.
Eu: sabe que não uso cueca, amor, então não é a mesma coisa.
Mica: e? cê tem vergonha?
Eu: nenhuma
Tirei a camiseta e a sunga (ficando completamente pelado) e joguei pra fora da piscina. Cachi já tinha servido as três taças de champanhe, entrou de novo, e Mica saiu da piscina (pensei que ia embora, mas não, ficou ali pra nos dar um belo show, ou melhor, pro Cachi) e, de costas pra gente, tirou a camiseta e abaixou o short até os tornozelos, se curvando pra pegar do chão, o que nos deu uma vista incrível da bunda da minha esposa dividida por um fio-dental branco que, molhado, grudava nos lábios da buceta e marcava tudo. Quando ela se virou pra voltar pra piscina, o sutiã, também branco, deixava transparecer os mamilos, que ainda estavam duros por causa da água, e nem preciso falar quando baixei o olhar pra virilha dela, dava pra ver absolutamente tudo, mesmo com a peça. fio dental colocado.
Mica: o que foi, vocês dois tão caladões?
(Meio atrapalhados, nós dois falamos "nada, nada")
Mica: parece que nunca viram uma mulher de fio dental...
Cachi: bom, não assim...
Mica: assim como? não entendi...
Cachi: nada, deixa, eu me entendo.
Mica: não, me explica. Por que vocês ficaram mudos me olhando?
(Cachi ficou paralisado, não sabia o que dizer).
Eu: igual você quando olhou pro volume do Cachi, então não vem com essa agora.
Mica: bom, eu, me chamou a atenção...
Eu: a gente também.
Cachi: bom, vamos brindar e parar de brigar (ele achava que a gente tava brigando).
Eu: tudo bem, não tamo brigando, fica tranquilo.
A gente começou a beber e continuar falando besteira, até que chegou a hora de encher os copos de novo. Cachi disse que já tinha servido, que era a nossa vez. Eu insisti um pouco pra minha esposa ir, e ela acabou topando.
Mica: ok, vou, mas vocês dois não fiquem muito olhando pra minha raba...
Sabia que a gente não ia tirar o olho da bunda dela.
Ela se ajoelhou basicamente na escada e começou a servir bem devagar copo por copo. A visão que ela dava da bunda dela era impressionante, e mesmo o Cachi se fazendo de besta, era impossível não olhar. Mica terminou de servir e trouxe os copos. A última rodada daquela garrafa fui eu que servi, óbvio sem fazer tanto show quanto minha esposa, e continuamos conversando até que eu falei:
Eu: isso é injusto, eu tô pelado e vocês dois vestidos.
Mica: se fodeu por não usar roupa íntima, amor.
Eu: não não, acho muito moleza de vocês dois, tem que ficar igual.
Me aproximei da minha esposa, abracei ela forte pela frente, e falei pro Cachi desabotoar o sutiã dela. Ela fingiu que resistia, mas a gente começou a rir e o Cachi se aproximou por trás com o objetivo de desabotoar o sutiã dela. Quando o Cachi tava nisso, eu empurrei um pouco a Mica pra trás pra ela encostar no corpo do Cachi, e claro, a primeira coisa a se apoiar foi a raba dela no volume do meu amigo.
Mica: ei, para, que eu tão ajudando!!!! (rindo, óbvio)
Eu: vai se foder, você não tirou sozinha.
Depois de uns segundos simulando uma luta, e apoiando bem a bunda da minha esposa, o Cachi conseguiu desabotoar e eu tirei. Ela levantou os braços "sacudindo" o cabelo e ficou com os peitos de fora, exibindo eles pra gente.
Mica: bom, Cachi, agora você tem que tirar a cueca.
Cachi: hahaha não, não, eu não. Além disso, você ainda tá de tanguinha.
Mica me olhou como quem pede ajuda pra tirar a cueca dele, e eu respondi "que não ia ajudar, que ela se virasse sozinha, não ia encostar no Cachi".
Ela se aproximava pra tirar a cueca dele, mas ele escapava rindo.
Eu: bom, faz o seguinte, você, amor, tira a tanguinha e o Cachi tira a cueca, assim todo mundo fica igual.
Mica: Eu não vou tirar a tanguinha, já tiraram meu sutiã, não é justo.
Eu: sei lá, então continua correndo atrás dele, o que quer que eu diga.
Mica: não vale!!!!! Tira a cueca você, não me faz ficar brava!
Cachi: hahaha não, não, me pega e tira você se quiser.
Eu: já parecem dois moleques. Faz assim, você (olhando pro Cachi) tira a tanguinha dela e ela tira a cueca de você, e pronto, todo mundo feliz, ninguém tirou nada.
Mica: tá bom, então vem, tira minha tanguinha...
(Não sei se o Cachi ainda achava que era brincadeira, se tava muito bêbado e não entendia nada, ou se já tinha sacado que eu tava entregando minha mulher de bandeja.)
Cachi se aproximou da minha esposa pra tirar a tanguinha dela, mas eu parei.
Eu: pera, amor, sobe uns degraus porque senão o Cachi vai se afogar, e a gente não tem seguro.
Ela obedeceu de boa e subiu uns degraus, ficando de costas pra gente e com a bunda praticamente na altura do rosto do nosso amigo. Ele se aproximou, com as duas mãos pegou cada ponta das tiras da tanguinha e, devagar, como quem tava curtindo o que via, foi tirando a tanguinha da minha esposa. Eu da minha posição tinha uma vista excelente da minha esposa, mas o Cachi tava privilegiado, ainda mais quando ela se abaixou um pouco pra levantar as pernas e deixar meu amigo terminar de deixar ela pelada.
Mica: Bom, bom, bom, agora coloca você aqui!
Cachi: hahaha, já foi, já era.
Mica: não me faz ficar brava, tô falando sério! (ela já tinha se irritado um pouco, tava desesperada pra ver a pica do meu amigo)
Eu: não faz ela ficar brava, senão depois quem aguenta sou eu...
Cachi: ok, ok, vou lá.
Ele subiu na escada, de frente pra Mica, e ela devagar foi descendo a cueca do Cachi. Minha esposa curtia cada centímetro que ia aparecendo até que finalmente conseguiu libertar por completo aquele monstro que, mesmo dormindo, era enorme. Eu já tinha visto umas vezes, mas não lembrava direito do tamanho daquela porra, era grande e ainda tava mole.
No último movimento pra terminar de tirar a cueca, a cara da minha esposa ficou a poucos centímetros da pica do Cachi.
Cachi: cuidado que vai bater e não tem seguro, segundo seu marido hahaha
Mica: hahaha ainda bem que não tá dura, senão eu engolia... de bater, digo...
Eu: te pergunto, Cachi, quanto mede?
Cachi: sei lá, por quê?
Eu: porque apostei com a Mica que ela não consegue enfiar inteira na boca.
Cachi: Quê?!?!?!?! hahahahahaha vocês são loucos!
Mica: MENTIRA!!! Não dá bola pra ele.
Cachi: e o que apostaram?
Eu: se ela não conseguir enfiar na boca, tem que dar o cu pra nós dois.
Mica: nãoooo nãoooo, eu nunca falei isso!!!
Cachi: bom, aposta é aposta, então tô aqui, vocês decidem.
Minha esposa chegou perto de mim e quase sussurrando falou:
Mica: cê tá louco?!?!? nem fodendo que vou deixar meter isso no meu cu, além do mais é teu amigo, e as regras?
Eu: regras foram feitas pra serem quebradas. Qual é? Tá com medo de perder?
Mica: claro que vou perder, olha o tamanho dessa coisa!!!
Eu: bom, sei lá, se esforça. Senão a gente para por aqui e pronto, não tô nem aí.
Quando a gente parou de "discutir" o assunto, vimos que o Cachi tinha voltado pra piscina e tava se fazendo de besta, como quem não quer nada.
Cachi: ei, tudo bem?
Mica: sim sim, fica de novo na escada.
Eu: Isaaaaa!!! Cachi, bota ela dura, vai, kkkk
Mica: não, não, ninguém falou em dura nem mole, então para já e a gente faz o teste agora, senão não aceito.
Eu: não, não, para...
Mica: você não esclareceu, agora se fode, vai Cachi, se posiciona aí já ou a aposta acaba.
Não me sobrou muita discussão, com um detalhe técnico ela tinha ganhado a aposta, porque por mais que estivesse mole, não era grande demais pra Mica. Cachi se levantou na escada e minha mulher, bem naturalmente, abriu a boca e começou a fazer o pau do meu melhor amigo desaparecer. Mesmo devendo ter uns 16 ou 17 centímetros, flácido como estava, não custou nada e ela engoliu inteiro. Ficou com ele "preso" uns segundos e soltou. Os dois soltaram um suspiro e minha esposa começou a pular e dizer que tinha ganhado da gente. Cachi fazia sinais pra mim, como se pedisse desculpa por me fazer "perder" a aposta.
Mica: bom, agora vocês têm que pagar a aposta.
Cachi: Como assim? E o que vocês apostaram se perdesse? (olhando pra mim)
Eu: nada, não pensei que ia perder. Qual é o seu prêmio, amor?
Mica: sei lá, deixa eu pensar... (depois de quase um minuto de silêncio) Quero que vocês dois me façam sexo oral ao mesmo tempo.
Cachi: Como é isso? Não entendi...
Mica: eu fico de pé, um fica na frente e o outro atrás...
Cachi: você entendeu? (olhando pra mim)
Eu: sim, eu explico. Bom, vamos pra dentro? Porque na piscina a gente se afoga...
Minha esposa pegou uma toalha e, enquanto caminhava, ia se secando um pouco. No caminho, fui explicando pro Cachi como era a parada: um ficava na frente e chupava a buceta dela, e o outro atrás chupava o cu dela, era tipo uma dupla penetração, mas de línguas. Só avisei pra ele tomar cuidado pra não cruzar as línguas, não queria "transformar ele em viado".
Chegamos na sala e ela já estava de pé, esperando a gente. "Escolhe você, Cachi, se quer na frente ou atrás, você é o convidado." Ele escolheu na frente, ou seja, meu melhor amigo ia chupar a buceta da minha esposa.
A gente se ajoelhou cada um no seu lugar e começamos. pagar" a aposta.
Na hora minha esposa começou a gemer e a puxar nosso cabelo. Não sei o que o Cachi fazia na frente, mas eu cada vez mais abria as nádegas da Mica e enfiava o máximo que podia minha língua no cu dela (isso deixa ela louca). Ficamos um tempão assim até pararmos pra tomar um fôlego. O Cachi aproveitou pra perguntar se a gente podia trocar de lugar. Eu topei na hora.
Quando levantamos pra trocar, vejo que o Cachi tava com o pau duro pra caralho, e era enorme.
Eu: agora tu tá com o pau duro, mano.
Cachi: o que tu quer que eu faça, se tu tivesse me dado a buceta da tua esposa pra chupar antes.
Mica: chega de conversa, continuem pagando...
Ocupamos os lugares e seguimos com o nosso. A Mica se contorcia de prazer. Agora que eu tava na frente, sentia o quanto ela tava excitada, era um rio de lubrificação.
Eu: bom, acho que já deu, pagamos e tal, diria eu.
Mica: fooooooo...
Eu: acho que a gente merece uma compensação, nos comportamos muito bem.
Mica: o que vocês querem?
Eu: um boquete cairia bem, além disso quero ver se tu consegue enfiar essa coisa na boca, haha
Levantamos e minha esposa se ajoelhou na nossa frente. Olhou pro pau do Cachi, agora sim duro, e disse: "impossível enfiar tudo isso na boca, amor, ainda bem que sou mais inteligente que tu, hahaha
Na mesma hora, começou a lamber primeiro a pica do Cachi e a minha, alternando, até que "decidiu" tentar enfiar aquela coisa na boca. Não só tinha crescido de comprimento, como também estava bem grossa, o filho da puta, fazendo com que fosse quase impossível pra minha esposa colocar mais do que uns centímetros pra dentro.
Dava pra ver que a Cachi tava adorando, porque além dos 8 meses de jejum, minha esposa é uma puta chupadora de pau.
Passou um tempinho minha esposa brincando com o pau do Cachi, e um pouco com o meu, até que enquanto tava "me atendendo" ela falou "me come".
Ajudei ela a se levantar, coloquei ela de quatro no sofá e entrei direto e fundo. A excitação dela era impressionante, poucas vezes senti ela tão molhada. Óbvio que não tava só com tesão no pau do Cachi, mas o que mais esquentava ela era a sacanagem de ser o pau do meu melhor amigo e ainda por cima ser um pedaço de pau.
O Cachi ficou na frente dela oferecendo o pau pra minha esposa, que não hesitou nem um segundo em chupar de novo, enquanto eu por trás metia com força.
Com umas investidas mais fortes dava pra perceber que a Mica conseguia enfiar um pouco mais da pica do Cachi na boca, então peguei ela pelo cabelo e falei "abre bem a boca, puta". Ela me obedeceu e eu fiz ela começar a engolir a pica do Cachi. Chegou num ponto que parecia que não entrava mais, mas mesmo assim continuei empurrando ela pra frente, forçando pra ela se esforçar, e funcionou. Dava pra ver que o Cachi tava sentindo uma dorzinha, mas pela satisfação e pelos gemidos dava pra ver que ele tava adorando (provavelmente nunca tinham chupado a pica dele tão fundo). Quando a Mica começou a fazer sinal que não aguentava mais, eu soltei ela. Ela rapidamente se libertou daquele canhão e deu um suspiro fundo, pra depois falar "meu deus, que pica!!!"
A coisa seguiu normal, digamos, eu metendo forte na minha mulher e ela chupando como dava a pica do Cachi até que eu saí do lugar e falei pra Mica:
Eu: bom, cê anima de montar nessa coisa?
Cachi: ei!! como coisa!
Eu: hahaha mas é a verdade, isso não é uma pica, é uma coisa. Então, amor, cê anima?
Mica: até posso tentar, mas traz o lubrificante, por favor.
Eu: Lubrificante? Cê vai meter no cu?!?!
Mica: nãooooo, no cu nem louca!!!!
Cachi: poxa, cara, não seja assim, Mica, cê tá me discriminando, parece
Mica: hahahah não, não, é que eu quero conseguir andar amanhã.
Eu fui pro quarto buscar o lubrificante que a Mica pediu. Eles ficaram conversando não sei sobre o quê. Quando voltei, vi o Cachi sentado e minha mulher em cima dele. A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi que ela já tinha montado, mas não, ela tava só apoiada, tipo encoxando, esperando eu chegar com o lubrificante.
Eu: aqui, amor (entreguei o lubrificante)
Mica: Valeu, amor. Vamos ver, vamos ver (passou bastante lubrificante na mão e começou a esfregar a pica do Cachi, como se estivesse batendo uma punheta. Colocou um pouco mais e passou na própria buceta).
Mica: bom, preparado?
Cachi: eu tô, sei lá você.
Mica: acho que não, mas vamos tentar.
(Eu sentei atrás deles, onde...) Tinha uma vista impecável de tudo)
Mica começou a esfregar a cabeça da rola de Cachi devagar até que, aos poucos, começou a enfiar. Dava pra ouvir os suspiros da minha esposa a cada centímetro que entrava. Não foi tão difícil enfiar até a metade da pica do Cachi, mas daí pra frente foi bem mais lento e dava pra ver que ela tava um pouco desconfortável. Mesmo assim, continuou o máximo que pôde, e pra minha surpresa não sobrou muita coisa pra fora, uns 5 ou 6 centímetros no máximo.
Minha esposa se abraçou na cabeça do meu amigo, que ficou na altura dos peitos dela, e enquanto ele brincava com os mamilos, ela cavalgava devagar, como se estivesse se acostumando com o baita pau que tava recebendo. A cada subida e descida, minha esposa parecia ir relaxando e aumentando o ritmo aos poucos. Cachi não parava de gemer e minha esposa de gritar (de prazer).
Já era muito excitante ouvir os gemidos, mas além disso, ver minha esposa sendo penetrada pela pica enorme do meu melhor amigo era impressionante, eu sentia que ia gozar e nem tava me masturbando.
De repente, Cachi mudou os gemidos e gritou "vou gozar, vou gozar", Mica resmungou um pouco, mas já era tarde, Cachi não tinha volta e descarregou 8 meses de abstinência sexual dentro da minha esposa, que só gemia e se mexia bem devagar, deixando meu amigo se esvaziar por completo, pra depois ficarem abraçados recuperando as energias (principalmente Cachi).
Quando Mica começou a "desmontar", parecia que a rola do Cachi nunca mais ia sair, até que, faltando poucos centímetros, começou a jorrar uma quantidade considerável de porra.
Mica: Uffff, tava cheio mesmo, hein, Cachi, haha
Cachi: Não era mentira os 8 meses
Mica: Espero que ainda esteja com vontade, porque eu quero mais, não me deu tempo pra nada
Cachi: Desculpa, me dá um tempo e a gente continua.
Mica: Relaxa, sem problema. E você, amor? Tava com uma boa vista daí?
Eu: Uffff, vista do caralho, hahaha
Mica: Que bom... quer vir pra cá ou a gente faz o quê?
Eu: Relaxa, Vamos tomar algo e descansar um pouco, que tal?
Mica: Beleza, como quiser.
Minha esposa ficou sentada ao lado da Cachi com as pernas abertas e com porra ainda escorrendo de dentro dela.
Fui buscar o champanhe e as taças e, quando voltei, a gente começou a conversar com meu amigo sobre o que tinha rolado. Explicamos que éramos liberais, etc etc, mas não contamos todas as nossas aventuras, ou melhor, as da Mica. Ele prometeu silêncio e, claro, respeito pelo nosso estilo de vida, tipo não contar pra ninguém, não tentar fazer nada sozinho sem meu consentimento e o da Mica, etc etc, as regras de sempre (pra gente, pelo menos).
A conversa foi esquentando cada vez mais, ficando cada vez mais pornô. O Cachi até confessou que fazia tempo que não curtia tanto como com a Mica, porque a maioria das mulheres não se entrega nem na metade, mas que ela tinha sido demais, e nem vou falar do boquete, que foi sem dúvida o melhor da vida dele. Isso me deu a deixa pra ver se a festa continuava.
Eu: Viu, amor? Te falei que você é uma head master (todo mundo riu)
Mica: Paaaaara, também não sou tão head master assim, talvez seja boa, sei lá haja
Cachi: A melhor, sem dúvida!!!
Mica: Ahhh, que fofo, valeu!!!
Eu: Valeu nada, isso foi um "vai, gata, faz um boquete" hahaha
Mica: Cê acha?!
Eu: Pergunta pra ele o que ele acha...
Quando ela virou a cabeça pra olhar pro Cachi, ele já tava segurando a pica e deu uns tapinhas na mão.
Cachi: Toda sua, gata...
Mica: É? Mmmmm... amor, vou chupar a pica do seu amigo, já volto
Eu: Hahaha vai, vai, mostra pra ele porque casei com você...
Mica: Hahaha cala a boca, idiota
Ela se ajoelhou na frente do Cachi, que abriu as pernas, olhou pra ele enquanto pegava na pica (ainda tava meio mole, mas não totalmente) e começou a devorar literalmente! Ela saboreava, brincava, enfiava (por enquanto) inteira na boca, gemia e rebolava a bunda pros lados.
Era uma cena pornô quase imbatível. Eu levantei, fiquei atrás da minha esposa, que tava de quatro mamando meu amigo, e dei um tapa forte na bunda dela, dizendo: "Essa buceta quer carne"... ela quase gritou: SIIIIIM
Joguei um pouco de lubrificante na bunda, enfiei uns dedos pra pré-aquecer e apoiei a pica no cu dela sem meter.
Eu: vou arrebentar sua buceta, amor?
Ela sem parar de chupar a pica do Cachi respondia "ahã" e balançava a cabeça num sinal de aprovação. Fiz pressão e comecei a meter a pica no cu dela devagar. Do mesmo jeito, ela recebia minha pica e aguentava de boa, só gemendo de prazer.
Ela começou a gritar que nem louca, pedia pica aos berros, tava alucinada. E o Cachi já tava com o pau durasso de novo, e minha esposa se desesperava pra chupar.
Tava comendo minha esposa enquanto ela se agarrava no pauzão do meu melhor amigo, isso me deixava louco de tesão, ainda mais os gritos dela me enlouqueciam. Quando eu tava quase gozando, ela pediu pra esperar um pouco.
Eu parei e obedeci (quando ela pede algo, é porque tá tramando alguma coisa).
Mica: então, Cachi, vamos continuar de onde paramos.
Minha esposa se levantou e montou no meu amigo de novo. Agora não precisou de lubrificante nem nada, já foi enfiando a pica enorme do Cachi direto, até com um pouco de esforço conseguiu meter quase inteira.
Agora sim, já tava aberta e acostumada, e além disso o esperma que devia estar rodando lá dentro fazia o melhor lubrificante possível.
A putinha da minha esposa começou a cavalgar forte, com movimentos de quadril pra frente e pra trás, como se esfregando naquela pica enorme.
Nunca ouvi ela gritar tanto, nem ter tantos orgasmos tão seguidos. Ela se recuperava tão rápido de cada gozada que nem dava tempo do Cachi baixar um pouco a excitação.
A cena era foda, minha esposa cavalgando sem controle no meu melhor amigo, que ainda agarrava forte as nádegas dela e abria, mostrando a bunda arrombada que eu tinha deixado uns minutos antes.
Mica parou e, virando pra me olhar: "vem, amor, enfia na minha bucetinha apertada pra ver se cabe"
Eu saí na hora, não queria que ela desistisse. Do jeito que deu, me ajeitei atrás dela e apoiei a pica.
Eu: pronta?
Mica: sim, mas vai fundo. Devagar, não sei se as duas vão entrar.
Eu obedeci e fiz bem pouca pressão, mas não entrava, a buceta da minha esposa tava muito cheia de pau. Mesmo assim continuei insistindo cada vez mais forte até conseguir enfiar a ponta. Ela deu um grito e se agarrou no sofá, sinal de que tava doendo. Eu parei, mas ela insistiu pra eu continuar, então obviamente obedeci de novo.
Com muuuuita paciência e com lubrificante, consegui enfiar quase inteiro, e devagar comecei o vai e vem. Minha esposa tava passando da dor pra excitação e alguma coisa começava a se mexer.
Era impressionante como, mesmo eu estando fodendo o cu da minha esposa, dava pra sentir o pau do Cachi do outro lado. Geralmente quem sente isso é quem tá na buceta, mas como era tão grande, dessa vez até eu sentia.
Enquanto eu acelerava o ritmo, a Mica começou a transar forte com meu melhor amigo, até puxava ela pelo cabelo pra transar eu mesmo e depois "devolvia" pra ele. Era uma loucura total e minha esposa não parava literalmente de ter orgasmos de novo.
Eu não aguentei muito, já tava no limite várias vezes e sem avisar nada, descarreguei tudo que tinha no cu da minha esposa.
Quando saí de cena (do cu da minha esposa, digamos), começou a escorrer porra na hora. Como o pau do Cachi ocupava quase todo o espaço, era impossível segurar. Ainda por cima, com cada movimento do meu amigo, saíam os poucos jatos que ainda estavam lá dentro.
Eu sentei pra aproveitar o que pensei que seria o fim da noite. A Mica já tava cansada e satisfeita, mas tinha mais uma surpresa.
Cachi: Posso pedir uma coisa?
Eu: O que você precisa?
Cachi: Queria meter no seu cu, Mica.
Mica: QUE?!?!!?! NÃO NÃO NÃO, isso sim que não!
Cachi: Só a pontinha, vai. Sou virgem nesse aspecto.
Mica: Pois é, por isso mesmo. É impossível, não dá.
Cachi: Só a pontinha, vai, não seja assim. Juro que paro quando você quiser.
Minha esposa ficou em silêncio. Deve ter passado quase um Minuto que ela me disse:
Mica: O que cê tá falando, amor?
Eu: Sei lá, decide você, é sua bunda, não minha.
Cachi: Isso é um sim?!?!?!
Mica: Cala a boca, você... não falei que sim.
Eu: Amor, se quiser tentar, vai fundo. Se doer muito, para. No fim, Cachi não vai passar do ponto, né? (perguntando pra ele)
Cachi: Não, claro, fica tranquilo. E se ela não quiser, tudo bem, sem drama, galera, sério.
Mica: Bom, vamos tentar, mas se eu falar "chega", é chega, ok?
Cachi: Sim, claro!!!!! Você comanda o rolê....
Eu me preparei pra ver minha mulher de quatro sendo empalada por uma pica gigantesca, mas a Mica disse que iam fazer de lado porque de quatro ia doer. Então mandou o Cachi deitar no sofá e ela se deitou de lado, de costas pra ele e de frente pra mim. No fim, não era tão ruim, ia ver a cara dela em close quando fosse penetrada no cu por aquele monstro.
Ela levantou um pouco a perna e falou: "Tenta". O Cachi começou a cutucar com a pica, procurando o cu da minha esposa até achar. A Mica tava de olhos fechados, o Cachi fazia um pouco de pressão, mas não era fácil, até que conseguiu romper a barreira e enfiou um pouco — acho que não foi nem metade da cabeça. A Mica se agarrou forte no sofá e soltou um gemido de dor, não tinha nada de prazer ali.
Eu: Tá bem, amor?
Mica: Tô, tô, sem problema.
Eu: Ok, qualquer coisa avisa.
Cachi: Continuo?
Mica: Sim, devagar...
O Cachi continuou fazendo pressão e foi enfiando aos poucos o trambolho dele no agora "apertado" cu da minha esposa. Quando devia ter umas metade, ela falou que era até ali. Ele, por sorte, obedeceu e começou a bombar bem devagar. Ela parecia meio dolorida, mas já não tanto quanto no começo. Abriu os olhos e começou a me encarar, com aquela cara de diaba que ela faz quando sabe que tá fazendo algo proibido ou errado, embora nesse caso fosse se deixar comer no cu por uma pica daquelas.
O Cachi não parava de gemer e elogiar o que tava comendo, e pediu, por favor, pra minha Esposa que deixei ela me comer de quatro. Ela me olhou com aquela cara de puta e topou.
Naqueles segundos em que minha esposa se levantou pra ficar de quatro e até o Cachi tampar minha visão, pude ver surpreso como era a bunda da minha esposa... o buraco que ela tinha era descomunal. Pensei comigo: "como é que ela aguentava uma pica daquelas no cu".
Cachi ocupou o lugar dele e devagar foi "enfiando" no cu da minha esposa, que ainda mandava ele continuar. Não sei quanto ele tinha enfiado, com certeza não foi tudo, mas mais da metade com certeza.
Ele metia com gosto, agarrado nas nádegas da minha esposa, que gritava pra caralho. Eu tava com a pica duríssima e me masturbava olhando de canto a cena.
Queria ver melhor, então me levantei e, meio de lado, ofereci minha pica pra Mica chupar, mas ela não deu bola, tipo, desprezou, então peguei ela pelo cabelo e comecei a bater punheta nos lábios dela enquanto não tirava os olhos de como a pica do Cachi entrava e saía do cu dilatado da minha esposa. Pra minha surpresa e tesão, quase 3/4 daquela pica enorme tava entrando nela.
Nem eu nem o Cachi aguentamos muito e, quase ao mesmo tempo, gozamos pra caralho — eu na boca dela (que abriu um pouco) e o Cachi literalmente inundou o cu dela. Quando ele tirou, era bizarro de ver, nunca tinha visto um cu tão aberto, a não ser em filme pornô. E ainda por cima não saía nada de porra, o filho da puta tinha deixado tudo bem dentro.
Cachi se jogou num sofá pra descansar, e minha esposa foi se deitando devagar até ficar de barriga pra cima com as pernas abertas (aí sim começou a vazar toda a porra do cu dela).
A gente tava todo mundo exausto pra caralho, e minha esposa mais ainda. Depois de um tempão descansando, cada um foi cuidar da sua vida, Cachi se vestiu e foi embora, e Mica tomou um banho e foi dormir.
Embora tenhamos uma relação muito aberta, sempre tem limites, e o que eu sempre deixei claro é que ela podia transar com quem quisesse, menos com meus amigos e/ou familiares (por uma questão de preservar as relações pessoais). Isso era proibido para ela e sempre respeitei, até que aconteceu o que vou contar.
A introdução é simples: como todo mundo, tenho um amigo que compartilhou comigo desde o primário, o ensino médio, saídas para baladas, basicamente a adolescência, até que em um momento cada um seguiu sua vida, mas mesmo assim mantivemos essa amizade. Nesse caso, meu amigo foi morar no sul da Argentina para seguir a esposa, que além de ter conseguido um bom emprego, tinha parentes na cidade para onde foram.
Como muitos, a quarentena se tornou insuportável, e para piorar, meu amigo e a mulher já estavam em crise há um bom tempo. E acabou acontecendo o esperado: eles se separaram, e em mal termos, a ponto de meu amigo voltar para nossa província para recomeçar do zero assim que algumas restrições de circulação foram suspensas.
Quando contei para minha esposa toda a história, ela ficou triste e disse para a gente convidá-lo para jantar no fim de semana, para colocar o papo em dia. Antes de eles irem para o sul, a gente se dava muito bem entre os casais, principalmente com "Cachi" (meu amigo), que nos conhece desde que começamos a namorar com a Mica.
Foi assim que aconteceu: convidamos ele para um sábado à noite, para comer um churrasco em casa. Quando ele chegou, começamos a conversar sobre tudo um pouco, basicamente colocar o papo em dia. Jantamos, Tomamos vários vinhos, fumamos uns bagulhos suaves, e num momento o Cachi contou como foi o rolê da separação. Além da gente ter muita confiança entre si, o álcool e o que fumamos fez o Cachi perder o filtro e comentar umas paradas, tipo que com a ex dele já fazia mais de 8 meses que não transavam porque ela não queria, que ele tinha proposto abrir o relacionamento um tempo atrás e ela não topou, e pra fechar com chave de merda, ela ainda terminou traindo ele com um colega de trabalho.
Como a gente também tava meio solto pra falar, perguntamos se ele tinha traído a ex, porque ficar 8 meses sem "meter" era uma loucura, mas ele insistiu que não, que nunca traiu ela, e que sim, tava há 8 meses ou mais sem transar com ninguém. Depois a conversa seguiu mais de boa, digamos.
Num momento, o Cachi elogiou a casa que a gente comprou e a piscina que fizemos, aí eu falei pra ele se jogar se quisesse (era uma noite bem quente e ele ainda tinha se acostumado com o clima do sul, que é bem frio, então dava pra ver que ele tava morrendo de calor).
Cachi: Não trouxe sunga pra entrar, outro dia com prazer.
Eu: Se quiser, te empresto uma.
Cachi: Não vai servir, tô bem mais gordo que você hahaha...
Eu: É verdade, sei lá, cê tem cueca boxer?
Cachi: Tenho, por quê?
Eu: Então se joga assim, é tipo uma sunga, não tem problema. Love (olhando pra minha esposa), cê liga?
Mica: Ehhh... não, sei lá, eu não olho, ué hahahaha
Cachi: Hahaha, deixa quieto, não dá, tudo bem
Eu: Mas se joga, não seja otário, a gente se conhece há mais de 20 anos.
Depois de um tempo, ele topou (tava morrendo de calor). Foi até a borda da piscina, tirou a bermuda meio rápido e entrou. Enquanto ele se refrescava, a Mica falou baixinho pra mim:
Mica: Que filha da puta a Karla (a ex do Cachi).
Eu: Sei lá, relacionamento é assim, não sabe o que rolava dentro daquela casa.
Mica: Nããão, eu tô falando de deixar ele 8 meses sem sexo!!! Eu morro se você fizer uma parada dessas comigo hahahaha Eu: ah, eu já sei... tu curte mais uma rola do que morango, hein...
Mica: ei ei, também não é pra tanto, pô!
Eu: se você diz...
Mica: a gente tinha que arrumar uma mulher pra ele, deve tar cheio de tesão... coitado...
Eu: ele vai conseguir, deixa ele... além do mais, com o canhão que ele tem, vai ser fácil pegar umas gostosas.
Mica: e como você sabe dessas coisas?
Eu: porque vi no vestiário depois do futebol na época dele. E o que você tem a ver com isso?
Mica: e é grande?
Eu: sei lá, vai lá e olha se você quer saber tanto.
Mica: deixa, depois você vai ficar bravo.
Eu: por quê?
Mica: por nada, deixa.
Nossa conversa acabou ali. Mica começou a arrumar a mesa e trouxe um champanhe. Cachi me pediu da piscina pra levar uma toalha pra ele se cobrir um pouco, e eu falei pra Mica levar ela. Ela me olhou com cara de poucos amigos, mas foi até a borda da piscina e ofereceu uma toalha. Quando Cachi saiu, eu, que tava sentado na mesa a vários metros e com pouca luz, conseguia ver o baita volume do meu amigo marcando na cueca molhada (a cueca colou no corpo, digamos), e mesmo sem ver a cara da minha esposa, dava pra notar que ela baixava um pouco a cabeça pra olhar aquele espetáculo, além de ter ficado parada oferecendo a toalha pro meu amigo.
Cachi acho que não percebeu, ou se fez de besta, e eu de onde tava fiz sinal pra ele jogar a Mica na piscina. Ele hesitou um pouco, mas eu insisti nos sinais, até que num momento ele pegou a Mica, que se assustou, e virando ela, empurrou ela na piscina.
Quando ela conseguiu tirar a cabeça da água, a primeira coisa que fez foi reclamar (ou xingar basicamente o Cachi) por ter jogado ela na água, e ele se defendeu falando que fui eu quem mandou, mas Mica continuou ofendida e xingando.
Eu me aproximei pra rir, e Cachi, pra "limpar o pecado dele", me empurrou e fez eu cair também na piscina. Minha esposa quis tirar sarro, mas eu fingi que não me incomodei, então ela ficou pior, até que eu abracei ela e falei pro ouvido
Eu: viu bem o pedaço de pau que o Cachi tem?
Mica: não vi nada.
Eu: não se faz de sonsa...
Mica: que foi, te incomoda?
Eu: nada disso... aposto que você não enfia tudo na boca...
Mica: cê tá me desafiando? Olha que me conhece
Cachi: ei!!! o que vocês dois tão falando?!?!
Eu: nada, tô pedindo desculpa pela brincadeira da piscina. Traz o champanhe que tá na mesa pra gente beber na piscina. Topam?
Cachi: beleza, já vou buscar
Mica não perdeu a chance de olhar bem pro Cachi enquanto ele ia e vinha, claro que mais ainda quando ele voltou pra piscina. Ela não tirava os olhos do volume do meu amigo, que parecia já ter se soltado.
Mica: se a gente vai ficar na piscina, vou colocar um biquíni, porque o cloro vai estragar minha roupa.
Eu: fica de fio-dental, afinal seus biquínis cobrem a mesma coisa...
Mica: e o Cachi... o que ele vai pensar.
Cachi: por mim sem problema, além disso seria justo a gente ficar em igualdade de condições (porque ele tava de cueca).
Mica: tá, mas esse (olhando pra mim) tá vestido, não vale.
Eu: sabe que não uso cueca, amor, então não é a mesma coisa.
Mica: e? cê tem vergonha?
Eu: nenhuma
Tirei a camiseta e a sunga (ficando completamente pelado) e joguei pra fora da piscina. Cachi já tinha servido as três taças de champanhe, entrou de novo, e Mica saiu da piscina (pensei que ia embora, mas não, ficou ali pra nos dar um belo show, ou melhor, pro Cachi) e, de costas pra gente, tirou a camiseta e abaixou o short até os tornozelos, se curvando pra pegar do chão, o que nos deu uma vista incrível da bunda da minha esposa dividida por um fio-dental branco que, molhado, grudava nos lábios da buceta e marcava tudo. Quando ela se virou pra voltar pra piscina, o sutiã, também branco, deixava transparecer os mamilos, que ainda estavam duros por causa da água, e nem preciso falar quando baixei o olhar pra virilha dela, dava pra ver absolutamente tudo, mesmo com a peça. fio dental colocado.
Mica: o que foi, vocês dois tão caladões?(Meio atrapalhados, nós dois falamos "nada, nada")
Mica: parece que nunca viram uma mulher de fio dental...
Cachi: bom, não assim...
Mica: assim como? não entendi...
Cachi: nada, deixa, eu me entendo.
Mica: não, me explica. Por que vocês ficaram mudos me olhando?
(Cachi ficou paralisado, não sabia o que dizer).
Eu: igual você quando olhou pro volume do Cachi, então não vem com essa agora.
Mica: bom, eu, me chamou a atenção...
Eu: a gente também.
Cachi: bom, vamos brindar e parar de brigar (ele achava que a gente tava brigando).
Eu: tudo bem, não tamo brigando, fica tranquilo.
A gente começou a beber e continuar falando besteira, até que chegou a hora de encher os copos de novo. Cachi disse que já tinha servido, que era a nossa vez. Eu insisti um pouco pra minha esposa ir, e ela acabou topando.
Mica: ok, vou, mas vocês dois não fiquem muito olhando pra minha raba...
Sabia que a gente não ia tirar o olho da bunda dela.
Ela se ajoelhou basicamente na escada e começou a servir bem devagar copo por copo. A visão que ela dava da bunda dela era impressionante, e mesmo o Cachi se fazendo de besta, era impossível não olhar. Mica terminou de servir e trouxe os copos. A última rodada daquela garrafa fui eu que servi, óbvio sem fazer tanto show quanto minha esposa, e continuamos conversando até que eu falei:
Eu: isso é injusto, eu tô pelado e vocês dois vestidos.
Mica: se fodeu por não usar roupa íntima, amor.
Eu: não não, acho muito moleza de vocês dois, tem que ficar igual.
Me aproximei da minha esposa, abracei ela forte pela frente, e falei pro Cachi desabotoar o sutiã dela. Ela fingiu que resistia, mas a gente começou a rir e o Cachi se aproximou por trás com o objetivo de desabotoar o sutiã dela. Quando o Cachi tava nisso, eu empurrei um pouco a Mica pra trás pra ela encostar no corpo do Cachi, e claro, a primeira coisa a se apoiar foi a raba dela no volume do meu amigo.
Mica: ei, para, que eu tão ajudando!!!! (rindo, óbvio)
Eu: vai se foder, você não tirou sozinha.
Depois de uns segundos simulando uma luta, e apoiando bem a bunda da minha esposa, o Cachi conseguiu desabotoar e eu tirei. Ela levantou os braços "sacudindo" o cabelo e ficou com os peitos de fora, exibindo eles pra gente.
Mica: bom, Cachi, agora você tem que tirar a cueca.
Cachi: hahaha não, não, eu não. Além disso, você ainda tá de tanguinha.
Mica me olhou como quem pede ajuda pra tirar a cueca dele, e eu respondi "que não ia ajudar, que ela se virasse sozinha, não ia encostar no Cachi".
Ela se aproximava pra tirar a cueca dele, mas ele escapava rindo.
Eu: bom, faz o seguinte, você, amor, tira a tanguinha e o Cachi tira a cueca, assim todo mundo fica igual.
Mica: Eu não vou tirar a tanguinha, já tiraram meu sutiã, não é justo.
Eu: sei lá, então continua correndo atrás dele, o que quer que eu diga.
Mica: não vale!!!!! Tira a cueca você, não me faz ficar brava!
Cachi: hahaha não, não, me pega e tira você se quiser.
Eu: já parecem dois moleques. Faz assim, você (olhando pro Cachi) tira a tanguinha dela e ela tira a cueca de você, e pronto, todo mundo feliz, ninguém tirou nada.
Mica: tá bom, então vem, tira minha tanguinha...
(Não sei se o Cachi ainda achava que era brincadeira, se tava muito bêbado e não entendia nada, ou se já tinha sacado que eu tava entregando minha mulher de bandeja.)
Cachi se aproximou da minha esposa pra tirar a tanguinha dela, mas eu parei.
Eu: pera, amor, sobe uns degraus porque senão o Cachi vai se afogar, e a gente não tem seguro.
Ela obedeceu de boa e subiu uns degraus, ficando de costas pra gente e com a bunda praticamente na altura do rosto do nosso amigo. Ele se aproximou, com as duas mãos pegou cada ponta das tiras da tanguinha e, devagar, como quem tava curtindo o que via, foi tirando a tanguinha da minha esposa. Eu da minha posição tinha uma vista excelente da minha esposa, mas o Cachi tava privilegiado, ainda mais quando ela se abaixou um pouco pra levantar as pernas e deixar meu amigo terminar de deixar ela pelada.
Mica: Bom, bom, bom, agora coloca você aqui! Cachi: hahaha, já foi, já era.
Mica: não me faz ficar brava, tô falando sério! (ela já tinha se irritado um pouco, tava desesperada pra ver a pica do meu amigo)
Eu: não faz ela ficar brava, senão depois quem aguenta sou eu...
Cachi: ok, ok, vou lá.
Ele subiu na escada, de frente pra Mica, e ela devagar foi descendo a cueca do Cachi. Minha esposa curtia cada centímetro que ia aparecendo até que finalmente conseguiu libertar por completo aquele monstro que, mesmo dormindo, era enorme. Eu já tinha visto umas vezes, mas não lembrava direito do tamanho daquela porra, era grande e ainda tava mole.
No último movimento pra terminar de tirar a cueca, a cara da minha esposa ficou a poucos centímetros da pica do Cachi.
Cachi: cuidado que vai bater e não tem seguro, segundo seu marido hahaha
Mica: hahaha ainda bem que não tá dura, senão eu engolia... de bater, digo...
Eu: te pergunto, Cachi, quanto mede?
Cachi: sei lá, por quê?
Eu: porque apostei com a Mica que ela não consegue enfiar inteira na boca.
Cachi: Quê?!?!?!?! hahahahahaha vocês são loucos!
Mica: MENTIRA!!! Não dá bola pra ele.
Cachi: e o que apostaram?
Eu: se ela não conseguir enfiar na boca, tem que dar o cu pra nós dois.
Mica: nãoooo nãoooo, eu nunca falei isso!!!
Cachi: bom, aposta é aposta, então tô aqui, vocês decidem.
Minha esposa chegou perto de mim e quase sussurrando falou:
Mica: cê tá louco?!?!? nem fodendo que vou deixar meter isso no meu cu, além do mais é teu amigo, e as regras?
Eu: regras foram feitas pra serem quebradas. Qual é? Tá com medo de perder?
Mica: claro que vou perder, olha o tamanho dessa coisa!!!
Eu: bom, sei lá, se esforça. Senão a gente para por aqui e pronto, não tô nem aí.
Quando a gente parou de "discutir" o assunto, vimos que o Cachi tinha voltado pra piscina e tava se fazendo de besta, como quem não quer nada.
Cachi: ei, tudo bem?
Mica: sim sim, fica de novo na escada.
Eu: Isaaaaa!!! Cachi, bota ela dura, vai, kkkk
Mica: não, não, ninguém falou em dura nem mole, então para já e a gente faz o teste agora, senão não aceito.
Eu: não, não, para...
Mica: você não esclareceu, agora se fode, vai Cachi, se posiciona aí já ou a aposta acaba.
Não me sobrou muita discussão, com um detalhe técnico ela tinha ganhado a aposta, porque por mais que estivesse mole, não era grande demais pra Mica. Cachi se levantou na escada e minha mulher, bem naturalmente, abriu a boca e começou a fazer o pau do meu melhor amigo desaparecer. Mesmo devendo ter uns 16 ou 17 centímetros, flácido como estava, não custou nada e ela engoliu inteiro. Ficou com ele "preso" uns segundos e soltou. Os dois soltaram um suspiro e minha esposa começou a pular e dizer que tinha ganhado da gente. Cachi fazia sinais pra mim, como se pedisse desculpa por me fazer "perder" a aposta.
Mica: bom, agora vocês têm que pagar a aposta.
Cachi: Como assim? E o que vocês apostaram se perdesse? (olhando pra mim)
Eu: nada, não pensei que ia perder. Qual é o seu prêmio, amor?
Mica: sei lá, deixa eu pensar... (depois de quase um minuto de silêncio) Quero que vocês dois me façam sexo oral ao mesmo tempo.
Cachi: Como é isso? Não entendi...
Mica: eu fico de pé, um fica na frente e o outro atrás...
Cachi: você entendeu? (olhando pra mim)
Eu: sim, eu explico. Bom, vamos pra dentro? Porque na piscina a gente se afoga...
Minha esposa pegou uma toalha e, enquanto caminhava, ia se secando um pouco. No caminho, fui explicando pro Cachi como era a parada: um ficava na frente e chupava a buceta dela, e o outro atrás chupava o cu dela, era tipo uma dupla penetração, mas de línguas. Só avisei pra ele tomar cuidado pra não cruzar as línguas, não queria "transformar ele em viado".
Chegamos na sala e ela já estava de pé, esperando a gente. "Escolhe você, Cachi, se quer na frente ou atrás, você é o convidado." Ele escolheu na frente, ou seja, meu melhor amigo ia chupar a buceta da minha esposa.
A gente se ajoelhou cada um no seu lugar e começamos. pagar" a aposta.
Na hora minha esposa começou a gemer e a puxar nosso cabelo. Não sei o que o Cachi fazia na frente, mas eu cada vez mais abria as nádegas da Mica e enfiava o máximo que podia minha língua no cu dela (isso deixa ela louca). Ficamos um tempão assim até pararmos pra tomar um fôlego. O Cachi aproveitou pra perguntar se a gente podia trocar de lugar. Eu topei na hora.
Quando levantamos pra trocar, vejo que o Cachi tava com o pau duro pra caralho, e era enorme.
Eu: agora tu tá com o pau duro, mano.
Cachi: o que tu quer que eu faça, se tu tivesse me dado a buceta da tua esposa pra chupar antes.
Mica: chega de conversa, continuem pagando...
Ocupamos os lugares e seguimos com o nosso. A Mica se contorcia de prazer. Agora que eu tava na frente, sentia o quanto ela tava excitada, era um rio de lubrificação.
Eu: bom, acho que já deu, pagamos e tal, diria eu.
Mica: fooooooo...
Eu: acho que a gente merece uma compensação, nos comportamos muito bem.
Mica: o que vocês querem?
Eu: um boquete cairia bem, além disso quero ver se tu consegue enfiar essa coisa na boca, haha
Levantamos e minha esposa se ajoelhou na nossa frente. Olhou pro pau do Cachi, agora sim duro, e disse: "impossível enfiar tudo isso na boca, amor, ainda bem que sou mais inteligente que tu, hahaha
Na mesma hora, começou a lamber primeiro a pica do Cachi e a minha, alternando, até que "decidiu" tentar enfiar aquela coisa na boca. Não só tinha crescido de comprimento, como também estava bem grossa, o filho da puta, fazendo com que fosse quase impossível pra minha esposa colocar mais do que uns centímetros pra dentro.
Dava pra ver que a Cachi tava adorando, porque além dos 8 meses de jejum, minha esposa é uma puta chupadora de pau.Passou um tempinho minha esposa brincando com o pau do Cachi, e um pouco com o meu, até que enquanto tava "me atendendo" ela falou "me come".
Ajudei ela a se levantar, coloquei ela de quatro no sofá e entrei direto e fundo. A excitação dela era impressionante, poucas vezes senti ela tão molhada. Óbvio que não tava só com tesão no pau do Cachi, mas o que mais esquentava ela era a sacanagem de ser o pau do meu melhor amigo e ainda por cima ser um pedaço de pau.
O Cachi ficou na frente dela oferecendo o pau pra minha esposa, que não hesitou nem um segundo em chupar de novo, enquanto eu por trás metia com força.
Com umas investidas mais fortes dava pra perceber que a Mica conseguia enfiar um pouco mais da pica do Cachi na boca, então peguei ela pelo cabelo e falei "abre bem a boca, puta". Ela me obedeceu e eu fiz ela começar a engolir a pica do Cachi. Chegou num ponto que parecia que não entrava mais, mas mesmo assim continuei empurrando ela pra frente, forçando pra ela se esforçar, e funcionou. Dava pra ver que o Cachi tava sentindo uma dorzinha, mas pela satisfação e pelos gemidos dava pra ver que ele tava adorando (provavelmente nunca tinham chupado a pica dele tão fundo). Quando a Mica começou a fazer sinal que não aguentava mais, eu soltei ela. Ela rapidamente se libertou daquele canhão e deu um suspiro fundo, pra depois falar "meu deus, que pica!!!"A coisa seguiu normal, digamos, eu metendo forte na minha mulher e ela chupando como dava a pica do Cachi até que eu saí do lugar e falei pra Mica:
Eu: bom, cê anima de montar nessa coisa?
Cachi: ei!! como coisa!
Eu: hahaha mas é a verdade, isso não é uma pica, é uma coisa. Então, amor, cê anima?
Mica: até posso tentar, mas traz o lubrificante, por favor.
Eu: Lubrificante? Cê vai meter no cu?!?!
Mica: nãooooo, no cu nem louca!!!!
Cachi: poxa, cara, não seja assim, Mica, cê tá me discriminando, parece
Mica: hahahah não, não, é que eu quero conseguir andar amanhã.
Eu fui pro quarto buscar o lubrificante que a Mica pediu. Eles ficaram conversando não sei sobre o quê. Quando voltei, vi o Cachi sentado e minha mulher em cima dele. A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi que ela já tinha montado, mas não, ela tava só apoiada, tipo encoxando, esperando eu chegar com o lubrificante.
Eu: aqui, amor (entreguei o lubrificante)
Mica: Valeu, amor. Vamos ver, vamos ver (passou bastante lubrificante na mão e começou a esfregar a pica do Cachi, como se estivesse batendo uma punheta. Colocou um pouco mais e passou na própria buceta).
Mica: bom, preparado?
Cachi: eu tô, sei lá você.
Mica: acho que não, mas vamos tentar.
(Eu sentei atrás deles, onde...) Tinha uma vista impecável de tudo)
Mica começou a esfregar a cabeça da rola de Cachi devagar até que, aos poucos, começou a enfiar. Dava pra ouvir os suspiros da minha esposa a cada centímetro que entrava. Não foi tão difícil enfiar até a metade da pica do Cachi, mas daí pra frente foi bem mais lento e dava pra ver que ela tava um pouco desconfortável. Mesmo assim, continuou o máximo que pôde, e pra minha surpresa não sobrou muita coisa pra fora, uns 5 ou 6 centímetros no máximo.
Minha esposa se abraçou na cabeça do meu amigo, que ficou na altura dos peitos dela, e enquanto ele brincava com os mamilos, ela cavalgava devagar, como se estivesse se acostumando com o baita pau que tava recebendo. A cada subida e descida, minha esposa parecia ir relaxando e aumentando o ritmo aos poucos. Cachi não parava de gemer e minha esposa de gritar (de prazer).
Já era muito excitante ouvir os gemidos, mas além disso, ver minha esposa sendo penetrada pela pica enorme do meu melhor amigo era impressionante, eu sentia que ia gozar e nem tava me masturbando.
De repente, Cachi mudou os gemidos e gritou "vou gozar, vou gozar", Mica resmungou um pouco, mas já era tarde, Cachi não tinha volta e descarregou 8 meses de abstinência sexual dentro da minha esposa, que só gemia e se mexia bem devagar, deixando meu amigo se esvaziar por completo, pra depois ficarem abraçados recuperando as energias (principalmente Cachi).
Quando Mica começou a "desmontar", parecia que a rola do Cachi nunca mais ia sair, até que, faltando poucos centímetros, começou a jorrar uma quantidade considerável de porra.
Mica: Uffff, tava cheio mesmo, hein, Cachi, haha
Cachi: Não era mentira os 8 meses
Mica: Espero que ainda esteja com vontade, porque eu quero mais, não me deu tempo pra nada
Cachi: Desculpa, me dá um tempo e a gente continua.
Mica: Relaxa, sem problema. E você, amor? Tava com uma boa vista daí?
Eu: Uffff, vista do caralho, hahaha
Mica: Que bom... quer vir pra cá ou a gente faz o quê?
Eu: Relaxa, Vamos tomar algo e descansar um pouco, que tal?
Mica: Beleza, como quiser.
Minha esposa ficou sentada ao lado da Cachi com as pernas abertas e com porra ainda escorrendo de dentro dela.
Fui buscar o champanhe e as taças e, quando voltei, a gente começou a conversar com meu amigo sobre o que tinha rolado. Explicamos que éramos liberais, etc etc, mas não contamos todas as nossas aventuras, ou melhor, as da Mica. Ele prometeu silêncio e, claro, respeito pelo nosso estilo de vida, tipo não contar pra ninguém, não tentar fazer nada sozinho sem meu consentimento e o da Mica, etc etc, as regras de sempre (pra gente, pelo menos).A conversa foi esquentando cada vez mais, ficando cada vez mais pornô. O Cachi até confessou que fazia tempo que não curtia tanto como com a Mica, porque a maioria das mulheres não se entrega nem na metade, mas que ela tinha sido demais, e nem vou falar do boquete, que foi sem dúvida o melhor da vida dele. Isso me deu a deixa pra ver se a festa continuava.
Eu: Viu, amor? Te falei que você é uma head master (todo mundo riu)
Mica: Paaaaara, também não sou tão head master assim, talvez seja boa, sei lá haja
Cachi: A melhor, sem dúvida!!!
Mica: Ahhh, que fofo, valeu!!!
Eu: Valeu nada, isso foi um "vai, gata, faz um boquete" hahaha
Mica: Cê acha?!
Eu: Pergunta pra ele o que ele acha...
Quando ela virou a cabeça pra olhar pro Cachi, ele já tava segurando a pica e deu uns tapinhas na mão.
Cachi: Toda sua, gata...
Mica: É? Mmmmm... amor, vou chupar a pica do seu amigo, já volto
Eu: Hahaha vai, vai, mostra pra ele porque casei com você...
Mica: Hahaha cala a boca, idiota
Ela se ajoelhou na frente do Cachi, que abriu as pernas, olhou pra ele enquanto pegava na pica (ainda tava meio mole, mas não totalmente) e começou a devorar literalmente! Ela saboreava, brincava, enfiava (por enquanto) inteira na boca, gemia e rebolava a bunda pros lados.
Era uma cena pornô quase imbatível. Eu levantei, fiquei atrás da minha esposa, que tava de quatro mamando meu amigo, e dei um tapa forte na bunda dela, dizendo: "Essa buceta quer carne"... ela quase gritou: SIIIIIM
Joguei um pouco de lubrificante na bunda, enfiei uns dedos pra pré-aquecer e apoiei a pica no cu dela sem meter.
Eu: vou arrebentar sua buceta, amor?
Ela sem parar de chupar a pica do Cachi respondia "ahã" e balançava a cabeça num sinal de aprovação. Fiz pressão e comecei a meter a pica no cu dela devagar. Do mesmo jeito, ela recebia minha pica e aguentava de boa, só gemendo de prazer.
Ela começou a gritar que nem louca, pedia pica aos berros, tava alucinada. E o Cachi já tava com o pau durasso de novo, e minha esposa se desesperava pra chupar.
Tava comendo minha esposa enquanto ela se agarrava no pauzão do meu melhor amigo, isso me deixava louco de tesão, ainda mais os gritos dela me enlouqueciam. Quando eu tava quase gozando, ela pediu pra esperar um pouco.
Eu parei e obedeci (quando ela pede algo, é porque tá tramando alguma coisa).
Mica: então, Cachi, vamos continuar de onde paramos.
Minha esposa se levantou e montou no meu amigo de novo. Agora não precisou de lubrificante nem nada, já foi enfiando a pica enorme do Cachi direto, até com um pouco de esforço conseguiu meter quase inteira.
Agora sim, já tava aberta e acostumada, e além disso o esperma que devia estar rodando lá dentro fazia o melhor lubrificante possível.
A putinha da minha esposa começou a cavalgar forte, com movimentos de quadril pra frente e pra trás, como se esfregando naquela pica enorme.
Nunca ouvi ela gritar tanto, nem ter tantos orgasmos tão seguidos. Ela se recuperava tão rápido de cada gozada que nem dava tempo do Cachi baixar um pouco a excitação.
A cena era foda, minha esposa cavalgando sem controle no meu melhor amigo, que ainda agarrava forte as nádegas dela e abria, mostrando a bunda arrombada que eu tinha deixado uns minutos antes.
Mica parou e, virando pra me olhar: "vem, amor, enfia na minha bucetinha apertada pra ver se cabe"
Eu saí na hora, não queria que ela desistisse. Do jeito que deu, me ajeitei atrás dela e apoiei a pica.
Eu: pronta?
Mica: sim, mas vai fundo. Devagar, não sei se as duas vão entrar.
Eu obedeci e fiz bem pouca pressão, mas não entrava, a buceta da minha esposa tava muito cheia de pau. Mesmo assim continuei insistindo cada vez mais forte até conseguir enfiar a ponta. Ela deu um grito e se agarrou no sofá, sinal de que tava doendo. Eu parei, mas ela insistiu pra eu continuar, então obviamente obedeci de novo.
Com muuuuita paciência e com lubrificante, consegui enfiar quase inteiro, e devagar comecei o vai e vem. Minha esposa tava passando da dor pra excitação e alguma coisa começava a se mexer.
Era impressionante como, mesmo eu estando fodendo o cu da minha esposa, dava pra sentir o pau do Cachi do outro lado. Geralmente quem sente isso é quem tá na buceta, mas como era tão grande, dessa vez até eu sentia.
Enquanto eu acelerava o ritmo, a Mica começou a transar forte com meu melhor amigo, até puxava ela pelo cabelo pra transar eu mesmo e depois "devolvia" pra ele. Era uma loucura total e minha esposa não parava literalmente de ter orgasmos de novo.
Eu não aguentei muito, já tava no limite várias vezes e sem avisar nada, descarreguei tudo que tinha no cu da minha esposa.
Quando saí de cena (do cu da minha esposa, digamos), começou a escorrer porra na hora. Como o pau do Cachi ocupava quase todo o espaço, era impossível segurar. Ainda por cima, com cada movimento do meu amigo, saíam os poucos jatos que ainda estavam lá dentro.
Eu sentei pra aproveitar o que pensei que seria o fim da noite. A Mica já tava cansada e satisfeita, mas tinha mais uma surpresa.
Cachi: Posso pedir uma coisa?
Eu: O que você precisa?
Cachi: Queria meter no seu cu, Mica.
Mica: QUE?!?!!?! NÃO NÃO NÃO, isso sim que não!
Cachi: Só a pontinha, vai. Sou virgem nesse aspecto.
Mica: Pois é, por isso mesmo. É impossível, não dá.
Cachi: Só a pontinha, vai, não seja assim. Juro que paro quando você quiser.
Minha esposa ficou em silêncio. Deve ter passado quase um Minuto que ela me disse:
Mica: O que cê tá falando, amor?
Eu: Sei lá, decide você, é sua bunda, não minha.
Cachi: Isso é um sim?!?!?!
Mica: Cala a boca, você... não falei que sim.
Eu: Amor, se quiser tentar, vai fundo. Se doer muito, para. No fim, Cachi não vai passar do ponto, né? (perguntando pra ele)
Cachi: Não, claro, fica tranquilo. E se ela não quiser, tudo bem, sem drama, galera, sério.
Mica: Bom, vamos tentar, mas se eu falar "chega", é chega, ok?
Cachi: Sim, claro!!!!! Você comanda o rolê....
Eu me preparei pra ver minha mulher de quatro sendo empalada por uma pica gigantesca, mas a Mica disse que iam fazer de lado porque de quatro ia doer. Então mandou o Cachi deitar no sofá e ela se deitou de lado, de costas pra ele e de frente pra mim. No fim, não era tão ruim, ia ver a cara dela em close quando fosse penetrada no cu por aquele monstro.
Ela levantou um pouco a perna e falou: "Tenta". O Cachi começou a cutucar com a pica, procurando o cu da minha esposa até achar. A Mica tava de olhos fechados, o Cachi fazia um pouco de pressão, mas não era fácil, até que conseguiu romper a barreira e enfiou um pouco — acho que não foi nem metade da cabeça. A Mica se agarrou forte no sofá e soltou um gemido de dor, não tinha nada de prazer ali.
Eu: Tá bem, amor?
Mica: Tô, tô, sem problema.
Eu: Ok, qualquer coisa avisa.
Cachi: Continuo?
Mica: Sim, devagar...
O Cachi continuou fazendo pressão e foi enfiando aos poucos o trambolho dele no agora "apertado" cu da minha esposa. Quando devia ter umas metade, ela falou que era até ali. Ele, por sorte, obedeceu e começou a bombar bem devagar. Ela parecia meio dolorida, mas já não tanto quanto no começo. Abriu os olhos e começou a me encarar, com aquela cara de diaba que ela faz quando sabe que tá fazendo algo proibido ou errado, embora nesse caso fosse se deixar comer no cu por uma pica daquelas.
O Cachi não parava de gemer e elogiar o que tava comendo, e pediu, por favor, pra minha Esposa que deixei ela me comer de quatro. Ela me olhou com aquela cara de puta e topou.
Naqueles segundos em que minha esposa se levantou pra ficar de quatro e até o Cachi tampar minha visão, pude ver surpreso como era a bunda da minha esposa... o buraco que ela tinha era descomunal. Pensei comigo: "como é que ela aguentava uma pica daquelas no cu".
Cachi ocupou o lugar dele e devagar foi "enfiando" no cu da minha esposa, que ainda mandava ele continuar. Não sei quanto ele tinha enfiado, com certeza não foi tudo, mas mais da metade com certeza.
Ele metia com gosto, agarrado nas nádegas da minha esposa, que gritava pra caralho. Eu tava com a pica duríssima e me masturbava olhando de canto a cena.
Queria ver melhor, então me levantei e, meio de lado, ofereci minha pica pra Mica chupar, mas ela não deu bola, tipo, desprezou, então peguei ela pelo cabelo e comecei a bater punheta nos lábios dela enquanto não tirava os olhos de como a pica do Cachi entrava e saía do cu dilatado da minha esposa. Pra minha surpresa e tesão, quase 3/4 daquela pica enorme tava entrando nela.Nem eu nem o Cachi aguentamos muito e, quase ao mesmo tempo, gozamos pra caralho — eu na boca dela (que abriu um pouco) e o Cachi literalmente inundou o cu dela. Quando ele tirou, era bizarro de ver, nunca tinha visto um cu tão aberto, a não ser em filme pornô. E ainda por cima não saía nada de porra, o filho da puta tinha deixado tudo bem dentro.
Cachi se jogou num sofá pra descansar, e minha esposa foi se deitando devagar até ficar de barriga pra cima com as pernas abertas (aí sim começou a vazar toda a porra do cu dela). A gente tava todo mundo exausto pra caralho, e minha esposa mais ainda. Depois de um tempão descansando, cada um foi cuidar da sua vida, Cachi se vestiu e foi embora, e Mica tomou um banho e foi dormir.
19 comentários - Minha esposa e meu melhor amigo