Chifruda de Natal

Nós somos Santiago e Andrea, temos 36 e 39 anos. Já faz alguns anos que estamos no mundo cuckold, mas pra gente esse tipo de prática sempre foi num esquema bem discreto. Temos um filho pequeno e família, por isso sempre tomamos cuidado com a forma como rolam os encontros e o que compartilhamos nas redes sociais sobre esse assunto, principalmente na hora de postar vídeos e fotos na internet.

Este ano a gente passou a primeira das datas festivas na casa da família da minha mulher. Nos reunimos na casa dos meus sogros pra ceia do dia 24 junto com uma prima dela e a família dela e os avós delas.

Minha mulher vestiu um vestidinho curto bege e por baixo tava usando um conjunto de lingerie cor salmão. Mesmo não tendo nada planejado pra aquela noite, porque a gente achava que era só uma reunião de família... e em reunião de família a gente se comporta. Antes da reunião, ainda em casa, eu já tava enchendo o saco falando que o vestido era muito curto e ela levantava ele de propósito, e a gente se pegava enquanto eu passava o dedo na buceta dela por cima da calcinha fio dental. Perguntei se ela tava afim de fazer alguma coisa depois da meia-noite, mas a gente achava difícil por causa do filho e da pandemia, o mais provável era voltarmos pra casa e transarmos entre nós.

Como acontece muitas vezes nessas reuniões, depois do brinde da meia-noite e da adrenalina das crianças com o Papai Noel e os presentes, o clima festivo foi morrendo e lá pra 1h30 da manhã meu filho já tinha dormido na cama da avó. Aí ficaram só os adultos tomando fernet e clericó enquanto o avô dormia na mesa. A prima dela mora na frente da casa dos meus sogros e tinha recebido a visita de uns amigos dela e do marido que foram cumprimentá-la. Aí ela teve a ideia de, pra não incomodar na casa dos meus sogros, continuar bebendo e fazer karaokê. Então a gente, pra não ir dormir às 2 da manhã, decidiu deixar o menino dormindo na casa dos sogros e Então o karaokê começou, se juntaram primos, tias, vizinhos e mais amigos da prima dela que já chegaram bebados e a gente, pra não ficar pra trás, também mandou ver no fernet com coca e as misturas de lemon champ e sangria congelada, e a reunião de família virou quase uma festa clandestina na pandemia.
No começo era mais festa mesmo, músicas alegres do Dipy, Rodrigo, Matador dos Cadillacs e todo mundo pulando, mas chegou uma hora que, pela idade de quem tava lá, começaram a tocar músicas antigas e mais românticas e bizonhas, tipo Cacho Castaña e Sandro.

Um dos amigos do marido da prima da Andrea se chama Daniel... o cara, embora não seja cantor profissional, é daqueles que canta bem e sabe disso. Às vezes, os caras que cantam bem, quando se trata de músicas lentas, por mais velhas que sejam, agradam porque têm noção de como entoar e colocar a voz. Aí percebi que começou a rolar um vai e vem entre Andrea, que, bêbada, tava fascinada pelo jeito que Daniel cantava, e Daniel olhando pra ela... num momento, ele pediu pra minha mulher escolher que música ela gostaria de ouvir. Ela pediu uma música romântica bem antiga de cumbia que eu nem conhecia (gênero que eu odeio, ainda mais se for velho e lento), então o cara começou a cantar a música pra minha mulher na frente de todo mundo que tava na festa, e minha mulher fechava os olhos e cantava junto com ele, e quando abria os olhos, olhava pra ele e ele olhava pra ela.

Numa circunstância diferente, eu teria achado muito tesão ver esse vai e vem entre eles, mas naquela noite era Natal e rodeados de parentes, e o vai e vem entre eles foi muito evidente, e eu me senti totalmente deslocado, e teve gente que ficou desconfortável. Pior quando ela pediu outra música romântica de novo, e ele cantava pra ela, e ela fechava os olhos na frente dele como se fosse fã, e cantava e dançava como se tivesse toda excitada pelo cara.

Então eu, pra não... Ficar tão fora de foco e sem rumo, eu passei pra ver como meu filho tava só pra não ficar na frente das primas e vizinhas dela como corno público. Depois voltei pra festa e percebi que vários já estavam indo embora, ninguém me falava nada, mas dava pra ver que ficaram desconfortáveis porque o climão entre minha mulher e o Daniel foi muito evidente... eles não estavam na sala da casa onde os que sobraram bebiam, quase acabados. Perguntei pro marido da prima da minha mulher, e ele disse que não fazia ideia de onde estavam. Saí pro quintal e num canto a Andrea e o Daniel estavam se pegando, o Daniel levantava o vestido dela e agarrava uma banda da bunda da minha mulher, e a calcinha fio-dental salmão se enfiava entre as nádegas dela, enquanto ele apertava forte uma nádega e separava ela.
A situação me excitou, mas achei que não era o momento, não era o lugar. O Daniel, que não sabia nada sobre a gente ser um casal cuckold, se assustou quando me viu e foi embora, e eu fiquei discutindo com minha mulher no quintal sobre o que aconteceu. Deixamos o menino dormindo na casa dos meus sogros e voltamos sozinhos, discutindo no carro... ela bêbada... eu dizendo que ela tinha se excedido, e ela falando que não aconteceu nada, que queria conversar com o Daniel pra dar pra ele, mas não naquela noite, e que não tinha feito nada. Então, no carro, ela começou a me tocar e a me masturbar, e a dizer que estava muito excitada. Que eu não ficasse bravo e que queria transar, que se eu não comesse ela naquela noite, ela chamava o Daniel pra comer ela. Aí eu fiquei excitado e perguntei se ela tinha o telefone do Daniel, e ela disse que sim, o cara já tinha mandado um WhatsApp pedindo desculpas por ter metido ela numa enrascada. Então eu falei pra ela que se quisesse, convidasse ele, já que a gente tava sozinho... tem certeza?, ela perguntou... eu disse que sim, que se ela tava afim dele, chamasse ele.
Chegamos em casa e começamos a nos pegar, ela tirou o vestido e eu beijei ela toda. Como o Daniel ainda não tinha chegado, ela deixou a calcinha fio-dental. Calcinha fio dental colocada pra receber ele com alguma roupa, ela gozou e sentou em cima do meu pau enquanto me perguntava se eu ainda tava puto com ela por ser uma puta. Eu tava muito tesudo e não aguentava mais sem gozar, ela me montava enquanto eu, com gel íntimo, metia o dedo na bunda dela e fazia ela imaginar que era o pau do Daniel. Antes que eu pudesse gozar, a campainha tocou e ele chegou. Ela recebeu ele de fio dental e deu um beijo na boca dele e falou pra ele não ter medo e se juntar a nós, que a gente ia ficar os três.

Daniel tirou a camisa, era magro e definido, diferente de mim que já tenho minha barriguinha, tava com o pau durasso e se punhetava enquanto minha mulher se colocava de novo em cima de mim e me montava... enquanto me cavalgava, eu chupava os peitos dela e ela punhetava ele e falava que pau lindo que ele tinha... era fino e comprido... ela continuava montada em cima de mim, mas Daniel se levantou na cama e colocou o pau na cara dela pra ela chupar... ela chupava o pau e as bolas dele, embora eu na minha frente só visse a bunda do Daniel na minha cara. Ela falou pra ele que do lado da cama tinha gel, pra ele passar no pau e meter na bunda dela... Daniel passou gel e se posicionou atrás dela, mas era muito desastrado pra penetrar ela no cu. Andrea falou que queria o pau do Daniel no cu, eu falei que ela era uma puta e ela ficou mais tesuda ainda. Ela saiu de cima de mim e ficou de quatro e começou a chupar meu pau, empinando a bunda... mete no meu cu, ela falou, e aí Daniel começou a penetrar ela enquanto minha mulher dizia que gostoso, que gostoso, mete... eu não aguentei ver ela de quatro sendo empalada pelo pau de outro homem e gozei tudo na boca dela enquanto Daniel bombava a bunda dela e ela se dava tapas na buceta... finalmente Daniel, aos gritos de "vou encher teu cu de porra, puta", avisou que ia gozar e ela falou que ela também já ia, que enchesse o cu dela, e os dois gozaram juntos.

Ela se rendeu ao cansaço e caiu exausta no meu peito, os dois suados... molhados pelos nossos fluidos e pelo gel íntimo... a boca dela cheia do meu gozo e o cu dela cheio do gozo do Daniel.

O Daniel não ficou muito mais tempo, só se vestiu e sumiu como um fantasma... nós, abraçados, suados e grudados, levantamos e fomos tomar banho juntos, nos beijando, eu lambendo o cu dela e ela abrindo pra facilitar minha tarefa de chupar o ânus dela, excitados falando da pica do Daniel... eu querendo meter no cu dela no chuveiro, ela me negando, dizendo que aquele buraco era do Daniel e que de agora em diante eu só ia ter masturbação. No fim, a gente transou no chuveiro... vaginal... falando sobre como todos os parentes dela agora sabem que eu sou um corno... não achei muita graça... mas quem tira o que já foi dançado?

10 comentários - Chifruda de Natal

me sumo para despedir fin de año con ub karaoke de leche! buen relato ! de donde son?
Linda situación. Que bueno cuando te cuidan al nene y te garchan a la nena, jajaja. Feliz navidad!
que cornudo que sos flaco! te dejaron como un pelotu2 enfrente de todos, la proxima navidad pedile dignidad a papa noel! te falto solamente probar la pija del tal daniel, el histeriqueo a tu esposa fue para disimular no? que se la querías comer entera jajaja
personalmente desde que experimentamos con esto nunca hice nada bi aunque para nuestro entender en la cama vale todo mientras todos esten de acuerdo y sea para sumar placer. ni a ella ni a mi nos suma al morbo o la calentura que yo haga algo con otro tipo. hay otras parejas cuckold que los hombres son sissy o bi y los respeto por que como te dije esta en el gusto de cada uno pero a nosotros no nos suma.
@SantiagoVerdasco yo si tuve la oportunidad de estar con.un hombre en tríos con mí ex mujer. Y es hermoso ser penetrado
Exelente. Feliz navidad y buena culiada. Andrea va seguir culiando con daniel y vos vas a ser mas cornudo todavia. Los parientes ya saben de las aventuras de tu mujer y que vos sos cornudo consciente. Van puntitos
me encanto , mucho morbo y a disfrutar los felicito sobre todo a ella jejejej van puntos
cugtx +1
Como me cojo a tú mujer y voa me tomas la leche
Muy bueno! Que calentura chupar todo ese culito acabado!